Sobre a Informação

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Aula sobre a diferença entre dado, informação, conhecimento e discernimento.

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Sobre a Informação

  1. 1. Trabalhosobre redes sociais
  2. 2. LinkedIn: http://www.linkedin.com/Livemocha: http://www.livemocha.com/LastFm: http://www.lastfm.com.br/Delicious: http://delicious.com/skoob: http://www.skoob.com.brFlickr: http://www.flickr.com/soundcloud: http://soundcloud.com/Gengibre: http://www.gengibre.com.br/Vimeo: http://www.vimeo.com/
  3. 3. Sobre aInformação ©2012 Cláudio Diniz Alves e Janicy Rocha
  4. 4. Qual é a diferençaentre dado,informação,conhecimento esabedoria?
  5. 5. DADOSConjunto de fatos distintos eobjetivos, relativos a eventos.Ex.: cliente enche o tanque emposto de gasolina. Dados: quandofez a compra, quantos litros,quanto pagou. Não revelam por queprocurou aquele posto e qual é aprobabilidade dele voltar.DAVENPORT, T; PRUSAK, L. Conhecimentoempresarial. São Paulo: Publifolha, 1999.240p. [ p.2]
  6. 6. DADOSDados, por si só, têm poucarelevância ou propósito.Dados descrevem apenas partedaquilo que aconteceu; não fornecemjulgamento nem interpretação e nemqualquer base sustentável para atomada de ação.DAVENPORT, T; PRUSAK, L. Conhecimentoempresarial. São Paulo: Publifolha, 1999.240p. [ p.3]
  7. 7. INFORMAÇÃOPeter Drucker: informações “sãodados dotados de relevância epropósito”.A informação tem por finalidademudar o modo com alguem vê algo,exercer algum impacto sobre seujulgamento e comportamento.DAVENPORT, T; PRUSAK, L. Conhecimentoempresarial. São Paulo: Publifolha, 1999.240p. [ p.4]
  8. 8. INFORMAÇÃOO significado original da palavrainformar é “dar forma a”. Ainformação visa modelar a pessoaque a recebe no sentido de fazeralguma diferença em sua perspectivaou insight.DAVENPORT, T; PRUSAK, L. Conhecimentoempresarial. São Paulo: Publifolha, 1999.240p. [ p.4]
  9. 9. INFORMAÇÃONão só dá forma como tem forma.É organizada para alguma finalidade.Dados contextualizados,categorizados, analisados porcálculos, corrigidos e condensadostornam-se informação.DAVENPORT, T; PRUSAK, L. Conhecimentoempresarial. São Paulo: Publifolha, 1999.240p. [ p.5]
  10. 10. CONHECIMENTOMais amplo, mais profundo e maisrico que os dados ou a informação.DAVENPORT, T; PRUSAK, L. Conhecimentoempresarial. São Paulo: Publifolha, 1999.240p. [ p.6]
  11. 11. CONHECIMENTOConhecimento é uma mistura fluidade experiência condensada, valores,informação contextual e insightexperimentado, a qual proporcionauma estrutura para a avaliação eincorporação de novas experiênciase informações. Ele tem origem e éaplicado na mente dos conhecedores.DAVENPORT, T; PRUSAK, L. Conhecimentoempresarial. São Paulo: Publifolha, 1999.240p. [ p.6]
  12. 12. CONHECIMENTOÉ uma mistura de vários elementos;é fluido como também formalmenteestruturado; é intuitivo e portandodifícil de colocar em palavras oude ser plenamente entendido emtermos lógicos. O conhecimentoexiste dentro das pessoas, faz parteda complexidade e imprevisibilidadehumanas.DAVENPORT, T; PRUSAK, L. Conhecimentoempresarial. São Paulo: Publifolha, 1999.240p. [ p.6]
  13. 13. CONHECIMENTOPara que a informação se transformeem conhecimento é necessáriotrabalho. A transoformaçãoenvolve comparação, análise deconsequências, realização deconexões e conversação.Ocorre em nível individual ou coletivo.DAVENPORT, T; PRUSAK, L. Conhecimentoempresarial. São Paulo: Publifolha, 1999. 240p.[ p.7]
  14. 14. DISCERNIMENTO/SABEDORIAJulga novas situações e informações àluz daquilo que já é conhecido.Envolve julgar a si mesmo e seaprimorar em resposta a novassituações e informações.É o conhecimento em evolução emutação.DAVENPORT, T; PRUSAK, L. Conhecimentoempresarial. São Paulo: Publifolha, 1999. 240p.[ p.12]
  15. 15. MENOU (1995) considerou que a baseinterna de conhecimento – sejaintelectual ou coletiva – é influenciadapor fatores como a personalidade, acultura, a emoção, a lógica e ainteligência.AGNER, L.; MORAES, A. (Orientador). Arquitetura de Informaçãoe Governo Eletrônico: Diálogo Cidadãos-Estado na World WideWeb – Estudo de Caso e Avaliação Ergonômica de Usabilidadede Interfaces Humano-Computador. Rio de Janeiro, 2007. 354p.Tese (Doutorado em Design) – Departamento de Artes e Design,Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. [p.73]
  16. 16. O processo de transformação do dado àinformação, do conhecimento aosaber, envolveria seis tipos de atividadesprincipais: aquisição; processamentomaterial ou físico; processamentointelectual; transmissão; utilização; eassimilação. Os processos, as fontes eos estados são interdependentes.AGNER, L.; MORAES, A. (Orientador). Arquitetura de Informaçãoe Governo Eletrônico: Diálogo Cidadãos-Estado na World WideWeb – Estudo de Caso e Avaliação Ergonômica de Usabilidadede Interfaces Humano-Computador. Rio de Janeiro, 2007. 354p.Tese (Doutorado em Design) – Departamento de Artes e Design,Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. [p. 73]
  17. 17. PRODUTORES CONSUMIDORES Conhecimento Informação Sabedoria Dados CONTEXTO Pesquisa Apresentação Conversação Contemplação Criação Organização Histórias Avaliação Compilação Integração Interpretação Descoberta RetrospecçãoO espectro da compreensão (SHEDROFF citado por AGNER, 2007).
  18. 18. Agora vamoscomeçar a falarsobre Arquitetura deInformação.

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