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  • 31 de Julho a 02 de Agosto de 2008 ALIANÇA SUSTENTÁVEL - CRESCIMENTO ECONÔMICO E A SUSTENTABILIDADE Geraldo Cardoso de Oliveira Neto (UNIP) geraldo.prod@ig.com.br Oduvaldo Vendrametto (UNIP) oduvaldov@uol.com.br José Benedito Sacomano (UNIP) Sacomano@terra.com.br Osvaldo D’Angelo Perretti (UNIP) osvaldo.dp@uol.com.br Osmildo Sobral dos Santos (UNIP) osmildosobral@yahoo.com.brResumoA economia tradicional sempre se preocupa com resultadoseconômicos. Isto gerou ao longo do tempo uma aparenteincompatibilidade entre crescimento econômico e Sustentabilidade.Essa visão vem sendo mudada.A quebra de paradigmas é, portanto, indispensável para promoverpráticas Sustentáveis focadas na realidade física, como acontece nociclo biológico, em que os resíduos são reutilizados pela terra, semprejudicar o meio ambiente.Uma maneira do empresário se voltar às práticas reais daSustentabilidade é através da Ecologia Industrial que promovemudanças na forma de tratar os resíduos.O crescimento econômico não deve ser antagônico a Sustentabilidadedo ambiente, mas atuarem de forma conjunta para a preservação doambiente e da vida.AbstractThe traditional economy always is worried about economic results.This generated to long of the time an apparent incompatibility betweeneconomic growth and Sustainable. This vision comes being moved. The paradigm in addition is, thereforre, indispensable to promotepractical Sustainable come back in the physical reality, as it happens inthe biological cycle, where the residues is reused by the land, withoutharming the environment. A way it entrepreneur if to come back to practical true of theSustainable is through the Industrial Ecology that promotes changes inthe form to treat the residues.
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008 The economic growth does not have to be antagonistic the Sustainable of the environment, but to act of joint form for the preservation of the environment and the life. Palavras-chaves: Sustentabilidade, Crescimento Econômico, Produção Mais Limpa e Ecologia Industrial.IV CNEG 2
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 20081. Introdução Os conceitos de Sustentabilidade e Crescimento Econômico constituem temaemergente em Engenharia de Produção na implementação da ecologia industrial. Uni-los éuma tarefa árdua para economistas, políticos, empresários, ecologistas e população, visto quea preocupação das elites que governam o país ou aqueles que estão a frente de grandesempresas com o meio ambiente é mínima ou nenhuma, inclusive falta conscientização porparte da população. Crescer economicamente somente almejando aumentar o PIB e a renda per capita, éser reativo, é remediar, é tratar o resíduo no fim do tubo que se difere de um desenvolvimentosustentável onde pelo qual implementa-se a ecologia industrial com controle das emissões nafonte com políticas de Produção Mais Limpa (P+L) de maneira ecoeficiente com prevençãoda poluição antes dessas prejudicarem o habitat natural. Conforme a revista B2B Magazine (2007) diante da degradação dos ecossistemasambientais vai elevar os riscos de sobrevivência das gerações seguintes e que, certamente,vamos arcar com as conseqüências desse descaso. O debate atual é acalorado e cria uma sériede controvérsias em relação ao que é ou não um fato isolado ou algo que precisa ser analisadocom mais frieza e decidido com certa emergência. Na atualidade o problema principal é que essas discussões parecem míopes, pois oconceito de sustentabilidade é muito mais abrangente do que apenas tratar do desmatamento,do derretimento das geleiras ou das fontes alternativas de energia. Sobre esse assunto, o Conselho Empresarial Brasileiro para o DesenvolvimentoSustentável – CEBDS (2007b), por intermédio de seu presidente Fernando Almeida,menciona que é uma questão de econômica, social e ambiental onde o aquecimento global,redução de CO2 e consumo de energia são pilares importantes, mas não representam nem10% do conceito que é, por natureza holístico. O Objetivo Geral deste trabalho é Itensificar no pensamento dos empresários,políticos, população, economistas e ecologistas que é preciso criar uma aliança sustentável,unindo o Crescimento Econômico com a Sustentabilidade para o futuro e continuidade daraça humana. Os objetivos específicos são:- Apresentar conceitos de Crescimento Econômico e Sustentabilidade, buscando umIV CNEG 3
