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Bematech - Bematef turbo - Automação Comercial - PAF-ECF
 

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Apresentação completa do Bematef Turbo (Bematech) que você encontra na Acimaq Equipamentos Comerciais - www.acimaq.com.br ...

Apresentação completa do Bematef Turbo (Bematech) que você encontra na Acimaq Equipamentos Comerciais - www.acimaq.com.br

Dispomos de uma equipe completa para implementação desta solução.

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    Bematech - Bematef turbo - Automação Comercial - PAF-ECF Bematech - Bematef turbo - Automação Comercial - PAF-ECF Presentation Transcript

    • Mercado de meios eletrônicos de pagamento Material de treinamento São Paulo, Fevereiro de 2011
    • O que iremos assistir? Como surgiu o mercado? Como evoluiu? Nossa parte nele, qual é? Como desempenhamos nosso papel? Como diferenciar meu speach? Como melhorar o cenário? Como virar ator principal?
    • Mercado de Transferência A história do Cartão de Crédito O cartão de crédito surgiu na década de 1920 , nos Estados Unidos. Inicialmente, os cartões de créditos eram dados somente aos clientes mais fiéis em que o dono do estabelecimento acreditava em que eles pagavam as suas compras em dia. Na década de 1950 , quando Frank MacNamara estava com executivos financeiros em um restaurante na cidade de Nova York percebeu que tinha esquecido seu dinheiro e seu talão de cheques para pagar a conta. Teve então a idéia de criar um cartão em que a conta ou compra pudesse ser paga posteriormente. Então, naquele mesmo ano, ele criou o Diners Club Card que era feito de papel-cartão.
    • Mercado de Transferência A história do Cartão de Crédito Em 1952 , o cartão começou a ganhar milhares de adeptos e já era aceito por vários estabelecimentos. E neste mesmo ano foi criado o primeiro cartão de crédito internacional. Em 1955 , o cartão passou a ser feito de plástico. Em 1958 , foi a vez de a American Express criar o seu cartão. Mas foi em 1966 que o BankAmerican Service Corporation , criou o cartão BankAmericard com um sucesso, já que era aceito em mais de 12 milhões de estabelecimentos e, pouco tempo depois, o cartão passou a se chamar a atual Visa . No mesmo ano, foi criado o Master Change que originou a bandeira MasterCard .
    • Mercado de Transferência A história do Cartão de Crédito No Brasil, o empresário tcheco Hanus Tauber (precursor dos cartões no Brasil), em 1954 , comprou nos Estado Unidos uma franquia da Diners , propondo sociedade no cartão com o empresário Horácio Klabin. Em 1956 , o Diners chegou ao Brasil, sendo inicialmente um cartão de compra e não um cartão de crédito. Em 1968 , foi lançado o primeiro cartão de crédito de banco, o ELO . Em 1971 foi fundada no Rio de janeiro a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços - ABECS .
    • Principais agentes do mercado de meios eletrônicos de pagamento Adquirente Emissor Bandeira Processadora
      • Licencia sua marca para o emissor e para o adquirente e coordena o sistema de aprovação/compensação/liquidação
      • É um banco ou uma instituição financeira não-bancária que fornece o cartão PF ou PJ e cobra o pagamento do cliente
      • Fornece a base operacional (o terminal de ponto de venda) para o credenciado, faz a manutenção dos terminais de captura, a transmissão dos dados das transações eletrônicas e deposita os fundos em sua conta corrente
      • Executam o processamento das transições de cartões e emitem boletos
    • Mercado de Transferência “ Personagens” do cenário mercadológico Portador: Pessoa interessada em adquirir bens ou contratar serviços pagando através do cartão de crédito. Pode ser o titular da conta de cartão de crédito ou apenas portador do cartão adicional. Estabelecimento: Vende produtos ou serviços aos consumidores. Conhecido no mercado como E/C . Adquirente: Empresa responsável pela comunicação da transação entre o estabelecimento e a bandeira. Viabiliza a transação para o E/C via “maquininhas” e “pinpads”
    • Mercado de Transferência Adquirente em seu papel principal Bandeira... Emissor... Transação Realizada!
    • Mercado de Transferência “ Personagens” do cenário mercadológico Bandeira: Empresa responsável pela comunicação da transação entre o adquirente e o emissor do cartão de crédito. Para identificar qual é o emissor do cartão, as bandeiras usam os 6 primeiros números do cartão, chamados de "bin-number".
      • Emissor: Instituição Financeira, principalmente bancos, que:
      • emitem o cartão de crédito,
      • definem limite de compras,
      • decidem se as transações são aprovadas,
      • emitem fatura para pagamento,
      • cobram os titulares em caso de inadimplência e
      • oferecem produtos atrelados ao cartão como seguro,
      • cartões adicionais e plano de recompensas.
