Escola,
                                                Tecnologias
                                                   e C...
1. A CULTURA DAS ESCOLAS
 2. A CULTURA TECNOLÓGICA
3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS
         4. QUE SOLUÇÕES?
           5. CONCL...
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3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS
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1. A CULTURA DAS ESCOLAS



À medida que a nossa vivência do mundo se
 transforma na exposição a uma multidão de
    oport...
1. A CULTURA DAS ESCOLAS




É neste mundo que as escolas dos nossos dias
              procuram cumprir a sua missão
1. A CULTURA DAS ESCOLAS

Uma das funções da cultura é
  actuar como filtro selectivo
           entre os humanos
        ...
1. A CULTURA DAS ESCOLAS

          A cultura dá forma
              à nossa mente
      fornece-nos, a caixa de
      fer...
1. A CULTURA DAS ESCOLAS

     Que cenários encontramos nas nossas
       escolas quando as encaramos como
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                  Simplificando:
Após 250 anos de escola pública,
           que cultura domina...
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 Foi-se evoluindo para um modelo que
           cristalizou na “transmissão”
         mais ou m...
1. A CULTURA DAS ESCOLAS




         e o potencial cultural da
escola fica cada vez mais pobre
1. A CULTURA DAS ESCOLAS




Que soluções?
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 2. A CULTURA TECNOLÓGICA
3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS
         4. QUE SOLUÇÕES?
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2. A CULTURA TECNOLÓGICA




Outra limitação das culturas das nossas
   escolas situa-se na forma como são
               ...
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Prevalece ainda o conceito de Ciência
   que dominava nos anos 1950/1960
  uma Ciência fundad...
2. A CULTURA TECNOLÓGICA




    e distante da realidade
da intervenção humana na
 transformação do mundo

  hoje assumida...
2. A CULTURA TECNOLÓGICA




A distinção entre os saberes da Ciência, que explicam o
                                 que ...
2. A CULTURA TECNOLÓGICA




As Tecnologias integram quatro dimensões:

                    •  Aplicação da Ciência
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2. A CULTURA TECNOLÓGICA

AS QUATRO DIMENSÕES DA TECNOLOGIA

   ACTIV. SOCIAIS       CIÊNCIAS BÁSICAS
   E DE NEGÓCIO
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2. A CULTURA TECNOLÓGICA

     AS TECONOLOGIAS COMO APLICAÇÕES DA CIÊNCIA
                      Tecnólogos como pensadores...
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AS TECNOLOGIAS COMO ACTIVIDADES SOCIAIS E DE NEGÓCIO
        Tecnólogos como peritos sociais e d...
2. A CULTURA TECNOLÓGICA

     AS TECNOLOGIAS COMO DOMÍNIOS DO PROJECTO
          Tecnólogos como projectistas e integrado...
2. A CULTURA TECNOLÓGICA

AS TECNOLOGIAS COMO ARTES DA REALIZAÇÃO PRÁTICA
                  Tecnólogos como concretizadore...
2. A CULTURA TECNOLÓGICA

  ALGUMAS PALAVRAS CHAVE

ACTIV. SOCIAIS        CIÊNCIAS BÁSICAS
E DE NEGÓCIO                 • ...
2. A CULTURA TECNOLÓGICA

Exemplo de um perfil de competências possível

      ACTIV. SOCIAIS       CIÊNCIAS BÁSICAS
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2. A CULTURA TECNOLÓGICA




 Estará a cultura das escolas a preparar os
nossos jovens para intervirem com sucesso
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Se não, que soluções?
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3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS
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3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS


 Vivemos num mundo global, complexo, de
        mudança, fortemente centrado no
conhecimento e...
3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS


Nesse mundo globalizado, os menos competentes
    são substituídos pelos que em qualquer outra...
3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS

 Já hoje, e independentemente da crise que
     vivemos, se sente que está a diminuir o
número ...
3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS



   Que utilidade terá um sistema de ensino
cada vez mais distante desta realidade, que
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 Que soluções?
1. A CULTURA DAS ESCOLAS
 2. A CULTURA TECNOLÓGICA
3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS
         4. QUE SOLUÇÕES?
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4. QUE SOLUÇÕES?


                        Problemas:
  1.  Como superar, nas escolas, as
   limitações da cultura do manu...
4. QUE SOLUÇÕES?


                      Proposta de Solução:

  Criar um Projecto Mobilizador centrado no
               ...
4. QUE SOLUÇÕES?




    criando equipas mistas que envolvam
investigadores e professores das escolas

      numa reflexão...
4. QUE SOLUÇÕES?



