Viticultura

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Viticultura

  1. 1. PROJETOS DE VITICULTURA DESENVOLVIDOS PELO CENTRO DE FRUTAS DO IAC Engº Agrº Dr. Marco Antonio Tecchio Pesquisador Científico Diretor do Centro de Frutas do IAC
  2. 2. IMPORTÂNCIA DA FRUTICULTURA NO BRASIL E NO ESTADO DE SÃO PAULO
  3. 3. PRODUÇÃO BRASILEIRA DE FRUTAS Fonte: IBGE (2009) 97% Frutas Volume (t) Prod em % Área (ha) Citros 20.583.114 48,2 935.579 Banana 6.998.150 16,4 522.867 Coco-da-baia 2.149.322 5,0 288.559 Melancia 1.995.206 4,7 89.336 Mamão 1.890.286 4,4 37.030 Abacaxi 3.423.802 8,0 69.980 Uva 1.345.719 3,3 82.584 Manga 1.154.649 2,7 79.009 Maça 1.124.155 2,6 38.072 Maracujá 684.376 1,6 49.112 Melão 340.464 0,8 15.788 Goiaba 312.348 0,7 15.743 Pêssego 239.149 0,6 21.326 Caqui 173.297 0,4 8.837 Abacate 147.214 0,3 9.596 Figo 22.565 0,1 2.865 Pera 17.391 0,04 1.609 Marmelo 905 0,002 197 TOTAL 42.677.824 100 2.266.791
  4. 4. Produção brasileira de frutas por Estado Fonte: IBGE (2009) Estado Volume (t) % Produção Área (ha) São Paulo 18.021.077 42,2 742.961 Bahia 5.568.215 13,0 338.200 Rio Grande do Sul 2.684.381 6,3 160.347 Minas Gerais 2.326.725 5,5 115.994 Pará 1.649.992 3,9 101.543 Santa Catarina 1.432.352 3,4 69.108 Ceará 1.383.148 3,2 112.120 Paraná 1.365.800 3,2 59.169 Sergipe 1.264.076 3,0 108.834 Pernambuco 1.203.054 2,8 91.059 Espírito Santo 1.198.691 2,8 47.806 Paraíba 1.041.782 2,4 49.085 Goiás 711.476 1,7 34.121 Rio Grando do Norte 655.958 1,5 43.750 Rio de Janeiro 571.835 1,3 41.477 Mato Grosso 245.345 0,6 13.911 Maranhão 245.222 0,6 23.165 Amazonas 214.345 0,5 32.135 Tocantins 200.123 0,5 11.159 Alagoas 176.267 0,4 23.896 Acre 122.880 0,3 12.242 Rondônia 120.286 0,3 10.113 Piauí 119.710 0,3 7.711 Roraima 50.812 0,1 8.588 Mato Grosso do Sul 50.002 0,1 3.144 Distrito Federal 33.702 0,1 1.488 Amapá 20.568 0,0 3.665 TOTAL 42.677.824 100 2.266.791
  5. 5. Fonte: IBGE (2009)
  6. 6. Áreas e Unidades de Produção Agropecuária (UPAs) com frutas no Estado de São Paulo Fonte: LUPA 2007/2008 91% da área Frutas Área (ha) UPAS Citros 797.519 31275 Banana 59.065 7.707 Manga 18.734 4.264 Uva comum 6.650 2.299 Uva Fina 3.297 1.818 Abacaxi 6.621 526 Goiaba 6.398 1.677 Outras Frutíferas 6.121 3.500 Abacate 5.425 966 Caqui 4.260 1.551 Coco da baia 2.887 1.122 Maracujá 2.305 1.634 Pêssego 2.265 833 Lichia 1.645 472 Ameixa 1.167 358 Acerola 597 358 TOTAL 985.316 60.360 Pomares domésticos 6.182 15.960
  7. 7. <ul><li>IMPORTÂNCIA SOCIOECONÔMICA DA FRUTICULTURA </li></ul><ul><li>Emprego de mão de obra - 5,7 milhões de pessoas - 27% da mão de obra agrícola empregada no país </li></ul><ul><li>1ha gera oportunidade para 2 a 6 postos de trabalho </li></ul><ul><li>Cada U$10.000 investido na fruticultura – gera 3 empregos diretos permanentes e 2 empregos indiretos. </li></ul><ul><li>Fonte: IBRAF </li></ul>