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008pensamento uníssono;- Demonstrar a abordagem da ecologia industrial e os ciclos biológicos rumo aSustentabilidade. Assim será apresentado conceitos de alguns autores, políticos e economistasconsagrados sobre o assunto, pois o desenvolvimento sustentável ainda é tema emergente eprecisa ser intensificado de conhecimentos científicos, isso causa a miopia onde pelo qual nãoexistem instrumentos para medir ou dar resultados concretos sobre o tempo de vida terrestre,mas sim esse tema é acalorado devido as reações e percepções visíveis tais como oaquecimento global, desmatamento e das fontes alternativas de energia.2. Crescimento Econômico e Sustentabilidade segundo alguns autores Veiga (2005) esclarece que existem três tipos básicos de resposta sobre odesenvolvimento: 1) a mais freqüente é tratar o desenvolvimento como sinônimo dedesenvolvimento econômico; 2) o desenvolvimento não passa de ilusão, crença, mito oumanipulação ideológica; e, 3) é tentar explicar que o desenvolvimento nada tem de quiméricoe nem pode ser amesquinhado como crescimento econômico. O desenvolvimento como crescimento econômico apenas se resume à renda per capitaou à renda do trabalhador, em resumo, o que economistas precisa saber é macroeconomia emicroeconômia, duas disciplinas devotadas ao crescimento econômico, e não a idéia muitomais ampla do desenvolvimento. O crescimento não passa de ilusão, pois aqueles que detêm o poder só acumulam ariqueza, não pensam em dividir, ou utilizar em prol da sustentabilidade denominado núcleoorgânico. Não adianta medir o desenvolvimento através da renda per capita, se trata de cifrascegas, pois as comparações são extremamente divergentes e não irão demonstrar nada defactível a não ser uma média com renda per capita alta “mentirosa”, mas com rendas muitoaltas e outras cada vez mais miseráveis. Um Estado que apresenta uma renda per capita elevada não quer dizer que ele sejasustentável. O seu desenvolvimento sustentável é demonstrado pelo resultado do IDH - Índicede Desenvolvimento Humano e pelo (IDS) - Índice de Desenvolvimento Social ondeapresenta índices de renda, escolaridade e longevidade, observando o direito de viver maistempo com um padrão de vida melhor.IV CNEG 4
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008 De acordo com Veiga (2005) a sustentabilidade apresenta três padrões básicos deresposta, primeiro não existe relação entre conservação ambiental e crescimento econômico;segundo o crescimento econômico prejudica o meio ambiente até o patamar de riqueza aferidapela renda per capita e depois o mesmo crescimento passa a melhorar a qualidade ambiental eem ultimo ao examinar a relação entre o comportamento da renda per capita e indicadores dedeterioração ambiental. Na revista Ecological Economics (1997), Georgescu-Roegen critica a tese de Solow(1993) e comenta que recursos naturais e capitais são geralmente complementares e nãosubstitutos e pensar como Solow (1993) que a natureza possa ser substituída é contrariar asduas leis da termodinâmica. Contudo, no artigo, Georgescu-Reagen explica que é necessáriosuperar o crescimento econômico pelo resgate da idéia de Mill baseado em uma condiçãoestacionária, pois o homem só pensa em progredir e pisa nos outros seres humanosdemonstrando que, neste caso, os fins não justificam os meios. Para Veiga (2005) na verdade, nos últimos anos, a palavra sustentabilidade passou aser usada com sentidos tão diferentes que até já esqueceu qual foi a sua gênese, bem anterior àatual aplicação ao desenvolvimento, à sociedade e à cidade. Giannetti e Almeida (2007) indicam que a Sustentabilidade ambiental dificilmenteserá alcançada se a relação entre as decisões (sejam do consumidor ou do produtor) e abiosfera não for entendida, porém a implementação de melhorias ambientais locais nãonecessariamente é uma garantia de contribuição a sustentabilidade. Veiga (2005) apud Sachs considera que a abordagem fundamentada na harmonizaçãode objetivos sociais, ambientais e econômicos, é primeiramente chamada de ecodesenvolvimento e depois de desenvolvimento sustentável e que não se alterousubstancialmente nos vinte anos em que separam as conferências de Estolcomo e do Rio.Porém, acredita-se que permanece válida na recomendação de objetivos específicos para oitodas suas dimensões: social, cultural, ecológica, ambiental, territorial, econômica, políticanacional e política internacional. Portanto, no processo de Crescimento Econômico é preciso investir naSustentabilidade, acredita-se ser um grande paradigma, pois o crescimento é de valorquantitativo e de maneira contínua (quanto mais tem mais quer), já a Sustentabilidade provémde qualidade, voltada à realidade física com controle nas fontes da emissão de resíduos,IV CNEG 5
