Apres Unirio Tese Agner

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    Apres Unirio Tese Agner - Presentation Transcript

    1. Luiz Agner Orientação: Anamaria de Moraes (DSc) PUC-Rio (novembro 2007) Arquitetura de Informação e Governo Eletrônico Diálogo Cidadãos-Estado na World Wide Web, Estudo de Caso e Avaliação Ergonômica de Usabilidade de Interfaces Humano-Computador
    2. Introdução
      • O trabalho - analisa aspectos do diálogo cidadãos-Estado na World Wide Web,
      • considera a configuração dos meios técnicos de comunicação interativa disponibilizados pela web
      • e a otimização deste processo pelos profissionais de Design, Arquitetura de Informação e Ergonomia.
    3. Introdução
      • O objeto de estudo é a usabilidade e a Arquitetura de Informação do portal IBGE – um portal informacional emblemático de serviços de governo eletrônico (e-Gov) no Brasil.
    4. Introdução
      • Sucesso:
        • Prêmios Ibest
        • Dez milhões de usuários (2005)
    5. Introdução
      • O portal IBGE disponibiliza grande quantidade de dados estatísticos, socioeconômicos, geocientíficos e ecológicos,
      • servem como embasamento para políticas e ações sociais do Estado
      • pautam o seu diálogo com a sociedade civil.
    6. Introdução
      • Utilização por:
        • Empresas
        • Pesquisadores
        • Jornalistas
        • Estudantes
        • Poder público
          • federal
          • estadual
          • municipal
        • Sociedade civil
        • Organismos internacionais
    7. Introdução
      • A tese analisa os pontos fortes e fracos da sua Arquitetura de Informação,
      • considera o objetivo de disseminar informações para toda a sociedade, com amplo acesso dos cidadãos.
    8. Introdução Contexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE
    9. Introdução Contexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE Objetivos da organização, políticas, cultura, tecnologia e recursos humanos
    10. Introdução Contexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE Objetivos da organização, políticas, cultura, tecnologia e recursos humanos Documentos, formatos/tipos, objetos, metadados, estrutura existente
    11. Introdução Contexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE Objetivos da organização, políticas, cultura, tecnologia e recursos humanos Audiências, tarefas, necessidades, comportamento de busca de informação, experiência, vocabulário Documentos, formatos/tipos, objetos, metadados, estrutura existente
    12. Governo eletrônico
      • Movimento que tem manifestações em diversos países.
      • Se formalizou em janeiro de 1999, quando Al Gore, então vice-presidente dos EUA, abriu o I Fórum Global sobre Reinvenção do Governo, com a presença de 45 países.
    13. Governo eletrônico
      • Significa muito mais do que a idéia de um governo informatizado.
      • Trata-se de um Estado aberto e ágil para atender às necessidades da sociedade.
      • Envolve utilizar tecnologias de informação e comunicação para ampliar a cidadania, a transparência e a participação dos cidadãos.
    14. Governo eletrônico
      • É o conjunto de serviços e de acesso a informações que o governo oferece aos diferentes atores da sociedade civil por meios eletrônicos.
      • No Brasil, os desafios passam por duas grandes frentes:
        • a criação de uma base infra-estrutural de inserção para todos os atores sociais e
        • a realização de transformações na estrutura burocrática do Estado ( Ferrer)
    15. Governo eletrônico
      • Papéis do e-Gov:
        • promotor da cidadania:
        • instrumento de mudança das organizações públicas.
        • promover a disseminação da tecnologia de informação (inclusão digital).
        • disseminação de práticas de Gestão do Conhecimento.
    16. Arquitetura de informação
      • Novas tecnologias de informação estão sendo introduzidas com grande impacto sobre o modo como trabalhamos, aprendemos e nos comportamos.
      • Em vez de melhorar as nossas vidas, elas estão complicando e tornando-as caóticas.
      • Não é surpreendente a emergência de uma nova profissão para lidar com essas questões – a AI.
    17. Arquitetura de informação
    18. Arquitetura de informação (MACEDO, 2005)
    19. Arquitetura de informação
      • Ciência da Informação : - A disciplina que investiga as propriedades e o comportamento da informação, as forças que governam o fluxo da informação e os meios de processamento da informação para a sua ótima acessibilidade e usabilidade. (BORKO, 1968).
