A Coordenacao Recomendavel entre Sistemas: Criterios e Competencias
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Apresentação de António Dias de Figueiredo nas “II Jornadas de Avaliação dos Cursos de Engenharia”, Ordem dos Engenheiros, Lisboa, 24 de Maio de 1999.

Apresentação de António Dias de Figueiredo nas “II Jornadas de Avaliação dos Cursos de Engenharia”, Ordem dos Engenheiros, Lisboa, 24 de Maio de 1999.

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A Coordenacao Recomendavel entre Sistemas: Criterios e Competencias A Coordenacao Recomendavel entre Sistemas: Criterios e Competencias Presentation Transcript

  • Figueiredo, A. D. (1999). A Coordenação Recommendável entre Sistemas: Critérios e Competências . Apresentação nas “II Jornadas de Avaliação dos Cursos de Engenharia”, Ordem dos Engenheiros, Lisboa, 24 de Maio de 1999 ORDEM DOS ENGENHEIROS II JORNADAS DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS DE ENGENHARIA A COORDENAÇÃO RECOMENDÁVEL ENTRE OS SISTEMAS: CRITÉRIOS E COMPETÊNCIAS por António Dias de Figueiredo (orador convidado) Departamento de Engenharia Informática UNIVERSIDADE DE COIMBRA António Dias de Figueiredo, 1999 ORDEM DOS ENGENHEIROS, Lisboa, 24/05/99 Acetato 1
  • A COORDENAÇÃO RECOMENDÁVEL ENTRE SISTEMAS 1. Que critérios no presente? 2. Que encontros no futuro? 3. Que referências? 4. Que competências? 5. Que medidas? António Dias de Figueiredo, 1999 ORDEM DOS ENGENHEIROS, Lisboa, 24/05/99 Acetato 2
  • 1. QUE CRITÉRIOS NO PRESENTE? Critérios da Fundação das Universidades Portuguesas 1. Imagem do curso 9. Salas de Aula, Laboratórios e Bibliotecas 2. Pessoal docente e aspectos 10. Apoio Técnico-Administrativo curriculares 11. Cultura Institucional 3. Alunos: ingressos e espectativas 12. Internacionalização 4. Acção social 5. Organização geral do curso 6. Relacionamento académico 7. Organização científica e pedagógica: •  Componente Científica •  Componente Pedagógico-Didáctica •  Avaliação dos Conhecimentos António Dias de Figueiredo, 1999 ORDEM DOS ENGENHEIROS, Lisboa, 24/05/99 Acetato 3
  • 1. QUE CRITÉRIOS NO PRESENTE? Critérios da Ordem dos Engenheiros •  Ciências de Base •  Ciências de Engenharia 1. Direcção da Instituição 4. Conteúdos do Curso •  Disciplinas da Especialidade •  Imagem da Escola e da sua Direcção •  Conteúdo Científico •  Disciplinas Complementares •  Tipo de liderança da Direcção da Escola •  Componente Pedagógica •  Comprometimento da Direcção da Escola •  Componente Didáctica 2. Corpo Docente •  Avaliação dos Conhecimentos •  Aspectos Curriculares 5. Ingresso e Aconselhamento dos Alunos •  Desempenho e Funções Académicas 6. Instalações e Meios •  Personalidade e Relacionamento •  Condições Gerais das Instalações 3. Organização do Curso •  Salas de Aula e Laboratórios •  Objectivos do Curso •  Meios Informáticos •  Opções •  Instalações de Apoio •  Investigação e desenvolvimento 7. Aspectos Administrativos •  Estágios e Prática Profissional 8. Cultura Institucional •  Espectativas dos Alunos António Dias de Figueiredo, 1999 ORDEM DOS ENGENHEIROS, Lisboa, 24/05/99 Acetato 4
  • 2. QUE ENCONTROS NO FUTURO? AUTO-AVALIAÇÃO Prémio de excelência do Instituto Português da Qualidade (NP EN ISO 9000 - Instituto Português da Qualidade) gestão das satisfação dos pessoas colaboradores (9%) (9%) política e resultados liderança processos satisfação dos da actividade estratégia clientes (10%) (8%) (14%) (15%) (20%) recursos impacto na (9%) sociedade (6%) António Dias de Figueiredo, 1999 ORDEM DOS ENGENHEIROS, Lisboa, 24/05/99 Acetato 5
  • 2. QUE ENCONTROS NO FUTURO? Alguns pontos de desejável reflexão Liderança (estratégica) •  Imprimir uma direcção Satisfação dos parceiros (stakeholders) ? •  Promover a mudança •  Instilar uma cultura e uma ética Gestão das pessoas ? Satisfação dos clientes •  Liderança da Direcção quot; •  Avaliação pelo alunos quot; •  Liderança distribuída ? •  Satisfação do mercado ?? Resultados ? Política e estratégia ?? Processos ? Impacto na Sociedade ?? António Dias de Figueiredo, 1999 ORDEM DOS ENGENHEIROS, Lisboa, 24/05/99 Acetato 6
