Sistemas de Detecção de Intrusão

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    Sistemas de Detecção de Intrusão - Presentation Transcript

    1. GSeg UFRGS XIX Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores Sistemas de Detecção de Intrusão Rafael Campello e Raul Weber UFRGS – II – PPGC – GSeg Centro Universitário Franciscano Florianópolis, 23 Maio de 2001
    2. GSeg UFRGS GSeg UFRGS ♦ Grupo de Segurança da UFRGS ♦ Pesquisas – Sistemas de Detecção de Intrusão (IDS) – Controle de Integridade de Arquivos – Injeção de Falhas (TCP/IP) – Votação Eletrônica – Dinheiro Digital Grupo de Segurança - UFRGS 2
    3. GSeg UFRGS Objetivos do Curso ♦ Apresentar os princípios de um sistema de detecção de intrusão e seu uso como mecanismo de tolerância a falhas de segurança ♦ Abordar aspectos conceituais ♦ Tecer algumas considerações práticas Grupo de Segurança - UFRGS 3
    4. GSeg UFRGS Público Alvo ♦ Estudantes de computação ou engenharia – noções de redes de computadores – noções de sistemas operacionais ♦ Profissionais ligados à administração ou à gerência de segurança em redes de computadores Grupo de Segurança - UFRGS 4
    5. GSeg UFRGS Programa ♦ Fundamentos de segurança ♦ Sistemas de Detecção de Intrusão (IDSs) ♦ Exemplos de IDSs ♦ Considerações práticas Grupo de Segurança - UFRGS 5
    6. GSeg UFRGS Fundamentos de Segurança ♦ Conceitos básicos ♦ Ameaças e ataques ♦ Mecanismos de proteção Grupo de Segurança - UFRGS 6
    7. GSeg UFRGS Sistemas de Detecção de Intrusão ♦ Conceitos básicos ♦ Métodos de detecção de intrusão ♦ Arquiteturas de IDS Grupo de Segurança - UFRGS 7
    8. GSeg UFRGS Exemplos de IDSs ♦ Snort ♦ Bro ♦ AAFID ♦ EMERALD ♦ RealSecure ♦ NFR Grupo de Segurança - UFRGS 8
    9. GSeg UFRGS Considerações Práticas ♦ Seleção e implementação ♦ Vulnerabilidades conhecidas ♦ Aspectos legais Grupo de Segurança - UFRGS 9
    10. GSeg UFRGS Cronograma ♦ Fundamentos de segurança coffee-break (10h30min – 11h) ♦ Sistemas de Detecção de Intrusão almoço (13h – 14h) ♦ Exemplos de IDS ♦ Considerações práticas Grupo de Segurança - UFRGS 10
    11. GSeg UFRGS Regra número 1 FAÇA PERGUNTAS DURANTE A APRESENTAÇÃO !!! Grupo de Segurança - UFRGS 11
    12. GSeg UFRGS Fundamentos de Segurança
    13. GSeg UFRGS Segurança: introdução ♦ Não começou como ciência nem como arte, mas como um instinto ♦ Maior interesse do homem, durante a sua história – segurança própria, da família, dos bens, etc ♦ Matéria de sobrevivência – criada naturalmente p/ garantir a sobrevivência das espécies Grupo de Segurança - UFRGS 13
    14. GSeg UFRGS Segurança: introdução ♦ A vida seria melhor sem essas preocupações – tranqüilidade/felicidade de décadas atrás ♦ Paradoxo: – busca-se algo que não é desejado ♦ Principal motivo do descaso e do despreparo Grupo de Segurança - UFRGS 14
    15. GSeg UFRGS Segurança: introdução ♦ Atitude mais cômoda e barata: – torcer para que nada aconteça – semelhante a esperar que sua casa não seja roubada ♦ Atitude correta: – cercar-se de cuidados – preparar-se para lidar com os problemas – analogia: colocar um alarme e fazer um seguro da casa Grupo de Segurança - UFRGS 15
    16. GSeg UFRGS Segurança: introdução ♦ Por que ser negligente? – segurança é custo – segurança é perda na facilidade de uso – valor da informação, da reputação e dos serviços da organização não são levados em consideração ♦ Em suma: – custos com importância maximizada... – ...em detrimento de valores mais importantes Grupo de Segurança - UFRGS 16
    17. GSeg UFRGS Segurança: evolução ♦ Estímulo para o desenvolvimento do computador eletrônico ♦ Década de 40 – Colossus (Primeiro Computador Eletrônico) • Decifrar as mensagens na 2º Guerra Mundial Grupo de Segurança - UFRGS 17
    18. GSeg UFRGS Segurança: evolução ♦ Fim da guerra: preocupações com segurança focadas em problemas físicos ♦ Computadores não possibilitavam o acesso direto a seus usuários – Inviabiliza qualquer tipo de ação contra sua segurança. Grupo de Segurança - UFRGS 18
    19. GSeg UFRGS Segurança: evolução ♦ Novas ameaças – máquinas com acesso compartilhado (time- sharing) – Teleprocessamento – Computadores pessoais – Redes Grupo de Segurança - UFRGS 19
    20. GSeg UFRGS Ameaças: exemplos ♦ Destruição de informação ou de outro recurso ♦ Modificação ou deturpação da informação ♦ Roubo, remoção ou perda de informação ♦ Revelação de informação ♦ Interrupção de serviços Grupo de Segurança - UFRGS 20
    21. GSeg UFRGS Atacantes ♦ Hacker/Cracker ♦ Script Kid, One-click hacker ♦ Espião ♦ Terrorista Mitnick ♦ Atacante corporativo ♦ Vândalo ♦ Voyeur Bart Simpson Grupo de Segurança - UFRGS 21
    22. GSeg UFRGS Ameaças: evolução ♦ Década de 80 - ataques individuais e isolados – Escolha de boas senhas – Prevenir o compartilhamento indiscriminado – Eliminar os bugs de segurança de programas Grupo de Segurança - UFRGS 22
    23. GSeg UFRGS Ameaças: evolução ♦ Década de 90 - ataques sofisticados – Sniffers capturam senhas e outras informações – Computadores são confundidos por IP spoofing – Sessões são desviadas através de connection hijacking – Dados são comprometidos via data spoofing – Atacantes na maioria amadores (One-click hacker, Script Kid) Grupo de Segurança - UFRGS 23
