PROTOCOLOS DE  CONDUTAUTI NEONATAL/BERÇÁRIO    HOSPITAL PADRE ALBINO         CATANDUVA             Antonio Souto          ...
Idade gestacional
Suporte hidroeletrolítico
ATENÇÃOInstalar acesso venosoimediatamenteapós o nascimentoNos 1os 15 minutos após a entrada naunidade
Acesso venoso       Acesso venoso periférico          preferencialmente         nos 1os 15 minutos• Cateterização umbilica...
Necessidades hídricas do RN    Idade      Pré-termo         Termo    1d         60 – 70 ml/Kg     70 ml/Kg    2d         8...
Necessidades hídricas do RN pré-termo            em ml/Kg/dia     1.0 kg    1.0-1.5 kg   > 1.5kgD1   90-100    80-100     ...
Necessidades eletrolíticas• CálcioA partir do 1o dia200 a 400 mg / Kg / d2 - 4 ml / kg / d de Gluconato de Ca 10%• Magnési...
Necessidades eletrolíticas• SódioIniciar após 48 h de vida2 - 5 mEq / kg / d• PotássioIniciar após 72 h de vida2 mEq / kg ...
Objetivos do suporte hidroeletrolítico • Débito urinário 1 – 3 ml/kg/h • Permitir uma perda de peso de 1 – 2% /dia na 1a s...
Glicose•   4 - 6 mg / kg / min•   Concentração - 5%, 10%, 12.5% (max)•   Monitorar rigorosamente nos 1os dias de vida•   I...
O RN deve perder pesonos primeiros 7 a dezdias de vida (10% a 15%do peso de nascimento)
Balanço hídricoPeso diário/7diasRN < 1200 g 2 x dRN > 1200 g 1 x dDiurese - Peso da fralda 3/3 h
Nutrição
Suporte nutricional• Initiation of TPN Should Be Done as Soon as  the Infant Is Medically Stabilized, Preferably  Within t...
Suporte nutricional• Although NEC occasionally occurs in infants who  have never been fed, it most frequently occurs in  p...
Suporte nutricional• RN pretermo < 1600 g (< 34 S)• Jejum enteral 48/60 h• Nutrição parenteral no 1o dia de vida• RN prete...
Nutrição parenteral• Sol de AA pediátrico 10%   Iniciar 1,5 a 2 g/Kg/dia   Progredir 0,5 g/Kg/dia até 3 - 3,5 g/Kg/dia• So...
Nutrição enteral• Leite materno• Segundo protocolo   D1           D2            D3             D4           D5RN > 1200g  ...
Nutrição enteral• Manter o Leite materno até o RN atingir 1800 g• Transicionar para Leite PreNan c/ 1800 g e iniciar  tran...
Pediatrics 2003;111;461-470
Resíduo / Distensão abdominal• ECN / Íleo ?• Jejum enteral por 3 dias• Melhora clínica = s/ resíduo, abdome c/ ruidos  nor...
Suporte ventilatório
Desconforto respiratório            TTRN/SDR• RN termo / RN pretermo > 1200 g  – Dependência de O2  – desconforto leve BSA...
Desconforto respiratório            TTRN/SDR• RN pretermo < 1200 g• RN c/ bom aspecto apesar do desconforto  leve• Aquecer...
Desconforto respiratório            TTRN/SDR• RN pretermo < 1200 g• RN c/ importante desconforto e/ou cianose• Surfactante
Surfactante• Curosurf via ET  – 100 a 200 mg / Kg  – RN < 1000 g = 1 frasco (120 mg/1,5 ml)  – RN > 1000 g = 1 frasco (240...
Surfactante• Estratégia• Raio X pós entubação, antes do surfactante• Extubar imediatamente após surfactante e  colocar em ...
SEMPRE QUE ENTUBAR E  VENTILAR RN PREMATURO,     NAS 1as 48 h DE VIDA,  INDEPENDENTE DA CAUSA,DEVE-SE FAZER SURFACTANTE sp
Estratégia ventilatória• MODO = SIMV• FiO 2  – Dependente de O2 = 100%  – S/ doença pulmonar = 50%  – Objetivo = Sat entre...
