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  • 1. Como ler o Planejamento do Ensino Médio........... 3 História...................................................... 56 Português – Frente A...................................... 4 Geografia – Frente A.................................... 61 Português – Frente B.................................... 13 Geografia – Frente B.................................... 65 Redação..................................................... 18 Inglês........................................................ 68 Matemática – Frente A.................................. 22 Espanhol.................................................... 71 Matemática – Frente B................................. 27 Artes Frente A – Música................................. 83 Biologia – Frente A...................................... 32 Artes Frente B – Artes Plásticas....................... 86 Biologia – Frente B...................................... 36 Educação Física........................................... 90 Química – Frente A...................................... 40 Laboratório de Física .................................... 92 Química – Frente B...................................... 44 Laboratório de Química................................. 93 Física – Frente A.......................................... 48 Filosofia..................................................... 95 Física – Frente B......................................... 52 Sociologia.................................................. 982
  • 2. Como ler o Planejamento do Ensino MédioSobre a numeração dos livros Algumas disciplinas do Ensino Médio possuem quatro livros cujo conteúdo é organizado em semestresdo seguinte modo: Português, Matemática, Biologia, Química, Física, História, Geografia e Educação Física 1° ano do Ensino Médio 2° ano do Ensino Médio 1° semestre 2° semestre 1° semestre 2° semestre Livro 1 Livro 2 Livro 3 Livro 4 Outras disciplinas possuem apenas um livro por ano e estão organizadas do seguinte modo: Redação, Inglês, Espanhol, Artes, Laboratório de Física, Laboratório de Química, Filosofia e Sociologia 1° ano do Ensino Médio 2° ano do Ensino Médio 1° semestre 2° semestre 1° semestre 2° semestre Livro 1 Livro 2Sobre o conteúdo dos ciclos Muito embora os ciclos estejam divididos em cores distintas, seu conteúdo é cumulativo. Portanto, oconteúdo do ciclo 2 também cobre o do ciclo 1. O conteúdo do ciclo 3 cobre os conteúdos dos ciclos 1 e 2, eassim por diante.Sobre a divisão em frentes Algumas disciplinas são divididas em duas frentes (A e B) e seu conteúdo deve ser lecionado em paraleloao longo do ano. Assim, ambos os conteúdos serão cobrados no mesmo ciclo: Português, Matemática, Biologia, Química, Física, Geografia e Artes Ciclo 1 Ciclo 2 Ciclo 3 Ciclo 4 Frente A Frente B 3
  • 3. Português – Frente ABanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite O substantivo Classificação do substantivo. Comum/próprio. Primitivo/derivado. Simples/composto. 1 7 Concreto e abstrato. Alterando a forma do nome/flexão do substantivo. Flexão de gêne- ro. Flexão de número. Flexão de grau. Selecionando os nomes por assunto/campo semântico. Dissertação O texto temático/o texto dissertativo. A argumentação/dissertação argumentativa. Características da argumentação/raciocínio e evidência das provas. O objetivo/dis- 2 15 sertação expositiva. O subjetivo/a dissertação subjetiva. Do particular para o geral/ raciocínio indutivo. Raciocínio dedutivo. O jogo das premissas/o silogismo. Falso raciocínio/sofisma. 