Como Escrever um Artigo Científico

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Palestra ministrada na ERBASE - Escola Regional de Computação Bahia-Alagoas-Sergipe, realizada em Feira de Santana em maio de 2014. Nela tento derrubar o mito de que é possível publicar trabalhos científicos (de bom nível) apenas seguindo dicas. A mensagem é que uma (boa) publicação é a culminação de um processo, de um trabalho de pesquisa científica.

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Como Escrever um Artigo Científico

  1. 1. Como Escrever um Artigo Científico Alejandro C. Frery LaCCAN Laboratório de Computação Científica e Análise Numérica Universidade Federal de Alagoas ERBASE 2014 1 / 40
  2. 2. Introdução Estrutura Introdução O que é Ciência? Fases IMRaD A revisão bibliográfica Ferramentas Resumo 2 / 40
  3. 3. Introdução Objetivos Estimular o debate sobre o significado da pesquisa científica Estimular o debate sobre os tipos de veículos de publicação Colocar a revisão bibliográfica em perspectiva Estimular o uso de medidas objetivas de qualidade, mas lembrando das suas limitações 3 / 40
  4. 4. O que é Ciência? Estrutura Introdução O que é Ciência? Fases IMRaD A revisão bibliográfica Ferramentas Resumo 4 / 40
  5. 5. O que é Ciência? O que é Ciência? Utilizando o texto de Volpato (2007b): Ciência É a forma humana de construir e aceitar generalizações acerca do universo, utilizando um método e o discurso lógico, e admitindo a precariedade dessas generalizações. 5 / 40
  6. 6. O que é Ciência? Ciclo da produção da ciência 6 / 40
  7. 7. O que é Ciência? O Produto Ciência A saída esperada do ecossistema da pesquisa é o novo conhecimento científico produzido por nova mão de obra especializada de alto nível. 7 / 40
  8. 8. O que é Ciência? Ciência: uma imagem 8 / 40
  9. 9. O que é Ciência? Qual a relação da publicação com fazer ciência? Lembrando Volpato (2006, 2007a,b) • Pesquisa sem originalidade não é pesquisa científica • Pesquisa sem método não é pesquisa científica • Pesquisa que não foi publicada em veículos de impacto não é pesquisa científica E para aumentar as chances de ter a nossa pesquisa publicada, é que veremos algumas dicas. 9 / 40
  10. 10. Fases Estrutura Introdução O que é Ciência? Fases IMRaD A revisão bibliográfica Ferramentas Resumo 10 / 40
  11. 11. Fases Fases importantes da pesquisa científica Introspecção: Você tem habilidade para isso? É o que você quer fazer? Ponto de partida: Arrume boa companhia, um bom orientador com produção científica comprovada. Elementos: Uma boa pergunta científica. Ingredientes: Dedicação e lealdade, método. O produto: Um relatório da pesquisa, que poderá virar um artigo científico. 11 / 40
  12. 12. Fases Introspecção Condições para fazer pesquisa científica • Saber ler (e entender), habilidade que será direcionada à leitura de trabalhos científicos (em Inglês). • Ter um mínimo de curiosidade. • Ter disponibilidade de tempo. • Estar disposto a abdicar de atitudes danosas: preguiça, autoritarismo, desonestidade etc. • Estar disposto a abdicar de formas danosas de pensamento (pelo menos enquanto faz pesquisa científica): mágico, dogmático, pragmático etc. 12 / 40
  13. 13. Fases Introspecção Condições para fazer pesquisa científica • Saber ler (e entender), habilidade que será direcionada à leitura de trabalhos científicos (em Inglês). • Ter um mínimo de curiosidade. • Ter disponibilidade de tempo. • Estar disposto a abdicar de atitudes danosas: preguiça, autoritarismo, desonestidade etc. • Estar disposto a abdicar de formas danosas de pensamento (pelo menos enquanto faz pesquisa científica): mágico, dogmático, pragmático etc. 12 / 40
  14. 14. Fases Introspecção Condições para fazer pesquisa científica • Saber ler (e entender), habilidade que será direcionada à leitura de trabalhos científicos (em Inglês). • Ter um mínimo de curiosidade. • Ter disponibilidade de tempo. • Estar disposto a abdicar de atitudes danosas: preguiça, autoritarismo, desonestidade etc. • Estar disposto a abdicar de formas danosas de pensamento (pelo menos enquanto faz pesquisa científica): mágico, dogmático, pragmático etc. 12 / 40
  15. 15. Fases Introspecção Condições para fazer pesquisa científica • Saber ler (e entender), habilidade que será direcionada à leitura de trabalhos científicos (em Inglês). • Ter um mínimo de curiosidade. • Ter disponibilidade de tempo. • Estar disposto a abdicar de atitudes danosas: preguiça, autoritarismo, desonestidade etc. • Estar disposto a abdicar de formas danosas de pensamento (pelo menos enquanto faz pesquisa científica): mágico, dogmático, pragmático etc. 12 / 40
