900 anos do foral de Soure

1,626 views
1,534 views

Published on

Published in: Education, Travel
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
1,626
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
3
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

900 anos do foral de Soure

  1. 1.
  2. 2.
  3. 3.
  4. 4.
  5. 5.
  6. 6.
  7. 7.
  8. 8.
  9. 9.
  10. 10.
  11. 11.
  12. 12.
  13. 13.
  14. 14.
  15. 15.
  16. 16.
  17. 17.
  18. 18.
  19. 19.
  20. 20.
  21. 21.
  22. 22.
  23. 23.
  24. 24.
  25. 25.
  26. 26.
  27. 27.
  28. 28.
  29. 29.
  30. 30. 1858<br />Trigo<br />Milho<br />Vinhos<br />Azeite <br />“decadência e mau trato dos olivais” <br />
  31. 31. Charnecas<br />Ocupadas com matos e florestas naturais propriedade de particulares<br /><ul><li> Parcelas</li></ul>“Alencarça, Palião, Casais e Espírito Sancto.”<br />Na freguesia não existe nenhum destes terrenos<br />
  32. 32. “ Não há lagoas e paues”<br />Os Ventos<br /> No estio o Norte, no Outono e Inverno<br />O Poente e o Sul<br />Na Primavera<br />O Noroeste<br />
  33. 33. Até 1858 aproximadamente….<br />Animais prósperos:<br /><ul><li>Cabra
  34. 34. Gado suíno
  35. 35. Aves</li></ul>Tinham muita qualidade e havia facilidade de produção<br />Animais em diminuição:<br /><ul><li>Ovelha</li></ul>Na quantidade e na qualidade<br />
  36. 36. As matas eram compostas por: <br />Carvalhos<br />Sobreiros<br />Pinheiros<br />Extracção de madeira<br />Exportação<br />Para utilização em edifícios e em construção naval<br />
  37. 37.
  38. 38. Havia em abundância “pedra de construção” de qualidade calcária.<br />Tipos<br /><ul><li>Endurecido e áspero;
  39. 39. Difícil de trabalhar;
  40. 40. Resiste à tinha.
  41. 41. Branda e lisa;
  42. 42. Fácil de trabalhar;
  43. 43. Serve como alvenaria.</li></ul>“Há no lugar do Pinheiro abundantes minas de gesso, que em nada cede em qualidade ao importado de França.”<br />
  44. 44. Rios Arunca e Anços<br />O rio “Carbuncas” nasce em Litém<br />“talvez pelo pedregulho escuro de suas areias”<br />Terras gratinosas<br />
  45. 45. O rio Anços nasce em Olhos d’Água, na Redinha<br /><ul><li>Anços
  46. 46. Orão
  47. 47. É alimentado pelo rio Orão
  48. 48. Tem águas sujas “ que fervidas deixam resíduos calcários do terreno em que nasce”
  49. 49. Tem água com minerais </li></li></ul><li> Do Anços forma-se a levada, “que rega parte dos campos, toca muitas pedras e vem cortar a villa, refrescando os seus pomares e jardins”<br />
  50. 50. Ambos correm “mansos”, durante meses no ano;<br />A junção dos dois rios a sul, forma o rio Soure;<br />
  51. 51. No rio Soure podem navegar barcos de fundo de prato<br />
  52. 52. A parte navegável destes dois rios não tem:<br />Moinhos <br />Azenhas<br />Açudes<br />Cachoeiras <br />O Barbo é o peixe do rio Anços<br />Em pouca abundância<br />
  53. 53. “Tem uma ponte na affluência dos dois rios ao poente da villa”<br />1703<br />
  54. 54. “Soure tem outra ponte sobre o Anços ao Sul”<br />
  55. 55. População<br />Principal sector empregador:<br />Agricultura<br />“(…) podem calcular-se em mais de 3000, os quaes se empregam nos trabalhos ruraes.”<br />
  56. 56. Evolução da população da Freguesia de Soure<br />“””A população da freguezia sobe hoje a 5640 almas de ambos os sexos e de todas as edades;”<br />
  57. 57. “As molestias predominantes” <br />No Inverno<br /><ul><li>“Catarraes”
  58. 58. “Pulmonias”
  59. 59. “Gastricas”
  60. 60. “Sesões”</li></ul>Na Primavera<br />“As aguas medicinais só na quinta da Cruz”<br />“que ha pouco começaram a ser aproveitadas”<br />
  61. 61. Há na vila: <br />Administrado pela misericórdia<br /><ul><li>Um hospital
  62. 62. Um médico
  63. 63. Um cirurgião
  64. 64. Um “pharmaceutico”</li></ul>Do partido da câmara<br />Da misericórdia <br />Na freguesia não há:<br /><ul><li>Nenhum estabelecimento fabril </li></li></ul><li>Personalidades<br />PerodaCovilhã<br />“que el-rei D.João II mandou a descobrir o caminho da Índia pela Ethiopia”<br />“não temos certeza que fosse natural d’estavilla”<br />D. Theresa Barbara de Castello Branco e Sequeira<br />
  65. 65.
  66. 66. Thomé Coelho<br />Morgado da Quinta da Cruz<br />
  67. 67. José Barbosa Canaes de Figueiredo Castello Branco<br />Pedro Maria d’Ataide de Mello<br />Foi governador de Matto Grosso, no Brasil e primeiro e ultimo visconde de Condeixa, na sua família.<br />Natural da sua Quinta da Capa-rota.<br />“Distinguiu-se nas letras, principalmente no ramo genealogico”<br />“Socio da Academia Real das Sciencias e bibliothecario mór em Lisboa”<br />
  68. 68.
  69. 69. FIM<br />
  70. 70. Agradecimentos:<br />Miguel Helfrich<br />Professora Amélia Oliveira<br />Sérgio Leitão<br />Associação de Defesa do Património Cultural e Natural de Soure<br />“PGomes”<br />
  71. 71. Trabalho realizado por:<br />12ºC<br />1ª parte:<br />Ana Raquel Rodrigues;<br /> Filipe Costa; <br />Joël Martins<br />Rute Bem; <br />Sara Leitão;<br />3ª parte:<br />Ana Filipa Gonçalves; <br />Ana Margarida Silva; <br />Carlos Figueira; <br />Joana Malaquias; <br />José Bértolo<br />2ª parte:<br /> Diana Canelas; <br />Cristiana Moura; <br />Jonathan Dias; <br />Margarida Silva; <br />Marina Oliveira<br />Área de Projecto 12º C, 2010/2011, Prof. Fernando Macedo<br />

×