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Acmatias Modelo De Auto AvaliaçãO Be

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Workshop formativo …

Workshop formativo
Modelo de AutoAvaliação da BE

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  • 1. Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares Sessão de trabalho formativa Escola Secundária 3EB Dr. Jorge Correia - Tavira
  • 2. Anote na folha que lhe foi distribuída a sua definição de: A BIBLIOTECA ESCOLAR NO CONTEXTO DO SÉCULO XXI
  • 3. “ A biblioteca escolar constitui um contributo essencial para o sucesso educativo, sendo um recurso fundamental para o ensino e a aprendizagem.” Bibliotecas Escolares: Modelo de Auto-Avaliação, ME, Rede de Bibliotecas Escolares, 2008, p. 2
  • 4.
    • Pertinência do Modelo de Auto-Avaliação para as BE
    • É um instrumento pedagógico de melhoria contínua da qualidade que permite:
      • Avaliar
        • o impacto desse trabalho no funcionamento global da escola e nas aprendizagens dos alunos
        • o grau de eficiência dos serviços prestados
        • o grau de satisfação dos utilizadores
      • Identificar
        • áreas de sucesso
        • áreas a requerer um maior investimento
      • Orientar a elaboração de um novo plano de desenvolvimento da BE com objectivos e prioridades bem ajustados ao contexto em que a escola se insere.
  • 5. 1. Pertinência do Modelo de Auto-Avaliação para as BE
    • É fiel aos princípios da IFLA/UNESCO e IASL
    • Tem por base estudos internacionais da área das BE que evidenciam o papel das BE no:
      • No desenvolvimento curricular
      • Nas aprendizagens dos alunos
      • No sucesso educativo
    • Motiva para a inovação
    • Incita à articulação da BE com os objectivos do Projecto Educativo de Escola (PEE)
  • 6. 1. Pertinência do Modelo de Auto-Avaliação para as BE
    • Concebe a BE como:
      • Um espaço de aprendizagem em que o aluno é um sujeito activo construtor do próprio conhecimento
      • Um recurso de abordagem à realidade e ao conhecimento numa perspectiva de questionamento e inquirição contínuas
      • Um meio de desenvolvimento de novas literacias potenciadoras de uma aprendizagem contínua ao longo da vida
    • Perspectiva a avaliação da BE como parte integrante do processo de autoavaliação da escola
  • 7. “ In essence, evidence-based practice is about having the rich, diverse and convincing evidence that demonstrates that the library is a vital part of the learning fabric of the school – that it is integral, rather than peripheral.” Ross Todd (2002: 9)
  • 8. 2. O Modelo: instrumento pedagógico e de melhoria
    • Noção de valor da BE: capacidade de produzir resultados que contribuem para a consecução dos objectivos da escola
    • A auto-avaliação como processo pedagógico e regulador, potenciador da melhoria contínua da BE
    • Flexibilidade na aplicação do modelo
    • Integração nas práticas quotidianas de gestão da equipa da BE
  • 9. 2. O Modelo: instrumento pedagógico e de melhoria
    • Valorização das práticas de
    • pesquisa-acção
    • Acção prática baseada na recolha sistemática de evidências (EBP)
    • Enfoque nas mais-valias que os recursos proporcionados pela BE trazem à escola e à aprendizagem
  • 10. “ Turning the vision of the school library program into reality requires two essential elements of good management: strategic thinking and strategic planning.” Eisenberg & Miller (2002:2)
  • 11. 3. Organização estrutural e funcional
    • A - Desenvolvimento Curricular
        • A1 – Articulação curricular da BE com as
        • estruturas pedagógicas e os docentes
        • A2 – Desenvolvimento da literacia da informação
    DOMÍNÍNIOS
  • 12. 3. Organização estrutural e funcional
      • B - Leitura e literacias
      • C - Projectos, parcerias e actividades livres
      • e de abertura à comunidade
        • C1 – Apoio a actividades livres,
        • extra-curriculares e de enriquecimento
        • curricular
        • C2 – Projectos e parcerias
    DOMÍNÍNIOS
  • 13. 3. Organização estrutural e funcional
      • D – Gestão da BE
        • D1 – Articulação da BE com a
        • Escola/Agrupamento.
