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Jtfilho final

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  • 1. “ O PAPEL DO INMETRO E O PROJETO UTILH 2 ” WORKSHOP SOBRE TECNOLOGIAS DO HIDROGÊNIO - NORMALIZAÇÃO Natal, 07 de Julho de 2010 Jorge Trota Filho, M.Sc. Pesquisador do Laboratório de Força, Torque e Dureza Diretoria de Metrologia Científica e Industrial Divisão de Metrologia Mecânica INMETRO [email_address]
  • 2. SUMÁRIO: - Tib - Matérias de Tib - Conceito de Metrologia - Categorias da Metrologia - Qualidade das medições - Atividades do Inmetro - O Inmetro e Projeto UtilH2 - Principais resultados - Conclusão
  • 3. Reúne um conjunto de disciplinas técnicas de uso indiferenciado pelos diversos setores da economia (indústria, agricultura, comércio e serviços) e compreende, na sua essência, as áreas de metrologia , normalização , regulamentação técnica e avaliação da conformidade (acreditação, inspeção, ensaios, certificação e suas funções correlatas, bem como os procedimentos de autorização, aprovação, registro, licença e homologação, esses últimos a cargo dos agentes regulamentadores). TECNOLOGIA INDUSTRIAL BÁSICA - TIB  Atender exigências do mercado mundial quanto a qualidade de produtos e serviços;  Medidas legais em transações comerciais, desenvolvimento tecnológico e qualificação de fornecedores;  Disciplinas técnicas de suporte: sistemas de gestão, propriedade intelectual e informação tecnológica.
  • 4. O conceito de Metrologia Segundo o Vocabulário Internacional de Metrologia (VIM): “ Metrologia é a Ciência da Medição” A metrologia abrange todos os aspectos teóricos e práticos relativos às medições, qualquer que seja a incerteza, em quaisquer campos da ciência ou da tecnologia. “ A ciência da medição associada à avaliação da sua incerteza” FOCO NA QUALIDADE, UNIVERSALIDADE DE RESULTADOS E CONFIANÇA NAS MEDIÇÕES
  • 5. Categorias da Metrologia: Metrologia Científica - é a parte da metrologia que trata da organização e desenvolvimento de padrões de medida e sua manutenção nos níveis mais elevados. Metrologia Industrial - é a parte da metrologia que assegura o adequado funcionamento dos instrumentos de medição usados na indústria bem como na produção e nos ensaios. Metrologia Legal - está preocupada com a exatidão das medições onde estas têm influência na transparência das transações econômicas, saúde e segurança.
  • 6. AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE Processo cujo objetivo é fornecer garantia ou confiança que produtos, processos, sistemas ou pessoas atendem os requisitos especificados em normas ou regulamentos.
    • MECANISMOS USADOS NO BRASIL
    • Certificação
    • Declaração de Fornecedor
    • Etiquetagem
    • Inspeção
    • Ensaios
  • 7. ACREDITAÇÃO “ Procedimento através do qual um organismo autorizado reconhece formalmente que um organismo ou pessoa é competente para desenvolver tarefas específicas.” (ABNT ISO/IEC Guia 2:1998)
    • Vantagens:
    • Evidência de competência técnica;
    • Avaliação por um organismo imparcial e competente;
    • Possibilidade de aceitação internacional;
    • Eliminação das avaliações múltiplas.
  • 8. Calibração Operação que estabelece, numa primeira etapa e sob condições especificadas, uma relação entre os valores e as incertezas de medição fornecidos por padrões e as indicações correspondentes com as incertezas associadas; numa segunda etapa, utiliza esta informação para estabelecer uma relação visando a obtenção de um resultado de medição a partir de uma indicação.