  8. 8. MERCADO INTERNO CONSUMO <ul><li>Região Sudeste consume 48 % das frutas produzidas no país; </li></ul><ul><li>Estado de São Paulo – consome 25,5% das frutas produzidas </li></ul>
  9. 9. VITICULTURA NO BRASIL Fonte: IBGE (2009)
  10. 10. PRODUÇÃO DE UVA NO ESTADO DE SÃO PAULO
  11. 11. Produção de uva Niagara Rosada no Estado de São Paulo Fonte: LUPA (2008)
  12. 13. NIAGARA BRANCA Origem: EUA - V. labrusca x V. vinifera – 1868 Introduzida no Brasil - 1894 NIAGARA ROSADA PRINCIPAL VARIEDADE DE UVA RÚSTICA CULTIVADA NO ESTADO DE SÃO PAULO Mutação - 1933
  13. 14. CENTRO APTA FRUTAS HISTÓRICO <ul><li>Estação Experimental de Jundiaí </li></ul><ul><li>Inauguração: 1936 </li></ul><ul><li>Atividades: uva de mesa e vinho </li></ul><ul><li>Área: 142,8 ha </li></ul>
  14. 15. Março 1937 - Início das Atividades
  15. 16. <ul><li>Centro de Fruticultura </li></ul><ul><li>Criado em 15/04/1998 - Decreto: 43.037 </li></ul><ul><li>União das Seções de Viticultura, Fruticultura de Clima Temperado e de Fruticultura Tropical </li></ul><ul><ul><li>Sede: Campinas </li></ul></ul>HISTÓRICO
  16. 17. <ul><li>Centro de Frutas - Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio de Frutas </li></ul><ul><li>Criação em 08/01/2002 - Decreto: 46.488 </li></ul><ul><li>Inauguração: 17/12/2004 </li></ul>HISTÓRICO
  17. 18. EQUIPE PESQUISADORES 5 Doutores 5Mestres Oficial, agente e técnico de Apoio Estudantes e Estagiários 3 Técnicos 15 Auxiliares e Oficiais de apoio 2 Iniciação Científica
  18. 19. Centro de Frutas: Erasmo J. P. Pires José L. Hernandes Mara F. Moura Marco A. Tecchio Maurilo M. Terra Centro de Solos e Recursos Ambientais: Luiz A. J. Teixeira Centro de Engenhara e Automação: Antonio O. Santos Juliana Sanches Patrícia Cia Centro de Ecofisiologia e Biofísica : Mário J. P. Júnior EQUIPE DE PESQUISADORES EM VITICULTURA NO IAC
  19. 20. ÁREA OCUPADA PELAS CULTURAS NO CENTRO DE FRUTAS Cultura Área (m 2 ) ABACATE 4.224 ABACAXI 92 AMEIXA 3.600 ATEMÓIA E CHERIMÓIA 2.064 CAQUI 4.445 CASTANHA (BAG) 1.728 CITRUS 2.376 GOIABEIRAS 800 MACADÂMIA 34.720 MARMELO 1.440 NESPEREIRA 3.136 PEREIRA 6.450 PÊSSEGO 10.788 UVA 16.047 UMEZEIROS 1.620 TOTAL 96.814
  20. 21. PROJETOS DE VITICULTURA DESENVOLVIDOS PELO CENTRO DE FRUTAS
  21. 22. <ul><li>Avaliação do comportamento de cultivares copa e porta-enxerto de uva para vinho e suco </li></ul>UVA PARA VINHO E SUCO Objetivo: Avaliação de cultivares de uva para vinho e/ou suco mais adaptadas às condições edafoclimáticas do Estado de São Paulo, bem como avaliar o porta-enxerto que apresenta maior afinidade com as cultivares copa
  22. 23. <ul><li>PRINCIPAIS CULTIVARES AVALIADAS </li></ul>
  23. 24. Isabel Bordo Variedades comuns de Uva para Vinho
