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Teste de usabilidade - Materiais do teste
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Teste de usabilidade - Materiais do teste

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Material produzido pelos alunos da Pós em Ergodesign de Interfaces, Usabilidade e Arquitetura de Informação da PUC-Rio (2013). Mini-seminários sobre o livro "Handbook of Usability Testing" (Rubin e......

Material produzido pelos alunos da Pós em Ergodesign de Interfaces, Usabilidade e Arquitetura de Informação da PUC-Rio (2013). Mini-seminários sobre o livro "Handbook of Usability Testing" (Rubin e Chrisnell). Prof. Luiz Agner

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  • 1. SeminárioHandbook of Usability Testing de Rubin e Chisnell Adriana Silva, Letícia Brack e Saulo Chaves
  • 2. CAPITULO 8 PREPARAÇÃO DOS MATERIAIS DE TESTEPara dar início ao trabalho de teste de usabilidade é necessário desenvolver osmateriais de ensaios. Estes materiais serão usados para comunicação com osparticipantes, coleta de dados e satisfazer os requisitos legais. Esses materiaisdevem ser organizados com antecedência para evitar transtornos e umpreparo adequado para aplicação do teste.Não saber que material de teste aplicar é uma demonstração de que há falhasnos seus objetivos de teste e design teste.É importante calcular o tempo para cada material antes da aplicação do testepiloto.
  • 3. CHECKLIST OU LISTA DE MATERIAIS PARAAPLICAÇÃO DE TESTES1. Roteiro de orientação;2. Questionário de fundo;3. Instrumentos de coleta de dados;4. Acordo de confidencialidade e consentimento de gravação;5. Questionário pré-teste;6. Cenários de tarefa;7. Questionário pós-teste;8. Guia de tópicos para prestação de contas. Não são necessários a aplicação de todos os materiais, deve-se criar somente os materiais necessários par responder as perguntas de sua pesquisa.
  • 4. OBSERVADORESÉ necessário contar com a participação de um ou mais observadores, quefarão anotações que vão além do que é relatado pelo entrevistado, comogestos ou comportamento do participante. O observador pode ficar ao lado doentrevistado ou em outro ambiente, como sala de espelho. Ele não podeconstranger o entrevistado nem interferir no andamento do teste.
  • 5. OBSERVADORES (regras) ○ Chegar antes do inicio do teste; ○ Escolher um local onde permanecerá durante a aplicação do teste; ○ Só sair durante o teste, em casos estritamente necessários; ○ Desligar o celular, de preferência na frente do entrevistado, fazendo com que este tome a mesmo procedimento; ○ Não rir, emitir sons ou expressões faciais que possam constranger o entrevistado durante as tarefas; ○ Prestar atenção ao moderador e ao participante; ○ A convite do moderador o observador pode fazer algumas perguntas não tendenciosas, sem que altere o conteúdo do material. ○ Manter confidencial a identidade do participante; ○ Permanecer presente durante toda sessão do teste.As anotações do observador ajudam a entender as informações colidasdurante o teste.
  • 6. SCRIPT ORIENTAÇÃO, INTRODUÇÃO, OU ROTEIROO script pode ser lido para os participantes da área de testes ou em uma áreade espera antes de se mudar para o espaço de testes.Ele ser lido na íntegra, porque ele servirá para descrever o que vai acontecerdurante uma sessão de testes, introduzindo a sessão na mente doparticipantes.Seu objetivo é colocar os entrevistados à vontade,informar o que eles vãofazer, e reforçar o fato de que a interface e não o entrevistado é que estarásendo testada.Para um participante particularmente nervoso dar esta explicação inicial podegarantir um melhor aproveitamento do teste.
  • 7. SCRIPT ORIENTAÇÃO, INTRODUÇÃO, OU ROTEIROAo desenvolver um roteiro (script) de orientação, há três grandes linhasde orientação para lembrar.1. Manter o tom do roteiro profissional, mas amigável2. Não deve ser íntimo ou excessivamente familiar, como se os participantes fossem seus amigos.3. Manter um discurso breve, a menos que você tenha um teste extremamente complexo, limite o roteiro de orientação para poucos parágrafos. Todas as instruções com no máximo de duas páginas, incluindo materiais de testes reais, como cenários de tarefas, como parte de seu roteiro.*** A leitura do script é importante para que a emoção do moderador nãoinfluencie o entrevistado.*** Pergunte após o script se ele tem alguma dúvida.
  • 8. O PARTICIPANTEÉ necessário manter os participantes confortáveisOfereça uma bebida (não alcoólica) para relaxar o participante. Se possívelbeba junto com ele. Isso ira criar uma ligação com o entrevistado e omoderador.Agradeça ao entrevistado pela participação e quanto a sua contribuiçãoajudará a melhorar produto, independentemente da forma como eles fazem.
