O Futuro da                                       Educação:                                               da              ...
Dois	  caminhos	  	          divergiam	  	   num	  bosque,	  	                     e	  eu,	  	          eu	  escolhi	  	  ...
contextos	     conteúdos	  
1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM    2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA           3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA                  4. AL...
1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM    2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA           3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA                  4. AL...
1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM  apredizagem                 co-transformação                                           ...
1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM  apredizagem                   coevolucionismo co-evolutiva apredizagem                 ...
1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM    2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA           3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA                  4. AL...
2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA          Co-evolução (em Biologia) – evolução concomitante de       duas ou mais espécies at...
2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA                    auto-avaliação                                        conectividade  comp...
2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA                                     Comparação não exaustiva:	  contexto de aprendizagem    ...
1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM    2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA           3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA                  4. AL...
3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA                           Fundamentação das práticas                                     coevolucio...
3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA Fundamentação da construção de umateoria da aprendizagem coevolucionista                       Prag...
1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM    2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA           3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA                  4. AL...
4. ALGUNS CASOS1. Como organizar e gerir grupos de trabalho em aprendizagem mista?             encontro                em ...
4. ALGUNS CASOS1. Como organizar e gerir grupos de trabalho em aprendizagem mista?                      O sucesso do Encon...
4. ALGUNS CASOS2. Empowerment dos alunos através de avaliação participativa           estratégias colectivas:             ...
4. ALGUNS CASOS2. Empowerment dos alunos através de avaliação participativa   Também neste caso se manifestaram condições ...
4. ALGUNS CASOS     3. Como educar a nova geração de jornalistas em contextos   sociais mediados pela tecnologias: dos LMS...
4. ALGUNS CASOS  3. Como educar a nova geração de jornalistas em contextossociais mediados pela tecnologias: dos LMS para ...
1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM    2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA           3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA                  4. AL...
5. CONCLUSÕES    RAZÕES PEDAGÓGICAS: Adequação à cultura do mundo    conectado em que vivemosAdequação à evolução previsív...
O Futuro daFIM                                       Educação:                                               da           ...
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Da Colaboração para a Co-evolução

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Apresentação no "Ciclo de Seminários em Educação a Distância e eLearning" do Laboratório de Educação a Distância (LE@D) da Universidade Aberta, 2.º Semestre de 2011/2012, Palácio Ceia, Lisboa, 12 de Maio de 2012

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Da Colaboração para a Co-evolução

