Sara e jessica

4,899 views

Published on

Published in: Business
0 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
4,899
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
5
Actions
Shares
0
Downloads
53
Comments
0
Likes
1
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Sara e jessica

  1. 1. Escola Secundária IBN MucanaAnos lectivos 2009/2010No Âmbito da disciplina de História<br />Do Estado Novo à Democracia<br />Professora: Ana Barreiros<br />Realizado por: Sara Gonçalves e Jéssica Tolentino<br />Entrega: 24/05/2010<br />
  2. 2. O Estado Novo<br />O Totalitarismo<br />A oposição à ditadura<br />A guerra colonial<br />O Marcelismo<br />A “Primavera Marcelista”<br />A política económica e social<br />A Democracia<br />A Revolução dos Cravos<br />O pós-25 de Abril até ao 25 de Novembro<br />A descolonização<br />As instituições democráticas<br />Índice <br />
  3. 3. Estado Novo<br /> Estado Novo é o nome do regime político autoritário e corporativista de Estado que vigorou em Portugal durante 41 anos sem interrupção, desde 1933, com a aprovação de uma nova Constituição, até 1974, quando foi derrubado pela Revolução do 25 de Abril. <br />
  4. 4. Totalitarismo é um regime político baseado na extensão do poder do Estado a todos os níveis e aspectos da sociedade . Pode ser resultado da incorporação do Estado por um Partido (único e centralizador) ou da extensão natural das instituições estatais. Geralmente, é um fenómeno que resulta de extremismos ideológicos e uma paralela desintegração da sociedade civil organizada. O totalitarismo é um regime inserido na 'sociedade de massas',<br /> não existindo enquanto tal antes do <br />século XX. São paradigmas na história<br /> os regimes totalitários de Adolf Hitler <br />e JosefStalin, respectivamente na <br />Alemanha e na União Soviética.<br />O Totalitarismo foi objecto de sátira na <br />obra de George Orwell.<br />Totalitarismo<br />
  5. 5. A oposição à ditadura<br /> Pela Oposição Democrática surge o nome de Arlindo Vicente, antes ainda, do anúncio da candidatura de Humberto Delgado. Outros nomes haviam sido propostos entre os quais o de Cunha Leal, velho inimigo de Salazar com copiosa e crítica obra escrita, desde os anos 30, contra o Chefe do Governo, anticomunista de feição e formação no campo das fileiras da 1.ª República. Já idoso e sentindo-se doente declarou-se incapacitado para a luta política que se <br />avizinhava. Arlindo Vicente, então com 52 <br />anos, independente politicamente, que como <br />já se afirmou alcançara alguma notoriedade, no <br />campo das artes plásticas, no início do regime do<br /> qual sempre discordara, irá ser apoiado por forças<br /> ideológicas do mais variado tipo, não rejeitando<br /> qualquer delas, desde que opositoras ao regime.<br /> Surge, pouco depois, a candidatura de<br /> Humberto Delgado - um jovem general, com um<br />grande política a defender;<br /> Assim, foram formando-se vários partidos opositores. <br />Perante esta situação, o governo começou a ver o caso mal<br /> parado. <br />
  6. 6. A guerra colonial<br /> Designa-se por Guerra Colonial, Guerra do Ultramar (designação oficial portuguesa do conflito até ao 25 de Abril, o período de confrontos entre as Forças Armadas Portuguesas e as forças organizadas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, entre 1961 e 1974. <br /> O início deste episódio da história militar portuguesa ocorreu em Angola, a 4 de Fevereiro de 1961, na zona que viria a designar-se por Zona Sublevada do Norte (ZSN), que corresponde aos distritos do Zaire, Uíjee Quanza-Norte. A Revolução dos Cravos em Portugal, a 25 de Abril de 1974, determinou o seu fim. Com a mudança do rumo político do país, o empenhamento militar das forças armadas portuguesas deixou de fazer sentido. Os novos dirigentes anunciavam a democratizaçãodo país e predispunham-se a aceitar as reivindicações de independência das colónias — pelo que se passaram a negociar as fases de transição com os movimentos de libertação empenhados na luta armada.<br />