    24. GSeg UFRGS Segurança: conceitos ♦ Tentativa de minimizar a vulnerabilidade de bens e recursos ♦ Mais abrangente: dotar os sistemas de: – confiabilidade – integridade – disponibilidade – autenticidade – privacidade Grupo de Segurança - UFRGS 24
    25. GSeg UFRGS Segurança: conceitos ♦ O que se quer proteger? – confiabilidade – disponibilidade – integridade – privacidade – autenticidade Grupo de Segurança - UFRGS 25
    26. GSeg UFRGS Segurança: conceitos Permanentes Confiabilidade . . Atributos . Físicas Disponibilidade Intermitentes Temporárias Transitórias Dependability Falhas Prevenção Detecção de erros de falhas Confinamento e DeProjeto realização Tolerância a avaliação de danos falhas Recuperação de erros Humanas Meios Tratamento de Remoção de Intencionais falhas falhas DeInteração validação Previsão de Não intencionais falhas Grupo de Segurança - UFRGS 26
    27. GSeg UFRGS Segurança: conceitos ♦ Validação – remoção de falhas – previsão de falhas ♦ Prevenção de falhas ♦ Tolerância a falhas – detecção de erros – confinamento e avaliação de danos – recuperação de erros – tratamento de falhas Grupo de Segurança - UFRGS 27
    28. GSeg UFRGS Segurança: conceitos ♦ Prevenção de falhas – ex.: firewalls, criptografia, etc ♦ Detecção de falhas – ex.: sistemas de detecção de intrusão ♦ Resposta – ex.: reconfiguração de um firewall Grupo de Segurança - UFRGS 28
    29. GSeg UFRGS Exemplo 1: propriedade privada ♦ Prevenção – trancas em portas, grades nas janelas, muros ao redor da propriedade ♦ Detecção – perceber o desaparecimento de algum objeto, usar alarmes e circuitos de TV ♦ Reação – chamar a polícia, reaver objetos roubados, acionar o seguro Grupo de Segurança - UFRGS 29
    30. GSeg UFRGS Exemplo 2: redes ♦ Prevenção – gerenciamento adequado, firewalls, proxies ♦ Detecção – perceber anomalias no tráfego ou interrupção de serviços, auditoria, IDS ♦ Reação – relatar o incidente, reinstalar softwares, redefinir políticas de segurança, demitir o responsável Grupo de Segurança - UFRGS 30
    31. GSeg UFRGS Segurança: conceitos ♦ Ameaça ♦ Incidente – atacante → ataque → objetivo ♦ Ataque – ferramenta → vulnerabilidade → evento → resultado não autorizado ♦ Evento – ação → alvo Grupo de Segurança - UFRGS 31
    32. GSeg UFRGS Segurança: conceitos incidente ataque(s) evento Atacantes Ferramenta Vulnerabilidade Ação Alvo Resultado ñ Objetivos Autorizado Hacker Ataque Projeto Probe Conta Acesso Desafio, físico Ampliado status Espião Troca de Implementação Varredura Processo Revelação de Ganho Informação Informação Político Terrorista Comando Configuração Flood Dado Informação Ganho de Usuário Corrompida Financeiro Atacante Script ou Autenticação Componente Negação de Dano Corporativo Programa Serviço Criminoso Agente Desvio Computador Roubo de Profissional Autônomo Recursos Vândalo Toolkit Spoof Rede Voyeur Ferramenta Leitura Inter-rede Distribuída Interceptaçã Cópia o de dados Roubo Modificação Destruição Grupo de Segurança - UFRGS 32
    33. GSeg UFRGS Principais Ataques ♦ Engenharia social ♦ Coleta de informação ♦ Varredura ♦ Negação de serviço (DoS) ♦ Exploração de bugs ♦ Exploração de protocolos ♦ Sniffers ♦ Ataque do dicionário ♦ Código malicioso Grupo de Segurança - UFRGS 33
    34. GSeg UFRGS Engenharia Social ♦ Método: enganar as vítimas, por conversa, telefone ou correio eletrônico ♦ Objetivos: – obter informações valiosas – obter privilégios – convencer a vítima a executar ações indevidas e perigosas Grupo de Segurança - UFRGS 34
    35. GSeg UFRGS Engenharia Social ♦ Prevenção: educação e conscientização – não fornecer informações a estranhos – exigir identificação – escolher boas senhas – não executar ações sem pensar (como executar um programa anexo à uma mensagem) Grupo de Segurança - UFRGS 35
    36. GSeg UFRGS Coleta de Informação ♦ Informações úteis (ao atacante) – domínio e servidores (whois e nslookup) – números IP (nslookup e traceroute) – arquitetura das máquinas (CPU, sistema operacional) – servidores (versões e plataforma) – serviços de proteção (firewall, VPNs, ACL) – acesso remoto (telefones, usuários autorizados) – usuários (nomes, cargos, funções) Grupo de Segurança - UFRGS 36
    37. GSeg UFRGS Coleta de Informação ♦ Problema: algumas informações devem ser públicas ♦ Prevenção: evitar o fornecimento de informação desnecessária ♦ Toda a informação vital para operação deve ser obviamente fornecida, mas qualquer informação adicional deve ser suprimida Grupo de Segurança - UFRGS 37
    38. GSeg UFRGS Varredura (Scanning) ♦ Teste sistemático dos números IP de uma organização ♦ Determinação dos serviços estão ativos (quais portas estão escutando) ♦ Prevenção: limitar o tráfego desnecessário (filtro de pacotes ou firewall) Grupo de Segurança - UFRGS 38
    39. GSeg UFRGS Negação de Serviço ♦ DoS ou denial-of-service ♦ Objetivo: impedir o uso legítimo do sistema, ou “derrubar” a máquina ♦ Inúmeras formas – ping of death – syn flood – smurf attack – UDP flood Grupo de Segurança - UFRGS 39
    40. GSeg UFRGS Negação de Serviço ♦ Impedir DoS é quase impossível ♦ Distribuir os serviços para a maioria permanecer operacional ♦ Manter-se atualizado sobre as vulnerabilidades apresentadas pela versão atual do sistema Grupo de Segurança - UFRGS 40
    41. GSeg UFRGS Exploração de bugs ♦ Explorar “furos” de implementação para obter privilégios ♦ Prevenção (em programas próprios) – boas práticas de engenharia de software – verificar erros comuns (estouros de buffers) – verificar as entradas – lei do menor privilégio Grupo de Segurança - UFRGS 41