    20. Arquitetura de informação Cadeia da compreensão
    21. Arquitetura de informação
      • A informação está sendo produzida em um ritmo que excede as habilidades humanas para encontrá-la, revisá-la e compreendê-la.
      • A era da informação é uma explosão da “não-informação” – uma explosão de dados.
      • O “buraco negro” existente entre dados e informação levou à epidemia batizada pelo autor de ansiedade de informação (Wurman).
    22. Arquitetura de informação
      • Ansiedade de informação (Wurman).
      • A crise contemporânea é a de como transformar informação em conhecimento.
      • Mais informação deveria representar mais oportunidades para aumentar a compreensão do mundo, mas não é o que ocorre na prática.
      • A explosão de informações funciona como uma espécie de cortina de fumaça.
    23. Método e técnicas
      • Objetivo geral
        • Contribuir para o aprimoramento do portal IBGE e do e-Gov, levando em consideração questões práticas relacionadas à Usabilidade e à Arquitetura de Informação.
    24. Método e técnicas
      • Objeto
        • A usabilidade e a Arquitetura de Informação do portal de disseminação de informações do IBGE na World Wide Web com ênfase no seu usuário e em contraste com os conceitos gerais que orientam os programas de e-Gov.
    25. Método e técnicas
      • Problema
        • Os usuários do portal têm dificuldades em encontrar as informações disponibilizadas. Isto se configura num problema de usabilidade de interfaces e de Arquitetura de Informação.
    26. Método e técnicas
      • Hipótese
        • Devido a sua alta complexidade informacional, a Arquitetura de Informação do portal IBGE não espelha as expectativas dos usuários.
        • Isto dificulta o acesso de pesquisadores e de cidadãos comuns, que não conhecem previamente a estrutura de produção e divulgação das pesquisas do IBGE.
    27. Método e técnicas
      • Método
        • Método qualitativo
      • Técnicas
        • Entrevistas de história oral
        • Avaliações assistemáticas
        • Testes de usabilidade em campo.
    28. Método e técnicas
      • História oral
        • Entrevistas com pessoas que participaram de acontecimentos, conjunturas e visões de mundo.
        • Permite recuperar o que não encontramos documentado; amplia o conhecimento através do estudo de experiências particulares;
        • Entrevistados estão entre os que participaram, viveram, presenciaram ou se inteiraram de ocorrências e que possam fornecer depoimentos significativos.
    29. Método e técnicas
      • Objetivos da história oral
        • Informações sobre os canais do portal IBGE, públicos-alvo, tecnologias, conteúdos e formatos e um pouco da história de sua elaboração –
        • segundo as palavras, recordações e visões dos profissionais que participaram de sua criação, produção e gestão.
    30. Método e técnicas
      • 16 entrevistas (2004 – 2007).
        • Técnicos (analistas de sistema)
        • Conteudistas (jornalistas, publicitários)
        • Designers de web
        • Gerentes/gestores
        • Profissionais de atendimento ao usuário
    31. Método e técnicas
      • Teste de usabilidade
        • É um processo empírico de aprender a partir dos usuários, sobre a usabilidade de um produto, observando-os durante a sua utilização.
        • Registrados em vídeo ou em áudio, usuários interagem com o sistema, em condições controladas, para checar o sucesso das interfaces, observando dados comportamentais.
        • (RUBIN, 1994; DUMAS & REDISH, 1994; BARNUM, 2002).
    32. Método e técnicas
      • Teste de campo
        • o pesquisador vai ao usuário em vez de convidá-lo a vir até ele;
        • o pesquisador observa o ambiente real onde o usuário trabalha ou vive;
        • o pesquisador observa o usuário com todas as interrupções e distrações do ambiente.
    33. Método e técnicas
      • Cenário
        • “Você está realizando uma pesquisa para o seu curso de pós-graduação (mestrado ou doutorado). A sua pesquisa envolverá o estudo do comportamento de consumo da população idosa no Brasil. Para completar a redação do capítulo inicial, você deverá incluir alguns dados demográficos atuais sobre a distribuição da população idosa no País”.
    34. Método e técnicas
      • Tarefa 1
        • “ A partir da home page do portal IBGE, identifique em que estado do Brasil reside a maior concentração de pessoas idosas (com mais de 60 anos). Aponte o número atual, em termos absolutos.”
