MTA1 Aula-02. Acessibilidade

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  • 1. ALAN VASCONCELOS DESIGN DE INTERAÇÃO MÉTODOS E TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO AcessibilidadeALAN VASCONCELOS
  • 2. INTRODUÇÃO
  • 3. INTRODUÇÃO•O e-Gov e seu papel;•O papel do Poder Legislativo;•Pluralidade de uma assembleia legislativa estadual;•O usuário no centro do processo (Usabilidade / Acessibilidade);•Diretrizes internacionais e as brasileiras (WCAG e e-MAG).
  • 4. IntroduçãoO PROBLEMA
  • 5. INTRODUÇÃO – O problema•Qual é o panorama atual da acessibilidade dos sites legislativosbrasileiros?•Como fazer com que as regras do e-MAG sejam obedecidas nos sitesdas assembleias legislativas?•A Web está mesmo a serviço da democracia, no que se refere ao acessoà informação?
  • 6. IntroduçãoJUSTIFICATIVA
  • 7. INTRODUÇÃO – Justificativa•A democratização da informação deve ser uma preocupação dosgovernos e dos profissionais da informação.•A internet é um problema relevante de pesquisa.•A inacessibilidade contribui para a “opacidade governamental”(JARDIM, 2000) distanciando ainda mais o poder público e o cidadão.
  • 8. IntroduçãoOBJETIVOS
  • 9. INTRODUÇÃO – ObjetivosGeralAvaliar a acessibilidade dos sites das assembleias legislativas de todos os estadosbuscando traçar um panorama geral da acessibilidade dos sites das casaslegislativas brasileiras. Em particular, fazer uma análise mais profunda do site daAssembleia Legislativa de Minas Gerais.Específicosa) traçar um panorama longitudinal nacional da acessibilidade dos sites das 27assembleias legislativas brasileiras, com um intervalo de um ano;b) fazer uma análise longitudinal mais aprofundada do site da ALMG, paracomparar os resultados obtidos através da avaliação de acessibilidade automáticae daquela envolvendo testes com usuários;c) verificar se, após um ano, houve uma alteração na aderência às diretrizes deacessibilidade.
  • 10. REVISÃO HISTÓRICO-TEÓRICA
  • 11. REVISÃO HISTÓRICO-TEÓRICAO cidadão, o governo e a Internet• O cidadão está cada vez mais conectado – 70,9 milhões (IBOPE, 2012).• O governo se vale das TIC’s para melhorar a gestão e ampliar a participação cidadã. (JARDIM, 1999)• O brasileiro fica, em média 48 horas por mês na internet (ANTONIOLI, 2009).A Web e o hipertexto• A invenção do WWW , do HTML e do W3C.A legislação sobre acessibilidade• O grupo de trabalho WAI e o WCAG;• A Lei 5296 (BRASIL, 2004);• A versão brasileira: eMAG
  • 12. REVISÃO HISTÓRICO-TEÓRICAA quem se destina a acessibilidade• Para deficientes visuais;• Para deficientes motores;• Para deficientes auditivos;• Para quem oferece.
  • 13. REVISÃO HISTÓRICO-TEÓRICADesign Universal / Usabilidade / Acessibilidade
  • 14. REVISÃO HISTÓRICO-TEÓRICAAcessibilidadeConceitos, métodos e técnicas para a qualidade do acesso.UsabilidadeConceitos, métodos e técnicas para a qualidade de uso.Design UniversalConsiderado um processo ou postura.
  • 15. REVISÃO HISTÓRICO-TEÓRICARecomendações sobre acessibilidade• Recomendações do eMAG • As 3 prioridades; • Processo de acessibilidade (verificação, aplicação, validação, promoção e continuidade);• Arquitetura da informação
  • 16. METODOLOGIA
  • 17. METODOLOGIAAvaliação semiautomática de acessibilidade• Avaliação sintática do código-fonte dos sites das 27 assembleias utilizando-se o software DaSilva. • Essa avaliação foi realizada em outubro de 2010 e dezembro de 2011.• Elaboração de gráficos comparando o avanço ou retrocesso de cada estado.
