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Aids

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Palestra sobre Aids: o que é, tratamento e afins. Movimento de Arte e Cultura Anjos Decaídos

Palestra sobre Aids: o que é, tratamento e afins. Movimento de Arte e Cultura Anjos Decaídos

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  • 1. Artemosfera Cia. de Artes
  • 2.  Sinônimos: HIV, síndrome da imunodeficiência adquirida ( sida ).  É uma doença que ataca o sistema imunológico devido à destruição dos glóbulos brancos (linfócitosT CD4+).  A Aids é considerada um dos maiores problemas da atualidade pelo seu caráter pandêmico (ataca ao mesmo tempo muitas pessoas numa mesma região) e sua gravidade. Artemosfera Cia. de Artes
  • 3.  A infecção se dá pelo HIV, vírus que ataca as células do sistema imunológico, destruindo os glóbulos brancos (linfócitosT CD4+).  A falta desses linfócitos diminui a capacidade do organismo de se defender de doenças oportunistas, causadas por microorganismos que normalmente não são capazes de desencadear males em pessoas com sistema imune normal. Artemosfera Cia. de Artes
  • 4. Artemosfera Cia. de Artes
  • 5. Artemosfera Cia. de Artes
  • 6.  O HIV pode ser transmitido pelo sangue, esperma e secreção vaginal, pelo leite materno, ou transfusão de sangue contaminado. O portador do HIV, mesmo sem apresentar os sintomas daAIDS, pode transmitir o vírus, por isso, a importância do uso de preservativo em todas as relações sexuais. Artemosfera Cia. de Artes
  • 7. Artemosfera Cia. de Artes
  • 8.  Sabendo disso, você pode conviver com uma pessoa portadora do HIV. Pode beijar, abraçar, dar carinho e compartilhar do mesmo espaço físico sem ter medo de pegar o vírus. Artemosfera Cia. de Artes
  • 9.  Quanto mais respeito e carinho você der a quem vive com HIV/AIDS, melhor será a resposta ao tratamento, porque o convívio social é muito importante para o aumento da auto- estima das pessoas e, conseqüentemente, faz com que elas cuidem melhor da saúde. Artemosfera Cia. de Artes
  • 10.  Sexo na vagina sem camisinha  Sexo oral sem camisinha  Sexo anal sem camisinha  Uso de seringa por mais de uma pessoa  Transfusão de sangue contaminado  Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação  Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados Artemosfera Cia. de Artes
  • 11.  Sexo desde que se use corretamente a camisinha  Masturbação a dois  Beijo no rosto ou na boca  Suor e lágrima  Picada de inseto  Aperto de mão ou abraço  Sabonete/ toalha/ lençóis  Talheres/ copos  Assento de ônibus  Piscina  Banheiro  Doação de sangue  Pelo ar Artemosfera Cia. de Artes
  • 12.  A prática da masturbação com parceiro eventual implica risco de contágio pelo HIV? - Não havendo troca de sangue, sêmen ou secreção, a prática da masturbação a dois não implica qualquer risco de infecção pelo HIV. Artemosfera Cia. de Artes