  16. 16. Fases Introspecção Condições para fazer pesquisa científica • Saber ler (e entender), habilidade que será direcionada à leitura de trabalhos científicos (em Inglês). • Ter um mínimo de curiosidade. • Ter disponibilidade de tempo. • Estar disposto a abdicar de atitudes danosas: preguiça, autoritarismo, desonestidade etc. • Estar disposto a abdicar de formas danosas de pensamento (pelo menos enquanto faz pesquisa científica): mágico, dogmático, pragmático etc. 12 / 40
  17. 17. Fases Introspecção Vocação para fazer pesquisa científica • Independência, mas com aptidão para ouvir e para acatar orientação. • Paciência. • Capacidade para trabalhar em grupo (executando e liderando), e para passar longas de atividades individuais. • Lealdade ao grupo, aderência aos valores da Academia. • Querer aprender sempre mais, nunca estar satisfeito com o que já sabe. 13 / 40
  18. 18. Fases Introspecção Vocação para fazer pesquisa científica • Independência, mas com aptidão para ouvir e para acatar orientação. • Paciência. • Capacidade para trabalhar em grupo (executando e liderando), e para passar longas de atividades individuais. • Lealdade ao grupo, aderência aos valores da Academia. • Querer aprender sempre mais, nunca estar satisfeito com o que já sabe. 13 / 40
  19. 19. Fases Introspecção Vocação para fazer pesquisa científica • Independência, mas com aptidão para ouvir e para acatar orientação. • Paciência. • Capacidade para trabalhar em grupo (executando e liderando), e para passar longas de atividades individuais. • Lealdade ao grupo, aderência aos valores da Academia. • Querer aprender sempre mais, nunca estar satisfeito com o que já sabe. 13 / 40
  20. 20. Fases Introspecção Vocação para fazer pesquisa científica • Independência, mas com aptidão para ouvir e para acatar orientação. • Paciência. • Capacidade para trabalhar em grupo (executando e liderando), e para passar longas de atividades individuais. • Lealdade ao grupo, aderência aos valores da Academia. • Querer aprender sempre mais, nunca estar satisfeito com o que já sabe. 13 / 40
  21. 21. Fases Introspecção Vocação para fazer pesquisa científica • Independência, mas com aptidão para ouvir e para acatar orientação. • Paciência. • Capacidade para trabalhar em grupo (executando e liderando), e para passar longas de atividades individuais. • Lealdade ao grupo, aderência aos valores da Academia. • Querer aprender sempre mais, nunca estar satisfeito com o que já sabe. 13 / 40
  22. 22. Fases Ponto de partida Escolha uma boa orientação • Fuja das armadilhas da simpatia, do afago, do coleguismo. Escolha pela competência. • Um bom orientador é quem tem produção científica comprovada (predominantemente em periódicos ISI). Use o Lattes mais do que o Facebook. • Um bom orientador lhe dará condições de desenvolver a sua pesquisa: materiais, tempo, direcionamento. • Um bom orientador lhe abrirá portas na sua carreira acadêmica. 14 / 40
  23. 23. Fases Ponto de partida Escolha uma boa orientação • Fuja das armadilhas da simpatia, do afago, do coleguismo. Escolha pela competência. • Um bom orientador é quem tem produção científica comprovada (predominantemente em periódicos ISI). Use o Lattes mais do que o Facebook. • Um bom orientador lhe dará condições de desenvolver a sua pesquisa: materiais, tempo, direcionamento. • Um bom orientador lhe abrirá portas na sua carreira acadêmica. 14 / 40
  24. 24. Fases Ponto de partida Escolha uma boa orientação • Fuja das armadilhas da simpatia, do afago, do coleguismo. Escolha pela competência. • Um bom orientador é quem tem produção científica comprovada (predominantemente em periódicos ISI). Use o Lattes mais do que o Facebook. • Um bom orientador lhe dará condições de desenvolver a sua pesquisa: materiais, tempo, direcionamento. • Um bom orientador lhe abrirá portas na sua carreira acadêmica. 14 / 40
  25. 25. Fases Ponto de partida Escolha uma boa orientação • Fuja das armadilhas da simpatia, do afago, do coleguismo. Escolha pela competência. • Um bom orientador é quem tem produção científica comprovada (predominantemente em periódicos ISI). Use o Lattes mais do que o Facebook. • Um bom orientador lhe dará condições de desenvolver a sua pesquisa: materiais, tempo, direcionamento. • Um bom orientador lhe abrirá portas na sua carreira acadêmica. 14 / 40
  26. 26. Fases Elementos A pergunta científica • É a peça fundamental do seu trabalho. • “Desenvolva isso”, “Faça esse código”, “Lave minhas cuecas” não são boas perguntas científicas e não lhe levarão, sozinhas, pelo bom caminho. • Uma boa pergunta científica tem os seguintes ingredientes • Comporta originalidade (não foi respondida ainda). • É exequível (material, intelectual e temporalmente). • O avanço pode ser aferido. 15 / 40
