Seminario LEP - Palestra IBGE

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    Seminario LEP - Palestra IBGE - Presentation Transcript

    1. Avaliação de usabilidade e arquitetura de informações estatísticas na Internet metodologia de pesquisa no estudo de caso do portal do IBGE LUIZ AGNER
    2. Apresentação
    3. Apresentação
      • Pesquisa de Doutorado realizada junto ao Departamento de Artes e Design da PUC-Rio
      • Laboratório de Ergonomia e Usabilidade de Interfaces Humano-Computador (LEUI)
      • Linha de pesquisa: Usabilidade
      • Orientadora: Prof. Anamaria de Moraes (DSc)
      • Disciplina derivada da ergonomia (interação homem-máquina)
      • Preocupada com o design de sistemas computacionais eficientes, funcionais e agradáveis aos usuários.
      Interação humano-computador
    4. Interação humano-computador sistema contexto tarefa homem
    5. Interação humano-computador sistema contexto tarefa homem
      • Significa garantir aos usuários dos sistemas: 1 - efetividade 2 - eficiência 3 - satisfação (ISO 9241 / International Standards Organization)
      Usabilidade: o conceito
      • Usabilidade é definida como a medida na qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com efetividade, eficiência e satisfação num contexto específico de uso. (ISO 9241 / International Standards Organization)
      Usabilidade: o conceito
    6. Usabilidade: o conceito
      • Fatores:
      • · facilidade de aprendizado ;
      • · facilidade de memorização ;
      • . maior produtividade ;
      • · redução de erros ;
      • · satisfação subjetiva do usuário.
    7. Citando Steve Krug:
      • “ Quando criamos sites, agimos como se os usuários fossem analisar atentamente cada página, lendo o nosso texto com a devida atenção, descobrindo como nós organizamos a informação, e pesando cada opção cuidadosamente, antes de decidir em que link vão clicar.” (Não Me Faça Pensar)
    8. Citando Steve Krug:
      • “ A realidade dos usuários é mais parecida com passar de carro por um outdoor a 140 km por hora”.
    9. Como são planejados os sites
    10. Como são planejados os sites
    11. Mapa de atenção
    12. Como realmente usamos a web
    13. Como realmente usamos a web
    14. Pergunta no ar:
      • Se nossas intenções são as melhores possíveis, então... Por que os usuários não agem conforme o planejado?
    15. Steve Krug:
      • Fato 1: Os usuários não lêem as páginas. Apenas dão uma rápida olhada nelas.
    16. Steve Krug:
      • Fato 2: Os usuários não fazem escolhas ideais. Fazem apenas o que é suficiente.
    17. Steve Krug:
      • Fato 3: Não querem descobrir como as coisas funcionam. Apenas querem atingir o objetivo.
    18. O usuário está orientado à tarefa
      • Uma interface mal desenhada requer que o usuário decomponha as suas tarefas de modo não-intuitivo (que não espelha o seu modelo mental) isto gera erros e problemas de navegação.
    19. Princípios da usabilidade
      • 10 critérios heurísticos
      • Jakob Nielsen Pesquisador e consultor de usabilidade.
    20. 1- Visibilidade do status do sistema
    21. 2 – Sistema e mundo real
    22. 3 – Liberdade e controle do usuário
    23. 4 – Consistência e padrões
    24. 5 – Prevenção de erros
    25. 6 – Reconhecer x relembrar
    26. 7 – Flexibilidade e eficiência
    27. 8 - Design minimalista
    28. 9 – Mensagens de erro
    29. 10 – Ajudas e documentação
    30. Conceito de information overload
      • Uma edição do The New York Times em um dia de semana contém mais informação do que o comum dos mortais poderia receber durante toda vida na Inglaterra do século XVII. (WURMAN, 1991).
      • Em 2013, a residência média terá 10 terabytes de dados armazenados (fotos, filmes, músicas), mais do que os maiores bancos tinham há 5 anos. (Joel Schwartz, vice-presidente da EMC).