  • 13.  Qual o risco de contágio com objetos cortantes como aparelhos de barbear, brincos, alicates e piercings? - Atualmente, a maioria dos aparelhos pérfuro-cortantes fabricados, como seringas, máquinas de tatuar, aparelhos para colocar brincos ou piercings, são feitos com materiais descartáveis, que não podem ser usados mais de uma vez. Em caso de dúvida, sugerimos perguntar no local sobre os materiais utilizados. O risco de contaminação no contato do sangue com a pele e mucosa oral é menor do que a exposição percutânea (injeção), porque há maior quantidade de células-alvo suscetíveis à infecção pelo HIV na corrente sanguínea. Além disso, na pele e na mucosa oral existem barreiras imunológicas e não-imunológicas que conferem um determinado grau de proteção, uma vez que estes lugares estão em permanente contato com o meio externo e com microorganismos. Artemosfera Cia. de Artes
  • 14.  Mesmo com a ausência de ejaculação durante o ato sexual é possível ser infectado pelo HIV? - Apesar de o vírus da Aids estar mais presente no esperma, essa não é a única forma do vírus ser transmitido em uma relação sexual. Há, também, a possibilidade de infecção pela secreção expelida antes da ejaculação ou pela secreção da vagina, por exemplo. - Os fatores que aumentam o risco de transmissão do HIV, nesses casos, são: imunodeficiência avançada, relação anal receptiva, relação sexual durante a menstruação e presença de outras doenças sexualmente transmissíveis como cancro mole, sífilis e herpes genital. Artemosfera Cia. de Artes
  • 15.  O beijo, no caso de um dos parceiros ter feridas ou fissuras na boca, é uma via de contágio? - Segundo estudos, não há evidências de transmissão do HIV pelo beijo. Para que houvesse possibilidade de transmissão, seria necessário que houvesse uma lesão grave de gengiva e sangramento na boca. - O HIV pode ser encontrado na saliva, porém as substâncias encontradas nela são capazes de neutralizá- lo. - Práticas como beijar na boca, fumar o mesmo cigarro, tomar água no mesmo copo, não oferecem riscos. Artemosfera Cia. de Artes
  • 16.  A prática do sexo oral sem proteção implica risco de infecção pelo HIV? - Se comparado a outras formas de contágio (sexo vaginal, sexo anal e compartilhamento de seringas, por exemplo), o risco relacionado ao sexo oral é baixo. - Contudo, oferece riscos maiores para quem pratica (ou seja, o parceiro ativo), dependendo fundamentalmente da carga viral (quantidade do vírus no sangue) do indivíduo infectado e se há presença de ferimentos na boca de quem pratica (gengivites, aftas, machucados causados pela escova de dente). - Caso não haja nenhum ferimento na boca, o risco de contágio é menor. Isto se explica, talvez, pela acidez do estômago, que pode tornar o vírus inativo, quando deglutido. - No entanto, na prática de sexo oral desprotegido, há o risco de se contrair herpes, uretrite, hepatite B, ou HPV, independente da sorologia do parceiro. Artemosfera Cia. de Artes
  • 17.  Hoje quem seriam grupos de risco?  O próprio governo se utiliza de preconceito ao lançar uma campanha direcionada.  Hoje a Aids ganha todos os gêneros, entrou em todas as classes, tendo seu maior índice entre jovens de 14 a 21 anos e idosos acima de 60 anos. E as mulheres já ultrapassaram aos antes chamados grupos de risco que eram os homossexuais e drogaditos. A campanha do Ministério da Saúde também procura enfatizar os cuidados para evitar a transmissão entre lésbicas, gays, bissexuais e travestis.
