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OBJETIVOS <ul><li>Traçar um breve panorama sobre o histórico e a situação política atual das telecomunicações no Brasil. <...
2) cont.  Oferecer subsídios para uma discussão sobre a inserção de serviços de informação no mercado de canais de TV  por...
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AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL INVESTIMENTO PUBLICITÁRIO REALIZADO NO PAÍS
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AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL
INTRODUÇÃO Centro de Pesquisas Padre Landell de Moura  ( CPqD ) Em seus 20 anos de existência, o centro desenvolveu 76 pro...
INTRODUÇÃO ProTIC  ( criado em 05/06/2009, aguardado desde agosto de 2008 ) O Programa de Apoio à Pesquisa, Desenvolviment...
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TV Modelo de Negócio TV por assinatura <ul><li>O governo  licencia  e autoriza que uma pessoa jurídica explore economicame...
TV Modelo de Negócio TV por assinatura <ul><li>Os canais produzem e negociam conteúdos com terceiro, para elaborar uma gra...
TV Modelo de Negócio TV por assinatura <ul><li>O  CPM  também é utilizado na precificação do horário, entretanto a  segmen...
TV Modelo de Negócio Fig. 2 Cadeia da TV por Assinatura $ Audiência Conteúdo Audiência Conteúdo $ Operadora Industria  Cin...
Histórico no Brasil TV por assinatura <ul><li>Primeira manifestação na 60´s, na região serrana do Rio , impulsionada pela ...
Histórico no Brasil TV por assinatura <ul><li>Em 1995 é promulgada a lei da tv a cabo, e torna a permissão para distribuiç...
Alguns detalhes relevantes TV Ocorre atualmente um processo de ‘segmentação dos públicos’ na televisão – ‘até mesmo um can...
Instituições representativas TV por assinatura <ul><li>ABTA representa as empresas do setor de TV por assinatura em todo B...
Instituições representativas TV por assinatura <ul><li>Associação que representa e dá suporte internacional a emissoras de...
FizTV. Você é o canal.
O que é o Fiz “ O Fiz é um canal inovador, com foco no público jovem e na comunidade de produção audiovisual. Feito totalm...
O que é o Fiz Pertencente ao Canais Abril de Televisão, do grupo Abril, o FizTv foi lançado no 2º semestre de 2007 como a ...
Fiz.Organização
Fiz.Organização A equipe é formada por: .Gerentes formados nas áreas de Marketing, Administração, Publicidade e TI. .Produ...
Fiz.Missão e Atividades E para tanto: .Provê, administra e gerencia o site fiztv.com.br; .Concebe, formata e seleciona con...
Fiz.Programação Seleção: Curadoria Site Usuário Seleção de conteúdo Sobe conteúdo Consome conteúdo Rankeamento
Fiz.Programação Os usuários são remunerados pelos vídeos que compõem a grade de programação Existem também produções origi...
Fiz.Fluxos de informação Interno: .Fluxos transversais através de ferramentas como o Outlook, messenger, telefones, nextel...
Fiz.Fluxos de informação De  conteúdo : .A comunicação com a audiência é feita quase integralmente através do site, onde o...
<ul><li>HBO (Home Box Office) é um serviço de TV por assinatura pertencente à Time Warner,  terceiro maior conglomerado de...
<ul><li>Não há missão formalizada nem para a HBO Brasil, tão pouco para a Fitoteca. </li></ul><ul><li>Também não há objeti...
Atividades <ul><li>Retransmissão da programação, que é elaborada  quase que integralmente pela HBO Caracas, leader para Am...
Organização BRASIL
Organização <ul><li>Equipe formada por: </li></ul><ul><li>Gerentes de Produção das áreas de Publicidade e Audiovisual </li...
Fluxos de Info Interno: Fluxos hierárquicos através de Outlook, telefones, além do contato pessoal. Externos: Administrati...
HBO e FIZ Quadro comparativo Não possui Fitoteca UI formal Nacional: Canais Abril Internacional: Time Warner Grupo Segment...
AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL APONTAMENTOS FINAIS – Serv. de Info. p/ Com. No artigo ‘ Gerenciamento estratégico de informação...
AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL APONTAMENTOS FINAIS – Situação da Com. No Brasil ‘ Os sistemas de informação, entretanto, poderi...
AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL APONTAMENTOS FINAIS – Declarações Recentes <ul><li>Hélio Costa, Ministro das Comunicações </li><...
Bibliografia <ul><li>DANTAS, Marcos.  A lógica do capital-informação : a fragmentação dos monopólios e a monopolização dos...
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Seminario ICT 2009 - Comunicacao [Analise Fiz TV & HBO]

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Essa é a apresentação realizada pelos discentes Abraão Silva e Otávio Rossato na disciplina de Informação, Ciência e Tecnologia (ICT), da profª Asa Fujino. É mostrado um plano conceitual do atual modelo de comunicações no Brasil, em especial o da TV a cabo. Dois serviços de informação desse ramo são brevemente analisados: o da FizTV e o da HBO-Brasil.

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Seminario ICT 2009 - Comunicacao [Analise Fiz TV & HBO]

  1. 1. HBO Brasil e FIZTV : subsídios para discussão em serviços de informação no mercado de TV paga no Brasil Abraão Antunes da Silva 5389959 Otávio Rossato 5130529 Escola de Comunicações e Artes – ECA/USP Dep. de Biblioteconomia e Documentação - CBD Disc.: Informação Científica e Tecnológica – mat./2009 Profª Drª Asa Fujino
  2. 2. OBJETIVOS <ul><li>Traçar um breve panorama sobre o histórico e a situação política atual das telecomunicações no Brasil. </li></ul><ul><li>2) Oferecer subsídios para uma discussão sobre a inserção de serviços de informação no mercado de canais de TV por assinatura, a partir da apresentação dos casos da HBO Brasil e FizTV. </li></ul><ul><li>A escolha dos canais foi determinada pela hipótese de que a partir da caracterização de seus perfis, que apresentam diferenças relevantes, seria possível realizar a discussão proposta, considerando uma amplitude de mercado maior do que se fossem destacadas canais concorrentes, ou de perfil semelhante. </li></ul>
  3. 3. 2) cont. Oferecer subsídios para uma discussão sobre a inserção de serviços de informação no mercado de canais de TV por assinatura, a partir da apresentação dos casos da HBO Brasil e FizTV. A escolha dos canais foi determinada pela hipótese de que a partir da caracterização de seus perfis, que apresentam diferenças relevantes, seria possível realizar a discussão proposta, considerando uma amplitude de mercado maior do que se fossem destacadas canais concorrentes, ou de perfil semelhante. OBJETIVOS
  4. 4. AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL FATOS HISTÓRICOS 1852: Guilherme de Capanema introduz o telégrafo elétrico no Brasil 1870: Charles Bright instala um cabo submarino costeando o litoral brasileiro 1876: A Western and Brazilian Telegraph Co . instala o primeiro telefone, para Dom Pedro II 1879: Paul Charles Burke monta uma rede telefônica no Rio de Janeiro 1907: A Light funda a Companhia Telefônica Brasileira (CTB) Enquanto isso...o Padre Roberto Landell de Moura , inventor brasileiro, solicita ao pres. Rodrigues Alves aportes financeiros para suas pesquisas sobre radiotelegrafia e radiotelefonia e é taxado como ‘louco’.
