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Elizabeth

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Biografia - Elizabeth - Rainha da Inglaterra

Biografia - Elizabeth - Rainha da Inglaterra

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  • Esta é uma linda flor!
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  • 1. Elizabeth I 1533-1603 Coroação
  • 2. Histórico: Tudor / York / Lancaster / Plantagenetas Owen Tudor casou-se com Catherine de Valois, viúva do rei Henrique V, aliando-se a casa de Lancaster durante a Guerra das Rosas. Antes de ser morto pelos aliados, seu filho mais velho, Edmundo Tudor, conde de Richmond casou com Margarida Beaufort, tri neta de Eduardo III e da linhagem de Guilherme I, o Conquistador. Margarida era neta de João de Gaunt, Duque de Lancaster, fundador da casa de Lancaster que pelo relacionamento extra conjugal com Catarina Swynford, teve os filhos chamados Beaufort, legitimados apenas na viuvez, considerados sem direito sucessório ao trono. Do casamento da neta Margarida Beaufort, nasceu Henrique VII que lutou contra a casa de York. depôs e executou o Duque de Gloucester que havia assumido o trono como Ricardo III usurpando o trono do irmão (Henrique IV) ao mandar matar os sobrinhos órfãos. Henrique VII caso-se com Isabel de York, filha do rei usurpado Ricardo II e extinguindo as disputas entre as casas Tudor e Lancaster com York durante a Guerra das Rosas. Ricardo III Henrique VII
  • 3. Henrique VII negociou o casamento de Catarina de Aragão (Espanha) com o seu herdeiro Artur, Príncipe de Gales. Com a morte deste, Catarina casou-se com seu irmão Henrique, então Duque de York e futuro Henrique VIII. O casamento fazia parte de um acordo político entre Espanha e Inglaterra para manter a França isolada. Entretanto, Henrique VIII solicitou anulação de seu casamento ao Papa Clemente VII, alegando parentesco com a esposa, não sendo atendido, rompeu com a Santa Sé e criou a Igreja da Inglaterra ou Anglicana. Mais tarde, conseguiu que o parlamento criasse leis que abolissem todos os pagamentos de rendas ao Papa e tornou a Igreja Anglicana um órgão nacional, submetido ao rei. Do primeiro casamento de Henrique VIII com Catarina de Aragão, nasceu Mary Tudor. Henrique pediu o divórcio da rainha Catarina para casar-se com Ana Bolena e propõem à rainha, amigavelmente, retirar-se para um convento ou para um castelo a sua escolha e uma vultuosa pensão. Catarina de Aragão Catarina de Aragão Henrique VIII
  • 4. Com o divórcio a Princesa Mary manteria a legitimidade ao trono, antes de qualquer filha mulher vinda posteriormente, exceto se viesse um irmão por outro casamento de Henrique VIII. Quando a proposta foi apresentada para Catarina negou-se a aceitar. Assim, Henrique baseado no texto bíblico do Levítico 18:16 - “A nudez da mulher de teu irmão não descobrirás; é a nudez de teu irmão.” Interpretava que o atual casamento com Catarina seria incestuoso estando condenados a ficarem sem filhos. Catarina alegou que o casamento era do agrado de Deus já que Mary, sua filha com Henrique VIII, estava viva e com saúde. Henrique rebateu que o termo filhos referia-se apenas a filhos homens.   Catarina teve o apoio do sobrinho Carlos V, Imperador do Sacro Império Romano-Germânico ( Primeiro Reich ), constituído pela região da atual Itália, Áustria, Alemanha e Países baixos, também conhecido como Carlos I da Espanha, herdeiro dos reis católicos e por via materna do reino de Nápoles, reino da Sicília, Provença, Índias, Aragão e Canárias. Mary Tudor Mary Tudor Carlos I da Espanha e V da Alemanha
  • 5. Carlos V exercia um grande poder sobre o papa Clemente VII pois as tropas imperiais tomaram e saquearam os Estados Pontifícios (Roma) em 1528. Diante das circunstâncias, Clemente recusou-se a conceder anulação do casamento de Henrique VIII, alegando que no casamento anterior de Catarina não houve consumação, diferentemente do atual, devidamente legal e consumado. Henrique VIII mandou-lhe outra carta dizendo que a rainha e seu irmão haviam estado juntos em um mesmo leito, portanto o matrimônio foi "carnalmente verdadeiro". De nada adiantou, já que o papa não mandou sua resposta. Mary Tudor foi afastada de sua mãe Catarina de Aragão e da corte em 1531 e levada para o castelo de Beaulieu. Do casamento, com Ana Bolena, nasceu Elizabeth (ou Isabel). Ana Bolena foi educada nos Paises Baixos e foi Aia da Rainha da França, adquirido um excelente francês tornado-se mais francesa do que inglesa. Não era precisamente bela, mas tinha charmosos olhos e cabelos negros e um belo pescoço longo que encantaram Henrique VIII e substituiu sua irmã, Maria Bolena, como amante do Rei. Castelo de Beaulieu Catarina de Aragão Clemente VII