  27. 27. Fases Elementos A pergunta científica • É a peça fundamental do seu trabalho. • “Desenvolva isso”, “Faça esse código”, “Lave minhas cuecas” não são boas perguntas científicas e não lhe levarão, sozinhas, pelo bom caminho. • Uma boa pergunta científica tem os seguintes ingredientes • Comporta originalidade (não foi respondida ainda). • É exequível (material, intelectual e temporalmente). • O avanço pode ser aferido. 15 / 40
  28. 28. Fases Elementos A pergunta científica • É a peça fundamental do seu trabalho. • “Desenvolva isso”, “Faça esse código”, “Lave minhas cuecas” não são boas perguntas científicas e não lhe levarão, sozinhas, pelo bom caminho. • Uma boa pergunta científica tem os seguintes ingredientes • Comporta originalidade (não foi respondida ainda). • É exequível (material, intelectual e temporalmente). • O avanço pode ser aferido. 15 / 40
  29. 29. Fases Elementos A pergunta científica • É a peça fundamental do seu trabalho. • “Desenvolva isso”, “Faça esse código”, “Lave minhas cuecas” não são boas perguntas científicas e não lhe levarão, sozinhas, pelo bom caminho. • Uma boa pergunta científica tem os seguintes ingredientes • Comporta originalidade (não foi respondida ainda). • É exequível (material, intelectual e temporalmente). • O avanço pode ser aferido. 15 / 40
  30. 30. Fases Elementos A pergunta científica • É a peça fundamental do seu trabalho. • “Desenvolva isso”, “Faça esse código”, “Lave minhas cuecas” não são boas perguntas científicas e não lhe levarão, sozinhas, pelo bom caminho. • Uma boa pergunta científica tem os seguintes ingredientes • Comporta originalidade (não foi respondida ainda). • É exequível (material, intelectual e temporalmente). • O avanço pode ser aferido. 15 / 40
  31. 31. Fases Elementos A pergunta científica • É a peça fundamental do seu trabalho. • “Desenvolva isso”, “Faça esse código”, “Lave minhas cuecas” não são boas perguntas científicas e não lhe levarão, sozinhas, pelo bom caminho. • Uma boa pergunta científica tem os seguintes ingredientes • Comporta originalidade (não foi respondida ainda). • É exequível (material, intelectual e temporalmente). • O avanço pode ser aferido. 15 / 40
  32. 32. Fases Elementos O que fazer com a pergunta científica • Imprima e cole, bem visível, em cada lugar de trabalho. • Torne-a a sua obsessão. 16 / 40
  33. 33. Fases O produto Como escrever o relatório Suponhamos que você está engajado em um bom grupo, que a sua pesquisa está em andamento e que você já tem resultados interessantes para contar. Como começar escrever? • Começou tarde! O relatório deve começar ser escrito desde o início dos trabalhos! Tenha um caderno só para isso, além de registros ordenados de bibliografia, de leituras e de atividades. • Use e abuse de LATEX e BIBTEX, além de plataformas de compartilhamento (Google Drive, Drobox etc.) e de controle de versões (SVN, Git, Mercurial etc.). • Pratique Reproducible Research (Pinheiro, 2013) • Monte uma estrutura clássica para o seu relato – IMRaD: Introdução, Metodologia, Resultados e Discussão. 17 / 40
  34. 34. Fases O produto Como escrever o relatório Suponhamos que você está engajado em um bom grupo, que a sua pesquisa está em andamento e que você já tem resultados interessantes para contar. Como começar escrever? • Começou tarde! O relatório deve começar ser escrito desde o início dos trabalhos! Tenha um caderno só para isso, além de registros ordenados de bibliografia, de leituras e de atividades. • Use e abuse de LATEX e BIBTEX, além de plataformas de compartilhamento (Google Drive, Drobox etc.) e de controle de versões (SVN, Git, Mercurial etc.). • Pratique Reproducible Research (Pinheiro, 2013) • Monte uma estrutura clássica para o seu relato – IMRaD: Introdução, Metodologia, Resultados e Discussão. 17 / 40
  35. 35. Fases O produto Como escrever o relatório Suponhamos que você está engajado em um bom grupo, que a sua pesquisa está em andamento e que você já tem resultados interessantes para contar. Como começar escrever? • Começou tarde! O relatório deve começar ser escrito desde o início dos trabalhos! Tenha um caderno só para isso, além de registros ordenados de bibliografia, de leituras e de atividades. • Use e abuse de LATEX e BIBTEX, além de plataformas de compartilhamento (Google Drive, Drobox etc.) e de controle de versões (SVN, Git, Mercurial etc.). • Pratique Reproducible Research (Pinheiro, 2013) • Monte uma estrutura clássica para o seu relato – IMRaD: Introdução, Metodologia, Resultados e Discussão. 17 / 40