  24. 25. IAC 138-22 Máximo IAC 116-31 Rainha IAC 21-14 Madalena Variedades Híbridas de Uva para Vinho Lorena Violeta
  25. 26. Cabernet Fanc Cabernet Sauvignon Merlot Syrah Sauvignon Blanc Variedades Finas de Uva para Vinho
  26. 27. <ul><li>LOCAIS DE REALIZAÇÃO DOS ENSAIOS </li></ul>
  27. 28. Cv. IAC 138-22 “Máximo” ÁREA EXPERIMENTAL DO CENTRO DE FRUTAS
  28. 29. <ul><li>PROPRIEDADES PARTICULARES </li></ul>
  29. 30. Cultivar de uva: Syrah Proprietários: Sr. Daniel F. Miqueleto e Luis A. dos Santos em Louveira, SP
  30. 31. Cv. Syrah Proprietário: Sr. Daniel F. Miqueleto E Luis A. dos Santos em Louveira Cultivar de uva: Syrah
  31. 32. Proprietário: Sr Antonio José Benvegnu em Vinhedo, SP Cultivar de uva: Syrah
  32. 33. Tecnologias empregadas: espaldeira alta, dupla poda e cultivo protegido Poda: 18/02/09 Colheita: 22/08/09 20 o Brix PROPRIEDADE PARTICULAR Sr. Antonio José Benvegnu em Vinhedo, SP Cv. Syrah
  33. 34. Experimentos com uvas para mesa <ul><li>Nutrição, adubação e diagnóstico nutricional em fruteiras </li></ul><ul><li>Aplicação de reguladores vegetais </li></ul><ul><li>Sistemas de condução </li></ul><ul><li>Comportamento de Cultivares Copa e Porta- </li></ul><ul><li>enxertos </li></ul>
  34. 35. Nutrição, adubação e diagnóstico nutricional em fruteiras <ul><li>Adubação NPK para a videira Niagara Rosada* </li></ul><ul><ul><li>OBJETIVOS: Avaliar a resposta da cv. Niagara Rosada à adubação com N, P e K, na produtividade e na qualidade dos cachos </li></ul></ul>* Financiamento FAPESP <ul><ul><li>Locais de ensaio: </li></ul></ul><ul><ul><li>Propriedades particulares </li></ul></ul><ul><ul><li>em Louveira </li></ul></ul><ul><ul><li>Sr. Daniel Micheletto e Sr. César Veroneze </li></ul></ul>
  35. 36. Nutrição, adubação e diagnóstico nutricional em fruteiras Projeto desenvolvido em parceria com 95 viticultores nas regiões de Jundiaí, Jales e São Miguel Arcanjo *Financiamento: FAPESP <ul><li>Levantamento nutricional da videira Niagara Rosada nas regiões vitícolas do Estado de São Paulo* </li></ul>
  36. 37. Avaliar a produtividade, teores de nutrientes nas análises de solo e folhas dos vinhedos; Interpretar os resultados de análise de solo e de folhas; Correlacionar os dados de produção com os resultados de análise de solo e de folhas; Identificar possíveis problemas nutricionais; Estabelecer faixas de teores de nutrientes para cada região de estudo. OBJETIVOS
  37. 38. Identificação dos vinhedos e marcação das plantas
  38. 39. Amostragem de folhas. Épocas - Pleno florescimento Seleção de 20 plantas/vinhedo – marcadas com linha vermelha. Serão coletadas 5 folhas completas das 20 plantas ► 2 folhas inteiras – para análise FOLHA COMPLETA ► 2 folhas separadas em limbo e pecíolo – para análise de LIMBO E PECÍOLO. ► 1 folha – retirado pecíolo – leitura teor de nitrato e potássio.
