ii               JOSÉ ARNALDO DOS SANTOS RIBEIRO JUNIORO DISCURSO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL EMPREGADO PELA   VALE...
iiiIn memoriam de José Arnaldo dos SantosRibeiro e Gracy da Silva Cordeiro...
ivAi de vós, escribas e fariseus hipócritas!Limpais por fora o copo e o prato e por dentroestais cheios de roubo e de inte...
v                                       AGRADECIMENTOSAos meus familiares que sempre engrandeceram o meu espírito, especia...
viA Jackeline Alvarez Lobão e Wendy Cris Ferreira Abrantes pelo calor da amizade.Aos colegas de curso: Stéfane Sanches (é ...
viiAos professores “extra-geográficos” cujo conhecimento foi assaz fundamental em minhaformação: Tânia (Língua Portuguesa)...
viiiAos membros do GEDMMA, em especial: Ana Lourdes, Bruno Rabelo, BartolomeuMendonça, Elena Steinhorst, Elio Pantoja, Ema...
ix                                         RESUMOBusca-se investigar o discurso de responsabilidade socioambiental emprega...
x                                         ABSTRACTSeeks to investigate the discourse of socio-environmental responsibility...
xiLISTA DE SIGLASAÇOMINAS          Aço Minas Gerais S/AALBRAS            Alumínio Brasileiro S/AALUMAR            Alumínio...
xiiIBASE    Instituto Brasileiro de Análise Sociais e EconômicasICMS     Imposto sobre Operações relativas à Circulação de...
xiiiLISTA DE FIGURASFigura 01 - Campanha da Vale em prol da produção de empregos via Mina de Cobre doSossegoFigura 02 - Ca...
xiv                                                              SUMÁRIO                                                  ...
xv           6.2 Relatório de Sustentabilidade 2008....................................................................   ...
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Monografia parte pré textual

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Monografia parte pré textual

  1. 1. ii JOSÉ ARNALDO DOS SANTOS RIBEIRO JUNIORO DISCURSO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL EMPREGADO PELA VALE NO PERÍODO PÓS-PRIVATIZAÇÃO (1997-2010) EM SÃO LUÍS - MA Monografia apresentada ao Curso de Geografia da Universidade Federal do Maranhão como requisito parcial para obtenção do grau de Licenciatura e Bacharelado em Geografia.Aprovada em ___/___/___ BANCA EXAMINADORA Prof. Horácio Antunes de Sant’Ana Júnior Doutor em Ciências Humanas (Sociologia) UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Prof. Josoaldo Lima Rêgo Mestre em Geografia Humana UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Profa. Roberta Maria Batista de Figueiredo Doutora em Geografia UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
  2. 2. iiiIn memoriam de José Arnaldo dos SantosRibeiro e Gracy da Silva Cordeiro...
  3. 3. ivAi de vós, escribas e fariseus hipócritas!Limpais por fora o copo e o prato e por dentroestais cheios de roubo e de intemperança.Evangelho de São Mateus, capítulo 23,versículo 25Aí ela chega e vai por nome de tal doprogresso, e esse progresso não é para todos,né? Eu me lembro do meu tio que morava láno Itaqui. Cara, tu ia nas folhas das plantaspassava a mão, é só pó de minério, táentendendo? Então... A gente sabe que é difícilbrigar com uma empresa grande dessa, aindamais quando ela tem o apoio do governo, né?Quantas e quantas entrevistas a gente já nãodeu contra a Vale e tal, batendo... Mas,quando vai passar, não passa uma vez falandoo nome da Vale, tudo picotado, picotado, nahora tu não fala o que tu quer, tá entendendo?Eles fazem desse jeito.Ruy, Morador do Alto da EsperançaÓi, ói o trem, vem trazendo de longe as cinzasdo velho éonÓi, já é vem, fumegando, apitando, chamandoos que sabem do tremÓi, é o trem, não precisa passagem nemmesmo bagagem no tremQuem vai chorar, quem vai sorrir?Quem vai ficar, quem vai partir?Pois o trem está chegando, tá chegando naestação.Raul Seixas, O Trem das 7