                   Financiamento dirigido para
        projectos com repercussões sensíveis
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  A publicação e apresentação nacionais
   e internacionais dos resultados destes
   projectos, feitas p...
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     A imagem nacional e internacional das
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escolas em equipas de investigação baseada
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1. A CULTURA DAS ESCOLAS
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5. CONCLUSÕES



                As escolas do presente cultivam uma
                      cultura empobrecedora, quase
  ...
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Se não acudirmos com urgência, num mundo que
     acolhe de braços abertos os muito bons mas
 rejeita sem...
5. CONCLUSÕES



      A solução para a resolução deste problema
          é a criação de um Projecto Mobilizador

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5. CONCLUSÕES




Bastaria uma fracção diminuta dos custos do
  TGV para que um tal projecto, lançado de
     forma gradua...
REFERÊNCIAS
Bruner, J. (1996). The Culture of Education, Cambridge, Massachusetts: Harvard
  University Press.
Castel, R. ...
FIM                    Escola,
                                                Tecnologias
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Escola, Tecnologias e Cultura (2009)

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Conferência "O Estado da Educação (1759-2009)", Fundação Calouste Gulbenkian, 4-5 de Junho, 2009.

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  1. 1. Escola, Tecnologias e Cultura 4-5 de JUNHO, 2009 Conferência O ESTADO E A EDUCAÇÃO (1759-2009) FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN, LISBOA
  2. 2. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS 2. A CULTURA TECNOLÓGICA 3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS 4. QUE SOLUÇÕES? 5. CONCLUSÕES
  3. 3. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS 2. A CULTURA TECNOLÓGICA 3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS 4. QUE SOLUÇÕES? 5. CONCLUSÕES
  4. 4. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS À medida que a nossa vivência do mundo se transforma na exposição a uma multidão de oportunidades de escolha, intervenção e aprendizagem, esta exposição vai-se tornando em fonte de grande sobrecarga cognitiva, ansiedade e perda de referências
  5. 5. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS É neste mundo que as escolas dos nossos dias procuram cumprir a sua missão
  6. 6. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS Uma das funções da cultura é actuar como filtro selectivo entre os humanos e o mundo exterior É esta função de filtragem que permite estruturar a nossa interpretação do mundo e nos protege contra sobrecargas cognitivas [Hall 1976]  
  7. 7. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS A cultura dá forma à nossa mente fornece-nos, a caixa de ferramentas com a qual construímos não apenas os nossos mundos mas também as nossas concepções acerca de nós próprios e dos nossos poderes [Bruner 1996]  
  8. 8. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS Que cenários encontramos nas nossas escolas quando as encaramos como espaços de cultura? Que componentes dessa cultura reconhecemos como pensadas e construídas pela escola? Que missão cultural, colectivamente assumida, descobrimos na escola e nos professores?
  9. 9. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS Simplificando: Após 250 anos de escola pública, que cultura domina a acção das nossas escolas? Resposta: A cultura formatada e empobrecedora do Manual
  10. 10. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS Foi-se evoluindo para um modelo que cristalizou na “transmissão” mais ou menos fiel do Manual Agora, com as novas tecnologias, passou-se a projectar o Manual Caminhamos tranquilamente para uma cultura escolar inspirada pela Powerpointização do Manual
  11. 11. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS e o potencial cultural da escola fica cada vez mais pobre
  12. 12. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS Que soluções?
  13. 13. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS 2. A CULTURA TECNOLÓGICA 3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS 4. QUE SOLUÇÕES? 5. CONCLUSÕES
  14. 14. 2. A CULTURA TECNOLÓGICA Outra limitação das culturas das nossas escolas situa-se na forma como são encarados os saberes em particular os saberes científicos e tecnológicos
  15. 15. 2. A CULTURA TECNOLÓGICA Prevalece ainda o conceito de Ciência que dominava nos anos 1950/1960 uma Ciência fundada na descoberta das leis da natureza
  16. 16. 2. A CULTURA TECNOLÓGICA e distante da realidade da intervenção humana na transformação do mundo hoje assumida em larga escala pela Tecnologia