  • 3. QUE REFERÊNCIAS? Critérios do ABET (Accreditation Board for Engineering and Technology) 1. Estudantes - reconhecimento da necessidade e capacidade para •  Avaliação / Aconselhamento / Acompanhamento aprender toda a vida - conhecimento dos problemas contemporâneos 2. Objectivos Educativos do Curso - capacidade para usar técnicas, competências e •  Objectivos publicados e consistentes com a missão e ferramentas da prática da engenharia estes critérios •  Politicas para a recepção de estudantes transferidos •  Existência de processo para actualização periódica •  Processos para equivalência e transferência de créditos •  Baseados nas necessidades dos parceiros 4. Componente profissional •  Um currículo e um processo que asseguram a •  Uma experiência de projecto de envergadura satisfação desses objectivos •  Um ano de Matemática e Ciências Básicas •  Avaliação para determinar sucesso •  Um ano e meio de tópicos de Engenharia •  Resultados usados para melhorar a eficácia do curso. •  Uma componente de educação geral consistente com os 3. Efeitos do Curso e Avaliação objectivos do curso. •  Processo de avaliação com resultados documentados 5. Docentes para medir efeitos •  Número suficiente e competências cobrindo todas as •  Uso dos resultados para melhorar o curso áreas curriculares •  Demonstração (incluindo processo & medida) de que •  Níveis de interacção docente-aluno os alunos possuem: •  Apoio e aconselhamento aos estudantes - capacidade para aplicar os conhecimentos de •  Actividades ao serviço da Universidade matemática, engenharia e ciência •  Desenvolvimento profissional e participação em - capacidade para projectar e conduzir experiências sociedades profissionais - capacidade para analisar e interpretar dados •  Interacção com profissionais exteriores e empregadores - capacidade para projectar sistemas, componentes 6. Instalações e Meios ou processos tendo em vista satisfazer necessidades •  Salas de Aula / Laboratórios / Equipamento / Infraestrutura - capacidade para actuar em equipas mutidisciplinares Informática - capacidade para identificar, formular e resolver 7. Apoio Institucional e Recursos Financeiros problemas de engenharia - compreensão das responsabilidades profissionais e •  Para garantir qualidade e continuidade / para atraír e éticas manter docentes de elevada qualificação / para adquirir, - capacidade para comunicar com eficácia e eficiência manter e gerir as instalações e equipamentos - cultura geral que permita compreender os impactos 8. Critérios específicos do curso da engenharia nos contextos sociais •  Tópicos Curriculares / Qualificação dos Docentes / Outros António Dias de Figueiredo, 1999 ORDEM DOS ENGENHEIROS, Lisboa, 24/05/99 Acetato 7
  • 3. QUE REFERÊNCIAS? ABET Engineering Criteria 2000 - Matrix for Implementation Assessment Avaliação de resultados Objectivos educativos Parceiros Processos Sistema Resultados António Dias de Figueiredo, 1999 ORDEM DOS ENGENHEIROS, Lisboa, 24/05/99 Acetato 8
  • 4. QUE COMPETÊNCIAS? ORDEM - estrutura organizativa representativa da PROFISSÃO profissão no País, na Europa e no Mundo Conselho de Admissão e Qualificação especificamente MERCADO DE TRABALHO vocacionada para no País, na Europa e no Mundo Conselhos Coordenador se pronunciar sobre dos Colégios EDUCAÇÃO EM ENGENHARIA no País, na Europa e no Mundo Conselhos Nacionais de Colégio ENGENHARIA & SOCIEDADE Conselhos Regionais no País, na Europa e no Mundo de Colégio António Dias de Figueiredo, 1999 ORDEM DOS ENGENHEIROS, Lisboa, 24/05/99 Acetato 9
  • 5. QUE MEDIDAS? •  Confrontar critérios, identificar lacunas, reconhecer sobreposições (de preferência perante referenciais estáveis) •  Actualizar questionários (mantendo todas as sobreposições que se prestem a ser analisadas segundo perspectivas distintas) •  Conciliar os formatos pedidos às escolas (para lhes evitar duplicações de esforços) •  Estabelecer canais de troca de informação (para aperfeiçoamento dos processos das duas partes e eventual reajuste dos três pontos acima) •  Instituír uma iniciativa periódica de reflexão alargada (envolvendo stakeholders das duas partes) António Dias de Figueiredo, 1999 ORDEM DOS ENGENHEIROS, Lisboa, 24/05/99 Acetato 10