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Processo Unificado(RUP)

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  • Transcript

    • 1. RUP - Rational Unified Process Genésio Gomes Neto
    • 2. Objetivos
      • Introdução
        • Características Principais do RUP
      • Fases & Ciclo de Vida
      • Disciplinas Básicas e de Apoio
      • Framework
        • Descrição de Atividades
        • Artefatos
        • Guias
    • 3. Introdução ao RUP
    • 4. Tendências...
      • Necessidade de sistemas cada vez maiores e mais complexos.
      • Necessidade por Sofisticação
        • Sistemas cada vez mais adaptados às necessidades dos usuários
        • Inclusão de melhoramento substanciais a cada versão
      • Exigência de rapidez no desenvolvimento
        • Competitividade de mercado.
    • 5. Necessidades
      • Um processo integrado que:
        • Provenha guias
        • Direcione as tarefas
        • Especifique os artefatos
        • Ofereça ferramentas e métodos
        • Apresente critérios para monitorar e medir o produto e processo
      • “ A presença de um bem definido e bem gerenciado processo é o elemento que diferencia os projetos produtivos dos projetos mal sucedidos” (Booch et al, 1999)
    • 6. Processo Unificado
      • Framework genérico e adaptável à uma grande classe de sistemas
      • Baseado em componentes
        • interconectados por interfaces bem definidas.
      • Integrado a linguagem UML
      • Aspectos Diferenciais:
        • Direcionado por Casos de Uso
        • Centrado em Arquitetura
        • Iterativo e Incremental
    • 7. Histórico do RUP Abordagem da Ericsson Objectory Process 1.0 - 3.8 1987-1995 UML Abordagem da Rational IBM - Rational Unified Process Rational Objectory Process 4.1 1996-1997 Rational Unified Process 5.0 Outras fontes
    • 8. Práticas e Conceitos Chaves Modelagem Visual Iterativo e Incremental Dirigido do Casos de Uso Centrado em Arquitetura
    • 9. Modelagem Visual Porque Modelar ?
      • Um modelo é uma visão simplificada do sistema. Mostra a essência do sistema sobre uma perspectiva particular e esconde detalhes não essenciais.
      • Serve para
        • Aumentar o entendimento de sistemas complexos
        • Explorar e comparar diferentes projetos
        • Formar uma base para implementação
        • Capturar os requisitos precisamente
        • Comunicar as decisões de forma não-ambígua.
    • 10. Modelagem Visual UML
      • Uso de notações gráficas e textuais semanticamente ricas para capturar elementos do projeto de software
      • Permite o nível de abstração ser aumentado, preservando uma sintaxe e semântica rigorosa
    • 11. Iterativo-Incremental R1 R2 R5 R3 R4 R7 R6 R1 R2 R5 R3 R4 R7 R6 It.1 It.2 It.3 Definição inicial de requisitos Planejamento de iterações Desenvolvimento de iteração N Validação com usuário da it. N Plano iteração N
      • O desenvolvimento ocorre em várias iterações, cada uma resultando em incrementos de funcionalidades do sistema.
    • 12. Iterativo e Incremental Benefícios
      • Análise antecipada de riscos com a integração progressiva do sistema
      • Melhor acomodação de solicitações de mudanças
      • Maior qualidade devido ao refinamento contínuo do produto
      • Melhor facilidade de aprendizagem e amadurecimento do processo
      • Aumento da reusabilidade
    • 13. Iterativo x cascata
    • 14. Disciplinas das Iterações Básicas
      • Requisitos (requirements)
      • Análise & Projeto (analysis & design)
      • Implementação (implementation)
      • Teste (tests)
      • Implantação (deployment)
    • 15. Disciplinas das Iterações De Apoio
      • Ger. Projeto (Project management)
      • Ger. de Ambiente (Environment)
      • Ger. de Configuração e Mudança (Configuration and change management)
    • 16. Integração entre as Disciplinas Fonte: Rational
    • 17. Iterações no RUP Fonte: Rational
    • 18. Processo Dirigido por Casos de Uso
      • Casos de Uso são utilizados para conduzir todo o processo de software .