  36. 36. Fases O produto Como escrever o relatório Suponhamos que você está engajado em um bom grupo, que a sua pesquisa está em andamento e que você já tem resultados interessantes para contar. Como começar escrever? • Começou tarde! O relatório deve começar ser escrito desde o início dos trabalhos! Tenha um caderno só para isso, além de registros ordenados de bibliografia, de leituras e de atividades. • Use e abuse de LATEX e BIBTEX, além de plataformas de compartilhamento (Google Drive, Drobox etc.) e de controle de versões (SVN, Git, Mercurial etc.). • Pratique Reproducible Research (Pinheiro, 2013) • Monte uma estrutura clássica para o seu relato – IMRaD: Introdução, Metodologia, Resultados e Discussão. 17 / 40
  37. 37. IMRaD Estrutura Introdução O que é Ciência? Fases IMRaD A revisão bibliográfica Ferramentas Resumo 18 / 40
  38. 38. IMRaD Introdução IMRaD – A Introdução A Introdução é a peça chave da apresentação do artigo. Ela irá definir se o leitor prosseguirá, ou se lhe esquecerá para sempre. Uma boa Introdução tem: • A definição clara do problema (a sua pergunta científica). • A delimitação da contribuição. • A contribuição para o corpo de conhecimento e para, isso, uma revisão bibliográfica completa, qualificada, atualizada. • Um delineamento da metodologia. • Um esboço dos resultados. • Um chamariz para as conclusões. 19 / 40
  39. 39. IMRaD Metodologia IMRaD – A Metodologia Esta seção descreve como as coisas foram feitas. A Metodologia deve dar todas as informações que permitam a um leitor com bons conhecimentos da área reproduzir o seu trabalho. Reprodutibilidade é a palavra chave! 20 / 40
  40. 40. IMRaD Resultados IMRaD – Resultados Esta seção descreve o que foi observado. Pode ser uma seção extensa, mas nunca repetitiva. 21 / 40
  41. 41. IMRaD Discussão IMRaD – Discussão Ou conclusões, nesta seção é que se analisa e interpreta aquilo que foi observado. A Discussão justifica por que os Resultados, que foram obtidos de acordo com a Metodologia, fazem a contribuição ao conhecimento que foi antecipada na Introdução. Se a Introdução serve para fisgar a atenção do leitor, a Discussão é o que deve ficar na memória dele. 22 / 40
  42. 42. A revisão bibliográfica Estrutura Introdução O que é Ciência? Fases IMRaD A revisão bibliográfica Ferramentas Resumo 23 / 40
  43. 43. A revisão bibliográfica Onde fazer a revisão bibliográfica? Depende da área e do tipo de trabalho, mas uma dica boa é proceder por camadas: • Esgotar o ISI Web of Knowledge: formado por periódicos internacionais indexados, de qualidade aferida pelo JCR (Journal Citation Report) a cada dois anos: Fator de Impacto, Immediacy Index, Cited Half-life etc. • Esgotar anais de eventos de alta qualificação (ACM, IEEE e similares) • Referenciar teses e dissertações • Lançar mão de relatórios técnicos, material de cursos e manuais • Usar documentos disponíveis na Web • Cartomantes, horóscopos, videntes, revistas Contigo, Fofoca etc. • Transversalmente, consultar bons livros da área. 24 / 40
  44. 44. A revisão bibliográfica Onde fazer a revisão bibliográfica? Depende da área e do tipo de trabalho, mas uma dica boa é proceder por camadas: • Esgotar o ISI Web of Knowledge: formado por periódicos internacionais indexados, de qualidade aferida pelo JCR (Journal Citation Report) a cada dois anos: Fator de Impacto, Immediacy Index, Cited Half-life etc. • Esgotar anais de eventos de alta qualificação (ACM, IEEE e similares) • Referenciar teses e dissertações • Lançar mão de relatórios técnicos, material de cursos e manuais • Usar documentos disponíveis na Web • Cartomantes, horóscopos, videntes, revistas Contigo, Fofoca etc. • Transversalmente, consultar bons livros da área. 24 / 40
  45. 45. A revisão bibliográfica Onde fazer a revisão bibliográfica? Depende da área e do tipo de trabalho, mas uma dica boa é proceder por camadas: • Esgotar o ISI Web of Knowledge: formado por periódicos internacionais indexados, de qualidade aferida pelo JCR (Journal Citation Report) a cada dois anos: Fator de Impacto, Immediacy Index, Cited Half-life etc. • Esgotar anais de eventos de alta qualificação (ACM, IEEE e similares) • Referenciar teses e dissertações • Lançar mão de relatórios técnicos, material de cursos e manuais • Usar documentos disponíveis na Web • Cartomantes, horóscopos, videntes, revistas Contigo, Fofoca etc. • Transversalmente, consultar bons livros da área. 24 / 40
  46. 46. A revisão bibliográfica Onde fazer a revisão bibliográfica? Depende da área e do tipo de trabalho, mas uma dica boa é proceder por camadas: • Esgotar o ISI Web of Knowledge: formado por periódicos internacionais indexados, de qualidade aferida pelo JCR (Journal Citation Report) a cada dois anos: Fator de Impacto, Immediacy Index, Cited Half-life etc. • Esgotar anais de eventos de alta qualificação (ACM, IEEE e similares) • Referenciar teses e dissertações • Lançar mão de relatórios técnicos, material de cursos e manuais • Usar documentos disponíveis na Web • Cartomantes, horóscopos, videntes, revistas Contigo, Fofoca etc. • Transversalmente, consultar bons livros da área. 24 / 40