  • 6. Elizabeth foi criada como católica, após a execução de sua mãe, aos três anos de idade. Passou a infância longe da corte, estudou línguas, dança e música. Foi no terceiro casamento de Henrique VIII, com Jane Saymour que nasceu Eduardo, futuro Eduardo VI. Jane faleceu após o parto. Elizabeth cai nas graças da sexta esposa de Henrique VIII, Catherine Parr com quem conviveu após a adolescência. Catherine Parr pretendia casar-se com Thomas Seymour, irmão da Rainha Jane Saymour , mas Elizabeth era um impedimento para fazer a corte então enviou Elizabeth aos cuidados de de Mary Tudor, primeira filha de Henrique VIII. Catherine Parr casou-se com Thomas Seymour e um tribunal colocou o irmão da Rainha Jane, Eduardo Seymour, como tutor do futuro Eduardo VI , conferindo-lhe o título de Senhor Protetor da Inglaterra. Castelo de Hatfield 2 - Ana Bolena 3- Jane Saymour 6- Catarine Parr
  • 7. Quando Elizabeth voltou ao convívio com Catherine Parr, já casada e gestante, foi flagrada aos beijos com seu padrasto (Thomas Seymour). Nesta época Jane Gray convivia com Elizabeth e Eduardo na casa de Catherine Parr. Catherine deu a luz a uma menina e pouco tempo depois veio a falecer. Jane auxiliou nos funerais e Thomas Seymour prometeu patrocinar seu casamento com Eduardo. Durante o reinado de Eduardo VI, Thomas Seymour pediu a mão de Elizabeth em casamento e os dois foram suspeitos de conspiração, Elizabeth foi questionada e nada foi provado, mas Thomas Seymour foi preso e executado por seqüestro do menino rei (Eduardo VI). Ao ser informada da sorte de Thomas Seymour Elizabeth comentou: “Hoje morreu um homem de muita graça e muito pouco juízo”. O rei Eduardo VI morreu ainda jovem, provavelmente de tuberculose ou sífilis congênita, e sem herdeiros. Jane Gray, sobrinha de Eduardo VIII, foi proclamada rainha, pelo pai e o sogro, que reuniram um exercito para evitar a proclamação da princesa Mary, que era católica e filha do primeiro casamento de Henrique VIII. Eduardo VI Jane Gray Jane Gray
  • 8. Porém, a maioria da população apoiou a herdeira legítima e nove dias após a proclamação da rainha Jane Gray, essa era encarcerada na Torre Verde, com seu marido. No entanto, o casamento da rainha Mary Tudor (Católica) com Felipe II (da Espanha) facilitava uma reaproximação com o Papado e a população reagiu a tentativa de restabelecer o catolicismo na Inglaterra. Começaram o surgir insurreições. A Rebelião Protestante liderada por Thomas Wyatt em 1554 selou o destino de Jane Grey, a pesar de não estar vinculada com a rebelião, foi executada aos 16 anos e Elizabeth encarcerada na Torre de Londres. Durante a chegada na torre, num dia chuvoso e frio, Elizabeth recusou-se a passar pelo portal da torre, chamado “Portal do Traidor”. Somente após algum tempo de persuasão, e estando totalmente molhada, cedeu e entrou na torre. Após dois meses na torre, foi posta em prisão domiciliar. No fim desse mesmo ano, quando Maria pensava estar grávida, Elizabeth retornar à corte com o consentimento de Filipe II, já que para ele ocorrendo a morte da sua esposa durante o parto, seria sucedida por Mary Stuart (futura rainha da Escócia). Logo verificou-se que a rainha não estava grávida, provavelmente estava com um cisto no ovário o que a deixou com a saúde debilitada vindo a falecer em 1558. Rainha Mary Rainha Mary I Execução de Jane Gray Mary I
  • 9. Em 17 de dezembro de 1558, Elizabeth tornou-se rainha da Inglaterra e a mulher mais cobiçada da realeza, bela e culta. Não havia um arcebispo de Canterbury (Cantuária) na época para presidir à cerimônia. O último católico a ocupar o posto foi Reginald Cardinal Pole que morreu logo depois da rainha Maria. Como os principais bispos declinaram em participar na coroação porque Elizabeth era filha ilegítima tanto sob a lei canônica quanto pela estatutária, além de ser protestante, foi Owen Oglethorpe, um bispo de menor importância, de Carlisle, quem a coroou. Já a comunhão não foi celebrada por Oglethorpe, mas pelo capelão pessoal da rainha, para evitar o uso dos ritos católicos. A coroação de Elizabeth I foi a última em que o latim foi usado durante a celebração, passando as celebrações posteriores a ser em inglês. O controle papal sobre a igreja da Inglaterra tinha sido restabelecido sob Maria I, mas foi anulado por Elizabeth. A própria rainha assumiu o título de "Suprema Governante da Igreja Anglicana", em vez de "Cabeça Suprema", já que diversos bispos e outras figuras públicas consideravam que o título era impróprio para uma mulher. O Ato de Supremacia 1559 obrigava os oficiais públicos a fazer um juramento que reconhecia o controle da Soberana sobre a igreja, cuja quebra recebia punições severas. Coroação de Elizabeth Coroação Elizabeth
  • 10.