  • 18. METODOLOGIAEntrevista estruturadaEntrevista feita com os gestores dos sites de cada estado, abordandoquestões sobre:• Tecnologia • “O site atual foi construído e mantido internamente, ou existe uma empresa terceirizada para este fim?” • “Os servidores do site são da própria instituição?”• Gestão de conteúdo • “A instituição usa algum software de gestão de conteúdo (CMS)? Qual?” • “Os trabalhos de segurança e backup dos dados do site atual são realizados pela própria instituição, ou esse trabalho é terceirizado?”
  • 19. METODOLOGIAEntrevista estruturada• Política de acessibilidade • “O Modelo Brasileiro de Acessibilidade (e-MAG) é de conhecimento dos gestores do site?” • “Existe alguma restrição técnica ou administrativa para seguir o e-MAG?’ • “Existe alguma política interna de acessibilidade Web para o site atual?” • “Caso exista, ela é divulgada de que maneira? Ex.: cartilhas, apostilas, vídeos, entre outros. “ • “No quadro de funcionários, existe alguém que tenha alguma deficiência física perceptível?“
  • 20. METODOLOGIAAvaliação empírica de acessibilidade (site ALMG)• Participantes • P1 – Baixa visão / Alta proficiência em informática • P2 – Cegueira total / Proficiência média • P3 – Cegueira total / Proficiência média Todos os participantes utilizaram o computador habitual, equipados com o leitor de tela JAWS, para Windows.
  • 21. METODOLOGIAAvaliação empírica de acessibilidade (site ALMG)• Tarefas (cada qual com um cenário diferente) • Pesquisar um projeto/proposição com o termo “acessibilidade”. • Encontrar o telefone do Procon e dizê-lo em voz alta. • Encontrar o horário de funcionamento da biblioteca. • Encontrar na biblioteca alguma publicação cuja autoria seja de “Sônia Nascimento e que tenha a palavra “acessibilidade” no título. • Encontrar o telefone do CAC e dizê-lo em voz alta. • Acessar a página da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência. • Acesse a página de perfil de um deputado à sua escolha. As mesmas tarefas foram aplicadas nos dois testes (em 2010 e 2011), com os mesmos usuários.
  • 22. RESULTADOS
  • 23. ResultadosAVALIAÇÃOSEMIAUTOMÁTICA
  • 24. Total de erros em 2010: 3416Total de erros em 2011: 2508
  • 25. ResultadosENTREVISTAESTRUTURADA
  • 26. RESULTADOS – Entrevista Estruturada Estado Mão de obra Mão de obra da Local do servidor de da construção manutenção do hospedagem do site do site siteAcre Terceirizada Terceirizada Fora da instituiçãoAmapá Própria Própria Dentro da instituiçãoGoiás Própria Própria Dentro da instituiçãoRio Grande do Sul Própria Própria Dentro da instituiçãoSanta Catarina Própria Própria Dentro da instituiçãoAmazonas Própria Própria Dentro da instituiçãoBahia Própria Própria Dentro da instituiçãoMato Grosso do Sul Terceirizada Própria Dentro da instituiçãoMinas Gerais Terceirizada Própria Dentro da instituiçãoCeará Própria Própria Dentro da instituiçãoEspírito Santo Própria Própria Dentro da instituiçãoPará Própria Própria Dentro da instituiçãoRio de Janeiro Terceirizada Própria Dentro da instituiçãoParaíba Própria Própria Dentro da instituiçãoRondônia Terceirizada Própria Dentro da instituiçãoPernambuco Própria Própria Dentro da instituiçãoSão Paulo Própria Própria Dentro da instituiçãoSergipe Própria Própria Fora da instituiçãoTocantins Própria Própria Dentro da instituição
