Introdução Sobre Inovação / Gestão da Inovação

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    1. Introdu ção sobre Inovação / Gestão da Inovação Material preparado com exclusividade pela equipe de profissionais da Symnetics Andr é Coutinho [email_address]
    2. Visão Geral Sobre Inovação
      • Contextualização histórica.
      • Conceituação: ciência, tecnologia, pesquisa básica e aplicada, invenção e inovação.
      • Contexto mundial e nacional – sistemas nacionais de inovação, o mapa mundi da inovação e o panorama da inovação no Brasil.
      • Inovações tecnológicas e no modelo de negócios.
      • Inovação incremental, semi-radical e radical.
      • MÓDULO 1
        • Visão Geral Sobre Inovação
    3. Contextualização Histórica ASTROLÁBIO MÁQUINA A VAPOR LORD KELVIN AUTOMAÇÃO
      • Principais indústrias: bélica, financeira, aeroespacial, de informação, farmacêutica.
      • Principais indústrias: petróleo, aço, siderurgia, automobilística, química, energia elétrica e materiais elétricos.
      • Principais indústrias: metalurgia e têxtil (algodão), ferrovias, carvão, máquina a vapor.
      • Grandes descobertas científicas;
      • Instrumentos náuticos;
      • Matemática moderna.
      • Estado – ciência e tecnologia;
      • Projeto Manhattan;
      • Corrida espacial;
      • Revolução nas comunicações e sistemas de informação;
      • Era do conhecimento e redes.
      • Produção em série;
      • Indústrias baseadas na ciência;
      • Era dos cartéis;
      • Multinacionais
      • Grandes cidades.
      • Organização do trabalho e da produção;
      • Maquinismo;
      • Grande indústria.
      • Criação de sociedades científicas;
      • Sistematização do conhecimento.
      1940 – atualidade 3ª Revolução Industrial 1870 – 1930 2ª Revolução Industrial 1780 – 1840 1ª Revolução Industrial 1540 – 1770 Revolução Científica
    4. Contextualização Histórica
      • Segunda Guerra Mundial;
      • Bomba atômica;
      • Homem na lua;
      • Modelo Toyota;
      • Internet;
      • Projeto Genoma;
      • Nanotecnologia.
      • Invenção do telefone, da lâmpada;
      • Teoria da Relatividade (Einstein);
      • Teoria do Desenvolvimento Econômico (Schumpeter).
      • A Riqueza das Nações (Adam Smith);
      • O Capital (Karl Marx);
      • Sistematização da Administração;
      • Racionalização do trabalho;
      • Paradigma Taylorista e Fordista.
      • A Terra ao redor do Sol (Copérnico);
      • Telescópio (Galileu);
      • Órbitas dos planetas (Kepler);
      • Lei da Gravidade (Isaac Newton);
      • Cálculo de probabilidade (Pascal).
      1940 – atualidade 3ª Revolução Industrial 1870 – 1930 2ª Revolução Industrial 1780 – 1840 1ª Revolução Industrial 1540 – 1770 Revolução Científica
    5. Trilogia do Conhecimento: Integração e Definições PESQUISA + DESENVOLVIMENTO  CONHECIMENTO TECNOLOGIA CIÊNCIA INOVAÇÃO E INVENÇÃO
    6. Trilogia do Conhecimento: Integração e Definições TECNOLOGIA CIÊNCIA INOVAÇÃO INVENÇÃO É um termo que envolve conhecimento técnico e científico, ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento. Na economia, a tecnologia é o estado atual do conhecimento de como combinar recursos para produzir algo (entende-se como produto) desejado. A Ciência é o conhecimento ou um sistema de conhecimentos que abarca verdades gerais ou a operação de leis gerais especialmente obtidas e testadas através do método científico. O conhecimento científico depende muito da lógica. Utilização de novas idéias ou aplicação de idéias já existentes de formas fundamentalmente diferentes para conduzir grandes mudanças. Fonte: IBM - Global CEO Study, 2006. Ato de criar uma nova tecnologia, processo e objeto, ou até mesmo aperfeiçoá-los. Porém, sem muito cunho prático como a inovação.
    7. A Relação Entre Ciência, Tecnologia e Processo de Inovação
      • MODELO LINEAR DE INOVAÇÃO
        • Processo de inovação UNIDIRECIONAL – a partir dos conhecimentos gerados pela pesquisa básica.
        • Guia heurístico útil para as pesquisas nessa área.
