10. Identificando os problemas de usabilidade com eye tracking
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Apresentação dos alunos da Pós-Graduação em Ergodesign de Interfaces e Arquitetura de Informação da PUC-RIO (CEE) - edição 2011....

Apresentação dos alunos da Pós-Graduação em Ergodesign de Interfaces e Arquitetura de Informação da PUC-RIO (CEE) - edição 2011.
Prof. Luiz Agner
Disciplina: Testes Formais de Usabilidade
Baseado no livro HandBook of Usability Testing, de J. RUBIN.

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10. Identificando os problemas de usabilidade com eye tracking Presentation Transcript

  • 1. Teste de Usabilidade
    • Pós-graduação lato-sensu - CCE - PUC Rio
    • Ergodesign, Usabilidade e Arquitetura da Informação
    Leonardo Caetano | Luciana Albuquerque
  • 2. Identifying Web Usability Problems from Eye-Tracking Data
    • Apresentação do artigo
    de Claudia Ehmke e Stephanie Wilson Centre for HCI Design - City Universe - London UK
  • 3. Introdução
    • O uso frequente da internet na rotina das pessoas faz com que elas esperem uma evolução constante das interfaces, e qualquer experiência de navegação tem que ser positiva.
    Poor usability is not tolerated by users who simply choose to go elsewhere “ Por consequência, analisar a usabilidade dos sites e realizar alguns testes têm se tornado muito comum. Entre as diversas formas de avaliar uma interface, existe o eye-tracking.
  • 4. Introdução
    • Os olhos nunca se mantém em uma mesma posição por muito tempo, se movem muitas vezes por segundo, em movimentos curtos passando por alguns pixels ou em movimentos longos.
    O eye-tracker é um aparelho captura os movimentos dos olhos. Resultado: um gráfico indicando o caminho que os olhos dos usuários seguiram, onde ele passou mais ou menos tempo olhando, tentando entender a tomada de decisão do usuário, seu modelo mental e estímulos. Comparando-se mais de um usuário, tenta-se encontrar comportamento padrão. Um estudo feito Just e Carpenter assume que o local para onde você está olhando indica onde está prestando atenção ou no que está pensando sobre. O artigo relaciona o resultado do eye-tracking com a existência de problemas de usabilidade.
  • 5. Introdução Eye Tracker
  • 6. Introdução Gaze plot Mapa de calor Fixations: Olhar fixo Saccades: Movimentos rápidos (involuntários) Gaze plot: O gráfico de resultados do eye-tracker
  • 7. Dados
    • Histórico:
    • Apesar de ser uma nova técnica na área de U s abilidade, o eye-tracking já é utilizado em outras displinas como a Psicologia há pelo menos 60 anos.
    • Sobre o Eye-Tracking e a Usabilidade:
    • Entre referências estudadas, uma pesquisa realizada por Amitage em 2006 propõe algumas interpretações básicas sobre o movimento dos olhos:
    • long fixations (confusão ou interesse)
    • back-track saccade (possivel confusão)
    • back and forth between two objects (escolha/comparação ou distração)
    • reading headings and subheadings but no more (desinteresse)
    • entre outras...
  • 8. Dados Pesquisas relacionadas: No artigo são citadas rapidamente outras pesquisas relacionadas a esta que serviram de background para a formulação do artigo:
  • 9. Dados Pesquisas relacionadas (continuação):
  • 10. Dados Pesquisas relacionadas (continuação):
  • 11. Dados Jacob e Karn fizeram um overview dos estudos sobre eye-tracking e métricas em HCI. Foram analisados 24 estudos entre 1950 e 2002. Identificando 6 métricas mais comuns: - Total de pontos de fixação (11 estudos) - Gaze em cada área de interesse (7 estudos) - Média de duração das fixações (6 estudos) - Fixação em cada área de interesse (6 estudos) - Duração média do gaze em cada área de interesse (5 estudos) - Taxa de fixação - em geral (5 estudos) Eles também ressaltam que essas métricas às vezes não são as mais adequadas e indicam algumas outras, incluindo Scan Path (caminho que os olhos seguem pela página) e Probabilidade de transições entre áreas de interesse para avaliar organização dos elementos no layout.
  • 12. Conclusão Quanto aos Dados Vários estudos comparam os resultados da avaliação de usabilidade tradicional a diferentes métricas de eye-tracking. A maior referência é o estudo feito por Goldberg e Kotval que continuamente vem sendo acrescido de novas métricas. No entanto, avaliações de especialistas e medidas de desempenho só podem dar uma visão geral do problema, não estabelecendo ligações diretas entre métricas e problemas de usabilidade. O artigo investiga a correlação entre os padrões de usuários definidos pelo eye-tracking e os problemas de usabilidade específicos de diferentes contextos.
