Card Sorting

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Aula sobre o emprego do Card Sorting na Arquitetura de Informação. PUC-Rio. UniverCidade.

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Card Sorting

  1. 1. organização de cartões - categorização de cartões - card sorting
  2. 2. dimensões da AI Contexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE Objetivos da organização, políticas, cultura, tecnologia e recursos humanos Audiências, tarefas, necessidades, comportamento de busca de informação, experiência, vocabulário Documentos, formatos/tipos, objetos, metadados, estrutura existente
  3. 3. dimensões de pesquisa Card sorting Testes de usabilidade Análise dos dados de uso Usuários Análise de conteúdo Inventário de conteúdo Avaliação heurística Conteúdo Infraestrutura tecnológica Entrevistas com stakeholders Reuniões de estratégia Contexto Métodos e técnicas
  4. 4. card sorting <ul><li>Categorização de cartões - é uma técnica de prototipagem rápida utilizada pela arquitetura de informação. </li></ul>
  5. 5. por que categorizar? <ul><li>Categorizar, ou classificar, é agrupar entidades (objetos, idéias, ações, etc.) por semelhança. </li></ul><ul><li>Categorizar é o processo cognitivo de dividir as experiências do mundo em grupos de entidades, ou categorias, para construir uma ordem dos mundos físico e social em que o individuo participa. </li></ul><ul><li>Categorização é um mecanismo cognitivo fundamental que simplifica a interação do indivíduo com o ambiente. </li></ul>
  6. 6. quadrados verdes círculos laranja triângulos azuis blocos oliva caixas sólidas bolinhas de gude esferas pequenas figuras ocas montanhas altas <ul><li>Categorização é quase sempre um processo inconsciente. </li></ul><ul><li>Quando definimos categorias, escolhemos quais atributos ou propriedades a destacar . </li></ul>
  7. 7. categorização
  8. 8. categorização <ul><li>VINHOS: </li></ul><ul><li>País </li></ul><ul><li>Regiões </li></ul><ul><li>- Ano de produção </li></ul><ul><li>- Tipo de uva </li></ul><ul><li>- Preço </li></ul><ul><li>- Combinações </li></ul><ul><li>- Vinícolas </li></ul><ul><li>- Tipo de vinho </li></ul>
  9. 9. categorização
  10. 10. categorização
  11. 11. categorização - Locadora Tijuca - Locadora CAVídeo
  12. 12. categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
  13. 13. categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
  14. 14. categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
  15. 15. categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
  16. 16. categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
  17. 17. categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
  18. 18. categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
  19. 19. categorização Você organizaria melhor?
  20. 20. categorização Locadora Tijuca
  21. 21. categorização Locadora Tijuca
  22. 22. categorização Submarino
  23. 23. categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
  24. 24. como organizar informações? <ul><li>O mesmo conjunto de informações pode ser organizado de várias formas, seguindo diferentes esquemas de organização. As notícias de um jornal, por exemplo, podem ser organizadas pelo seu assunto ( política, economia, esportes, etc.), cronologicamente pela data em que foi publicada, ou alfabeticamente pelo nome do repórter. </li></ul>
  25. 25. esquemas de organização <ul><li>- ambíguos - exatos </li></ul>
  26. 26. esquemas ambíguos <ul><li>Por Assunto </li></ul><ul><li>Divide a informação em diferentes tipos, diferentes modelos ou diferentes perguntas a serem respondidas. </li></ul><ul><ul><li>Ex: Páginas Amarelas, Editorias do jornal, Supermercado. </li></ul></ul><ul><li>Por Tarefa </li></ul><ul><li>Organiza a informação em conjuntos de ações. Usado muito em software transacionais. Raramente utilizado sozinho na Web. </li></ul><ul><ul><li>Ex: Menu aplicativos Windows (Editar, Exibir, Formatar). </li></ul></ul>
  27. 27. esquemas ambíguos <ul><li>Por Público-Alvo </li></ul><ul><li>Indicado quando se deseja customizar o conteúdo para diferentes públicos-alvos. </li></ul><ul><ul><li>Ex: Lojas de departamento (classifica seus produtos em masculino, feminino e infantil). </li></ul></ul><ul><li>Por Metáfora </li></ul><ul><li>Utilizado para orientar o usuário em algo novo baseado-se em algo que lhe é familiar. Normalmente limita a organização. </li></ul><ul><ul><li>Ex: Desktop de um computador (utiliza a metáfora de uma mesa de escritório). </li></ul></ul>