  7. 7. O marcelismo<br /> A decomposição do regime derrubado pelo 25 de Abril começou, evidentemente, muito antes desta data. Prenunciava-se nos últimos quinze anos de governo de Salazar; precipitou-se logo que Marcelo Caetano assumiu o poder.Na verdade, como se provou, o regime vivia quase só da personalidade e do génio de Salazar. O êxito da sua política financeira em 1928, a política externa do anos trágicos da II Grande Guerra que salvaguardou a neutralidade; a firmeza impassível da resistência africana; a habilidade com que, durante quarenta anos, congraçou e pôs a colaborar as diversas forças políticas que apoiavam o Estado Corporativo — granjearam a Salazar um prestígio e uma força política excepcionais neste país sentimentalmente anarquista que, durante quase um século, incapaz de se autodisciplina, vivera em situação endémica da guerra civil. <br /> A determinação, a frieza, a visão histórica <br /> com que Salazar olhava e resolvia os <br /> problemas, impuseram-no à consciência da Nação;<br /> a sua proverbial honestidade, a austeridade e <br /> a isenção faziam-no respeitado, até pelos <br /> adversários. <br />
  8. 8. A “Primavera Marcelista”<br /> Primavera Marcelista designa o período inicial do governo de Marcelo Caetano, entre 1968 e 1970, no qual se operou uma certa modernização económica e social e uma liberalização política moderada, criando a expectativa de uma verdadeira reforma do regime em Portugal, o que não chegou a acontecer.<br /> Marcelo Caetano foi escolhido para suceder a António de Oliveira Salazar em Setembro de 1968, após este ter sofrido um acidente vascular cerebral que o impossibilitou de continuar a exercer o cargo de presidente do conselho de ministros. Tido com um democrata, Caetano rodeou-se de representantes de uma nova vaga de tecnocratas<br />
  9. 9. A política económica e social<br /> A obra do Estado Novo vem como uma volta à integridade e honestidade perdidas com a revolução liberal. Além de endireitar as contas públicas, que como saberão, é a premissa para o desenvolvimento económico, Salazar é o obreiro de outras grandes medidas que elevaram o país. Deixem-me agora falar resumidamente sobre o que foi feito durante esta grande época para Portugal:As Políticas Económicas do Estado NovoAs principais e mais duradouras características do modelo económico do Estado Novo foram construídas durante a Ditadura Militar, entre as quais:- Politica de fomento das obras públicas;- Política colonial;- Acto colonial;- Política de autarcia;- Constituição política;- Estatuto do Trabalho Nacional;- Política conjuntural anti-depressão.<br />
  10. 10. O Período 1928-1948As duas primeiras décadas da política do Estado Novo, no que respeita aos aspectos económicos, foram condicionadas por dois factores essenciais:- A preocupação de moderação, com o objectivo de preservar equilíbrios difíceis tanto a nível teórico como a nível prático-ideológico;- O impacte da Grande Depressão de 1929 e a Segunda Guerra Mundial.Estes dois aspectos traduziram-se numa barreira para definir, neste período, uma política económica de industrialização.A estabilização financeira e monetáriaA estabilização financeira e monetária era essencial, pois iria permitir a renovação e o progresso económico do país, através de infra-estruturas tendentes à unificação do mercado interno que assegurariam o fornecimento de energia a baixo preço. O esforço de estabilização é bem anterior à reforma financeira de Salazar, que se tornou ministro das Finanças, em 27 de Abril de1928.Para atingir a estabilização económica e monetária foram adoptadas medidas jurídicas de carácter económico, tais como: a reforma do regime tributário; a reforma do crédito; a legislação do condicionamento das indústrias e o proteccionismo alfandegário.<br />
