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  • 1. Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo Instituto Agronômico de Campinas Centro APTA de Frutas PRODUÇÃO DE PESSEGUEIRO DE BAIXA EXIGÊNCIA DE FRIO NO ESTADO DE SÃO PAULO PqC José Emilio Bettiol Neto
  • 2. Introdução Classificação Botânica família: Rosácea; subfamília: Prunoidea; gênero: Prunus; espécies: P. davidiana, P. kansuensis e P. mira (porta-enxertos chineses, primeira tb ornamental) P. persica cultivares comerciais variedades botânicas: Vulgaris: maioria dos cultivares comerciais; Nucipersica: nectarinas Platicarpa: pêssegos chatos ou “peentoo”.
  • 3. INTRODUÇÃO Pessegueiros são plantas de clima temperado, portanto, período de repouso hibernal (frio) para que as plantas possam vegetar e frutificar normalmente.
  • 4. Introdução Área : 2.600 ha Itapeva Avaré Bragança Pta Campinas 85% da produção mesa Fonte: CATI/Lupa 2009
  • 5. Aspectos climáticos 1) Frio Quantidade de horas de frio < 7,2 oC Unidades de hora de frio
  • 6. Umidade Relativa • Alta Umidade Relativa: doenças e qualidade dos frutos Geadas • Evitar baixadas • Colocar variedades de brotação + precoce em lugar + alto Ventos • Causam ferimentos e quebra de galhos • Usar quebra ventos
  • 7. Temperatura • Verão quente favorece a qualidade dos frutos • Excesso de insolação causa queimadura dos frutos Solos • Profundos e bem drenados • Solos com excesso de umidade
  • 8. 4. Instalação do Pomar 4.1 - Sistema de Plantio Áreas planas, solo bem estrutura, com boa drenagem - quadrado - retangular Áreas com topografia levemente ondulada (12 % declividade) - Curvas de níveis
  • 9. 4.2 – Preparo do Terreno - Limpeza do terreno - Aração - Calagem – análise do solo - Calcário magnesiano ou dolomítico - Gradagem
  • 10. 4.3 – Plantio - Densidade de Plantio 6,0 x 4,0 m ou 5,5 x 3,5 ou 5 x 3 – Condução em Vaso 7,0 x 2,0 - 6 x 1,75 - 5,0 x 2,0 – Condução em “Y” - Abertura da Cova - Tamanho: 50 x 50 x 50 cm (abertura 60 - 30 dias antes do plantio) - Adubação das covas: - 10 – 15 Kg de esterco de curral curtido; - 0,5 a 1,0 Kg de calcário; - 200 g de superfosfato simples; - 60 g de óxido de potássio;
  • 11. - Época de Plantio Raiz Nua: junho-julho Raiz de Torrão: de agosto a dezembro - Cuidados no plantio dias com pouco insolação - nublados bacia de 60 cm de diâmetro cobertura morta e boa irrigação
  • 12. 4.4 – PODA 4.1 – Tipos de Podas - Poda de Formação - Poda de Produção - Poda de Verde - Poda de Renovação
  • 13. Poda de formação Realizada nos dois primeiros anos Tem por finalidade propiciar à planta uma altura de tronco e uma estrutura de ramos adequadas à exploração. Depende do tipo de condução vaso “Y”
  • 14. Poda de formação • Vaso c/ 4 pernadas formados a 40 cm de altura (6 x 4 m) • “Y” para espaçamento 6 x 2 m • Arqueamentos no 1o e 2o ano
  • 15. Poda de frutificação • Época: final de inverno (intumescimento das gemas) • Órgão principal de frutificação: ramos mistos •Seleção dos ramos mistos: eliminar os doentes, secos, voltados para o interior, muito baixos e o excesso de ramos • Encurtamento dos remanescentes
  • 16. Poda verde • Retirada dos ladrões durante o verão • Facilita posteriormente a poda de inverno • Evita perda de energia pela planta • Favorece a formação de ramos mistos a partir dos ladrões
  • 17. Poda de Renovação Recuperar árvores mal conduzidas, debilitadas ou intensamente atacadas por pragas e/ou doenças.
