biossegurança plantas

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  • 1. Plantas Invertebrados Vetebrados Biotérios
  • 2.
    • Plantas
    • A pesquisa e a coleta em campo requerem medida especiais (Aula 2), para evitar acidentes com plantas espinhosas, urticantes ou animais associados.
    • Muitas vezes a planta pode ser abrigar animais potencialmente nocivos (lagartas, vespas, cobras, etc.).
    • Riscos na manipulação de vegetais concentram-se em resinas, látex, pólen, extratos... que podem eventualmente desencadear alergias.
    • Evitar o contato destas substâncias com mucosas em geral (através dos olhos e boca, por exemplo).
    • Procurar usar luvas e máscara durante o trabalho com estes materiais
  • 3. Coroa de Cristo Dedaleira Comigo-ninguém-pode Saia Branca
  • 4. Flor e Folha Glicosídeo vinceína Vinca Vinca major A planta toda Alcalóide rutina Arruda Ruta graveolens Semente Toxalbumina ricina Mamona Ricinus communis Flor e Látex Quinina Jasmim-manga Plumeria rubra Toda planta Glicosídeo oleandrina Espirradeira Nerium oleander Semente e Fruto Toxalbumina curcina Pinhão Paraguaio Jatropha curcas Látex Glicosídeo doliarina Fícus Ficus spp Látex Toxalbumina Coroa-de-Cristo Euphorbia milii Folha e Flor Digitoxina e digitaleína Dedaleira Digitalis purpúrea Folha e Caule Estricnina Comigo-ninguém-pode Dieffenbachia spp Semente Alcalóide delfina Esporinha Delphinium spp Semente Alcalóide daturina Saia branca Datura suaveolens Semente Alcalóide daturina Saia roxa Datura metel Semente Alcalóide crotina Cróton Codieaeum variegatum Folha Buxina Buxinho Buxus sempervirens Flor e Folha Glicosídeo cardiotóxico Beladona Atropa belladona Semente Toxalbumina curcina Arnica Arnica montana Semente Toxalbumina curcina Alamanda Allamanda cathartica Semente Toxalbumina abrina Olho-de-cabra Abrus precatorius Parte Tóxica Princípio Ativo Nome Popular Nome Científico
  • 5. Contenção biológica de Plantas -Disseminação eficiente de plantas por pólen ou semente podem ser prevenidas por um ou mais dos seguintes procedimentos: 1. Cobrir as estruturas reprodutivas para prevenir disseminação de pólen na florescência e disseminação de semente na frutescência; 2. Retirar estruturas reprodutivas ou empregar masculinas estéreis, ou colher material da planta antes da etapa reprodutiva; 3. Assegurar que plantas experimentais floresçam numa época do ano quando plantas cruza-férteis não florescem dentro do alcance normal de dispersão de pólen da planta experimental; 4. Assegurar que as plantas cruza-férteis estão dentro do alcance sabido de dispersão de pólen da planta experimental.
  • 6.
    • Invertebrados
    • A maioria dos invertebrados que oferece riscos para coleta e manipulação é terrestre.
    • A coleta embaixo de troncos caídos ou pilhas de madeira deve ser feita rolando-se a madeira para o lado do coletor, evitando que animais peçonhentos ataquem.
    • Invertebrados terrestres devem ser sempre coletados com pinça (nunca manualmente).
    • Invertebrados aéreos que ferroem podem ser coletados em redes e transferidos delas diretamente para os frascos mortíferos, inserindo-se a dobra da rede dentro do frasco e esperando que o inseto fique atordoado.
  • 7.
    • Insetos para coleções devem ser mortos em líquidos (geralmente álcool 70%) ou gases (acetato de etila, cianeto de potássio, éter ou clorofórmio). Os dois primeiros gases são altamente tóxicos e devem ser manipulados com extremo cuidado. O tipo de reagente utilizado varia para cada ordem, pois alguns podem promover a modificação de coloração do animal.
    • Insetos coletados com o objetivo de serem mantidos vivos devem ser transferidos diretamente do equipamento de coleta (rede, puçá, guarda-chuva entomológico, armadilhas) para frascos ou recipientes devidamente condicionados para tal.
  • 8.  
  • 9.
    • Vertebrados
    • Existem riscos para quem os manuseia, pois mesmo que não experimentalmente infectados, podem estar portando agentes patogênicos inclusive zoonóticos.
    • Conhecer bem a biologia do animal a ser manipulado;
    • Não manusear espécies animais sem qualificação para tal;
    • Informar imediatamente ao responsável as mordidas, os arranhões ou qualquer trauma físico que tenha sofrido;
    • Usar jaleco de manga comprida e luvas de procedimento ou de couro.
  • 10.
    • Se preciso, material de contenção animal apropriado;
    • Ter noção dos riscos,
    • Saber as regras de segurança e avisar imediatamente ao responsável qualquer situação de risco.
    • Essas regras devem ser seguidas não só para diminuir os riscos, mas também para minimizar o estresse do animal.
  • 11.  
  • 12.  
  • 13. Pneumonia, shiguelose, tuberculose, encefalite por herpes, hepatite, protozooses sanguíneas e amebíase Primatas não-humanos Ricketioses, tularemia e pneumonia Lagomorfos Leptospirose, pseudotuberculose, ricketsioses, febres hemorrágicas (hantaviroses), coriomeningite linfocitária, dermatomicoses, protozooses sanguíneas Roedores Brucelose e colibacilose Ovinos Brucelose, tuberculose e coccidiose Bovinos Brucelose Caprinos Brucelose, colibaciloses, tuberculose e dermatomicoses Suínos Dermatomicoses e toxoplasmose Gatos Brucelose, leptospirose, pneumonia, tuberculose, rickteriose, dermatomicoses, histoplasmose e amebíase. Cães Colibacilose, pasteurelose, pseudotuberculose, tuberculose, dermatomicoses, clamidiose e psitacose Aves Doença Animal hospedeiro
  • 14. Biotérios
  • 15. Suínos Aves Roedores
  • 16. Macacos Cobras
  • 17. Sexagem
  • 18.  
  • 19.  
  • 20.
    • Os biotérios devem manter boa qualidade de vida dos animais para estudo e garantir a limpeza do ambiente de trabalho do pesquisador
    • Boa alimentação para as cobaias;
    • Boa iluminação;
    • Ventilação adequada, com exaustores;
    • Limpeza das bancadas e pisos com germicida para eliminar infecção;
    • Lavar caixas onde ficam ratos, camundongos ou coelhos periodicamente, trocando as serragens. As caixas variam de tamanho, as pequenas suportam até 10 camundongos ou ratos, e as grandes até 20;
    • Piso não escorregadio.
  • 21.  
  • 22.  
  • 23.