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008reciclando-os dentro das empresas e transferindo o capital recebido para os cuidados com omeio ambiente focado nas gerações futuras. O mundo só terá a Sustentabilidade quando os empresários, economistas, políticos esociedade entenderem que nós somos os responsáveis pela degradação do meio ambiente,sendo assim, é necessário dispor capital provindo do Crescimento Econômico para investir naSustentabilidade. Observa-se com atenção a palavra investir, que até o momento é voltada a retornosfinanceiros, nesse artigo, é voltada à sobrevivência na terra. Qual será que vale mais? Vamosir adiante e conhecer um paradigma.3. Aliança Sustentável entre Crescimento Econômico e Sustentabilidade Giannetti e Almeida (2006) constatam que os princípios da economia tradicionallevam os sistemas industriais a um estado de máxima entropia, no qual os materiaisexplorados atravessam o sistema e são dissipados no ambiente de forma altamente degradadae de pouco ou nenhum uso para o próprio sistema. Assim os sistemas industriais que buscam a convergência devem ser projetados paraoperar de forma semelhante ao sistema natural, ou seja, sem consumir reservas não renováveise nem produzir resíduos tóxicos ou inúteis. A aliança sustentável entre recursos financeiros e recursos ambientais com certezadeveria fazer parte da consciência dos economistas e governantes, pensando em apenas umponto em comum - Desenvolvimento Sustentável - mas isto não acontece por haver umadificuldade da pessoa portadora do poder não pensar no amanhã. Segundo Veiga (2005) pensar em aliança sustentável através de Grossman & Krueger ,Mill e Daly é difícil, qual o empresário vai estacionar sua lucratividade e concentrar esforçono meio ambiente? Qual o empresário pretende se desenvolver até certo ponto e depoisutilizar a tecnologia para devolver ao meio ambiente o que foi destruído? Os estudos Giannetti e Almeida (2007) contribuem na reflexão de que um dos grandesdesafios atuais da humanidade é o de alcançar uma situação denominada de desenvolvimentosustentável, e para que uma sociedade seja ecologicamente sustentável. Daly (1997) indica que os recursos naturais não devem ser consumidos a umavelocidade que impeça sua recuperação e que a produção de bens não deve gerar resíduos quenão possam ser absorvidas pelo ambiente de forma rápida e eficaz.IV CNEG 6
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008 Na Figura 1, três modelos de interação humana que segundo Giannetti e Almeida(2007) onde demonstram, os fluxos que se referem aos princípios da sustentabilidade: 1º Princípio da sustentabilidade A Meio ambiente Economia Sociedade Ecosfera Econosfera Sociosfera 2º Princípio da B sustentabilidade Ecosfera Econosfera Sociosfera C Econosfera Sociosfera EcosferaFigura 1 – Três modelos de sustentabilidade ambiental: (A) fraco, (B) média e (C) forte. (Fonte: Giannetti 2007) Ao verificar os modelos pode-se observar que: - No primeiro modelo de interação (A) representa o compartilhamento humano enatural como compartimentos ilimitados em um desenvolvimento, onde (ambiental,econômico e social) ocupa a mesma importância. - No segundo modelo de sustentabilidade (B) demonstra domínios comuns de maneiraindependente entre (eco,econo e sociosfera), permitindo também a troca de maneira parcial. - O terceiro e ultimo modelo (C) apresentam o ideal para convergir o desenvolvimentoeconômico, social e sustentável, pois apresentam os recursos e serviços ambientais como basedo desenvolvimento socioeconômico e são a fonte da real prosperidade humana, além dedemonstrar que a sociosfera e a econosfera estão dentro da biosfera, chamando a atenção queesses não podem utilizar mais do que as capacidades intrínsecas do meio ambiente. Portanto, alcançar a Sustentabilidade apresenta grande importância nos últimos anos,em virtude da percepção de que a biosfera, em nível global, nacional, local, empresarial eindividual está se deteriorando prejudicando o desenvolvimento das condições da vida eprocura vincular, isto é, unir estritamente à temática do Crescimento Econômico com o meioambiente nos três âmbitos: comportamentos humanos, econômicos e sociais, a evolução danatureza e a configuração social do território.IV CNEG 7