  47. 47. A revisão bibliográfica Onde fazer a revisão bibliográfica? Depende da área e do tipo de trabalho, mas uma dica boa é proceder por camadas: • Esgotar o ISI Web of Knowledge: formado por periódicos internacionais indexados, de qualidade aferida pelo JCR (Journal Citation Report) a cada dois anos: Fator de Impacto, Immediacy Index, Cited Half-life etc. • Esgotar anais de eventos de alta qualificação (ACM, IEEE e similares) • Referenciar teses e dissertações • Lançar mão de relatórios técnicos, material de cursos e manuais • Usar documentos disponíveis na Web • Cartomantes, horóscopos, videntes, revistas Contigo, Fofoca etc. • Transversalmente, consultar bons livros da área. 24 / 40
  48. 48. A revisão bibliográfica Onde fazer a revisão bibliográfica? Depende da área e do tipo de trabalho, mas uma dica boa é proceder por camadas: • Esgotar o ISI Web of Knowledge: formado por periódicos internacionais indexados, de qualidade aferida pelo JCR (Journal Citation Report) a cada dois anos: Fator de Impacto, Immediacy Index, Cited Half-life etc. • Esgotar anais de eventos de alta qualificação (ACM, IEEE e similares) • Referenciar teses e dissertações • Lançar mão de relatórios técnicos, material de cursos e manuais • Usar documentos disponíveis na Web • Cartomantes, horóscopos, videntes, revistas Contigo, Fofoca etc. • Transversalmente, consultar bons livros da área. 24 / 40
  49. 49. A revisão bibliográfica Onde fazer a revisão bibliográfica? Depende da área e do tipo de trabalho, mas uma dica boa é proceder por camadas: • Esgotar o ISI Web of Knowledge: formado por periódicos internacionais indexados, de qualidade aferida pelo JCR (Journal Citation Report) a cada dois anos: Fator de Impacto, Immediacy Index, Cited Half-life etc. • Esgotar anais de eventos de alta qualificação (ACM, IEEE e similares) • Referenciar teses e dissertações • Lançar mão de relatórios técnicos, material de cursos e manuais • Usar documentos disponíveis na Web • Cartomantes, horóscopos, videntes, revistas Contigo, Fofoca etc. • Transversalmente, consultar bons livros da área. 24 / 40
  50. 50. A revisão bibliográfica Como escolher? Após um levantamento bibliográfico teremos um volume substancial de referências. Dica I A qualidade percebida do seu trabalho nunca será superior à do pior artigo citado na revisão. Dica II Os revisores do seu trabalho serão aqueles autores que você esqueceu de citar... e eles não perdoam! 25 / 40
  51. 51. A revisão bibliográfica Como escolher? Após um levantamento bibliográfico teremos um volume substancial de referências. Dica I A qualidade percebida do seu trabalho nunca será superior à do pior artigo citado na revisão. Dica II Os revisores do seu trabalho serão aqueles autores que você esqueceu de citar... e eles não perdoam! 25 / 40
  52. 52. Ferramentas Estrutura Introdução O que é Ciência? Fases IMRaD A revisão bibliográfica Ferramentas Resumo 26 / 40
  53. 53. Ferramentas Os Quatro Ases ISI, JabRef, BIBTEX e LATEX Esse conjunto de ferramentas permite ISI: Verificar todos os periódicos indexados, saber o número de citações que cada artigo recebeu, saber quem citou quem, montar e exportar listas de referências bibliográficas JabRef: Importar as listas de referências geradas pelo ISI, montar bancos de dados de referências, de arquivos associados (PDF etc.) e de links (DOI etc.) BIBTEX: Gerenciar as referências que o seu artigo usa, dentre o universo de todas as suas referências LATEX: Escrever artigos de alta qualidade gráfica, portáveis, em um formato universalmente aceito, em uma plataforma gratuita e disponível para virtualmente qualquer ambiente computacional, que fala com BIBTEX 27 / 40
  54. 54. Ferramentas Os Quatro Ases ISI, JabRef, BIBTEX e LATEX Esse conjunto de ferramentas permite ISI: Verificar todos os periódicos indexados, saber o número de citações que cada artigo recebeu, saber quem citou quem, montar e exportar listas de referências bibliográficas JabRef: Importar as listas de referências geradas pelo ISI, montar bancos de dados de referências, de arquivos associados (PDF etc.) e de links (DOI etc.) BIBTEX: Gerenciar as referências que o seu artigo usa, dentre o universo de todas as suas referências LATEX: Escrever artigos de alta qualidade gráfica, portáveis, em um formato universalmente aceito, em uma plataforma gratuita e disponível para virtualmente qualquer ambiente computacional, que fala com BIBTEX 27 / 40
