Psicologia do Desenvolvimento Jean Piaget (desenvolvimento mental) & Sigmund Freud (estrutura de personalidade) Prof. ...
SUMÁRIO 1. Jean Piaget: Fatores do desenvolvimento mental para Piaget; Como Piaget conceitua desenvolvimento; Resumo dos p...
Quatro fatores do desenvolvimento mental (Piaget) Maturação nervosa ;  Ex: desmielinização/ debilidade fenilpirúvica/ hipo...
Como os homens constroem conhecimento? Adaptação Assimilação (1)  + Acomodação (2) (1) =  retira do objeto informações – i...
Como Piaget conceitua... Desenvolvimento? Processo contínuo que começa com o nascimento. Piaget:  a aprendizagem = abstrat...
Piaget divide o desenvolvimento em quatro períodos: sensório-motor, de 0 a 2 anos; pré-operatório, de 2 a 7 anos; operatór...
Períodos e estágios Estágio 1 (0 – 1 mês) Somente atividade reflexa; não faz diferenciação. Estágio 2 (1 – 4 meses) Coorde...
Estágio 5 (12 – 18 meses) Novos meios através da experimentação – Consegue desvirar uma mamadeira de cabeça para baixo. Es...
Pré-operacional (2 – 7 anos) Continuação Exemplo de conservação: Criança com até 6 anos de idade pode insistir numa fileir...
Operacional concreto (7 a 11 anos) Ainda não trabalha com hipóteses. Só com o que ela pode manipular. Conservação: Nesta f...
Operações formais (11 a 15 anos) Soluciona,  com lógica , todos os tipos de problemas Pensa cientificamente Soluciona prob...
1º PERÍODO  (1883 – 1897) Conceitos:      Histeria    Classificação das Neuroses    Defesa    Sedução    Teoria dos S...
A TRAJETÓRIA CONCEITUAL DE FREUD 2º PERÍODO  (1897 – 1905) Conceitos:    Aparelho Psíquico (1º tópico/ Ics, pcs, Cs)    ...
A TRAJETÓRIA CONCEITUAL DE FREUD 3º PERÍODO  (1905 – 1920) Conceitos:    1ª teoria das pulsões (pulsões do ego x pulsões ...
A TRAJETÓRIA CONCEITUAL DE FREUD 4º PERÍODO  (1920 – 1939) Conceitos:    2ª teoria das pulsões (pulsões da vida x pulsões...
A teoria da sexualidade infantil (Freud) Grande parte da personalidade: inconsciente; Partes escondidas: “erros/lapsos” = ...
Libido Energia que impulsiona o individuo a reproduzir a espécie; Relações sexuais, mas também brincadeira afetiva; Carinh...
Libido (continuação) Nos adolescentes e adultos: sensações genitais; Nas crianças, não. Freud: impulsos sexuais Pré-genita...
Freud descobriu  três fases da sexualidade humana  que se diferenciam pelos órgãos que sentira prazer e pelos objetos ou s...
(1) a  fase oral , ou fase da libido oral, ou hedonismo bucal, quando o desejo e o prazer localizam-se primordialmente na ...
Instancias psíquicas que constituem a personalidade: Id, ego e superego; Id  = centro das pulsões instintivas/ sua tarefa:...
O  Ego ou o  Eu  é a consciência, pequena parte da vida psíquica, subtraída aos desejos do Id e à repressão do Superego. O...
Superego  que é gradualmente formado no "Ego", e se comporta como um vigilante moral. Contem os valores ...
Estrutura da Personalidade As observações de  Freud  revelaram uma série interminável de conflitos e acordos psíquicos. A ...
ESTRUTURA DE PERSONALIDADE Relação triangular Pai, mãe e filho (a) ID EGO Superego Desejo puro Princípio do prazer Mediado...
Sofrimento? Não é o sofrimento provocado.  É o sofrimento natural das relações . Aquele que provém das frustrações naturai...
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Psicologia Do Desenvolvimento

  1. 1. Psicologia do Desenvolvimento Jean Piaget (desenvolvimento mental) & Sigmund Freud (estrutura de personalidade) Prof. Msc. Valdenilson Ribas
  2. 2. SUMÁRIO 1. Jean Piaget: Fatores do desenvolvimento mental para Piaget; Como Piaget conceitua desenvolvimento; Resumo dos períodos do desenvolvimento cognitivo. 2. Sigmund Freud: A trajetória conceitual de Freud; Teoria de Freud sobre sexualidade infantil; Instâncias psíquicas da personalidade; Fases do desenvolvimento psicossexual; Desenvolvimento Psicomotor; Adolescência.