1º Termos ligados ao verbo: objeto direto e objeto indireto/adjunto adverbial/agente da passiva Termos associados ao verbo. Sujeito e ação verbal. Regência dos verbos. O objeto. Objeto direto, indireto e direto preposicionado. Objeto direto. Procedimentos estilísti- cos. Objeto direto cognato (ou interno). Objeto direto (ou indireto) pleonástico. Topi- 3 24 calização do objeto. Alteração semântica do verbo na mudança de objeto. Ampliação de sentido na mudança de regência. Sujeito oracional e oração objetiva. Esquema da oração em árvore. A circunstância/adjunto adverbial. Tipos de adjunto adverbial. A funcionalidade do adjunto adverbial. O agente da passiva. A quebra do paralelismo semântico. Omissão do agente da passiva. A partícula “se” 4 32 Agente ou paciente. O sujeito paciente. A indeterminação do sujeito. Voz reflexiva. Se: parte integrante do verbo. Se: partícula de realce. Argumentação 1 7 O que é argumentar?/a argumentação. Tipos de argumento. Implícitos (pressuposto e subentendido) O dizer que não é explícito/o implícito. Pressuposto. Elementos que disparam pres- 2 14 supostos/estruturas pressuposicionais. O implícito na forma de subentendido/o suben- tendido. Concordância nominal Regra geral/substantivo e seus satélites. Regras especiais/dois adjetivos para um 2º 3 24 substantivo. Regras especiais/meio, bastante, caro, barato, muito, só, longe. Regras especiais/verbo ser + adjetivo. Regras especias/adjetivo com valor de advérbio. Re- gras especiais/alerta. Regras especiais/anexo, em anexo. Regras especiais/mesmo, próprio. Regras especiais/incluso, lesa. Regras especiais/obrigado, obrigada. Figuras ligadas ao aspecto semântico O deboche/ironia. A polidez/eufemismo, lítotes. O crescente e o decrescente/grada- ção. O exagero/hipérbole. A personificação, a animalização/prosopopeia, antropo- 4 32 morfização, zoomorfização. A mistura de sensações/sinestesia. O concreto com valor abstrato/o símbolo. Finge não afirmar o que afirma/preterição. A referência a um fato/ alusão.4
  • 4. Continuação – Português Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Introdução ao estudo do texto O universo das perguntas e das respostas/tipos de questão. 1 1 1e2 Respondendo claramente/questões dissertativas. Passando pelo teste/questões em forma de teste. Fonética – I Os sons da língua e sua intensidade – Fonema, tonicidade, en- contros vocálicos e consonantais. Fonema. Sílaba tônica. Sílaba átona. Oxítona. Paroxítona. Proparoxítona. Monossílabo tônico. 2 2 3e4 Monossílabo átono. Ditongo. Ditongo oral. Ditongo nasal. Ditongo crescente. Ditongo decrescente. Tritongo. Hiato. Encontro conso- nantal. Dígrafo. Dando o ritmo ao texto e rimando as palavras/ ritmo e rima. Contagem em sílabas poéticas. A língua não é sem- pre a mesma!/variantes linguísticas no nível fonético. Os implícitos Do que você está falando? Qual é a sua opinião?/O tema e a mensagem. O não dizer que é dizer/a elipse. O significado está 3 3 5e6 fora do texto/o conhecimento de mundo. Isso dá a entender que.../palavras que disparam pressupostos. Esse texto lembra outro!/A intertextualidade. Fonética – II Posição da sílaba tônica/regras de acentuação. Mudança de 1 4 4 7e8 significado na alteração da sílaba tônica. Mudança de classe gramatical na alteração da sílaba tônica. Regras de acentuação. Apresentação das classes gramaticais O nome e seus satélites/o grupo nominal. Nomeando os seres/o substantivo. Definindo e indefinindo o ser/o artigo. Quali- ficando o ser/o adjetivo. Substituindo e acompanhando o ser/o pronome. Quantificando o ser/o numeral. No princípio era o 5 5 9 e 10 verbo.../o grupo verbal. A ação do ser no tempo/ o verbo. Dando uma circunstância à ação do ser/o advérbio. Os parafusos da língua/o grupo relacional. Ligando palavras/a preposição. Li- gando palavras, estabelecendo relações lógicas/a conjunção. As reações emocionais/a interjeição. A relação parte/todo – o contexto Texto, do latim textu, “tecido”/a parte e o todo/contexto. A soma 6 6 11 e 12 e a síntese/a soma das partes, o tema. A situação que cerca o fato/o contexto. O desenvolvimento do texto/a progressão lógica. O substantivo Classificação do substantivo. Comum/próprio. Primitivo/derivado. Simples/composto. Concreto e abstrato. Alterando a forma do 7 7 13 e 14 nome/flexão do substantivo. Flexão de gênero. Flexão de núme- ro. Flexão de grau. Selecionando os nomes por assunto/campo semântico. 5