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008 Pressupõe-se que estas informações reforcem a temática da contribuição de Giannetti eAlmeida (2007), apresentado por uma pirâmide de decisões contendo níveis hierárquicos e asprincipais características das decisões feitas na base da pirâmide para assegurar que as metasglobais possam ser traduzidas em ações locais que, cumulativamente e em forma direcionada,ajudem a alcançar os objetivos com parceria e comunicação apropriada entre os elosinteressados e auxiliam na tomada de decisão no nível mais adequado (Figura 2). Complexa Pouco Freqüente Global Longo Prazo Maior área de influencia Grupos Nacional Informações mais abrangentes Local Simples Muito Freqüente Curto Prazo Empresarial Pequena área de influência Individual Individual Informações pouco abrangentes sFigura 2 – Pirâmide de decisões contendo níveis hierárquicos e as principais Características das decisõesfeitas na base e no topo da pirâmide. (Fonte: Giannetti 2007) A necessidade de unir a Sustentabilidade com o Crescimento Econômico necessita sairdo utopismo e tomar posse das decisões hierárquicas que conforme apresentado e o meioambiente é que emergem as pessoas socialmente e a economia. Para isso se faz necessário aquebra de paradigma no investir, ressaltando as questões vinculadas à sobrevivência de todosos elementos do ecossistema de forma equilibrada e não somente pensar em crescerfinanceiramente.4. Histórico e perspectivas sobre Desenvolvimento Sustentável Veiga (2005) assinala que a primeira onda de regulação ambiental de 1970 nos EUApensava na saúde pública que procuravam reduzir a poluição em sua origem, exigindo melhortecnologia das empresas para o controle de substâncias tóxicas que poderiam afetar o ar e aágua. O custo alto se tornara um grande opressor da implementação da política do ar puro e,por sua vez a cobrança mais eficiente para que as novas fábricas e os geradores de energiaincluíssem em seus projetos tecnologias mais limpas do que adaptar dispendiosamenteinstalações velhas, contudo, tal abordagem saiu em parte mal sucedida. O mesmo autor menciona que em agosto de 1979 foi publicada a expressãodesenvolvimento sustentável, no simpósio das Nações Unidas sobre as Inter-relações entre osRecursos do Ambiente e desenvolvimento, realizado em Estocolmo, mas só começou a sefirmar em 1987, quando, perante a Assembléia Geral da ONU, Gro Harlem Brundtland, aIV CNEG 8
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008presidente da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, caracterizou odesenvolvimento sustentável como um conceito político. Sobre esse assunto Veiga (2005) relata que em 1990, mais de dois terços das emissõesde usinas elétricas responsáveis pela chuva ácida provinham de instalações com 25 anos deidade ou mais. Já que o custo em tecnologias era muito alto, as empresas começaram aimplementar chaminés altas para lançar a poluição lá no alto, parecia a solução ideal, masestavam apenas exportando o problema. Com a aparição dos direitos negociáveis de emissão, a geradora mais suja ganhou umaquinta opção, começou a poder comprar do mercado o direito de poluir. Assim osambientalistas e os economistas, que uma década antes eram adversários desconfiados,haviam encontrado algum terreno comum, a negociação que a maioria das vezes não chegavaa lugar algum. Segundo VEIGA (2005) a conclusão mais concisa supõe a firme adoção das propostasdo Relatório Brundtland. Entre estas propostas indicam o consumo de energia oriunda defontes não renováveis, por exemplo, cairia bastante a partir de 2025 com um nível de carbonode 25% superiores aos atuais, assim através desse relatório podia-se até conseguir asustentabilidade, mas numa situação na qual não valeria a pena viver. Ainda discorrendo sobre o tema Giannetti e Almeida (2006) explanam que com oaumento da população mundial, o descarte de resíduos se tornou cada vez mais problemático.A poluição foi primeiramente notada e combatida por conta de resíduos tóxicos que, dealguma forma, prejudicavam diretamente a saúde humana. Porém, começa a penetrar a idéiade que não adianta perseguir o desenvolvimento econômico pensando apenas no lucro daquestão, ou seja, na renda per capita e no PIB. Mas o principal problema ou a principal tarefa dos pesquisadores científicos é buscaruma solução em um termo nebuloso devido o elevado grau de incerteza a respeito dasrelações de causa e efeito que podem estar associadas a certos ecossistemas, e sem essainformação é impossível mensurar qualquer estima de conservação do meio ambiente. Outro problema, apontado por Veiga (2005) e de que atualmente quando se pensa emmudanças de modos de vida, em perdas de símbolos ou locais históricos e religiosos, ou emdestruição de patrimônio genético. Não é possível quantificar, em termos monetários, essetipo de mudança.IV CNEG 9