  • 18. 4.5 - Raleio Objetivos - Aumentar o tamanho dos frutos - Melhorar a coloração e qualidade - Reduzir a quebra de galhos - melhorar vigor da árvore - Evitar a produção alternada - Aumentar a eficiência dos tratamentos fitossanitários
  • 19. Época ideal do Raleio - Quando os frutos apresentarem em torno de 2 cm de diâmetro Como fazer o raleio? -Manualmente deixando-se um espaço de 8 a 10 cm entre frutos - Raleantes químicos: ANA, GA3, Ethefon (efeito hormonal)
  • 20. 4.6 -Adubação • Em função da Análise Solo e Foliar • Matéria orgânica e fósforo: um mês antes da poda (incorporados) • Nitrogênio e Potássio: em cobertura durante as águas • Cuidado: excesso de N
  • 21. Classificação dos Cultivares de acordo com o ciclo Florada – Maturação dos Frutos Ciclo (dias) Ultraprecoce < ou = 74 Bem precoce - Tropical 75 a 90 - Flordaprince Precoce - Jóia 1, 2, 3, 4 e 5 91 a 120 - Ouromel 2 e 3 - Dourado 1 e 2 - Aurora 1 e 2 - Régis - Centenário
  • 22. Classificação dos Cultivares de acordo com o ciclo Florada – Maturação dos Frutos Cultivares Ciclo (dias) Mediano - Talismã 121 a 150 - Ouromel - Canário - Cristal Tardio - Natal 151 a 180 - Biuti Bem Tardio - Arlequim > ou = 181 - Momo - Bolão
  • 23. Principais pragas e doenças Ação desses agentes (insetos, fungos, bactérias vírus, nematóides): • Depreciação frutos (qualidade e preço); • Aumento custos de produção; • Inviabilização do cultivo. Fonte: Bettiol Neto, J.E., 2009; Fotos: Chagas, E.A., 2007.
  • 24. Mosca-das-frutas (Anastrepha fraterculus) Praga quarentenária: problema exportação; Adulto (7 mm): desenho característico asas; Larvas alimentam-se da polpa e completam o ciclo no solo; Ciclo f(temperatura): de 26 a 30 dias (25 a 26ºC). Fonte: Salles, L.A.B., 2003; Fotos: Web, 2009.
  • 25. Mosca-das-frutas - Controle Monitorar fruteiras silvestres; Iscas tóxicas e/ou armadilhas (1 mosca/armadilha/semana); Eliminar frutos temporões; Eliminar frutos caídos ou refugados; Ensacamento de frutos; Químico. Fonte: Salles, L.A.B., 2003; Fotos: Web, 2009 e Chagas, E.A., 2007.
  • 26. Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona) Origem asiática; Ataca grande variedade de plantas lenhosas; Danifica troncos, ramos, folhas e frutos; No Brasil, em f(condições climáticas e ausencia de IN), ocorre em todo território; Adulto 0,8 a 0,9 mm X 1,2 a 1,3 mm e protegida por carapaça; Fertilização 3 semanas após fixação ninfas; Oviposição 14 a 16 dias após acasalamento (20 a 26ºC) durante 7 a 9 dias; Dispersão: vento, ninfas, partes vegetativas planta, roupas, frutos embalagens, etc. Fonte: Salles, L.A.B., 2003; Fotos: Web, 2009.
  • 27. Cochonilha-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus) Originária da China; Ataca grande variedade de plantas (700 hospedeiras); Praga quarentenária: problemas para exportação. Danifica troncos, ramos e frutos; Nos frutos: manchas avermelhadas ao redor da cochonilha, deformações e quedas; Fonte: Salles, L.A.B., 2003; Fotos: Web, 2009 e Fontes, J.F., 2003.
  • 28. Cochonilhas - Controle Ninfas caminhadoras são mais suscetíveis; Fêmeas adultas protegidas por carapaça; Baixa eficiência do controle químico; Eliminar ramos infestados; Expor cochonilhas (escovamento ramos); Biológico: Encarsia berlesei (encertídeo) Encarsia berlesei. Fonte: Salles, L.A.B., 2003; Fotos: Web, 2009.
  • 29. Grafolita (Grapholita molesta) Originária do Japão ou Norte da China; Ataca grande variedade de plantas frutíferas (pera, marmelo, maçã, nespera, etc); No Brasil: principalmente SP, MG, PR, SC, RS; Adultos: mariposas de 6 a 7 mm; Lagartas 4 a 14 mm, atacam ramos (galerias) e frutos (serragem); Fonte: Salles, L.A.B., 2003; Fotos: Salles, L.A.B., 2003 e Chagas, E.A., 2008.