  4. 4. v AGRADECIMENTOSAos meus familiares que sempre engrandeceram o meu espírito, especialmente, minha mãe,Teresinha Ribeiro, que sempre fez o melhor por mim; ela é a pessoa mais valiosa queconheci. Sua existência emprestou sentido à minha vida; obrigado por tudo mãe...À minha tia querida, Rosário de Fátima Cordeiro, pela dedicação integral desde os meusprimeiros dias de vida.Também para Richard Dutra, o primo-irmão, Ozana Cordeiro, a “dindinha”; JodiléiaMonteiro e Raimundo Dutra “Dico”, pelo entusiasmo e amor.A querida Karla Jordânia Oliveira, minha fiel escudeira. Difícil expressar com palavras aminha gratidão pela sua ajuda em todos os campos da minha vida.Para Edivaldo Marques, membro da família, grande amigo, beatlemaníaco, a quem tenhogrande admiração e respeito.Aos meus eternos amigos de Liceu, a Escola querida, que fizeram de mim um jovem melhor,um bom amigo e cultivaram em meu peito a saudade eterna...Rennan Trinta, um amigo fiel, que pouco a pouco se transformou em um leal irmão; Ayslande Jesus, pois seu companheirismo me mostrou o significado de uma amizade verdadeira;Denise Maciel, minha irmãzinha querida; Ary Allyson, meu amigo e adversário político,ideológico, futebolístico, etc. etc.Também para Mayrhon Farias, Dayvison Rodrigo, André Duraens, Jonas, Maxwell Seixas,Hallany Daniele, Jackeline Rocha (é segredo...), Lúcia Helena (serei sempre seu herói),Cyntia, Ximena, Thalita, Adriano “Marcelinho” (marginal), Éder Cunha (eleitor de JoãoCastelo), Luciana, Karla Belfort, Iza Karoline (ô Down, down...), Fernanda Souto, LeniraPinheiro, Dayane, Francisca, Camila, Juliana, Jéssica, Kedma (Dona Menina madridista) eJosilene.Aos colegas do Cursinho Pré-Vestibular Paralelo que me ajudaram a concretizar o sonho deservir a Geografia, em especial: Maxweyd Freire, Bernardo Henry, Adenilson, FredilsonLima, Mackley Freire, Paulo Romão, Kleyton, Beatriz, Nayara, Elis Regina, Elen Sales (nemprecisei entregar minha vaga), Jorgetans Damasceno, Pablo Nascimento (estes últimos pelosusto que me deram ao reportarem-me o não ingresso na UFMA!); ao corpo docente, emespecial os Professores Roberto, Sérgio e Celso “Vesgo”.
  5. 5. viA Jackeline Alvarez Lobão e Wendy Cris Ferreira Abrantes pelo calor da amizade.Aos colegas de curso: Stéfane Sanches (é homem), Cleane Gonçalves (você sabe quem éAbigail?), Kelson Diego (pagodinho), Andreia “Oliver” Conceição, Bruno Leonardo (omelhor amigo de Jorgiel Junior), Raymonds (krikati), José do Nascimento (passa o sabonete,furador de poço), Diego Ezron (calma Bete!), Yata Anderson (big-boy), Jordiana Lopes (ozagueirão), Lorenna Cutrim, José Rafael, Lorenna Rubria (Power Ranger), Thiago Mena (aicredo quanta resenha!), Thadeu Mattos (futuro reitor da UFMA), Ana Michelle (amo demais),Felipe “Kilyoi”, João Ricardo, Jorgiel Junior (o melhor amigo de Bruno Leonardo), JulieElaine (patricinha), Liana Flávia (“eu vou fazer uma síntese”), Benedito Alex (big-big-boy),Ediana Gusmão, Kívia Silva Castro, Cláudio Mendonça, Lima Neto, Eder Brito, FabrícioMartins, Felipe “Hulk”, Fábio Moura, Gislan, Ricardo, Glecieles, Amanda, Lívia, Helayne,Hélio Júlio, Ideneilson, Igor Rafael, Ivanildo “Pop”, Janaina, Jefferson Bruno, Josué, Josélio,Juan Guilherme, Juscinaldo Góes Almeida , Karine, Kerline, Lenôra, Lucélia, Licia, Marcone,Meirileide, Nasson, Givaldo, Edgar, Celso, Rodolfo, Rafaela, Ricardo, Stanley, Taissa,Thiago Diniz, Ulisses, Valdir, Vítor, Wenderson, Carliane, Delana, Serginho, Gil, André,Landa, Talídia, Badauí, Vélber, Eduardo, Francisca, Elis, Jefferson, Ana Lenira, Karol,Carlos, Zilmara, Valéria, Alexsandra, Augusto Totti, Bruno Alcântara, Clemilson, Geovane,Silveli...Para Danniel Madson, Hudalet Oliveira e Tiago Silva Moreira, pois: “um bom escritor nãotem apenas o seu próprio espírito, mas também o espírito de seus amigos” (Nietzsche).Marcos Mendes Cerqueira, pela sua amizade, bom humor, companheirismo e seus “e-mailseducativos”.Especialmente Karini Silva, minha namorada, pelo amor, companhia, carinho, dedicação eatenção.Aos colegas de UFMA “extra-geográficos”: Wanderson Fonseca, Glauber Monteiros, CarlosEduardo, Clístenes Mendonça, Diego Alves, Arquibaldo, Luiz Eduardo, Marcio Reis, Mirna,Paula Ticiane, Dânia Rafaela, Walneide Massett, Thierry, Annagesse, Thays, Adielson,Susan, Diana, Renan Oliveira, Cássia, Clênia, Dani Maciel, Joivaldo, Luana, Dayse, PatríciaReis, Péricles, Rafal Aguiar, Rose, Sahra Carol, Matilde, Yuri, Ana Célia, Diego Jorge,Luciana, Izabelle, Ariane, Lucydalva, Gabriela.
  6. 6. viiAos professores “extra-geográficos” cujo conhecimento foi assaz fundamental em minhaformação: Tânia (Língua Portuguesa), Raimundo “se eu soltar o apagador o que acontece?”Portela (Metodologia Científica), Márcio (M.T.E.P.B), Jacyara “tô só te provocando”(Antropologia & Antropologia Nacional e Regional), Márcia Milena (Introdução à História),Rogério “o abraço do urso” (Filosofia), Solange Lopes (Psicologia), Karla Sousa (Psicologiada Educação), Zeila “[1]20 horas” (Didática)Especialmente ao magnífico intelectual Professor Horácio Antunes de Sant’Ana Júnior pelosavisos de cuidado nas leituras, paciência nas revisões, incentivos, colaboração, dedicação,pelas conversas extra-profissionais e pela receptividade em minha ida ao Rio de Janeiro. Elefoi muito mais que um orientador ao longo desta jornada: ele coagiu verdadeiramente, agiucomigo na produção desta monografia. Como diria Nietzsche: “quem é professor, geralmenteé incapaz de ainda fazer algo para o próprio bem, está sempre pensando no bem de seusalunos, e cada conhecimento só o alegra na medida em que pode ensiná-lo”. E ele me ensinou,ensina, continua e continuará ensinando muitoAo corpo docente do Curso de Geografia: Cláudio Castro, Cícero Lobo, Arnaldo Cunha,Cordeiro Feitosa, Ronaldo Araújo (“não posso fazer nada por vocês”), Ediléa Pereira,Maurício Rangel, Wanderson Cirillo, Washington Rio Branco, Benedito (“eutrofização”),Igor Bérgamo, Antônio José (o “Urso”), Jorge Hamilton, Juarez Diniz, Maria da Glória...Especialmente João Batista Pachêco, que me ensinou Geografia Política conversando ebrincando;À Professora Roberta Figueiredo por aceitar participar da banca de defesa de monografia:suas contribuições são prazerosas e me honram;Principalmente ao mestre Josoaldo Lima Rêgo, o ilustre. Ao lado de Horácio é meu grandeincentivador pessoal e a minha grande influência dentro da academia; o intelectual admirávela quem tive a honra de conhecer. Poeta e geógrafo de garbo e escrita inquestionável. Muito doque aprendi durante a graduação devo a um dos professores mais eruditos: o prócer dageografia maranhense.Aos técnicos do departamento de Geociências e da coordenação de Geografia, especialmenteHerbert, pois a prestação de seus serviços técnicos e administrativos durante a graduaçãoforam extremamente valiosos.