  5. 5. INTRODUÇÃO FATOS HISTÓRICOS AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL No mundo, pós Década de 60: diversificação dos serviços de informação e comunicação – videotextos, audiotextos, bancos de dados on-line, televisão por assinatura, e-mail, redes de compra em domicílio, sistemas de mensagens com voz... (Dholakia, 199?) E no Brasil... 1962: Criado o Código de Comunicações, que dá origem ao Conselho Nacional de Comunicações (Contel), o Fundo Nacional de Telecomunicações (FNT) 1965: Surge a EMBRATEL – DDD, grandes redes nacionais de televisão (encabeçadas pela Globo), Telex 1972: O Governo cria a Telebrás – expansão da telefonia urbana Obs.: Em 1980, no Brasil, ‘apenas 12% dos domicílios tinham telefone, mas 55% possuíam aparelho receptor de televisão’
  6. 6. INTRODUÇÃO ‘ Não é coincidência que, onde os direitos civis e políticos estejam sendo negados, embora se desenvolvessem as centralizadas tecnologias de radiodifusão, usadas para a propaganda, as telecomunicações residenciais permaneceram subdesenvolvidas’ (Hills, 1993; 21, apud Dantas, 2002; 213) AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL FATOS HISTÓRICOS
  7. 7. INTRODUÇÃO ‘ O modelo de comunicação brasileiro está errado porque não soube considerar a realidade brasileira’ [análise dos aspectos de universalização, competição e desenvolvimento industrial tecnológico] (Dantas, 2002; 10) ‘ Como cada rede atende, de forma diferenciada, um conjunto selecionado de clientes, o sistema fragmentou-se. Fragmentação , e não competição, é o significante que melhor descreve os rumos da comunicação’ (Dantas, 2002; 174) - ‘ Fragmentação dos Monopólios e a Monopolização dos Fragmentos num Mundo de Comunicações Globais’ A competição no setor de telecomunicações brasileiro reflete uma tendência internacional em que poucos grandes grupos exploram simultaneamente diversos serviços como telefonia, radiodifusão, TV a cabo, Internet etc. AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL O MODELO DE COMUNICAÇÃO ATUAL
  8. 8. INTRODUÇÃO ‘ A partir da década de 90, com a implantação da política de abertura de mercado, a competitividade está se acelerando no setor de teleinformática na busca para atingir um mercado consumidor extenso’ (Pontes, 1999?) AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL O MODELO DE COMUNICAÇÃO ATUAL
  9. 9. INTRODUÇÃO Contexto de Concentração (Oligopólios) - Cerca de 70% da receita publicitária auferida pelos meios de comunicação social no Brasil (em 2004) concentravam-se nas mãos de nove famílias: Marinho (Globo), Mesquita (Estadão), Civita (Abril), Frias (Folha), Santos (SBT), Nascimento Brito (JB), Saad (Bandeirantes), Bloch (Manchete) e Levy (Gazeta). Além destes, há subgrupos subordinados a hierarquia, como os Sarney, no Maranhão. AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL O MODELO DE COMUNICAÇÃO ATUAL
  10. 10. INTRODUÇÃO Políticas / Agências de Controle ‘ Disputa’ Anatel X Ministério das Comunicações por parte do controle (Mattos, 2006) É necessário que a política seja desenhada corretamente e que seja compatível ‘com as instituições políticas e de governança específicas dos país... (deve-se achar) uma boa combinação entre as instituições econômicas, sociais e políticas do país e o estilo de regulação escolhido’ (idem) Anatel – quadro técnico com menores possibilidades de ‘intervenções políticas’ do que o governo. AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL O MODELO DE COMUNICAÇÃO ATUAL
  11. 11. AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL INVESTIMENTO PUBLICITÁRIO REALIZADO NO PAÍS
  12. 12. <ul><li>‘ O resultado médio no período foi melhor do que o esperando, totalizando 5,3% em média. No segmento digital, o aumento foi de 27,1% quando comparado ao mesmo período do ano passado, chegando a 3,92% do bolo’. </li></ul><ul><li>(Lent, 2009) </li></ul>AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL INVESTIMENTO PUBLICITÁRIO REALIZADO NO PAÍS
  13. 13. AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL
  14. 14. INTRODUÇÃO Centro de Pesquisas Padre Landell de Moura ( CPqD ) Em seus 20 anos de existência, o centro desenvolveu 76 projetos novos [entre eles o primeiro telefone brasileiro], um sistema de telefonia pública mundialmente inédito, tecnologia de produção de fibra óptica inteiramente nacional, entre outros. Solicitou 246 pedidos de patentes no Brasil, e 11 em outros países. Firmou 142 acordos de transferência de tecnologia com empresas brasileiras e 29 contratos para exploração de suas patentes. ‘ Depois do ‘baque do governo Collor’, o CPqD encerrou 40 de suas 67 pesquisas em andamento, deixando então de ser um órgão de pesquisa e desenvolvimento para tornar-se apenas um órgão de assessoramento ao Sistema Telebrás’ (CPI do Atraso Tecnológico, 1992, apud Dantas, 2004) AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL VALE A PENA MENCIONAR...