  • 30. Grafolita - Controle Químico: à tarde ou final do dia – vôo, acasalamento e postura; Monitoramento: armadilhas - 1 a 2/ha; Com suco: 20 mariposas/armadilha/semana; Com feromonio: 30 mariposas/armadilha/semana Fonte: Salles, L.A.B., 2003; Fotos: Web, 2009.
  • 31. Pulgões (Brachycaudus scwartzi e Myzus persicae) Presentes em diversas espécies vegetais; Formas aladas e não aladas; Mais frequentes em brotações; Viveiros: podem comprometer formação e desenvolvimento de mudas; Encarquilhamento: confusão com crespeira verdadeira (fungo). Fonte: Salles, L.A.B., 2003; Fotos: Salles, L.A.B., 2003 e Chagas, E.A., 2007.
  • 32. Pulgões - Controle Químico: preferencialmente no início da infestação (folhas enroladas). Biológico: IN – joaninhas, dolicopodídeos, crisopídeos, etc. Fonte: Salles, L.A.B., 2003; Fotos: Web, 2009.
  • 33. Ácaros (Tetranychus urticae e Panonychus ulmi) Rajado: 1 x 0,6 mm – corpo oval, verde amarelado; Vermelho: 0,5 x 0,4 mm - corpo arredondado, vermelho escuro; Vivem em colonia, face inferior da folha, várias gerações até queda das folhas; Amarelecimento ao longo da nervura central e bronzeamento das folhas; Geralmente, insetidas usados no controle de outras pragas reduzem incidência. Tetranychus urticae Panonychus ulmi Fonte: Salles, L.A.B., 2003; Fotos: Web, 2009.
  • 34. Gorgulho-do-milho (Sitophilus zea mays) Praga cosmopolita, principalmente em produtos armazenados; Praga potencial: região Pelotas – presente em 8% frutos caídos e 6% planta; Danos: queda de frutos, má formação e infecções (podridão parda), etc. Presentes em pessego, ameixa, marmelo e macieira. Fonte: Salles, L.A.B., 2003; Fotos: Web, 2009.
  • 35. Gorgulho-do-milho - Controle Químico: produtos recomendados para grafolita apresentam certa eficiência; Dificuldades: ataque coincide com pré-colheita e colheita, baixa probabilidade do inseticida atingir a base do fruto e baixo; Metabolismo respiratório do inseto. Fonte: Salles, L.A.B., 2003; Foto: Fontes, J.F., 2003.
  • 36. Escolito (Scolytus rugulosus) Besouros adultos: 2 a 2,50 mm, marrom-escuro a preto; Galerias: femeas e larvas; Mínimo de duas gerações anuais; Impeden circulação seiva e favorecem infecções; Mais frequentes em plantas debilitadas. Fonte: Salles, L.A.B, 2003; Foto: Web, 2009.
  • 37. Escolito - Controle Químico: f(forma de aplicação) – alcançar interior dos ramos. Poda, remoção e eliminação de ramos atacados. Fonte: Salles, L.A.B., 2003; Fotos: Web, 2009.
  • 38. Podridão-parda (Monilinia fructicola) Problemática desde floração até pós-colheita; Infecção: favorecida por ferimentos (insetos, granizo, danos mecanicos, etc) Floração: botões florais e flores pardos e murchos; Lesões: ramos e frutos; Frutos mumificados: fonte de inóculo; Sintomas iniciais: manchas pardas, pequenas e circulares; Químico: tratamento de inverno; Poda: remoção e eliminação de partes infectadas; Monitoramento constante: eliminação de focos. Fonte: Fortes, J.F. & Martins, O.M., 2003; Fotos: Fortes, J.F., 2003.
  • 39. Ferrugem (Tranzchelia discolor) Doença principalmente foliar; Desfolhamento constante: redução vida útil do pomar; Favorecida por temperaturas e umidade elevadas; Face inferior – manchas amarelo ferruginosas; Face superior – amarelo pálida. Controle: principalmente químico. Fonte: Fortes, J.F. & Martins, O.M., 2003; Fotos: Bettiol Neto, J.E., 2009.
  • 40. Antracnose (Glomerella cingulata) Problemática desde floração até pós-colheita; Infecção: favorecida por ferimentos (insetos, granizo, danos mecanicos, etc), Umidade e temperaturas altas; Período crítico: da floração a frutos com 50 mm; Frutos: mancha (1 mm) marrom clara, passando a alaranjada (centro); Controle: Químico: desde a floração; Eliminação de ramos e frutos atacados. Fonte: Fortes, J.F. & Martins, O.M., 2003; Fotos: Fortes, J.F., 2003.