    42. GSeg UFRGS Buffer Overflow endend func 2 da do buf end da func 1 buf evil_assembly_code() c, d a, b func_3() func_2() func_1() { { { char buf[100]; int c, d; int a, b; read_user_input(buf); func_3(); func_2(); } } } Grupo de Segurança - UFRGS 42
    43. GSeg UFRGS Exploração de bugs ♦ Prevenção (em programas de terceiros) – verificar vulnerabilidades conhecidas – aplicar os patches disponíveis – manter-se informado e atualizado ♦ Nenhum sistema é seguro ♦ Nenhum patch é perfeito ♦ Mas a maioria dos atacantes só sabe explorar bugs, e não criá-los Grupo de Segurança - UFRGS 43
    44. GSeg UFRGS Exploração de Protocolos ♦ Muitos são derivados de falhas no mecanismo de autenticação – IP spoofing: utilizar um endereço IP confiável – DNS spoofing: subverter o servidor de nomes – Source Routing: utilizar os mecanismos de roteamento – Ataque RIP: enviar informações de roteamento falsas – Ataque ICMP: explorar msgs como redirect e destination unreachable Grupo de Segurança - UFRGS 44
    45. GSeg UFRGS Sniffer ♦ sniffing - interface de rede que opera modo promíscuo, capturando todos os pacotes ♦ É fácil para um programa sniffer obter username e password dos usuários ♦ Utilização de sniffer é difícil de ser detectada Grupo de Segurança - UFRGS 45
    46. GSeg UFRGS Ataque do Dicionário ♦ Um dos arquivos mais cobiçados por atacantes é o de senhas – Unix: /etc/passwd – Windows: *.pwl – Windows NT: SAM ♦ Senhas cifradas Grupo de Segurança - UFRGS 46
    47. GSeg UFRGS Ataque do Dicionário ♦ Pessoas utilizam senhas facilmente memorizáveis, como nomes próprios ou palavras de uso corriqueiro ♦ Atacante compõe um dicionário e experimenta todas as palavras deste dicionário contra a cifra armazenada no arquivo de senhas Grupo de Segurança - UFRGS 47
    48. GSeg UFRGS Ataque do Dicionário ♦ Vários programas disponíveis (Crack, etc) ♦ Ação preventiva: atacar o próprio arquivo de senhas ♦ Não utilizar senhas derivadas de palavras e nomes ♦ Utilizar letras iniciais de frases ou palavras com erros Grupo de Segurança - UFRGS 48
    49. GSeg UFRGS Código Malicioso ♦ Cavalos de Tróia (não se propagam) – falsa tela de Login – falsa Operação ♦ Vírus ♦ Backdoors ♦ Controle Remoto (Netbus, Back Orifice) Grupo de Segurança - UFRGS 49
    50. GSeg UFRGS Código Malicioso ♦ Prevenção: Monitores ♦ Impossível tratamento exato e confiável ♦ Manter anti-vírus atualizado ♦ Preparar procedimento de emergência Grupo de Segurança - UFRGS 50
    51. GSeg UFRGS Segurança: tipos ♦ Nenhuma segurança ♦ Segurança por obscuridade ♦ Segurança baseada em máquina ♦ Segurança baseada em rede ♦ Combinação de mecanismos Grupo de Segurança - UFRGS 51
    52. GSeg UFRGS Segurança: estratégias ♦ Atribuir privilégios mínimos ♦ Criar redundância de mecanismos ♦ Criar ponto único de acesso ♦ Determinar os pontos mais fracos ♦ Tornar o sistema livre de falhas (fail-safe) ♦ Incentivar a participação universal ♦ Investir na diversidade de defesa ♦ Prezar a simplicidade Grupo de Segurança - UFRGS 52
    53. GSeg UFRGS Segurança: posturas ♦ Postura padrão de negação (prudente) – especificar o que é permitido – proibir o resto ♦ Postura padrão de permissão (permissiva) – especificar o que é proibido – permitir o resto Grupo de Segurança - UFRGS 53
    54. GSeg UFRGS Medidas de segurança ♦ O que se está querendo proteger? ♦ O que é preciso para proteger? ♦ Qual a probabilidade de um ataque? ♦ Qual o prejuízo se o ataque for bem sucedido? ♦ Implementar procedimentos de segurança irá ser vantajoso no ponto de vista custo- benefício? Grupo de Segurança - UFRGS 54
    55. GSeg UFRGS Política de segurança ♦ Conjunto de leis regras e práticas que regulam (informações e recursos): – como gerenciar – como proteger – como distribuir ♦ Sistema seguro = sistema que garante o cumprimento da política de segurança traçada Grupo de Segurança - UFRGS 55
    56. GSeg UFRGS Política de segurança ♦ Define o que é e o que não é permitido no sistema ♦ Define o comportamento autorizado para os indivíduos que interagem com o sistema Grupo de Segurança - UFRGS 56
    57. GSeg UFRGS Mecanismos para segurança ♦ Wrappers ♦ Firewalls ♦ Criptografia ♦ Redes Privadas (VPNs) ♦ Ferramentas de verificação Grupo de Segurança - UFRGS 57
    58. GSeg UFRGS Wrapers ♦ TCP Wrappers são um conjunto de programas que “encapsulam” os daemons dos serviços de rede visando aumentar sua segurança ♦ Funcionam como um filtro e estendem o serviço original Grupo de Segurança - UFRGS 58
    59. GSeg UFRGS Wrapers ♦ O wrapper não pode ser considerado uma ferramenta para segurança total ♦ Visa suprir deficiências dos servidores atuais e aumentar o controle sobre sua utilização ♦ Ótima ferramenta para registro (log) Grupo de Segurança - UFRGS 59
    60. GSeg UFRGS Firewalls ♦ Conjunto de componentes colocados entre duas redes e que coletivamente implementam uma barreira de segurança ♦ Finalidade – retardar os efeitos de um ataque até que medidas administrativas contrárias sejam executadas Grupo de Segurança - UFRGS 60
    61. GSeg UFRGS Firewalls ♦ Objetivo básico – defender a organização de ataques externos ♦ Efeito secundário – pode ser utilizado para regular o uso de recursos externos pelos usuários internos Grupo de Segurança - UFRGS 61