  55. 55. Ferramentas Os Quatro Ases ISI, JabRef, BIBTEX e LATEX Esse conjunto de ferramentas permite ISI: Verificar todos os periódicos indexados, saber o número de citações que cada artigo recebeu, saber quem citou quem, montar e exportar listas de referências bibliográficas JabRef: Importar as listas de referências geradas pelo ISI, montar bancos de dados de referências, de arquivos associados (PDF etc.) e de links (DOI etc.) BIBTEX: Gerenciar as referências que o seu artigo usa, dentre o universo de todas as suas referências LATEX: Escrever artigos de alta qualidade gráfica, portáveis, em um formato universalmente aceito, em uma plataforma gratuita e disponível para virtualmente qualquer ambiente computacional, que fala com BIBTEX 27 / 40
  56. 56. Ferramentas Os Quatro Ases ISI, JabRef, BIBTEX e LATEX Esse conjunto de ferramentas permite ISI: Verificar todos os periódicos indexados, saber o número de citações que cada artigo recebeu, saber quem citou quem, montar e exportar listas de referências bibliográficas JabRef: Importar as listas de referências geradas pelo ISI, montar bancos de dados de referências, de arquivos associados (PDF etc.) e de links (DOI etc.) BIBTEX: Gerenciar as referências que o seu artigo usa, dentre o universo de todas as suas referências LATEX: Escrever artigos de alta qualidade gráfica, portáveis, em um formato universalmente aceito, em uma plataforma gratuita e disponível para virtualmente qualquer ambiente computacional, que fala com BIBTEX 27 / 40
  57. 57. Ferramentas ISI Web of Knowledge O que é, onde fica? É um serviço caro, disponível para a Academia através do Portal de Periódicos da CAPES (http://periodicos.capes.gov.br). É um banco de dados bibliográficos, com informações cruzadas sobre todas as publicações por ele indexadas. Não é a fonte primária para conseguir os artigos completos, mas sim para acompanhar o estado-da-arte. 28 / 40
  58. 58. Ferramentas ISI Web of Knowledge O que é, onde fica? É um serviço caro, disponível para a Academia através do Portal de Periódicos da CAPES (http://periodicos.capes.gov.br). É um banco de dados bibliográficos, com informações cruzadas sobre todas as publicações por ele indexadas. Não é a fonte primária para conseguir os artigos completos, mas sim para acompanhar o estado-da-arte. 28 / 40
  59. 59. Ferramentas ISI Web of Knowledge O que é, onde fica? É um serviço caro, disponível para a Academia através do Portal de Periódicos da CAPES (http://periodicos.capes.gov.br). É um banco de dados bibliográficos, com informações cruzadas sobre todas as publicações por ele indexadas. Não é a fonte primária para conseguir os artigos completos, mas sim para acompanhar o estado-da-arte. 28 / 40
  60. 60. Ferramentas ISI Web of Knowledge Tela Principal do ISI 29 / 40
  61. 61. Ferramentas ISI Web of Knowledge Como começar? Uma forma prática de começar fazer uma revisão bibliográfica consiste em seguir os seguintes passos: 1. Eleja n artigos como sendo os básicos do seu trabalho 2. Para cada um desses artigos, localize-o no ISI, marque-o e veja os artigos por ele citados (o cone do passado). Esse cone dar-lhe-á os antecedentes que levaram a essa publicação (que você elegeu como básica para o seu trabalho, logo esses deveriam ser também os seus antecedentes). 3. Para cada 1 ≤ i ≤ n, veja os artigos que o citaram (o cone do futuro). Esse cone dar-lhe-á uma idéia da relevância e do impacto desse artigo básico. 30 / 40
  62. 62. Ferramentas ISI Web of Knowledge Como começar? Uma forma prática de começar fazer uma revisão bibliográfica consiste em seguir os seguintes passos: 1. Eleja n artigos como sendo os básicos do seu trabalho 2. Para cada um desses artigos, localize-o no ISI, marque-o e veja os artigos por ele citados (o cone do passado). Esse cone dar-lhe-á os antecedentes que levaram a essa publicação (que você elegeu como básica para o seu trabalho, logo esses deveriam ser também os seus antecedentes). 3. Para cada 1 ≤ i ≤ n, veja os artigos que o citaram (o cone do futuro). Esse cone dar-lhe-á uma idéia da relevância e do impacto desse artigo básico. 30 / 40
  63. 63. Ferramentas ISI Web of Knowledge Como começar? Uma forma prática de começar fazer uma revisão bibliográfica consiste em seguir os seguintes passos: 1. Eleja n artigos como sendo os básicos do seu trabalho 2. Para cada um desses artigos, localize-o no ISI, marque-o e veja os artigos por ele citados (o cone do passado). Esse cone dar-lhe-á os antecedentes que levaram a essa publicação (que você elegeu como básica para o seu trabalho, logo esses deveriam ser também os seus antecedentes). 3. Para cada 1 ≤ i ≤ n, veja os artigos que o citaram (o cone do futuro). Esse cone dar-lhe-á uma idéia da relevância e do impacto desse artigo básico. 30 / 40