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008 Mas as perspectivas para o Desenvolvimento Sustentável, segundo Wagner Ribeiropresidente do Programa de Pós-graduação de Ciência Ambiental da Universidade São Pauloem entrevista na Revista Consumidor Moderno (2007), é de que o país tem diversas fontes deenergia com grande potencial de êxito, devido as suas condições climáticas e geográficas.Também está na frente de outros países na busca de alternativas energéticas. Nesse contextoestá a utilização do álcool de cana-de-açúcar como combustível, o aprimoramento datecnologia do biodisel e o uso de energia eólica, solar e das marés.5. Pontos de vista sobre o Desenvolvimento Sustentável Nesse tópico será salientado o ponto de vista de economistas e políticos do Brasilsobre o Desenvolvimento Sustentável. Será que todos os políticos e economistas são reativose tentam controlar a poluição com o mínimo custo possível, por isso reduz também tempo devidas?5.1.O que alguns autores, economistas e os políticos dos EUA e Brasilpensam sobre o assunto Sunkel (2001), alega que o Desenvolvimento Sustentável é um tema que as classesdirigentes da nossa região não poderão adiar sob pena de sofrer graves conflitos internos esérias dificuldades internacionais. Para Veiga (2005) a busca por um mercado livre perfeitamente puro, ou por umaeconomia que seja livre de influências políticas, é uma ilusão. Na atualidade o Desenvolvimento Sustentável - DS constitui um dos principaisresultados da disputa política pela definição, que apresenta um claro predomínio da economiana determinação. Segundo Amazonas (2002) é mais do que isso é a corrente principal da teoriaeconômica, a economia neoclássica em sua vertente ambiental, a teoria hegemônica nadeterminação do que seja o DS e, por conseqüência, do que seja a própria posição do meioambiente na prática política, social e econômica. Na continuidade dos estudos, Amazonas (2002), acrescentam que a noção desustentabilidade só conseguiu se tornar quase universalmente aceita porque reuniu sobposições teóricas e políticas contraditórias e até mesmo oposta, a sustentabilidade é o carro-chefe do processo de institucionalização que insere o meio ambiente na agenda políticainternacional.IV CNEG 10
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008 Veiga (2005) afirma que tão incômoda hipótese permanece simplesmente esquecidapela esmagadora maioria dos economistas e políticos. Uma Assembléia da AmericanEconomic Association em 1973, transcreveu um texto intitulado como “Rumo a umaeconomia humana” – Propunha que os economistas saíssem do isolamento e assumisse opapel na gestão do “Lar Terra”. Veiga (2005) apud Daly, ressalta que a idéia do desenvolvimento sustentável querdizer desenvolvimento sem crescimento, uma mudança radical de uma economia docrescimento e propõe quatro políticas inter-relacionadas, sendo que as duas primeirasneoclássicas não tendo tanta controvérsia e duas ultimas que exigem muito debate, sendo: a) épreciso parar de contabilizar o consumo de capital natural como renda, pois a noção desustentabilidade está inserida na própria definição de renda; b) tributar menos a renda e taxarmais o uso de recursos naturais como o uso da energia, água, fertilizantes, desmatamentos eassim, seria muito melhor economizar no uso da natureza devido aos altos custos externoscom poluição. Nessa concepção a finalidade da manutenção do imposto de renda seria aredistribuição e não a geração de recursos para os cofres do governo; c) maximizar aprodutividade do capital natural no curto prazo e investir no crescimento de sua oferta nolongo; e, d) sair da integração econômica global do livre comércio, do livre movimento decapitais e do crescimento promovido por exportações em direção a uma orientação maisnacionalista que busque desenvolver a produção doméstica e recorrer ao mercadointernacional quando realmente necessitar. Ainda discorrendo sobre o tema para Veiga (2005) apud Daly alerta que essacompetição acirrada pode abaixar padrões salariais e externalizar custos sociais e ambientaismediante exportação de capital natural e baixos preços. Na atualidade os economistas, políticos e sociedade que pensam no CrescimentoEconômico sabem que terão que aderir a sustentabilidade do planeta. Sobre este assunto Naredo (1987), Buarque (1990) e Veiga (2005) corroboram domesmo pensamento alertando para os fatores econômicos, sociais e ecológicos. Na década de 80, o governo brasileiro tomou a parte ocidental da Amazônia como umaregião estratégica para implementar um plano de desenvolvimento industrial construindosiderúrgicas de carvão para a produção de ferro-gusa. Como resultado a esse crescimentoeconômico não se percebe cuidados com o meio ambiente, mas sim desmatamento e perdas deIV CNEG 11
