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Aula5pbd Aula5pbd Presentation Transcript

  • Projeto de Banco de Dados – Aula 5Prof. Rônney machado de Moraes, M.Sc.ronney.moraes@pitagoras.com.brrmmoraes@ig.com.br 1
  • ObjetivosConsiderando o modelo relacional (como modelo a ser implementado): Caracterizar modelos conceituais e lógicos Mostrar a relação entre os dois níveis de modelagem Obter o modelo conceitual a partir do modelo lógico 2
  • Transformações entre modelos 3
  • Passos do projeto lógicoUm modelo ER pode gerardiversos modelos lógicoscontendo as informaçõesespecificadas, implicando: Diferentes performances Maior facilidade oudificuldade nodesenvolvimento emanutenção do sistemaconstruído sobre o BD. MODELO RELACIONAL INICIAL! 4
  • Transformação ER para relacionalAs regras a seguir são baseadas na experiência acumulada (consenso)por muitos autores no projeto de muitas bases de dados diferentes, e temos seguintes objetivos: Obter um banco de dados que permita boa performance de instruçõesde consulta e alteração do banco de dados (diminuindo o acesso a disco) Obter um banco de dados que simplifique o desenvolvimento e amanutenção de aplicações. Além destes, as regras de transformação procuram obter um banco de dados que ocupe pouco espaço em disco. 5
  • Regras a serem seguidas Evitar junções - ter os dados necessários a uma consultaem uma única linha. Diminuir o número de chaves primárias. Evitar campos opcionais (null em SQL). Principalmentequando a obrigatoriedade ou não no preenchimento do campodepende de outros campos. 6
  • Regras a serem seguidas Estas regras usam como entrada, além do próprio modelo ER, também alguns conhecimentos sobre volumes de dados e volumes de transações. Esses conhecimentos permitem escolher uma alternativa de implementação, quando diversasalternativas podem ser usadas para implementar um conceito da abordagem ER. 7
  • Implementação inicial de entidades Esse passo é razoavelmente óbvio: cada entidade étraduzida para uma tabela. Neste processo, cada atributo da entidade define uma coluna desta tabela. Os atributos identificadores da entidade correspondem às colunas que compõem a chave primária da tabela. Chave Primária (pk) 8
  • Nomes de atributos e colunas Data de nascimento dataNasc Data de admissão dataAdmissaoSufixar ou prefixar o coluna que será chave primária porqueesta pode aparecer como chave estrangeira em outra tabela: Código Pessoa codPessoa Padronizar (cod, num, no, dat, dt)O nome da tabela pode ser utilizado como qualificador para o nome da coluna! 9
  • Relacionamento identificador 10
  • Relacionamento identificador 11
  • Implementação de relacionamentos O fator determinante para a tradução a adotar nocaso de relacionamentos é a cardinalidade mínima e máxima das entidades que participam do relacionamento. 12
  • Relacionamento como tabela própria Chave Primária (pk) Chave estrangeira (fk) 13
  • Relacionamento como colunas adicionaisPossível apenas quando uma das entidades que participa do relacionamento tem cardinalidade máxima um. 14
  • Fusão de entidades em tabelasPossível apenas quando o relacionamento é do tipo 1:1 15
  • + sobreimplementação de relacionamentos 16
  • Relacionamentos 1:1 Ambas as entidades tem participação opcional Maximiza junções Minimiza junçõesColunas Opcionais 17
  • Relacionamentos 1:1Uma entidade tem participação opcional e a outra obrigatória Fusão das tabelas Adição de coluna na entidade com participação opcional 18
  • Relacionamentos 1:n A entidade com cardinalidade “n” é opcional Adição de colunas Tabela própria 19
  • Relacionamentos com grau maior que dois 20
  • Implementação de generalização/especialização1) uso de uma única tabela para toda hierarquia de generalização/especialização Chave primária correspondente ao identificador da entidade mais genérico Caso não exista, uma coluna Tipo, que identifica que tipo de entidadeespecializada está sendo representada por cada linha da tabela Uma coluna para cada atributo da entidade genérica Colunas referentes aos relacionamentos dos quais participa a entidade genéricae que sejam implementados através da alternativa de adicionar colunas à tabela daentidade genérica Uma coluna para cada atributo de cada entidade especializada (estas colunasdevem ser definidas como opcionais, já que somente terão valores quando a linhafor referente à entidade especializada em questão) Colunas referentes aos relacionamentos dos quais participa cada entidadeespecializada e que sejam implementados através da alternativa de adicionarcolunas à tabela da entidade (estas colunas devem ser definidas como opcionais,já que somente terão valores quando a linha for referente à entidade especializadaem questão) 21
  • Implementação de generalização/especialização 22
  • Implementação de generalização/especialização2) uso de uma tabela para cada entidade. 23
  • Vantagens entre as abordagensImplementação com tabela única Todos os dados referentes a uma ocorrência de entidade genérica, bem comoos dados referentes a ocorrências de sua especialização, estão em uma únicalinha. A chave primária é armazenada uma única vez, ao contrário da alternativa commúltiplas tabelas.Implementação com uma tabela por entidade especializada As colunas opcionais que aparecem são apenas aquelas referentes a atributosque podem ser vazios do ponto de vista da aplicação. O controle das colunas opcionais pode ficar mais a cargo no SGDB e não daaplicação. 24
  • Refinamento do Modelo Em todo processo de engenharia, está envolvido um compromisso entre o ideal e o realizável dentro das restrições de recursos impostas pelas prática. Relacionamentos mutuamente exclusivos Simulação de atributos multi-valorados Informações redundantes 25
  • Relacionamentos mutuamente exclusivosDesvantagem: Nesta alternativa, não é possível especificar ao SGBD que o campo CIC/CGC é chave estrangeira. 26
  • Simulação de atributos multi-valorados 27
  • Informações redundantes 28