        • Pesquisa básica apresenta uma contribuição efetiva para a economia (taxas de retorno).
      • HIPÓTESE DA DEMANDA DE MERCADO
        • A demanda é um fator adicional, além do conhecimento básico, a direcionar o processo de inovação.
    8. O Modelo Linear de Inovação
      • Considera que há uma ligação direta entre os avanços científicos e o desenvolvimento tecnológico de aplicação produtiva que culmina em bem-estar econômico – Science Push .
      PESQUISA BÁSICA PESQUISA APLICADA DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO
      • Testes de fundamentos, hipóteses, teorias e leis.
      • Resultados são comercializados em grande escala como INOVAÇÕES.
      • Similar a pesquisa básica.
      • Objetivo: Obter resultados com finalidades práticas e específicas.
      • Trabalho científico de caráter teórico ou experimental.
      • Objetivo: Compreender e ampliar fundamentos subjacentes a fatos observáveis.
      • Formular hipóteses, teorias e leis.
      • Resultados públicos registrados em publicações científicas.
    9. O Modelo Linear de Inovação
      • Em 2007 completou 60 anos.
      • O transistor foi inventado nos Laboratórios Bell (Bell Labs) por William Shockley, John Bardeen e Walter Brattain.
      • É considerado um dos inventos mais importantes do século XX.
    10. A Hipótese da Demanda de Mercado
      • Considera que a força motora da tecnologia está ligada as necessidades da demanda – Demand Pull .
      DEMANDA DE MERCADO VENDAS $ EM CAPACIDADE INSTALADA ADICIONAL $ EM P&D INVENÇÕES $ EM MELHORIAS OU NOVOS BENS DE CAPITAL PATENTES PRODUÇÃO ROTA 1 ROTA 2 ROTA 3 ROTA 4 CIÊNCIA EXÓGENA Demanda atendida via uso de Capacidade Instalada Demanda atendida com Tecnologia Nova ou Modificada Demanda atendida com Tecnologia Nova ou Modificada Fonte : Freeman et al., 1982, p.37. INFLUÊNCIA DETERMINANTE INFLUÊNCIA FRACA Não conheço e nem tenho este artigo. Alguém tem?
    11. A Hipótese da Demanda de Mercado
      • O primeiro automóvel Flex Fuel foi lançado em março de 2003 pela VOLKSWAGEN utilizando um sistema desenvolvido pela BOSCH.
      • Liberdade de escolha para os usuários.
    12. Resultado PROCESSO DE INOVAÇÃO INTERATIVO + MODELO LINEAR DE INOVAÇÃO HIPÓTESE DA DEMANDA DE MERCADO CIÊNCIA DESENVOL-VIMENTO ECONÔMICO DESENVOL-VIMENTO TECNOLÓGICO
    13. Sistema Nacional de Inovação
      • Não engloba apenas a P&D.
      • Mas, também:
        • O sistema econômico e institucional de maneira ampla.
        • Os cientistas, engenheiros, gestores e profissionais.
        • A infra-estrutura de informação e redes.
      • “Nacional” talvez seja uma designação incorreta uma vez que o conhecimento e a inovação tornam-se cada vez mais globais.
      Adaptado de: Dahlman, C. Innovation, the Knowledge Economy, and New Global Trends:Challenges for Brazil. In: Balanced Scorecard Latin America Summit, 2008 , Bahia. Anais... Bahia: Symnetics, 2008.
    14. Sistema “Nacional” de Inovação (SNI) CRIAÇÃO DE CONHECIMENTO P&D DOMÉSTICO Cutting-Edge Atualização DISSEMINAÇÃO DE CONHECIMENTO (EMPRESAS) AQUISIÇÃO DE CONHECIMENTO GLOBAL Agentes Chave (Hélice Tripla): Governo Universidades Empresas Políticas Chave: Regime Econômico e Institucional – Educação – Infra-estrutura de Informação Adaptado de: Dahlman, C. Innovation, the Knowledge Economy, and New Global Trends:Challenges for Brazil. In: Balanced Scorecard Latin America Summit, 2008 , Bahia. Anais... Bahia: Symnetics, 2008.
    15. Elementos-Chave dos Sistemas “Nacionais” de Inovação
      • Acesso ao Conhecimento Global:
        • Comércio, investimento externo, transferência de tecnologia.
        • Jornais técnicos, viagens, internet, conferências.
      • Criação e Adaptação de Conhecimentos:
        • P&D Público vs. Privado; P&D Básico vs. Aplicado.
