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RYO - Inovação - Promover e Gerenciar - Yogui - 2011

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  • 1. RYO CONSULTINGINOVAR, INSPIRAR E COLABORAR P r a i a d e B o t a f o g o , 5 0 1 – B l . 0 1 – s l . 1 0 1 – R i o d e J a n e ir o – R J  T e l : + 5 5 2 1 2 5 8 6 6 3 5 3  i n f o @ r y o - c o n s u l t i n g . c o m RYO CONSULTING INOVAÇÃO PROMOVER E GERENCIAR Yogui,R Julho de 2011 ® 2011 – Direito AutoralRYO CONSULTINGPraia de Botafogo, 501 – bloco 01 – sala 101Botafogo – Rio de Janeiro – RJ - Brasil+55 21 2586 6353 info@ryo-consulting.com
  • 2. RYO CONSULTINGINOVAR, INSPIRAR E COLABORAR® 2011 – Direito AutoralSúmárioAs organizações e seus profissionais estão enfrentando, cada vez mais, um mundo de grandestransformações através da competitividade global, das exigências promovidas pelo mercado, pela falta deprevisibilidade de algumas economias e também pelas demandas dos stakeholders que relacionamdiretamente e indiretamente com sua área de atuação.O fator mudança no cenário dos negócios é algo inevitável, porém como comentou Charles Darwin, nateoria da evolução, não serão os mais fortes ou inteligentes que sobrevivem mas aqueles mais adaptáveisao novo ambiente.Assim, abordar o tema da Inovação nas organizações passa a ser um fator-chave para o seu sucesso. Agrande questão e o principal desafio é como abordá-la no ambiente corporativo, já que o tema é amplo esujeito a várias interpretações.Este documento, tem como objetivo ser uma referência inicial sobre a conceituação de Inovação do pontode vista corporativo e principalmente prover algum referencial teórico para sua promoção e gestão.Notas: Todos os nomes de marcas e produtos utilizados neste material são nomes de marcas, marcas de serviços, marcas comerciaisou marcas registradas de seus respectivos donos. É proibida a duplicação ou reprodução deste volume, no todo ou parte, sobquaisquer formas ou por quaisquer meios (eletrônicos, gravação, fotocópia, distribuição na Web e outros), sem a permissão expressado autor.RYO CONSULTINGPraia de Botafogo, 501 – bloco 01 – sala 101Botafogo – Rio de Janeiro – RJ - Brasil+55 21 2586 6353 info@ryo-consulting.com 2
  • 3. RYO CONSULTINGINOVAR, INSPIRAR E COLABORAR® 2011 – Direito AutoralIntrodução Segundo Govindarajan e Trimble (2010), os anos 1990 trouxeram um movimento oposto aoposicionamento estratégico dos anos 1980 que destaca a forte defesa e resistência de uma posição jáconquistada no mercado. Segundo os autores, os anos 1990 trazem uma nova abordagem, pois apenasfocar na defesa provocaria a queda de todas as vantagens competitivas ao longo do tempo. A estratégianão poderia ser a manutenção do status quo e sim Inovar. Collins e Porras (1995) destacaram que as empresas visionárias são mais do que bem sucedidas,são duradouras, elas enfrentam contratempos e erram em alguma fase de suas vidas, no entanto – e esteé um ponto muito importante – tem uma incrível capacidade de recuperação, conseguindo dar a volta porcima das adversidades. Todos os setores estão sujeitos a tendências externas que afetam seus negócios ao longo do tempocomo foi o caso da ascensão da internet mas a maioria das empresas se adapta de forma gradual e umtanto passiva mas o aspecto principal é observação sobre a mudança de valor que estas tendências tempara os Clientes e como impactará os modelos de negócios da empresa ( Kim e Mauborgne, 2005). Para Kaplan e Norton (1996), os ciclos de vida dos produtos continuam diminuindo. A vantagemcompetitiva numa geração da vida de um produto não garante a liderança na próxima plataformatecnológica. Para se obter sucesso, não bastará simplesmente intensificar as estratégias de gestão existentes.Os líderes terão que pensar em maneira diferente sobre como concorrer e serem lucrativos ( Tapscott eWilliams, 2006).RYO CONSULTINGPraia de Botafogo, 501 – bloco 01 – sala 101Botafogo – Rio de Janeiro – RJ - Brasil+55 21 2586 6353 info@ryo-consulting.com 3