  • 9. Padrões de referência dos labora- tórios de ensaio acreditados Incerteza de medição HIERARQUIA DO SISTEMA METROLÓGICO Indústria e outros setores Ensaios Calibração Padrões Nacionais BIPM Unidades do SI Padrões Internacionais Padrões dos Institutos Nacionais de Metrologia Padrões de referência dos laboratórios de calibração acreditados RASTREABILIDADE COMPARABILIDADE DISSEMINAÇÃO Padrões de trabalho do chão de fábrica, de centros de P&D e de universidades
  • 10. CONFIABILIDADE DAS MEDIÇÕES DURANTE  Exatidão adequada  Reprodutibilidade  Repetitividade
    • Procedimentos/normas
     Precisão adequada  Confiabilidade metrológica  Incerteza de medição  Relatório das medições ANTES  Planejamento experimental  Rastreabilidade  Calibração  Instrumentação adequada  Arranjo experimental ANTES DURANTE DEPOIS
  • 11. Estabelecimento da confiabilidade metrológica - Homogeneidade entre as variâncias das amostras - Compatibilidade entre as dispersões dos conjuntos de repetições de medições realizadas pelo laboratório, com a elaboração do gráfico de controle do estudo dos desvios- padrão em função do tempo; - Tipo de distribuição dos conjuntos das repetições de medições; - Aplicação de critérios de rejeição de valores individuais de cada conjunto visando a otimização de seus respectivos desvios- padrão; - Compatibilidade entre as médias de cada conjunto de repetições, com a elaboração de um gráfico de controle do estudo das médias em função do tempo; - A partir das médias e desvios-padrão dos conjuntos sob controle, são, então, construídas as Cartas de Controle da média e do desvio- padrão; - Estimativa da incerteza de medição; - Realização de Comparação Interlaboratorial.
  • 12. SINMETRO, CONMETRO e INMETRO SINMETRO CONMETRO INMETRO
  • 13. CONMETRO Órgão Normativo do SINMETRO Conselho de Ministros Conselho de Ministros CBN Comitê Brasileiro de Normalização CBN Comitê Brasileiro de Normalização CBM Comitê Brasileiro de Metrologia CBM Comitê Brasileiro de Metrologia CBAC Comitê Brasileiro de Avaliação da Conformidade CBAC Comitê Brasileiro de Avaliação da Conformidade CBR Comitê Brasileiro de Regulamentação CBR Comitê Brasileiro de Regulamentação CCAB Comitê Codex Alimentarius do Brasil CCAB Comitê Codex Alimentarius do Brasil CBTC Comitê de Coordenação de Barreiras Técnicas ao Comércio CBTC Comitê de Coordenação de Barreiras Técnicas ao Comércio CPcon Comissão Permanente dos Consumidores
  • 14. METROLOGIA NORMALIZAÇÃO REGULAMENTAÇÃO TÉCNICA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE SISTEMAS DE GESTÃO PROPRIEDADE INTELECTUAL INFORMAÇÃO TECNOLÓGICA INT ABNT INMETRO INMETRO TECNOLOGIA INDUSTRIAL BÁSICA – TIB e Projeto UTILH2 + segurança
  • 15. ATIVIDADES INSTITUCIONAIS DO INMETRO
    • Metrologia Científica e Industrial
    • Metrologia Legal
    • Acreditação de Laboratórios de Calibração e Ensaios
    • Acreditação de Organismos de Certificação
    • Qualidade e Avaliação da Conformidade
    • Prestação de serviços de calibração e ensaios
    • Produção e desenvolvimento de materiais de referência
    • Autoridade para emitir Regulamentos Técnicos obrigatórios
    • Ponto focal do comércio exterior (“TBT/WTO Enquiry Point”)
  • 16. ATIVIDADES DO INMETRO NO PROJETO UTILH 2
  • 17. Projeto UTILH2 – atividades responsabilidade Inmetro - Meta 6: Mapear as necessidades em TIB para a área de hidrogênio. - Meta 7: Mapear a infraestrutura existente e a ser suprida em padronização, ensaios, calibração, metrologia legal e avaliação da conformidade. - atividade 6 - Realização de Painel Setorial. Projeto UTILH2 – Objetivos, na parte do Inmetro
    • Criação de um check list contendo todos os itens necessários para um laboratório em determinada área de atuação.
    • Oferecer subsídios ao MCT para fazer editais e encomendas nas áreas identificadas pelo projeto.
