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Tendências em Gerenciamento de Projetos
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Tendências em Gerenciamento de Projetos

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Apresentação realizada no COALTI-AL (Congresso de Tecnologia da Informação - Alagoas). Dia 04/10/2013. Local: Centro de Convenções Ruth Cardoso - Maceió-AL.

Apresentação realizada no COALTI-AL (Congresso de Tecnologia da Informação - Alagoas). Dia 04/10/2013. Local: Centro de Convenções Ruth Cardoso - Maceió-AL.

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  • DisciplinasorquestradaspelosprofessoresHermanoPerrelli e Antônio Carlos.Realizávamosexperiências de clínicasreflexivas da ação, sobre o modelo de açãocomunicativa.Esta disciplina tem por finalidade dispor, discutir, avaliar e confirmar/desconfirmar a implementação-em-ação dos projetos de seus participantes, constituindo-se como uma comunidade reflexiva de prática, tomando por objeto os projetos comuns deliberados e as ações praticadas mais eficazes dos seus participantes no intuito de serem mestres ou doutores em TI. Depois, se possível, arquitetar um projeto de vida pessoal mais próximo das exequibilidades dos participantes. É uma proposta de teoria da prática-na-prática, reflexiva, no interior de uma comunidade reflexiva em torno do projeto de mestrado e doutorado em TI de seus membros. Teoria da AçãoComunicativa:Teoria da Ação Comunicativa; Comunicação não distorcida e as quatro validades de uso da linguagem;o que é dito é compreendido; o conteúdo do que é dito é verdadeiro; o emissor justifica direitos sociais ou normas invocadas no uso do idioma; o emissor é sincero – influenciou a definição de verdade de caráter universal;
  • Uma comunidade reflexiva de prática opta por fazer, analisar, aprender e monitorar o aprendizado considerando o que se determinou a fazer – a visão compartilhada – em comparação com o que o sistema (a comunidade) fez de fato. Evitando as defesas. Em uma comunidade reflexiva, aberta ao aprendizado, estes fatores são essenciais para observação, identificação e análisecientíficas: a experiência vivida e compreendida por seus membros, a qualidade do processo decisório (transparência, testabilidade das hipóteses, democratização da palavra e do voto, etc), a competência de fazer e de reconhecer não saber fazer, os espaços, procedimentos e compromissos reflexivos e compartilhamento e evolução do aprendizado na prática. Imersão
  • Objetivo geral foi de criar uma “teoria da prática-na-prática, no interior de uma comunidade reflexiva em torno dos projetos de mestrado e doutorado em TI.
  • Estamosnosmovendo de um velhoparadigma – positivista – para um novo oupara um maisequilibradoque combine o positivismo, o construtivismo e subjetivismo, o quenospermiteabordarcomplexidade, incerteza e ambiguidade, porque o antigonãoestámaisfuncionando.Positivismo:defendeque o conhecimentocientíficoé a única forma de conhecimentoverdadeiro.Construtivismo:é uma das correntes teóricas empenhadas em explicar como a inteligência humana se desenvolve partindo do princípio de que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelas ações mútuas entre o indivíduo e o meio. A idéia é que o homem não nasce inteligente, mas também não é passivo sob a influência do meio, isto é, ele responde aos estímulos externos agindo sobre eles para construir e organizar o seu próprio conhecimento, de forma cada vez mais elaborada.Subjetivismo: é um tema filosófico que não admite outra realidade se não a realidade do ser pensante.Teoria da Ação Comunicativa:Próprio desenvolvimento científico e da filosofia abriu mão da “pedra filosofal” / das respostas.Durante muito tempo a Ciências Humanas e sociais buscava a precisão das ciências físicas.Se abriu mão da verdade absoluta que explica-se a totalidade (verdade única)http://www.youtube.com/watch?v=Z3jOoNPu_P4
  • Fomos ensinados a separar de um lado o sujeito, de outro a ação e ainda de outro suas qualidades. Nada mais equivocado! A questão da ação em projetos vai merecer o lugar de destaque. O que fazemos ou somos, senão ação?
  • Sujeito é aquilo que ele pratica e suas qualidades não podem ser separadas de suas açõespráticas. Só pode haver qualificações para um sujeito que seja coerente com sua ação.