Estratégia ventilatória• T inspiratório< 1200 g      1200 a 1800 g 1800 a 2500g > 2500g0,35 s        0,4 s                ...
Oxigênio• Sempre utilizar a menor FiO2 possível para se  manter a Sat entre 88% e 92%• Sempre Sat > 92% diminuir a FiO2 em...
Oxigênio• Sempre testar a necessidade de oxigênio• Sat > 92% diminuir a FiO2 em  0,5 e aguardar 5 minutos
Suporte ventilatórioJosé Maria Lopes (RJ)4o Simpósio Internacional de Neonatologia do Rio de Janeiro, 26-28 de agosto de 2...
Infecção neonatal
Risco infecciosoFATORES de RISCO   –   ROTURA PREMATURA DE MEMBRANAS   –   HISTÓRIA PRÉVIA DE MÃE PORTADORA DE EGB   –   C...
Risco infecciosoFATORES de RISCO• Incidência de infecção é maior nos RN até 34  semanas. A partir de 34 semanas há o  apar...
Risco infecciosoRN pretermo < 34 S+ Fator de risco e/ouROTURA PREMATURA DE MEMBRANAS > 12 h• Laboratório = Hemograma / Hem...
Risco infecciosoRN pretermo > 34 S+ Fator de risco e/ouROTURA PREMATURA DE MEMBRANAS > 12 h• Laboratório = Hemograma• Hemo...
Sepse neonatal• Laboratório (antes de iniciar a antibioticoterapia)    – Hemograma, PCR (repetir após 24 h)    – Hemocultu...
Sepse grave / Choque séptico•   Instabilidade hemodinâmica / VPM•   Dose máxima de antibiótico e nos 1os 30 minutos•   Sep...
Clinical practice parameters for hemodynamic support of pediatricand neonatal patients in septic shock*(Crit Care Med 2002...
Infecção refratária• Progressão empíricaAmpicilina/Oxacilina + AmicacinaVancomicina + CefepimaVancomicina ? + Piperacilian...
Infecção refratária• Agente isolado (hemocultura)• Antibiótico adequado pelo antibiograma com má  evolução clínica e labor...
Though there are a number of immuno-modulatory therapies available, this paperreviews the evidence on the use of Intraveno...
Fototerapia profilática por 5 dias          RN < 1600g
OrganizaçãoTodos devem colaborar no sentidode manter a ordem da unidadePreenchimento da documentaçãoRespeitar os protocolo...
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Prescrição médica• A prescrição médica deve sempre ser digitalizada  e impressa• Seguir a prescrição padrão• Lembrar de pr...
Prescrição Médica                                                                              UTI NEONATAL –             ...
Reducing Medication Errors through Computerized Physician Order Entry (CPOE)http://virtualmentor.ama-assn.org/2004/03/pfor...
Condutas• Ao longo do dia as condutas devem ser  alteradas somente em situações críticas• As condutas de rotina não devem ...
Exames• Todo RN internado deve ser submetido a  coleta de exame, no momento da internação,  para realização do escore de g...
Se for indicada a realização de  exames no fim-de-semana, ou  feriados, verificar se já não é o   momento de colher todos ...
Protocolos de diagnóstico• Ulta-som de fontanela• Todo RN < 32 semans de IG (1500 g) deve ser  submetido ao exame no 7o di...
http://depts.washington.edu/nicuweb/NICU-WEB/ultrasound.pdf
http://depts.washington.edu/nicuweb/NICU-WEB/ultrasound.pdf
Infants with a birth weight of less than 1500 g or gestational age of 32 weeks orless (as defined by the attending neonato...
Table 1 was developed from an evidence-based analysis of the Multicenter Trial ofCryotherapy for Retinopathy of Prematurit...
