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Helicoperva 2

  1. 1. quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014 Autorizado concurso para 4,6 mil soldados Para reforçar o policiamento das ruas de São Paulo, foi autorizada a abertura de concurso público para contratar 4,6 mil soldados. A autorização está publicada no Diário Oficial do dia 30. Em breve, também será divulgado o edital. Candidatos farão testes de escolaridade, condicionamento físico, exames de saúde e psicológico e passarão por análise de documentos e investigação social. Os aprovados cursarão a Escola Superior de Soldados. Com um ano de duração, a preparação inclui aulas de conceitos de direitos humanos, direito penal e direito militar, criminalística, princípios de hierarquia e disciplina, tiro defensivo na preservação da vida (conhecido como método Giraldi), defesa pessoal, programas de policiamento, inteligência policial e policiamento em eventos. Ao final do curso, passarão por estágio e poderão atuar nas ruas. Últimos dias do Roda SP Turistas e moradores do litoral paulista podem participar, até o dia 16, do Programa Roda São Paulo – iniciativa da Secretaria Estadual de Turismo que facilita a integração turística entre nove municípios da Região Metropolitana da Baixada Santista: Santos, São Vicente, Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe, Guarujá, Cubatão e Bertioga. Pagando R$ 10 é possível escolher entre quatro roteiros rodoviários (Bem Receber; Calor no Coração; Caminhos do Mar e Navegantes) para conhecer pontos turísticos e desfrutar de paradas estratégicas para fotografias e alimentação. Ruínas do Abarabebê, Bolsa do Café, Lamário Municipal, Poço das Antas, Portinho de Praia Grande, Aquário Municipal de Santos e Biquinha de São Vicente são algumas das atrações turísticas que o Roda SP oferece. Criado em julho de 2011, o programa tem 19 ônibus e nove vans que, durante todo o ano, realizam circuitos de festas, eventos e programações de férias na região. Em média, são 12 circuitos por ano. Não é preciso reservar ingressos, que são adquiridos nos próprios ônibus. Crianças até 5 anos não pagam. À procura da lagarta Para impedir que a Helicoperva armigera cause danos à agricultura, Coordenadoria de Defesa Agropecuária monta equipe multitarefa para combatê-la U ma equipe técnica da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), de Campinas, vinculada à Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento, vai percorrer, este mês, o Estado de São Paulo para verificar a ocorrência da lagarta Helicoverpa armigera na agricultura paulista. A praga foi detectada no ano passado na Bahia e em Goiás, mas é possível que esteja no Brasil há mais tempo, e existe a possibilidade de se espalhar por todo o território nacional, provocando danos a diversas culturas, como as vagens (soja, feijão, etc.), milho, algodão, frutíferas, hortaliças e outras. O cardápio da lagarta é vasto. Uma vez descoberta em solo paulista, terá de ser combatida por técnicas de manejo das plantas ou por defensivos agrícolas. Participam ainda da expedição especialistas, agrônomos na maioria, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e do Instituto Biológico, da capital, e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa. A expedição – Os profissionais integram grupo técnico constituído pela Secretaria em agosto, com o intuito de pesquisar a Helicoverpa de várias formas. A presidente do grupo, a agrônoma da CDA Ane Beatriz Camargo Veronez, explica que até o momento sua equipe organizou reuniões internas e um workshop em Campinas, ao qual compareceram cerca de 300 pessoas do setor de todo o Brasil e de quatro países. Foram debatidos o histórico da praga, sua identificação e distribuição geográfica, seu manejo integrado, monitoramento e inspeção. Beatriz conta que o gênero Helicoverpa é bastante extenso e se encontra no País há anos, “mas a espécie armigera é novidade, sendo mais uma lagarta que precisamos combater”. Cada cultura agrícola sofre danos da praga de formas diferenciadas. Na soja, por exemplo, ela ataca mais os primeiros brotos da planta, e, depois, na fase de nascimento das vagens, alimentando-se dos grãos, também. “É extremamente polífaga (voraz)”, diz a agrônoma da CDA. O perigo é detectado pela presença do número da lagarta por metro quadrado de determinada plantação. O avanço dela nas lavouras ocorre por transporte de alguns produtos vegetais ou pelo voo, quando vira mariposa e vai se reproduzir. Manejos adequados – José Francisco Tristão, também da CDA, explica que a