  • 13. Eye-Tracking: Método - O moderador deve ter as tarefas para ser realizadas em um ou dois sites diferentes. - O usuário deve falar enquanto faz as tarefas (think-aloud) - Pode-se fazer perguntas sobre a percepção do usuário depois da realização das tarefas, (retrospective protocols) - O moderador deve observar o usuário realizando as tarefas. - O eye-tracker vai capturar o movimento dos olhos - Depois deve-se analizar todos os dados e fazer uma correlação entre eles.
  • 14. Método do Teste Foram analisados dois sites – BBC e The Train Line com uma tarefa específica para cada um dos sites. Todos os participantes deveriam testar os dois sites se o tempo disponível permitisse. Alguns usuários seriam incentivados a falar enquanto realizavam a tarefa e outros não. Outros usuários participariam de uma entrevista pós-teste analisando as filmagens e explicando o que estava vendo ou pensando naquele momento. Foram coletados protocolos verbais (think-aloud), dados de observação e das entrevistas pós-teste para identificar problemas de usabilidade, bem como dados de rastreamento ocular fornecidos pelo eye-tracker. As correlações entre os dois foram então analisados.
  • 15. Tarefas BBC (bbc.com) - Encontrar as condições para o surfe no País de Gales Para avaliar os elementos de navegação e o escaneamento das imagens, textos e outros elementos na tela. The Train Line (thetrainline.com) - Encontrar uma jornada específica de um trem Para avaliar inserção de texto e o escaneamento das informações.
  • 16. Participantes 19 participantes (9 mulheres e 10 homens) - Alguns usavam lentes ou óculos mas isso não foi um impedimento. - 9 deles tinham algum conhecimento em HCI, mas nenhum tinha participado de testes antes - Idade entre 22 e 55 anos, sabendo que só dois tinham mais que 36. - Inglês era língua nativa de menos da metade, mas todos vivem em londres e falam inglês fluentemente. - Todos lidam com internet diariamente - Todos conheciam o site da BBC - Somente dois conheciam o site thetrainline.com
  • 17. Procedimentos do Teste
    • Breve questionário quanto a dados demográficos.
    • Eye-tracker calibrado para o participante, as tarefas foram explicadas e inicia-se o teste.
      • Realizar as tarefas para os dois sites dependia de limitações de tempo dos participantes
    • Alguns participantes foram incentivados a pensar em voz alta (think-aloud) e outros não – um dos objetivos do teste era correlacionar este dado também.
    • Após o teste, alguns participantes tiveram suas gravações mostradas a eles mesmos e foram solicitados a descrever porque tinham feito determinada coisa ou o que estava chamando sua atenção.
  • 18. Extração dos Problemas de Usabilidade 1- Foram extraídos problemas de usabilidade dos dados brutos (raw data) das observações, do think-aloud e da conversa depois da tarefa (retroscpective protocol) 2- Procurou-se comportamentos comuns a todos os usuários (onde mais de um usuário teve o mesmo problema) 3- Comparou-se os problemas entre os sites para identificar problemas únicos em cada site / tarefa.
  • 19. Extração dos Problemas de Usabilidade No total, foram identificados 74 ocorrência de problemas de usabilidade no BBC, e 75 no The Train Line (alguns duplicados, obviamente). Estes problemas foram divididos entre “ site problem ” e “ page problem ” . Depois esse número foi compilado:
  • 20. Correlação entre Problemas de Usabilidade e os Padrões do Eye-Tracking Problemas que ocorreram com mais frequência:
  • 21. Limitações do Método
    • Um único moderador torna a compilação mais consistente, porém, fica restrito a UMA única interpretação.
    • O eye-tracker identifica onde pode estar um problema, mas não o explica.
    • Não havia métricas anteriores para fazer comparações.
    • O software e suas limitações e o tempo de realização da pesquisa.
  • 22. Problemas com o Esquema de Correlação
    • T ratamento e harmonização de padrões para os diferentes participantes.
    • Limitações das métricas para a combinação de resultados, pois não eram suficientemente claras.
    • A identificação de amplos padrões de rastreamento ocular e limitações de tempo não permitiram verificar se o padrão era confiável.
    • Alguns padrões só foram identificados com o think-aloud e não pela ferramenta.
  • 23. Conclusão
    • Foi provada a correlação dos problemas de usabilidade com os padrões identificados pelo eye-tracking.
    • Foram criadas novas métricas que enriquecem a literatura sobre o assunto.
    • Comprovado que é possível usar o eye-tracking como uma fonte segura de dados, porém seus padões devem ser estudados com mais profundidade.
    • Sérios problemas técnicos foram experimentados com a configuração do eye-tracker que afetou o estudo. É necessária uma análise mais abrangente dos dados com outra abordagem para investigar essas e outras correlações.