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Protocolos NICU

  1. 1. PROTOCOLOS DE CONDUTAUTI NEONATAL/BERÇÁRIO HOSPITAL PADRE ALBINO CATANDUVA Antonio Souto acasouto@bol.com.br Médico coordenador Unidade de Medicina Intensiva Pediátrica Unidade de Medicina Intensiva Neonatal Hospital Padre Albino Professor de Pediatria nível II Faculdades Integradas Padre Albino Catanduva / SP 2011
  2. 2. Idade gestacional
  3. 3. Suporte hidroeletrolítico
  4. 4. ATENÇÃOInstalar acesso venosoimediatamenteapós o nascimentoNos 1os 15 minutos após a entrada naunidade
  5. 5. Acesso venoso Acesso venoso periférico preferencialmente nos 1os 15 minutos• Cateterização umbilical (Exceção) – RN instável hemodinamicamente – Volume e drogas inotrópicas
  6. 6. Necessidades hídricas do RN Idade Pré-termo Termo 1d 60 – 70 ml/Kg 70 ml/Kg 2d 80 – 90 ml/Kg 70 ml/Kg 3d 100 – 110 ml/Kg 80 ml/Kg 4d 120 – 140 ml/Kg 80 ml/Kg 5d 125 – 150 ml/Kg 90 ml/Kg 7 a 30 d 150 ml/Kg 120 ml/Kg Lopez FA, 2002• aumente 10 a 15 ml/kg/d até o 5o dia• adicione 20 ml/kg/d para fototerapia ouberço aquecido• desconte a VPM (20 ml/Kg/d)
  7. 7. Necessidades hídricas do RN pré-termo em ml/Kg/dia 1.0 kg 1.0-1.5 kg > 1.5kgD1 90-100 80-100 70-90D2 110-130 100-110 80-100D3 130-150 110-130 90-110D4 140-160 130-140 110-130D5 150-160 140-160 130-150
  8. 8. Necessidades eletrolíticas• CálcioA partir do 1o dia200 a 400 mg / Kg / d2 - 4 ml / kg / d de Gluconato de Ca 10%• MagnésioA partir do 1o dia50 a 100 mg / Kg / d0,5 - 1 ml / kg / d de Sulfato de Mg 10%
  9. 9. Necessidades eletrolíticas• SódioIniciar após 48 h de vida2 - 5 mEq / kg / d• PotássioIniciar após 72 h de vida2 mEq / kg / d
  10. 10. Objetivos do suporte hidroeletrolítico • Débito urinário 1 – 3 ml/kg/h • Permitir uma perda de peso de 1 – 2% /dia na 1a semana • Ausência de edema / Desidratação • Euglicemia 75 – 100 mg / dl • Normonatremia 135 - 145 mEq / l • Normocalemia 4 – 5 mEq / l
  11. 11. Glicose• 4 - 6 mg / kg / min• Concentração - 5%, 10%, 12.5% (max)• Monitorar rigorosamente nos 1os dias de vida• Iniciar com: – RN < 1500 g = SG 5% – 1500 g < RN < 2500g = SG 5%/SG 10% – RN > 2500 g = SG 10%
  12. 12. O RN deve perder pesonos primeiros 7 a dezdias de vida (10% a 15%do peso de nascimento)
  13. 13. Balanço hídricoPeso diário/7diasRN < 1200 g 2 x dRN > 1200 g 1 x dDiurese - Peso da fralda 3/3 h
  14. 14. Nutrição
  15. 15. Suporte nutricional• Initiation of TPN Should Be Done as Soon as the Infant Is Medically Stabilized, Preferably Within the First 24 Hours of Life or the First Days of Life(Pediatrics 2003;111;461-470)
  16. 16. Suporte nutricional• Although NEC occasionally occurs in infants who have never been fed, it most frequently occurs in premature infants whose enteral intakes are being aggressively increased.. Overwhelming evidence supports that minimal enteral feeding or priming the GI tract by a very slow intake using food as a trophic agent to stimulate GI mucosal development is a reasonable approach for institution of enteral feeding in most very-low-birthweight infants (Acta Paediatrica Supplement, 2005, 94: Suppl 449, p 100–105)
