Reconfigurações das praticas de consumo musical

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Reconfigurações das praticas de consumo musical

  1. 1.  Plataformas de música online Novas formas de categorização de gêneros musicais Reconfiguração da crítica musical Mobilização dos Fãs - Fansourcing Curadoria Crowdfunding/Fanfunding
  2. 2.  Sentido amplo Não separar as instâncias da produção e da circulação Público/Privado; Coletivo/Individual Aspectos sociais, culturais, econômicos, tecnológicos, materiais Remediação Materialidade dos artefatos culturais
  3. 3. Ambientes, Ferramenta, Meio
  4. 4.  Banco de dados de  Programas que simulam música compartilhada estações de rádios Mecanismos de dados  Importância da playlist musicais  Informações musicais Sites de descoberta de música ora enquanto sistemas híbridos de descoberta, recomendação e visualização musical.
  5. 5. Apropriações das plataformas de música:Personalização musicalFruição dos bens simbólicosCompartilhamento de preferênciasCirculação da músicaTraçado simbólico de relacionamentosBanco de dados de informações musicaisMemória socialReputação e constituição da marcaRecomendaçãoOrganização hierárquica em torno da músicaConsciência de audiência segmentadaFonte: AMARAL, 2010
  6. 6.  Visualização de dados musicais Perfis Identidade – Nichos/gêneros musicais Processos de distinção (Bourdieu): Ex – esconder o que está ouvindo ao desligar a ferramenta de scrobble Segmentação Streaming
  7. 7. Social Tagging, Papel da mídias digitais
  8. 8.  Criação de novos gêneros e subgêneros sempre aconteceu – Mídia especializada/ Fanzines Plataformas como last.fm e outros sistemas de recomendação permitem a emergência de novos mediadores no processo Apropriações das tags Exs: Witch-house / Paris Hilton Death Metal
  9. 9. S4lem
  10. 10.  Portais e Blogs de música Conversações em sites de redes sociais Podcasts Vlogs Aproximação entre músicos/críticos/fãs
  11. 11. Audiência/Recepção
  12. 12.  Importância das estruturas de organização dos fãs em rede Fãs / Não Fãs / Antifãs / Haters / Trolls Uso do Twitter –através de hashtags e dominação dos Trending Topics . Caso #restart (Recuero, Amaral e Monteiro, 2012) #EBMDay – subculturas
  13. 13. Prática de coleta e distribuição de informações eapropriação criativa de material de determinadoartista, produzidas por um grupo de fãsespecífico (um fandom, seja ele de música,programas de TV, filmes, livros, etc),relacionadas às negociações de identidade e docapital subcultural e disponibilizadas na formade diferentes produtos midiáticos, amplamentedivulgados de forma organizada e sistemáticaatravés das plataformas on-line (AMARAL, 2010)
  14. 14. Para Hennion (2007, 2010) a noção de gosto écada vez menos simbólica e mais inserida emuma cultura material, mais relacionada àpresença do objeto, corporificado, sentidocomo uma vínculação afetiva entre sujeitos eobjetos.
  15. 15. “Music makes the world go around.For me, if it wasn´t around rightnow, I wouldn´t be around. Music iseverything to me” Fã do 30 Seconds to Mars no video Closer to the Edge
  16. 16. Adriana Amaral PPG Unisinos@adriaramaralwww.adriamaral.com

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