O liberalismo contra o pacto colonial

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História do Brasil

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O liberalismo contra o pacto colonial

  1. 1. Liberalismo X Pacto ColonialLiberalismo X Pacto Colonial Aula 9 (p. 148)Aula 9 (p. 148) Apostila 2Apostila 2 8° Ano8° Ano HistóriaHistória WiltonWilton
  2. 2. O Liberalismo segundo as camadasO Liberalismo segundo as camadas sociais em MGsociais em MG - Meados do século XVIII (1750)  Ideais iluministas chegam ao Brasil, trazidos pelos jovens que iam estudar na Europa. A classe média conheceu o Iluminismo pelos livros, assim como alguns escravos, maiores interessados na ideia de liberdade. Cidades com maior incidência de escravidão, como Salvador, viveu momento de tensão através de panfletos que propunham a abolição da escravatura e a separação Brasil X Portugal. No Brasil, aos poucos, sentimento de Liberdade e justiça logo ganhou fama entre Os brasileiros da colônia.
  3. 3. As diferentes interpretaçõesAs diferentes interpretações • Brasil  Iluminismo/Liberalismo tiveram diferentes interpretações, em função da posição social de quem as defendiam. Veja: • A Elite Colonial (Srs. De Engenho/Mineradores) buscavam uma liberdade comercial, com menos impostos, preços de custo menores e a eliminação do intermediário português. • Já a Classe Média queria participação política e maiores direitos como seu ideal de liberdade. • Os pobres, desejavam viver melhor e sofrer menos, enquanto que os escravos, queriam o
  4. 4. Os movimentos separatistasOs movimentos separatistas • 1750 = Insatisfeito com a arrecadação de ouro do Brasil, o rei de Portugal estabeleceu um mínimo anual de 1.500 quilos de ouro (100 arrobas), a título de impostos, e o que faltasse seria cobrada por meio de uma DERRAMA (Cobrança dos impostos atrasados por meio do confisco de bens da população). • Se os mineradores não conseguissem a cota anual, todos os habitantes pagariam... • Por volta de 1788, uma grande dívida se acumulava e o novo governador da província de MG, o Visconde de Barbacena, recebeu ordens da Coroa para cobrar tal dívida, mesmo que fosse necessário uma DERRAMA!
  5. 5. A Inconfidência MineiraA Inconfidência Mineira Rumores sobre a cobrança dos impostos atrasados por meio da DERRAMA deixaram os mineiros apavorados, mesmo os membros da elite, que se organizaram em uma revolta contra o poder. Para tanto, usaram o pensamento liberal, embalados pela Independência dos EUA, a fim de separar o Brasil de Portugal. Principais inconfidentes: - Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. - Tomás Antônio Gonzaga, escritor. - Alvarenga Peixoto, minerador. - Cláudio Manuel da Costa, escritor. - Joaquim Silvério dos Reis, grande minerador, que dedurou o movimento em troca do perdão de suas dívidas.
  6. 6. Uma revolta das elites!Uma revolta das elites! Com exceção de Tiradentes, todos eramCom exceção de Tiradentes, todos eram ricos. Endividados, até hoje não se sabe sericos. Endividados, até hoje não se sabe se eram movidos pelas ideias iluministas ou seeram movidos pelas ideias iluministas ou se queriam somente salvar seus negócios.queriam somente salvar seus negócios. Por isso, no Dia da Derrama, osPor isso, no Dia da Derrama, os inconfidentes provocaria a população jáinconfidentes provocaria a população já descontente contra Portugal a se unir aosdescontente contra Portugal a se unir aos inconfidentes e começar uma revolta que seinconfidentes e começar uma revolta que se espalharia de Vila Rica para outras cidades deespalharia de Vila Rica para outras cidades de MG. Seria formada uma república autônoma,MG. Seria formada uma república autônoma, com capital em São João Del Reycom capital em São João Del Rey
  7. 7. Discórdia entre os InconfidentesDiscórdia entre os Inconfidentes • Havia uma divergência quanto à escravidão, pois os iluministas convictos, como Tiradentes, eram favoráveis à sua extinção, enquanto que os membros da Elite eram, em sua maioria, contra. • Houve a proposta de manter a escravidão, porém libertar todo os escravos nascidos em MG a partir daquele instante!
  8. 8. O fim da Inconfidência MineiraO fim da Inconfidência Mineira • Ao perceber o movimento, o Visconde de Barbacena suspendeu a Derrama e passou a investigar a revolta, mas nem precisou esforço: Joaquim Silvério dos Reis, um dos participantes, entregou todos e os planos antecipadamente, sendo que a revolta em si nem chegou a ocorrer. • Todos foram presos e enviados para o RJ, onde foram julgados. Muitos compraram o perdão e foram exilados para as colônias portuguesas na Ásia e na África.
  9. 9. O “bode expiatório”O “bode expiatório” • “Inconfidente” era quem praticava uma deslealdade contra um governante. Todos se isentaram da culpa, menos Tiradentes. Em 1792, a sentença saiu e só o alferes teve sua condenação à morte mantida. • A execução foi no sábado, 21 de Abril de 1792, quando o Rio de Janeiro se enfeitou para mais um ritual macabro que eram as execuções em praça pública. • Aquele era o exemplo para quem se rebelasse contra a Coroa Portuguesa!
  10. 10. O “bode expiatório”O “bode expiatório” • “Inconfidente” era quem praticava uma deslealdade contra um governante. Todos se isentaram da culpa, menos Tiradentes. Em 1792, a sentença saiu e só o alferes teve sua condenação à morte mantida. • A execução foi no sábado, 21 de Abril de 1792, quando o Rio de Janeiro se enfeitou para mais um ritual macabro que eram as execuções em praça pública. • Aquele era o exemplo para quem se rebelasse contra a Coroa Portuguesa!

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