  • 9. INTRODUÇÃO DO TESTEAnote o horário de inícioApresente-se, apresente o observador/es, agradeça por concordarem emparticipar do estudo e esclareça a importância dos participantes, nosresultados do teste.Esclareça que durante a sessão usará o script para assegurar que asinstruções serão as mesmas para todos os participantes.Esclareça o objetivo do teste e como se dará o procedimento de observação(posição do observador, gravação de áudio, vídeo e etc)Esclareça como serão aplicadas as tarefas e explique que os equipamentosutilizados na sala de teste, são para ter a certeza sobre a precisão dosresultados. Explique ao participante que o que está sendo testado é o produto.
  • 10. INTRODUÇÃO DO TESTE (CONTINUAÇÃO)Explique o que é esperado do ParticipanteDescrever como o teste de usabilidade vai continuar sem fornecer detalhes.Na ocasião do teste, incentive os participantes a fazerem perguntas e tomaremsuas próprias decisões.Evite qualquer referência às suas expectativas, ou sobre seu comportamentoou desempenho. Antes da sessão de testeEvite frases e palavras tendênciosas. começar, os participantes irão preencher um breve questionário, juntamente com o acordo de confidencialidade e direito de uso da imagem para fins de estudo.
  • 11. INTRODUÇÃO DO TESTE (CONTINUAÇÃO)Não se surpreenda se, ao primeiro sinal de dificuldade, ouvir o murmúrio doparticipante com refrão familiar,Ah, eu sou um idiota. Isso não foi culpa doprograma, ou Eu só precisa de mais tempo para aprender a usá-lo.Explique quaisquer requisitos incomuns;Mencione que pode fazer perguntas a qualquer momento (É claro, explicar quevocê não pode responder a essas perguntas, a fim de simular a situação de otestado estar sozinho e ter que confiar em suas próprias recursos e materiais àmão);Antes de começar, tenha a certeza absoluta de que os participantesentenderam as suas instruções;Consulte todos os formulários que precisam ser preenchidos e guarde-os. Issoinclui também as permissões.
  • 12. INTRODUÇÃO DO TESTE (CONTINUAÇÃO)Questionário de fundoSe o questionário de fundo é breve, então os participantes podem preenchê-loimediatamente antes do teste e se este for longo, pode ser enviado aosparticipantes antes do teste. (deixe alguns formulários guardados para caso,algum participante esqueça de trazê-lo).O questionário de fundo, serve para fornecer informação histórica sobre osparticipantes que vai ajudar você a entender o seu comportamento edesempenho durante um teste.Serve também para verificar se as pessoas que participam do teste possuemas habilidades e conhecimentos esperados. Se você receber as pessoaserradas (não qualificadas), você vai precisar decidir se vai usá-los ou liberá-los.
  • 13. INTRODUÇÃO DO TESTE (CONTINUAÇÃO)Questionário de fundo (continuação)O questionário de fundo serve, enfim, para determinar se um potencialparticipante atenda aos requisitos de seleção e pode ser classificado em umgrupo de usuários. No entanto, vai além, explorando a formação e experiênciaprévias.Este questionário é composto de perguntas que revelam a experiência doparticipante, atitudes e preferências em todas as áreas que podem afetar aforma como eles farão o teste isto ajuda a explicar o comportamento de umparticipante durante o teste.Algumas informações do questionário de fundo são inicialmente obtidas a partir do perfilde participante de seu plano de teste.
  • 14. PROTÓTIPO OU PRODUTO A SER TESTADOCaso o objeto a ser testado seja apenas um protótipo, é necessário que oresponsável tenha conhecimento das limitações do sistema e dos possíveiscaminhos para a realização das tarefas de modo que o usuário não se deparecom erros e locais sem saída.Ao apresentar o protótipo o ao usuário, deve-se esclarecer que o mesmo nãoestá completo, e que na vida real um item ou outro encontrado estariafuncionando de forma correta.
  • 15. FERRAMENTAS DE DADOSO objetivo dos instrumentos de coleta de dados é agilizar a coleta de todos osdados pertinentes aos objetivos do teste.Se você está moderando o teste e tomando notas sozinho, sua atenção serádividida entre a gravar o que você observa e observar o que está acontecendodurante o teste.É importante a ajuda do observador para tomar notas ou realizar registros dedados, se possível com recursos como Word.A coleta de dados durante o teste vai ajudar na análise e elaboração derelatórios.
  • 16. FERRAMENTAS DE DADOS (continuação)Os dados de desempenho:Consiste em medidas objetivas de comportamento, (taxas de erro, tempo econtagem de elementos de comportamento observados). Este tipo de dadosvem da observação de qualquer teste ao vivo ou revisão da gravação de vídeoapós o teste ter sido completado. O número de erros feito na forma deexecução de uma tarefa é um exemplo de uma apresentação medir.Dados de preferência:Consiste dos dados mais subjetivos que mede os sentimentos de umparticipante ou opiniões do produto. Estes dados normalmente são coletadosatravés de escrita, oral, ou mesmo questionários on-line ou através da sessãode esclarecimento, após o ensaio.