  • 18. Atividades do UTILH2 em que o Inmetro participa Meta 1: Constituir o Comitê Técnico Brasileiro de Hidrogênio. (ABNT) Meta 2: Elaborar e disseminar as Normas Brasileiras relativa a hidrogênio, harmonizadas com as normas internacionais ISO e IEC. (ABNT) Meta 3: Incrementar a participação brasileira representada pela ABNT, junto a foros regionais e internacionais de normalização. (ABNT) Meta 8, atividade 2: Promover a avaliação de laboratórios de P&D em termos de segurança do hidrogênio e sistemas de células a combustível com base em normas de segurança que serão geradas no projeto. (INT) Atividades do UTILH2 em que o Inmetro colabora
  • 19. OBJETIVO FINAL
    • Criação de um check list contendo todos os ítens necessários para um laboratório em determinada área de atuação.
    • Oferecer subsídios ao MCT para fazer editais e encomendas nas áreas identificadas pelo projeto.
  • 20. OBJETIVO FINAL
    • Criação de um check list contendo todos os ítens necessários para um laboratório em determinada área de atuação.
    • Oferecer subsídios ao MCT para fazer editais e encomendas nas áreas identificadas pelo projeto.
  • 21. PRINCIPAIS RESULTADOS
  • 22. INSTITUIÇÕES ENTREVISTADAS
  • 23. Reconhecimento da Importância da Metrologia e da Qualidade
  • 24. Situação das Instituições quanto à Calibração
  • 25. UTILH2 - PRINCIPAIS LINHAS DE PESQUISA
  • 26. UTILH2 - Grandezas Relacionadas a H 2 e CaCs
  • 27. Panorama Atual das Instituições em Relação à Utilização de Normas
  • 28. OUTRAS ATIVIDADES DE H2 DO INMETRO (1)
    • Demanda do MME: Coordenação do Grupo de Trabalho de Metrologia, Normalização, Regulamentação Técnica, Avaliação da Conformidade, Segurança, Regulação do Mercado e Meio-Ambiente do “Roteiro Brasileiro de Hidrogênio”
    • “ Roteiro para a Estruturação da Economia do Hidrogênio no Brasil”, coordenação-geral do MME, Inmetro coordenou confecção do relatório do Capítulo 7
    • Participação nas reuniões da IPHE, nas delegações brasileiras lideradas pelo MME, com “expertise” em TIB, e co-autoria do “RCS Scoping Paper” do ILC/IPHE
    • Representante brasileiro no Grupo de Trabalho de Regulamentos, Códigos e Padrões da IPHE, por indicação do MME, tendo 2 trabalhos: a) projetos chancelados pela IPHE com conteúdo de RCS; b) levantamento e análise de regulamentos brasileiros para hidrogênio.
  • 29. OUTRAS ATIVIDADES DE H2 DO INMETRO (2)
    • Coordenação na América Latina do projeto da Comissão Européia FCTEDI, da chamada FP6
    • Atuação na CEE-67 da ABNT “Tecnologias de Hidrogênio” e, por extensão, na ISO (TC-197) e na IEC (TC-105)
    • Pesquisa das fontes de erros nas medições de variáveis de células a combustível e modelamento matemático destas fontes e incorporação aos resultados de medição
    • Curso Especializado de confiabilidade metrológica em células a combustível, no âmbito do Projeto UTILH2
    • Publicação em dez/2009 no periódico científico “Measurement” de artigo sobre confiabilidade metrológica sobre uso de H2 e apresentação de trabalhos em 2 congressos
    • Necessidade de laboratório de referência para validação dos modelos matemáticos desenvolvidos e posterior disseminação da confiança
  • 30. TIME DE HIDROGÊNIO DO INMETRO
    • Ana Paula da Silva Nascimento ;
    • Bianca de Souza Noval;
    • Jorge Trota Filho;
    • Luiz Carlos Cabral de Freitas;
    • Paulo Roberto Guimarães Couto;
    • Sérgio Pinheiro de Oliveira.
  • 31. CAMPUS DO INMETRO EM XERÉM Obrigado pela atenção! www.inmetro.gov.br Mecânica Acústica e Vibrações Térmica Elétrica Acreditação de Laboratórios Óptica Química Materiais Dinâmica dos Fluidos Telecomunicações Metrologia Legal Biotecnologia Lab. de Motores