  3. 3. Quatro fatores do desenvolvimento mental (Piaget) Maturação nervosa ; Ex: desmielinização/ debilidade fenilpirúvica/ hipotireoidismo/ inflamação no útero pode levar a uma hidrocefalia/ agressão nutricional ou farmacológica. Exercício da experiência adquirida na ação efetuada sobre os objetos; Experiência física e lógico-matemática Das interações e das transmissões sociais; Linguagem e Socialização/interação constante de sujeito x objeto/ Final da adolescência, o objeto não muda a estrutura lógica do pensamento e sim as informações factuais. Equilibração: sistema que organiza e modifica os esquemas para adaptação ao meio.
  4. 4. Como os homens constroem conhecimento? Adaptação Assimilação (1) + Acomodação (2) (1) = retira do objeto informações – interpretando-o; (2) = objeto oferece certas resistências ao conhecimento, a organização mental se modifica . Equilibração (organiza e modifica esquemas para adaptação ao meio) O objeto não se deixa conhecer facilmente , porque tem sua singularidade, então, o sujeito fica em conflito, fica “desequilibrado” e para conhecer esse objeto, esse sujeito precisa acomodar-se a esse objeto, ou seja, modificar-se para dar conta desse objeto.
  5. 5. Como Piaget conceitua... Desenvolvimento? Processo contínuo que começa com o nascimento. Piaget: a aprendizagem = abstrata/ conceitual. Vigotsky: conectada a prática/ aprende-se para um fim social.
  6. 6. Piaget divide o desenvolvimento em quatro períodos: sensório-motor, de 0 a 2 anos; pré-operatório, de 2 a 7 anos; operatório concreto, 7 a 11 anos; formal, 11 em diante Essas faixas etárias são idades médias nas quais as crianças, geralmente, demonstram as características de pensamento de cada período. Algumas crianças entram ou deixam esses períodos mais cedo ou mais tarde em relação à idade média. Crianças surdas: em média, com 1 ano de atraso Crianças cegas: 4 anos de atraso Crianças com retardo mental severo: até mais.
  7. 7. Períodos e estágios Estágio 1 (0 – 1 mês) Somente atividade reflexa; não faz diferenciação. Estágio 2 (1 – 4 meses) Coordenação mão-boca; diferenciação via reflexo de sucção. Estágio 3 (4 – 8 meses) Coordenação mão-olhos; repete acontecimentos pouco comuns. Os três primeiros – construção da noção de objeto Estágio 4 (8 – 12 meses) Atinge a permanência dos objetos. Sensório-motor (0 – 2 anos) Fase pré-verbal/ Inteligência Prática
  8. 8. Estágio 5 (12 – 18 meses) Novos meios através da experimentação – Consegue desvirar uma mamadeira de cabeça para baixo. Estágio 6 (18 – 24 meses) Representação interna; novos meios através de combinações mentais. Permite imaginar que uma pedra = boneca (o). Capacidade de representação - Usa símbolos para representar objetos e se reconhece no espelho. Ex.:Desenho, imitação (o faz de conta) Estágio egocêntrico (2 – 4 anos) Desenvolvimento da linguagem (2 – 4 anos); tanto o pensamento quanto a linguagem são egocêntricos. Tem dificuldade de perceber o ponto de vista do outro. Cadê o meu carrinho...sem dizer se é amarelo etc. Estágio intuitivo (5 – 7 anos) Não consegue resolver problemas de conservação; os julgamentos são baseados na percepção e não na lógica. Pré-operatório (2 – 7 anos)
  9. 9. Pré-operacional (2 – 7 anos) Continuação Exemplo de conservação: Criança com até 6 anos de idade pode insistir numa fileira mais longa, como sendo a que tem mais, embora tenha menos moedas. Quando tem movimento, está vivo Lua, carro, chama de velas, etc.
  10. 10. Operacional concreto (7 a 11 anos) Ainda não trabalha com hipóteses. Só com o que ela pode manipular. Conservação: Nesta fase, já estabeleceu o tipo de pensamento necessário para a conservação. Não se consegue mais “enganar” com problemas como os de conservação Operação: Já possui ação interiozida reversível Uma criança numa fase pré-operatória não consegue entender que de Recife para João Pessoa tem a mesma distância de JP para RF. Ainda não reversível.