      • Serve de base para a geração e integração dos diversos modelos e artefatos produzidos em todas as etapas do processo
    • 19. Diagrama de Casos de Uso
    • 20. Casos de Uso Especificação (Pro.Net)
      • Nome do requisito [RFXX001]
      • Prioridade: (Essencial, Importante, Desejável)
      • Ator(es)
      • Requisitos associados
      • Descrição:
        • Explicação do propósito do caso de uso
        • Desenhos ou rascunhos das telas da aplicação, ou captura das telas dos protótipos
      • Pré-condições:
        • Estado em que a aplicação deve estar ou um fator externo necessário para que o caso de uso possa ser realizado
      • Pós-condições:
        • Lista de possíveis estados em que a aplicação pode ficar imediatamente após o término da execução do caso de uso, ou alteração de um fator externo à aplicação.
    • 21. Casos de Uso Especificação (Pro.Net)
      • Fluxo principal
        • Descreve passo a passo o que os atores e a aplicação fazem.
        • Especifica se este Caso de Uso inclui ou estende outro.
        • Faz referência a um fluxo alternativo ou de erro caso haja necessidade devido a alguma condição.
      • Fluxos alternativos
        • [FA 001] <Descreve uma seqüência que foge ao fluxo principal descrito, mas que não é um erro.>
      • Fluxos de erro
        • [FE 001] <Descreve os passos a serem seguidos para cada situação de erro identificada (ex: consulta a dados que deveriam estar no banco, falha na comunicação via rede etc.)>
    • 22. Casos de Uso são usados para ...
      • Modelar o processo do negócio
      • Especificar requisitos
      • Planejar iterações
      • Realizar os modelo de projeto
      • Implementar os componentes e seus casos de teste
      • Descrição dos manuais e/ou procedimentos de uso e instalação
    • 23. Arquitetura de Software
      • Proporciona uma perspectiva mais clara do sistema.
        • Melhor compreensão e organização do sistema
        • Base sólida para o desenvolvimento
      • Descreve a estrutura de como os requisitos devem ser implementados
      • “ Uma arquitetura de software (em algum ponto no tempo) é uma organização ou estrutura de componentes que interagem entre si através de interfaces”.
      • IEEE
    • 24. Estrutura de Camadas
    • 25. Componentes
      • Parte encapsulada do sistema.
        • não trivial , com certa independência e passível de substitução que satisfaz uma clara funcionalidade
      • Oferecem interfaces bem-definidas que permitem prover e esconder serviços e informações.
    • 26. Diferentes Visões de uma Arquitetura
      • Visão da estrutura do sistema sobre o ângulo de stakeholders específicos
        • usuários, analistas, desenvolvedores, etc.
      • Visões Típicas
        • Visão de Casos de Uso
        • Visão Lógica
        • Visão de Implementação
        • Visão de Processo
        • Visão de Implantação
    • 27. Visão de Casos de Uso
      • Conjunto de Casos de Uso que englobam comportamentos e riscos que devem ser levados em consideração pela arquitetura.
    • 28. Visão Lógica
      • Classes de projeto mais importantes e sua organização em pacotes e subsistemas, que por sua vez são estruturados em camadas.
    • 29. Demais Visões Típicas
      • Visão de Implementação:
        • organização dos módulos em pacotes e camadas.
      • Visão de Processos:
        • descrição das threads (linhas de execução) e suas interações e configurações.
        • Necessária quando existe alto grau de concorrência.
      • Visão de Implantação:
        • descrição dos nós físicos (hardwares) para as configurações de plataforma
    • 30. RUP: Um Processo Centrado em Arquitetura de Software
      • “ RUP oferece uma forma metodológica de projetar, desenvolver e validar uma arquitetura”
      • Arquitetura é construída através de refinamentos sucessivos
        • Inicia-se com um protótipo de arquitetura executável e gradualmente se torna um sistema.
      • Serve para demonstrar funções específicas
        • Em particular aquelas que satisfazem requisitos não funcionais.
      • Serve para analisar riscos
        • Relacionados a desempenho, capacidade, confiabilidade, entre outros.