  15. 15. INTRODUÇÃO ProTIC ( criado em 05/06/2009, aguardado desde agosto de 2008 ) O Programa de Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação visa ‘incentivar, coordenar e avaliar atividades e projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovações, de formação de recursos humanos em decorrência dessas atividades e projetos, de eventos técnico-científicos e de programas de cooperação internacionais, inclusive na produção de conteúdos, na área de tecnologias digitais de informação e comunicação’. O programa quer dar especial atenção ao Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre. Parceria entre a Casa Civil, os Ministério da Ciência & Tecnologia e o da Comunicação, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNCDT) e do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Comunicações (Funttel). Auxílios serão fornecidos pelo CNPq, FINEP, BNDES entre outros. AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL VALE A PENA MENCIONAR...
  16. 16. TV Quanto ao modelo de negócio, é possível apontar dois principais: o de TV aberta e por assinatura . Modelo de Negócio TV Aberta <ul><li>Concessão do Governo </li></ul><ul><li>No Brasil a transmissão deve ser gratuita </li></ul><ul><li>A maneira encontrada pelas concessionárias para exploração econômica da concessão foi a venda de horários de sua programação para agências produtoras de reclames publicitários </li></ul><ul><li>90% da receitas das redes de TV são originados pela venda de horário comercial </li></ul><ul><li>O principal valor de troca nessa cadeia é a audiência , logo, as emissoras elaboram grades de programação com o objetivo de atingir o maior número de pessoas possíveis . </li></ul>TV Aberta
  17. 17. TV Modelo de Negócio TV Aberta <ul><li>O modelo de precificação dos horários comerciais é o índice CPM , que mede o custo por milhares de domicílios atingidos por um anúncio nas diferentes mídias para determina o valor de meio-minuto de anúncio de acordo com a faixa horária </li></ul><ul><li>A necessidade de alcançar grande número de audiência , e a restrição da disponibilidade de espectro magnético , faz com que as redes invistam em desenvolver estações afiliadas , a fim de obter inserção em todo mercado de TV, em instâncias, locais e regionais </li></ul><ul><li>Essas afiliadas basicamente oferecem audiência às emissoras, em troca de programação, gerando assim mais audiência e anúncios a ambas </li></ul>TV Aberta
  18. 18. TV Modelo de Negócio TV Aberta Fig. 1 Cadeia da TV Aberta Audiência Conteúdo Audiência Audiência Conteúdo Audiência Conteúdo $ Emissora Industria Cinematográfica Anunciantes com abordagem Local $ Afiliada Anunciantes com abordagem Local $ Audiência Conteúdo Público
  19. 19. TV Modelo de Negócio TV por assinatura <ul><li>O governo licencia e autoriza que uma pessoa jurídica explore economicamente um serviço de telecomunicações </li></ul><ul><li>Os espectadores pagam assinaturas mensais , para consumir um determinado pacote de canais e conteúdos </li></ul><ul><li>Das assinaturas advém 87% do faturamento e o restante da venda de horário comercial </li></ul><ul><li>O principal valor dessa cadeia é o número de assinantes . </li></ul><ul><li>a operadora, a priori, elabora e vende os pacotes de canais, e transmite a programação </li></ul>TV por assinatura
  20. 20. TV Modelo de Negócio TV por assinatura <ul><li>Os canais produzem e negociam conteúdos com terceiro, para elaborar uma grade de programação </li></ul><ul><li>No Brasil, as operadoras produzem detém grande número de canais </li></ul><ul><li>O objetivo das operadoras é ter o maior número de assinantes possíveis, e nesse contexto assinante significa pessoas que possam e se interessem em pagar pelo serviço </li></ul><ul><li>Diversidade e especialização temática dos canais para atingir nichos socioeconômicos e culturais específicos </li></ul>TV por assinatura