  • 4. RYO CONSULTINGINOVAR, INSPIRAR E COLABORAR® 2011 – Direito AutoralInovação – O Conceito Ao abordar o tema da Inovação nas organizações, promovendo uma discussão aberta sobre otema, gerará uma grande profusão de idéias e comentários, porém de forma efetiva, esta iniciativa terápouca valia se não houver um entendimento inicial claro do que é Inovação e principalmente do que não éInovação. Asssim, iniciamos abordando o conceito da Inovação, através de uma suscinta revisão bibliográficasobre algumas das principais abordagens sobre tema que ajudarão ao leitor olhar e compreender o temapor dimensões distintas mas que conjuntamente observam o mesmo fenômeno, a Inovação em si.Autor(es) Abordagem Definição A Inovação é a ferramenta-chave dos gestores, o meio pelo qual exploram a mudança como uma oportunidade para um Conceito: negócio ou serviço diferente. É passível de ser apresentadaDrucker (1985) A Inovação como uma disciplina, de ser ensinada e aprendida, de ser praticada. A Inovação sem valor tende a ser movida a tecnologia, Conceito: promovendo pioneirismo ou futurismo que talvez se situemKim e Mauborgne Inovação e além do que os compradores estejam dispostos a aceitar e(2005) Valor comprar. A Inovação é muito mais que invenção. A invenção envolve a Conceito: criação de uma nova idéia e sua materialização. A InovaçãoFreeman e Soete Inovação e de forma mais abrangente, engloba todas as atividades que(2007) Invenção são requeridas para a sua comercialização de uma nova tecnologia. O modelo de diferenciação de valor incorpora, explicitamente, Conceito: a criação e a evolução de conceitos na organização e em suaTakeushi e Nonaka Diferenciação administração. A diferenciação de valor, descortina um novo(2008) de Valor horizonte para a organização do processo de Inovação do conceito de produto. As organizações atualmente bem sucedidas precisam fomentar Conceito: a Inovação e dominar a arte da mudança, ou serão candidatas Inovação e à extinção. O sucesso irá para as organizações que mantemRobbins (2009) Comportamento sua flexibilidade, continuamente aprimoram sua qualidade e Organizacional enfrentam a concorrência colocando no mercado um constante fluxo de produtos e serviços inovadores. A empresa deve buscar, e não evitar, as pressões e os desafios. Conceito: Parte da estratégia consiste em se beneficiar do ambiente do Inovação -Porter (1999) próprio país, de modo a criar o ímpeto para a Inovação. Pressões e ...tratar os funcionários como colaboradores permanentes, Desafios para estimular a melhoria das habilidades e da produtividade. O quadro acima não esgota a conceituação do tema mas permite ter um ponto inicial paracompreender o conceito da Inovação. Literaturas adicionais são recomendadas na bibliografia que seencontra no final deste documento.RYO CONSULTINGPraia de Botafogo, 501 – bloco 01 – sala 101Botafogo – Rio de Janeiro – RJ - Brasil+55 21 2586 6353 info@ryo-consulting.com 4