  • 27. RESULTADOS – Entrevista Estruturada Estado Conhecimento Restrições técnicas Existência de Parlamentares Funcionários do e-MAG ou administrativas alguma política com deficiência com para a aplicação do interna de deficiência e-MAG acessibilidadeAcre Conhece Sem restrições Não existe Nenhum NenhumAmapá Conhece Técnicas Não existe Nenhum NenhumGoiás Conhece Sem restrições Existe Menos de 5 Menos de 5Rio Grande do Sul Conhece Técnicas Existe Nenhum NenhumSanta Catarina Conhece Técnicas Não existe Nenhum De 5 a 10Amazonas Não conhece x Não existe Menos de 5 Menos de 5Bahia Não conhece x Não existe Nenhum NenhumMato Grosso do Não conhece x Não existe Nenhum NenhumSulMinas Gerais Conhece Técnicas Não existe Nenhum NenhumCeará Não conhece x Existe Nenhum NenhumEspírito Santo Não conhece x Não existe Menos de 5 Menos de 5Pará Não conhece x Não existe Nenhum NenhumRio de Janeiro Conhece Sem restrições Existe Nenhum NenhumParaíba Não conhece x Existe Nenhum NenhumRondônia Conhece Sem restrições Existe Nenhum de 10 a 15Pernambuco Não conhece x Não existe Nenhum NenhumSão Paulo Não conhece x Não existe Menos de 5 De 5 a 10Sergipe Não conhece x Não existe Nenhum NenhumTocantins Não conhece x Existe Nenhum Nenhum
  • 28. ResultadosESTUDO DE CASOÚNICO (ALMG)
  • 29. RESULTADOS – Estudo de caso único (ALMG)Interface da página inicial da antiga versão do site da ALMG
  • 30. RESULTADOS – Estudo de caso único (ALMG)Interface da página inicial da nova versão do site da ALMG
  • 31. RESULTADOS – Estudo de caso único (ALMG) Participantes: P1 P2 P3Cumpriu a tarefa: SIM NÃO SIM NÃO SIM NÃO TAREFA 1 X X X TAREFA 2 X X X TAREFA 3 X X X TAREFA 4 X X X TAREFA 5 X X X TAREFA 6 X X X TAREFA 7 X X X TOTAL 3 4 3 4 2 5Relação entre participantes e o cumprimento das tarefas – na versão antiga do site
  • 32. RESULTADOS – Estudo de caso único (ALMG) Participantes: P1 P2 P3Cumpriu a tarefa: SIM NÃO SIM NÃO SIM NÃO TAREFA 1 X X X TAREFA 2 X X X TAREFA 3 X X X TAREFA 4 X X X TAREFA 5 X X X TAREFA 6 X X X TAREFA 7 X X X TOTAL 3 4 1 6 0 7Relação entre participantes e o cumprimento das tarefas – na versão nova do site
  • 33. RESULTADOS – Estudo de caso único (ALMG) 8 acertos 4 acertosÍndice de sucesso dos participantes P1, P2, e P3 na realização das tarefas
  • 34. CONSIDERAÇÕESFINAIS
  • 35. CONSIDERAÇÕES FINAISObjetivos atingidos e pressupostos confirmados• Não só os erros de código, mas também a falta de atenção com o usuário deficiente foi confirmada. Apenas o site de Rondônia conta com funcionalidades de apoio, como recomenda o eMAG.• O Desconhecimento e/ou a desobediência ao eMAG é preocupante.• Segundo as entrevistas, não há limitações técnicas para a adoção das diretrizes.• Falta fiscalização e regularização da atividade de geração de conteúdo na Web.
  • 36. CONSIDERAÇÕES FINAISPossibilidades• É necessário que se institua uma espécie de agência reguladora da produção Web governamental, resguardando o usuário deficiente.• Adoção de um marco regulatório da acessibilidade na Web.• Mais estudos no campo da CI, a fim de que as pesquisas sobre acessibilidade na Web não fiquem restritas às questões apenas tecnológicas.• Elaboração de um framework para a implementação das práticas de acessibilidade na Web.• Seguir exemplos como o da SEPLAG ao instituir a Resolução nº 40/2008.
  • 37. CONSIDERAÇÕES FINAISPercepções• A diminuição da opacidade governamental alertada por Jardim (1999) está longe de acontecer.• Na Web, os governos ainda se portam como meros fornecedores de informação, que nem todos podem acessar.• O exercício da cidadania e a obtenção de serviços pela Web está aquém das possibilidades que essa mídia oferece.• As possibilidades de acesso injustas e desiguais esvaziam o discurso da inclusão digital, com a inacessibilidade de 98% dos sites .gov.br.• As chamadas “casas do povo” ainda fecham suas portas digitais às pessoas com deficiência.• A inacessibilidade constatada, enfraquece o poder e a voz do cidadão deficiente.