  21. 21. TV Modelo de Negócio TV por assinatura <ul><li>O CPM também é utilizado na precificação do horário, entretanto a segmentação proporcionada pelo modelo faz com que o nicho específico do canal também determine a contratação do horário . </li></ul>TV por assinatura
  22. 22. TV Modelo de Negócio Fig. 2 Cadeia da TV por Assinatura $ Audiência Conteúdo Audiência Conteúdo $ Operadora Industria Cinematográfica Anunciantes $ Canais Assinante $ Conteúdo TV por assinatura
  23. 23. Histórico no Brasil TV por assinatura <ul><li>Primeira manifestação na 60´s, na região serrana do Rio , impulsionada pela necessidade da melhora do sinal; </li></ul><ul><li>Primeiras transmissões efetivas em 1980, com CNN e a MTV, por radiodifusão; </li></ul><ul><li>13 de dezembro de 1989, com a portaria nº 250, do Ministério das Comunicações, o governo disciplinou e distribuição de sinais sem necessidade da utilização do espectro radio elétrico; </li></ul><ul><li>Em 1991, grandes grupos de comunicação como ingressaram no setor, investindo em novas tecnologias. Organizações Globo, que criaram a Globosat com um serviço de TV paga via satélite; o grupo Abril criou a TVA; além de outro grupos importantes, como a RBS e o Grupo Algar </li></ul>
  24. 24. Histórico no Brasil TV por assinatura <ul><li>Em 1995 é promulgada a lei da tv a cabo, e torna a permissão para distribuição em uma concessão e as novas licenças passam a ser concedidas por licitação; </li></ul><ul><li>Entre 1994 e 2000 o número de assinantes cresceu 750%; </li></ul><ul><li>Em 1997, a Anatel assumiu a função de órgão regulador de todos os serviços de telecomunicações, inclusive de televisão por assinatura. (cablecenter.org; abta.com.br, 2008) </li></ul>
  25. 25. Alguns detalhes relevantes TV Ocorre atualmente um processo de ‘segmentação dos públicos’ na televisão – ‘até mesmo um canal especializado como a MTV está tornando-se ainda mais especializado, oferecendo três alternativas de formatos musicais’ (Donlon, 1991, apud Dholakia, 199?) ‘ Em um serviço de televisão a cabo, embora estejam à disposição do telespectador 50 canais, a maioria utiliza 10 canais’ (Barwise e Ethenberg, 1989, apud Dholakia, 199?)
  26. 26. Instituições representativas TV por assinatura <ul><li>ABTA representa as empresas do setor de TV por assinatura em todo Brasil </li></ul><ul><li>Fundada em 1989, é a voz do setor na relação com o governo, o mercado e a mídia </li></ul><ul><li>Principal objetivo assegurar o desenvolvimento competitivo na indústria, defendendo seus legítimos interesses e sua integração à comunidade </li></ul><ul><li>Congrega a quase totalidade das operadoras de serviços de TV por assinatura do País – incluindo as tecnologias cabo, MMDS e satélite - e também as principais programadoras e fornecedores de equipamentos e serviços do setor </li></ul><ul><li>Seus associados são detentores de uma abrangente e extensa infra-estrutura multisserviços de telecomunicações em cabo e MMDS, que atinge mais de 28 milhões de domicílios urbanos no País </li></ul>Brasil
  27. 27. Instituições representativas TV por assinatura <ul><li>Associação que representa e dá suporte internacional a emissoras de TV e rádio </li></ul><ul><li>Fundada em 1993 </li></ul><ul><li>Produz a revista The Channel , que mantém assinaturas regulares em mais de 120 países </li></ul><ul><li>Publica anualmente o Directory of Global Broadcasting , com dados sobre o mercado de TV e Rádio </li></ul>AIB Mundo
  28. 28. FizTV. Você é o canal.