  • 5. RYO CONSULTINGINOVAR, INSPIRAR E COLABORAR® 2011 – Direito AutoralInovação – Tipologia A palavra Inovação remete o público em geral em pensar em produtos com sofisticada tecnologiaembarcada, entretanto a Inovação nas organizações podem se manifestar de várias outras formas. Atipologia da Inovação é muito mais complexa e sofisticada do que o entendimento por boa parte dos leigosno assunto. A abordagem dos tipos de Inovação, pode ajudar ao leitor a identificar oportunidades deInovação na sua organização, considerando variáveis de sua magnitude e formas de aplicação.Autor(es) Abordagem Definição • Inovação de Produto – mudanças nas coisas (produtos/serviços) que uma empresa oferece; • Inovação de Processo – mudanças nas formas em que as coisas (produtos/serviços) são criadas e Conceito:Bessant e Tidd ofertadas ou apresentadas ao consumidor; Os 4 P´s da(2007) • Inovação de Posição – mudanças no contexto em que Inovação produtos/serviços são introduzidos; • Inovação de Paradigma – mudanças nos modelos mentais básicos que norteiam o que a empresa faz. • Tecnologias Sustentadas – tecnologias que promovem a melhoria do desempenho de um produto Conceito: existente. Inovação • Tecnologias Disruptivas – são aquelas que trazem através deChristensen (1997) novo valor de preposição ao mercado referente ao que Tecnologias havia antes deles. Normalmente são mais baratos, Sustentadas e simples, pequenos e normalmente mais conveniente ao Disruptivas uso. (exemplo: tablets ) • Inovação Incremental – menor grau de novidade Conceito: envolvida.Bessant e Tidd Inovação • Inovação Radical – maior grau de novidade(2007) Incremental e envolvida. Radical • Inovação Fechada – desenvolvida com recursos Conceito: exclusivamente internos e focada na lógica. Inovação • Inovação Aberta – combina idéias internas eChesbrough (2006) Aberta e externas em arquiteturas e sistemas que os Inovação requerimentos são definidos por um modelo de negócio. Fechada Os conceitos podem ser aplicados de forma não exclusiva, ou seja, podem ser combinadas conformea estratégia da organização, recursos disponíveis e intensidade desejada da Inovação.RYO CONSULTINGPraia de Botafogo, 501 – bloco 01 – sala 101Botafogo – Rio de Janeiro – RJ - Brasil+55 21 2586 6353 info@ryo-consulting.com 5
  • 6. RYO CONSULTINGINOVAR, INSPIRAR E COLABORAR® 2011 – Direito AutoralAs falácias e mitos sobre Inovação A partir dos conceitos e tipologias abordadas, colocamos o leitor em contato com o que nãorepresenta ou não é relativo a Inovação dentro das organizações: • Uma atividade pontual dependente exclusivamente de um único profissional criativo; • A Inovação é um evento discreto dentro das organizações e não um processo contínuo; • Qualquer mudança na organização é uma Inovação; • A Inovação não pode ser ensinado pois é algo nato dos indivíduos; • Ter mais recursos e investimentos tornam empresas mais inovadoras. Corroborando com os itens acimas, o Manual de Inovação – Roteiro para Crescimento Disruptivo– da Havard Business School, apresenta 5 grandes mitos sobre Inovação: 1. Inovação é Tecnologia; 2. Mais recursos = Mais Inovação; 3. Grandes mudanças é que conta para o sucesso; 4. É um processo aleatório e imprevisível; 5. Você não pode ensinar as pessoas a serem mais inovadoras.As Barreiras e Como promover a Inovação As barreiras para a Inovação estão presentes de forma formal ou informa, as vezes visíveis ouinvisíveis dentro das organizações. É necessário identifica-las e trabalhar para sua redução ou anulação.Koupolos (2009), estabeleceu os 10 comportamentos que geram as barreiras para a Inovação. São elas: 1. Acreditar que a Inovação acontecerá sozinha; 2. Criar expectativas para criação de um ambiente Inovador e não materializando-a; 3. Previlegiar um grupo e coloca-los como únicos responsáveis pelo suscesso da Inovação; 4. Obstruir de forma sucessiva novas idéias; 5. Rechaçar o “novo” e o “diferente” por achar ruim; 6. Designar departamentos com cultura burocrática para o desenvolvimento das boas idéias; 7. Temer demasiadamente o erro e o fracasso; 8. Inovar quando é apenas preciso; 9. Deixar os “inovadores” resolverem seus problemas sozinhos; 10. Inovação = caixa de sugestão Para promover a Inovação, as organizações devem estar preparadas em seu ambienteorganizacional. O´Brien (1995), afirma que as organizações no século XXI tem que apresentar quatrocapacidades necessárias para atuarem neste novo século:RYO CONSULTINGPraia de Botafogo, 501 – bloco 01 – sala 101Botafogo – Rio de Janeiro – RJ - Brasil+55 21 2586 6353 info@ryo-consulting.com 6