  1. 1. O Futuro da Educação: da Colaboração para a Coevolução12 de Maio, 2012Ciclo de Seminários em Educação aDistância e eLearning
  2. 2. Dois  caminhos     divergiam     num  bosque,     e  eu,     eu  escolhi     o  menos     percorrido,    e  isso  fez  toda     a  diferença   Robert  Frost  (1920)    The  Road  Not  Taken  
  3. 3. contextos   conteúdos  
  4. 4. 1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM 2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA 3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA 4. ALGUNS CASOS 5. CONCLUSÕES
  5. 5. 1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM 2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA 3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA 4. ALGUNS CASOS 5. CONCLUSÕES
  6. 6. 1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM apredizagem co-transformação ser   saber   co-evolutiva fazer   apredizagem co-construção de conhecimento colaborativa (predominantemente)e-learning (TEL) saber   aprendizagem transferência de ‘conhecimento’ fazer   (predominantemente) a distância aprendizagem presencial
  7. 7. 1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM apredizagem coevolucionismo co-evolutiva apredizagem conectivismo colaborativa construtivismo sociale-learning (TEL) construtivismo aprendizagem cognitivismo a distância behaviourismo aprendizagem presencial
  8. 8. 1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM 2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA 3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA 4. ALGUNS CASOS 5. CONCLUSÕES
  9. 9. 2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA Co-evolução (em Biologia) – evolução concomitante de duas ou mais espécies através das influencias mútuas que umas exercem sobre as outras; evolução concomitante de uma espécie e do seu ambiente, por influências mútuas O conceito é usado, por analogia, em muitos outros sectores: teorias da complexidade , teorias dos sistemas, computação Na aprendizagem coevolutiva dois ou mais aprendentes fazem evoluir os seus saberes e competências, e o seu próprio crescimento como cidadãos, através de influências mútuas, que também afectam e são afectadas pelo ambiente[A designação “aprendizagem coevolutiva” é, para já, exploratória]
  10. 10. 2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA auto-avaliação conectividade complexidade co-formação co-transformação cidadania autonomia co-avaliação emoção emancipação co-organizaçãodemocracia inclusão co-gestão emergência sistema adaptativo não linearidade
  11. 11. 2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA Comparação não exaustiva:  contexto de aprendizagem contexto de aprendizagem tradicional coevolutivo clarificação vaga mobilização em dos propósitos torno de propósitos professor controla professor todas as actividades conselheiro actividades planeadas actividades não planeadas, ou ao pormenor planeadas globalmente avaliação avaliação integrada discreta e partilhada
  12. 12. 1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM 2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA 3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA 4. ALGUNS CASOS 5. CONCLUSÕES
  13. 13. 3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA Fundamentação das práticas coevolucionistas Teorias da emancipação (“empowerment”) – Paulo Freire, etc. Teorias da aprendizagem transformativa – Jack Mezirow, etc. Teorias da andragogia e da aprendizagem autónoma – Malcom Knowles, etc. Teorias da “empowerment evaluation” – David Fetterman, etc. Teorias da aprendizagem social – Vygotsky, Wenger, etc. Teorias da democracia em educação – John Dewey, etc. Teorias da aprendizagem experiencial e informal – Carl Rogers, etc. Teorias da complexidade em educação – Davis, Sumara, etc. Teorias da criatividade e do acaso – Sternberg, Amabile, Csikszentmihalyi, etc.Teorias da construção de sentido (“sensemaking”) – Weick, Snowden, Klein, etc.
  14. 14. 3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA Fundamentação da construção de umateoria da aprendizagem coevolucionista Pragmatismo Filosófico Peirce, James, Dewey Rorty, Mead Joas Latour, Thévenot Kuhn, Popper Davidson Teorias da Complexidade Stacey, Snowden, Davis, Sumara, Mason, Biesta, Reason, Osberg, Semetsky, Lemke, Haggis
  15. 15. 1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM 2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA 3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA 4. ALGUNS CASOS 5. CONCLUSÕES
  16. 16. 4. ALGUNS CASOS1. Como organizar e gerir grupos de trabalho em aprendizagem mista? encontro em trabalho avaliação constit. colaborat. pelos melhoria espaço grupos (grupos) pares publicação aberto materais debates virtuais Encontro em Espaço Aberto reflexão individual (Open Space Technology) b-OST (blended OST) evento final propósito mobilizador sistema social adaptativo complexo abordagem de investigação: design-based research consultar, por exemplo: http://fie-conference.org/fie2010/papers/1097.pdf
  17. 17. 4. ALGUNS CASOS1. Como organizar e gerir grupos de trabalho em aprendizagem mista? O sucesso do Encontro em Espaço Aberto (EEA) não é explicável à luz das teorias sociais tradicionais (determinísticas) É explicável pelas teorias dos sistemas adaptativos sociais complexos, como acontece com os fenómenos de “inteligência colectiva” Faz sentido em contextos sistémicos de abertura, multiplicidade de interacções, localidade de interacções, diversidade de pertenças, não-linearidades, evolução temporal, sensibilidade às condições iniciais, regras de interacção simples, Regista propriedades de auto-organização e emergência (criatividade colectiva), de equilíbrio na “fronteira do caos”. EEA foi testado com sucesso em grupos de 10 a 2000 participantes, sem problemas de escalabilidade (nas nossas experiências virtuais: 19 a 151 alunos)
  18. 18. 4. ALGUNS CASOS2. Empowerment dos alunos através de avaliação participativa estratégias colectivas: estratégias pessoais: gestão participativa do curso portfólios projectos colaborativos diagnósticos de competência construção colaborativa de contratos de aprendizagem instrumentos de avaliação instrumentos de avaliação avaliação colaborativa (estrelas, rubricas) de portfólios amigo de avaliação equipa de avaliação amiga abordagem de investigação: action-research consultar, por exemplo: http://bit.ly/IYFBVW
  19. 19. 4. ALGUNS CASOS2. Empowerment dos alunos através de avaliação participativa Também neste caso se manifestaram condições de abertura, multiplicidade de interacções, localidade de interacções, diversidade de pertenças, não-linearidades, evolução temporal, sensibilidade às condições iniciais, regras de interacção simples Isto é, outro sistema social adaptativo complexo susceptível de ser concebido e gerido à luz das teorias da complexidade Alguns conceitos centrais: emancipação co-gestão co-avaliação co-organização co-transformação inclusão emoção
  20. 20. 4. ALGUNS CASOS 3. Como educar a nova geração de jornalistas em contextos sociais mediados pela tecnologias: dos LMS para o Facebook Moodle Dolphin Facebook+blog Conceitos orientadores: Propostas filosóficas de Dewey sobre democracia e comunidadePropostas de Freire sobre literacia, emancipação e autonomia (individual e colectiva) Reconhecimento da natureza não linear e complexa do contexto explorado Avaliação pelos pares, co-construção dos instrumentos de avaliação Trabalhos de índole profissional, portfólios e rúbricas abordagem de investigação: action-research consultar, por exemplo: http://bit.ly/Jw3qSw
  21. 21. 4. ALGUNS CASOS 3. Como educar a nova geração de jornalistas em contextossociais mediados pela tecnologias: dos LMS para o Facebook Alguns conceitos centrais: emancipação co-gestão co-avaliação co-organização co-transformação democracia cidadania política
  22. 22. 1. MODELOS DE ENSINO/APRENDIZAGEM 2. A APRENDIZAGEM COEVOLUTIVA 3. SUSTENTAÇÃO TEÓRICA 4. ALGUNS CASOS 5. CONCLUSÕES
  23. 23. 5. CONCLUSÕES RAZÕES PEDAGÓGICAS: Adequação à cultura do mundo conectado em que vivemosAdequação à evolução previsível das universidades do futuro Autenticidade da aprendizagem RAZÕES ECONÓMICAS: Poupança de recursos humanos RAZÕES SOCIAIS: democracia, cidadania, valores
  24. 24. O Futuro daFIM Educação: da Colaboração para a Coevolução12 de Maio, 2012Ciclo de Seminários em Educação aDistância e eLearning

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