  • 38. ReferênciasANTONIOLI, Leonardo. Estatísticas, dados e projeções atuais sobre a Internet no Brasil. IBOPE Nielsen Online.Grupo IBOPE. Press Releases 2009, Notícias, publicação de 22 set. 2009. Disponível em:<http://www.tobeguarany.com/internet_no_brasil.php>. Acesso em: 27 maio 2010.ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Estudos de usuários: uma abordagem na linha ICS. In: REIS, Alcenir Soares dos;CABRAL, Ana Maria Rezende Cabral (Org.). Informação Cultura e Sociedade: interlocuções e perspectivas. BeloHorizonte: Novatus, 2007. p. 81-100.ARAÚJO, W. F. G.; GOMES, M. P. S. Governança eletrônica na América Latina: podemos esperar uma democraciaeletrônica?. In: DEMOCRACIA E DESENVOLVIMENTO NA AMÉRICA LATINA, 2004, Rio de Janeiro. Anais... Rio deJaneiro: Fórum IUPERJ/UFMG, 2004. Disponível em:<http://neic.iuperj.br/governanaEletronicaNaAMericaLatina_Final.doc>. Acesso em: 16 set. 2009.BARANAUSKAS, M. C. C., Mecanismos da Percepção Humana. Notas de Aula do curso MO622 - Fatores Humanosem Sistemas Computacionais. Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Computação, 2007.BENERS-LEE, T. Realising the full potential of the Web. W3C meeting... London, Dez. 1997. Disponível em:<http://www.w3.org/1998/02/Potential.html>. Data de acesso: 25 set. 2009.BRASIL. Decreto nº 5.296: de 2 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, queestabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras dedeficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Diário Oficial da União, 2 dez. 2004. Disponívelem: <http://www.planalto.gov.br/ccivil/_ato2004-2006/2004/decreto/d5296.htm>. Data de acesso: 21 ago. 2009.
  • 39. BRASIL. Lei nº 10.048: de 8 de novembro de 2000. Dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e dáoutras providências. Diário Oficial da União, 8 nov. 2000. Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L10048.htm>. Data de acesso: 13 ago. 2009.BRASIL. Lei nº 10.098: de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoçãoda acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.Diário Oficial da União, 19 dez. 2000. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L10098.htm>. Datade acesso: 21 ago. 2009.BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Governo Eletrônico. 2008. Disponível em:<http://www.governoeletronico.gov.br/o-gov.br>. Acesso em: 19 set. 2009.BUARQUE, Cristóvam. Admirável mundo atual. São Paulo: Geração Editorial, 2001.CASTELLS, Manuel. A Sociedade em rede - a Era da Informação: economia, sociedade e cultura. 5. ed. SãoPaulo/SP: Paz e Terra, 2001. v.1.CEPIK, Marco; EISEMBERG, José. Redes cívicas e Internet. In: Internet e política: teoria e prática da democraciaeletrônica. Belo Horizonte: UFMG, 2002. p. 46-72.DOWBOR, Ladislau. Tecnologias do conhecimento: os desafios da educação. Petrópolis: Vozes, 2004.e-EUROPE. Europe’s Information Society. Thematic Portal. Disponível em:<http://ec.europa.eu/information_society/eeurope/2002/index_en.htm> Acesso em 12 abr. 2010.
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  • 42. Referências consultadasBRASIL. Decreto nº 3.956: de 8 de outubro de 2001. Promulga a Convenção Interamericana para Eliminação deTodas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência. Diário Oficial da União, 9 out.2001. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil/decreto/2001/D3956.htm>. Data de acesso: 25 set. 2008.BRASIL. Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Agência para a Sociedade do Conhecimento – UMIC.Programa Acesso. Brasília: UMIC, 2010. Disponível em:<http://www.umic.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=10&Itemid=37>. Acesso em: 19 fev. 2010.HIX, D.; HARTSON, H. R. Developing user interfaces: ensuring usability through product & process. New York: JohnWiley & Sons, 1993.NORMAN, D. A. Cognitive engineering. In: NORMAN, D. A.; DRAPER, S. W. (Ed.). User centered system design.Hillsdale, p. 31-61, 1986.RUBIN, J. Handbook of usability testing: how to plan, design, and conduct effective tests. New York: John Wiley &Sons, 1994.SARACEVIC, T. Ciência da informação: origem, evolução, relações. Perspectivas em Ciência da Informação, BeloHorizonte, v. 1, n. 1, p. 41-62, jan./jun 1996.