  • 7. RYO CONSULTINGINOVAR, INSPIRAR E COLABORAR® 2011 – Direito Autoral 1. Aprender a dispersar poder de maneira ordenada, não caótica, que significa aplicar o empowerment, ou seja, conceder o poder, de modo que a autodisciplina possa em grande parte substituir a disciplina imposta; 2. O entendimento sistêmico, significando entender sistemas e suas interrelações; 3. A capacidade de conversação, que constitui a maior ferramenta de aprendizado da organização – mais importante do que os recursos computacionais ou pesquisa sofisticada; 4. A adesão voluntária, segundo a qual a maioria de nossos líderes deve conquistar seguidores de forma espontânea e não pensar em termos de controlá-los.Liderando a Inovação Segundo Koulopoulos (2009), o único elemento consistente encontrado nas organizações querealmente sustenta a inovação é a liderança. Os líderes que esperam que suas organizações alcance altosíndices de Inovação sustentada, precisam superar a inércia organizacional e se concentrar em quatroobjetivo distintos que promovem a Inovação. São eles: 1. Distinguir e separar as competências essenciais do núcleo do modelo de negócios da empresa; 2. Criar e fortalecer uma cultura de Inovação; 3. Equilibrar a tendência de acomodação em virtude de sucessos anteriores; 4. Estabelecer uma estrutura organizacional que facilite a Inovação.Inovação – A Gestão Segundo Bessant e Tidd (2009), as empresas inteligentes sabem o risco de ficar para trás noambiente turbulento e complexo dos dias atuais e investem tempo e esforçam-se para criar sistemas,estruturas e processos a fim de garantir um fluxo ininterrupto de Inovação.RYO CONSULTINGPraia de Botafogo, 501 – bloco 01 – sala 101Botafogo – Rio de Janeiro – RJ - Brasil+55 21 2586 6353 info@ryo-consulting.com 7
  • 8. RYO CONSULTINGINOVAR, INSPIRAR E COLABORAR® 2011 – Direito Autoral Para a gestão da Inovação, Dodgspon et.al ( 2008) destacam a mudança da natureza da gestão nosdias atuais, conforme mostra o quadro abaixo: Paradigmas de Gestão Velho Paradigma Novo Paradigma- Disciplina Organizacional - Aprendizado Organizacional- Rigidez Organizacional - Flexibilidade Organizacional- Comando e Controle - Empowerment- Mercados Hierarquizados - Redes- Estratégia como plano prescritivo - Estratégia como processo, construção de consenso e unidade- Síndrome do “não se inventa aqui” - Receptividade a inputs externos- Tecnologia digirida por unidades estratégicas de - Tecnologia dirigida por núcleos de competênciasnegócios- Estruturas Funcionais - Estruturas por Processos de Negócios- Conhecimento é periodicamente útil e reside em - Conhecimento é uma fonte chave dapoucas pessoas competitividade e sua criação e difusão são estimuladas na organização como um todo. Compreender o novo paradigma, irá facilitar a gestão da Inovação nas organizações pois ele émuito mais propício para o desenvolvimento de um ambiente que fomente a Inovação de formasustentável. Na mesma linha, Campos (2002), destaca a maior relevância da Inovação Organizacional frente acriatividade individual, transcrevendo o trabalho desenvolvido por Hill e Amabile (1993) com relação amotivação instrínsica e criatividade na educação e ambiente corporativo, ressaltando os fatores básicosque compõe a organização criativa:  Recursos – dizem respeito a fundos, materiais, pessoas e informações disponíveis para realizar o trabalho. Tais recursos, entretanto, podem