  29. 29. O que é o Fiz “ O Fiz é um canal inovador, com foco no público jovem e na comunidade de produção audiovisual. Feito totalmente pelo telespectador e para o telespectador. A audiência aponta os caminhos e indica os vídeos que merecem ir para a TV. Estimula, organiza e distribui a produção de vídeo livre e pessoal no Brasil. O site é uma comunidade funcional para consulta, participação e upload de vídeos. Junto com ele, funciona um blog de comentários, incentivo e geração de audiência.” (ABRIL.COM, 2008)
  30. 30. O que é o Fiz Pertencente ao Canais Abril de Televisão, do grupo Abril, o FizTv foi lançado no 2º semestre de 2007 como a alternativa interativa do grupo de canais, também composto pela MTV e pelo IDEAL. Praticamente toda a programação é composta por conteúdos produzidos pelos consumidores do canal. :são distribuidoras do canal
  31. 31. Fiz.Organização
  32. 32. Fiz.Organização A equipe é formada por: .Gerentes formados nas áreas de Marketing, Administração, Publicidade e TI. .Produtores recém-formados ou graduandos das áreas de Publicidade e Audiovisual .Programadores (TI) formados. Esta equipe se reporta aos diretores dos Canais Abril. A parcela administrativa é composta por funcionários do Canais Abril alocados no Fiz.
  33. 33. Fiz.Missão e Atividades E para tanto: .Provê, administra e gerencia o site fiztv.com.br; .Concebe, formata e seleciona conteúdo para os programas veiculados no canal; .Fomenta produções audiovisuais independentes;
  34. 34. Fiz.Programação Seleção: Curadoria Site Usuário Seleção de conteúdo Sobe conteúdo Consome conteúdo Rankeamento
  35. 35. Fiz.Programação Os usuários são remunerados pelos vídeos que compõem a grade de programação Existem também produções originais do Canal, como séries de serviço de utilidade pública, e sobre produção audiovisual, como a Faz Bem Feito.
  36. 36. Fiz.Fluxos de informação Interno: .Fluxos transversais através de ferramentas como o Outlook, messenger, telefones, nextel e a boa e velha proximidade das baias. Externos: Administrativos: .Outlook, messenger, telefones
  37. 37. Fiz.Fluxos de informação De conteúdo : .A comunicação com a audiência é feita quase integralmente através do site, onde os usuários “sobem” e consomem os vídeos, além da interação entre eles; .O site também serve como acervo para os produtores do fiz, ou seja, toda recuperação é feita através dele.
  38. 38. <ul><li>HBO (Home Box Office) é um serviço de TV por assinatura pertencente à Time Warner, terceiro maior conglomerado de Midia e Entretenimento do mundo). </li></ul><ul><li>Fundada em 1972. </li></ul><ul><li>Transmitida em mais de 150 países. </li></ul><ul><li>Em julho de 1994, iniciam-se as atividades da HBO na América Latina, através da HBO Latin America Group. Surge assim a HBO Brasil. </li></ul><ul><li>Até 1999 o escritório de São Paulo, além da produção também era responsável pela exibição dos programas. </li></ul><ul><li>Os canais HBO são: HBO, HBO Family, HBO Plus, Cinemax, Max Prime. </li></ul><ul><li>Representa no Brasil outros canais da Time Warner como E!, A&E, Warner Channel, The History Channel, Sony. </li></ul><ul><li>Possui uma fitoteca </li></ul><ul><li>Disponível na NET, TVA, SKY, Neo TV e Telefônica </li></ul>Sobre BRASIL
  39. 39. <ul><li>Não há missão formalizada nem para a HBO Brasil, tão pouco para a Fitoteca. </li></ul><ul><li>Também não há objetivos formalizados para a UI, entretanto pode ser apontado como objetivo geral tácito prover acesso e uso dos materiais do acervo para produção de programas/promos . </li></ul>Missão BRASIL
  40. 40. Atividades <ul><li>Retransmissão da programação, que é elaborada quase que integralmente pela HBO Caracas, leader para América Latina </li></ul><ul><li>Produz Promos, entrevistas, coberturas de festivais de cinema, alguns programas, e séries originais como Mandrake (2005/2007), Filhos do Carnaval (2006/2009) e Alice (2008) </li></ul>BRASIL
  41. 41. Organização BRASIL
