Preparando A Organização Para Inovar

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    - Ressaltar que o sucesso de uma inovação ao longo prazo depende da combinação das atividades tecnológicas e, principalmente, das atividades estratégicas (modelo de negócio).

    http://weblogs.newsday.com/news/opinion/walthandelsman/blog/yes-we-can.jpg

    Confiança é algo recíproco: Só se aceita confiança quando se acredita nas boas intenções de quem a oferece. Empatia Ativa: Compreender os outros de maneira pr ó-ativa. Perguntas explícitas e observaç ões atentas. Compreender a situaç ão particular: - Interesses, habilidades, êxitos , fracassos e oportunidades. Diálogo interativo (# “pregaç ão ” unilateral), adotando uma atitude de ouvir e perguntar . Acesso a ajuda: A solicitude deve manifestar-se por meio de apoio real e tangível Leniência (suspensão temporária) no Julgamento: Julgamentos rigorosos atrapalham o processo de criação. Idéias ousadas não serão bem-vindas. A reação dará o tom do processo para aqueles participantes. Em termos de criação poucos são os critérios objetivos para o julgamento de valor. A inovação envolve considerável volume de experimentação mental e linguística É necessário deixar que as pessoas experimentem! Coragem: As pessoas devem ser corajosas para admitir os experimentos dos membros do grupo ou mesmo de si próprias.

    A exemplo do Linux, que a partir da confiança mútua entre usuários em escala global, permite a resolução de problemas para empresas e usuários desconhecidos garantindo o funcionamento da plataforma com grau de confiança e solidez comparativa as empresas líderes do setor.

    A exemplo da nike que passou a compreender a evolução da “periferia” por meio das lojas nike town (administradas como uma maneira de alcançar a maior percepção sobre as necessidades não atendidas dos clientes. Além disso, a nike organiza “viagens de inspiração”, dando a oportunidade de visitar jogadores profissionais para saber o que está funcionando e o que não está.

    Caso da Toyota que teve a participação de empresas fornecedoras de diversos níveis quando da interrupção da linha de produção devido a incêndio de uma das fabricantes de um componente vital (sistema de tração) para a fabricação dos automóveis. Em tempo recorde eles conseguiram produzir o componente em outras unidades com a mesma qualidade devido ao nível e envolvimento do acesso a ajuda.

    Iniciativa da Johnson and Johnson chamada FrameworkS: Sessões de trabalho que visavam o lançamento de negócios pilotos (saindo do papel de fornecedora de produtos se envolvendo no negócio de serviços de saúde) que dava “permissão” de romper com antigas formas de pensamento. Os participantes tiveram de ser orientados a evitar planejar um resultado e a definir “etapas de ação” baseadas em decisões que consideravam informações acumuladas. O comitê executivo renunciava explicitamente a seu poder e a sua autoridade em prol da experimentação que fosse além dos domínios de operação da empresa.

    A GE, pelas mãos de Jack Welch, desferiu um ataque contra a imagem obsoleta da GE, desinvestindo 117 unidades de negócios, nos 4 primeiros anos de sua gestão. Com isso, ele instilou na organização que a mudança seria aceita como regra e não como exceção, gerando um nível de destruição criativa sem prescedentes na história das organizações.