  39. 41. LEITURA DO TEOR DE CLOROFILA
  40. 42. LEITURA DO TEOR DE NITRATO E POTÁSSIO NO PECIOLO
  41. 43. Amostragem de solo. Instrumento – trado tipo sondaterra 20 amostras simples de solo: 0-20cm 20-40cm Próximo a linha de plantio No meio da rua Análise química – pH, MO, P, K, Ca, Mg, Al trocável, H + Al, SB, CTC, V%, B, Cu, Zn, Fe e Mn .
  42. 45. Aplicação de reguladores vegetais <ul><li>Redução de perdas de uva de mesa através de manejo pré e pós-colheita – produto utilizado Ácido Naftalenoacético (ANA) </li></ul><ul><li>Aumento do Tamanho de Cachos e Bagos </li></ul><ul><ul><li>Produtos utilizados: Ácido giberélico, Citocininas e bioestimulantes </li></ul></ul><ul><li>Regularização da Brotação </li></ul><ul><ul><li>Cianamida hidrogenada (Dormex); Cianamida Cálcica (adubo nitrogenado); </li></ul></ul><ul><ul><li>Outros: extrato de alho e Stimulate; </li></ul></ul><ul><li>Melhoria na coloração das bagas da uva – Ác. Abscísico. </li></ul>OBJETIVOS
  43. 46. Aplicação de GA 3 e TDZ na uva Centennial Seedless Testemunha 5mg/L GA 3 2mg/L TDZ 5mg/L GA 3 3mg/L TDZ
  44. 47. Testemunha 2mg/L TDZ 5mg/L GA 3 5mg/L GA 3 + 3mg/L TDZ Aplicação de GA 3 e TDZ na uva Centennial Seedless
  45. 48. Regularização da brotação com aplicação de Dormex
  46. 49. Alternativas de sistema de condução da videira <ul><li>Avaliar a influência de sistemas de condução alternativos à espaldeira, na produtividade e qualidade de cultivares de videira para mesa, vinho e suco. </li></ul>
  47. 50. <ul><li>Aumentos de produtividade ao redor de 70% </li></ul><ul><li>Maior eficiência tratamento fitossanitário </li></ul><ul><li>MANJEDOURA COM CORDÃO DUPLO NA VIDEIRA NIAGARA ROSADA </li></ul>
  48. 51. <ul><li>Aumento na produtividade </li></ul><ul><li>Melhoria qualidade dos cachos e bagas – aumento tamanho de cacho e baga </li></ul><ul><li>Maior eficiência tratamento fitossanitário </li></ul><ul><li>Redução mão-de-obra – redução amarrações e desbrotas </li></ul><ul><li>Facilidade de mecanização – pulverização, adubações e colheita, </li></ul><ul><li>Conforto – postura de trabalho, sombra </li></ul><ul><li>SISTEMA DE CONDUÇÃO EM Y NA VIDEIRA NIAGARA ROSADA </li></ul>
  49. 52. <ul><li>Isabel conduzida em espaldeira alta </li></ul><ul><li>Aumentos da qualidade – elevação do teor de açúcar em cerca de 4° Brixnitário </li></ul><ul><li>Melhoria na qualidade dos cachos – elevação do teor de açúcar em cerca de 4° Brix em relação à espaldeira tradicional </li></ul>SISTEMA DE ESPALDEIRA ALTA NA CULTIVAR ISABEL
  50. 53. CULTIVO PROTEGIDO DA VIDEIRA <ul><li>Avaliar a influência de diferentes métodos e sistemas de condução em cultivo protegido no manejo, na produtividade e qualidade de cultivares de videira para mesa, vinho e suco. </li></ul>
  51. 54. Cultivar Niagara Rosada conduzida em “Y” sob cultivo protegido por telas anti-granizo