  • ImagesofOrganization(1986)Imagesof Project (2009)Tudo o mais sãoprojeções e imagens construídas pelas abstrações dos outros. Imagens de projetos- Projeto são formados por um conjunto de imagens geradas por pessoas.Essas imagens se modificam com o tempoUma construção coletivaDecisões tomadas com base nas imagensFrameworks usados de acordo com a situaçãoReflexões para enfrentar problemas reaisEm "ImagesofOrganization"- Aplica o conceito a organizaçõesOrganizações formadas por pessoasPessoas diferentes, tem diferentes visões de uma organizaçõesEm "ImagesofProjects"- Aplica o conceito a projetos- Aplica os ensinamentos de Morgan- Cria Framework para o uso de imagens- Como aplicar- Não há uma solução definitiva para problemas reais
  • As competências de uma pessoa estão dispostas/apresentadas em sua linguagem, nos seus movimentos e nos seus mimogestuais.
  • Para um cientista poder dispor, identificar, padronizar, classificar e teorizar sobre competências humanas, ele(a) precisa observar os padrões comportamentais de um sujeito, através da sua linguagem.
  • Não é diferente em gestão de projetos. Um gestor de projetos competente, basicamente, assume comportamentos deliberados e eficazes. Ao longo do tempo, revela padrões comportamentais.
  • Baseado na evolução do pensamento em gestão de projetos, na investigação da natureza do projeto de software e sua gestão.Fundamentado em trabalhos anteriores e experiência profissional [Moura 2012]
  • Dimensões do SPFJohn Maeda coloca que a difusão da busca pela simplicidade constitui uma tendência inevitável, dada a estrutura do ramo da tecnologia, que vende a mesma coisa “nova e aprimorada”, onde com frequência “aprimorada” significa simplesmente mais.De forma a compreender o sentido da Simplicidade, Maeda [6] esboça 10 leis independentes uma da outra com o objetivo de transmitir os fundamentos da simplicidade conforme ela se relaciona com o design, a tecnologia, os negócios e a vida.
  • Solução:Imagine um mundoonde as empresas de software simplificassemseusprodutos a cadaanofornecendo-os com 10% menosrecursos a um custo 10% maiselevadodevidoaogasto com simplificaçãoProblema:Para o consumidor, ganharmenos e pagarmaisparececontradizerosprincípioseconômicosbásicos.
  • A tecnologiatornounossasvidasmaiscompletas; contudo, aomesmo tempo, tornamo-nosdesconfortavelmente “complexos”.
  • Simplicidadevende
  • Simplicidadevende
  • Disciplinas fontes de conhecimento para o SPF são:
  • O processo de singularização de projetos pode amenizar a dificuldade da quantidade de dimensões / áreas do conhecimento.
  • COMPLEXIDADE DE PROJETOS:O pressuposto (geralmentenãocomprovado) que o modelo de ciclo de vida simples (ésupostamente) o terreno real, ouseja, a realidade real no mundo.Novosmodelos e teoriasosquaissãoexplicitamenteapresentadascomoapenasteorioasparciais de complexidade da área.A necessidade de múltiplasvisõesparainformar e guiar a açãoemtodososníveis do gerenciamento de projetos, aoinvés do modelo de ciclo de vida de gerenciamento de projetoclássicocomo o principal guiapara a ação.Poucosartigos de complexidade de projetos.PROCESSOS SOCIAIS:A imagem do ciclo de vida instrumental de projetos como uma sequência linear de atividades a serem realizadas em uma entidade externa, usando conhecimento codificado, técnicas e procedimentos, baseado em uma imagem de projetos como os processos de produção apolíticos temporários. Conceitos e imagens que focam em interação social entre pessoas, enfatizando: o fluxo de eventos e ação humana, e o enquadramento de projetos ( e da profissão) dentro de uma matriz de agenda social, práticas, relações com stakeholders, política e poder.Poucos artigos de complexidade sócio-organizacional.CRIAÇÃO DE VALOR:Conceitos e metodologias que focam em: criação de produto – produção temporária, desenvolvimento