    62. GSeg UFRGS Firewalls Internet DMZ Rede interna Grupo de Segurança - UFRGS 62
    63. GSeg UFRGS Firewalls ♦ Pode ser implementado utilizando dois mecanismos básicos: – filtragem de pacotes • análise dos pacotes que passam pelo firewall – servidores proxy • análise dos serviços sendo utilizados Grupo de Segurança - UFRGS 63
    64. GSeg UFRGS Criptografia ♦ Não existe sistema absolutamente seguro ♦ Toda criptografia pode ser “quebrada” ♦ Complexidade temporal ♦ Complexidade econômica ♦ Segurança “computacional” Grupo de Segurança - UFRGS 64
    65. GSeg UFRGS Criptografia de chave única Alice Bob Única Única Esta mensagem é fsdfsdgfdghdgkdhf fsdfsdgfdghdgkdhf Esta mensagem é secreta, pois gkdshgksdfghkdsh gkdshgksdfghkdsh secreta, pois contém dados da gfksdfghkfdsgiuer gfksdfghkfdsgiuer contém dados da mais alta bdhbkdbskfbhkbsl bdhbkdbskfbhkbsl mais alta importância para dbhdfskbhdksfbhk dbhdfskbhdksfbhk importância para a nossa empresa. dbhdbfkhsdkbhdfk dbhdbfkhsdkbhdfk a nossa empresa. DECIFRAGEM TRANSMISSÃO CIFRAGEM Grupo de Segurança - UFRGS 65
    66. GSeg UFRGS Criptografia de chave única ♦ Única chave para cifragem e decifragem ♦ Substituição, permutação, operações algébricas ♦ Alta velocidade ♦ Problemas na distribuição de chaves Grupo de Segurança - UFRGS 66
    67. GSeg UFRGS Criptografia de chave pública Alice Bob Pub Priv Pub Esta mensagem é fsdfsdgfdghdgkdhf fsdfsdgfdghdgkdhf Esta mensagem é secreta, pois gkdshgksdfghkdsh gkdshgksdfghkdsh secreta, pois contém dados da gfksdfghkfdsgiuer gfksdfghkfdsgiuer contém dados da mais alta bdhbkdbskfbhkbsl bdhbkdbskfbhkbsl mais alta importância para dbhdfskbhdksfbhk dbhdfskbhdksfbhk importância para a nossa empresa. dbhdbfkhsdkbhdfk dbhdbfkhsdkbhdfk a nossa empresa. DECIFRAGEM TRANSMISSÃO CIFRAGEM Grupo de Segurança - UFRGS 67
    68. GSeg UFRGS Criptografia de chave pública ♦ Duas chaves: uma pública e outra secreta ♦ Cifragem com uma chave somente é decifrada com a outra chave Grupo de Segurança - UFRGS 68
    69. GSeg UFRGS Criptografia de chave pública ♦ Privacidade: cifrar com chave pública; somente chave secreta pode decifrar ♦ Assinatura: cifrar com chave secreta; chave pública decifra e identifica usuário Grupo de Segurança - UFRGS 69
    70. GSeg UFRGS Criptografia + Assinatura Alice Bob Pub Pub Priv Pub Pub Priv Fsdjfljgljdlgjdlgjldgjld Fsdjfljgljdlgjdlgjldgjld Esta mensagem é jgldjgldjfgljdfljlvbkjn; jgldjgldjfgljdfljlvbkjn; Esta mensagem é secreta, pois x923q8508hugdkbn x923q8508hugdkbn secreta, pois contém dados da msbn5y9[6590mnkp msbn5y9[6590mnkp contém dados da mais alta mjfw44n50b0okythp; mjfw44n50b0okythp; mais alta importância para jguent039oktrpgerjh jguent039oktrpgerjh importância para a nossa empresa. gwunpt058bngnwug0 gwunpt058bngnwug0 a nossa empresa. 9u6buyhjoireueyu84 9u6buyhjoireueyu84 8ybnuyue98 8ybnuyue98 4932uvf9vbd8bbfgbfg h25c924fed23 4932uvf9vbd8bbfgbfg h25c924fed23 Grupo de Segurança - UFRGS 70
    71. GSeg UFRGS Criptografia de chave pública ♦ Operação: funções aritméticas complexas ♦ Baixa velocidade, fácil distribuição de chaves ♦ Exemplos: RSA, DSS, DH, El Gamal (512 a 2048 bits) Grupo de Segurança - UFRGS 71
    72. GSeg UFRGS Ferramentas de Análise ♦ COPS (Computer Oracle and Password Program) ♦ SATAN (Security Analysis Tool for Auditing Network) ♦ ISS (Internet Security Scanner) ♦ SAINT (Security Administrator’s Integrated Network Tool) ♦ Nessus (um dos mais atuais) Grupo de Segurança - UFRGS 72
    73. GSeg UFRGS Verificadores de Integridade ♦ Verificar se arquivos e configurações permanecem inalterados ♦ Compara a situação atual com a situação inicial ♦ Utiliza funções de checksum e hash ♦ Hash a nível criptográfico: MD5, SHA ♦ Exemplo: Tripwire, Soffic (UFRGS) Grupo de Segurança - UFRGS 73
    74. GSeg UFRGS Verificadores de Senhas ♦ Verificar se uma senha pode ser “quebrada” – Exemplo: Crack ♦ Verificar se uma senha é “fácil” – Exemplos: npasswd, passwd+ Grupo de Segurança - UFRGS 74
    75. GSeg UFRGS Analisadores de Logs ♦ Facilitar a análise de arquivos de logs ♦ Realizar logs mais detalhados (além de um grep) ♦ Exemplos: – Swatch (Simple Watcher) – Netlog – LogSurfer Grupo de Segurança - UFRGS 75
    76. GSeg UFRGS Segurança (resumindo) ♦ Segurança é um atributo negativo – é fácil detectar pontos inseguros – é difícil (impossível ?!?) provar segurança ♦ Segurança por obscuridade não é segurança – não adianta se esconder – não adianta ser otimista – esteja preparado Grupo de Segurança - UFRGS 76
    77. GSeg UFRGS Segurança (resumindo) ♦ Segurança é um atributo global – envolve vários componentes do sistema – envolve vários mecanismos – analogia: poucos confiam apenas nas trancas de seus carros ♦ Falsa sensação de segurança pode ser pior do que a falta de cuidados Grupo de Segurança - UFRGS 77
    78. GSeg UFRGS Sistemas de Detecção de Intrusão
    79. GSeg UFRGS Sistemas de Detecção de Intrusão ♦ Número crescente de ataques/incidentes 25000 21756 ♦20000 Complexidade crescente Incidentes Reportados 15000 ♦10000 Ferramentas de ataque cada vez mais 9859 eficientes 3734 5000 2340 2412 2573 2134 1334 132 252 406 773 0 ♦ Tempos de recuperação proibitivos 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 00 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 20 Grupo de Segurança - UFRGS 79