  52. 55. <ul><li>Redução da incidência de doenças fúngicas e consequentemente da necessidade de aplicação de fungicidas em cerca de 60 a 70% </li></ul><ul><li>Redução na necessidade de mão-de-obra </li></ul><ul><li>Melhoria na qualidade dos cachos em função da enor manipulação dos cachos, minimização de resíduos de defensivos </li></ul><ul><li>Proteção á saúde dos aplicadores e consumidores </li></ul><ul><li>Segurança alimentar </li></ul><ul><li>Proteção ao meio ambiente </li></ul>CULTIVAR NIAGARA ROSADA CONDUZIDA EM “Y” SOB CULTIVO PROTEGIDO POR LONA PLÁSTICA OU FILME PLÁSTICO
  53. 56. <ul><li>Redução da incidência de doenças fúngicas e consequentemente da necessidade de aplicação de fungicidas em cerca de 60 a 70% </li></ul><ul><li>Diminuição de mão-de-obra </li></ul><ul><li>Melhoria da qualidade – elevação teor de açúcar em cerca de 5-6° Brix, redução do pH e acidez do mosto, em relação à poda normal (poda no inverno e colheita no verão) </li></ul><ul><li>Proteção á saúde dos aplicadores e consumidores </li></ul><ul><li>Segurança alimentar </li></ul><ul><li>Proteção ao meio ambiente </li></ul>CULTIVAR DE UVA SYRAH CONDUZIDA EM ESPALDEIRA ALTA SOB CULTIVO PROTEGIDO POR FILME PLÁSTICO E PODA EXTEMPORÂNEA (PODA NO VERÃO E COLHEITA NO OUTONO OU INVERNO)
  54. 57. Comportamento de Cultivares Copa e Porta-enxertos <ul><li>Avaliar a influência de porta-enxertos na videira Niagara Rosada cultivada nas regiões Leste e Noroeste do Estado de São Paulo </li></ul>* Projeto FAPESP Votuporanga Louveira
  55. 58. Comportamento Niagara Rosada sobre diferentes Porta-enxertos em área infestada por Pérola-da-terra <ul><li>Avaliar a produção e a longevidade da videira Niagara Rosada cultivada sobre diferentes porta-enxertos em áreas infestadas com a cochonilha de solo pérola-da-terra ( Eurhizococcus brasiliense ) </li></ul>Produtor Celso Boriero – Bairro Abadia, Louveira, SP.
  56. 59. MELHORAMENTO GENÉTICO DA VIDEIRA <ul><li>PROJETOS NO IAC: </li></ul><ul><li>Conservação e Caracterização das Coleções de Germoplasma </li></ul><ul><li>Cruzamentos biparentais de variedades de porta-enxertos </li></ul><ul><li>Reação de porta-enxertos de videira a nematóides </li></ul><ul><li>Avaliação de duas seleções de videira sobre quatro porta-enxertos, em dois locais de São Paulo. </li></ul>
  57. 60. <ul><li>1. Conservação e Caracterização das Coleções de Germoplasma </li></ul><ul><ul><li>Coleção de Uvas para Mesa </li></ul></ul><ul><ul><li>Coleção de Uvas para Vinho e Suco </li></ul></ul><ul><ul><li>Coleção de porta-enxertos </li></ul></ul>
  58. 61. Coleção de variedades de uva para vinho, suco e mesa: 388 variedades
  59. 62. <ul><li>Caracterização de coleção uvas para processamento: </li></ul><ul><li>Avaliações </li></ul><ul><li>Duração do ciclo fenológico, em dias; </li></ul><ul><li>Número de cachos por planta (NC); </li></ul><ul><li>Peso de cachos (PC), em gramas; </li></ul><ul><li>Comprimento do cacho (CC), em centímetros; </li></ul><ul><li>Largura do cacho (LC), em centímetros; </li></ul><ul><li>Peso de bagas (PB), em gramas; </li></ul><ul><li>Comprimento de bagas (CB), em milímetros; </li></ul><ul><li>Diâmetro de bagas (DB), em milímetros; </li></ul><ul><li>Teor de sólidos solúveis totais (SST), determinado a partir de uma amostra de dez bagas por cacho, em o Brix; </li></ul><ul><li>Acidez total titulável (ATT), determinada a partir de uma amostra de dez bagas por cacho, em % ácido tartárico/100 ml de suco; </li></ul><ul><li>Relação sólidos solúveis totais (SST)/acidez total titulável (ATT). </li></ul>