        • Instituições de investigação especializadas à produção.
      • Disseminação do Conhecimento:
        • Crescimento de empresas mais eficientes.
        • Fornecedores de equipamento, serviços técnicos e informação.
        • Serviços de extensão: agrícolas.
      • Utilização do Conhecimento:
        • Depende dos custos e benefícios.
        • Depende da educação, capacidades, inputs complementares.
        • Depende do regime econômico e institucional.
      Adaptado de: Dahlman, C.; Frischtak, C. Tendências da Indústria Mundial: Desafios para o Brasil . In: Forum Nacional da Industria – CNI. Mapa Estratégico da Industria 2007/2015. São Paulo. Anais... São Paulo: CNI, 2004.
    16. Sistemas “Nacionais” de Inovação
      • Devem incluir não somente instituições e universidades com P&D, como também empresas e outras instituições de conhecimento:
        • Informação técnica & serviços de extensão;
        • Metrologia, padrões, testes, controle de qualidade;
        • Consultoria técnica e de gestão;
        • Fornecedores especializados, redes;
        • Clusters e interações inter-firmas;
        • Capital seed e venture;
      • Devem incluir atenção ao regime macroeconômico e microeconômico, educação e capacidades e TIC mais amplos.
      Adaptado de: Dahlman, C.; Frischtak, C. Tendências da Indústria Mundial: Desafios para o Brasil . In: Forum Nacional da Industria – CNI. Mapa Estratégico da Industria 2007/2015. São Paulo. Anais... São Paulo: CNI, 2004.
    17. Desafios Para o Desenvolvimento de um Sistema “Nacional” de Inovação Efetivo
      • P&D não é a fonte principal de inovação:
        • Setores de alta tecnologia são uma parte pequena das economias em desenvolvimento.
        • Setor de serviços tem a maior participação na atividade econômica.
        • A aplicação bem sucedida do conhecimento além de depender do regime econômico e institucional requer empreendedorismo, gestão e organização.
      • Necessidade de prestar maior atenção no que pode ser feito no nível empresarial, setorial e de cluster .
      Adaptado de: Dahlman, C.; Frischtak, C. Tendências da Indústria Mundial: Desafios para o Brasil . In: Forum Nacional da Industria – CNI. Mapa Estratégico da Industria 2007/2015. São Paulo. Anais... São Paulo: CNI, 2004.
    18. Estratégia de Desenvolvimento
      • Brasil
        • Industrialização baseada no modelo de substituição de importações.
        • Desenvolvimento de algumas ilhas de excelência (aviões, exploração de óleo em águas profundas).
        • Ainda um grande exportador de commodities .
      • China
        • Fortemente orientada para o exterior.
        • Tornou-se na “manufatura” do mundo (10% da exportação global de bens).
        • Sobe rapidamente a escada da tecnologia.
      • Índia
        • Fortemente autárquica até 1991.
        • Alguma liberalização mas ainda protegendo o mercado doméstico.
        • Tornou-se o principal exportador de tecnologia de informação.
      Adaptado de: Dahlman, C. Innovation, the Knowledge Economy, and New Global Trends:Challenges for Brazil. In: Balanced Scorecard Latin America Summit, 2008 , Bahia. Anais... Bahia: Symnetics, 2008.
    19. Investimentos em P&D Contexto Global (2004) Adaptado de: Dahlman, C. Innovation, the Knowledge Economy, and New Global Trends:Challenges for Brazil. In: Balanced Scorecard Latin America Summit, 2008 , Bahia. Anais... Bahia: Symnetics, 2008. 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5 -200 800 1.800 2.800 3.800 4.800 5.800 Índia Brasil China Rússia Reino Unido França Alemanha Coréia do Sul Estados Unidos Japão PESQUISADORES POR MILHÃO DE HABITANTES INVESTIMENTO EM P&D (% DO PIB) TOTAL DO INVESTIMENTO DOMÉSTICO BRUTO EM P&D (PPP$)
    20. Esforços Domésticos de Inovação Adaptado de: Dahlman, C. Innovation, the Knowledge Economy, and New Global Trends:Challenges for Brazil. In: Balanced Scorecard Latin America Summit, 2008 , Bahia. Anais... Bahia: Symnetics, 2008. 316 448 135 Patentes USPO (Média 2002-2006) 13,4 31,9 52,3 Artigos de C&T / Milhão de Habitantes (2005) 14.608 41.596 9.889 Artigos de C&T (2005) 0,61 1,34 0,91 P&D % do PIB (2006) 16,6 82,0 15,0 Investimentos em P&D (em PPP 2006) 5,6 35,4 9,7 Investimentos em P&D (US$ Bilhões 2006) 119 714 462 Pesquisadores em P&D / Milhão de Habitantes (2005) 117.528 926.252 84.971 Pesquisadores em P&D (2006) Índia China Brasil INDICADOR
    21. Ações-Chave Para o Brasil Melhorar o Sistema “Nacional” de Inovação
      • Aumentar o financiamento público e incentivar o setor privado a aumentar seus esforços em P&D.