    • 31. Importância de uma Arquitetura
      • Auxilia no gerenciamento da complexidade do projeto e na manutenção de sua integridade
      • Garante manutenabilidade e aderência a requisitos não funcionais
      • Base efetiva para o reuso em larga-escala
      • Guia para a gerência de projeto
    • 32. Disciplinas Básicas e de Apoio
    • 33. Modelagem do Negócio
      • Entender a estrutura e dinâmica da organização (contexto)
      • Especificação de
        • Casos de Uso de negócio
        • Modelo de análise de negócio
    • 34. Requisitos
      • Especificação de Requisitos
        • descrever o quê o sistema deve fazer, em acordo com o cliente e usuários
      • Especificação do detalhamento dos Requisitos através de Casos de Uso
      • Delimitar o escopo do sistema e prover uma base para o planejamento das iterações
      • Definir protótipos de interface com o usuário
    • 35. Requisitos Artefatos Gerados Software Requirement Specification Use Case Model Glossary Stakeholder Request Storyboard Suplementary Specification Casos de Uso Vision escopo Requisitos não funcionais
    • 36. Análise e Projeto
      • Transformar os requisitos em um modelo para implementação do sistema
      • Encontrar uma arquitetura robusta para o sistema
    • 37. Análise e Projeto Fonte: Rational
    • 38. Análise
      • Casos de Uso são refinados e estruturados do ponto de vista dos desenvolvedores.
      • Desenvolvimento do modelo de objetos
        • Diagrama de Classes,
        • Diagrama de colaboração,
        • descrição arquitetural
    • 39. Projeto
      • Redefine e Cria Classes de implementação
      • Aprofundamento dos níveis de detalhes dos Casos de Uso e descrições de classes.
      • Diagramas de Sequência
      • Agrupamento da classes em Subsistemas.
      • Visão arquitetural completa.
    • 40. Implementação
      • Implementar os componentes necessários.
      • Testar os componentes implementados como unidades
      • Integrar os componentes implementados em um sistema executável
    • 41. Testes
      • Verificar a interação e integração dos componentes
      • Verificar se todos os requisitos foram corretamente implementados
      • Identificar defeitos e assegurar as correções de acordo com as prioridades de entrega de cada componente
    • 42. Implantação
      • Produzir o (que falta do) software
        • scripts de instalação, documentação para o usuário, programas para conversão de dados, etc.
      • Embalar e distribuir o software
      • Instalar o software
      • Realizar migração
        • troca de sistema antigo pelo novo, conversão de dados
      • Treinamento do usuário
      • Aceitação formal pelo cliente
    • 43. Gerência de Projeto
      • Prover um framework para gerenciar projetos e riscos
      • Prover orientações para o planejamento de atividades, definição da equipe, execução e monitoração de projetos
      Planejamento e monitoração das iterações!
    • 44. Gerência de Configuração e Mudanças
      • Identificar, definir e manipular itens de software
      • Controlar modificações e versões destes itens
      • Reportar e armazenar a situação dos itens e as solicitações de mudanças
      • Garantir a completude, consistência e corretude dos itens
      • Controlar o armazenamento, manipulação e entrega destes itens
    • 45. Configuração do Ambiente
      • Prover o processo e as ferramentas necessárias ao desenvolvimento
      • Possíveis Atividades:
        • configurar o RUP
        • desenvolver guidelines
        • selecionar e adquirir ferramentas
        • adaptar ou desenvolver ferramentas
        • suportar o ambiente de desenvolvimento (backups, administração de contas, etc.)
        • treinamento
        • implantação do RUP na organização
    • 46. Fases do RUP
    • 47. Fases do RUP
      • O ciclo de vida de todo o projeto (não de cada iteração) é subdividido em quatro fases:
        • Concepção, Elaboração, Construção e Transição.
      • Cada fase pode possuir N iterações.
    • 48. Fases e Iterações
      • Cada fase pode comportar diversas iterações
      Concepção Elaboração Construção Transição Iteração preliminar 1 2 i i+2 i+3 ... j j+1 ... grandes marcos tempo
    • 49. Fases do RUP Estabelecer o escopo e viabilidade econômica do projeto Eliminar principais riscos e definir arquitetura estável Desenvolver o produto até que ele esteja pronto para beta testes Entrar no ambiente do usuário Concepção Elaboração Construção Transição
    • 50. Marcos Transição Elaboração Construção Concepção Entendimento do sistema Arquitetura estável Produto operacional Produto implantado
    • 51. Fases x Disciplinas do RUP Fonte: Rational
    • 52. Concepção (inspetion)
      • Estabelecer o escopo e os limites do projeto
        • Identificar Casos de Uso principais
      • Realizar Planejamento Inicial
        • Analisar riscos críticos
        • Definir custos e cronogramas
      • Gerar Plano de Negócio (“Business Case”)
        • Verificar viabilidade do projeto
      • Avaliar alguma arquitetura candidata
      • Preparar ambiente do projeto
    • 53. Elaboração (Elaboration)
      • Garantir que a arquitetura, os requisitos e os planos são estáveis
      • Analisar riscos de forma que seja possível determinar o custo e o cronograma do projeto
      • Estabelecer uma baseline para arquitetura.