  42. 42. Organização <ul><li>Equipe formada por: </li></ul><ul><li>Gerentes de Produção das áreas de Publicidade e Audiovisual </li></ul><ul><li>Produtores formados em diversas áreas </li></ul><ul><li>Câmeras </li></ul><ul><li>Tradutores </li></ul><ul><li>Editores </li></ul><ul><li>Assistente de Fitoteca, graduanda em Biblioteconomia </li></ul>BRASIL
  43. 43. Fluxos de Info Interno: Fluxos hierárquicos através de Outlook, telefones, além do contato pessoal. Externos: Administrativos: Outlook, telefones, webconferencia BRASIL
  44. 44. HBO e FIZ Quadro comparativo Não possui Fitoteca UI formal Nacional: Canais Abril Internacional: Time Warner Grupo Segmento de pessoas das Classes A, B, C Classe A e B Público Curtas, clipes e vinhetas produzidos pela audiência Maioria de Filmes, programas, séries e clipes internacionais. Programação TVA, Jet Telefônica e CTBC NET, TVA, SKY, Neo TV e Telefônica Opertadoras Vitrine da produção livre de vídeos no Brasil Indefinido Missão FIZTV HBO
  45. 45. AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL APONTAMENTOS FINAIS – Serv. de Info. p/ Com. No artigo ‘ Gerenciamento estratégico de informação nas empresas industriais do setor de telecomunicações no Brasil ’, Pontes destaca a importância de uma formação continuada pautada entre o mercado (eventos, reuniões) e a academia (formações específicas – MBA, cursos de graduação) para os atores / gerentes / membros das empresas de comunicação; também relata a necessidade de transmissão desse conhecimento adquirido para o restante da empresa, através da realização de seminários etc. ‘ Gestão do Conhecimento’ + SI
  46. 46. AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL APONTAMENTOS FINAIS – Situação da Com. No Brasil ‘ Os sistemas de informação, entretanto, poderiam servir para um grande número de aplicações sociais não diretamente lucrativas, sobretudo num país tão desigual e injusto como o nosso. Poderiam servir para a educação pública, para a saúde pública, para a segurança pública, para a intervenção cidadã nas decisões políticas. Se não servem, é porque intelectuais, pesquisadores, liderança políticas e militantes em educação, saúde e cidadania não se dão conta disso e seguem alheios a essa discussão’. (Dantas, 2002; 98)
  47. 47. AS COMUNICAÇÕES NO BRASIL APONTAMENTOS FINAIS – Declarações Recentes <ul><li>Hélio Costa, Ministro das Comunicações </li></ul><ul><li>‘ Essa juventude tem que parar de só ficar pendurada na Internet. Tem que assisti mais rádio e televisão ’ </li></ul><ul><li>- (25º Congresso Brasileiro de Radiodifusão – ABERT, 19/05/2009) </li></ul><ul><li>Eric Schmidt, CEO do Google </li></ul><ul><li>‘ Desliguem os computadores. Está na hora de vocês descobrirem o que é humano ao nosso redor ’ </li></ul><ul><li>(Discurso para a Universidade de Pensilvânia, 18/05/2009) </li></ul>
  48. 48. Bibliografia <ul><li>DANTAS, Marcos. A lógica do capital-informação : a fragmentação dos monopólios e a monopolização dos fragmentos num mundo de comunicação globais. Rio de Janeiro: Contraponto, 2002. 2. ed. </li></ul><ul><li>DHOLAKIA, Nikhilesh; MUNDORF, Norbert; DHOLAKIA, Roy Ruby. Novos serviços de informação e comunicação : um quadro de referência estratégico. [199?] </li></ul><ul><li>LENT, Michel. Investimento em mídia BR cresce 5,3% - Internet cresce 27,1%. Blog 'Viu Isso' - 27/05/2009. Disponível em http://www.viuisso.com.br/2009/05/27/investimento-em-midia-br-cresce-53-internet-cresce-271/?owa_from=feed&owa_sid = </li></ul><ul><li>PIRES, José Cláudio Linhares. A reestruturação do setor de telecomunicações no Brasil . [199?] </li></ul><ul><li>MATTOS, César Costa Alves de Mattos. MUELLER, Bernardo Mueller. Regulando o regulador : a proposta do governo e a Anatel. Rev. Econ. Contemp., Rio de Janeiro, 10(3): 517-546, set./dez. 2006. </li></ul><ul><li>PONTES, Cecília Carmen Cunha. Gerenciamento estratégico de informação nas empresas industriais do setor de telecomunicações no Brasil . [199?] </li></ul>
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