      • Alocar o financiamento público de forma mais eficaz.
      • Incentivar mais spin-offs dos esforços públicos em P&D.
      • Incentivar maior interação entre três atores-chaves domésticos: instituições públicas de P&D, universidades e setor produtivo.
      • Incentivar maior interação entre atores domésticos e de conhecimento externo.
      • Incentivar a circulação ao invés da exportação de “cérebros”.
      • Fortalecer o desenvolvimento de clusters regionais de conhecimento.
      Adaptado de: Dahlman, C.; Frischtak, C. Tendências da Indústria Mundial: Desafios para o Brasil . In: Forum Nacional da Industria – CNI. Mapa Estratégico da Industria 2007/2015. São Paulo. Anais... São Paulo: CNI, 2004.
    22. Sumário das Estratégias de Inovação
      • Brasil
        • Pouca integração no mercado global.
        • Investimentos Estrangeiros Diretos significantes mas com forte orientação interna.
        • Pouco esforço em P&D, poucas ilhas de excelência.
        • Perdendo muito espaço na educação.
      • China
        • Grande integração no mercado global.
        • Investimentos Estrangeiros Diretos significantes com orientação tanto interna como externa
        • Aumento em P&D para passar da imitação para a inovação.
        • Importante investimentos na educação – especialmente universitária.
      • Índia
        • Pouca integração no mercado global.
        • Investimentos Estrangeiros Diretos baixos exceto em tecnologias de C&I
        • Pouco P&D, mas agora aumentando.
        • Baixo alcance da educação. Dependente da força de uma pequena elite com educação superior.
      Adaptado de: Dahlman, C. Innovation, the Knowledge Economy, and New Global Trends:Challenges for Brazil. In: Balanced Scorecard Latin America Summit, 2008 , Bahia. Anais... Bahia: Symnetics, 2008.
    23. Alemanha
      • Em 2002, 44% do orçamento de 20,2 bilhões de euros das instituições de ensino superior foram destinados a pesquisa e desenvolvimento (P&D).
      • Os Institutos Max Planck, independentes, são os órgãos mais focados em P&D. Por conseqüência, geram mais artigos em periódicos científicos, que resultam em aplicações para a indústria, e reúnem a maioria dos prêmios Nobel da Alemanha.
      • As empresas: engajadas na produção de conhecimento, tornaram-se as parceiras adequadas para as universidades. Exemplo disso é a parcela de contribuição das empresas no financiamento da pesquisa universitária (cerca de 20%), que equivale ao investido pelo Ministério da Educação e Pesquisa do país.
      Adaptado de: Mendes, F. Protagonista ou figurantes? Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores. Revista Locus. No. 52. Brasília: Junho, 2008.
    24. A inovação no contexto das empresas...
      • Desafios e convicções equivocadas:
        • A inovação não exige uma revolução interna nas empresas.
        • A inovação não é alquimia, com transformações mistificadoras.
        • A inovação não diz respeito somente à criatividade e à existência de uma “cultura criativa”.
        • A inovação não inclui apenas processos e ferramentas de stage-gate.
        • Inovação não foca exclusivamente tecnologias novas.
        • Inovação não é algo de que todas as organizações precisam em grande quantidades.
    25. Perspectivas
      • A inovação, como inúmeras funções de negócio, é um processo de gestão que exige instrumentos, regras e disciplina específicos – não é um mistério.
      • A inovação requer sistemas de avaliação e incentivos para que possa proporcionar rendimentos consideráveis e continuados.
      • As empresas podem usar a inovação para redefinir uma indústria através do emprego de combinações entre inovação de modelos de negócio e inovação tecnológica.
