Princípios de inovação - parte 3 - coisas
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Princípios de inovação - parte 3 - coisas

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Essa apresentação é um sumário curto da 3a aula de MBA sobre princípios de inovação em que interativamente provocamos e desafiamos nossos modelos mentais.

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Princípios de inovação - parte 3 - coisas Princípios de inovação - parte 3 - coisas Presentation Transcript

  • INOV OAÇÃO ÃP R I N C I P IOS  parte 3 parte 3 coisas
  • Anderson Penha A d P h André Coutinho A d éC i h Daniel Egger D i lE Marcelo Fernandes M l F d@anderson_penha @andrehcoutinho @daniel_egger @fernandes2050
  • things g
  • KALI
  • SHIVA
  • Onde O destamos? t ?
  • insights idéias coisas = = = possibilidades qualquer algo de criar
  • Insights Idéias Coisas
  • AgirInspiração Exploração Produção & Extração Experimentação (Exploit) Inspiração Inspiração Conceituação C it ã LIVRE IntegraçãoPensar Criação Extrapolação Criar Inspiração Prototipação
  • Estratégia,foco,pprocesso,,indicadores,,Etc.
  • Como vocês lidam e as organizações i õdevem lidar com essa “bipolaridade?
  • transformação0 1caos ordem (fonte: Jason Theodor)
  • Existe a mobilização çorganizacional?
  • EU Mundo das idéias & coisas Realidade  (subjetiva ou  percepção “individual”) Grupal Social (Realität) Cognição NÓS compreensão,  entendimento,  lembranças, introspecção,  l b i t ã Consciente fenômenos Insights Realidade  (objetiva ou “social”)Subconsciente imaginação, fantasia, sonhos,  (Wirklichkeit) intuição, atenção ç , ç instintos, “emoções” (Fonte: Lutz Hartmann)
  • Poderíamos? tecnologiaDeveríamos? Iríamos? sociedade organização Eu iria? individuo Sources: Adapted from models created by Doblin & Eames, Horizon Products G
  • Deveríamos? sociedade Sources: Adapted from models created by Doblin & Eames, Horizon Products G
  • sistemas nacionais d i t i i de
  • Classificação dos paísesem relação ao seu posicionamento frente à tecnologia (segundo critério do PNUD, órgão da ONU)
  • ...e o Brasil
  • Exemplo do perfil de um único país: o caso do Brasil Fonte:  Protec
  • O que, na sua opinião, falta no Brasil para a “engrenagem” da tripla engrenagem hélice funcionar melhor• Empresas x Governo• Governo X Universidades• Empresas X Universidades
  • “Todas as frentes possuem problemas. As empresas, noBrasil, não veem na universidade um parceiro natural para , p pdesenvolver negócios. Elas acreditam tratar-se de umbando de acadêmicos desenvolvendo experimentosdesconectados da realidade e de difícil inserção no seu diaa dia. Preferem comprar tecnologia de fora. E, nauniversidade, criou-se um mito de que é feio empresariarideias de laboratório. É um sentimento de anticapitalismo. Apesquisa é uma coisa pública, creem. Assim, as ideiasficam no papel E os pesquisadores vão procurar mercados papel.fora do Brasil, o que eu já vi acontecer muitas vezes.Quanto ao governo, também não faz o papel dele, que éjuntar as partes e incentivar economicamente a inovação.Isso aconteceu poucas vezes, e de novo lembro Embraer eEmbrapa.Embrapa Agora é que as coisas estão se modificando ” modificando. Entrevista André Coutinho, revista Amanhã
  • “Em países desenvolvidos, “aprender pesquisando Em desenvolvidos aprender pesquisando”(learning by research) por empresas, universidades einstitutos tem um papel dominante na expansão dafronteira tecnológica.” Linsu Kim, principal ideólogo do desenvolvimento tecnológico da Coréia“Em países em desenvolvimento, ao contrário Em desenvolvimento contrário,“aprender fazendo” (learning by doing) e engenhariareversa por empresas, com limitada assistência deuniversidades e institutos, é o padrão dominante deacumulação de competência tecnológica.” (autor de “Da Imitação à Inovação”, Editora Unicamp, 2005) (In “Industry and Innovation”, volume 4, No 2, página 168, 1997)
  • Para, para,Para para para ...onde ficam...
  • ...os insights g
  • Esforços Domésticos de Inovação INDICADOR Brasil China ÍndiaPesquisadores em P&D (2006) 84.971 926.252 117.528Pesquisadores em P&D / Milhão de Habitantes 462 714 119(2005)Investimentos em P&D (US$ Bilhões 2006) 9,7 35,4 5,6Investimentos em P&D (em PPP 2006) 15,0 82,0 16,6P&D % do PIB (2006) 0,91 1,34 0,61Artigos de C&T (2005) 9.889 41.596 14.608Artigos de C&T / Milhão de Habitantes (2005) 52,3 31,9 13,4Patentes USPO (Média 2002-2006) 2002 2006) 135 448 316Adaptado de: Dahlman, C. Innovation, the Knowledge Economy, and New Global Trends:Challenges for Brazil. In: BalancedScorecard Latin America Summit, 2008, Bahia. Anais... Bahia: Symnetics, 2008.