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008biodiversidade com um processo produtivo de baixa eficiência que polui a atmosfera, além deatribuir aos funcionários péssimas condições de trabalho e baixos salários. Giannetti e Almeida (2006) dissertam sobre esta questão e revelam que o estudo dometabolismo do sistema implantado na região mostra que, ao contrário do desenvolvimentosustentável, a região caminha para o empobrecimento e para a degradação ambiental. Na continuidade dos estudos Giannetti e Almeida (2006) alertam começando pelootimismo da ecologia industrial em a atenção ao objetivo de formar uma rede de processosindustriais mais elegante e com menos desperdício. Uma sociedade industrial mais elegante,uma economia mais inteligente são mudanças em que os engenheiros e os administradoresdeverão de engajar, em conjunto com políticos, economistas e cidadãos. Na Revista Consumidor Moderno (2007) relata que, em abril deste ano, foi criada, noâmbito do Ministério do Meio Ambiente, a secretaria de mudanças climáticas. Seu objetivo éatender ao Plano Nacional de Mudanças Climáticas, aglutinando todo os esforços oficiaissobre o assunto. Esse plano é composto de dois eixos principais: a mitigação, isto é, o cortedas emissões de gases de efeito estufa; e a adaptação que consiste em ações destinadas àconvivência com as mudanças climáticas que estão em curso. Como primeira providência, foi relatado que é essencial o combate ao desmatamento,onde pelo qual essa intensificação já reduziu 51% nos últimos dois anos e depende dosesforços conjunto do governo, das empresas, dos cidadãos principais nos seus hábitos deconsumo. Estas informações indicam um desastre catastrófico na ecologia que vem ocorrendo nomundo, a cada dia, pela falta de consciência das pessoas que jogam lixo em córregos, dasempresas que poluem as redes de mananciais e emitem poluentes no ar, dos economistas quesó tem a visão no desenvolvimento capitalista, dos políticos que utilizam a politicagem paraapenas ingressar no poder. Como perspectiva otimista para o Brasil, mesmo na falta de consciência de todos ospúblicos e que ainda possui vasta área de reserva ecológica, um plano do governo contra odesmatamento possa melhorar significamente esta situação, mas em um panorama global asituação é mais complicada do que parece e os reflexos da devastação ecológica mundialincidem em todos os seres humanos, pois, fazemos parte de uma única biosfera.6. Sustentabilidade e a ecologia industrialIV CNEG 12
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008 Giannetti e Almeida (2006) ressaltam que a revolução industrial, iniciada no séculoXVIII, e a utilização de combustíveis fósseis em larga escala trouxeram uma série deconseqüências, hoje identificadas, que podem ser descritas como o resultado de um processode crescimento descontrolado capaz de, eventualmente, destruir a biosfera: efeito estufa,destruição da camada de ozônio, acidificação do solo e de águas superficiais, dissipação desubstâncias tóxicas no ambiente, acúmulo de substâncias não-biodegradáveis no ambiente,acúmulo do lixo radioativo, diminuição da área de florestas tropicais e da biodiversidade, etc. Veiga (2005) acrescenta que em meio a tantas linhas especulativas, o que parece sedestacar é uma forte visão convergente de que as sociedades industriais estão entrando emuma nova fase de sua evolução. Pensar no desenvolvimento sustentável é integrar osprocessos da produção tornando-a mais limpa na ecoeficiência dos recursos naturais. Segundo Giannetti e Almeida (2006) a ecologia industrial tem como contribuiçãooriginal à percepção de que os sistemas produtivos e naturais faz parte do mesmo sistema, abiosfera. Essa constatação, aparentemente simples, serviu para formalizar importantesprincípios, que têm por mérito visualizar os clusters de indústrias como ecossistemasindustriais sustentados por ecossistemas naturais”. Na continuidade dos estudos Giannetti e Almeida (2006) acrescentam que esse novoconceito industrial acrescenta no planejamento estratégico da empresa a minimização deresíduos internos aos processos e na fonte inclusive de fornecedores, a prevenção à poluição ea reciclagem, produzindo bens e serviços sem desperdícios. Assim além de ser uma indústriaecológica, também reduz custos que é de vital interesse para empresários, políticos eeconomistas. Porém, o mais importante é o futuro do planeta, das próximas gerações, assim aecologia industrial fornece uma base para o desenvolvimento de um sistema industrial quevise a sustentabilidade. Ainda discorrendo sobre o tema Giannetti e Almeida (2006) conceituam ecologiaindustrial como sendo: 1) o meio tradicional de combate à poluição com abordagem detratamento e controle dos poluentes depois que eles são gerados de maneira reativa, essedenominado de Final de Tubo; 2) prevenção da poluição, onde pelo qual visa reduzir apoluição com a cooperação das indústrias e incentivos governamentais; e, 3) implementaçãoda produção mais limpa que consiste na aplicação contínua de uma estratégia integrada deprevenção ambiental a processos, produtos e serviços, para aumentar a eficiência de produçãoe reduzir os riscos para o ser humanos e o ambiente.IV CNEG 13