    80. GSeg UFRGS Sistemas de Detecção de Intrusão ♦ Prevenção não é suficiente ♦ Importância da diversidade de defesa ♦ Solução: Detecção de Intrusão – garantir comportamento livre de falhas Grupo de Segurança - UFRGS 80
    81. GSeg UFRGS Sistemas de Detecção de Intrusão ♦ Detecção de intrusão: – tarefa de coletar e analisar eventos, buscando sinais de intrusão e de mau-uso ♦ Intrusão: – uso inapropriado de um sistema de informação – ações tomadas para comprometer a privacidade, integridade ou a disponibilidade Grupo de Segurança - UFRGS 81
    82. GSeg UFRGS Sistemas de Detecção de Intrusão ♦ Detecção de intrusão X detecção de ataque – intrusão: ação já concretizada – ataque: ação maliciosa que gera um resultado não autorizado ♦ Reação? Grupo de Segurança - UFRGS 82
    83. GSeg UFRGS IDS X Auditoria ♦ Ferramentas de auditoria – prevenção – confinamento e avaliação de danos – tratamento de falhas – Analogia: consultores e/ou peritos criminais ♦ IDSs – detecção – analogia: vigia noturno Grupo de Segurança - UFRGS 83
    84. GSeg UFRGS IDS: classificação ♦ Segundo os métodos de detecção usados ♦ Segundo a arquitetura adotada – alvo – localização Grupo de Segurança - UFRGS 84
    85. GSeg UFRGS IDS: classificação ♦ Segundo o método de detecção – baseado em comportamento – baseado em assinaturas ♦ Segundo a arquitetura – alvo – localização • baseado em rede • centralizado • baseado em host • hierárquico • híbrido • distribuído Grupo de Segurança - UFRGS 85
    86. GSeg UFRGS IDS: classificação Baseado em Método de Comportamento Detecção Baseado em Rede Baseado em Assinaturas Baseado em Host Segundo o alvo Híbrido Arquitetura Segundo a Centralizado IDS localização Hierárquico Passivo Distribuído Comportam. pós-detecção Ativo Monitoramento Freqüência de contínuo uso Análise periódica Grupo de Segurança - UFRGS 86
    87. GSeg UFRGS IDS: histórico ♦ Conceito surgido no início dos anos 80 ♦ 1ª Geração – registros de auditoria eram processados offline – surgimento dos métodos baseados em comportamento e em assinaturas ♦ 2ª Geração – processamento estatisticamente + sofisticado – mais medidas de comportamento monitoradas – alertas em “tempo real” tornaram-se possíveis Grupo de Segurança - UFRGS 87
    88. GSeg UFRGS IDS: histórico ♦ 3ª Geração – uso dos conceitos anteriores para sistemas em rede/sistemas distribuídos – uso de novas técnicas para detecção (sistemas especialistas, redes neurais, data mining, etc) – surgimento dos primeiros IDSs comerciais Grupo de Segurança - UFRGS 88
    89. GSeg UFRGS IDS: estrutura ♦ Componentes funcionalmente semelhantes – independente da arquitetura/método adotados ♦ Muitas vezes agrupados ♦ Modularidade importante na aplicação e no desenvolvimento de novos IDS Grupo de Segurança - UFRGS 89
    90. GSeg UFRGS IDS: componentes ♦ Geradores de eventos ♦ Analisadores de eventos ♦ Bases de dados de eventos ♦ Unidades de resposta Grupo de Segurança - UFRGS 90
    91. GSeg UFRGS IDS: padronização ♦ CIDF (Common Intrusion Detection Framework) ♦ IDWG (Intrusion Detection Working Group) Grupo de Segurança - UFRGS 91
    92. GSeg UFRGS IDS: IDWG Origem dos Operador Dados Atividade IDS Notificação Sensor Evento Resposta Analisador Política de Alerta Segurança Administrador Gerente Grupo de Segurança - UFRGS 92
    93. GSeg UFRGS IDS: métodos de detecção ♦ Responsáveis diretos na busca por indícios de intrusão ♦ Dois grandes grupos: – técnicas baseadas em comportamento – técnicas baseadas em assinaturas Grupo de Segurança - UFRGS 93
    94. GSeg UFRGS IDS: baseado em comportamento ♦ Detecção por anomalia ♦ Caracteriza o comportamento do sistema em normal e anômalo ♦ Habilidade de distinguir o comportamento normal de um anômalo Anômalo Normal Intrusão Comportamento Normal Grupo de Segurança - UFRGS 94
    95. GSeg UFRGS IDS: baseado em comportamento ♦ Compara o estado atual do sistema com o comportamento considerado normal ♦ Desvios são considerados intrusões ♦ Ex.: conexões externas em horários incomuns, padrão de digitação ♦ Outros exemplos ??? Grupo de Segurança - UFRGS 95
    96. GSeg UFRGS IDS: baseado em assinaturas ♦ Também chamada de detecção por mau uso ♦ Divide as ações do sistema em aceitáveis e não aceitáveis ♦ Habilidade de encontrar tentativas de exploração de vulnerabilidades conhecidas Não aceitável Aceitável Intrusão Ação Normal Grupo de Segurança - UFRGS 96
    97. GSeg UFRGS IDS: baseado em assinaturas ♦ Compara as ações realizadas no sistema com uma base de assinaturas de ataques ♦ Ex.: cópia do arquivo de senhas (/etc/passwd) ♦ Outros exemplos ??? Grupo de Segurança - UFRGS 97
    98. GSeg UFRGS IDS: arquiteturas ♦ Diretamente ligado ao desempenho ♦ Segundo o alvo – baseado em rede – baseado em host – híbrido ♦ Segundo a localização – centralizado – hierárquico – distribuído Grupo de Segurança - UFRGS 98
    99. GSeg UFRGS IDS: rede ♦ Dados analisados são retirados da rede ♦ Detecção de ataques relacionados ao tráfego de rede ♦ Ex: captura de pacotes, estatísticas de tráfego ♦ Outros exemplos ??? Grupo de Segurança - UFRGS 99
    100. GSeg UFRGS IDS: host ♦ Dados obtidos na própria máquina ♦ Detecção de ataques relacionados a ações locais ♦ Ex: trilhas de auditoria, cópias de arquivos ♦ IDSs baseados em aplicação: outra classe Grupo de Segurança - UFRGS 100