  11. 11. Democracia<br />A Democracia é um regime de governo onde o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), directa ou indirectamente, por meio de representantes eleitos — forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico.<br />
  12. 12. A implantação da democracia em Portugal<br /> Após a Revolução, Portugal sofre mudanças:<br />No sistema político (liberdade )<br />Nas concepções e valores<br />Nas estruturas e relações sociais<br />Na economia<br />Contudo, esse processo não foi fácil nos dois primeiros anos.<br />
  13. 13. Revolução dos Cravos<br /> Antes do dia 25 de Abril de 1974, o nosso país vivia mergulhado na tristeza e no medo. Durante mais de 40 anos, quem governou Portugal até esse dia foi Salazar e, logo a seguir, Marcelo Caetano. Não havia democracia, não se realizavam eleições livres e ficavam sempre os mesmos a mandar. As pessoas não tinham liberdade para polícia política que vigiava, prendia e torturava quem tivesse ideias contrárias às do governo.<br /> Com o 25 de Abril, mudou muita coisa no nosso país: acabou a ditadura e começou a democracia. O povo português passou a ter liberdade dizer o que pensavam sobre o governo. Havia a PIDE, uma porque aconteceu uma revolução, a Revolução dos Cravos. O povo saiu à rua para comemorar a festa da Democracia, com os soldados que nos libertaram da Ditadura. Toda a gente se abraçava. Os soldados colocaram cravos nos canos das suas espingardas, simbolizando uma mudança pacífica de regime. Muitos distribuíam cravos vermelhos. As pessoas gritavam:<br /> «O POVO, UNIDO, JAMAIS SERÁ VENCIDO».<br /> Por este motivo, o dia 25 de Abril foi declarado “DIA DA LIBERDADE”.<br />
  14. 14. O pós 25 de Abril até ao 25 de Novembro<br /> Após o 25 de Abril havia dois principais problemas a resolver com urgência. Eram eles a Descolonização e a liquidação do antigo regime. <br />
  15. 15.  <br />A Descolonização de 1975<br />Descolonização das colónias portuguesas em África<br />Desde a 2ª Guerra Mundial aparecem movimentos nacionalistas e independentes nas colónias europeias, tais movimentos que defendem os valores da liberdade, justiça social e igualdade entre as nações.<br />Fases da Descolonização<br />Luta da libertação; Guerra Colonial<br />Processo de transferência do poder;<br />Acordos de independência;<br />Consolidação da identidade nacional<br />
  16. 16. 25 de Novembro de 1975<br />Golpe militar que pôs fim à influência da esquerda militar radical no período revolucionário iniciado em Portugal com on25 de Abril de 1974.<br />Conduziu quase à guerra civil<br />Este contra-golpe foi levado a cabo pelos militares da ala moderada, na qual se incluíram Vasco Lourenço, Jaime Neves e Ramalho Eanes.<br />Falhou, mas abriu caminho à democracia liberal<br />
  17. 17. As Instituições democráticas<br />Com a constituição de 1976 ficaram garantidos os direitos de todos os cidadãos:- Foi instituído em Portugal um regime democrático pluripartidário descentralizado- Foram definidas eleições livres por sufrágio universal- A estrutura económica acentuava-se na transição para o socialismo- Foi definido um período de 4 anos de transição entre o poder militar e o poder político<br />
  18. 18. Aboliram o Conselho de Revolução que passou a ser substituído pelo Conselho de Estado assistindo este o Presidente da República em todas as decisões de importância nacional;<br /> Na justiça os juízes passam a ser nomeados pelos conselhos superiores de magistratura e não pelo Ministro da justiça como pela constituição de 1976;<br />Limitaram os poderes do Presidente da República em favor da Assembleia da República e devido a isto o regime passa a estar entregue á sociedade civil e aos partidos assumindo-se assim como uma democracia parlamenta <br />

×