  • • L id I Lei de Inovação F d l ã Federal: – Art. 2º, IV , “Inovação: Introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou serviços” serviços• Lei do Bem – Art. 17º, § 1º, “Considera-se inovação tecnológica a concepção de novo produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade no mercado” A Inovação segundo a Lei de  Inovação e a Lei do Bem @Eduardo Grizendi 2010
  • • Lei no. 10.973 de 2 de dezembro de 2004 – “Dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo e dá outras providências”. – Reg lamentada pelo decreto nº 5 563 de 10/2005 Regulamentada 5.563• O centro de atenção é a ICT – Instituição Científica e Tecnológica T ló i – Instituição Científica e Tecnológica - ICT: órgão ou entidade da administração pública que tenha por missão institucional, dentre outras, executar atividades de pesquisa básica ou aplicada de caráter , p q p científico ou tecnológico; A Lei Federal de Inovação @Eduardo Grizendi 2010
  • • Autoriza a incubação de empresas dentro de ICTs;• Permite a utilização de laboratórios, equipamentos e instrumentos, materiais e instalações das ICTs por empresa;• Facilita o licenciamento de patentes e transferência de tecnologias desenvolvidas pelas ICTs;• Introduz a participação dos pesquisadores das ICTs nos royalties de licenciamento;• Prevê a estruturação de NIT – Núcleo de Inovação Tecnológica, nas ICTs para gerir sua política de inovação• Autoriza a concessão de recursos diretamente para a empresa (Subvenção Econômica);• Introduz um novo regime fiscal que facilite e incentive as empresas a investir em P&D (Lei do Bem);• Autoriza a participação minoritária do capital de EPE cuja atividade p principal seja a inovação; p j ç• Autoriza a instituição de fundos mútuos de investimento em empresas cuja atividade principal seja a inovação A Lei Federal de Inovação  Pontos Principais @Eduardo Grizendi 2010
  • white space ecossistemaorganizacional individual i di id l
  • Deveríamos inovar?Porque?
  • Nos próximos 10 anos quase todas as teorias de negócios que nos aprendemos serão recriados (fonte: Idris Mootee)
  • Breakthrough g Substanciais  Substanciais (Idéia revolucionária é a criação de  (Idéia substancial expande ou crie  algo que crie um novo ecossistema) aditivos expandindo o contexto  existente ) ) EU Mudo das idéias & coisas Realidade (subjetiva ou  percepção“individual”) (Realität) Cognição Incremental (Idéia incremental é uma melhoria e  (Idéia incremental é uma melhoria e complementa o contexto já  compreensão,  entendimento,  estabelecido) lembranças, introspecção,  Consciente fenômenos f ô Insights
  • ...e vocês? e
  • processos
  • open pinnovation
  • descrição Open Innovation é o processo de  p p geração de ideias e soluções de forma   aberta” com “especialistas” e  “viabilizadores” externos às empresas tipo  fornecedores, universidades e centros de  pesquisa. Foca na parceria, captura e  pesquisa Foca na parceria captura e “aquisição” de conhecimento externo  como forma de potencializar a inovação. O  como forma de potencializar a inovação. O movimento de open innovation começou  na indústria de tecnologia (hardware).
  • aplicação li ã open innovation • Acessar o conhecimento amplo através da integração de stakeholders que ajudam no desenvolvimento e viabilização q j • Impacta na redução de investimento em R&D e aumenta a velocidade no time2market • O processo pode capturar novas ideias do mercado e é utilizado para compartilhar patentes e propriedade intelectual através de acordos de transferência de tecnologia (royalties) • Aumentar o dinâmica entre empresa e mercado • Utilizado para solucionar problemas definidas (problema na definição do problema) • Custo de transação pode ser alto (patentes, propriedade intelectual, contratos com parceiros) • Para entrar no open innovation, é importante a empresa balancear o risco de “vazamento” da ideia para o mercado x capacidade de implementar a ideia antes da concorrência • Open innovation é uma ação da estratégia de inovação é pode ser combinado com outras ferramentas como, por exemplo, TRIZ para melhorar a definição do problema inicial
  • processoopen innovation
  • TRIZ
  • descrição TRIZ nasceu na engenheria e  é  voltada para a solução inventiva de  problemas.
  • processo TRIZ Problema,  Dilema  conhecido Solução do  problema  especificoDefinição do  problema  Solução do  Generalização  conhecido problema (TRIZ) do problema
  • kaizen
  • descrição KAIZEN é o processo originado na  década de 80 nas empresas japonesas  onde sempre é possível fazer melhor  e em que nenhum dia deve passar  sem que alguma melhoria tenha sido  implantada, seja ela na estrutura da  empresa ou no indivíduo.