  • 5. Continuação – Português Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada O adjetivo Os muitos modos de adjetivar/a oração, a locução, o pronome e o substantivo em função adjetiva. Transformando o adjetivo/a mu- dança de classe gramatical. Mudando o significado do adjetivo/a 8 8 15 e 16 semântica do adjetivo. Dois com valor de um/a locução adje- tiva. Compondo, derivando.../classificação do adjetivo. Adjetivos pátrios (estados). Adjetivos pátrios (cidades). Variando a forma do adjetivo/flexão do adjetivo. Gênero. Regra geral. Número. Grau. As oposições – o nível fundamental O concreto virando abstrato/as oposições abstratas. A análise das oposições. Ligando ideias opostas/os conectivos que estabele- 9 9 17 e 18 cem oposição. Criando com a oposição/as figuras de linguagem que utilizam a oposição como efeito de sentido. Diagramando a vida/o quadrado das oposições. Artigo e numeral A menor classe gramatical da língua: o artigo.Quanto ao signifi- cado dos definidos/aspectos semânticos dos definidos. Quando (não) se utiliza o definido/regras de uso. Quanto ao significado dos indefinidos/aspectos semânticos dos indefinidos. Quando se utiliza os indefinidos/regras de uso. Tanto faz/casos faculta- 10 10 19 e 20 tivos. As origens do artigo/as origens latinas e o parentesco do artigo com o pronome. O que quantifica o ser/o numeral. Os ti- pos de numeral/classificação dos numerais. Quanto ao uso dos 1 numerais/emprego dos numerais. Fazendo a correspondência. Quadro dos principais numerais. Os períodos e os números/o sentido do numeral coletivo. As estrofes e o numeral/o numeral coletivo e as estrofes. Pronomes Servindo ao nome/funcionalidade do pronome. Tipologia/ classificação. O tratamento/pronomes de tratamento. A posse/ 11 11 21 e 22 pronomes possessivos. A indefinição/pronomes indefinidos. A interrogação/pronomes interrogativos. A demonstração/pro- nomes demonstrativos. Descrição e narração Caracterizando os seres/a descrição/a narração. As ferramen- tas/características da descrição. O ato de narrar/a narração. 12 12 23 e 24 Ferramentas. A primeira e a terceira pessoa/foco narrativo. As categorias do mundo/pessoa, tempo, espaço. Formas de prosa. Discurso indireto livre. Monólogo interior. Verbo e advérbio Conhecendo o verbo/verbo, noções de tempo e modo. Advérbio. O uso e alguns detalhes do advérbio/emprego e parti- 13 13 25 e 26 cularidades. Gênero número e grau/flexão do advérbio. A ligação/o advérbio como instrumento de coesão. Função anafórica. Função catafórica. O julgamento de valor/uso subjetivo.6
  • 6. Continuação – Português Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Preposição, conjunção e interjeição Os conectivos/a preposição e a conjunção. A preposição/ definição, função, tipos. O uso/emprego da preposição. Aspec- 14 14 27 e 28 tos semânticos/relações semânticas das preposições. A ligação/ coesão. A conjunção. A ligação e o sentido/coesão e coerência. Os tipos/classificação. Os vários sentidos/polissemia das con- junções. A classe que expressa “emoção”/interjeição. Dissertação O texto temático/o texto dissertativo. A argumentação/disserta- ção argumentativa. Características da argumentação/raciocínio 15 15 29 e 30 e evidência das provas. O objetivo/dissertação expositiva. O subjetivo/a dissertação subjetiva. Do particular para o geral/ raciocínio indutivo. Raciocínio dedutivo. O jogo das premissas/o silogismo. Falso raciocínio/sofisma. Estrutura e formação das palavras O esqueleto/estrutura, morfemas que constituem a palavra. A 1 16 16 31 e 32 base significativa/o radical. Fixo antes/prefixo. Fixo depois/sufixo. Derivando e compondo/processos de formação de palavras. For- mando palavras