    • Normas ISO: ISO/IEC 7812-1:2006   Identificação dos cartões e o sistema de Numeração (incluindo os números Bins) ISO/IEC 7826-1:2011 Circuitos Integrados – Cartões por contato físico ISO/IEC 10373-6:2011 Circuitos Integrados – Cartões por proximidade
    • Mercado de Transferência O Papel de cada “personagem”
        • Algumas Bandeiras:
        • Benefícios:
        • Crédito:
        • Débito:
      Adquirentes:
    • Mercado de Transferência O Papel de cada “personagem”
    • Mercado de Transferência O Papel de cada “personagem”
    • Quem paga quem no mercado Taxas e Tarifas Taxa Quem Paga Quem recebe Modelo Repasse Valor Tarifa ao portador Portador do cartão Emissor Anuidade Não há Aluguel de POS e conectividade Estabelecimento Adquirente Parcela fixa mensal Não há Variável por meio de captura Taxa de desconto Estabelecimento Adquirente Variável sobre o valor da transação Tarifa de intercâmbio Crédito: de 1,8% a 5,14% Débito: de 0,5% a 5% Tarifa de intercâmbio Adquirente Emissor Variável sobre o valor da transação Não há Crédito: de 1,26% a 2,3% Débito: de 0,2% a 1,56% Taxa de afiliação Adquirente Bandeira Pagamento anual por estabelecimento Não há Entre R$ 20 e R$40
    • Meios de captura e tecnologia Existem várias tecnologias disponíveis para captura da transação TEF Discado Maquineta Manual TEF Dedicado
      • Sendo descontinuado
      Público-alvo TEF IP Características
      • É operacionalizado pelo decalque do cartão
      • O lojista através de uma URA, pede autorização para a venda.
      • Lojista de pequeno porte
      • Sistema de backup
      • Delivery
      • Utiliza linha discada para se comunicar
      • Emite os comprovantes de venda
      • Não emite cupom fiscal, não vinculado a PDV
      • Pode utilizar rede de telefonia de celular
      • Utiliza HW com impressora e modem integrados
      • Pequenos lojistas
      • Integrado no PdV (emite cupom fiscal)
      • Utiliza linha telefônica para conexão
      • Software de captura específico
      • Necessita de Pin pad e CPU e SW no PdV
      • Grandes lojistas
      • Redes e franquias
      • Integrado com PdV (Emite cupom fiscal)
      • Todo o sistema é próprio do lojista
      • Solução de alto custo para grandes volumes de transações e controle centralizado.
      • Necessita de Pin Pad, CPU e SW no PdV
      • Lojistas de pequeno e médio porte
      • Integrado com PdV (emite cupom fiscal)
      • Aplicativo específico para funcionar com IP
      • Utiliza como forma de comunicação a conexão Internet já existem no PdV
      • Necessita de Pin Pad, CPU e SW no PdV
      POS Adquirente Internet Adquirente
    • 110 300 1.400 Internet Tamanho do mercado por tipo de meio eletrônico de captura TEF Discado POS TEF Dedicado TEF IP 1% 6% 17% 77% Número de checkouts, mil unidades, 2009 10 Comentários
      • Produto foco das adquirentes atuais, distribuído através de rede bancária
      • Não requer integração com o PDV
      • Produto novo, com pouca penetração, lançado por SW houses de automação comercial
      • Produto de grandes redes varejistas
      • Investimento próprio em infra (hardware, link dedicado) e configuração customizada
      • Foco no pequeno e médio varejo, com forte motivação regulatória (fiscalização)
      • Tecnologia fornecida pelas adquirentes via integradores (players de automação comercial)
      R$ 400 bilhões em transações processadas
    • Comparação de produtos – POS versus TEF (1/2) Apesar de ambos serem meios de captura, POS e TEF são negócios bastante distintos
      • Sem necessidade de instalação
      • Distribuição via rede bancária (sem especialização)
      • Revendas de automação comercial (especialização para integração com PDV – impressora, software e CPU)
      POS TEF
      • Business de escala, plug and play (1,4 milhões de checkouts)
      • Modelo de custos e distribuição alavancado nas redes adquirentes e seus bancos (sem necessidade de fornecedores)
      • Negócio de nicho, motivado pela fiscalização, com pequeno volume absoluto no mercado (120 mil clientes)
      • Requer cadeia mais complexa de fornecedores (software house, integrador, pinpad)
      • A venda da solução ocorre no credenciamento com canal emissor (bancos) ou 0800 das adquirentes
      • Motivação regulatória, com escolha do provedor através do canal de automação comercial (mesmo fornecedor da tecnologia do PDV)
      • Sistema não fiscal, não garante a emissão do cupom fiscal e a arrecadação de impostos estaduais e federais
      • Sistema fiscal, garante a emissão do cupom fiscal e arrecadação de impostos)
      Canal de instalação Economics Momento de venda Pressão regulatória
      • Facilidade de uso (sem integração com PDV)
      • Permite sonegação fiscal
      • Melhor valor da solução para 1 checkout e 1 adquirente
      • Maior controle e segurança (fraudes e erros mais difíceis, integrado com sistema gerencial)
      • Melhor valor da solução para mais de um checkout e adquirente
      • Solução multi-adquirente