  11. 11. Operações formais (11 a 15 anos) Soluciona, com lógica , todos os tipos de problemas Pensa cientificamente Soluciona problemas verbais complexos As estruturas cognitivas amadurecem
  12. 12. 1º PERÍODO (1883 – 1897) Conceitos:  Histeria  Classificação das Neuroses  Defesa  Sedução  Teoria dos Sistemas dos Neurônios (perspectiva biológica). Fatos Importantes:  Início do Trabalho com Brener  Cartas a Fliess Trabalhos Principais:  Projeto para uma Psicologia Científica (1895)  Cartas a Fliess (1892 – 1897)  Estudos sobre Histeria (1894) A TRAJETÓRIA CONCEITUAL DE FREUD
  13. 13. A TRAJETÓRIA CONCEITUAL DE FREUD 2º PERÍODO (1897 – 1905) Conceitos:  Aparelho Psíquico (1º tópico/ Ics, pcs, Cs)  Sexualidade  Recalque Fato Importante:  Início da sua auto-análise Trabalhos Principais:  Interpretação dos Sonhos (1900)  O fragmento da análise de um caso de histeria – “O caso Dora” (1901)  Psicopatologia da vida cotidiana (1901)  Os três ensaios da sexualidade (1905)
  14. 14. A TRAJETÓRIA CONCEITUAL DE FREUD 3º PERÍODO (1905 – 1920) Conceitos:  1ª teoria das pulsões (pulsões do ego x pulsões sexuais)  Análise do Ego  Narcisismo  Consolidação da teoria através da metapsicologia Trabalhos Principais:  Análise da fobia de um menino de 5 anos – O pequeno Haus (1909)  Análise de um caso de neurose obsessiva – O homem dos ratos (1910)  O caso Schreber (1911)  Revisão dos 3 ensaios (1910)  Totem e tabu (1912 – 1913)  Os escritos técnicos (1912)  Sobre o narcisismo – Uma introdução (1914)  Artigos sobre metapsicologia (1915)  O Inconsciente  O recalque  Luto e Melancolia  A pulsão e seus destinos  Artigos metapsicológicos dos sonhos  3ª edição dos 3 ensaios
  15. 15. A TRAJETÓRIA CONCEITUAL DE FREUD 4º PERÍODO (1920 – 1939) Conceitos:  2ª teoria das pulsões (pulsões da vida x pulsões da morte)  2º tópico do aparelho psíquico (ego, id, superego)  Reformulações da teoria da angústia  Dissolução do complexo de Édipo  Questões sobre a cultura  Avaliação das limitações da psicanálise Trabalhos principais:  Para além do princípio do prazer (1920)  Psicologia dos grupos e análise do ego (1921)  O ego e o Id (1923)  Inibição, Sintoma e Angústia (1926)  O mal estar da civilização (1927)  O futuro de uma ilusão (1931)  Análise terminável e interminável (1937)  Moisés e Monoteísmo (1939).
  16. 16. A teoria da sexualidade infantil (Freud) Grande parte da personalidade: inconsciente; Partes escondidas: “erros/lapsos” = atos falhos; Sua leitura: sonhos e associações de pensamentos; Conceito Fundamental no desenvolvimento de Personalidade: Libido (energia sexual desde a infância)
  17. 17. Libido Energia que impulsiona o individuo a reproduzir a espécie; Relações sexuais, mas também brincadeira afetiva; Carinhos ternos: mãe e filho (sexuais). Mesma fonte de energia de um amor adulto, mas não com sexo de fato, e sim com a excitação que subjaz os jogos corporais; Quem nega a origem sexual do prazer de beber no mesmo copo? (casais românticos).
  18. 18. Libido (continuação) Nos adolescentes e adultos: sensações genitais; Nas crianças, não. Freud: impulsos sexuais Pré-genitais; Quando crescem, direcionam essa energia sexual para longe dos seus pais (esporte, escola, etc).
  19. 19. Freud descobriu três fases da sexualidade humana que se diferenciam pelos órgãos que sentira prazer e pelos objetos ou seres que dão prazer. Essas fases se desenvolvera entre os primeiros meses de vida e os 5 ou 6 anos, ligadas ao desenvolvimento do Id: Fases dos desenvolvimento sexual
  20. 20. (1) a fase oral , ou fase da libido oral, ou hedonismo bucal, quando o desejo e o prazer localizam-se primordialmente na boca e na ingestão de alimentos e o seio materno, a mamadeira, a chupeta, os dedos são objetos do prazer; (2) a fase anal , ou fase da libido ou hedonismo anal, quando o desejo e o prazer localizara-se primordialmente nas exercesse e as fezes, brincar com massas e com tintas, amassar barro ou argila, comer coisas cremosas, sujar-se são os objetos do prazer; (3) e a fase genital ou fase fálica , ou fase da libido ou hedonismo genital: quando o desejo e o prazer localizara-se primordialmente nos órgãos genitais e nas partes do corpo que excitam tais órgãos. Nessa fase, para os meninos, a mãe é o objeto do desejo e do prazer; para as meninas, o pai.