    26. Modelo de Negócio REDE DE PARCEIROS ATIVIDADES CHAVES RECURSOS CHAVES ESTRUTURA DE CUSTO OFERTA DE VALOR RELACIONA-MENTO COM CLIENTES CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO SEGMENTOS DE CLIENTES FLUXO DE RECEITAS Adaptado de: Osterwalder. A. How to Describe and Improve your Business Model to Compete Better . Working Paper. S/D.
    27. A Entrega da Oferta de Valor Gera Receitas REDE DE PARCEIROS RELACIONA-MENTO COM CLIENTES CANAIS DE DISTRIBUI-ÇÃO OFERTA DE VALOR SEGMENTOS DE CLIENTES ATIVIDADES-CHAVE RECURSOS-CHAVE ESTRUTURA DE CUSTOS FLUXO DE RECEITAS Adaptado de: Osterwalder. A. How to Describe and Improve your Business Model to Compete Better . Working Paper. S/D.
    28. A Criação de Valor Demanda Infra-estrutura REDE DE PARCEIROS RELACIONA-MENTO COM CLIENTES CANAIS DE DISTRIBUI-ÇÃO OFERTA DE VALOR SEGMENTOS DE CLIENTES ATIVIDADES-CHAVE RECURSOS-CHAVE ESTRUTURA DE CUSTOS FLUXO DE RECEITAS Adaptado de: Osterwalder. A. How to Describe and Improve your Business Model to Compete Better . Working Paper. S/D.
    29. A Infra-estrutura Produz Custos REDE DE PARCEIROS RELACIONA-MENTO COM CLIENTES CANAIS DE DISTRIBUI-ÇÃO OFERTA DE VALOR SEGMENTOS DE CLIENTES ATIVIDADES-CHAVE RECURSOS-CHAVE ESTRUTURA DE CUSTOS FLUXO DE RECEITAS Adaptado de: Osterwalder. A. How to Describe and Improve your Business Model to Compete Better . Working Paper. S/D.
    30. A Área de Lucro REDE DE PARCEIROS RELACIONA-MENTO COM CLIENTES CANAIS DE DISTRIBUI-ÇÃO OFERTA DE VALOR SEGMENTOS DE CLIENTES ATIVIDADES-CHAVE RECURSOS-CHAVE ESTRUTURA DE CUSTOS FLUXO DE RECEITAS < Adaptado de: Osterwalder. A. How to Describe and Improve your Business Model to Compete Better . Working Paper. S/D.
    31. Inovações Tecnológicas e no Modelo de Negócios Adaptado de: Davila, T.; Epstein, M.J.; Shelton, R.. As Regras da Inovação . Bookman: Porto Alegre. 2007. MODELO DE NEGÓCIO TECNOLOGIA INOVAÇÃO
      • OFERTA DE VALOR
      • CADEIA DE SUPRIMENTOS
      • CLIENTES-ALVO
      • PRODUTOS
      • PROCESSOS
      • TECNOLOGIAS CAPACITADORAS
    32. Inovações Tecnológicas e no Modelo de Negócios MODELO DE NEGÓCIO TECNOLOGIA Adaptado de: Davila, T.; Epstein, M.J.; Shelton, R.. As Regras da Inovação . Bookman: Porto Alegre. 2007. Capacita a empresa a executar sua estratégia com maior rapidez e melhor tempo de alavancagem como uma fonte de vantagem competitiva. Ex: tecnologia da informação (integração entre sistemas).
      • TECNOLOGIAS CAPACITADORAS
      Parte integral da produção e da entrega que podem traduzir-se em produtos e serviços melhores, mais rápidos e de menor custo.
      • PROCESSOS TECNOLÓGICOS
      Bens ou serviços novos ou significativamente melhorados (especificações técnicas, componentes e materiais, softwares incorporados, facilidade de uso ou outras características funcionais).
      • PRODUTOS
      A quem é passado a oferta de valor.
      • CLIENTES-ALVO
      Como a oferta de valor é criada e levada ao mercado.
      • CADEIA DE SUPRIMENTO
      A oferta de valor que é lançada e vendida no mercado.
      • PROPOSIÇÃO DE VALOR
    33. Inovação Incremental e Radical
      • INOVAÇÃO INCREMENTAL
      • (EXPLOTAÇÃO)
        • Refinamento,
        • Escolha,
        • Produção,
        • Eficiência,
        • Execução, etc.
      • INOVAÇÃO RADICAL
      • (EXPLORAÇÃO)
        • Capturar o novo
        • Aquilo que deriva de pesquisa,
        • Variação,
        • Risco,
        • Experimentação, etc.