ou evolução de um produto físico, sistema ou facilidade, etc – e monitoramento e controle em relação à especificação (qualidade), custo e tempo. Conceitos e frameworks que focam em: criação de valor como principal foco de projetos, programas e portfólios. Note entretanto: valor e benefício como tendo múltiplos significados associados a diferentes propósitos: organizacional e individual.CONCEITUAÇÃO AMPLA DE PROJETOS:Conceitos e metodologias baseadas em: estreita conceituação que projetos iniciam a partir de um objetivo bem definido dado no início, e são nomeados e enquadrados em torno de disciplinas isoladas, como por exemplo, projetos de TI, projetos de construção, etcConceitos e abordagens que facilitam: ampla e contínua conceituação de projetos como sendo multidisciplinares, com múltiplos propósitos, nem sempre pré-definidos, mas permeáveis, contestáveis e abertos à renegociação.De acordo com Sauer e Reich (2009), o gerente de projetoséresponsávelporcertificar-se queseuprojetoestáalinhado com osobjetivos de negócio, monitorando e garantindo a gestão de benefíciosemconformidade com a estratégiacorporativa. PROFISSIONAIS REFLEXIVOS:Treinamento e desenvolvimento que produzem: profissionais que podem seguir procedimentos e técnicas detalhadas, prescritas por métodos e ferramentas de gerenciamento de projetos os quais encarnam algumas ideias e premissas da etapas De, descritas, de 1 a 4. Aprendizagem e desenvolvimento que facilita: o desenvolvimento de profissionais reflexivos que podem aprender, operar e adaptar em ambiente de projetos complexos, através de experiência, intuição e aplicação pragmática da teoria na prática.
  • Processo de conhecimento:Desenvolvimento de pessoasOrientação de aprendizagemCriatividade e inovaçãoOsgerentesdevemterumavisãoproativa, considerandoqueprojetospodemsermuitointensos e emestressanteslocais de trabalho.Este componenteemocionalévistocomo um distintivocaracterístico de muitogerentes de projeto, tendosidoconsideradocomo um componentecrítico de uma nova mentalidade.Issoimplica um amadurecimento do papel do gerente do projetoaoinvés de ser um jogador de apoioque serve comosuporteaosprincipaisatoresparasermaisempé de igualdade com osatorespincipais.
  •  Os grupos seguiram em seminários.Foi fundamental a atitude de apreciação, alegria e senso de excelência, pois o objetivamos a análise de um único projeto sob sete perspectivas diferentes. (Images of Projects)Definição de protocolos para cada dimensão;Análise de um projeto sob sete perspectivas diferentes (projeto de intervenção)7 imagens pragmáticas
  • Projeto de intervençãoInvestigação de 43 incidentescríticos do filmeChegadisfarçado de prisioneiro
  • Transcript

    • 1. 1 Tendências em Gerenciamento de Projetos Wylliams Barbosa Santos http://about.me/wylliams wbs@cin.ufpe.br @wylliams
    • 2. 2 Pesquisas Futuras em Gerenciamento de Projetos Predições, Desafios e Potencialidades Futuras http://goo.gl/XEBcvH
    • 3. 3 Teoria da Ação Comunicativa em Gestão de Projetos Estudo de Caso: Criação de uma Comunidade (ad hoc) Reflexiva de Prática Pós-graduação em Ciência da Computação - UFPE 2013.1…
    • 4. 4 Comunidade Reflexiva Visão compartilhada; Experiência vivida e compreendida por seus membros; Qualidade do processo decisório; Competência de fazer e reconhecer não fazer; Compartilhamento e evolução do aprendizado na prática;
    • 5. 5 “Teoria da prática-na-prática, no interior de uma comunidade reflexiva em torno dos projetos de mestrado e doutorado em TI.”
    • 6. 6 “Gerenciamento de projeto está em um momento produtivo para o de paradigmas” [Bredillet 2010] Paradigma Positivista Positivismo + Construtivismo + Subjetivismo Complexidade, Incerteza e Ambiguidade
    • 7. 7
    • 8. 8
    • 9. 9 O resto são projeções e imagens construídas pelas abstrações dos outros.