    35. Método e técnicas
      • Tarefa 2
        • “ A partir da home page do portal IBGE, descubra em que bairro da cidade de Recife reside a maior concentração de cidadãos da terceira idade. Aponte o número atual, em termos absolutos.”
    36. Método e técnicas
      • Laboratório portátil
        • Notebook Pentium 4 com Windows XP.
        • Navegador Internet Explorer 6.
        • Webcam.
        • Mouse.
        • Headphone e microfone de cabeça.
        • Software de captura de telas Camtasia 3.
        • Câmera digital com cartão de memória
        • Gravador analógico de áudio
        • Acesso sem fios à Internet
        • Questionários e documentação impressos
    37. Método e técnicas
      • Laboratório portátil
        • Notebook Pentium 4 com Windows XP.
        • Navegador Internet Explorer 6.
        • Webcam.
        • Mouse.
        • Headphone e microfone de cabeça.
        • Software de captura de telas Camtasia 3.
        • Câmera digital com cartão de memória
        • Gravador analógico de áudio
        • Acesso sem fios à Internet
        • Questionários e documentação impressos
    38. Método e técnicas
      • Laboratório portátil
        • Notebook Pentium 4 com Windows XP.
        • Navegador Internet Explorer 6.
        • Webcam.
        • Mouse.
        • Headphone e microfone de cabeça.
        • Software de captura de telas Camtasia 3.
        • Câmera digital com cartão de memória
        • Gravador analógico de áudio
        • Acesso sem fios à Internet
        • Questionários e documentação impressos
    39. Método e técnicas
      • Documentos auxiliares
        • Questionário pré-teste
          • para definir o perfil dos participantes;
        • Questionário pós-teste
          • para aplicação após o teste;
        • Declaração de ciência e autorização
          • consentimento para gravações e sua utilização e outras informações.
    40. Método e técnicas
      • Protocolos de verbalização:
        • Concorrente
        • Retrospectivo
    41. Resultados: história oral
      • A partir da análise das entrevistas, foi identificado o consenso de que as informações disponibilizadas pelo IBGE interessam a todos os setores da sociedade brasileira e a eles se destina.
      • Desse modo, têm como público-alvo a sociedade vista como a totalidade dos seus cidadãos.
      • “ Do estudante de ensino fundamental ao presidente da República”.
    42. Resultados: história oral
    43. Resultados: história oral
    44. Resultados: história oral
    45. Resultados: história oral
    46. Resultados: história oral
    47. Resultados: história oral
    48. Resultados: testes de campo
      • 24 pesquisadores acadêmicos (pós-graduação) de diversas instituições.
      Perfil dos avaliadores
    49. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
    50. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
    51. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
    52. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
    53. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
    54. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
    55. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
    56. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
    57. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
    58. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
    59. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
    60. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
    61. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
    62. Resultados: testes de campo
    63. Resultados: testes de campo
    64. Resultados: testes de campo
    65. Resultados: testes de campo
    66. Resultados: testes de campo
      • A experiência dos usuários
      • A maioria dos participantes relatou uma experiência de frustração, desorientação ou dificuldade:
        • “ Me senti muito confusa, muito perdida” (participante 8).
        • “ Em cada opção que eu entrava, eu ficava um pouco perdido, porque não encontrava ali respostas claras” (participante 6).
        • “ Eu fiquei completamente perdido. (...) Uma frustração total” (participante 23).
    67. Resultados: testes de campo
    68. Resultados: testes de campo
    69. Resultados: testes de campo
    70. Resultados: testes de campo
    71. Resultados: testes de campo
    72. Resultados: testes de campo
    73. Resultados: testes de campo
      • Os problemas relacionam-se à ineficiência dos mecanismos de busca, à taxonomia aparentemente ilógica ou incompleta, à falta de clareza dos rótulos e links , e aos problemas de redação – todos problemas típicos de Arquitetura de Informação.
    74. Análise dos dados, checklist e heurísticas
      • Problemas de usabilidade e outras observações - Usuário despende cerca de um minuto e meio para analisar o menu da home page e fazer a sua primeira escolha. - Navegar sobre um mesmo tema leva à abertura de novas janelas do navegador. - Ícones para acesso à continuação das tabelas estão pouco visíveis e abaixo da linha de scroll .