    Favorites, Groups & Events

    Preparando A Organização Para Inovar - Presentation Transcript

    1. Preparando a Organiza ção para Inovar Andr é Coutinho [email_address]
    2. Fatores de Sustentação da Inovação INOVAÇÃO LIDERANÇA E MOBILIZAÇÃO INTEGRAÇÃO AO NEGÓCIO ALINHAMENTO ESTRATÉGICO CRIATIVIDADE E CAPTAÇÃO DE VALOR INÉRCIA ESTRUTURAL REDES DE INOVAÇÃO INDICADORES E RECOMPENSAS
    3. A Questão da Liderança
      • Liderança sobre os rumos e as decisões de inovação
        • Os negócios dizem respeito às pessoas que os conduzem.
        • A gestão da inovação depende da liderança no comando.
        • Os executivos devem querer que as coisas aconteçam e acreditar que o seu pessoal fará as coisas acontecerem.
    4. A Questão da Liderança
      • Uma liderança forte marca o sucesso nas questões de inovação:
      • Marca do inovador: saber como mudar os modelos de negócio e de tecnologia em conjunto e individualmente.
      • O grupo executivo tem a responsabilidade pela criação de um portfólio equilibrado de inovações incrementais, adaptativas ou disruptivas.
    5. 2009: as 2 Linhas de Pensamento que Impulsionam a Inova ção
      • Estruturalista
      • (Análise e Enquadramento)
      • Paradigma da estrutura-conduta-desempenho
      • Foco na oferta e demanda (existente)
      • Mudança são induzidas por fatores externos
      • Pensamento estratégico focado na concorrência e no espaço de mercado existentes
      • Expoentes: Michael Porter, Chris Zook,
      • Slywotski
      • Reconstrutivista
      • (Design e Transformação)
      • Paradigma crescimento endógeno
      • Foco na demanda (latente) - C onversão da demanda potencial em demanda real
      • Mudança são induzidas por fatores internos
      • Pensamento estratégico focado na inovação de valor
      • Pensadores: Schumpeter; Prahalad
      • Reconstrutivista
      • (Design e Transformação)
      • Paradigma crescimento endógeno
      • Foco na demanda (latente) - C onversão da demanda potencial em demanda real
      • Mudança são induzidas por fatores internos
      • Pensamento estratégico focado na inovação de valor
      • Expoentes: C.K. Prahalad; Chan Kim & Renee Maugborne; Grary Hamel; Venkat Ramaswamy; Corrente do Design Management/Design Thinking/Business Design
    6. Os 4 Erros Mais Comuns da Liderança 1. CONFUSÃO SOBRE O PAPEL DO LÍDER “ Acreditar que seu papel é inovar e não criar o contexto no qual outros inovarão.” A inovação não deve estar restrita a grupos específicos. Deve-se promover o desempenho como líder e não o desempenho como técnico excepcional. 2. FOCO ESTREITO DEMAIS “ Concentrar-se exclusivamente na inovação técnica e ignorar as necessidades e expectativas do consumidor.” Entender as necessidades e expectativas do consumidor em relação a funcionalidades, entrega, confiabilidade e custo, assim como na inovação técnica.
    7. Os 4 Erros Mais Comuns da Liderança 3. MENSAGENS CONTRADITÓRIAS “ Valorizar a experimentação, risco e fracasso inteligente, mas recompensar apenas os bons resultados” Ter atitudes e ações coerentes com as mensagens transmite e incorpora nas pessoas os valores da corporação, promovendo a cultura da inovação, o respeito ao consumidor e a cooperação além das fronteiras organizacionais. 4. DESENVOLVIMENTO DE TALENTOS LAISSEZ-FAIRE “ Acreditar que pessoas talentosas se desenvolvem sozinhas.” Estabelecer uma cultura que conduza ao aprendizado, priorizando o desenvolvimento de talentos para ter as melhores pessoas em cada missão, dando-lhes liberdade de ação e facilitando o acesso aos recursos necessários.
    8. Integrar a Inovação à Mentalidade do Negócio
      • Inovação requer recursos, competências e experiências que residem em diferentes partes da organização (internas e externas).
      • A inovação compreende as atividades de:
        • Pesquisa e desenvolvimento (P&D).
        • Definição do modelo de negócios.
      • O sucesso depende da integração do modelo de negócio e da mudança tecnológica em um processo estanque.
      • Estabelecer uma sólida colaboração interna e externa é um elemento indispensável para a inovação.
      • A estratégia de inovação escolhida precisa adaptar-se à situação do negócio e ser muito clara em toda a organização.
      • É preciso ficar muito claro que mais inovação nem é sempre melhor!!!
      Alinhar a Inovação com a Estratégia da Empresa
    9. Administrar a Tensão Entre Criatividade e Resultado
      • Inovar significa lançar mão da criatividade.
      • Estruturas, recursos e processos podem contribuir para o aumento da criatividade, desde que estabelecidos e usados da maneira adequada.