  17. 17. 2. A CULTURA TECNOLÓGICA A distinção entre os saberes da Ciência, que explicam o que existe na natureza, e os saberes das Tecnologias, com que se constrói o que nunca existiu envolve estatutos epistemológicos quase opostos, que é essencial saber conciliar
  18. 18. 2. A CULTURA TECNOLÓGICA As Tecnologias integram quatro dimensões: •  Aplicação da Ciência •  Actividades Sociais e de Negócio •  Domínio do Projecto •  Artes da Realização
  19. 19. 2. A CULTURA TECNOLÓGICA AS QUATRO DIMENSÕES DA TECNOLOGIA ACTIV. SOCIAIS CIÊNCIAS BÁSICAS E DE NEGÓCIO tecnólogo como  tecnólogo  perito social  como cien1sta  e do negócio  tecnólogo como  tecnólogo  projec1sta e  como fazedor  integrador  REALIZAÇÃO PROJECTO PRÁTICA [Figueiredo 1999]  
  20. 20. 2. A CULTURA TECNOLÓGICA AS TECONOLOGIAS COMO APLICAÇÕES DA CIÊNCIA Tecnólogos como pensadores Tecnologias como aplicações das Ciências Básicas. Práticas fundadas sobre os valores do rigor e da lógica e orientadas para a aquisição dos saberes pela análise e experimentação. A descoberta de primeiros princípios e de novos saberes representa a actividade merecedora do mais elevado reconhecimento intelectual. A investigação científica é o modus operandi preferencial. As Ciências da Engenharia (Termodinâmica, Dinâmica dos Fluidos, Teoria das Categorias, …) são representantes típicas desta perspectiva.
  21. 21. 2. A CULTURA TECNOLÓGICA AS TECNOLOGIAS COMO ACTIVIDADES SOCIAIS E DE NEGÓCIO Tecnólogos como peritos sociais e do negócio Tecnologias com parte integral da realidade sócio-económica. Tecnólogos não apenas como especialistas das tecnologias mas também como peritos sociais e do negócio Capacidade para reconhecer a complexidade social e económica do mundo sobre o qual actuam e das equipas no âmbito das quais desenvolvem a sua acção. A criação de valor social e económico e o respeito pela satisfação dos cidadãos e do mercado emergem como valores centrais desta dimensão.
  22. 22. 2. A CULTURA TECNOLÓGICA AS TECNOLOGIAS COMO DOMÍNIOS DO PROJECTO Tecnólogos como projectistas e integradores Pensamento sistémico em vez de pensamento analítico. Práticas fundadas sobre representações holísticas, contextuais e integradas do mundo, em vez de sobre visões parciais e compartimentadas. Respeito pelos princípios do compromisso, da alternativa, da relevância social e económica e da viabilidade material. Decisão frequentemente fundada sobre conhecimento incompleto, a intuição pessoal e a experiência colectiva e sobre o recurso frequente a formas não científicas de pensar.
  23. 23. 2. A CULTURA TECNOLÓGICA AS TECNOLOGIAS COMO ARTES DA REALIZAÇÃO PRÁTICA Tecnólogos como concretizadores As tecnologias como capacidade para “fazer”. Práticas fundadas sobre a capacidade de levar à prática e transformar o mundo, com flexibilidade, polivalência e determinação. As artes do homo faber, na sua expressão mais pura, da capacidade para “arregaçar as mangas” e “sujar as mãos”. É a obra feita – e não o conhecimento que possa ter conduzido a ela – que merece o mais elevado reconhecimento
  24. 24. 2. A CULTURA TECNOLÓGICA ALGUMAS PALAVRAS CHAVE ACTIV. SOCIAIS CIÊNCIAS BÁSICAS E DE NEGÓCIO •  teoria  •  negociação  •  modelo  •  equipa  •  método  •  valor  •  publicação  •  mercado  •  conferência  •  cliente  •  projecto  •  producto  •  sistema  •  serviço  •  integração  •  obra de arte  REALIZAÇÃO PROJECTO PRÁTICA
  25. 25. 2. A CULTURA TECNOLÓGICA Exemplo de um perfil de competências possível ACTIV. SOCIAIS CIÊNCIAS BÁSICAS E DE NEGÓCIO REALIZAÇÃO PROJECTO PRÁTICA [Figueiredo 1999]  
  26. 26. 2. A CULTURA TECNOLÓGICA Estará a cultura das escolas a preparar os nossos jovens para intervirem com sucesso nesta realidade tecnológica complexa e multidimensional?
  27. 27. 2. A CULTURA TECNOLÓGICA Se não, que soluções?
  28. 28. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS 2. A CULTURA TECNOLÓGICA 3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS 4. QUE SOLUÇÕES? 5. CONCLUSÕES
  29. 29. 3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS Vivemos num mundo global, complexo, de mudança, fortemente centrado no conhecimento e onde todos competem com todos, sem fronteiras. A capacidade de cada um para criar valor, com criatividade e competência, passou a ser uma questão, não apenas de sucesso, mas de sobrevivência.
  30. 30. 3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS Nesse mundo globalizado, os menos competentes são substituídos pelos que em qualquer outra parte do mundo façam o mesmo com igual qualidade a menor preço. o desemprego e o emprego precário tenderão a generalizar-se, engrossando a formação de periferias sociais como as que já são notícia em França e na Grécia.