  17. 17. Suporte nutricional• RN pretermo < 1600 g (< 34 S)• Jejum enteral 48/60 h• Nutrição parenteral no 1o dia de vida• RN pretermo < 1500 g (32S)• Jejum enteral 48/60 h• Nutrição parenteral no 1o dia de vida• RN pretermo > 1600 g (> 34 S)• Jejum enteral 36 h
  18. 18. Nutrição parenteral• Sol de AA pediátrico 10% Iniciar 1,5 a 2 g/Kg/dia Progredir 0,5 g/Kg/dia até 3 - 3,5 g/Kg/dia• Sol de Lip TCL/TCM 20% Iniciar 0,5 g/Kg/dia Progredir 0,5 g/Kg/dia até 2,5 g/Kg/dia• Oligoelementos ped RN < 1800 g = 0,2 ml RN 1800 a 2500 g = 0,3 ml RN > 2500 g = 0,5 ml Manter a NP até• Cerne -12 polivitamínico oferecer 0,8 ml/Kg 80 a 100 ml/Kg/dia• Fósforo Orgânico de leite por via 0,5 a 1 ml/Kg a partir do 3o dia enteral
  19. 19. Nutrição enteral• Leite materno• Segundo protocolo D1 D2 D3 D4 D5RN > 1200g 1 ml 4/4 h 1 ml 3/3 h 2 ml 3/3 h 3 ml 3/3 h 4 ml 3/3 hRN < 1200g 1 ml 4/4 h 1 ml 3/3 h 1 ml 2/2 h 2 ml 2/2 h 3 ml 2/2 h• Oferecer por SG até 1800 g• RN > 1200 g a partir do D6 aumentar 10 a 15 ml/Kg/dia• RN < 1200 g manter aumento de 1 ml por mamada/dia Transicionar p/ 3/3 h quando atingir 1200 g
  20. 20. Nutrição enteral• Manter o Leite materno até o RN atingir 1800 g• Transicionar para Leite PreNan c/ 1800 g e iniciar transição para VO• Introduzir FM 85 no LM quando suspender a NP• Iniciar Protovit 12 gt c/ 20 dias de vida• O objetivo final é a oferta de 160 ml/Kg/dia de leite e 120 a 140 Kcal/Kg/dia• Espera-se um ganho de peso entre 15 e 25 g/Kg/dia com a dieta plena
  21. 21. Pediatrics 2003;111;461-470
  22. 22. Resíduo / Distensão abdominal• ECN / Íleo ?• Jejum enteral por 3 dias• Melhora clínica = s/ resíduo, abdome c/ ruidos normais, evacuações – Reintroduzir a dieta – Progredir p/ o volume anterior em 3 dias
  23. 23. Suporte ventilatório
  24. 24. Desconforto respiratório TTRN/SDR• RN termo / RN pretermo > 1200 g – Dependência de O2 – desconforto leve BSA < 6 (TTRN?) – Raio X pouco importante (TTRN?)• CPAP nasal precoce – Melhora / estabilização em 1 h = manter CPAP – S/ melhora / mantem desconforto = Surfactante
  25. 25. Desconforto respiratório TTRN/SDR• RN pretermo < 1200 g• RN c/ bom aspecto apesar do desconforto leve• Aquecer / acesso venoso (1 hora avaliação) – Dependência de O2 – Desconforto respiratório• Surfactante
  26. 26. Desconforto respiratório TTRN/SDR• RN pretermo < 1200 g• RN c/ importante desconforto e/ou cianose• Surfactante
  27. 27. Surfactante• Curosurf via ET – 100 a 200 mg / Kg – RN < 1000 g = 1 frasco (120 mg/1,5 ml) – RN > 1000 g = 1 frasco (240 mg/3 ml)• Retratar se não apresentar melhora na saturação após 2 h (Sat > 90 – FiO2 < 0,4)