  64. 64. Ferramentas ISI Web of Knowledge No final desse processo, você deverá ter uma lista saborosa de referências. Já temos um bom material para começar! Procure eleger, a partir da leitura dos abstracts dos trabalhos selecionados, um novo conjunto de artigos básicos, se possível mais novos do que os n iniciais. Repita a técnica acima. Itere. 31 / 40
  65. 65. Ferramentas ISI Web of Knowledge No final desse processo, você deverá ter uma lista saborosa de referências. Já temos um bom material para começar! Procure eleger, a partir da leitura dos abstracts dos trabalhos selecionados, um novo conjunto de artigos básicos, se possível mais novos do que os n iniciais. Repita a técnica acima. Itere. 31 / 40
  66. 66. Ferramentas ISI Web of Knowledge No final desse processo, você deverá ter uma lista saborosa de referências. Já temos um bom material para começar! Procure eleger, a partir da leitura dos abstracts dos trabalhos selecionados, um novo conjunto de artigos básicos, se possível mais novos do que os n iniciais. Repita a técnica acima. Itere. 31 / 40
  67. 67. Ferramentas ISI Web of Knowledge No final desse processo, você deverá ter uma lista saborosa de referências. Já temos um bom material para começar! Procure eleger, a partir da leitura dos abstracts dos trabalhos selecionados, um novo conjunto de artigos básicos, se possível mais novos do que os n iniciais. Repita a técnica acima. Itere. 31 / 40
  68. 68. Ferramentas ISI Web of Knowledge No final desse processo, você deverá ter uma lista saborosa de referências. Já temos um bom material para começar! Procure eleger, a partir da leitura dos abstracts dos trabalhos selecionados, um novo conjunto de artigos básicos, se possível mais novos do que os n iniciais. Repita a técnica acima. Itere. 31 / 40
  69. 69. Ferramentas ISI Web of Knowledge Árvore de Citações 32 / 40
  70. 70. Ferramentas ISI Web of Knowledge Quando acabou a revisão bibliográfica? Essa pergunta é fácil de responder: Nunca! Quando os novos artigos básicos forem do ano atual, talvez seja um bom momento para descansar (apenas). Descansou? Pronto! É hora de filtrar a lista. A filtragem deveria deixar os trabalhos mais relevantes, mais citados e mais diretamente relacionados com a sua pesquisa. Não jogue nada fora! Apenas marque os artigos que irão ficar na sua revisão (BIBTEX e LATEX vão encarregar-se de incluir apenas os que você citar). Chegou a hora de exportar a sua lista (incluindo os abstracts!), e baixar um arquivo completamente incompreensível ou escolher exportar para formato BIBTEX. 33 / 40
  71. 71. Ferramentas ISI Web of Knowledge Quando acabou a revisão bibliográfica? Essa pergunta é fácil de responder: Nunca! Quando os novos artigos básicos forem do ano atual, talvez seja um bom momento para descansar (apenas). Descansou? Pronto! É hora de filtrar a lista. A filtragem deveria deixar os trabalhos mais relevantes, mais citados e mais diretamente relacionados com a sua pesquisa. Não jogue nada fora! Apenas marque os artigos que irão ficar na sua revisão (BIBTEX e LATEX vão encarregar-se de incluir apenas os que você citar). Chegou a hora de exportar a sua lista (incluindo os abstracts!), e baixar um arquivo completamente incompreensível ou escolher exportar para formato BIBTEX. 33 / 40
  72. 72. Ferramentas ISI Web of Knowledge Quando acabou a revisão bibliográfica? Essa pergunta é fácil de responder: Nunca! Quando os novos artigos básicos forem do ano atual, talvez seja um bom momento para descansar (apenas). Descansou? Pronto! É hora de filtrar a lista. A filtragem deveria deixar os trabalhos mais relevantes, mais citados e mais diretamente relacionados com a sua pesquisa. Não jogue nada fora! Apenas marque os artigos que irão ficar na sua revisão (BIBTEX e LATEX vão encarregar-se de incluir apenas os que você citar). Chegou a hora de exportar a sua lista (incluindo os abstracts!), e baixar um arquivo completamente incompreensível ou escolher exportar para formato BIBTEX. 33 / 40
  73. 73. Ferramentas ISI Web of Knowledge Quando acabou a revisão bibliográfica? Essa pergunta é fácil de responder: Nunca! Quando os novos artigos básicos forem do ano atual, talvez seja um bom momento para descansar (apenas). Descansou? Pronto! É hora de filtrar a lista. A filtragem deveria deixar os trabalhos mais relevantes, mais citados e mais diretamente relacionados com a sua pesquisa. Não jogue nada fora! Apenas marque os artigos que irão ficar na sua revisão (BIBTEX e LATEX vão encarregar-se de incluir apenas os que você citar). Chegou a hora de exportar a sua lista (incluindo os abstracts!), e baixar um arquivo completamente incompreensível ou escolher exportar para formato BIBTEX. 33 / 40
