linux lvs

Loading...

Flash Player 9 (or above) is needed to view presentations.
We have detected that you do not have it on your computer. To install it, go here.

0 comments

Post a comment

    Post a comment
    Embed Video
    Edit your comment Cancel

    Favorites, Groups & Events

    linux lvs - Presentation Transcript

    1. O que é LVS?
    2. Apresentação       Henrique Haas - henriquehaas@gmail.com Novembro 2008
    3. LVS   Linux Virtual Server    Servidor Virtual Linux  
    4. Conceito Básico de Alta Disponibilidade • Garantir um ambiente operacional resistente a falhas de software e hardware, cujo objetivo é manter os serviços em operação durante o tempo previsto no nível de disponibilidade da empresa.
    5. Conceito Básico de Balanceamento de Carga • O balanceamento de carga permite distribuir as requisições aos serviços entre os vários equipamentos que os atendem, permitindo uma melhor aproveitamento dos recursos entre os mesmos.
    6. O que é LVS? • O Linux Virtual Server é um projeto Open Source iniciado por Wensong Zhang em maio de 1998.   • É uma tecnologia totalmente escalável, construída sobre um cluster de servidores, capaz de prover alta disponibilidade e balanceamento de carga.   • A entrega do serviço é completamente transparente para o usuário final ou seja eles interagem como se tratasse de um único servidor virtual de alta performance.
    7. Conceitos LVS Master - Servidor LVS Principal (de maior peso).   LVS Slave - Servidor LVS Redundante (menor peso).   LVS Ativo - Servidor que no momento responde pelo serviço (pode ser chamado de Director).
    8. Conceitos VIP - Virtual IP - Endereço IP válido no mundo que será usado pelo LVS ativo para responder pelos serviços.   RIP - Real IP – Endereço IP da rede interna usado pelos LVS e Servidores Reais para se comunicarem.   DIP - Director IP - Endereço IP de rede exclusiva para comunicação entre LVS's.
    9. Arquiteturas para LVS • LVS-NAT (Network Address Translation)   • LVS-DR (Direct Routing)   • LVS-TUN (Tunneling - Encapsulamento IP-IP)
    10. LVS-NAT • Os Servidores Reais devem estar na mesma subrede do Director(LVS); • Os endereços dos Nós (Servidores Reais) normalmente estão em conformidade com a RFC 1918; • As conexões (de entrada e saída) passam todas pelo Director; • O Director deve ser o gateway padrão dos Servidores Reais;
    11. LVS-NAT • O Director pode remapear números de portas, isto é, uma requisição é recebida em uma porta dele e pode ser redirecionada para uma porta diferente de um Servidor Real; • Qualquer sistema operacional pode ser usado nos Servidores Reais; • Desvantagem: O gargalo do ambiente pode ser um único Director configurado para atender a demanda, embora uma rede saturada normalmente seja o problema mais comum.
    12. RFC 1918
    13. LVS-DR • Os Servidores Reais devem estar no mesmo barramento que o Director; • Os RIP não necessitam estar em conformidade com a RFC 1918; • Somente as requisições passam pelo Director, as respostas são enviadas diretamente aos clientes pelos Servidores Reais; • As portas não podem ser remapeadas no Director;    
    14. LVS-DR • LVS-DR permite mais Servidores Reais que LVS-NAT; • Não há sobrecarga no Director como no LVS-NAT;   • Só permite balanceamento de carga em um mesmo Data- Center.   
    15. LVS-TUN • Os Servidores Reais não necessitam estar no mesmo barramento e rede que o Director; • Os RIP não necessitam estar de acordo com a RFC 1918; • O Director apenas recebe requisição dos clientes, as respostas são enviadas diretamente dos Servidores Reais;
    16. LVS-TUN • O Director não pode remapear portas; • Os sistemas operacionais dos Servidores Reais precisam suportar IP tunneling;   • Permite o balanceamento de carga entre Data-Centers diferentes.
    17. Tunelamento IP • É um termo técnico para designar o encapsulamento de um pacote IP dentro de outro, com o propósito de simular uma conexão física ponto a ponto entre duas redes remotas através de uma outra rede.
    18. Passo a Passo Cliente localiza o gateway de sua rede através do protocolo ARP  Cliente solicita a resolução de um endereço para o DNS  Cliente solicita um serviço publicado no mundo através do protocolo HTTP ou HTTPS