  • 17. FERRAMENTAS DE DADOS (continuação)Para um teste típico, é comum coletar pelo menos, as seguintes informaçõesde cada participante:● Se cada tarefa foi concluída com êxito● Principais problemas / obstáculos associados a cada tarefa● Tempo necessário para realizar cada tarefa● Observações / comentários relativos a ações de cada participante
  • 18. RELATÓRIO DE DADOS (DECODIFICAÇÃO DE DADOS)Tanto o desempenho e dados de preferência podem ser analisados ​quantitativamente ou qualitativamente.Por exemplo, no desempenho, é possível analisar erros quantitativamente porcontagem do número de erros feitos em uma tarefa. Você também podeanalisar os erros qualitativamente para expor lugares onde os usuários nãoentenderam o modelo conceitual do produto.Softwares como Morae, UserVue, The Observer, e Ovo Logger, ajudam acoletar informações mais precisas e de forma rápida para elaboração dorelatório. Este softwares podem coletar dados como: número de cliques nomouse e de teclas digitadas, além de informações como: que páginas ou telasforam acessadas, tempo total gasto em cada uma destas, de formasincronizada com a captura de vídeo digital do que aconteceu na tela, dasações tomadas pelos entrevistados .
  • 19. DOCUMENTOS E PERMISSÕESForma de sigilo O objetivo do acordo de confidencialidade é impedir a divulgação não autorizada deinformações sobre o produto patenteado que os participantes podem encontrar durante oteste. Este documento é quase sempre requerida para os produtos desenvolvidos para omercado externo antes do lançamento.Gravação de permissão A finalidade da gravação é consentimento para obter a permissão por escrito dosparticipantes para gravá-los durante o teste de usabilidade. Normalmente, esta formatambém estabelece como você pode ou não usar imagem ou voz.Termo de consentimento informado Se você trabalha para uma instituição pública ou agência, você pode ter que passarpor um conselho de revisão interna (IRB) e depois pedir aos participantes para assinarum termo de consentimento que explica o estudo, descrevendo os riscos para oparticipante (ou diz claramente que não há nenhum).
  • 20. OUTROS MÉTODOS DE COLETA DE DADOS Testes podem ser criados com criatividade e imaginação, com tanto queresultem em dados que possam ser quantificados. Exemplo do teste domanual elaborado por Jeff e seu colega onde se colocava cola nas páginas deum manual para verificar se estas tinham sido abertas pelos usuários. Comuma simples observação constataram que a maioria dos usuários nuncahaviam aberto as folhas, por tanto não consultavam o manual.
  • 21. QUESTIONÁRIO PRÉ-TESTEEste é respondido antes do teste de usabilidade. Diferente do questionário defundo, ele fornece as primeiras impressões que o usuário tem do produtotestado, a definição do usuário dentro de um grupo específico e avaliar o seunível de experiência e de entendimento de determinados símbolos, termos elinguagens.Assim é possível também perceber as expectativas do usuário frente aoproduto e ter uma previsão do seu comportamento durante os testes.
  • 22. CENÁRIOS DE TAREFASão representações das necessidades e motivações que levariam o usuário autilizar o produto e do trabalho que o usuário realizaria para usá-lo.Itens importantes para o desenvolvimento do cenário da tarefa:● Criar cenários realísticos e com motivações;● Colocar as tarefas numa ordem coerente;● Adaptar os cenários e as tarefas aos níveis de experiência do usuário;● Evitar uso de jargões ou termos que oferecem dicas para a realização da tarefa;● Agregar uma quantidade de trabalho satisfatória às tarefas.
  • 23. REPASSANDO AS TAREFAS● Ler as tarefas para os usuários e fornecer uma cópia das tarefas para eventuais consultas;● Pedir que o usuário leia a tarefa em voz alta. Neste caso não mostrar um material muito extenso;
  • 24. TREINAMENTO PARA PRÉ-REQUISITO● Aumentar o nível de habilidade do usuário para algum critério específico ou para realizar um teste num nível acima da curva de aprendizagem;● Conduzir um teste mais desafiador e compreensível;● Testar uma funcionalidade que em outro caso poderia ser ignorada;● Observar o usuário aprendendo a usar o produto.
  • 25. QUESTIONÁRIO PÓS-TESTE● Ajuda a entender melhor os pontos fortes e fracos do produto;● Pode ser apresentado de forma escrita ou oral;● Pode ser aplicado durante ou após o teste;● Procurar saber questões de preferência do usuário, não de comportamento;● Pode ter diferentes formatos, como questões dissertativas, notas graduais e múltipla escolha;
  • 26. GUIA DE DEBRIEFING● Tópicos para discussão;● Similar ao guia do moderador para grupo de foco;● Depende de como o teste ocorreu e do nível de experiência do usuário;
  • 27. OBRIGADO!