    31. Conceito de information overload
      • A era da explosão da informação
    32. Conceito de information overload
      • A era da informação é, na verdade, uma explosão da não-informação – uma explosão de dados.
      • Informação deve ser aquilo que leva à compreensão (WURMAN, 1991).
    33. Arquitetura de informação
      • É um novo campo no webdesign.
      • difere do design ou programação visual, pelo fato de focalizar a estrutura do website e não a funcionalidade ou aspecto.
      • tem como objetivo a construção de websites fáceis de usar, que preencham as necessidades dos clientes e os objetivos dos usuários (VAN DIJCK, 2003)
    34. Classificação da informação
    35. quadrados verdes círculos laranja triângulos azuis blocos oliva caixas sólidas bolinhas de gude esferas pequenas figuras ocas montanhas altas
      • Classificação é quase sempre um processo inconsciente.
      • Quando definimos categorias, escolhemos quais atributos ou propriedades a destacar .
    36. Classificação da informação
    37. Classificação da informação
      • VINHOS:
      • País
      • Regiões
      • - Ano de produção
      • - Tipo de uva
      • - Preço
      • - Combinações
      • - Vinícolas
      • - Tipo de vinho
    38. Classificação da informação CA Vídeo Cobal Humaitá
    39. Classificação da informação CA Vídeo Cobal Humaitá
    40. Classificação da informação CA Vídeo Cobal Humaitá
    41. Classificação da informação Você organizaria melhor?
    42. Classificação da informação Locadora Tijuca
    43. Modelos mentais Modelo do usuário Modelo do projetista Modelo do sistema
    44. Modelos mentais Modelo do usuário Modelo do projetista Modelo do sistema
    45. Comportamentos de busca da informação
      • Busca por um item conhecido
      • Exploração
      • Usuário não sabe o que precisa
      • Reencontrar um item
    46. Testes de usabilidade
      • Técnica de pesquisa etnográfica.
      • Processo empírico de se aprender sobre a usabilidade de um produto, observando os usuários durante a sua utilização.
    47. Testes de usabilidade
      • São empregados para avaliação de: - Web sites e aplicações na Internet, - na indústria de software , - na telefonia móvel, - na comunicação técnica - produtos industriais etc.
    48. Testes de usabilidade
      • É o processo que envolve o feedback vivo de usuários operando tarefas reais, registrados em vídeo ou gravações de áudio e em condições controladas.
      • Define se os usuários podem encontrar e utilizar os recursos, dentro do tempo e com o esforço que desejam despender.
    49. Testes de usabilidade Testes do Projeto Better Desktop.Org
    50. Testes de usabilidade Teste do Portal IBGE PUC-Rio
    51. Testes de usabilidade
      • Existem várias estruturas possíveis para a realização de testes de usabilidade.
      • O ideal é a utilização de duas salas – uma reservada aos testes e outra reservada à observação.
    52. Laboratórios de usabilidade
    53. Laboratórios de usabilidade
    54. Laboratórios de usabilidade
    55. Laboratórios de usabilidade
    56. Laboratórios de usabilidade
    57. Laboratórios de usabilidade
    58. Ciclo do produto
    59. Métricas
      • O tempo da tarefa;
      • A porcentagem de tarefas completadas ;
      • A porcentagem de tarefas não completadas ;
      • Número de erros ;
      • Tempo de navegação em busca da informação;
      • Número de passos ;
      • Número de cliques ;
      • Quantidade de informações encontradas;
      • Número de acessos à ajuda .
    60. Softwares (exemplo)
    61. Amostra
    62. Tarefa 1
      • A partir da home page do portal IBGE, identifique em que estado do Brasil reside a maior concentração de pessoas idosas.
    63. Tarefa 2
      • A partir da home page do portal IBGE, descubra em que bairro da cidade de Recife reside a maior concentração de cidadãos da terceira idade.