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008 Na Produção Mais Limpa a filosofia é proativa desde o projeto do produto e antecipa eprevê possível impacto com ecoeficiência diminuindo os resíduos e os poluentes na fontegeradora, além de reduzir custos melhorando a vantagem competitiva da organização. Na Figura 3, Giannetti e Almeida (2006) demonstram as transformações no modo detratar materiais, energia e resíduos. Remediação Controle das Produção mais limpa Ecoeficiência Emissões Prevenção à poluição Figura 3. Algumas respostas do sistema industrial aos problemas ambientais Fonte: Giannetti e Almeida 2006) O propósito de uma empresa é a transformação de matérias-primas e energias retiradasdo ambiente para produzir bens e serviços para os consumidores. O metabolismo industrialdeve se focalizar nas formas de fazer esse fluxo, mantendo o material circulando no sistema,por meio do reuso e da reciclagem, de forma a retardar seu retorno ao ambiente. Na Figura 4, Giannetti e Almeida (2006) mostram o ciclo biológico de materiais eenergias são mantidas por três grupos: os produtores – que produzem o seu próprio alimento;os consumidores – herbívoros, carnívoros e onívoros e os decompositores como fungos ealgas que produzem substância inorgânica que são alimentos dos produtores.IV CNEG 14
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008 Figura 4. O Ciclo Biológico. (Fonte: Giannetti e Almeida 2006) A Ecologia Industrial é tanto um contexto para a ação, como um campo para pesquisae o desenvolvimento dessa abordagem necessita oferecer um quadro conceitual parainterpretar e adaptar a compreensão do sistema natural, fazendo com as empresas procurem seassemelhar ao caso do Ciclo Biológico e aplicar essa compreensão aos sistemas industriais.8. Conclusão Ocorre a necessidade e colocar o qualificativo sustentável com retórica ecológica,apresentando um pensamento voltado a crescente destruição de um dos principais valores dostempos modernos – o meio ambiente, fatores que possam prejudicar a subsistência dos sereshumanos na terra, está certo que de maneira reativa, devido também à falta de conhecimentocientífico. Assim, a sugestão é criar uma aliança sustentável no pensamento dos empresários,políticos, população, economistas e ecologistas com o objetivo de promover o bem comum,com um pensamento unilateral de Sustentabilidade, onde não adianta ter um excelentecrescimento da renda per capita e do PIB, e se esquecer de reverter um pouco dessecrescimento falsificado a qualidade de vida do mundo. Os meios apesar de reativos para buscar novamente a Sustentabilidade, isto é, oequilíbrio segundo Golderberg (1989) é que “O lixo pode ser reciclado, a água poluídatratada e recuperada, bem como certos solos, mas é difícil evitar agressões a terra a menos queabandonemos o progresso como meta desejada a todos”. A complexidade dos problemas ambientais que estão ocorrendo no presente são frutosdo descaso do crescimento econômico, pela falta de incentivos e controle do governo e,também, de uma população que ainda não tem consciência sobre a complexidade dessadevastação dos recursos naturais pelas empresas, por leis, pela economia, pela ecologia e pelaengenharia. Esses elementos necessitam criar uma aliança sustentável, formando cooperativasem prol do da preservação da raça humana na terra. É importante conhecer de maneira clara os conceitos de Crescimento Econômico eSustentabilidade para poder criar a Aliança Sustentável. A Aliança Sustentável, cujo título atribuído pelos autores deste artigo, tem porobjetivo a união do Crescimento Econômico e a Sustentabilidade. Mas como fazer essaconvergência?IV CNEG 15
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008 Refletir sobre o assunto é necessário, através da conscientização intensa dos públicos -empresários, políticos, economistas, cidadãos – que carecem entender de como suas emissões,de maneira desordenadas, agridem o meio ambiente e a todos os seres humanos. Não se pode pensar somente no lucro empresarial, mas sim, planejar estrategicamente,flexibilizar, conscientizar e promover uma cultura sustentável, com uma estruturaorganizacional voltada a indicadores de desempenho no processo de produção. Para esse fim, contar com os grupos de pessoas, aprimorando reuniões, treinamentospara conscientização a uma visão sistêmica preocupada com a geração de resíduos, é umcaminho, e promover a criatividade dos