  28. 28. esquemas ambíguos <ul><li>Híbrido </li></ul><ul><li>Reúne 2 ou mais esquemas anteriores. Normalmente causa confusão ao usuário. </li></ul>
  29. 29. esquemas exatos <ul><li>Alfabeto </li></ul><ul><li>Indicado para grandes conjuntos de Informação e públicos muito diversificado. </li></ul><ul><ul><li>Ex: Dicionários, Enciclopédias, Listas Telefônicas. </li></ul></ul><ul><li>Tempo </li></ul><ul><li>Indicado para mostrar a ordem cronológica de eventos. </li></ul><ul><ul><li>Ex: Livros de História, Guias de TV, Arquivo de notícias. </li></ul></ul>
  30. 30. esquemas exatos <ul><li>Localização </li></ul><ul><li>Compara informações vindas de diferentes locais. </li></ul><ul><ul><li>Ex: Previsão do tempo, pesquisa política, Atlas de anatomia. </li></ul></ul><ul><li>Seqüência </li></ul><ul><li>Organiza itens por ordem de grandeza. Indicado para conferir valor ou peso a informação. </li></ul><ul><ul><li>Ex: Lista de preços, Top musics. </li></ul></ul>
  31. 31. organizando conteúdos <ul><li>Se você quer que as pessoas encontrem as coisas que procuram, você deve organizar os conteúdos com base no que as pessoas conhecem sobre esses conteúdos. </li></ul><ul><li>A organização de uma loja de roupas deve refletir o modo como as pessoas acham que as roupas são organizadas. As palavras usadas devem refletir as palavras que as pessoas utilizam e o layout do site deve refletir a tarefa de as pessoas comprarem (Wodtke, 2003). </li></ul>
  32. 32. organizando conteúdos <ul><li>As pessoas grandes o suficiente para alcançarem um teclado viveram o suficiente para ter uma idéia sobre como o mundo está organizado. </li></ul><ul><li>Você - como designer - pode ignorar isso e impor um novo esquema, ou pode aprender sobre como as pessoas percebem o âmago do seu conteúdo e usar isso para ser mais eficaz (Wodtke, 2003). </li></ul>
  33. 33. organizando conteúdos <ul><li>4 boas maneiras de aprender: </li></ul><ul><li>Observar os outros: ir a uma loja real. </li></ul><ul><li>Estudar o inimigo: visitar os sites concorrentes. </li></ul><ul><li>Olhar os seus logs de busca. </li></ul><ul><li>Aplicar um Card Sorting: estudar usuários potenciais, através da organização de cartões. </li></ul>
  34. 34. um erro clássico <ul><li>Segundo Nielsen (2004), um erro nos sites e intranets é estruturar a informação baseado em como a empresa enxerga a sua informação. </li></ul><ul><li>Isso resulta em diferentes subsites para cada um dos departamentos ou para cada provedor interno de informação (espelhamento do organograma). </li></ul>
  35. 35. o que é card sorting <ul><li>É uma técnica para obter dados sobre o modelo mental dos usuários no que diz respeito ao espaço de informação (Nielsen, 2004). </li></ul><ul><li>Faz parte de uma abordagem centrada no usuário, onde o objetivo é aumentar a probabilidade do usuário encontrar um nó de informação, quando estiver navegando. </li></ul>
  36. 36. o que é card sorting <ul><li>Segundo Willis (2003), é uma técnica para compreender como o usuário agrupa informações dentro de um domínio. </li></ul><ul><li>Os participantes organizam cartões representando tipos específicos de informação. Willis, Dan. 2003. Http://www.dswillis.com/tools </li></ul>
  37. 37. quando aplicar <ul><li>No projeto de um novo sit e; </li></ul><ul><li>Na criação de uma nova área do sit e; </li></ul><ul><li>No redesign de um sit e. (Maurer & Warfel) </li></ul>
  38. 38. quando aplicar <ul><li>Segundo Maurer & Warfel, o Card Sorting não é uma técnica de avaliação e não deve ser usado para que se identifiquem erros. Sua aplicação consiste na exploração do modelo mental do usuário. </li></ul><ul><li>E ele é mais eficaz quando já se conhecem: - As necessidades dos usuários; - O inventário do conteúdo; </li></ul>
  39. 39. comparação <ul><li>Testes de usabilidade - Método de avaliação. Já partimos de um design. O objetivo é descobrir se este está adequado à natureza humana e quais os seus problemas. </li></ul><ul><li>Card sorting - Método de geração. Não parte de um design. Seu objetivo é descobrir como as pessoas pensam, sobre um tema. Acessar o seu modelo mental e o vocabulário utilizado. Pode-se combinar os dois métodos, utilizando-se protótipos em papel (Nielsen, 2004). </li></ul>