  74. 74. Ferramentas ISI Web of Knowledge Quando acabou a revisão bibliográfica? Essa pergunta é fácil de responder: Nunca! Quando os novos artigos básicos forem do ano atual, talvez seja um bom momento para descansar (apenas). Descansou? Pronto! É hora de filtrar a lista. A filtragem deveria deixar os trabalhos mais relevantes, mais citados e mais diretamente relacionados com a sua pesquisa. Não jogue nada fora! Apenas marque os artigos que irão ficar na sua revisão (BIBTEX e LATEX vão encarregar-se de incluir apenas os que você citar). Chegou a hora de exportar a sua lista (incluindo os abstracts!), e baixar um arquivo completamente incompreensível ou escolher exportar para formato BIBTEX. 33 / 40
  75. 75. Ferramentas JabRef O que é e onde pego? É um aplicativo 100% Java, portanto portável, que permite gerenciar referências bibliográficas utilizando BIBTEX como linguagem de descrição. Esse gerenciamento inclui a administração de arquivos PDF, DJVU etc. bem como acesso direto a links (DOI, HTML etc.). JabRef é gratuito e está disponível em http://jabref.sourceforge.net. JabRef importa a lista do ISI e a transforma em um banco de dados com entradas BIBTEX. 34 / 40
  76. 76. Ferramentas JabRef O que é e onde pego? É um aplicativo 100% Java, portanto portável, que permite gerenciar referências bibliográficas utilizando BIBTEX como linguagem de descrição. Esse gerenciamento inclui a administração de arquivos PDF, DJVU etc. bem como acesso direto a links (DOI, HTML etc.). JabRef é gratuito e está disponível em http://jabref.sourceforge.net. JabRef importa a lista do ISI e a transforma em um banco de dados com entradas BIBTEX. 34 / 40
  77. 77. Ferramentas JabRef O que é e onde pego? É um aplicativo 100% Java, portanto portável, que permite gerenciar referências bibliográficas utilizando BIBTEX como linguagem de descrição. Esse gerenciamento inclui a administração de arquivos PDF, DJVU etc. bem como acesso direto a links (DOI, HTML etc.). JabRef é gratuito e está disponível em http://jabref.sourceforge.net. JabRef importa a lista do ISI e a transforma em um banco de dados com entradas BIBTEX. 34 / 40
  78. 78. Ferramentas JabRef O que é e onde pego? É um aplicativo 100% Java, portanto portável, que permite gerenciar referências bibliográficas utilizando BIBTEX como linguagem de descrição. Esse gerenciamento inclui a administração de arquivos PDF, DJVU etc. bem como acesso direto a links (DOI, HTML etc.). JabRef é gratuito e está disponível em http://jabref.sourceforge.net. JabRef importa a lista do ISI e a transforma em um banco de dados com entradas BIBTEX. 34 / 40
  79. 79. Ferramentas JabRef Interface 35 / 40
  80. 80. Resumo Estrutura Introdução O que é Ciência? Fases IMRaD A revisão bibliográfica Ferramentas Resumo 36 / 40
  81. 81. Resumo Resumo Como escrever um artigo científico com boas chances dele ser bem sucedido, isto é, publicado? • Que o seu artigo seja a conclusão natural de um bom projeto de pesquisa bem sucedido. • Para ter um bom projeto de pesquisa, junte-se a quem sabe fazer pesquisa comprovadamente. • Para que o seu projeto de pesquisa seja bem sucedido tenha e aprimore, ou desenvolva, boas aptidões de cientista. 37 / 40
  82. 82. Resumo Resumo Como escrever um artigo científico com boas chances dele ser bem sucedido, isto é, publicado? • Que o seu artigo seja a conclusão natural de um bom projeto de pesquisa bem sucedido. • Para ter um bom projeto de pesquisa, junte-se a quem sabe fazer pesquisa comprovadamente. • Para que o seu projeto de pesquisa seja bem sucedido tenha e aprimore, ou desenvolva, boas aptidões de cientista. 37 / 40
  83. 83. Resumo Boa sorte! 38 / 40
  84. 84. Resumo Referências Pinheiro, R. L. (2013), Ambiente computacional para suporte a “Reproducible Research”, Dissertação de Mestrado em Modelagem Computacional de Conhecimento, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, AL. URL https://dl.dropboxusercontent.com/u/2196609/ Permanent/dissertacaoRodrigo.pdf. Volpato, G. L. (2006), Dicas para redação científica: por que não somos citados?, 2 ed., Gilson Luiz Volpato, Botucatu. Volpato, G. L. (2007a), Bases teóricas para redação científica: por que seu artigo foi negado?, Cultura Acadêmica, São Paulo. Volpato, G. L. (2007b), Ciência: da filosofia à publicação, 5 ed., Cultura Acadêmica, São Paulo. 39 / 40
  85. 85. Contato Alejandro C. Frery acfrery@pq.cnpq.br http://sites.google.com/site/acfrery

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