equipe vai percorrer quatro regiões do Estado: Sudoeste (cidades próximas do Rio Paranapanema), arredores de Assis, de São José do Rio Preto e de Araraquara-São Carlos. São regiões com diferentes culturas. Araraquara, por exemplo, é destaque pela produção de laranja. CECÍLIA CZEPACK/REVISTA CULTIVAR A posse de 547 profissionais reforça os quadros da Polícia Civil do Estado de São Paulo. Concursados, os agentes policiais e os agentes de telecomunicações farão cursos de formação de três meses na Academia de Polícia Dr. Coriolano Nogueira Cobra (Acadepol) e passarão por estágio. Se aprovados, serão indicados para unidades da Polícia Civil em todo o Estado, de acordo com a classificação final do curso na Academia e da necessidade de cada região. Os 156 agentes de telecomunicações disputaram a vaga com 78 mil inscritos; os 391 policiais concorreram com quase 80 mil inscritos. Dos ingressantes na carreira policial, 492 são homens e 55, mulheres. Os policiais comporão a linha de frente no combate ao crime e a maioria dos agentes de telecomunicação atuará em atividades da delegacia eletrônica, com uso de tecnologias e telecomunicação. Desde dezembro, a delegacia eletrônica faz registro de ocorrência para roubos e roubos de veículo. A armigera pode se espalhar por todo território nacional e atacar vagens de soja, feijão Serão usadas armadilhas, parecidas com uma casinha de plástico, do tamanho de um caderno, com um produto químico dentro, que vai atrair as mariposas-machos, que ficarão presas. Cada casinha será instalada nas plantas a 60 cm ou 70 cm do chão. Os insetos capturados serão enviados ao Instituto Biológico, na Vila Mariana, para detecção da espécie. “As mariposas do gênero Helicoverpa são muito parecidas a olho nu. Só no laboratório é possível descobrir se é a armigera ou não.” O pesquisador especialista em algodão, Luiz Henrique Carvalho, do IAC/ Campinas, conta que é primordial descobrir a praga no início, para que as autoridades sanitárias e produtores encontrem meios de combatê-la. Ele cita os manejos adequados para controlar ou erradicar uma praga, seja lagarta, seja micro-organismo, como fungos e bactérias e até ervas daninhas. “O agricultor tem de se conscientizar que a lavoura não pode ser vista como linha de produção industrial. É necessário dar descanso à terra e a determinadas lavouras.” Carvalho observa que os métodos mais importantes de prevenção são o vazio sanitário (deixar de plantar por algum tempo uma cultura contaminada), rotação de plantio, entre outros. “Se o produtor não fizer algum sacrifício em sua propriedade, vai usar defensivos agrícolas a vida inteira e a praga vai voltar quase sempre”, profetiza o especialista. Governo federal – A representante do Mapa no grupo técnico e na expedição é a agrônoma e fiscal federal Rita Lourenço. Ela conta que o controle de doenças vegetais ou animais é atribuição do ministério e das coordenadorias de defesa agropecuária no Brasil. “Para isso, é necessário estabelecer parcerias com os Estados para a detecção, a prevenção e, se possível, a erradicação de alguma praga no território nacional”, diz Rita. Assim como Luiz Henrique, Rita assegura ser indispensável a colaboração do agricultor no controle fitossanitário de sua lavoura ou atividade pecuária, desde a preparação do solo até o combate ao mal. “O vazio sanitário, por exemplo, permite interromper o ciclo de vida de uma praga.” Sua colega de equipe, Ane Beatriz, da CDA, garante que a secretaria estadual possui em estoque 24 produtos, entre químicos e biológicos, que combatem a armigera. Otávio Nunes Imprensa Oficial – Conteúdo Editorial FERNANDES DIAS PEREIRA Polícia Civil recebe reforço São Paulo, 124 (25) – III Diário Oficial Poder Executivo - Seção I Parte da equipe, da esquerda para a direita: Luiz, Rita, Euclides, Ane e Tristão A equipe atrás da praga Ane Beatriz Camargo Veronez (CDA); Dalva Gabriel (Instituto Biológico); Teresa Jocys (Biológico); Luiz Henrique Carvalho (IAC); Cristiano Geller (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral – Cati); Vandir Daniel da Silva (Cati); Euclides de Lima Moraes Filho (CDA); Rita Lourenço (Mapa); José Francisco Tristão (CDA); José Osmar Bortoletti (CDA); Mário Sérgio Tomazella (CDA); e Vicente Paulo Martello (CDA). A IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO SA garante a autenticidade deste documento quando visualizado diretamente no portal www.imprensaoficial.com.br quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014 às 01:53:51.

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