  40. 40. card sorting <ul><li>Robertson (2001) salienta que, ao término de sua aplicação, ainda não está finalizado o design da informação. Outros aspectos devem ser levados em conta: </li></ul><ul><ul><li>Requisitos da empresa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Direcionamento estratégico; </li></ul></ul><ul><ul><li>Limitações e objetivos técnicos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Princípios de usabilidade. </li></ul></ul>
  41. 41. tipos de card sorting <ul><li>Warfel classifica o Card Sorting segundo o aparato utilizado: Alta fidelidad e: é quando há o uso de um programa de computador para executar o trabalho (exemplos: EZSort, OptimalSort ) e os dados são tratados automaticamente; Baixa fidelidad e: forma tradicional, onde são distribuídos cartões físicos aos participantes, e os dados são tratados pelo pesquisador. </li></ul>
  42. 42. tipos de card sorting <ul><li>Segundo Montero & Fernandez (2004), há dois tipos de Card Sorting: </li></ul><ul><li>Aberto : o usuário agrupa livremente os itens criando o número de conjuntos que achar necessário; </li></ul><ul><li>Fechado : os grupos são previamente criados e rotulados pelo pesquisador, e o usuário apenas agrega itens a grupos pré-existentes. </li></ul>
  43. 43. tipos de card sorting <ul><li>Aberto : quando se lança um novo produto, ou quando é possível uma completa remodelagem de um existente. Os participantes podem nomear suas categorias (Willis, 2003) </li></ul><ul><li>OBS - Pode-se evitar um número excessivo de categorias, sugerindo uma limitação prévia (ex: oito categorias). Pode-se ainda permitir uma reunião progressiva de categorias em categorias mais abrangentes. </li></ul>
  44. 44. tipos de card sorting <ul><li>Fechado : os participantes organizam os cartões dentro de categorias já existentes. Usado para reorganizar ou aprimorar uma arquitetura existente (Willis, 2003) </li></ul><ul><li>VARIAÇÕES - Pode-se considerar não aceitar uma categoria de miscelânea. Pode-se permitir ou não a colocação de um mesmo item em mais de uma categoria. </li></ul>
  45. 45. amostra <ul><li>Robertson (2001) determina que o número mínimo de participantes de uma seção de Card Sorting deve ser de 4 pessoas. O número de seções a serem realizadas será determinado pela quantidade de grupos que forem possíveis de se identificar dentre os usuários finais do sistema. </li></ul>
  46. 46. amostra <ul><li>Gaffney (2000) desaconselha a execução do experimento em grupo, já que existe o risco da percepção individual se perder frente ao consenso do grupo. Nielsen (2000, 2004) mantém o posicionamento de realizar 1 seção por usuário. </li></ul>
  47. 47. amostra <ul><li>Apesar de defender que para os testes de usabilidade 5 usuários seriam o suficiente, Nielsen (2004) recomenda que o número seja de 15 participantes na aplicação do Card Sortin g. Porque não existe ainda produto a ser testado. Se existir, ele não é considerado durante o experimento. </li></ul>
  48. 48. amostra <ul><li>O modelo mental e o vocabulário das pessoas podem variar muito. </li></ul><ul><li>É necessário usar um número maior de sujeitos na amostra para obter resultado confiável. </li></ul>
  49. 49. procedimentos (fechado) <ul><li>Preparar dois grupos de cartões: coloridos e brancos; </li></ul><ul><li>Escrever nos coloridos as chamadas principais; </li></ul><ul><li>Escrever nos brancos os itens (dados ou links) que compõem a interface; Distribuir os cartões coloridos sobre uma mesa; </li></ul>
  50. 50. procedimentos (fechado) <ul><li>Embaralhar os cartões brancos e entregá-los; </li></ul><ul><li>Solicitar ao usuário que agrupe os cartões brancos de acordo com as chamadas dos cartões coloridos, da maneira mais apropriada; </li></ul><ul><li>Ao término, registrar (p.ex: fotografar) disposição dos itens em relação às chamadas principais; OBS - Se sobrarem cartões, deve-se pensar na inclusão de uma nova chamada, ou em um novo nome mais abrangente. </li></ul>
  51. 51. procedimentos (aberto) <ul><li>Escrever os nomes (e uma breve descrição opcional) de cada item em um cartão de papel; </li></ul><ul><li>Misturar os cartões e entregar todos os cartões para o usuário; </li></ul><ul><li>Solicitar ao participante que agrupe os cartões em pilhas, colocando juntos os que pertencem ao mesmo grupo. O usuário pode criar tantos grupos quanto ele quiser. Os grupos podem ser pequenos ou grandes; </li></ul>