  7. 7. viiiAos membros do GEDMMA, em especial: Ana Lourdes, Bruno Rabelo, BartolomeuMendonça, Elena Steinhorst, Elio Pantoja, Emanoelle Jardim, Fabiano, Laiane, MadianPereira, Maiâna, Mariana, Paula Marize, Raíssa e Sislene Silva.A todos do Programa de Educação Pré-Vestibular Comunitário para Jovens Afro-Descendentes "AGADÁ”, por fazerem de mim um melhor educador a cada dia.Aos colegas do Núcleo de estudos e Pesquisa do Sindicalismo, especialmente: BaltazarMacaíba, a quem tenho grande admiração por acreditar na revolução e por ser um exemplo decomunista; Marcelo de Sousa Araújo, o cara que mais erra placares no futebol mundial! Mas,em contrapartida, um exímio professor e amigo; Jurandyr Amorim, o jogador nato! DonizeteLeonardo de Melo, o inventor do Donizetismo; William Washington, eleitor de João Castelo.A todos os membros que, assim como eu, Horácio e Sislene participam da Rede Justiça nosTrilhos, especialmente: Padre Dário, pois o sacerdócio desse Missionário Comboniano vaialém dos assuntos religiosos oferecendo “abrigo” às vítimas do desenvolvimento propostopela Vale; ao advogado Danilo Chammas, cuja inteligência tem sido uma arma de defesa dascausas sociais; Irmão Antônio (Missionário Comboniano) e Federico Veronesi (LeigoMissionário Comboniano) pela fraternidade em todos os encontros; Guilherme Zagallo(OAB/STEFEM), por sua imensurável dedicação, auxílio aos movimentos sociais ehabilidade em compreender a Vale; aos companheiros do MST: Jonas, Divina, Zaira e Inêspois lutar contra o modelo de desenvolvimento da Vale é também lutar pela terra; ProfessorMarcelo Carneiro (DESOC-UFMA), fundamental, ao lado de Horácio, na transformação deuma obrigação acadêmica em militância social; e aos companheiros do Fórum Carajás:Edmílson, Cristiane e Mayron Régis, que possamos sempre debater e defender as populaçõesda região de Carajás.Aos colegas do IMESC: Professor Trovão, Karla, Cosme, Paulo e Getulio.Aos colegas do IEF Idiomas, especialmente a professora Carmem and my beloved teacherPriscila Menezes pela correção do abstract. Thanks a lot!A Ruy da Silva Almeida, morador do Alto da Esperança, filho de pescador, atingido pelaVale.A todos os companheiros atingidos direta e indiretamente pela Vale.Aos Deuses...
  8. 8. ix RESUMOBusca-se investigar o discurso de responsabilidade socioambiental empregado pela Vale noperíodo pós-privatização (1997-2010), principalmente em sua atuação no município de SãoLuís – MA. Concebe-se, aqui, a Vale como um agente social e econômico dotado decaracterísticas particulares cujas ações influenciam e repercutem nas dimensõessocioambientais do espaço geográfico de São Luís e além fronteiras. Para isto realizou-se trêsetapas principais: trabalhos de campo, a revisão de literatura e a produção do trabalhomonográfico. Nestes três momentos procurou-se percorrer o nascimento da crise ambiental,ensejado pela racionalidade capitalista que opõe Homem e Natureza, caracterizando-se peloseu caráter virulento e patrocinado principalmente pelo ideal de modernidade/progresso epelos projetos de desenvolvimento, em especial, no Brasil, surgidos nos governos militares nadécada de 1960; procura-se também, recuperar o processo de territorialização da Vale,principalmente no Maranhão, contrapondo com casos concretos de processos dedes/reterritorialização, cujos atingidos (índios, quilombolas, camponeses) são taxados desubdesenvolvidos, buscando entender os conflitos ambientais, sobretudo no período pós-privatização. Por fim, centra-se a análise da inserção do habitus ecológico da Vale no campoambiental debatendo a formação discursiva da companhia no cenário atual daResponsabilidade Empresarial e Socioambiental.Palavras-chave: Vale. Discurso de responsabilidade socioambiental. Modernidade. Projetos dedesenvolvimento.