derivadas/tipos de derivação. Prefixal. Sufixal. Parassintética. Formação de palavras Diminuir para criar/derivação regressiva. Alterando a classe 17 17 33 e 34 gramatical/derivação imprópria. Justapondo e aglutinando radicais/a composição. Imitando, abreviando.../onomatopeia, abreviação e hibridismo. Narratividade A estrutura/estrutura narrativa canônica. A manipulação/tipos de manipulação. O poder e o saber/a competência. O fazer/a per- 18 18 35 e 36 formance. O castigo e a recompensa/a sanção. Tipos de enun- ciado/enunciado de estado, enunciado de fazer. Programas narrativos/programa de base e programa de competência.Pro- gramas narrativos/tipos de programa. Ortografia As leis que regem a ortografia no Brasil. Semelhantes no som e na escrita. Parônimos/homônimos. Emprego do “s”. Emprego do dígrafo “ss”. Emprego do “c” e do “ç”. Emprego da letra “h”. Em- prego das letras “k”, “w”, “y”. Emprego do “z”. Emprego da letra “x”. Emprego do dígrafo “ch”. Emprego da letra “g”. Emprego da 19 19 37 e 38 letra “j”. Emprego da letra “e”. Emprego da letra “i”. Ortografia de determinadas palavras/casos de ortografia duvidosa. Emprego 2 do hífen. Emprego da maiúscula e minúscula. Orthós (correto) hépos (fala)/ortoépia. Ortografia e a origem das palavras: um esclarecimento sobre o assunto. Transformações ortográficas: metaplasmos. Sujeito e predicado Período, frase e tipos de frase. Oração e frase nominal. Os ter- 20 20 39 e 40 mos da oração. Sujeito semântico, sujeito sintático e predicado. A estilística/tipos de inversão. 7
  • 7. Continuação – Português Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Denotação, conotação, figuras de linguagem ligadas ao as- pecto fonético 21 21 41 e 42 Literal e figurado/denotação e conotação. Denotação – conota- ção; objetividade – subjetividade. Investimento na sonoridade: aliteração, assonância, paronomásia, onomatopeia. Tipos de sujeito e aspectos relativos à semântica e à con- cordância verbal Tipos de sujeito. Sujeito determinado. Sujeito indeterminado. 22 22 43 e 44 Sujeito inexistente (oração sem sujeito). Implicações semânticas e estilísticas do sujeito elíptico. A ordem indireta: posposição do sujeito. A árvore/período simples e composto em árvores. Termos ligados ao verbo: objeto direto e objeto indireto/ ad- junto adverbial/agente da passiva Termos associados ao verbo. Sujeito e ação verbal. Regência dos verbos. O objeto. Objeto direto, indireto e direto preposi- cionado. Objeto direto. Procedimentos estilísticos. Objeto direto cognato (ou interno). Objeto direto (ou indireto) pleonástico. 23 23 e 24 45 a 48 Topicalização do objeto. Alteração semântica do verbo na mu- dança de objeto. Ampliação de sentido na mudança de regên- cia. Sujeito oracional e oração objetiva. Esquema da oração em árvore. A circunstância/adjunto adverbial. Tipos de adjunto adverbial. A funcionalidade do adjunto adverbial. O agente da passiva. A quebra do paralelismo semântico. Omissão do agente 2 da passiva. Figuras ligadas à sintaxe 24 25 49 e 50 Elipse. Zeugma. Pleonasmo. Anáfora. Polissíndeto. Assindeto. Silepse. Hipérbato. Anacoluto. Quiasmo. Apóstrofe. Termos relacionados ao nome 25 26 e 27 51 a 54 Termos associados ao nome. Adjunto adnominal. Predicativo do sujeito. Predicativo do objeto. Complemento nominal. Aposto. Texto: categorias do mundo 26 28 55 e 56 Enunciação. Estratégias da enunciação. Enunciação em revis- tas. Embreagens da enunciação: debreagem/embreagem. Vocativo e tipos de predicado 27 29 57 e 58 Predicado nominal. Predicado verbal. Predicado verbo-nominal. O vocativo. Sintaxe dos pronomes Uso dos pronomes pessoais do caso reto. Uso dos pronomes pessoais do caso oblíquo átono.Uso tônico dos pronomes pes- 28 30 59 e 60 soais do caso oblíquo. As formas lo-la-los-las, no-na-nos-nas. Os auxiliares causativos e sensitivos. As variantes linguísticas. Contração dos pronomes oblíquos. Tipos de discurso A fala da personagem/discurso direto. Discurso indireto. Verbos 29 31 61 e 62 que introduzem o discurso. Transformação do discurso direto para o indireto (vice-versa). Discurso indireto livre.8