    101. GSeg UFRGS IDS: níveis IDS baseado em aplicação Nível de abstração IDS baseado em host IDS baseado em rede Grupo de Segurança - UFRGS 101
    102. GSeg UFRGS IDS: centralizado ♦ Função como coleta, análise e gerência em um único componente Máquina A Gerente Máquina B Máquina C Analisador Gerente Coletor Gerente Analisador Analisador Coletor Coletor Grupo de Segurança - UFRGS 102
    103. GSeg UFRGS IDS: hierárquico ♦ Funções distribuídas mas com fortes relações de hierarquia Máquina A Gerente Máquina B Analisador Coletor Coletor Coletor Máquina C Máquina D Máquina E Grupo de Segurança - UFRGS 103
    104. GSeg UFRGS IDS: distribuído ♦ Funções livremente distribuídas Máquina A Gerente Máquina B Analisador Analisador Coletor Coletor Máquina C Máquina D Máquina E Grupo de Segurança - UFRGS 104
    105. GSeg UFRGS Métodos de Detecção
    106. GSeg UFRGS Métodos Tradicionais ♦ Busca “manual” por indícios de intrusão ♦ Realizada há bastante tempo (empírica) ♦ Técnicas de auditoria de sistemas ♦ Técnicas de gerência de redes Grupo de Segurança - UFRGS 106
    107. GSeg UFRGS Métodos Tradicionais ♦ Análise de trilhas de auditoria – registrar principais eventos – selecionar eventos importantes – buscar por indícios de intrusão (offline) ♦ Problemas – manipulação de grandes qtdes de informação – tamanho das trilhas (armazenamento) – dificuldade de correlação de eventos Grupo de Segurança - UFRGS 107
    108. GSeg UFRGS Métodos Tradicionais ♦ Análise de dados de gerência de redes – uso de padrões como SNMP e RMON – captura de pacotes (TCPdump, Ethereal) – buscar por indícios de intrusão (tráfego estranho, pacotes mau formados) ♦ Problemas – manipulação de grandes qtdes de informação – grande experiência em redes – baixa eficiência Grupo de Segurança - UFRGS 108
    109. GSeg UFRGS Análise por assinaturas ♦ Método muito utilizado ♦ Dificuldade: correlacionar dados coletados com as assinaturas existentes ♦ Principais técnicas: – Filtros de pacotes – Sistemas especialistas – Redes de Petri Grupo de Segurança - UFRGS 109
    110. GSeg UFRGS Análise por assinaturas ♦ Vantagens – baixo nº de falsos positivos – adoção de contra-medidas imediatas – redução na quantidade de informação tratada – melhor desempenho Grupo de Segurança - UFRGS 110
    111. GSeg UFRGS Análise por assinaturas ♦ Desvantagens – detecção só para ataques conhecidos – dificuldade de manutenção – base de assinaturas pode ser usada em novos ataques – difícil detecção de abusos de privilégios Grupo de Segurança - UFRGS 111
    112. GSeg UFRGS Análise por comportamento ♦ Comportamento estático X dinâmico ♦ Dificuldade: estabelecer comportamento padrão ♦ Principais técnicas: – análise estatística – sistemas especialistas Grupo de Segurança - UFRGS 112
    113. GSeg UFRGS Análise por comportamento ♦ Vantagens – detecção de ataques desconhecidos – usado na criação de novas bases de assinaturas – esforço de manutenção reduzido – menos dependente de plataforma – facilita a detecção de abusos de privilégios Grupo de Segurança - UFRGS 113
    114. GSeg UFRGS Análise por comportamento ♦ Desvantagens – dificuldade de configuração – maior nº de falsos positivos – relatórios de difícil análise – menor desempenho (cálculos complexos) – dificuldade de lidar com mudanças normais de comportamento Grupo de Segurança - UFRGS 114
    115. GSeg UFRGS Métodos Avançados ♦ Estudo de novas formas de análise ♦ Complexos ♦ Desempenho reduzido ♦ Implantação e manutenção dificultadas ♦ Incipientes e não aplicados em larga escala Grupo de Segurança - UFRGS 115
    116. GSeg UFRGS Métodos Avançados ♦ Redes neurais – dificuldades no treinamento da rede – mais usado na detecção de anomalias ♦ Sistema imunológico – determinar o que pertence ao sistema – procurar “corpos estranhos” – Ex.: seqüências de chamadas de sistema ♦ Data minning e recuperação de informação Grupo de Segurança - UFRGS 116
    117. GSeg UFRGS Arquiteturas
    118. GSeg UFRGS Baseada em Host ♦ Precursora em IDS ♦ Permite determinar as operações desencadeadas no sistema ♦ Informações como: – trilhas de auditoria – carga de CPU – programas executados – integridade de arquivos Grupo de Segurança - UFRGS 118
    119. GSeg UFRGS Baseada em Host ♦ Vantagens – independência de rede – detecção de ataques internos / abusos de privilégios – maior capacidade de confinamento/avaliação de danos e de recuperação de erros Grupo de Segurança - UFRGS 119
    120. GSeg UFRGS Baseada em Host ♦ Desvantagens – dificuldade de instalação – dificuldade de manutenção – ataques ao próprio IDS – dificuldade de tratar ataques de rede – interferência no desempenho do sistema – dependência de plataforma Grupo de Segurança - UFRGS 120
    121. GSeg UFRGS Baseada em Rede ♦ Tratar ataques à própria rede ♦ Permite determinar as operações desencadeadas através da rede ♦ Informações como: – pacotes de rede (cabeçalhos e dados) – estatísticas de tráfego – SNMP Grupo de Segurança - UFRGS 121
    122. GSeg UFRGS Baseada em Rede ♦ Vantagens – detecção de ataques externos – facilidade de instalação – facilidade de manutenção – interferência mínima (nula) no desempenho – independência de plataforma Grupo de Segurança - UFRGS 122
    123. GSeg UFRGS Baseada em Rede ♦ Desvantagens – tratamento de redes de alta velocidade – dependência de rede – dificuldade de reação Grupo de Segurança - UFRGS 123