    64. Testes de campo
    65. Testes de campo
    66. Participantes
    67. Participantes
    68. Participantes
    69. Participantes
    70. Participantes
    71. Resultados
    72. Resultados
    73. Resultados
    74. Resultados
    75. Entrevistas abertas
    76. Respostas ao questionário
    77. Respostas ao questionário
    78. Respostas ao questionário
    79. Problemas emergenciais Problema que pode até ser importante, mas não é estritamente considerado um problema de usabilidade. Outros 5 Problema localizado ou menor; pode ser objeto de futuro aprimoramento. Menor 4 Gera um impacto moderado na usabilidade. Médio 3 Problema que gera uma significativa demora ou frustração. Maior 2 Problema que impede a realização das tarefas e que precisa ser urgentemente corrigido. Emergencial 1 Descrição Grau severidade
    80. Problemas emergenciais Problema que pode até ser importante, mas não é estritamente considerado um problema de usabilidade. Outros 5 Problema localizado ou menor; pode ser objeto de futuro aprimoramento. Menor 4 Gera um impacto moderado na usabilidade. Médio 3 Problema que gera uma significativa demora ou frustração. Maior 2 Problema que impede a realização das tarefas e que precisa ser urgentemente corrigido. Emergencial 1 Descrição Grau severidade
    81. Conclusões
      • A pesquisa não tem a pretensão de se tornar a palavra final sobre o assunto. É apenas uma primeira abordagem.
      • Novas pesquisas precisam ser realizadas com outros segmentos do público-alvo do IBGE: - usuários avançados
      • - jornalistas
      • - adolescentes
      • - crianças
    82. Conclusões
      • Os problemas relacionam-se largamente à ineficiência dos mecanismos de busca, à taxonomia aparentemente ilógica ou incompleta, à falta de clareza dos rótulos e links, e aos problemas de redação.
    83. Conclusões
      • Modelo mental:
      • Os usuários esperavam acessar a informação partindo de um nível temático geral para o específico.
      • A metáfora geográfica também representou forte referência mental.
        • O portal não refletiu as expectativas.
    84. Conclusões
      • Deve adotar novas formas de organizar e estruturar a sua informação, de modo a facilitar o acesso dos dados aos pesquisadores que não estão familiarizados com os nomes, terminologias ou as metodologias de suas pesquisas.
    85. Conclusões
      • Prover diferentes dimensões de acesso à informação:
      • Taxonomias alternativas:
        • temas,
        • localização geográfica,
        • formatos,
        • eventos da vida
        • públicos-alvo e
        • títulos das pesquisas.
    86. Conclusões
      • A consistência do sistema de rotulação deve ser garantida quanto a
        • estilo de apresentação, sintaxe, granularidade, completude e linguagem do usuário.
      • O sistema de rotulação deve evitar o emprego de jargões da organização como a sigla SIDRA.
    87. Conclusões
      • Além das linguagens técnica , jornalística e pedagógica , uma quarta linguagem precisará ser concebida para facilitar a apresentação de informações ao cidadão e garantir a compreensão.
      • A linguagem do cidadão comum .
    88. Institucionalização da usabilidade
      • Incorporar os métodos e técnicas de avaliação de usabilidade.
      • Desafio da tomada de consciência da usabilidade como uma disciplina formal do Design.
      • Importância da institucionalização da usabilidade .
    89. Consideração final
    90. Consideração final
    91. Consideração final
    92. Consideração final
    93. Consideração final
    94. Consideração final
      • Sugestão : Testes de usabilidade e outras pesquisas com usuários podem ser incorporadas, dentro do processo de desenvolvimento e contratação das interfaces do IBGE, como diferencial de qualidade.
    95. Consideração final
      • O IBGE deve desenvolver uma cultura interna de apoio a este tipo de metodologia.
    96. Obrigado.
      • Luiz Agner
      • agner @ ibge.gov.br
    97. Mais informação

    + agneragner, 9 months ago

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