  52. 52. procedimentos (aberto) <ul><li>Opcionalmente, solicitar que crie grupos maiores e mais genéricos. No final, pode-se pedir ao usuário que nomeie as pilhas (Nielsen). OBS - Ao nomear as pilhas, o usuário fornecerá idéias para palavras e sinônimos, que serão usados em rótulos, links, títulos e otimização de mecanismos de busca. </li></ul>
  53. 53. procedimentos (aberto) <ul><li>O Card Sorting é um exercício tão simples como colocar as coisas juntas: </li></ul><ul><li>1 - Pegue seu arquivo de receitas. </li></ul><ul><li>2 - Jogue todas as receitas no chão. </li></ul><ul><li>3 - Misture-as bem. </li></ul><ul><li>4 - Agora, comece a agrupá-las. Quando ver coisas parecidas com outras, coloque-as juntas. </li></ul><ul><li>5 - Quando acabar, pegue alguns post-its e dê um nome a cada grupo (Wodtke). Agora você tem um esquema organizacional. </li></ul>
  54. 54. abordagens <ul><li>De cima pra baix o: começa-se das categorias superiores, dividindo-as em subcategorias lógicas; </li></ul><ul><li>De baixo pra cim a: vão se agrupando os itens em categorias e essas categorias juntam-se para formar outras mais altas (Garret). </li></ul>
  55. 55. analisando dados (Wodtke) <ul><li>1 - Olhar qual é o esquema de organização dominante: Se for um site de receitas, a maior parte de suas categorias são baseadas em ingredientes? Pratos principais? Culturas? Tipicamente, um vai se sobressair. </li></ul>
  56. 56. analisando dados (Wodtke) <ul><li>2 - Ajustar a consistência da nomenclatura. </li></ul><ul><li>3 - Analise as categorias singulares. </li></ul>
  57. 57. analisando dados (Wodtke) <ul><li>4 - Agora, analisar o todo: - Os rótulos são adequados? - Há mais de um item em cada categoria? - Há categorias muito estensas, precisando ser subdivididas? </li></ul>
  58. 58. taxonomia (Wodtke) <ul><li>Depois deste refinamento, você terá uma taxonomia . Ela é simplesmente um sistema de organização hierárquico. Na web muito útil para a busca (browsing). Se você tiver feito o trabalho a contento, ninguém nunca vai notar que a taxonomia existe. </li></ul>
  59. 59. análise qualitativa <ul><li>A análise dos dados pode ser feita tanto de forma qualitativa quanto de forma quantitativa. </li></ul><ul><li>É indicado fazer uma análise qualitativa quando as categorias e os participantes não são numerosos. </li></ul><ul><li>É um processo elaborado que envolve um detalhamento maior das circunstâncias. Nela o pesquisador tem um peso maior no resultado, pois dependerá de sua análise subjetiva. </li></ul>
  60. 60. análise quantitativa <ul><li>A outra forma seria a análise quantitativa - baseada em cálculos estatísticos para determinar os resultados. </li></ul><ul><li>É mais adequada quando o número de participantes e categorias é elevado. </li></ul><ul><li>É comum aqui usar programas de computador para gerar diagramas. </li></ul><ul><li>Ferramenta online: OptimalSort . </li></ul>
  61. 61. análise visual <ul><li>Frisoni & Steil (2005) levam em consideração o modo como os participantes dispuseram os cartões para compor o menu do site (diagramação). </li></ul><ul><li>Não há referências sobre isso na revisão de literatura. Trata-se de uma inovação Card Sortin g. </li></ul>
  62. 62. conclusões <ul><li>Existem muitas formas de aplicar o Card Sorting . </li></ul><ul><li>Cabe ao pesquisador refletir sobre os objetivos de sua pesquisa para extrair o melhor da técnica. </li></ul><ul><li>No caso da análise qualitativa, os resultados foram explorados de forma mais rica e abrangente. Isso leva a uma arquitetura mais próxima do modelo mental do usuário e a soluções mais criativas e eficazes. PIRAUÁ, J; MOURA, D e PADOVANI, S. Discutindo o Card Sorting: uma análise da técnica. 6. USIHC </li></ul>
  63. 63. bibliografia <ul><li>PIRAUÁ, J; MOURA, D e PADOVANI, S. Discutindo o Card Sorting: uma análise da técnica. 6. USIHC – 6. Congresso Internacional de Ergonomia e Usabilidade, Design de Interfaces e Interação Humano-Computador. 2006. FAAC/UNESP. Bauru, SP. </li></ul><ul><li>Wodkte, Christina. Information Architecture: Blueprints for the Web. , 2003. New Riders. </li></ul><ul><li>Nielsen, Jakob. Card Sorting: How Many Users to Test. Alertbox. July, 2004. </li></ul><ul><li>Site OptimalSort. http://www.optimalsort.com/ </li></ul>
  64. 64. arquitetura de informação Arquitetura invisível

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