        • Acesso e serviços prestados pela BE
        • D2 – Condições humanas e materiais para a
        • prestação de serviços
        • D3 – Gestão da colecção/ da informação
    DOMÍNÍNIOS
  • 14. “ O que verdadeiramente interessa e justifica a acção e a existência da biblioteca escolar não são os processos, as acções e intenções que colocamos no seu funcionamento ou os processos implicados, mas sim o resultado, o valor que eles acrescentam nas atitudes e nas competências dos utilizadores.” Texto da sessão de 9 Nov. 2009, p. 5 (Oficina de Formação RBE)
  • 15. 4. Gestão participada das mudanças. Níveis de participação da escola DESCRITORES
    • A1 – Articulação Curricular da BE com as Estruturas
    • Pedagógicas e os Docentes (p. 12)
        • A BE desenvolve um trabalho de cooperação com todos
        • os órgãos de gestão intermédia da escola/agrupamento
        • (Departamento/Grupos disciplinares; Conselho de Docentes/de Ano ou de Turma).
        • A BE colabora activamente com todos os docentes
        • responsáveis pelas novas áreas curriculares não
        • disciplinares ( Áreas de Projecto; Estudo Acompanhado/Apoio ao Estudo e
        • Formação Cívica).
        • A BE assegura uma importante actividade de suporte
        • junto dos docentes responsáveis pelos Apoios Educativos.
    Nível 4
  • 16. 4. Gestão participada das mudanças. Níveis de participação da escola
    • A1 – Articulação Curricular da BE com as Estruturas
    • Pedagógicas e os Docentes
    • (continuação)
    • A BE está plenamente integrada, através da disponibilização de espaços, recursos e actividades, no Plano de OPTE.
    • Os recursos da BE são fortemente rentabilizados pelo docentes no âmbito da actividade lectiva: 80% dos professores ou mais recorre à BE e aos seus serviços.
    • A BE produz e difunde um conjunto diversificado de materiais de apoio para as diferentes actividades.
    DESCRITORES Nível 4
  • 17. 4. Gestão participada das mudanças. Níveis de participação da escola
    • A2 – Desenvolvimento da Literacia da Informação (p. 16)
    • […]
    • A BE tem um grande impacto nas competências tecnológicas e de informação dos alunos: a maioria
    • (80% ou mais) sabe utilizar com proficiência fontes de informação e estratégias de pesquisa diversificadas e detém excelentes competências tecnológicas, de acordo com o seu nível de escolaridade.
    • A BE favorece com o seu trabalho o desenvolvimento, visível em mais de 79% dos alunos, de um leque de valores e atitudes indispensáveis à formação da cidadania e à aprendizagem ao longo da vida.
    DESCRITORES Nível 4
  • 18. 4. Gestão participada das mudanças. Níveis de participação da escola
    • B – Leitura e Literacia (p. 21)
    • […]
    • A BE está integrada no plano de desenvolvimento da leitura e da literacia constante do PE e do PCE e desenvolve estratégias e um leque muito diversificado de actividades em articulação com 80% ou mais dos docentes e com o exterior.
    • A BE desenvolve um trabalho com impacto no crescimento do gosto pela leitura e no desenvolvimento de competências associadas à leitura. A grande maioria dos alunos (80% ou mais) usa a BE em contextos de leitura e revela progressão nas competências de leitura e de uso da informação, de acordo com o seu ano de escolaridade.
    DESCRITORES Nível 4
  • 19. 4. Gestão participada das mudanças. Níveis de participação da escola DESCRITORES Nível 4
    • C1 – Apoio a Actividades Livres, Extra-curriculares e de
    • Enriquecimento Curricular (p. 24)
    • A BE fomenta a aquisição e desenvolvimento de
    • métodos de trabalho e de estudo autónomos pelos
    • alunos, proporcionando um horário de funcionamento
    • contínuo e alargado e a abertura nos períodos de
    • interrupção lectiva.
    • A BE dinamiza um amplo conjunto de actividades livres,
    • de carácter lúdico e cultural, que correspondem aos
    • interesses e necessidades dos alunos.
    • […]
  • 20. 4. Gestão participada das mudanças. Níveis de participação da escola DESCRITORES Nível 4
    • C2 – Projectos e Parcerias (p. 28)
    • A BE estabelece fortes parcerias com outras entidades
    • (CM,BM, etc.) e é envolvida nos diferentes projectos da
    • Escola/Agrupamento.
