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Agua e energia   ppa eip - 16nov2012
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Agua e energia ppa eip - 16nov2012

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Apresentação no workshop PPA sobre a European Innovation Partnership on Water (CE)

Apresentação no workshop PPA sobre a European Innovation Partnership on Water (CE)

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  • 1. Parceria Portuguesa para a Água no centro das decisões da Estratégia Europa 2020 para a Água | 16.nov.2012 - eip.on.water Alexandra Serra AdP – Águas de Portugal Serviços Ambientais, SA
  • 2. Nexus Água - Energia 1. Como o tema é tratado no documento 2. Desafios 3. Barreiras à inovação 4. Metas 5. Oportunidades de mercado 6. Tendências futuras 7. Portugal
  • 3. • • Water governance Management models and monitoring • Financing for innovation • Water reuse and recycling. • Water and wastewater treatment. • Water-energy nexus. • Risk Management of water related extreme events. • Ecosystem services.
  • 4. 8 Water reuse Ecosystem services 8 Smart technologies Extreme events 8 Water-energy 8 Treatment 8 Management models Financing Smart technologies Financing 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 Management models Governance 8 8 8 Governance Influencing: Water reuse Prioridades temáticas e transversais 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 Treatment Water-energy 8 8 Extreme events 8 8 Ecosystem services 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8
  • 5. Contribuir para a meta da Politica Energética Europeia 20-20-20 Desafios • Regulamentação mais exigente: mais protecção dos meios receptores, mais substâncias a reportar, sem um proporcional incremento no consumo de energia • Reduzir a pegada ecológica dos serviços de águas • Aumentar eficiência na utilização da energia nos serviços de água: • Redução do consumo • Reduzir a energia consumida por m3 de água consumida, utilizada, tratada e reutilizada • Integração e optimização das diversas utilizações para a água (rega, consumo doméstico, indústria) • Aumento da produção Reduzir a intensidade hídrica da energia produzida • Aumentar recuperação dos recursos energéticos endógenos • • • Aumentar utilização das diversas fontes de energia renovável
  • 6. Barreiras à inovação • Políticas Públicas Europeias da Água e da Energia não articuladas • Falta de políticas para a criação de sinergias e integração entre o sector da água e outros sectores industriais • Programas de promoção de energias renováveis e de eficiência energética distintos entre os diversos países europeus. • Ausência de incentivos nas políticas de preços / Distintos Quadros Tarifários na Europa (potencial distorção e desincentivo de soluções eficientes água-energia) • Velhos paradigmas nas relações carbono/nutrientes não compatíveis com os objetivos de valorização de energia • Tecnologias não adaptadas ao setor da água; tecnologias desenvolvidas para instalações de grande dimensão e não para pequenos sistemas. • Falta de modelos de financiamento inovadores
  • 7. Metas • Diminuir em pelo menos 50% a energia consumida nos serviços de águas. • Aumentar o nível de auto-suficiência energética das ETAR. • Melhorar a eficiência das atividades operacionais: reduzir o consumo de energia e reagentes pela introdução de novas tecnologias, procedimentos e conceitos de gestão processual. • Transformar as instalações de locais de consumo para locais de produção de energia. (energy neutral design) • Aumentar a recuperação da energia das águas residuais • Utilizar mais energia renovável como substituto de energias fósseis no ciclo urbano da água sem alterar a fiabilidade e eficiência dos processos. • Aumentar integração dos serviços de águas com outros sectores, na procura de oportunidades regionais (adaptar a “utility” às necessidades e produção local)