      • Exibir lista completa
    75. Análise dos dados, checklist e heurísticas Problema que pode até ser importante, mas não é estritamente considerado um problema de usabilidade. Outros 5 Problema localizado ou menor; pode ser objeto de futuro aprimoramento. Menor 4 Gera um impacto moderado na usabilidade. Médio 3 Problema que gera uma significativa demora ou frustração. Maior 2 Problema que impede a realização das tarefas e que precisa ser urgentemente corrigido. Emergencial 1 Descrição Grau de severidade
    76. Análise dos dados, checklist e heurísticas
      • A extensa relação de problemas e de eventos de usabilidade observados foi submetida a um processo de classificação com abordagem do tipo bottom-up , com embasamento conceitual nos critérios heurísticos de NIELSEN (2007), BASTIEN e SCAPIN (1993) e ROSENFELD (2007).
      • Os itens foram agrupados de modo a refletir com clareza e precisão os problemas de usabilidade e de Arquitetura encontrados no estudo de caso.
    77. Análise dos dados, checklist e heurísticas
      • Jakob Nielsen: A liberdade de considerar heurísticas específicas que se aplicam a classes de produtos ou sistemas específicos.
      • Critérios heurísticos do IBGE .
    78. Heurísticas do IBGE
      • Navegabilidade
      • Redução da carga de trabalho
      • Compatibilidade com o modelo mental do usuário
      • Liberdade e controle do usuário
      • Homogeneidade e coerência
      • Prevenção de erros
      • Adaptabilidade e flexibilidade
      • Atenção em áreas específicas
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    79. Análise dos dados, checklist e heurísticas
      • C heck list - instrumento projetual para orientar redesenhos, correções, acréscimos ou atualizações.
      • O check list foi submetido à validação junto à equipe de designers e profissionais responsáveis pelo portal IBGE.
    80. Análise dos dados, checklist e heurísticas 30 anos, designer do portal IBGE, graduação em desenho industrial, e especialização em animação. 5 36 anos, designer do portal IBGE, graduação em desenho industrial e especialização em design de interfaces. 4 33 anos, designer do portal IBGE, graduação em desenho industrial e especialização em jogos de computador. 3 39 anos, analista do portal IBGE, graduação em análise de sistemas, especialização em marketing. Cursa mestrado em ciência da informação. 2 29 anos, designer do portal IBGE, graduação em desenho industrial e especialização em projeto e gerência de sistemas. 1 Perfil dos avaliadores do IBGE
    81. Análise dos dados, checklist e heurísticas
    82. Análise dos dados, checklist e heurísticas
    83. Análise dos dados, checklist e heurísticas
    84. Análise dos dados, checklist e heurísticas
    85. Análise dos dados, checklist e heurísticas
    86. Análise dos dados, checklist e heurísticas
    87. Análise dos dados, checklist e heurísticas
    88. Análise dos dados, checklist e heurísticas
    89. Análise dos dados, checklist e heurísticas
    90. Análise dos dados, checklist e heurísticas
      • - “Infelizmente conhecemos muito pouco do nosso usuário. Acredito que o site do IBGE precisa ser reestruturado levando em consideração boa parte das aplicabilidades propostas no estudo.”
        • Avaliador do IBGE 1
    91. Análise dos dados, checklist e heurísticas
      • - “Acho que são pertinentes e servem bem para avaliarmos a condição do portal perante os usuários. Há muitos problemas, sabemos, e é muito importante que haja pesquisas nesta direção. E se há uma coisa que acrescento é que, de fato, pouco fazemos para conhecer de verdade o nosso usuário...”
        • Avaliador do IBGE 2
    92. Análise dos dados, checklist e heurísticas
      • - “Acredito que este check list tem seu valor em apontar muitas questões conceituais que deveriam ter influência no desenvolvimento da interface do portal e não estão sendo atualmente considerados.”
        • Avaliador do IBGE 3
    93. Conclusões para o IBGE
      • As questões relacionadas à Arquitetura de Informação e à usabilidade não são sistematicamente consideradas, dentro do processo de trabalho da equipe do IBGE.
      • Estas disciplinas do Design não estão presentes em meio às atribuições cotidianas da equipe de designers, que se concentram na parte técnica.
    94. Conclusões para o IBGE
      • Por não fazerem parte da metodologia dos projetos, os problemas objetivos e tecnológicos acabam tendo predominância e o Design é feito por intuição.
