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Técnicas de Ensino: Por que não?

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  • 1. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E EDUCAÇÃO LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO DISCIPLINA: METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO RELIGIOSA DOCENTE: IOLANDA RODRIGUES TECNICAS DE ENSINO: POR QUE NÃO?. GIOVANNI MORAES DIANA DUARTE DYANE CRUZ RODRIGO BRUNO SOUZA WENDEL LEAL WILLIAMTEXEIRA
  • 2. AULA EXPOSITIVA: SUPERANDO O TRADICIONAL  AULA EXPOSITIVA: Sujeita ao autoritarismo do professor, que é visto como único detentor do conhecimento e inquestionável. Ele não instiga os alunos ao hábito do questionamento, pelo contrário, tende a inibir essa possibilidade pois sua palavra é considerada como única e verdadeira.  TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA:  Pedagogia Tradicional (desde a época dos jesuítas);  Pedagogia Nova (meados da década de 30);  Pedagogia Tecnicista (década de 70);  Pedagogia Crítica (década de 80).
  • 3.  AULA EXPOSITIVA DIALÓGICA: Propõe a construção do conhecimento através do diálogo entre o aluno e professor, onde ambos trocam experiências obtidas de sua interação com a sociedade. Nesse modelo há uma introdução teórica do assunto a ser trabalhado, e que será o fio condutor da discussão a ser feita em sala de aula.
  • 4. O ESTUDO DE TEXTO COMO TÉCNICA DE ENSINO  ESTUDO DO TEXTO: Ao abordarmos o estudo do texto como técnica de ensino, devemos compreender que tal técnica consiste em trabalhá-lo de modo analítico e crítico. O objetivo desse tipo de atividade consiste em estimular no aluno a capacidade de interpretação, onde teremos como resultado uma nova produção textual que será fruto de tudo aquilo que o aluno conseguiur captar do texto.  TEORIA DE KATO:  Leitura ASCENDENTE: O leitor busca por um significado global.  Leitura DESCENDENTE: O leitor tem como ponto de partida um significado global para compreender as partes menores.
  • 5. NA SALA DE AULA: O ESTUDO DIRIGIDO  Por que o Estudo Dirigido?  Como ele é usado em sala de aula?  E qual é a relação dele com os livros didáticos?  PARAABORDAR O ESTUDO DIRIGIDO NA REALIDADE ESCOLAR É PRECISO PRIMEIRO:  1. Análise da realidade do aluno assim como a estrutura e condições da escola.  2. Indagar-se como motivar os alunos a interpretarem e compreenderem um texto didático e fazer com o habito da leitura deixe de ser algo repetitivo para ser algo criativo e crítico.  3. Criar um mecanismo para fazer com que os alunos deixarem a dependência deles com o professor e buscar nos livros didáticos outra forma de busca por fontes de informação.
  • 6.  ANÁLISE DO MATERIAL DIDÁTICO:  1. Questionários;  2. Perguntas com respostas curtas e simples  3. Registros de tudo o que o professor falava e escrevia de forma dura;  4. Exercícios objetivos como questões de múltipla escola  Esses tipos de conteúdos avaliativos são passados como sendo inquestionáveis e até dogmáticos fazendo da aprendizagem algo relativo a memorização com relação a datas, nomes, conceitos e etc.
  • 7.  PARADIGMAS E PERSPECTIVAS DO ESTUDO DIRIGIDO:  1. Processo de ensino-aprendizagem;  2. Atividade passada pelo professor ao aluno;  3. O livro didático como ferramenta;  4. Processo de aplicação do estudo dirigido em sala de aula;
  • 8. DA DISCUSSÃO E O DEBATE NASCE A REBELDIA.  A importancia da contextualização.  A discussão e debate.  A importancia e uso deles em sala de aula.  A importância da técnica.
  • 9. NOS LABORATÓRIOS E OFICINAS ESCOLARES: A DEMONSTRAÇÃO DIDÁTICA. • Demonstrar significa: manifestar, revelar, comprovar, demonstrar um conceito. • A demonstração tem por objetivo articular a prática com o conhecimento teórico; aprofundar e consolidar conhecimentos, ilustrar o que foi exposto, entre outros. • A demonstração compreende três etapas: preparação, realização e avaliação. • A demonstração didática não é uma técnica neutra, pronta e acabada, desvinculada do ato educativo que ocorre nos laboratórios e oficinas. • Ela envolve o trabalho conjunto de dois agentes do processo de ensino-aprendizagem: professor e aluno.
  • 10. ESTUDO DO MEIO  O objetivo desse texto visa analisar a possível contribuição à melhoria do ensino utilizando a técnica Estudo do Meio. Os autores apontam dois aspectos indispensáveis no que se refere á situação das escolas:  1- A ausência de pesquisas sobre a nova população escolar que tem conseguido progressivo acesso a rede pública. Esta ausência sobre a clientela escolar brasileira tem gerado, ao lado de outros fatores também relevantes:  1. 1-A inadequação do ensino, desde a instância da definição de fins educacionais;  1.2- A seleção de conteúdos;  1.3- Os procedimentos didáticos e de linguagem apropriada à interação pedagógica;
  • 11.  ESSAS PREOCUPAÇÕES ACIMA LEVANTADAS SUSCITAM ALGUMAS QUESTÕES SE COLOCAM AOS EDUCADORES:  # Como dar atendimento as características especificas dos grupos sócio-culturais brasileiros de forma a colaborar para sobrevivência desses grupos?  #Como proporcionar ao aluno o acesso ao conhecimento erudito a partir do saber próprio de seu grupo de origem?  # E finalmente qual a escola requerida pela população brasileira?
  • 12.  QUAL A CONTRIBUIÇÃO PODEMOS VERIFICAR NO ESTUDO DO MEIO:  O conhecimento do aluno que superlota e paradoxalmente esvazia a escola publica brasileira fundamental e média?  A diminuição dos índices de evasão?
  • 13.  Estudo do meio e os métodos ativos:  Representada pelo trabalho escolar e condições gerais da vida e dos educandos;  O papel da escola no planejamento de situações facilitadoras e propiciadoras da ação do aluno;  A compreensão da aprendizagem como processo de aquisição segundo condições e ação pessoal;  A concepção de desenvolvimento como unidade representada pelos domínios intelectuais, moral e social;  A importância da cientificidade dos métodos de ensino.
  • 14.  RELAÇÃO ENTRE ESCOLA E VIDA :  Estudar o meio não significa contemplar a realidade, Significa, isto sim, trazer a realidade para dentro de si - assumi-la.
  • 15. REFERÊNCIAS:  VEIGA, Ilma Passos (ORG.).Tecnicas de ensino: por que não? Papirus, 2003. (Pag. 35 à 144)