  28. 28. Surfactante• Estratégia• Raio X pós entubação, antes do surfactante• Extubar imediatamente após surfactante e colocar em VPP/CPAP nasal ou O2 inalatório
  29. 29. SEMPRE QUE ENTUBAR E VENTILAR RN PREMATURO, NAS 1as 48 h DE VIDA, INDEPENDENTE DA CAUSA,DEVE-SE FAZER SURFACTANTE sp
  30. 30. Estratégia ventilatória• MODO = SIMV• FiO 2 – Dependente de O2 = 100% – S/ doença pulmonar = 50% – Objetivo = Sat entre 88% e 92% (Retinopatia)• Fluxo – COT 2,5 = 6 lpm – COT 3/3,5 = 8 lpm• FR – RN termo = 30 – RN pretermo = 40
  31. 31. Estratégia ventilatória• T inspiratório< 1200 g 1200 a 1800 g 1800 a 2500g > 2500g0,35 s 0,4 s 0,45 s 0,5/0,6 s• PEEP (cm H2O)< 1200 g 1200 a 1800 g 1800 a 2500g > 2500g3–5 3–5 3–6 3-6• Pinsp• Aquela que permitir uma expansão torácica adequada com volume corrente entre 6 e 10 ml/Kg• CUIDADO COM A HIPERINSUFLAÇÃO
  32. 32. Oxigênio• Sempre utilizar a menor FiO2 possível para se manter a Sat entre 88% e 92%• Sempre Sat > 92% diminuir a FiO2 em 0,5 e aguardar 5 minutos• Começamos a controlar rigorosamente na nossa Unidade a hiperóxia. Estamos hoje usando saturação entre 85-92%. José Maria Lopes (RJ) 4o Simpósio Internacional de Neonatologia do Rio de Janeiro, 26-28 de agosto de 2005
  33. 33. Oxigênio• Sempre testar a necessidade de oxigênio• Sat > 92% diminuir a FiO2 em 0,5 e aguardar 5 minutos
  34. 34. Suporte ventilatórioJosé Maria Lopes (RJ)4o Simpósio Internacional de Neonatologia do Rio de Janeiro, 26-28 de agosto de 2005-Trabalhar com boas práticas na UTI Neonatal :ressuscitação e ventilação gentisbaixo volume corrente e hipercapnia permissivaaumento do uso do CPAP nasalobjetivo principal foi reduzir a necessidade de oxigênio na36a semanaEntre as boas práticas, também incluir o uso dosurfactante antes de 2 horas de vida.(Kaempf JW, et al. Implementing potentially better practices to improve neonatal outcomes after reducingpostnatal dexamethasone use in infants born between 501 and 1250grams. Pediatrics. 2003;111:e534-41;Sharek P, et al. Evaluation and development of potentially better practices to prevent chronic lung diseaseand reduce lung injury in neonates. Pediatrics 2003 111:e426-31)
  35. 35. Infecção neonatal
  36. 36. Risco infecciosoFATORES de RISCO – ROTURA PREMATURA DE MEMBRANAS – HISTÓRIA PRÉVIA DE MÃE PORTADORA DE EGB – CORIOAMNIONITE ( CRITÉRIOS DE GIBBS) – FEBRE MATERNA > 38 C SEM LOCALIZAÇÃO – FISOMETRIA – LEUCOCITOSE MATERNA ( LEUCÓCITOS > 13 000) – ITU MATERNA NÃO TRATADA OU TRATAMENTO < 72 HORAS – LEUCORRÉIA MATERNA – ROTURA DE MEMBRANAS FORA DO TRABALHO DE PARTO – MÃE SEM PRÉ-NATAL
  37. 37. Risco infecciosoFATORES de RISCO• Incidência de infecção é maior nos RN até 34 semanas. A partir de 34 semanas há o aparecimento de substâncias protetoras do líquido amniótico (LA) como peptídeos catiônicos, betalisina, complexo de Zinco, transferrina, peroxidase e imunoglobulinas; isto confirma porque os RN a termo são de menor risco de desenvolver sequelas de corioamnionite.