      • Processos criativos não estruturados podem destruir valor.
      • Qual o papel mais adequado? Ator ou diretor de cinema?
        • O papel de diretor parece melhor adaptar-se àquele necessário para administrar o processo criativo.
    10. Equilibrando Criatividade e Resultado
      • Ideação.
        • Pensamento não convencional.
        • Idéias brutas e refinadas.
        • Experimentação.
        • Ambigüidade/incerteza.
        • Pesquisa.
        • Intuição.
        • Surpresa.
        • Audácia.
        • Encontrar as coisas certas.
        • Perguntar e explorar a inovação desconhecida.
        • Aproveitar oportunidades.
        • Visualizar o futuro e estudar todas as opções.
        • Incluir inovações incrementais e radicais.
      • Da idéia à realidade.
        • Pensamento convencional.
        • Engenharia/Manufatura.
        • Precisão.
        • Compensações bem calculadas.
        • Compra/Venda de idéias.
        • Fazer tudo certo.
        • Responder perguntas e verificar soluções.
        • Evitar riscos desproporcionais.
        • Levar o produto ao mercado.
        • Viés incremental.
    11. Desafios do Equilíbrio entre Criatividade e Resultado ao Longo do Tempo Equilíbrio entre Criatividade e Resultado MATURIDADE DA ORGANIZAÇÃO EMERGENTES CONSOLIDADAS O maior desafio enfrentado pela empresa madura é o de conseguir rejuvenescer a criatividade sem colocar em risco suas capacidades de resultado. O maior desafio enfrentado pela empresa emergente é o de conseguir provar seus potenciais resultados. Ênfase no Resultado Inclinação à Criatividade
    12. A Inércia Estrutural
        • Freqüentemente, organizações antes reconhecidas por seu dinamismo inicial e atuação intuitiva e destemida passam a se perder com o emaranhado de burocracias e executivos preocupados em não arriscar.
      • Quanto mais notáveis os sucessos anteriores da empresa, quanto mais radical a inovação e em maior número, mais inerte se fica.
      • O convívio com o sucesso por um período prolongado de tempo aumenta a resistência à mudança. E, somente assumindo riscos é que a inovação pode acontecer.
    13. Alguns Sinais...
      • O portfólio de projetos apresenta quase exclusivamente inovações incrementais.
      • Indicadores de inovação usam apenas instrumentos de recuperação do capital como ROI e DCF.
      • Fundos para a inovação ficam disponíveis apenas uma vez por ano, em vez de em intervalos regulares ou sempre que uma idéia genial vem à tona.
      • A inovação é avaliada em termos de eficiência, muito mais do que com base no valor do portfólio de inovações.
      • Os gerentes criticam e sabotam os inovadores, em lugar de servirem como uma caixa de ressonância sendo inspiradores e patrocinadores.
    14. O mercado n ão está preparado Isso n ós já fazemos Alg uém já deve ter feito. É legal, mas…. Não está na nossa missão… Aten ção! os inimigos…
    15. Cultura de Inovação
    16. Modelos Organizacionais para Inovação
      • Se por um lado estes modelos podem neutralizar a inércia estrutural, por outro podem aumentar as distâncias entre a operação e os grupos de inovação, o que tem conseqüências diretas sobre a capacidade de implementação e o retorno sobre o investimento.
      • Permite o avanço da inovação adaptativa e disruptiva sem paralisar a inovação incremental.
      • As inovações são avaliadas com o mesmo rigor utilizado por empresas especializadas em capital de risco.
      • Incubadora e fundos de investimentos internos ou externos.
      • Múltiplos grupos dentro da mesma arquitetura organizacional que se dedicam a diferentes tipos de projetos em inovação e operação, mantendo culturas e processos diferenciados para suprir as necessidades da inovação.
      Capital de Risco Corporativo (CRC) Organização Ambidestra
    17. As Redes de Inovação Além dos Limites da Organização
      • As redes são os canais de comunicação e colaboração que viabilizam a interação entre os diferentes players internos e externos envolvidos neste processo.
      • A gestão de parcerias eficientes na empresa e com clientes, fornecedores, consultores e todos aqueles com alguma capacidade de ajudar constitui um dos elementos centrais da inovação.
      • A inovação requer o desenvolvimento e a conservação desta rede como uma força aberta e de mútua colaboração.
    18. Terceirizar a Inovação?
      • Terceirizar algumas funções da inovação pode agilizar o processo da inovação, porém isso não significa delegar a terceiros a totalidade do processo. A empresa continua necessitando de recursos comprometidos com o processo de inovação para levá-lo adiante e avançar nas etapas de desenvolvimento e realização prática das idéias inovadoras.