  21. 21. Instancias psíquicas que constituem a personalidade: Id, ego e superego; Id = centro das pulsões instintivas/ sua tarefa: satisfazer as necessidades instintivas imediatamente; tornam o bebê inquieto; alivia a tensão sem recorrer a realidade; principio do prazer ; Ego =O "Ego" lida com a estimulação que vem tanto da própria mente como do mundo exterior. Racionaliza em favor do Id, mas é governado pelo "princípio de realidade ". É a parte racional da alma, no esquema platônico. É parte perceptiva e a inteligência que devem, no adulto normal, conduzir todo o comportamento e satisfazer simultaneamente as exigências do Id e do Superego através de compromissos entre essas duas partes, sem que a pessoa se volte excessivamente para os prazeres e sem que, ao contrário, se imponha limitações exageradas à sua espontaneidade e gozo da vida.
  22. 22. O Ego ou o Eu é a consciência, pequena parte da vida psíquica, subtraída aos desejos do Id e à repressão do Superego. Obedece ao principio da realidade, ou seja, á necessidade de encontrar objetos que possam satisfazer ao Id sem transgredir as exigências do Superego. É parte perceptiva e a inteligência que deve, no adulto normal, conduzir todo o comportamento e satisfazer simultaneamente as exigências do Id e do Superego através de compromissos entre essas duas partes, sem que a pessoa se volte excessivamente para os prazeres e sem que, ao contrário, se imponha limitações exageradas à sua espontaneidade e gozo da vida. O Ego é pressionado pelos desejos insaciáveis do Id, a severidade repressiva do Superego e os perigos do mundo exterior. Se se submete ao Id, torna-se imoral e destrutivo; se se submete ao Superego, enlouquece de desespero, pois viverá numa insatisfação insuportável; se não se submeter á realidade do mundo, será destruído por ele. Por esse motivo, a forma fundamental da existência para o Ego é a angústia existencial. Estamos divididos entre o principio do prazer (que não conhece limites) e o principio de realidade (que nos impõe limites externos e internos). Tem a dupla função de, ao mesmo tempo, recalcar o Id, satisfazendo o Superego, e satisfazer o Id, limitando o poderio do Superego. No indivíduo normal, essa dupla função é cumprida a contento. Nos neuróticos e psicóticos o Ego sucumbe, seja porque o Id ou o Superego são excessivamente fortes, seja porque o Ego é excessivamente fraco. Instâncias psíquicas que constituem a personalidade:
  23. 23. Superego que é gradualmente formado no "Ego", e se comporta como um vigilante moral. Contem os valores morais e atua como juiz moral. É a parte irascível da alma, a que correspondem os "vigilantes", na teoria platônica. O Superego , também inconsciente, faz a censura dos impulsos que a sociedade e a cultura proíbem ao Id, impedindo o indivíduo de satisfazer plenamente seus instintos e desejos. É o órgão da repressão, particularmente a repressão sexual. Manifesta-se á consciência indiretamente, sob a forma da moral, como um conjunto de interdições e de deveres, e por meio da educação, pela produção da imagem do "Eu ideal", isto é, da pessoa moral, boa e virtuosa. O Superego ou censura desenvolve-se em um período que Freud designa como período de latência, situado entre os 6 ou 7 anos e o inicio da puberdade ou adolescência. Nesse período, forma-se nossa personalidade moral e social (1923 "O Ego e o Id"). Instancias psíquicas que constituem a personalidade:
  24. 24. Estrutura da Personalidade As observações de Freud revelaram uma série interminável de conflitos e acordos psíquicos. A um instinto opunha-se outro. Eram proibições sociais que bloqueavam pulsões biológicas e os modos de enfrentar situações freqüentemente chocavam-se uns com os outros. Ele tentou ordenar este caos aparente propondo três componentes básicos estruturais da psique: o Id , o Ego e o Superego . PARTO NORMAL Em casa PARTO NORMAL Em um Hospital/Maternidade
  25. 25. ESTRUTURA DE PERSONALIDADE Relação triangular Pai, mãe e filho (a) ID EGO Superego Desejo puro Princípio do prazer Mediador Mecanismos de Defesa Valores morais Sofrimento
  26. 26. Sofrimento? Não é o sofrimento provocado. É o sofrimento natural das relações . Aquele que provém das frustrações naturais. Como dizer Não ao filho. Lulu Santos gosta de musicar as poesias de Heráclito de Éfeso: ...silencio e som, luz e escuridão... Fazendo uma analogia , podemos dizer que: não existiria felicidade , se não houvesse o sofrimento .
  27. 27. Mecanismos de Defesa Linguagem do fazer e não do falar
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