  31. 31. 3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS Já hoje, e independentemente da crise que vivemos, se sente que está a diminuir o número de protegidos pelos sistemas sociais e a aumentar o volume dos que se encontram nas suas periferias. Robert Castel, eminente sociólogo francês que estuda este fenómeno, descreve a nossa época como a época do “precariado”.
  32. 32. 3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS Que utilidade terá um sistema de ensino cada vez mais distante desta realidade, que prossegue apostado em produzir funcionários obedientes em vez de fazer crescer cidadãos autónomos, criativos e empreendedores?
  33. 33. 3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS Que soluções?
  34. 34. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS 2. A CULTURA TECNOLÓGICA 3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS 4. QUE SOLUÇÕES? 5. CONCLUSÕES
  35. 35. 4. QUE SOLUÇÕES? Problemas: 1.  Como superar, nas escolas, as limitações da cultura do manual? 2. Como enriquecer a cultura tecnológica nas escolas? 3. Como preparar os estudantes para competir num mundo plano?
  36. 36. 4. QUE SOLUÇÕES? Proposta de Solução: Criar um Projecto Mobilizador centrado no desenvolvimento curricular sustentado do ensino não superior Apoiar esse projecto num sistema, devidamente financiado, de parcerias sólidas entre unidades de investigação e comunidades escolares
  37. 37. 4. QUE SOLUÇÕES? criando equipas mistas que envolvam investigadores e professores das escolas numa reflexão permanente sobre como os curricula podem evoluir e ser explorados no contexto escolar.
  38. 38. 4. QUE SOLUÇÕES? Financiamento dirigido para projectos com repercussões sensíveis na mudança da cultura da escola e com consequências para o enriquecimento sustentado das didácticas das disciplinas e a consolidação de práticas escolares inovadoras.
  39. 39. 4. QUE SOLUÇÕES? A publicação e apresentação nacionais e internacionais dos resultados destes projectos, feitas por equipas mistas de investigadores e professores das escolas e o diálogo, colaboração e entreajuda em ambientes reais e virtuais estimulariam muito a criação de práticas reflexivas permanentes no contexto escolar.
  40. 40. 4. QUE SOLUÇÕES? A imagem nacional e internacional das escolas portuguesas sairia reforçada com consequências sensíveis para a recuperação da auto-estima dos professores e a mobilização de todos os actores do processo.
  41. 41. 4. QUE SOLUÇÕES? O envolvimento dos professores das escolas em equipas de investigação baseada em projectos oferece também oportunidades inestimáveis de avaliação autêntica quer ao nível das pessoas, quer ao nível dos processos e respectiva maturidade.
  42. 42. 1. A CULTURA DAS ESCOLAS 2. A CULTURA TECNOLÓGICA 3. O MUNDO EM QUE VIVEMOS 4. QUE SOLUÇÕES? 5. CONCLUSÕES
  43. 43. 5. CONCLUSÕES As escolas do presente cultivam uma cultura empobrecedora, quase restrita ao recurso ao manual e falham na responsabilidade de habilitar os cidadãos para um mundo global, complexo, de forte inspiração tecnológica, onde a protecção ao emprego deixou de poder existir.
  44. 44. 5. CONCLUSÕES Se não acudirmos com urgência, num mundo que acolhe de braços abertos os muito bons mas rejeita sem piedade os medíocres, os suficientes e, às vezes, até, alguns dos bons corremos o risco de ver os nossos jovens engrossarem o “precariado” dos que não são capazes de competir em mercados globais.
  45. 45. 5. CONCLUSÕES A solução para a resolução deste problema é a criação de um Projecto Mobilizador centrado no desenvolvimento curricular sustentado do ensino não superior, apoiado na criação de um sistema, devidamente financiado, de parcerias sólidas entre unidades de investigação e comunidades escolares.
  46. 46. 5. CONCLUSÕES Bastaria uma fracção diminuta dos custos do TGV para que um tal projecto, lançado de forma gradual e sustentada, tivesse um efeito transformador durador na capacidade concorrencial dos portugueses
  47. 47. REFERÊNCIAS Bruner, J. (1996). The Culture of Education, Cambridge, Massachusetts: Harvard University Press. Castel, R. (2009). La Montée des Incertitudes : Travail, Protections, Statut de l’Individu. Paris: Seuil. Figueiredo, A. D. (1999). O Papel do Ensino Secundário na Cultura Tecnológica dos Jovens. D. Fernandes e M. R. Mendes” (Eds.) O Secundário em Debate, Lisboa: Depart. de Ens. Sec. do Ministério da Educação, pp. 25-35. Friedman, T. L. (2005) The World is Flat: A Brief History of the Twenty-First Century. New York: Ferrar, Strauss & Giroux. Hall, E. T. (1976) Beyond Culture. New York: Anchor Press/Doubleday. Pink, D. H. (2006) A Whole New Mind: How to Thrive in the New Conceptual Age. London: Cyan Communications Ltd.
  48. 48. FIM Escola, Tecnologias e Cultura 4-5 de JUNHO, 2009 Conferência O ESTADO E A EDUCAÇÃO (1759-2009) FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN, LISBOA

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