    19. Indicadores de Desempenho e as Recompensas Adequadas à Inovação
      • Poucas avaliações são realmente ligadas à inovação e esta necessita de motivação, incentivos e recompensas de modo a cultivá-la.
      • Para que os riscos relacionados a potencias inovações radicais sejam reconhecidos como algo de valor é necessário criar um ambiente adequado.
      • O alcance de metas orçamentárias (curto prazo) acaba inibindo ações mais ousadas. Como conseqüência, há pouco apetite pelo risco e uma overdose de idéias incrementais.
    20. Criando Um Ambiente Organizacional Para Inovaç ão
      • Tão importante quanto lançar mão de instrumentais para a inovação é construir e manter um ambiente organizacional que crie condiç ões para...
        • A geraç ão de novas idéias e assimilação de novos conceitos.
        • A sustentação do diálogo.
        • Tornar a organizaç ão mais receptiva e adaptativa a novas id éi as - muitas vezes divergentes da prática normal do negócio.
    21. Confiança e a Cultura da Inovação
      • A importância da confiança pode ser avaliada pelos resultados de uma pesquisa conduzida por Stephen Knack (Universidade de Maryland) e Philip Keefer (Banco Mundial).
        • “ Há uma chocante correspondência entre as sociedades de alta confiança e economias de alto desempenho.” Para eles, "quando os parentes próximos são as únicas pessoas em que se pode confiar, mais recursos têm que ser dirigidos para preparar contratos detalhados, monitorar empregados e fornecedores, levar inevitáveis disputas para litígio e para proteger-se de atividades criminosas".
        • Como conseqüência: "os empreendedores ficam com menos tempo e recursos para investir e inovar".
      Fonte: Financial Times, 26/6/96 - citada por Clóvis Rossi, Folha de São Paulo, 4/7/96.
    22. Competências Para Inovaç ão
      • Conjunto de atitudes que afetam positivamente o processo de criação e inovação.
        • Facilitaç ão de relacionamentos e de di á logos.
        • Solicitude (*) emocional das pessoas.
        • Tratamento entre as pessoas, estimulando a criatividade.
      (*) 1. Desejo de atender a alguma solicitação da melhor forma possível; boa vontade. 2. Zelo em prestar qualquer espécie de assistência; desvelo, dedicação. 3. Atenção inquieta; cuidado constante. 4. Atenção, delicadeza, consideração. Fonte: von Krogh, G.; Ichijo, K.; Nonaka, I. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua . Rio de Janeiro: Campus, 2001
    23. Por Que as Competências Para Inovaç ão São Importantes?
      • As pessoas devem estar dispostas a ouvir novas id éi as.
      • Relacionamentos construtivos criam condiç ões para que as pessoas compartilhem com liberdade seus insights e preocupaç ões.
      • Promovem um ambiente onde os indiv í duos sentem-se seguros para explorar territ ó rios desconhecidos.
      Fonte: von Krogh, G.; Ichijo, K.; Nonaka, I. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua . Rio de Janeiro: Campus, 2001
    24. Competição vs Colaboração
      • Conhecimento: geralmente equivale a poder e influência na empresa.
      • Táticas de Blindagem:
        • A criação e a inovação são influenciadas pela força dos relacionamentos e pela intensidade com que as pessoas sentem que podem sugerir novas idéias, expressar e receber críticas produtivas.
      Fonte: von Krogh, G.; Ichijo, K.; Nonaka, I. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua . Rio de Janeiro: Campus, 2001
    25. Contexto da Hiper Competiç ão Fonte: von Krogh, G.; Ichijo, K.; Nonaka, I. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua . Rio de Janeiro: Campus, 2001 INDUZ À DESCONFIAN ÇA CRITICA NOVAS ID ÉIAS REMOVE A SOLIDARIEDADE ENTRE AS PESSOAS RECUSA DE FEEDBACK
    26. Contexto da Hiper Competiç ão
      • A tentativa de trazer novas id éi as ou conceitos enfrenta julgamento dos demais participantes.
      • As pessoas sabem que seu futuro na empresa depende da capacidade de reagir...
        • A avaliaç ão de desempenho não enfatiza à solicitude.
        • Muitas vezes, ouvir a outras pessoas e compreender seus pontos de vista é perda de tempo (!)
      Fonte: von Krogh, G.; Ichijo, K.; Nonaka, I. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua . Rio de Janeiro: Campus, 2001
    27. Criando Ambientes Para a Inovação
      • Pense no contexto para a inovação num lugar onde se cria e se compartilha conhecimento.
        • Experiências, idéias e emoções (Mental).
        • Aspectos físicos do ambiente (Físico).
        • Intranets, teleconferências, web (Virtual).