envolvidos. Os autores deste artigo, acreditam que a Governança Corporativa pode ter destaque emprimeiro lugar orientando quem detém o poder (empresário, político e economista) adesenvolver processos de Produção Mais Limpa e Ecologia Industrial, agregando valor aosprodutos e conseqüentemente não jogar resíduos no ecossistema. Este pensamento, conforme os estudos dos autores, cria uma Aliança Sustentávelunindo os conceitos de Crescimento Econômico ao de Sustentabilidade, motivou-os adesenvolver o modelo de uma Governança Corporativa Sustentável (Figura 5). Planejamento estratégico. Processo e Governança Estrutura Cultura Corporativa Organizaci- onal Estilo gerencial Medidas de Sustentabilidade Desempenho Produção Meio Ecologia Visão Pessoas e Criativi- Mais Ambiente Indústrial Sistêmica Grupos dade Limpa Princípios Reciclagem e Conscientização Propósitos controle de Poder resíduos Processos Práticas Figura 5: Modelo de Governança Corporativa SustentávelIV CNEG 16
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008 Este modelo é original, elaborado pelos autores e está aberto a discussões eaprimoramento pelos interessados. Como meio de promover a Sustentabilidade nos processos industriais grandes fonte degeração de resíduos ao meio-ambiente surgiu recentemente o conceito de Ecologia Industrialque tem por finalidade a ecoeficiência, a produção mais limpa e a prevenção da poluição, queproporcionam aspectos ativos na busca de um mundo Sustentável que se assemelha ao ciclobiológico, ao contrário da remediação com o tratamento de fim de tubo que é consideradoreativo e fruto do remanescente problema agravado que estamos vivenciando. Conforme Revista Consumidor Moderno (2007), a solução, é consenso, está na buscade sustentabilidade, que será alcançada com a mudança de comportamento, geração eutilização de tecnologias, fontes de energia limpas e novos hábitos de consumo e contençãode queimadas, entre outras iniciativas que envolverão a soma de esforços de governos,empresas e cidadãos.9. ReferênciasBUARQUE, Cristovan.; A desordem do progresso. O fim da era dos economistas e a construção do futuro. Riode Janeiro: Paz e Terra, 1990.CEBDS, Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável. Disponível em:http://www.cebds.org.br/cebds/eco-rbe-ecoeficiencia.asp. Acesso em: 11 de agosto de 2007b.DALY, Herman.; “Políticas para o desenvolvimento Sustentável”.In. CAVALCANTI, Clóvis, Meio ambiente,desenvolvimento sustentável e políticas públicas.São Paulo, Recife: Editora Cortez e Fundação Joaquim Nabuco,1997.FURTADO, Celso; “O mito do desenvolvimento econômico”. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1974.Giannetti e Almeida (2007) Decisões e Sustentabilidade Ambiental in COSTA NETO, Pedro Luiz de Oliveira,Qualidade e competência nas decisões. São Paulo., Editora: Blücher, 2007. ISBN 978-85-212-0407-7GELL-MANN, Murray.; O Quark e o Jaguar. As aventuras no simples e no complexo. Rio de Janeiro, 1996.GIANNETTI, B.F. ALMEIDA, C.M.B.V., Ecologia Industrial: Conceitos, ferramentas e aplicações. EditoraEdgard Blücher, São Paulo, 2006. ISBN 85-212-40870-5.GOLDENBERG, José.; S.O.S. planeta terra. São Paulo: Brasiliense, 1989.IV CNEG 17
  • IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras Niteroi, RJ, Brasil, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2008IBPS, Instituro Brasileiro de Produção Sustentável e Direito Ambiental. Disponível em :http://www.ibps.com.br/index.asp?idmenu=&Idnoticia=2566. Acesso em : 11 de agosto de 2007.AMAZONAS, Maurício de Carvalho. Desenvolvimento sustentável e teoria econômica: o debate conceitualnas perspectivas neoclássicas, instituicuinalista e da economia ecológica” In: NOBRE, Marcos & MaurícioAmazonas (orgs.) Desenvolvimento Sustentável. A institucionalização de um conceito,Editora: Ibama, Brasília,2002.Revista: B2B MAGAZINE, Editora Padrão Editorial Ltda, Julho de 2007.Revista: CONSUMIDOR MODERNO, Editora Padrão Editorial Ltda, Julho de 2007.Revista: ECOLOGICAL ECONOMICS, Editora: Elsevier, Volume 22, Número 3, setembro de 1997, pp.225-238.RIVERO, Oswaldo de.; O mito do desenvolvimento. Os países inviáveis no século XXI. Petrópolis. ed.Vozes,2002.SUNKEL, Osvaldo.; “A sustentabilidade do desenvolvimento atual” in: ARBIX, Glauco, Mauro Zilbovicius &Ricardo Abramovay (orgs). Razões e ficcões do desenvolvimento: São Paulo: Editora UNESP & EDUSP, 2001.SOLOW, Robert.; “An Almost pratical step toward sustainability” Resources Policy, vol. 19, n. 3, setembro de1993.SOLOW, Robert.; “Growth Theory: an exposition” Oxford University Press, 2000.VEIGA, José Eli da.; “Desenvolvimento Sustentável: o desafio do século XXI”: Rio de Janeiro: Garamond,2006.IV CNEG 18