    • 10. 10 Imagens como perspectivas de projetos Social Intervenção Valor Política Desenvolvimento Organizacional Mudança
    • 11. 11
    • 12. 12
    • 13. 13
    • 14. 14
    • 15. 15
    • 16. 16 Programa de Pesquisa do GP2 Evolução do pensamento em Gestão de Projetos Perspectiva temporal sobre gerenciamento de projetos evolução das ideias, conceitos, disciplinas, teorias, métodos e padrões [Moura 2012]
    • 17. 17 Pesquisa Estruturada em 7 Períodos Antes de 1960 1960 – 1969 1970 – 1979 1980 – 1989 1990 – 1999 2000 – 2009 2010... [Moura 2012]
    • 18. 18 [Moura 2012]
    • 19. 19
    • 20. 20
    • 21. 21 A Simplicidade e o Mercado • Lexmark promete simplificar a experiência do consumidor
    • 22. 22
    • 23. 23
    • 24. 24 • Engenharia de Software • Administração • Gerenciamento de Projetos • Gestão da Inovação • Pensamento Sistêmico • Dinâmica de Sistemas • Análise de Sistemas • Engenharia de Sistemas • Desenvolvimento de Novos Produtos • Marketing • Sociologia • Comportamento Organizacional • Aprendizagem Organizacional • Gestão do Conhecimento Fontes de Conhecimento:
    • 25. 25 Typology And Categorization Software Project P Success and Failure Processes for P Methods, Techniques, Tools for P singularization
    • 26. 26 Limitações e Desafios…
    • 27. 27
    • 28. 28 Complexidade de Projetos; Projeto como um Processo Social; Criação de Valor como Principal Foco; Conceitualização de Projetos; Desenvolvimento Profissional Reflexivo; Dimensões:
    • 29. 29 [Sauer 2009]
    • 30. 30 Projetos de TI como um…. processo emocional
    • 31. 31 Amanhã 05/10/2013 às 18hs www.portalholon.com
    • 32. 32
    • 33. 33 Teoria da Ação Comunicativa em Gestão de Projetos Releitura do Conceito de Projeto à Luz de uma Crítica a um Estudo de Caso Pós-graduação em Ciência da Computação - UFPE 2013.2…
    • 34. 34 social processes political processes intervention processes value creation processes development processes temporary organisations change processes Project as…
    • 35. 35
    • 36. 36
    • 37. 37 • Antoniadisa, D. N., Edum-Fotweb, F. T., Thorpeb, A., (2011). “Socio-organo complexity and project performance”, International Journal of Project Management, Volume 29, Issue 7, Pages 808–816. • Bredillet, C. N. (2010). Blowing Hot and Cold on Project Management. SKEMA Business School, Lille, France. • Di Vincenzoa, F., Masciab D. (2012). “Social capital in project-based organizations: Its role, structure, and impact on project performance, International Journal of Project Management”, Volume 30, Issue 1, Pages 5–14. • Gonzalez, Renato R., (1995). “A unified metric of software complexity: measuring productivity, quality, and value”. Journal of Systems and Software, Volume 29, Issue 1, Pages 17-37.
    • 38. 38 • Kuhn TS. (1996). “The structure of scientific revolutions”, 3rd ed. University Of Chicago Press. • Teller, J., Unger, B. N., Kock, A., Gemünden, H. G., (2012). “Formalization of project portfolio management: The moderating role of project portfolio complexity”, International Journal of Project Management, Volume 30, Issue 5, Pages 596-607. • Vidal, L.A., Marle, F., Bocquet, J. C., (2011). “Measuring project complexity using the Analytic Hierarchy Process”, International Journal of Project Management, Volume 29, Issue 6, Pages 718-727. • Winter, M., Smith, C., Morris, P., Cicmil, S. (2006) “Directions for future research in project management: The main findings of a UK government-funded research network”, International Journal of Project Management, Volume 24, Issue 8, Pages 638-649. • Winter, M., Szczepanek, T. (2009) “Images of Projects”, Gower.
    • 39. 39 39 Recife-PE, Brazil Thanks! Obrigado! Wylliams Barbosa Santos http://about.me/wylliams wbs@cin.ufpe.br @wylliams Recife-PE, Brasil

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