Produção e leitura de imagens riva

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Produção e leitura de imagens riva

  1. 1. Qual o poder das imagens? Como elas influenciam nosso comportamento? Como ocorre seu processo de leitura? Quais as forças e elementos visuais e como operam? PRODUÇÃO E LEITURA DE IMAGENS Prof. Riva
  2. 2. VAMOS TENTAR DESCOBRIR
  3. 3. AS IMAGENS PODEM CHOCAR
  4. 4. Kevin Carter
  5. 5. PODEM ENCANTAR
  6. 9. SEDUZIR
  7. 11. SURPREENDER SURPREENDER
  8. 14. ILUDIR
  9. 16. anjos
  10. 20. DIVERTIR
  11. 21. A REVANCHE
  12. 24. ESTRUTURA Enxergamos o mundo e toda sua riqueza imagética obedecendo as limitações do nosso campo de visão, ou seja, dentro de uma moldura orgânica delimitada naturalmente. Ao observarmos imagens específicas como livros, fotografias ou pinturas nos deparamos com outro tipo de moldura, uma moldura mecânica, formada por limites de linhas ou cores. Dentro dessas molduras nosso olhar percorre um caminho de leitura semelhante àquela empregada nos textos. Assim, podemos dividir a estrutura de uma imagem em partes como: introdução, desenvolvimento, clímax e fim, conforme esquema a seguir.
  13. 25. Chamamos de ponto geométrico aquele resultante do cruzamento das linhas que cortam a imagem de maneira a dividi-la em partes geometricamente iguais, ou seja, é o centro verdadeiro. É o ponto que tendemos a buscar com os olhos. Centro perceptivo marca a região onde realmente enxergamos quando buscamos o centro da imagem. O centro de uma imagem é a área de maior atração visual, no entanto não significa que seja a mais pesada visualmente. Os cantos esquerdo e direito inferiores são os mais pesados. A seguir entenderemos o porquê .
  14. 26. Qualquer forma disposta no centro de uma imagem, além de ganhar destaque imediato, gera estabilidade na mesma, contribuindo para seu equilíbrio. O canto esquerdo superior é uma área leve, uma vez que funciona como introdução à leitura da imagem, assim como ocorre com um texto. Assim como ocorre em um texto, também nas imagens o canto direito superior é pouco explorado, sendo, assim, a área mais leve e discreta. Esta região configura a área de identificação com o espectador, bem como o clímax de uma narrativa, daí sua importância visual. Vale lembra a maneira como nosso cérebro capta as imagens... L E LD Aqui encontramos a área mais pesada de uma imagem. É o fim de uma leitura. Área responsável pela fixação de uma forma ou idéia.
  15. 27. VEJAMOS ALGUMAS APLICAÇÕES:
  16. 28. Salvador Dali, geopolítico
  17. 29. <ul><li>Munch, melancolia </li></ul>
  18. 30. ELEMENTOS DA SINTAXE VISUAL <ul><li>EQUILÍBRIO E PESO </li></ul><ul><li>DINAMISMO </li></ul><ul><li>CLASSIFICAÇÃO DAS FORMAS </li></ul>
  19. 31. CLAREZA X OBSCURIDADE <ul><li>Por CLAREZA podemos entender a eficiência da transmissão de uma mensagem visual, sendo caracterizada nas artes visuais pela maneira como a luminosidade e a harmonia se relacionam, permitindo a compreensão e assimilação e ambientes e personagens presentes. Um bom exemplo é a pintura renascentista. </li></ul>Por OBSCURIDADE visual compreendemos o oposto, ou seja, a dificuldade de assimilação imediata de todos os elementos presentes em uma obra, dificultando sua leitura e interpretação. Há um uso marcante de contrastes, principalmente entre luz e sombra. Podemos notar tal fator nas obras barrocas.
  20. 34. EQUILÍBRIO <ul><li>Condição essencial para o desenvolvimento humano </li></ul><ul><li>Para a física, o resultado de forças de igual intensidade que agem sobre um corpo </li></ul><ul><li>Para a arte, o resultante da distribuição eqüitativa de pesos visuais. Semelhante, não? </li></ul>
  21. 35. EMOCIONAL PRECISAMOS DE EQUILÍBRIO:
  22. 36. FINANCEIRO
  23. 37. ÉQUILÍBRIO NO RELACIONAMENTO
  24. 38. TIPOS DE EQUILÍBRIO <ul><li>AXIAL OU MECÂNICO – dado pela distribuição simétrica das formas. </li></ul><ul><li>VISUAL OU ORGÂNICO – dado pelo uso de pesos visuais. </li></ul><ul><li>HOMOGÊNEO – ampla utilização das superfícies. </li></ul>O equilíbrio resulta da distribuição equitativa dos pesos visuais no campo imagético.
  25. 39. PESO VISUAL designa formas, cores, linhas, padrões de grande destaque numa imagem, tendo como determinantes: 1 – cor 2 – profundidade espacial 3 – isolamento 4 – interesse intrínseco 5 - tamanho 6 – forma 7 - disposição * Lembre-se: cores quentes são sempre mais pesadas que as frias, pois trazem luz e proximidade, enquanto as frias geram distância, profundidade espacial
  26. 40. Rafael Sanzio é tido como o mestre do equilíbrio. A obra crucificação apresenta os principais valores plásticos renascentistas: - Equilíbrio axial (ou mecânico) - Rígida simetria, ordenamento visual e estabilidade - Clareza harmonia serenidade calma - Ritmos, movimentos e tensões controlados EXEMPLO DE EQUILÍBRIO MECÂNICO
  27. 41. Observe como a centralização de Cristo estabiliza a cena, o que é reforçado pela simetria da obra, e ao mesmo tempo destaca sua importância na cena. Note como as linhas de perspectiva convergem para sua cabeça, o que também conduz nosso olhar.
  28. 42. EXEMPLO DE EQUILÍBRIO ORGÂNICO <ul><li>RUBENS – MASSACRE DOS INOCENTES </li></ul>A maior concentração de formas do lado direito da imagem tem seu peso compensado por fatores como isolamento, cores e profundidade espacial do lado esquerdo. Tamanho, número e disposição O fator isolamento é um dos mais pesados visualmente. Depois da cor, a profundidade espacial é o que desperta mais interesse
  29. 43. Leonardo da Vinci, A Virgem dos Rochedos
  30. 44. EXEMPLO DE EQUILÍBRIO HOMOGÊNEO Aqui não há preocupação com simetria ou pesos, há a ampla distribuição de formas geométricas monocromáticas sobre a superfície. Cubismo Analítico
  31. 47. Expressionismo abstrato – Jackson Pollock
  32. 48. Experimente agora aplicar o processo de leitura de imagens comparando estas duas representações da Santa Ceia , a primeira de Leonardo da Vinci e a segunda de Tintoretto.
  33. 49. Veja como a UnB aplica os conhecimentos de leitura e produção de imagens nestes itens do PAS 2006/1ª etapa

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