ou não ser usados de forma criativa;  Técnicas – incluem competências no gerenciamento de Inovação, presentes nos distintos níveis da organização e voltadas para a concepção, desenvolvimento e implementação de ideias criativas;  Motivação – esse fator é considerado o componente mais importante tanto no nível individual como organizacional. Lembram Hill e Amabile, que os recursos e competências de gerenciamento tornam a Inovação possível, considerando, entretanto que o elemento catalisador é a motivação para Inovar, que engloba uma orientação para o futuro e uma visão voltada para o risco, sobretudo por parte dos escalões superiores da organização. Outros aspectos para a gestão da Inovação devem ser contempladas como uma política formal dePesquisa e Desenvolvimento bem como as métricas de avaliação com indicadores de desempenhopertinentes para sua mensuaração.RYO CONSULTINGPraia de Botafogo, 501 – bloco 01 – sala 101Botafogo – Rio de Janeiro – RJ - Brasil+55 21 2586 6353 info@ryo-consulting.com 8
  • 9. RYO CONSULTINGINOVAR, INSPIRAR E COLABORAR® 2011 – Direito AutoralInovação Aberta – uma mudança de paradigma A Inovação Aberta é um paradigma que assume que as organizações podem e devem usar ideiaexternas bem como as internas além de meios internos e externos como formas de avançar em seusprocessos de Inovação (Chesbrough, 2006) . Besstant e Tidd (2009) comentam que mesmos as principais empresas que mantém sua estruturade Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) interna estão começando a precerber as razões para umaabordagem de “Inovação Aberta”, que está relacionada também com fontes de pesquisa em qualquer outrolugar. Koulopoulos (2009) comenta que se predermos a um único fluxo de ideias, sem jamais criar umadinâmica para rompê-lo, não seremos capazes de identificar ou de aproveitar novas tendências,oportunidades e opções quando elas surgem. Segundo Chesbrough (2006) , os princípios da Inovação Aberta são:  Nem todas as pessoas inteligentes trabalham para nós. Precisamos trabalhar com estas pessoas dentro e fora de nossa organização  P&D externo pode criar valor significativo. P&D interno é necessária para reinvidicar parte deste valor;  Não necessariamente precisamos ser a origem da pesquisa para que possamos lucrar com ela;  Ter um melhor modelo de negócios é melhor que ser o primeiro a chegar ao mercado;  Se fizermos o melhor uso das ideias internas e externas, nós venceremos;  Nós podemos, tanto lucrar a partir do uso por terceiros de nossos processos de inovação como nós podemos adquirir de terceiros o processo de inovação, a qualquer momento que isto permita avançar em nosso próprio modelo de negócio.RYO CONSULTINGPraia de Botafogo, 501 – bloco 01 – sala 101Botafogo – Rio de Janeiro – RJ - Brasil+55 21 2586 6353 info@ryo-consulting.com 9
  • 10. RYO CONSULTINGINOVAR, INSPIRAR E COLABORAR® 2011 – Direito AutoralConsiderações e Reflexões sobre Inovação Como abordado anteriormente, o assunto Inovação é muito abrangente e este material não esgotatoda a abordagem possível do tema. Este mateiral serve como um ponto de partida para um estudo maisprofundo sobre os aspectos que envolvem o processo de Inovação nas organizações. Porém, com base nospontos abordados, pode-se afirmar que :  Inovação não é apenas Criatividade Individual;  Inovação não é apenas a adoção de uma nova Tecnologia;  Inovação é um processo contínuo e não um evento isolado dentro das organizações;  Existem vários modelos de inovação com base em sua intensidade e abordagens;  Além de contínuo, a Inovação é um processo coletivo;  Deve ter indicadores de desempenho e consequentemente processos de avaliação;  Envolve necesariamente toda organização e pode envolver fontes externas;  Envolve metodologia , gestão e liderança bem como alinhamento estratégico. Recomendamos também leituras sobre temas correlatos e complementares como ;  Liderança  Estratégia  Gestão do Conhecimento  Controle Gerencial  Gereciamento por Processos de Negócios  Design Thinking  Business Model GenerationRYO CONSULTINGPraia de Botafogo, 501 – bloco 01 – sala 101Botafogo – Rio de Janeiro – RJ - Brasil+55 21 2586 6353 info@ryo-consulting.com 10