  9. 9. x ABSTRACTSeeks to investigate the discourse of socio-environmental responsibility used by Vale in thepost-privatization period (1997-2010), mainly in its performance in São Luís - MA. Vale isconceived here, as a social and economic agent endowed with individual characteristicswhose actions influence and affect the social and environmental dimensions of São Luís’geographical space and beyond its frontiers. To accomplish this, I set forth three main stages:field work, literature review and production of the monograph work. In these three stages, Itried to investigate the origin of the environmental crisis, occasioned by the capitalistrationality that faces man and nature, characterized by its virulent nature, and mainlysponsored by the ideal of modernity and by the development of projects, especially in Brazil,which had emerged from military governments in the 60’s, I also tried to recover theterritoriality process of Vale, especially in Maranhão, contrasting with concrete cases ofde/repossession, whose hit (indians, maroon, peasants) are labeled as undeveloped, seeking tounderstand the environmental conflicts, particularly in the post-privatization period. Finally, Ifocus the analysis of the Vales ecological habitat insertion in the environmental fielddiscussing the discursive formation of the company in the current scenario of Environmentaland Corporate Responsibility.Keywords: Vale. Environmental responsibility discourse. Modernity. Development projects.
  10. 10. xiLISTA DE SIGLASAÇOMINAS Aço Minas Gerais S/AALBRAS Alumínio Brasileiro S/AALUMAR Alumínio do Maranhão S/AALUNORTE Alumina do Norte BrasilAMZA Amazônia Mineração S/AAPA Área de Proteção AmbientalCEFVM Companhia Estrada de Ferro Vitória a MinasBNDE Banco Nacional de Desenvolvimento EconômicoBNDES Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e SocialCELMAR Celulose do Maranhão S/ACEPAL Comissão Econômica para a América LatinaCFEM Compensação FinanceiraCIPP Complexo Industrial e Portuário do PecémCMMAD Comissão Mundial para o Meio Ambiente e DesenvolvimentoCND Conselho Nacional de DesestatizaçãoCOPLAN Comissão Nacional de PlanejamentoCOPPE Coordenação de Programas de Pós-graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de JaneiroCSN Companhia Siderúrgica NacionalCVRD Companhia Vale do Rio DoceDOCEGEO Rio Doce Geologia e Mineração S.ADOCENAVE Vale do Rio Doce Navegação S.AEFC Estrada de Ferro CarajásEIA Estudo de Impacto AmbientalEUA Estados Unidos da AméricaEXIMBANK Banco de Exportação e Importação dos Estados UnidosFCA Ferrovia Centro-AtlânticaFMI Fundo Monetário InternacionalGEDMMA Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio AmbienteIBAMA Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
  11. 11. xiiIBASE Instituto Brasileiro de Análise Sociais e EconômicasICMS Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de ServiçosIDEC Instituto Brasileiro de Defesa do ConsumidorIEF Instituto Estadual de Florestas-MGIMESC Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e CartográficosIUCN International Union Conservation of NatureMME Ministério de Minas e EnergiaMST Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem TerraNDPEG Núcleo de Documentação, Pesquisa e Extensão GeográficaNEPA National Environmental Policy ActOIT Organização Internacional do TrabalhoONG Organização Não-GovernamentalONU Organização das Nações UnidasOSCIP Organização da Sociedade Civil de Interesse PúblicoPAEG Programa de Ação Econômica do GovernoPFC Projeto Ferro CarajásPGC Programa Grande CarajásPGIS Planos de Gestão dos Investimentos SociaisPND Plano Nacional de DesenvolvimentoPSDB Partido da Social Democracia BrasileiraRIMA Relatório de Impacto AmbientalRSE Responsabilidade Social EmpresarialSEMA Secretaria de Meio AmbienteSPU Secretaria de Patrimônio da UniãoSUDAM Superintendência de Desenvolvimento da AmazôniaSUDENE Superintendência de Desenvolvimento do NordesteSTEFEM Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias dos Estados do Maranhão, Pará e TocantinsTKCSA ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do AtlânticoUEMA Universidade Estadual do MaranhãoUFMA Universidade Federal do MaranhãoUPR Unidade de Produção de Redutor
  12. 12. xiiiLISTA DE FIGURASFigura 01 - Campanha da Vale em prol da produção de empregos via Mina de Cobre doSossegoFigura 02 - Características do Píer 1, Píer 2 e Píer 3 do Terminal Marítimo de Ponta daMadeiraFigura 03 - Campanha da Vale para parceria fundamental com siderúrgica alemãThyssenKruppFigura 04 - Vale consolida seu valor de mercado para ChinaFigura 05 - Vendas de minério de ferro para ChinaFigura 06 - Investimentos da Vale no último triênioFigura 07 - Investimentos previstos para 2010Figura 08 - Campanha da Vale Inco cuja tradução nos diz: “juntas somos melhores”Figura 09 - Campanha da Vale sobre o Dia VFigura 10 - O trem verde da Vale tem duas conotaçõesFigura 11 - A mudança do uniforme também é uma estratégia de marketing