  38. 38. Risco infecciosoRN pretermo < 34 S+ Fator de risco e/ouROTURA PREMATURA DE MEMBRANAS > 12 h• Laboratório = Hemograma / HemoculturaIniciar Ampicilina + Amicacina (dose mínima)• Escore infeccioso = PCR/LCR/UrinaI• 2 hemogramas normais + Hemocultura negativa ( 5 dias)Suspender antibiótico
  39. 39. Risco infecciosoRN pretermo > 34 S+ Fator de risco e/ouROTURA PREMATURA DE MEMBRANAS > 12 h• Laboratório = Hemograma• Hemograma normal = repetir em 72 h• Escore infeccioso = PCR/LCR/Hemocultura/UrinaIIniciar Ampicilina + Amicacina
  40. 40. Sepse neonatal• Laboratório (antes de iniciar a antibioticoterapia) – Hemograma, PCR (repetir após 24 h) – Hemocultura, LCR, Urina, Raio x tórax – Hemograma de controle após 72 h• Sepse precoce < 72 h• Ampicilina + Amicacina por 10 dias• Sepse tardia > 72 h• Oxacilina + Amicacina
  41. 41. Sepse grave / Choque séptico• Instabilidade hemodinâmica / VPM• Dose máxima de antibiótico e nos 1os 30 minutos• Sepse precoce = Ampicilina + Cefepima• Sepse tardia = Cefepima• Hidrocortisona (Disfunção adrenal do RN)• 2 mg/kg/ataque + 2 mg/Kg/dia• NA DÚVIDA ENTUBE E COLOQUE EM VPM
  42. 42. Clinical practice parameters for hemodynamic support of pediatricand neonatal patients in septic shock*(Crit Care Med 2002; 30:1365–1378)
  43. 43. Infecção refratária• Progressão empíricaAmpicilina/Oxacilina + AmicacinaVancomicina + CefepimaVancomicina ? + Piperaciliana/Tazobactam + Fluconazol ?Imunoglobulina humana EVMeropenem + Fluconazol
  44. 44. Infecção refratária• Agente isolado (hemocultura)• Antibiótico adequado pelo antibiograma com má evolução clínica e laboratorial, PCR mantido > 48• Ampliar espectro específico• Imunoglobulina humana EV 500 a 700 mg/Kg a cada 7 dias (2 a 3 doses)
  45. 45. Though there are a number of immuno-modulatory therapies available, this paperreviews the evidence on the use of Intravenous Immunoglobulin therapy in theprevention and treatment of neonatal sepsis.This review concludes that whilst there is insufficient evidence for routine use ofstandard polyvalent Intravenous Immunoglobulin (ivIgG) to prevent neonatal sepsis,There is compelling evidence that the use ofivIgG, as an adjunct, would be a beneficialaddition to standard treatment of neonatalsepsis.