    • A BE realiza um trabalho colaborativo permanente com
    • outras escolas, agrupamentos e BE.
    • […]
  • 21. 4. Gestão participada das mudanças. Níveis de participação da escola
    • D1 – Articulação da BE c/ a Escola/Agrupamento.
    • Acesso e serviços prestados pela BE (p. 32)
    • […]
    • A BE está aberta em contínuo e num horário alargado e responde de forma eficaz às necessidades da escola e dos utilizadores. Faculta recursos e equipamentos e acompanhamento e formação aos utilizadores, assumindo-se como pólo de cultura e pilar de funcionamento da escola. Regista níveis de acesso correspondentes a 80% ou mais do número total de utilizadores.
    • […]
    DESCRITORES Nível 4
  • 22. 4. Gestão participada das mudanças. Níveis de participação da escola
    • D2 – Condições Humanas e Materiais para a Prestação
    • dos Serviços. (p. 36)
    • O coordenador possui formação adequada e exerce uma gestão muito boa e uma liderança forte, mobilizando a equipa e a restante comunidade educativa para o valor e para o trabalho com a BE.
    • […]
    • A BE disponibiliza um bom nível de equipamento tecnológico
    • (hardware e software) que responde muito bem às necessidades da escola/agrupamento ( 80% ou mais dos utilizadores avaliam muito positivamente este item).
    DESCRITORES Nível 4
  • 23. 4. Gestão participada das mudanças. Níveis de participação da escola
    • D3 – Gestão da Colecção/Informação (p. 43)
    • […]
    • A colecção é muito usada pelos professores. 80% ou mais recorre à colecção no desenvolvimento da sua actividade docente e 80% ou mais do número total de alunos recorre à colecção para ler, para se recrear ou para satisfazer necessidades de informação.
    • […]
    DESCRITORES Nível 4
  • 24. “ EBP is not about scrambling to find additional time. It’s about establisihing priorities and making choices based on your beliefs about the importance of school libraries and learning.” Ross Todd (2008:5)
  • 25. 5. Integração/Aplicação à realidade da escola/BE.
    • Oportunidades
      • Professor-bibliotecário só com uma turma
      • Equipa da biblioteca e professores colaboradores de departamentos/grupos disciplinares variados
      • Oferta de formação contínua na área das BE
      • Incremento na nossa escola de uma cultura de auto-avaliação contínua
  • 26. 4. Integração/Aplicação à realidade da escola/BE.
    • Constrangimentos
      • Complexidade do modelo de Auto-Avaliação das BE
      • Custos monetários e ocupação de tempo necessário para:
        • ajustar os instrumentos de recolha de dados ao contexto da escola,
        • proceder ao tratamento estatístico dos dados
        • analisar os mesmos, tendo em vista a proposta de um plano de melhoria de desempenho da BE
  • 27.
    • Escreva na folha que lhe foi distribuída:
    • Papel e função da BE na sociedade da informação e do
    • conhecimento
    • Breve opinião sobre a pertinência/aplicabilidade do
    • Modelo de Auto-Avaliação da BE que lhe foi
    • apresentado
    • Obrigada pela sua atenção e colaboração.
  • 28.
    • Referências
    Eisenberg, Michael & Miller, Danielle (2002) “ This Man Wants to Change Your Job”, School Library Journal . 9/1/2002 < http://www.schoollibraryjournal.com/article/CA240047.html > [9/10/2009]. Todd, Ross (2002) “School librarian as teachers: learning outcomes and evidence-based practice”. 68th IFLA Council and General Conference August. <http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/084-119e.pdf> [9/10/2009]. Todd, Ross (2008) “ The Evidence-Based Manifesto for School Librarians” . School Library Journal . 4/1/2008. < http:// www.schoollibraryjournal.com / article /CA6545434.html > [9/10/2009]. Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto-Avaliação. Texto da sessão de 9 Nov. 2009, oficina de Formação, Plataforma Moodle da RBE.
  • 29. Escola Secundária 3EB Dr. Jorge Correia Biblioteca Escolar Ana Cristina Matias Novembro 2009