  • 8. Continuação – Português Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada A partícula “se” Agente ou paciente. O sujeito paciente. A indeterminação do su- 2 30 32 63 e 64 jeito. Voz reflexiva. Se: parte integrante do verbo. Se: partícula de realce. Temas e figuras O concreto/texto figurativo. Texto figurativo. O abstrato/tex- 1 1 1e2 to temático. Associação de concretos ou abstratos/percurso temático figurativo. Orações coordenadas Coordenando ideias/as orações coordenadas. Ligando ideias por meio de pausas/coordenadas assindéticas. Ligando ideias por meio de conectivos/coordenadas sindéticas. A sobreposição/ as coordenadas sindéticas aditivas. A oposição/as coordenadas 2 2 3e4 sindéticas adversativas. A justificativa/as coordenadas sindéticas explicativas. A conclusão/as coordenadas sindéticas conclusivas. Alterando o significado/a posição das palavras e a significação. A alternidade/as coordenadas sindéticas alternativas. O estilo/o assíndeto e o polissíndeto. Subordinadas substantivas As relações de dependência/as subordinadas. Oração com valor de substantivo/orações subordinadas substantivas. A conexão/ 3 3 5e6 os conectivos que introduzem as substantivas. Ligadas ao ver- bo/classificação das substantivas ligadas ao verbo. Ligadas ao nome/classificação das substantivas, ligadas ao nome. Transfor- mação de discurso/as substantivas e os tipos de discurso. 3 Relações discursivas, interdiscursividade e intertextuali- dade A relação entre os discursos/a interdiscursividade. A oposição/a 4 4 7e8 oposição entre os discursos. A Física, a Química, a História.../dis- cursos e teorias. Transformação de discurso/ linguagem, discurso e o tempo. Um texto cita o outro/a intertextualidade. Orações subordinadas adjetivas – I Adjetivo em forma de oração/oração subordinada adjetiva. Os conectivos/os relativos. Como usar o relativo/emprego dos 5 5 9 e 10 relativos. O relativo como termo da oração/função sintática do relativo. Restringindo e explicando/classificação das adjetivas. A coerência/a pontuação e a coerência. A concisão/as orações reduzidas. Orações subordinadas adjetivas – II A ligação/a coesão nas subordinadas adjetivas. A regência e 6 6 11 e 12 os relativos. O conectivo e a preposição/a regência e os relati- vos. Estruturas dependentes/a falta de clareza pela quebra de paralelismo. Argumentação 7 7 13 e 14 O que é argumentar?/a argumentação. Tipos de argumento. 9
  • 9. Continuação – Português Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Orações subordinadas adverbiais Funcionalidade das adverbiais/o uso das adverbiais no texto. As ideias das adverbiais/classificação das adverbiais. A argumenta- 8 8 15 e 16 ção/adverbiais e os tipos de argumento. Os vários sentidos do conectivo/a polissemia das conjunções. Círculo vicioso, ambi- guidade, quebra de paralelismo sintático. Orações reduzidas Reduzir para sintetizar/as adverbiais reduzidas. A árvore/esque- ma de uma subordinada adverbial. Tipos de adverbiais reduzidas/ 9 9 17 e 18 classificação. Efeitos de sentido das formas nominais/os efeitos de sentido do gerúndio e do infinitivo. A flexão do infinitivo nas reduzidas. Funções da linguagem A linguagem e suas funções/as funções da linguagem. Emotiva 10 10 19 e 20 (ou expressiva). Função apelativa (ou conativa). Função poé- tica. Função metalinguística. Função referencial (denotativa ou informativa). Função fática. Regência/Crase O uso da preposição e a mudança de sentido/regência de alguns verbos. Preposição nas orações/regência nas subordinadas 11 11 e 12 21 a 24 adjetivas e subordinadas substantivas. A ligação entre regente e regido/a coesão. As variantes/uso culto, uso coloquial. Regência