  13. 13. xiv SUMÁRIO P.1 APRESENTAÇÃO.......................................................................................................... 162 CONSIDERAÇÕES INICIAIS: Trabalhadores Explorados, Famílias Despejadas,Natureza Destruída... Isso Vale?.......................................................................................... 183 METODOLOGIA........................................................................................................... 21 3.1 Procedimentos Metodológicos........................................................................... 224 A CRISE AMBIENTAL E AS SEVÍCIAS DO CAPITAL...................................... 23 4.1 Primícias de uma Teoria: O Clube de Roma...................................................... 26 4.2 Os Ecos do Clube de Roma: A Conferência das Nações Unidas sobre MeioAmbiente Humano............................................................................................................... 28 4.3 A Conceituação da “Frase Feita”: A Comissão Mundial para o MeioAmbiente e Desenvolvimento das Nações Unidas e o RelatórioBrundtland............................................................................................................................ 31 4.4 A consolidação do ideário sustentável: A Conferência das Nações Unidassobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento........................................................................ 34 4.5 Uma década perdida? A Cúpula Mundial sobre DesenvolvimentoSustentável........................................................................................................................... 375 TERRITORIALIZANDO A VALE NA TESSITURA HISTÓRICA: de estatal àprivada, da razia capitalista às políticas de responsabilidadesocioambientais................................................................................................................... 38 5.1 Década de 1940: surge uma gigante................................................................... 40 5.2 Década de 1950: a gigante nas mãos do Estado................................................. 42 5.3 Década de 1960: atribulações políticas, os planos econômicos militares e adescoberta de Carajás........................................................................................................... 44 5.4 Década de 1970: os “milagres econômicos”, a “vocação” mineral daAmazônia e a diversificação do desenvolvimento daestatal.................................................................................................................................... 48 5.5 Década de 1980: os anos que a CVRD não perdeu........................................... 51 5.6 Década de 1990: a gigante estatal é privatizada................................................ 54 5.7 Crescem o império e a exploração: 2001 a 2004................................................ 626 OS RELATÓRIOS DE SUSTENTABILIDADE......................................................... 66 6.1 Relatório de Sustentabilidade 2007.................................................................... 66
  14. 14. xv 6.2 Relatório de Sustentabilidade 2008.................................................................... 727 ANÁLISE CRÍTICA DO DESEMPENHO DA VALE EM 2009............................ 778 OS REFLEXOS DA GOVERNAMENTALIDADE EM 2010.................................... 849 A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.................................... 91 9.1 Objetivo e princípio............................................................................................ 91 9.2 Operador sustentável.......................................................................................... 94 9.3 Catalisador do desenvolvimento local................................................................ 100 9.4 Agente global de sustentabilidade...................................................................... 10510 CONSIDERAÇÕES FINAIS: Do Campo Discursivo ao Habitus Ecológico:Responsabilidade Social Empresarial e Marketing 111ambiental..............................................................................................................................REFERÊNCIAS................................................................................................................... 123

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