  46. 46. Fototerapia profilática por 5 dias RN < 1600g
  47. 47. OrganizaçãoTodos devem colaborar no sentidode manter a ordem da unidadePreenchimento da documentaçãoRespeitar os protocolosUtilização dos equipamentos e cuidadodestesOs horários de visita
  48. 48. é
  49. 49. Prescrição médica• A prescrição médica deve sempre ser digitalizada e impressa• Seguir a prescrição padrão• Lembrar de preencher todos os campos• Lembrar de salvar com o nome dopaciente e não perder a padrão• Prescrever de forma organizada• Respeitar os campos específicos
  50. 50. Prescrição Médica UTI NEONATAL – HPA Nome: RN de RG:Identificação completa Idade: (Nasc:) d Data: Gen: Peso: DI: SC: 0,1m2 Prescrição Dose V Freq. Horários Qdade 1 SG 2 S Glicosado 10%................................. mlPrescrição S Glicosado 5%................................. Cloreto de Na 20%.............................. ml ml ml/h EV Cloreto de K 19,1%............................. ml Gluconato de Ca 10%......................... ml Sulfato de Mg 10%.............................. ml 24 h 3 Aa ped 10%......................................... ml1.Dieta Soro glicosado 5%............................. Fósforo orgânico................................. Oligoel ped.......................................... ml ml ml ml/h ml EV Cerne-12............................................. ml2.Hidratação 4 TCL/TCM 20%.................................... Oxigeniterapia/ Ventilação Pulmonar ml ACM 24 h mecânica3.Nutrição parenteral 5 6 Glucometer Fototerapia contínua c/ proteção ACM 7 Curativo umbilical c/ álcool 70% 3xd M–T–N4.Suporte ventilatório/O2 8 9 Sonda gástrica fechada Oxímetro de pulso, Monitor cardíaco 10 FC, FR,T, Sat de 3/3 h5.Antibióticos 11 12 Diurese por peso de fralda Pesar RN 2x/ d 2ª - 5ª 13 Cuidados e controles gerais6.Inotrópicos 14 Acompanhamento diário c/ a Psicóloga (Paciente/Família) 157.Medicamentos maisimportantes8.Sintomáticos9.Controles S. asp. Traq. A Tricotomia Cateter O2 Torneirinha10.Monitorização Eq. BI Microfix S. enteral S. Folley Cateter V Fio naylon Neofix Fita optium Microfix 150 S. traq (COT) Scalp Agulha Lanceta11.Controles de enfermagem C. umbil Eletrodo Seringa12.Exames solicitados Antonio Souto CRM 62974
  51. 51. Reducing Medication Errors through Computerized Physician Order Entry (CPOE)http://virtualmentor.ama-assn.org/2004/03/pfor3-0403.html
  52. 52. Condutas• Ao longo do dia as condutas devem ser alteradas somente em situações críticas• As condutas de rotina não devem ser prescritas ao longo do dia mas podem e devem ser sugeridas para prescrição no dia seguinte
  53. 53. Exames• Todo RN internado deve ser submetido a coleta de exame, no momento da internação, para realização do escore de gravidade (SNAP)• Exames de rotina serão solicitados somente no período da manhã de 2a a 6a feira• Ao longo do dia só deverão ser realizados exames em situações de urgência
  54. 54. Se for indicada a realização de exames no fim-de-semana, ou feriados, verificar se já não é o momento de colher todos os exames de controle para evitar uma nova coleta no dia seguinte(Nunca fazer só hemograma no domingo)
  55. 55. Protocolos de diagnóstico• Ulta-som de fontanela• Todo RN < 32 semans de IG (1500 g) deve ser submetido ao exame no 7o dia de vida de acordo com agenda a seguir• Avaliação oftalmológica na 6a semana de vida• RN < 1500 g (32 S)• RN > 1500 g c/ fator de risco (Oxigênio)
  56. 56. http://depts.washington.edu/nicuweb/NICU-WEB/ultrasound.pdf
  57. 57. http://depts.washington.edu/nicuweb/NICU-WEB/ultrasound.pdf
  58. 58. Infants with a birth weight of less than 1500 g or gestational age of 32 weeks orless (as defined by the attending neonatologist)and selected infants with a birth weight between 1500 and 2000 g or gestationalage of more than 32 weeks with an unstable clinical course, including thoserequiring cardiorespiratory support and who are believed by their attendingpediatrician or neonatologist to be at high risk, should have retinal screeningexaminationsto detect ROP.One examination is sufficient only if it unequivocally shows the retina to be fullyvascularized in each eye.
  59. 59. Table 1 was developed from an evidence-based analysis of the Multicenter Trial ofCryotherapy for Retinopathy of Prematurity natural history data and confirmed by theLight Reduction in ROP Study, which was conducted a decade later.It represents a suggested schedule for the timing of the initial eye examinations basedon postmenstrual age and chronologic (postnatal) age to detect ROP before it becomessevere enough to result in retinal detachment while minimizing the number of potentiallytraumatic examinations.Table 1 provides a schedule for detecting ROP potentially damaging to the retina with99% confidence.

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