  • 8. Propostas de Acção • Estabelecer programas que incentivem a implementação progressiva de auditorias água-energia e benchmarking. • Smart-to-energy: sistemas de monitorização e gestão da energia, vigilância e alerta, com integração de “smart-systems” • Design-to-energy: processos de eficiência energética e equipamentos • Aumento da produção energética nas instalações existentes com integração de sistemas de armazenamento e de produção de energia renovável • Implementação de processos e modelos de gestão que permitam aumentar a produção de energia nas instalações (lamas, co-digestão, etc) • Integração operacional com outros sectores, visando uma redução/produção global e integrada de energia (rega/reutilização, tratamento de outros resíduos biodegradáveis, gestão de consumos articulada com o fornecedor de energia eletrica).
  • 9. Oportunidades de mercado GRANDE MERCADO POTENCIAL | A gestão de energia envolve um grande número de parceiros e integra dois setores muito relevantes para a segurança nacional. Entidades gestoras (de água e energia) procurarão receitas adicionais ou redução de custos através de soluções integradas de água e energia (“smart-grid” alargada e integrada) Empresas de tecnologia irão evoluir para uma nova vaga de desenvolvimento tecnológico para responder à forte procura resultante dos constrangimentos nas relações entre a água e energia
  • 10. Alguns números Renovável Produção Total Energia em Portugal (2011) 52 460 GWh Produção Hidráulica 12.114 GWh Produção Eólica 9.162 GWh Produção Fotovoltaica Consumo final de energia em Portugal 277 GWh 49 100 GWh 500 GWh 1% Total Nacional 3% Total Industrial Nacional 1 GWh = 10^6 kWh
  • 11. Perfil de gastos diretos sistemas multimunicipais Abastecimento de Água 14% 16% 12% 1% 0% 5% 3% 0% 3% 16% 7% 10% 2% 1% 4% 0% 1% 2% 1% 2% Reagentes Energia Lamas Controlo analitico 66% Limpezas 75% Outros 59% Outsourcing Manutenção
  • 12. Perfil de gastos diretos sistemas multimunicipais Águas Residuais 7% 6% 23% 23% 10% 16% 1% 0% 34% 19% 2% 32% 2% 6% 48% 6% 4% 1% 2% 2% Reagentes Energia 2% 2% 2% 1% Lamas Controlo analitico 16% 10% Areias e Gradados Limpezas Outros Outsourcing 21% Manutenção
  • 13. Evolução histórica e tendências para o futuro Fonte: Miguel Angel Sanz (WEX, 2012)
  • 14. O presente e tendências para o futuro Consumo específico de energia em ETAR de Lamas Ativadas 5.000 Consumo específico (kWh/m3) 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 0.500 0.000 0 2,000 4,000 6,000 8,000 Q (m3/dia) 10,000 12,000 14,000 16,000
  • 15. Valorizar os recursos existentes… • O grupo AdP tem hoje mais de 25 instalações com digestão anaeróbica de lamas, com uma capacidade instalada superior a 130 000 m3; • Capacidade de processamento de 370 ton lama (MS)/dia, o que equivale a uma produção de lamas de 6 M hab.eq • Potencial de produção de MWh/dia, ou seja 7,3 GWh/ano • Potencial de produção de energia térmica de 230 MWh/dia • Evolução demográfica e capitações decrescentes • Sinergias co-digestão aumentando a produção de energia energia elétrica 200
  • 16. Em curso… Recuperação de energia térmica a partir de AR (AdRA) para aquecimento campus universitário Co-digestão Gestão centralizada de energia Produção de energia elétrica através de instalações de solar fotovoltaico e mini hídricas (ETA Beliche) Parcerias empresariais inovadores | Integração de Redução e Produção (AdP Energias) Aproveitamento energético do biogás para produção de energia térmica e elétrica
  • 17. Algumas ideias da área de I&D da AdP…. • Desenvolvimento de modelos e processos optimizados de monitorização em contínuo dos consumos de energia • Investigação e desenvolvimento de equipamentos de telemedição a custos mais baixos (monitorização e acção online) • Estudo e desenvolvimento de fontes externas de geração de energia eléctrica “limpa” em situações de grande dispersão de infra-estruturas • Investigação e desenvolvimento de equipamentos / soluções de oxigenação mais eficientes • Investigação e desenvolvimento de turbinas geradoras de energia que minimizem perdas de carga nas tubagens • Desenvolvimento de pilhas / baterias com uma maior duração - “pequenas fontes geradoras de energia” – e que tenham uma acumulação de energia mais eficiente

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