      Fonte: von Krogh, G.; Ichijo, K.; Nonaka, I. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua . Rio de Janeiro: Campus, 2001
    28. Solicitude
      • Dimen sões da solicitude.
        • Confiança Mútua.
        • Empatia ativa.
        • Acesso à ajuda.
        • Suspens ão tempor á ria do julgamento.
        • Coragem.
      “ A solicitude com outra pessoa, no sentido mais profundo, é ajudá-la a crescer e a realizar-se”. Milton Mayeroff Fonte: von Krogh, G.; Ichijo, K.; Nonaka, I. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua . Rio de Janeiro: Campus, 2001
    29. Solicitude: Conceitos
      • 1. Solicitude em relaç ão aos outros é ensiná-lo a aprender
      • 2. Estimular conhecimentos perssoas
      • 3. Compartilhar insights.
      • Estilo Gerencial Feminino
        • Mais cooperativo
        • Excelentes na atividade de rede
        • Construç ão de equipes
        • Mentoras
      “ A solicitude com outra pessoa (em sentido mais amplo) é ajudá-la a crescer e realizar-se” Milton Mayeroff
      • Confian ç a Mútua
      • A confiança dispensa:
      • Prefer ê ncias;
      • Motivos
      • Interesses
      • Antecedentes pessoais
      • Confian ça é algo recíproco
      Dimens ões da solicitude
      • Empatia Ativa
      • Compreender os outros de maneira pr ó-ativa
      • Perguntas explícitas e observaç ões atentas
      • Compreender a situaç ão particular:
        • - Interesses, habilidades, êxitos , fracassos e oportunidades.
      • Diálogo interativo (# “pregaç ão ” unilateral), adotando uma atitude de ouvir e perguntar .
      Dimens ões da solicitude
      • Acesso à ajuda
      • Apoio real y tang ível das pessoas
      • A vontade de ajudar
      • Busca e aquisiç ão de conhecimentos
      • Estar acess ível
      • Especialista solícito
        • Se sente respons ável em compartilhar
        • Demonstra o v í nculo entre aç ão e resultado
      Dimens ões da solicitude
      • Suspens ão tempor ár ia do julgamento
      • Julgamentos rigorosos limitam o processso de criaç ão
      • A inovaç ão significa um volume alto de experimentaç ão mental e lingu í stica
      • As pessoas precisam experimentar
      Dimens ões da solicitude
      • As pessoas devem ser corajosas para admitir lseus experimentos
      • É necessário submeter a inovaç ão a um processo de julgamento intenso
      • Manifestar feedbacks como parte de um processo que ajuda outras pessoas a crescerem
      Coragem Dimens ões da solicitude
    30. Diálogo
      • Características.
        • Abertura.
        • Paciência.
        • Capacidade de ouvir.
        • Experimentação de novos termos e conceitos.
        • Etiqueta para o diálogo.
        • Coragem (ousadia para propor e coragem para sustentar).
        • Formação de argumentos convincentes.
      Fonte: von Krogh, G.; Ichijo, K.; Nonaka, I. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua . Rio de Janeiro: Campus, 2001
    31. Diálogo
      • O que se vê normalmente...
        • Objetivos ocultos.
        • Venda de temas.
        • Advocacia de interesses e atitudes.
        • Arrogância e intimidação.
      Fonte: von Krogh, G.; Ichijo, K.; Nonaka, I. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua . Rio de Janeiro: Campus, 2001
    32. Diálogo de Criação
      • Fomentar a linguagem inovadora.
      • A linguagem precisa ser notavelmente dinâmica durante o processo de criação.
      • Permitir que os termos utilizados sejam lúdicos, vívidos, tolos e nem sempre corretos.
      • Jogar com novas palavras, expressões e frases.
      • Cuidado com a “hipercorreção”: esforço para corrigir todas as palavras e frases erradas.
      Fonte: von Krogh, G.; Ichijo, K.; Nonaka, I. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua . Rio de Janeiro: Campus, 2001
    33. Construção do Contexto para a Inovação
      • A capacidade de desenvolvê-lo é considerado um dos fatores de sucesso mais importantes das organizações.
      • Os contextos “capacitantes” podem surgir por geração espontânea, e os relacionamentos solícitos proporcionam a base de confiança, apoio e comprometimento imprescindíveis para o seu surgimento.
      • A organização deve dar grau de autonomia compatível a situação dos participantes.
      • Propiciar níveis de caos criativo de forma a tornar o ambiente mais estimulante.
      Fonte: von Krogh, G.; Ichijo, K.; Nonaka, I. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua . Rio de Janeiro: Campus, 2001
    34. Preparando a Organiza ção para Inovar Andr é Coutinho [email_address]
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