      CONTINUUM DA INOVAÇÃO SOFRER OS CUSTOS DA EXPERIMENTAÇÃO SEM AUFERIR MUITOS DOS SEUS BENEFÍCIOS ERODIR O EQUILÍBRIO FRENTE À COMPETIÇÃO Manter um balanceamento entre estas duas abordagens é um fator chave para a sobrevivência e prosperidade das firmas (MARCH, 1991). Adaptado de: March, James G. Exploration and Exploitation in Organizational Learning . Organization Science, Vol. 2, No. 1, Special Issue: Organizational Learning: Papers in Honor of (and by) James G. March., p. 71-87. 1991.
    34. Inovação Incremental e Radical INOVAÇÃO RADICAL (EXPLORAÇÃO) INOVAÇÃO INCREMENTAL (EXPLOTAÇÃO) Adaptado de: Gould, Steven J. The Panda’s Thumb of Technology in Readings in the Management of Innovation . Michael Tushman and William L. Moore, Harper Business. 1988. É nesse espaço que ele encaixa o bambu e nesse ponto, o encaixe é perfeito! TEORIA EVOLUCIONÁRIA O POLEGAR DO PANDA
    35. Tipos de Inovação Nova SEMI-RADICAL RADICAL SEMI-RADICAL TECNOLOGIA MODELO DE NEGÓCIO Semelhante à Existente Novo Semelhante ao Existente Adaptado de: Davila, T.; Epstein, M.J.; Shelton, R.. As Regras da Inovação . Bookman: Porto Alegre. 2007. INCREMENTAL
    36. Tipos de Inovação Adaptado de: Davila, T.; Epstein, M.J.; Shelton, R.. As Regras da Inovação . Bookman: Porto Alegre. 2007.
      • Envolve mudança significativa que afeta simultaneamente tanto o modelo de negócios quanto a tecnologia de uma empresa.
      • Mudanças fundamentais no cenário competitivo de um setor de indústria.
      • Chave é manter um portfólio equilibrado de inovações radicais a fim de que o investimento possa suprir as necessidades do negócio.
      • Envolve mudança substancial no modelo de negócio ou na tecnologia de uma organização – mas não em ambas.
      • São assimétricas.
      • As duas áreas no espaço da inovação semi-radical são inter-relacionadas, e ocorre freqüentemente que inovações criadas em uma área geram importantes e novas oportunidades na outra.
      • Maneira de extrair o máximo valor possível de produtos e serviços existentes sem a necessidade de fazer mudanças significativas ou grandes investimentos.
      • Fornece proteção em relação a corrosão causada pela concorrência e que se traduz na redução de fatia de mercado, de lucratividade ou ambas.
      • Escassez de inovação incremental pode constituir enorme ameaça ao sucesso de qualquer empresa.
      Radical Semi-Radical Incremental
    37. Matriz Inovação Adaptado de: Davila, T.; Epstein, M.J.; Shelton, R.. As Regras da Inovação . Bookman: Porto Alegre. 2007.
      • Mudança significativa em um ou mais dos 3 elementos.
      • Mudança significativa em um ou mais dos 3 elementos.
      Radicais
      • Mudança significativa em um ou mais dos 3 elementos.
      • Mudança pequena em um ou mais dos 3 elementos.
      Semi-radicais (Orientadas por tecnologia)
      • Mudança pequena em um ou mais dos 3 elementos.
      • Mudança significativa em um ou mais dos 3 elementos.
      Semi-radicais (Orientadas por modelo de negócios)
      • Mudanças pequenas em um ou mais dos 6 elementos.
      Incrementais TECNOLOGIA CAPACITADORAS TECNOLOGIAS DE PROCESSOS PRODUTOS E SERVIÇOS CLIENTE-ALVO CADEIA DE SUPRIMENTOS PROPOSIÇÃO DE VALOR   ELEMENTOS TECNOLÓGICAS MODELO DE NEGÓCIOS  
    38. Revisão e Resumo
      • Este módulo descreveu e discutiu:
        • A contextualização histórica da inovação.
        • Os conceitos de ciência, tecnologia, pesquisa básica e aplicada, invenção e inovação.
        • Os sistemas nacionais de inovação e o panorama da inovação no Brasil frente à China e Índia.
        • A inovação no contexto das empresas:
          • As inovações tecnológicas e no modelo de negócios.
          • Os conceitos de inovação incremental, semi-radical e radical.
      Final do Módulo
    39. Creative Commons Rules

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