      • Produzir protótipos dos componentes para analisar riscos, tais como
        • Balanceamentos entre requisitos e projeto
        • Reuso de componentes
        • Analisar a viabilidade do produto
    • 54. Construção (Construction)
      • Minimizar custos através da otimização dos recursos e evitando re-trabalho.
      • Alcançar qualidade de forma rápida e prática
      • Concluir a análise, projeto, implementação e teste de todas as funcionalidades requeridas
      • Desenvolver de forma iterativa e incremental um produto completo pronto para ser instalado.
      • Alcançar um degrau de paralelismo no trabalho dos times de desenvolvimento
      • Decidir se o software e os usuários estão prontos para implantação.
    • 55. Transição (Transition)
      • Beta testes para validação do sistema.
      • Treinamento dos usuários e mantenedores.
      • Estratégias de marketing, distribuição e venda.
      • Avaliação da baseline de implantação com relação a visão do sistema e o critério de aceitação do produto.
        • Alcançar a concordância do usuário
    • 56. Elementos Básicos
    • 57. Elementos Básicos do RUP Fonte: Rational
    • 58. Atividade
      • Atividade é uma unidade de trabalho que um indivíduo (ou grupo) no papel de um trabalhador deve executar
      • Uma atividade geralmente tem o objetivo de criar / alterar artefatos
      • Atividades são divididas em passos
      • Atividades possuem “guidelines”
      Capturar Vocabulário Comum
    • 59. Trabalhador
      • Representa o comportamento e responsabilidades de um indivíduo ou de um grupo
      • As responsabilidades são expressas em termos de atividades
      • Representa um “papel”
      Analista de Sistemas
    • 60. Artefato
      • Um artefato é um conjunto de informações que é produzido, modificado e usado pelo processo
      • Artefatos são utilizados como entrada para os trabalhadores executarem as atividades, que por sua vez produzem artefatos de saída
      Glossário
    • 61. Fonte: Rational Artefatos do RUP
    • 62. Workflows
      • Os fluxos de atividades do RUP são descritos através de responsáveis, atividades e artefatos
      Fonte: Rational
    • 63. Modelagem do Negócio
      • Glossário
      • Modelo de Casos de Uso do Negócio
      • Modelo de Objetos do Negócio
      Fonte: Rational
    • 64. Requisitos
      • Glossário
      • Documento de Visão
      • Especificações Suplementares
      • Modelo de Casos de Uso
      • Protótipo da Interface
      Fonte: Rational
    • 65. Análise e Projeto Fonte: Rational
    • 66. Análise e Projeto Fonte: Rational
    • 67. Implementação
      • Modelo de Implementação
      • Componentes implementados
      • Subsistemas implementados
      Fonte: Rational
    • 68. Testes
      • Plano de Teste
      • Modelo de Teste
      • Casos de Teste
      • Procedimentos de Teste
      • Lista de defeitos
      • Avaliação dos Testes
      Fonte: Rational
    • 69. Gerência de Projeto
      • Plano de Negócios
      • Plano do Desenv. do Software:
        • plano de métricas
        • lista de riscos
        • plano do projeto
        • plano da iteração
      Fonte: Rational
    • 70. Gerência de Configuração e Mudanças
      • Plano de gerência de configuração
      Fonte: Rational
    • 71. Conclusões
    • 72. RUP Os 10´s Atributos Essenciais
      • Desenvolver Visão
      • Planejamento
      • Analisar Riscos
      • Examinar Plano de Negócio (Business Case)
      • Projetar Arquitetura de Componentes
      • Desenvolver de forma iterativa e incremental
      • Avaliar regularmente os resultados
      • Gerenciar e controlar mudanças
      • Implantar produtos usáveis
      • Adotar Processo que se adapte ao projeto

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