    124. GSeg UFRGS Centralizado ♦ Precursor em IDS ♦ Vantagens – simplicidade – interferência mínima (nula) na rede – imunidade a problemas de autenticidade ♦ Desvantagens – ponto único de falha – instalação/manutenção em grandes redes – crescimento modular dificultado Grupo de Segurança - UFRGS 124
    125. GSeg UFRGS Distribuído ♦ Vantagens – robustez – crescimento modular – distribuição de tarefas – abrangência de detecção ♦ Desvantagens – complexidade – interferência no desempenho da rede – necessidade de autenticação Grupo de Segurança - UFRGS 125
    126. GSeg UFRGS Hierárquico ♦ Fortes relações de subordinação ♦ Maior facilidade de desenvolvimento ♦ Pontos únicos de falha Grupo de Segurança - UFRGS 126
    127. GSeg UFRGS Soluções Híbridas ♦ Mesclar soluções ♦ Aproveitar vantagens de cada abordagem ♦ Equilibrar necessidades e proibições Grupo de Segurança - UFRGS 127
    128. GSeg UFRGS Exemplos de IDSs
    129. GSeg UFRGS Snort ♦ Um dos mais utilizados no momento ♦ Arquitetura centralizada ♦ Dados coletados na rede ♦ Análise baseada em assinaturas Grupo de Segurança - UFRGS 129
    130. GSeg UFRGS Snort ♦ Simplicidade e eficiência ♦ Base com milhares de assinaturas ♦ Plataforma UNIX ou Windows ♦ Distribuição livre (www.snort.org) Grupo de Segurança - UFRGS 130
    131. GSeg UFRGS Snort ♦ Captura de pacotes de rede (libpcap) – uso de regras de filtragem (TCPdump) ♦ Analisador simples – baseado em regras – trata cabeçalhos e dados ♦ Ações: registrar, alertar ou descartar Grupo de Segurança - UFRGS 131
    132. GSeg UFRGS Snort: regras ♦ 1ª parte: ação a ser tomada – log, alert ou pass ♦ 2ª parte: padrão procurado – cabeçalho ou conteúdo alert TCP $HOME_NET 146 -> !$HOME_NET 1024: (msg:\"IDS315 - BACKDOOR- ACTIVITY - Infector.1.x\"; content: \"WHATISIT\"; ) alert TCP $HOME_NET 21 -> !$HOME_NET any (msg:\"FTP-NT-bad-login\"; content: \"Login failed.\"; ) Grupo de Segurança - UFRGS 132
    133. GSeg UFRGS Snort ♦ Pré-processadores (v 1.5) – código executado antes da análise – portscan, eliminação de caracteres, etc ♦ Módulos de saída (v 1.6) – código executado quando um alerta ou registro é feito (após a análise) – syslog, postgresql, reação, etc Grupo de Segurança - UFRGS 133
    134. GSeg UFRGS Bro ♦ Desenvolvido pelo Lawrence Berkeley National Laboratory ♦ Arquitetura centralizada ♦ Dados coletados na rede ♦ Análise baseada em assinaturas Grupo de Segurança - UFRGS 134
    135. GSeg UFRGS Bro ♦ Utiliza scripts ♦ Base com poucas assinaturas ♦ Implementações em DecUnix, FreeBSD, Solaris, SunOS e Linux ♦ Distribuição livre (www-nrg.ee.lbl.gov) Grupo de Segurança - UFRGS 135
    136. GSeg UFRGS Bro: estrutura Script de políticas Alerta Interpretador de scripts Controle de eventos Fluxo de eventos Máquina de eventos Filtro TCPdump Fluxo de pacotes filtrados libpcap Fluxo de pacotes Rede Grupo de Segurança - UFRGS 136
    137. GSeg UFRGS Bro: filtros ♦ Scripts semelhantes à linguagem C event finger_request(c:connection, request: string, full: bool) { if ( request in hot_names ) ++c$hot; if ( c$hot > 0 ) log fmt(\"finger: %s\", msg); print finger_log, fmt(\"%.6f %s\", c$start_time, msg); c$addl = c$addl == \"\" ? req : fmt(\"*%s, %s\", c$addl, req); } Grupo de Segurança - UFRGS 137
    138. GSeg UFRGS AAFID ♦ Autonomous Agents for Intrusion Detection ♦ Desenvolvido pelo CERIAS ♦ Arquitetura hierárquica ♦ Dados coletados na rede e no host ♦ Análise de acordo com os agentes Grupo de Segurança - UFRGS 138
    139. GSeg UFRGS AAFID: componentes a a T T a a M a T M Interface a Agente T Transceiver a a Fluxo de a a Controle M Monitor Fluxo de Dados Grupo de Segurança - UFRGS 139
    140. GSeg UFRGS AAFID ♦ Escrito em Perl – fácil migração ♦ Pseudo-linguagem (AAS) para especificação de agentes ♦ Componentes de execução independente ♦ Monitores usam execução remota (ssh) Grupo de Segurança - UFRGS 140
    141. GSeg UFRGS EMERALD ♦ Event Monitoring Enabling Response to Anomalous Live Disturbance) ♦ Desenvolvido pela SRI International ♦ Arquitetura distribuída ♦ Dados coletados no host e na rede Grupo de Segurança - UFRGS 141
    142. GSeg UFRGS EMERALD ♦ Análise baseada em conhecimento e em assinaturas ♦ Projeto sucessor do IDES e NIDES ♦ Projetado para redes de larga escala ♦ Conceito de monitores/domínios Grupo de Segurança - UFRGS 142
    143. GSeg UFRGS EMERALD: domínios Monitor de Organização Domínio A Domínio B Monitor de Domínio Monitor de Domínio Monitor de Serviço Monitor de Serviço Monitor de Serviço Monitor de Serviço Grupo de Segurança - UFRGS 143
    144. GSeg UFRGS EMERALD: monitor Analisador por API do Monitor A assinaturas A P Recursos para o Elemento de P Sistema alvo I Analisador sistema alvo decisão I Outros monitores por comportamento API do Monitor Grupo de Segurança - UFRGS 144
    145. GSeg UFRGS EMERALD ♦ Modularidade ♦ Independência de alvo ♦ Correlação de alertas ♦ Possível integração com outros mecanismos Grupo de Segurança - UFRGS 145
    146. GSeg UFRGS RealSecure ♦ Desenvolvido pela ISS (Internet Security System) ♦ Grande aceitação no mercado ♦ Arquitetura hierárquica ♦ Dados coletados na rede e no host ♦ Análise baseada em assinaturas Grupo de Segurança - UFRGS 146
    147. GSeg UFRGS RealSecure ♦ Sensores – rede – host – servidor – plataformas: WinNT, AIX, Solaris, HP-UX ♦ Console – master controller ou não – plataforma: WinNT Grupo de Segurança - UFRGS 147