      Vantagem do produto
    • Bematech Solução tecnológica Fabricante Pinpad Bancos Revendas Adquirente Fatura Mensal Ligações Internet Instala-ção Relacionamento Manut. Atendimento Captura Licença Compra de Equip. TEF (modelo integrador) POS Comparação de produtos – POS versus TEF (1/2) Como cada solução é levado ao mercado Telecom Cliente (EC) Cliente (EC) Fabricante POS Bancos Adquirente Fatura Mensal Distribuição (via rede bancária) Atendimento/ Manut. Compra de Equip. Relacionamento
    • Mercado de Transferência Duopólio em cena
    • Mercado de Transferência Abertura de Mercado
    • Recentes mudanças nas regras do jogo mudaram a dinâmica do mercado de meios eletrônicos de pagamento
      • Para a indústria
      • Espaço para entrada de novas adquirentes, até então coibidas pela exclusividade de bandeiras (Visa e Mastercard)
      • Tendência de maior especialização, possibilitando a entrada de players em elos específicos ao longo de toda cadeia de valor
      • Maior disputa entre as adquirentes por lojistas, com possível redução de taxas de transação (taxa de desconto)
      • Adquirentes atuais forçadas a buscar fidelização dos varejista por meio de contratos ou aluguel de equipamentos ( lock in )
      • Disputa entre as adquirentes por oferta de produtos e precificação atrativa aos lojistas (antecipação, consulta cheque, recarga de celular)
      • Para o varejo
      • Necessidade de afiliação a somente uma adquirente para aceitar os cartões Visa e Mastercard
      • Aumento do poder do varejista na negociação de taxas de desconto e condições comerciais (prazo de recebimento, aluguel de equipamento, serviços, etc)
      Mudanças na regras de mercado Implicações
      • Players acatam recomendações do Banco Central e suspendem exclusividade entre bandeiras e adquirentes
      • A partir de 01/jul/2010, todas as bandeiras com mais de 10% de participação de mercado deixam de ser exclusivas
    • Novas adquirentes estão entrando no mercado Outras 6% Private Label 14% Redecard 33% 39% Cielo
        • Mercado atual de adquirência dominado por 2 players (incumbents)
        • Estrutura de venda e distribuição bem estabelecidas, através de ampla rede bancária
        • Margens típicas de indústrias monopolistas (60-70% margem de EBITDA)
      Mercado de adquirência Em % do volume de transações, 2009 6% Novos players
        • Parceria com Santander
        • Entrada em Jul/01
        • Em processo de certificação da Visa e Mastercard
        • Entrada no 1º sem/2011
        • Acquirer americana, fechou parceria com Citi e Credicard
        • Entrada no 1º sem/2011
        • Acquirer canadense, já inicou montagem da operação brasileira
        • Entrada no 1º sem/2011
        • Entrou no mercado brasileiro como processadora em 2009
        • Sem sinalização clara quanto a sua entrada como acquirer
        • Entrou no mercado brasileiro como processadora em 2010
        • Sem sinalização clara quanto a sua entrada como acquirer
    • Como as incumbents estão se preparando para enfrentar o mercado competitivo (1/2) A corrida para capturar bandeiras Em homologação!
    • Como as incumbents estão se preparando para enfrentar o mercado competitivo (2/2) Produtos diferenciais das adquirentes
      • Antecipação de recebíveis
      • Aumento do prazo de parcelamento para o consumidor, sem juros ao E/C
      • Redução do prazo de depósito do extrato mensal
      • Redução da taxa administrativa por volume de transações
      • Isenção de aluguel por volume de transações
    • Novos players poderão atuar em elos selecionados da cadeia Por conta da exclusividade, todos os elos eram dominados pelas adquirentes incumbents (Redecard e Cielo), que podiam impor seu modelo e escolher fornecedores Captura Credenciamento Instalação Transmissão Processamento Pagamento ao lojista Manutenção
          • Emissores (bancos) e 0800 das adquirentes são os principais canais credenciadores atuais
          • POS: a venda da solução ocorre no credenciamento (baixa complexidade)
          • TEF: a venda da solução ocorre após o credenciamento, junto aos integradores
      Adquirente
          • POS: não necessita de instalação (somente envio retirada do POS na agência bancária)
          • TEF: requer canal especializado (integradores de automação comercial e TI), indicado pela adquirente
          • POS: não compartilhado (exclusivo de uma única adquirente), tecnologia proprietária de cada adquirente
          • TEF: Software houses desenvolvem tecnologia, que é distribuída pelas adquirentes. Requer integração com sistema de automação comercial do PDV
      Adquirente
          • Interface e certificação com bandeiras (core business da adquirente)
          • Processamento pode ser terceirizado pela adquirente
      Adquirente Mesmo da instalação Elo sub-contratado pela adquirente Elo aberto a outros players Elo dominado pela adquirente SW House