      • Não cedeu as pressões para perseguir católicos , aprisionando Peter Wentworth, líder de protestantes radicais, que desejavam varrer todo vestígio do catolicismo, em 1586 conseguindo impedir a deflagração de uma guerra religiosa ou civil no solo inglês. Muitos bispos estavam insatisfeitos com a política religiosa elizabetana. Estes foram removidos da cadeira eclesiástica e substituídos por nomeados que mostravam maior subserviência em relação à supremacia da rainha.
      • Montou um conselho privado inteiramente renovado, removendo muitos conselheiros católicos no processo. Sob o comando de Elizabeth, os conflitos entre as facções do conselho diminuiu sensivelmente.
      • Durante os 25 anos de reinado ganhou muitos presentes e faz muitas alianças com a possibilidade de matrimônio. Teoriza-se que não tenha casado por causa do tratamento que o pai dava as esposas ou, na visão romântica, que se não podia casar com o homem que amava, não casaria com ninguém. Estava impossibilitada de casar com seu grande amor Robert Dudley que havia casado antes de tornar-se rainha e viuvou em condições misteriosas passiveis de se tornar um escândalo.
    Elizabeth Elizabeth I
  • 11. A rainha encontrou uma rival perigosa em sua prima, a católica Mary Stuart, rainha da Escócia e esposa do rei francês Francisco II. Em 1559, Mary Stuart declarara-se rainha da Inglaterra, apoiada pela França. Na Escócia, a mãe de Mary Stuart, Marie de Guise, tentou aumentar a influência dos franceses na Grã Bretanha permitindo a construção de fortificações do exército francês em território escocês. Um grupo de senhores escoceses aliados de Elizabeth conseguiu depor Marie de Guise. Sob pressão inglesa, os representantes de Mary assinaram o tratado de Edimburgo, que ordenava que as tropas francesas se retirassem da Escócia. Embora Mary recusasse veementemente ratificar o tratado, este teve o efeito desejado, e a ameaça representada pela França foi removida da Grã-Bretanha. Quando seu marido morreu, Mary Stuart retornou à Escócia. Maria Stuart (Escócia) Maria Stuart
  • 12. Na época de Elisabeth a Inglaterra entra em uma fase de grande desenvolvimento marítimo, um século depois de Portugal e Espanha, que eram um único reino sob regência de Felipe II, filho de Carlos V, Imperador do Sacro Império Romano-Germânico. Entre os melhores homens da Rainha estavam os comandantes John Hawkins e Francis Drake. Sir Francis Drake faz a circunavegação da terra (1577-1580) procurando a terra austral (Austrália) e neste período fundou-se a companhia das Índias Orientais. John Wawkins ao tentar encontrar uma passagem para as Índias, ao norte do Canadá, para capturar escravos na África descobriu terras permitindo a colonização da América. John Hawkins aportou em San Juan de Ulúa, em 1568, com vários navios para reparos, os quais usara para trazer escravos e trocar por açúcar no Caribe, e lá estava também Francis Drake. Encontrando a frota espanhola do Caribe, pediu permissão escrita para aportar e depois de estar no meio dos navios, sofreu um ataque de surpresa. Felipe II Felipe II
  • 13. No final de 1562, Elizabeth contraiu varíola, alarmado pela doença da rainha, o Parlamento exigiu que ela se casasse ou nomeasse um herdeiro para impedir a guerra civil caso viesse a morrer. Recusou-se a fazer ambas as coisas, e prorrogou o mandato do Parlamento. O Parlamento não interviu até Elizabeth precisar do seu consentimento para aumentar impostos em 1566. A Câmara dos Comuns ameaçou reter fundos até que a rainha concordasse em indicar um sucessor, mas ela recusou-se novamente. Haviam diferentes linhas de sucessão a considerar. Uma linha possível era a de Margaret Tudor, irmã mais velha de Henrique VIII, mãe de Mary Stuart (Maria I da Escócia). Outra alternativa provável descendia de uma irmã mais nova de Henrique VIII, Mary Tudor, mãe de Catherine Grey, irmã de Jane Grey. A possibilidade remota seria a ascensão de Henry Hastings, que poderia reivindicar sua descendência de Eduardo III (século XV). Cada herdeiro possível tinha alguma desvantagem: Maria I era católica, Catherine Grey casou sem o consentimento da rainha e Henry Hastings era puritano. Quadro Comemorativo da Vitória sobre Felipe II, frota ao fundo Quadro Comemorativo