  • processo KAIZEN Melhoria de  processos desejados ideias são  apresentadas e  implementadas Geração de Coletivo ideias  incrementais
  • crowdsourcing
  • descrição Crowd Sourcing é o processo da  “terceirização” de uma tarefa para um massa  de pessoas (crowd). O Crowdsourcing para  inovação foi popularizado por intermediários  inovação foi popularizado por intermediários como Innocentive (innocentive.com) que  promovem mini‐concursos tipo Innovation Challenge para ajudar as empresas a acharem  soluções técnicas junto a qualquer interessado  em qualquer parte do mundo em troca de  em qualquer parte do mundo em troca de prêmios em dinheiro.
  • processocrowd sourcing Objetivo de  criar e  solucionar algo solucionar algo Priorizar as  ideias Crowd Geração de  ç Filtrar as ideias Refinar as ideias ideias
  • c açãocriação
  • descrição Cocriação é o processo de inovação  i ã que ocorre quando diversos  stakeholders (colaboradores, clientes,  parceiros) participem ativamente na  geração de ideias criando um valor  mutuo para todos as partes  envolvidas.
  • processo cocriação Objetivo de criar um novo  valor para todas as partes  envolvidas como também  mobilizar a organização e stakeholders para a inovação Funcionários Stakeholders
  • businessdesign
  • descrição Business Design é o processo criativo  Business Design é o processo criativo relacionado à configuração, concepção, modelagem  de função e forma para novos produtos, serviços,  processos e negócios. O Business Design normalmente  ó i OB i D i l t é orientado por uma intenção ou objetivo estratégico,  ou para a solução de um problema. Assim como no  trabalho do “designer”, o business design utiliza  métodos de observação, etnografia, prototipagem e  outros para desenhar futuros alternativos. outros para desenhar futuros alternativos.
  • processobusiness design Objetivo de criar um  novo valor para a  novo valor para a empresaEquipe de designers Integração de  Geração de ideias especialistas de  vários contextos
  • reconstruçãocolaborativa
  • descrição Reconstrução Colaborativa é o  ã l b i processo colaborativo de  desconstruir, inspirar, extrapolar e  reconstruir coletivamente contextos e  circunstâncias.
  • processo reconstrução colaborativa Objetivo de criar  um portfólio  criativa (quilibrado de  inovação‐risco) Desejo Inspirar, explorar, desconstruir,  Criar e construir  Criar o portfólio criativoPergunta extrapolar colaborativa 
  • ideias premissas ideiasinsights
  • As empresas p p precisamentender seu proprio DNAe energia para inovação eprocurar oportunidadesúnicas
  • “Nós pensamosconscientemente em i t t fazer produtos excelentes. Mas tentar sistematizar ainovação é o mesmoque uma pessoa que não é calma e controlada tentando ser calma e controlada. É doloroso de ver...” ( The (“The Guts of a new machine”, por Rob a new machine , por Rob  Walker, New York Times Magazine, 30 de  novembro de 2003
  • O que osCEOsC O estãoesperando?
  • eu
  • Qual é o seu contexto?
  • A sobre posição dos white spaces p ç pdo ecossistema, organizacional eindividual mostra possibilidades desinergias e possíveis barreiras
  • Poderíamos? tecnologiaDeveríamos? sociedade Sources: Adapted from models created by Doblin & Eames, Horizon Products G
  • EU Mundo das idéias & coisas Realidade  (subjetiva ou  percepção “individual”) Grupal Social (Realität) Cognição NÓS compreensão,  entendimento,  lembranças, introspecção,  l b i t ã Consciente fenômenos Insights Realidade  (objetiva ou “social”)Subconsciente imaginação, fantasia, sonhos,  (Wirklichkeit) intuição, atenção ç , ç instintos, “emoções” (Fonte: Lutz Hartmann)
  • Poderíamos? tecnologiaDeveríamos? Iríamos? sociedade organização Sources: Adapted from models created by Doblin & Eames, Horizon Products G
  • Breakthrough g Substanciais  Substanciais (Idéia revolucionária é a criação de  (Idéia substancial expande ou crie  algo que crie um novo ecossistema) aditivos expandindo o contexto  existente ) ) EU Mudo das idéias & coisas Realidade (subjetiva ou  percepção“individual”) (Realität) Cognição Incremental (Idéia incremental é uma melhoria e  (Idéia incremental é uma melhoria e complementa o contexto já  compreensão,  entendimento,  estabelecido) lembranças, introspecção,  Consciente fenômenos f ô Insights
  • Copyrights ©  2009 Symnetics todos os direitos reservados 80
  • Poderíamos? tecnologiaDeveríamos? Iríamos? sociedade organização Eu iria? individuo Sources: Adapted from models created by Doblin & Eames, Horizon Products G
  • Você iria iria...
  • Anderson Penha A d P h André Coutinho A d éC i h Daniel Egger D i lE Marcelo Fernandes M l F d@anderson_penha @andrehcoutinho @daniel_egger @fernandes2050