    148. GSeg UFRGS RealSecure ♦ Políticas aplicadas através dos consoles ♦ Possível autenticação entre sensores/consoles ♦ Reação – firecell signatures (firewall local) – reconfiguração de firewalls – encerramento de sessão – etc Grupo de Segurança - UFRGS 148
    149. GSeg UFRGS RealSecure ♦ Permite a criação de scripts Tcl associados a assinaturas (SecureLogic) ♦ Permite a definição de assinaturas do usuário ♦ Permite a criação de filtros Grupo de Segurança - UFRGS 149
    150. GSeg UFRGS NFR ♦ Network Flight Recorder ♦ Desenvolvida por Marcus Ranum (NFR Security) ♦ Ferramenta para análise de tráfego e posterior registro ♦ Versão comercial (completa) e de domínio público (reduzida) Grupo de Segurança - UFRGS 150
    151. GSeg UFRGS NFR ♦ Arquitetura centralizada/hierárquica ♦ Dados coletados na rede ♦ Análise baseada em assinaturas e em conhecimento Grupo de Segurança - UFRGS 151
    152. GSeg UFRGS NFR: estrutura Sensor Sensor NFR NFR Backend Backend Analisador Backend Analisador Backend Interface ... de Backend Backend Administração (AI) Gravador Gravador Servidor Central de Gerenciamento (CMS) Grupo de Segurança - UFRGS 152
    153. GSeg UFRGS NFR ♦ Base mantida por terceiros ♦ Regras escritas em linguagem proprietária (N-Code), semelhante à C ♦ Geração de byte-codes ♦ Distribuição através de pacotes Grupo de Segurança - UFRGS 153
    154. GSeg UFRGS Considerações Práticas
    155. GSeg UFRGS Seleção e Implementação ♦ Escolha depende de cada caso ♦ Equívocos podem causar falsa sensação de segurança ♦ Importante o mapeamento da realidade computacional da organização Grupo de Segurança - UFRGS 155
    156. GSeg UFRGS Seleção e Implementação ♦ Política de segurança – avaliar política existente – (re)definir política ♦ Integrar mecanismos de prevenção e detecção – firewalls – autenticação – recuperação – verificação Grupo de Segurança - UFRGS 156
    157. GSeg UFRGS Seleção e Implementação ♦ Analisar detalhes técnicos – métodos de detecção e arquitetura – testes realizados por terceiros – nível de conhecimento para operação – possibilidade de expansão – suporte – integração com outros mecanismos – plataformas disponíveis – custo Grupo de Segurança - UFRGS 157
    158. GSeg UFRGS Seleção e Implementação ♦ Criar ambiente de testes ♦ Distribuir corretamente os sensores de rede ♦ Instalar sensores de host Grupo de Segurança - UFRGS 158
    159. GSeg UFRGS Distribuição de Sensores Grupo de Segurança - UFRGS 159
    160. GSeg UFRGS Distribuição de Sensores ♦ Atrás do firewall externo – ver ataques externos que passaram do firewall – ver ataques direcionados à DMZ – analisar o tráfego de saída ♦ Depois do firewall externo – ver ataques direcionados à rede Grupo de Segurança - UFRGS 160
    161. GSeg UFRGS Distribuição de Sensores ♦ Nos backbones – monitorar grandes qtdes de tráfego – detectar ataques internos ♦ Nas redes críticas – detectar ataques aos recursos críticos – permitir o foco nos recursos de maior valor Grupo de Segurança - UFRGS 161
    162. GSeg UFRGS Sensores: problemas ♦ Tráfego criptografado ♦ Tráfego segmentado ♦ Tráfego de alta velocidade Grupo de Segurança - UFRGS 162
    163. GSeg UFRGS Vulnerabilidades Conhecidas ♦ Falsos alarmes ♦ Negação de serviço (DoS) ♦ Tolerância a falhas ♦ Autenticação Grupo de Segurança - UFRGS 163
    164. GSeg UFRGS Vulnerabilidades Conhecidas ♦ Desativação de ferramentas baseadas em host ♦ Inserção de tráfego – pacotes descartados pelo sistema alvo ♦ Evasão de tráfego – pacotes descartados pelo IDS Grupo de Segurança - UFRGS 164
    165. GSeg UFRGS Subvertendo o IDS ♦ Procurando pela string “su root”. – e quanto à string “su me^H^Hroot” ? – e quanto à string “su<telnet option> root” ? – e quanto à string “alias blammo su”, e depois “blammo root” ? Grupo de Segurança - UFRGS 165
    166. GSeg UFRGS Reconstruindo Fluxos ♦ Procurando pela string “USER root”. Basta procurar na porção de dados de pacotes TCP? USER root TCP: HDR USER HDR root IP: HDR HDR US HDR ER HDR HDR ro HDR ot É necessário remontar fragmentos e colocá-los em seqüência Grupo de Segurança - UFRGS 166
    167. GSeg UFRGS Mais Fragmentos Suponha o seguinte ataque: 1. HDR HDR US 2. HDR ER 3. 1,000,000 fragmentos sem relação c/ o ataque 4. HDR HDR ro 5. HDR ot Grupo de Segurança - UFRGS 167
    168. GSeg UFRGS Mais Fragmentos 1. HDR HDR US Seq. # 2. HDR ER Time 3a. HDR HDR ro 3b. HDR HDR fo 4. HDR ot O que considerar ( “USER root” ou “USER foot”)? Qual decisão será tomada pelo SO? Grupo de Segurança - UFRGS 168
    169. GSeg UFRGS Aspectos Legais ♦ Interceptação telemática – C.F. Artigo 5º parágrafo XII ♦ Privacidade ♦ Documentar políticas Grupo de Segurança - UFRGS 169
    170. GSeg UFRGS Conclusões
    171. GSeg UFRGS Conclusões ♦ Aumento no nº de incidentes ♦ Despreparo dos profissionais da área ♦ Não existe segurança 100% ♦ Não existe solução completa Grupo de Segurança - UFRGS 171
    172. GSeg UFRGS Conclusões ♦ IDS é mais um mecanismo útil ♦ Serve como suporte à tomada de decisões ♦ Vasto campo para novas pesquisas Grupo de Segurança - UFRGS 172
    173. GSeg UFRGS Contatos Rafael Campello e-mail: campello@inf.ufrgs.br Raul Weber e-mail: weber@inf.ufrgs.br GSeg UFRGS e-mail: gseg@inf.ufrgs.br página: www.inf.ufrgs.br/~gseg Grupo de Segurança - UFRGS 173

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