  • 14. Mary Stuart sofria com seus próprios problemas na Escócia. Elizabeth tinha sugerido que se casasse com o protestante Robert Dudley, primeiro conde de Leicester, como tentativa de influenciar a linha de sucessão da Escócia. Mary Stuart recusou e, em 1565, casou com o católico Henry Stuart. Henry Stuart ou Lorde Darnley foi assassinado em 1567, depois do casal ter passado por várias brigas e disputas entre si. Mary, em seguida, casou-se com seu suposto assassino, James Hepburn, conde de Bothwell. Os nobres escoceses se rebelaram, aprisionando Mary e forçando-a a abdicar em favor de seu filho, que assumiu com o nome de James VI. Em 1568 morreu Catherine Grey, a última herdeira viável, mas seu filho foi considerado ilegítimo. Sua herdeira era sua irmã, Mary Grey. Elizabeth foi forçada novamente a considerar um sucessor escocês, da linha da irmã do seu pai, Margaret Tudor. Entretanto, Mary Stuart, impopular na Escócia continuava aprisionada. Mais tarde, escapou de sua prisão e fugiu para Inglaterra, onde foi capturada por forças inglesas. Quadro Comemorativo da Vitória sobre Felipe II, frota ao fundo Francis Drake John Hawkins
  • 15. Elizabeth se viu perante um dilema: enviá-la aos nobres escoceses seria considerado cruel demais; enviá-la França torná-la-ia um trunfo poderoso nas mãos do rei francês; restaurar-lhe o trono da Escócia poderia ser visto como um gesto heróico, mas causaria grande tensão entre os escoceses; aprisioná-la na Inglaterra permitiria a participação direta de Maria em conjuras contra a rainha. Elizabeth escolheu esta última opção: Mary foi confinada por dezoito anos, a maior parte deles no castelo e mansão de Sheffield. Em 1569, Elizabeth enfrentou um grande levante conhecido como a rebelião do Norte. O papa Pio V apoiou a rebelião católica excomungando Elizabeth e declarando-a deposta em uma bula papal “Regnans in Excelsis”, emitida quando a rebelião já tinha sido derrotada (1570). A Conspiração Católica de Ridolfi (1571) com envolvimento de Felipe II fracassou e o quarto duque de Norfolk foi executado e Mary Stuart perdeu a pouca liberdade que lhe restava. Entretanto, depois deste ato pontifício, a política de Elizabeth de tolerância religiosa se tornou impraticável. Passou a perseguir seus inimigos religiosos, o que levou ao surgimento de novas conspirações católicas para removê-la do trono. Quadro Comemorativo da Vitória sobre Felipe II, frota ao fundo
  • 16. A Espanha, que vinha estabelecendo relações cordiais com Inglaterra desde a união de Filipe à Maria I, mas seu cunhado passou a mostrar-se hostil. Elizabeth combatia Felipe II principalmente no mar onde Sir Francis Drake era encarregado da pirataria contra os galeões espanhóis que vinham da América com sua carga de ouro e prata. Felipe II vinga-se, porém, ajudando os irlandeses contra a Inglaterra. Melhora a técnica da marinha espanhola que se defende de uma incursão no Caribe em que morrem Drake e Hawkins. A atenção da Espanha já estava voltada para a Holanda onde tentava debelar uma rebelião e não tinha recursos disponíveis para declarar uma guerra contra a Inglaterra que insuflava a rebelião. Com os revezes e mais o custo da guerra na Holanda, a economia inglesa desmorona e surgem os puritanos, que queriam redimir o reino através de uma vida irrepreensível. Torre de Londres Execução de Jane Gray