  • 41. Sarna (Cladosporium carpophilum) Ataca ramos, flores e frutos (manchas verdes oliva) Queda de frutos pequenos e manchas e rachaduras em frutos desenvolvidos; UR elevada e temperatura de 20 a 25°C favorecem a doença. Controle: Químico: desde a queda das sépalas; Podas. Fonte: Fortes, J.F. & Martins, O.M., 2003; Fotos: Fortes, J.F., 2003.
  • 42. Crespeira-verdadeira (Taphrina deformans) Ataca ramos, botões florais, flores, folhas e frutos; Maiores danos nas folhas e em regiões com primavera fria; Sintomas: Espessamento, encrespamento, amarelecimento e queda prematura das folhas = enfraquecimento da planta = menor produção e vida útil; Baixas temperaturas e alta umidade relativa favorecem doença. Controle: Químico: preferencialmente, no inchamento das gemas; Podas. Fonte: Fortes, J.F. & Martins, O.M., 2003; Foto: Chagas, E.A., 2007.
  • 43. Cancros (Phosmopsis amygdali ) Ataca grande n°espécies, necessita de lesões: ramos (mais comum e danosos) e folhas; Formam cancros e morte na porção superior á lesão, cor marrom avermelhada, murchamento folhas (bandeirolas); UR elevada e 27 a 29°C favorecem fungo. Controle: Químico: preferencialmente, durante queda das folhas; Podas. Fonte: Fortes, J.F. & Martins, O.M., 2003; Fotos: Fortes, J.F. , 2003.
  • 44. Cancros (Botryosphaeria dothidea (2)) Ataca grande n°espécies(ramos e troncos, lesionados ou não – estômatos e lenticelas); morte dos ramos; exudação = gomose (= outros fatores). Controle: Químico: tratamento inverno; Podas. Fonte: Fortes, J.F. & Martins, O.M., 2003; Foto: Fortes, J.F. , 2003.
  • 45. Bactérias Bacteriose (Xanthomonas arboricola) Freqüente regiões quentes e úmidas (RS, SC, PR e SP); Nas folhas: manchas pardas e aquosas, folhas perfuradas e desfolha precoce; Nos ramos: rachaduras; Nos frutos: perda valor comercial. Controle: Material de propagação sadio; Tratamento inverno; Escolha local implantação pomar; nutrição equilibrada. Fonte: Fortes, J.F. & Martins, O.M. 2003; Fotos: Chagas, E.A., 2007 e Castro, L.A.S. de, 2003.
  • 46. Nematóides Nematóide-das-galhas (Meloidogyne spp) Principais espécies: M. javanica, M. incognita, M. arenaria e M. hapla. Grande diversidade de hospedeiros alternativos; Formação de galhas nas raízes, enfraquecimento das plantas, redução da produtividade, desfolhamento precoce, declínio prematuro e morte das plantas. Controle: Mudas sadias; Rotação de culturas (mín. 2 anos); Uso de porta-enxertos resistentes; Químico: antieconômico Fonte e Foto: Gomes, C.B., 2003.
  • 47. Nematóides Nematóide das lesões (Pratylenchus spp) Principais espécies: P. penetrans e P. vulnus. Afetam estabelecimento, crescimento e longevidade do pomar. Causam lesões necróticas nas raízes, degenerando o sistema radicular, predispondo infecções secundárias. Fonte: Gomes, C.B., 2003; Foto: Web, 2009.
  • 48. Considerações finais Desenvolvimento de cultivares resistente a médio e longo prazo; Dependência de produtos químicos; Consumidor cada vez mais exigentes; Visão diferenciada dos produtores: prioridade qualidade produto e meio ambiente; Tratamento fitossanitário: produtos registrados, justificativa técnica, equipamentos seguros e devidamente regulados, capacitação/saúde e proteção do aplicador; destino embalagens. Mercado externo: limites residuais – Codex Alimentarius FAO-OMS; Exemplos: pêssego – 2 mg/kg de dimetoato; ameixa 0,5 mg/kg.
  • 49. OBRIGADO PELA ATENÇÃO! PqC José Emílio Bettiol Neto IAC/Centro APTA Frutas bettiolneto@iac.sp.gov.br

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