  • 11. RYO CONSULTINGINOVAR, INSPIRAR E COLABORAR® 2011 – Direito AutoralSobre o Autor: Yogui,R. • Sócio-Diretor da RYO CONSULTING • Membro do conselho diretor do Centro para Inovação e Competitividade – CIC • Professor da PUC-Rio, sendo membro do grupo MIPS – Modelagem de Informações para Projetos Sustentáveis Possui mais de 20 anos de experiência profissional em Inovação - de Processos, Tecnológica, Modelos de Negócios e Desenvolvimento de Produtos - servindo organizações como Grupo Ultra, Metagal, Flag Tecnologia e Bentley Systems. Como executivo, foi responsável por desenvolvimento de negócios nos segmentos de Infraestrutura, Tecnologia e Engenharia no Brasil e América do Sul. Contribuiu para introdução na indústria nacional de tecnologias e conceitos como Rapid Prototyping, Laser Scanning, Maquetes Eletrônicas Inteligentes, Workface Planning, ISO 15926 & Interoperabilidade, Realidade Virtual, Construction Simulation e ConstrutibilidadeFormação Acadêmica: • Mestrando pelo IBMEC-RJ • MBA em Gestão Empresarial pela FGV-RJ e atualmente Mestrando em Administração pelo IBMEC-RJ • Pós-graduado em Marketing pela ESPM/SP • Engenheiro formado pela Faculdade de Engenharia Industrial – FEI/SPRYO CONSULTINGPraia de Botafogo, 501 – bloco 01 – sala 101Botafogo – Rio de Janeiro – RJ - Brasil+55 21 2586 6353 info@ryo-consulting.com 11
  • 12. RYO CONSULTINGINOVAR, INSPIRAR E COLABORAR® 2011 – Direito AutoralReferência BibliográficaBESSANT, J.; TIDD, J. Inovação e Empreendedorismo – editora Bookman – 2009CAMPOS, C. A Organização Inconformista – 2 ed. - editora FGV – 2002CHESBROUGH, H. Open Innovation; a new imperative for creating and profiting from technology –editora Harvard Business School - 2006CHRISTENSEN, C.M. The innovator´s dilemma; when technologies causes great firms to fail - editoraHarvard Business School - 1997COLLINS, J.; PORRAS, J. Feitas para Durar - Práticas bem-sucedidas de empresas visionárias – 3 ed. –editora Rocco - 1995DODGSON,M.; GANN, D.; SALTER,A. The Management of technological Innovation – editora OxfordUniversity Press - 2008DRUCKER,P. Innovation and Enterpreneurship – 1985FREEMAN,C.; SOETE,L. Developing science, technology and innovation indicators: what we can learn –2007HILL,K.G.; AMABILE, T.M. A social psychology perspective in creativity; intrinsic motivation andcreativity in the classroom and workplace – 1993Innovation Handbook – a roadmap to disruptive growth – Havard Business School PublishingGOVINDARAJAN, V.; TRIMBLE, C. O outro lado da Inovação – editora Campus - 2010KAPLAN,R.S.; NORTON,D. P. A estratégia em ação – 14 ed. - editora Campus - 1996KIM,C.W.; MAUBORGNE, R. A Estratégia do Oceano Azul – 11 ed. - 2005KOULOPOULOS, T. M Inovação com resultado – editora Senac - 2009O´BRIEN, W. Por que dar-se ao trabalho?; uma perspectiva do CEO - 1995PORTER, M. Competição – Estratégias Competitivas Essenciais – 12 ed. - 1999ROBBINS,S. Fundamentos do Comportamento Organizacional – 8 ed. – 2009TAKEUCHI,H; NONAKA,I. Gestão do Conhecimento – editora Bookman – 2008TAPSCOTT,D.; WILLIAMS, A. D. Wikinomics – Como a colaboração em massa pode mudra o seu negócio- 2006RYO CONSULTINGPraia de Botafogo, 501 – bloco 01 – sala 101Botafogo – Rio de Janeiro – RJ - Brasil+55 21 2586 6353 info@ryo-consulting.com 12