  • 18.  Os primeiros fenômenos observáveis são fraqueza, febre, emagrecimento, diarréia prolongada sem causa aparente.  Na criança que nasce infectada, os efeitos mais comuns são problemas nos pulmões, diarréia e dificuldades no desenvolvimento. Artemosfera Cia. de Artes
  • 19.  candidíase oral,  sensação constante de cansaço,  aparecimento de gânglios nas axilas,  virilhas e pescoço,  diarréia,  febre,  fraqueza orgânica,  transpirações noturnas  perda de peso superior a 10%. Artemosfera Cia. de Artes
  • 20.  sintomas de infecção viral como febre,  afecções dos gânglios linfáticos,  faringite,  dores musculares e nas articulações;  ínguas e manchas na pele que desaparecem após alguns dias;  feridas na área da boca, esôfago e órgãos genitais;  falta de apetite;  estado de prostração;  dores de cabeça;  sensibilidade à luz;  perda de peso;  náuseas e vômitos. Artemosfera Cia. de Artes
  • 21.  A Aids não tem cura, mas os portadores do HIV dispõem de tratamento oferecido gratuitamente pelo Governo.  Ao procurar ajuda médica, em um dos hospitais especializados em DST/Aids, o paciente terá acesso ao tratamento anti-retroviral.  Os objetivos do tratamento são prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida do paciente, pela redução da carga viral e reconstituição do sistema imunológico.  O atendimento é garantido pelo SUS, por meio de ampla rede de serviços. Artemosfera Cia. de Artes
  • 22.  O Brasil distribui 15 medicamentos anti-retrovirais na rede pública de saúde.  Os anti-retrovirais agem na redução da carga viral e na reconstituição do sistema imunológico.  Esses medicamentos: - retardam o aparecimento da aids - possibilitam maior qualidade de vida ao portador do vírus, - redução da ocorrência de infecções oportunistas, - redução da mortalidade - aumento da sobrevida dos pacientes. Artemosfera Cia. de Artes
  • 23.  Para evitar a transmissão da Aids, recomenda-se:  uso de preservativo durante a relação sexual,  uso de seringas e agulhas descartáveis,  teste prévio no sangue a ser transfundido  uso de luvas quando estiver manipulando feridas ou líquidos potencialmente contaminados.  As gestantes devem fazer o teste deAIDS e começar o pré-natal o mais cedo possível. Artemosfera Cia. de Artes
  • 24. 1. Abra a embalagem com cuidado - nunca com os dentes - para não furar a camisinha. Coloque a camisinha somente quando o pênis estiver ereto. 2. Aperte a ponta para retirar o ar e desenrole a camisinha até a base do pênis. Só use lubrificante à base de água. Evite vaselina e outros lubrificantes à base de óleo. 3. Após a ejaculação, retire a camisinha com o pênis duro. Fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze da camisinha. 4. Dê um nó no meio da camisinha e jogue-a no lixo Artemosfera Cia. de Artes
  • 25.  Nunca use a camisinha mais de uma vez.  Usar a camisinha duas vezes não previne contra doenças e gravidez. Artemosfera Cia. de Artes
  • 26. 1. Segure a camisinha com o anel externo pendurado para baixo. 2. Aperte o anel interno e introduza na vagina; com o dedo indicador, empurre a camisinha o mais fundo possível (a camisinha deve cobrir o colo do útero). 3. O anel externo deve ficar uns 3 cm para fora da vagina - não estranhe, pois essa parte que fica para fora serve para aumentar a proteção (durante a penetração, pênis e vagina se alargam e então a camisinha se ajusta melhor). 4. Até que você e o seu parceiro tenham segurança, guie o pênis dele com a sua mão para dentro da sua vagina. Artemosfera Cia. de Artes
  • 27.  De acordo com dados do ministério, o Brasil tem cerca de 630 mil pessoas que vivem com o HIV.  No entanto, esse número deve aumentar, já que o número de pessoas com vida sexualmente ativa que fizeram o teste pelo menos uma vez passou de 40%, em 2009, para 60% em 2010. Artemosfera Cia. de Artes
  • 28.  De acordo com o Ministério da Saúde, o número de testes de HIV distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) dobrou, passando de 3,3 milhões, em 2005, para 8,9 milhões em 2009.  O índice de testagem para HIV em todo o país, no ano passado, foi de 38,4%. Artemosfera Cia. de Artes
  • 29.  O número de novas infecções por HIV no Brasil passou de 37.465, em 2008, para 38.538, no ano passado, de acordo com dados divulgados hoje (1º) pelo Ministério da Saúde.  Em média, são registrados 35 mil novos casos deAids por ano Artemosfera Cia. de Artes
  • 30.  O boletim aponta ainda que 11.839 pessoas com HIV morreram em 2009, praticamente o mesmo número registrado em 2008 (11.815).  Uma das metas do ministério é ampliar o número de testes de HIV por meio do programa Fique Sabendo. Artemosfera Cia. de Artes
  • 31.  Ministério da Saúde Artemosfera Cia. de Artes
  • 32. Artemosfera Cia. de Artes

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