    19. Passo a Passo  O LVS recebe a solicitação, confere em sua tabela quem fornece o serviço e encaminha a solicitação para o servidor real ;  O servidor recebe a solicitação do cliente, processa e responde diretamente ao cliente usando o VIP no cabeçalho
    20. Diagrama Usado em Laboratório
    21. Adic. ou Rem. Serviços e Servidores dos LVS vim /etc/ha.d/ldirectord.cf   checktimeout=2 checkinterval=2 autoreload=yes quiescent=no logfile="info" #Serviço 1 virtual=172.30.1.9:80     real=192.168.0.100:80 gate 1 ".alive.html", "ok"     real=192.168.0.101:80 gate 2 ".alive.html", "ok"     real=192.168.0.102:80 gate 3 ".alive.html", "ok"     service=http     checkport=80     protocol=tcp      scheduler=wlc      checktype=negotiate #Serviço 2 virtual=172.30.1.9:21     real=192.168.0.120:21 gate 1     real=192.168.0.121:21 gate 2  service=ftp  checkport=21  protocol=tcp  scheduler=wlc  #Serviço 3 ...   /etc/init.d/ldirectord restart 
    22. Como um serviço é Monitorado?  O LVS possui uma lista de servidores e serviços. Ele verifica a disponibilidade dos serviços periodicamente. Se algum serviço estiver indisponível ele “sai da lista”. O LVS continua monitorando, e assim que for restabelecido o serviço, o LVS percebe e ele volta a lista de serviços disponíveis.
    23. Adaptações Necessárias nos Servidores Reais No Servidor Real é criado um script que é inicializado no boot, e o prepara para trabalhar com o LVS-DR.   /etc/init.d/lvsdrrs   Quando executado ele:   •  Ativa a interface lo; •  Configura o ARP para não se anunciar; •  Configura IP VIRTUAL para lo:0; •  Adiciona rota para o IP VIRTUAL acima •  Adiciona rota para rede 172.30.1.0 no dispositivo real •  Adiciona rota default para o roteador da rede 172  
    24. Justificativa para ARP Non-Announce nos servidores.  Para garantir um perfeito funcionamento desta tecnologia, só o LVS pode responder pelos serviços. Por isso na entrada ninguém chega aos servidores se não pelo LVS.
    25. Algoritmos de Balanceamento de Carga  rr (Round Robin): distribui as requisições igualmente entre os servidores reais disponíveis. Este é o algoritmo de agendamento mais simples. wrr (Weighted Round Robin): similar ao anterior, utiliza, entretanto um valor que determina o peso de cada servidor real. Servidores reais com maior peso receberão mais requisições que os de menor peso.
    26. Algoritmos de Balanceamento de Carga lc (Least-Connection): distribui requisições ao servidor com menor quantidade de conexões no momento da escolha. wlc (Weighted Least-Connection): distribui requisições ao servidor com menor quantidade de conexões no momento da escolha, levando em consideração também o peso atribuído a cada servidor real. Este é o modo de agendamento escolhido por padrão.
    27. Persistência de Conexão  A persistência garante que o cliente sempre será direcionado a um mesmo servidor, mesmo em diferentes conexões, possibilitando que ele mantenha por exemplo um carrinho de compras ou um formulário preenchido.  Ela é útil quando o estado precisa ser mantido.  Só é possível se a aplicação prover suporte a esta funcionalidade.  Também conhecida como afinidade de sessão.  Pode ser custosa a sua implementação, pois será necessária uma replicação de dados.  No LVS é possível incluir um serviço com persistência.
    28. Referências Bibliográficas  LINUX ENTERPRISE CLUSTER – KARL KOPPER  http://www.linux-ha.org/  http://guialivre.governoeletronico.gov.br/  http://wiki.sintectus.com/  http://www.austintek.com/
    29. henriquehaas.com.br/blog/
    30. Perguntas?

    + elliando diaselliando dias, 5 months ago

    custom

    244 views, 0 favs, 0 embeds more stats

    More info about this document

    © All Rights Reserved

    Go to text version

    • Total Views 244
      • 244 on SlideShare
      • 0 from embeds
    • Comments 0
    • Favorites 0
    • Downloads 19
    Most viewed embeds

    more

    All embeds

    less

    Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
    Flag as inappropriate

    Select your reason for flagging this presentation as inappropriate. If needed, use the feedback form to let us know more details.

    Cancel
    File a copyright complaint
    Having problems? Go to our helpdesk?

    Categories