  60. 63. <ul><li>2. Reação de porta-enxertos de videira a Meloidogyne incognita e M. javanica </li></ul><ul><li>Porta-enxertos: IAC 313, IAC 572, IAC 766, IAC 571-6, SO4, Kober 5BB, 101-14, R99, 043-43, 420 A, Riparia do Traviú, Teleki 5C </li></ul><ul><li>Testemunha - Tomate cv. Santa Cruz </li></ul><ul><li>Delineamento inteiramente casualisado, com 6 repetições para cada tratamento. </li></ul><ul><li>Inoculação com os nematóides Meloidogyne incognita e M. javanica (2008) e M. paranaensis, Pratilenchus brachyurus e P. zeae </li></ul>
  61. 64. <ul><li>3. Avaliação de duas seleções de videira sobre quatro porta-enxertos </li></ul><ul><li>Variedades: JD 874 e SR 0.501-17 e Vênus </li></ul><ul><li>Porta-enxertos: IAC 313 “Tropical”, IAC 766 “Campinas”, IAC 572 “Jales“ e IAC 571-6 “Jundiaí”, e Ripária do Traviu (Jundiaí) </li></ul><ul><li>Locais dos ensaios: Votuporanga e Jundiaí </li></ul>
  62. 65. Avaliação de duas seleções de videira sobre quatro porta-enxertos, em dois locais de São Paulo. Resultados esperados: a) Melhor combinação copa-porta enxerto para cada região; b) Indicar avaliação avançada, bem como teste de validação dos híbridos avaliados em produtores; c) Avaliar a interação genótipo x ambiente dos híbridos.
  63. 66. Contribuição do IAC para a viticultura nacional
  64. 67. Cultivares de Uva IAC <ul><li>Porta-enxertos </li></ul><ul><li>Mesa </li></ul><ul><li>Vinho </li></ul>
  65. 68. <ul><li>CULTIVARES PORTA-ENXERTOS </li></ul>
  66. 69. IAC 766 Campinas Ripária do Traviú (106-8 Mgt) x V. caribaea
  67. 70. IAC 313 Tropical - “Zebu” Golia x V. cinerea
  68. 71. IAC 572 Jales V. caribaea e V. riparia X 101-14 Mgt
  69. 75. IAC 571-6 Jundiaí V. caribaea x Pirovano 57
  70. 76. VARIEDADES DE UVAS PARA MESA
  71. 77. Juliana (IAC 571-6) Itália x Madalena Uva branca de mesa de sabor moscatel
  72. 78. Piratininga IAC 59.842-4v Híbrida V. vinifera X labrusca
  73. 79. Patrícia IAC 871-41 (Soray x IAC 544-14)
  74. 80. Patrícia Branca (Rosa Linda) Mutação Patrícia
  75. 81. IAC 1398-21 Traviú (IAC 32-7 x IAC 470-26 )
  76. 82. <ul><li>UVAS PARA MESA: SEM SEMENTES </li></ul>
  77. 83. IAC 52.457-11 Paulistinha IAC 59.871-13 A DONA IAC 53.514-6 MARIA
  78. 84. UVAS PARA VINHO TINTO COMUM
  79. 85. IAC 138-22 MÁXIMO
  80. 86. <ul><li>UVAS PARA VINHO BRANCO COMUM </li></ul>
  81. 87. IAC 116-31 RAINHA
  82. 88. IAC 21-14 MADALENA
  83. 89. UVAS PARA MESA: SEM SEMENTES - INTRODUZIDAS PELO IAC
  84. 90. CENTENNIAL SUFFOLK RED TIETA INTERLAKEN LIBANESA
  85. 91. INFORMAÇÕES Telefone : 11-45827284 Email : [email_address] frutas@iac.sp.gov.br

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