      • “A gente faz o site no escuro”.
    95. Conclusões para o IBGE
      • A Instituição encontrava-se no “nível zero de maturidade” quanto à consciência da usabilidade como disciplina formal do Design. (SCHAFFER, 2004)
    96. Conclusões para o IBGE
      • A lógica reflete os processos de produção de informações e de sua disseminação para os veículos de massa.
      • É o modelo dos provedores de conteúdo do IBGE,
      • mas não o modelo de busca dos usuários que acessam o seu portal.
    97. Conclusões para o IBGE
      • Modelo mental:
      • Os pesquisadores esperavam acessar a informação partindo de um nível temático geral para o específico.
      • A metáfora geográfica também representou forte referência mental.
        • O portal não refletiu as expectativas.
    98. Conclusões para o IBGE
      • Deve adotar novas formas de organizar e estruturar a sua informação, de modo a facilitar o acesso dos dados aos pesquisadores que não estão familiarizados com os nomes, terminologias ou as metodologias de suas pesquisas.
    99. Conclusões para o IBGE
      • Prover diferentes dimensões de acesso à informação:
      • Taxonomias alternativas:
        • temas,
        • localização geográfica,
        • formatos,
        • públicos-alvo e
        • títulos das pesquisas.
    100. Conclusões para o IBGE
      • A consistência do sistema de rotulação deve ser garantida quanto a
        • estilo, apresentação, sintaxe, granularidade, completude e linguagem do usuário.
      • O sistema de rotulação deve evitar o emprego de jargões da organização como a sigla SIDRA.
    101. Conclusões para o IBGE
      • Os testes nos alertaram para o fato de que atenção especial deve ser dispensada aos mecanismos de busca.
    102. Conclusões para o IBGE
      • Lista de problemas de alta prioridade que necessitam de correção imediata.
      • Avaliados com o grau 1 de severidade,
      • emergenciais e impedem a realização de tarefas.
      • Lista emergencial
    103. Conclusões para o IBGE
      • Questionar a opção estética pelo estilo visual de “portal”, inspirado em sites famosos.
      • A estética de portal levou a uma grande aglutinação de rótulos, links e itens de informação na primeira página – o que é interpretado, por considerável parte dos usuários, como “poluição visual”.
    104. Conclusões para o IBGE
      • Além das linguagens técnica , jornalística e pedagógica , uma quarta linguagem precisará ser concebida para facilitar a apresentação de informações ao cidadão e garantir a compreensão.
      • A linguagem do cidadão .
    105. Conclusões para o IBGE
      • No modelo da “disponibilização” de informações, coloca-se o dado online à disposição do especialista.
      • Na verdadeira comunicação, trabalha-se com a utilização e a apropriação desse dado pelo cidadão.
    106. Conclusões para o e-Gov
      • Os métodos da AI e do DCU podem contribuir em todas as fases de desenvolvimento e implantação do e-Gov:
        • fase 1 – a presença na Web;
        • fase 2 – interação com o usuário;
        • fase 3 – transações e serviços; e
        • fase 4 – redefinição dos serviços do Estado.
    107. Conclusões para o e-Gov
      • Uma profunda mudança filosófica deve ocorrer em direção ao desenvolvimento de tecnologias centradas no usuário, pois a maioria das empresas está focada na geração de funcionalidades.
      • A partir de demandas de executivos, de departamentos de marketing ou de vendas.
    108. Conclusões para o e-Gov
      • A equipe de Design deverá mudar seu próprio paradigma.
      • Deve desenvolver projetos a partir de um processo iterativo (prototipar-testar-redesenhar) e,
      • as organizações devem desenvolver a cultura de suporte a este tipo de metodologia.
    109. Desdobramentos da pesquisa
      • Um tópico que merece investigação adicional é a questão da institucionalização da usabilidade nas organizações do Estado.
      • Seria adequado pensar em definir parâmetros para um modelo normativo da usabilidade?
    110. Consideração final
      • O sentido da ação transformadora que o designer, o ergonomista e o arquiteto de informação podem desempenhar nas organizações do Estado.
      • Ao deslocar o foco dos projetos do sistema técnico para o ser humano, esses profissionais podem ter uma contribuição concreta a oferecer à dinâmica de mudança das organizações.
    111. Obrigado pela atenção.
    112. Obrigado pela atenção.

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