  • 17. Na França, a perseguição católica aos huguenotes deflagrou as Guerras Religiosas Francesas. Elizabeth, secretamente auxiliou os huguenotes. Fez a paz com a França em 1564, desistindo de reinvidicar Entretanto, não abriu mão da sua reivindicação à Coroa Francesa, que tinha sido mantida desde a Guerra dos Cem Anos (século XIV, pretensão renunciada no reinado George III no século XVIII. O Massacre da noite de São Bartolomeu, em que milhares de protestantes franceses foram mortos, fragilizou a aliança mas não impediu as negociações sobre uma união com Henrique, duque de Anjou (e depois rei Henrique III de França e Polônia). Negociou outro casamento com o irmão mais novo de Henrique, François, duque de Anjou e de Alençon. A conspiração de Throckmorton, de 1583, contra Elizabeth, com apoio da Espanha foi descoberto e Mary foi sentenciada à morte em fevereiro de 1587. A decapitação da rainha católica foi o pretexto que faltava para que Filipe II. Quadro Comemorativo da Vitória sobre Felipe II, frota ao fundo
  • 18. Felipe II, manda construir uma armada de 130 barcos e com 31.000 homens tenta invadir a Inglaterra remanejando a frota sediada na Holanda para auxiliar a incursão. Francis Drake ataca a esquadra espanhola em Cádiz (Espanha), sem muito êxito, mas atrasou a partida, neste meio tempo morre o comandante espanhol Marquês de Santa Cruz, homem experiente e capaz de levar a empresa ao êxito. O novo comandante (Duque de Medina-Sidônia) tinha enjôos e entendia mais de jardinagem do que de navios, como ele afirmava. Elizabeth tentou incentivar suas tropas com um discurso notável que ficou famosa a frase: "sei que tenho o corpo de uma mulher fraca e frágil; mas tenho também o coração e o estômago de um rei - e de um rei de Inglaterra!". Hawkins, então tesoureiro-mor da marinha, que construiu a frota que derrotou a "Invencível Armada“, como era conhecida a maior na época.A armada derrotada tentou escapar contornando a Escócia. De seus barcos, 10 foram capturados ou afundados pelos ingleses, 24 foram afundados pelo mau tempo, e 20 desapareceram. Retornaram 76 à Espanha em agosto de 1588. Quadro Comemorativo da Vitória sobre Felipe II, frota ao fundo
  • 19. Elizabeth desenvolve o comércio e a indústria, incentiva o renascimento das artes e a liberação dos costumes. A Bolsa de Valores de Londres, aberta em 1566, torna-se um dos principais centros financeiros da Europa. A Companhia das Índias, criada em 1600, expande o comércio externo. Durante o seu reinado, a literatura teve um grande florescimento. Elizabeth era uma monarca temperamental e, às vezes, indecisa tratada com impaciência por seus conselheiros, freqüentemente a manteve longe de desavenças políticas. Assim como seu pai, Henrique VIII, Elizabeth gostava de escrever, tanto prosa quanto poesia. São chamados do período Elisabetano as obras de Willian Shakespeare, Edmundo Spencer e Christopher Marlowe. Seu reinado foi marcado pela prudência na concessão de honrarias e títulos. Somente oito títulos maiores: um de conde e sete de barão no reino da Inglaterra, mais um baronato na Irlanda, foram criados durante o reino de Elizabeth que reduziu substancialmente o número de conselheiros privados, de trinta e nove para dezenove. Mais tarde, passaram a ser apenas catorze conselheiros. Escudo de Armas de Elizabeth
  • 20. Elizabeth I adoeceu em fevereiro de 1603, sofrendo de fraquezas e insônia. Morreu em 24 de março no palácio de Richmond. Com sessenta e nove anos de idade, foi a mais longeva monarca a governar a Inglaterra até sua época. Sua marca só foi superada quando George II morreu com setenta e sete anos em 1760. O corpo de Elizabeth foi sepultado na abadia de Westminster, ao lado de sua irmã Maria I. Elizabeth jamais se casou e é conhecida como a “Rainha Virgem” e em sua homenagem existe um estado Americano chamado Virgínia, primeiro assentamento inglês permanente no Novo Mundo. O epitáfio de seu túmulo é a inscrição latina "Parceiras no trono e na sepultura, descansamos aqui duas irmãs, Elizabeth e Mary, na esperança de uma ressurreição". Coroação em 17 de dezembro de 1558
  • 21. Coroação em 17 de dezembro de 1558 Fim
  • 22. Bibliografia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Elisabete_I#Legado Coroação em 17 de dezembro de 1558