do nome/regência nominal. Crase – A contração do a + a/crase. Uma regra para muitos ca- 11 13 25 e 26 3 sos/regra geral. Uso do acento grave/as regras. Implícitos (pressuposto e subentendido) O dizer que não é explícito/o implícito. Pressuposto. Elementos 12 14 27 e 28 que disparam pressupostos/estruturas pressuposicionais. O im- plícito na forma de subentendido/o subentendido. Verbo O tempo/o verbo, noção de tempo e formas nominais. As vari- ações do verbo/as flexões. Os tipos/classificação dos verbos. Função – acento tônico/verbo auxiliar, verbo principal, formas rizotônicas e arrizotônicas. Empregando o presente e derivados/ presente do indicativo e tempos derivados. Derivados do pre- 13 15 a 17 29 a 34 sente do indicativo. Presente histórico, presente com valor de futuro/embreagem. Derivados do infinitivo pessoal/futuro do pre- sente/do pretérito. Os filhos do perfeito. Derivados do pretérito perfeito. Pretérito mais-que-perfeito. Pretérito imperfeito do sub- juntivo. Futuro do subjuntivo. Tempos compostos (pretéritos e futuro do subjuntivo). Outros valores dos pretéritos/embreagem. Conjugando o verbo/tabela de conjugação. As categorias pessoa, espaço e tempo O tempo/análise do tempo. Emprego metafórico dos tempos/ embreagem e debreagem. Marcadores temporais/emprego e semântica dos marcadores. O espaço/análise do espaço. 14 18 35 e 36 Marcadores espaciais/emprego e semântica dos marcadores. Emprego metafórico dos marcadores espaciais/embreagem e debreagem. Emprego metafórico das pessoas do discurso/em- breagem e debreagem.10
  • 10. Continuação – Português Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Mecanismos que desencadeiam a ambiguidade Algumas noções teóricas/conceito de ambiguidade. Como nasce 15 19 37 e 38 a ambiguidade/mecanismos geradores de ambiguidade. A obra aberta/ambiguidade no romance, nas artes plásticas. Pontuação Os sinais de pontuação/tipos de pontuação. A associação lógi- ca/regra geral I. A intercalação/regra geral II. A ênfase ao objeto/ vírgula no período simples: objeto pleonástico. A circunstân- cia/vírgula no período simples: adjunto adverbial. O estado ou a qualidade do sujeito/vírgula no período simples: predicativo do sujeito. Vírgula: o chamado/a vírgula no período simples: vocativo. A coordenação/a vírgula no período composto: as coordenadas. A subordinação/a vírgula no período composto: 16 20 e 21 39 a 42 subordinadas substantivas. A subordinação/a vírgula no período composto: subordinadas adjetivas. A subordinação/a vírgula no período composto: subordinadas adverbiais. A enumeração/ enumeração de palavras e orações. A explicação/elementos de valor explicativo. Vírgula: omissão de termos/zeugma, elipse. Reticências/emprego das reticências. Travessão/emprego do travessão. Aspas/emprego das aspas. Dois-pontos/emprego dos dois-pontos. Ponto e vírgula/emprego do ponto e vírgula. Ritmo e pontuação/emprego estilístico dos sinais de pontuação. Conceito de signo, relações entre significante e significado, forma e conteúdo 4 Os dois níveis/os níveis do conteúdo e da expressão. O signo/ conceito de signo. Significante/significado. O signo linguístico e o signo visual/a arbitrariedade do signo linguístico. A existência do 17 22 43 e 44 signo. Aproximação entre significante e significado/a valorização do significante. Oposições no nível da expressão/os elementos presentes no nível da expressão. A perspectiva. O primeiro plano. O close. O dinâmico e o estático. O reto e o curvo. O aberto e o fechado. À procura da essência/o esvaziamento do significado. O estranhamento/uma nova organização do real. Concordância nominal Regra geral/substantivo e seus satélites. Regras especiais/dois adjetivos para um substantivo. Regras especiais/meio, bastan- te, caro, barato, muito, só, longe. Regras especiais/verbo ser + 18 23 e 24 45 a 48 adjetivo. Regras especias/adjetivo com valor de advérbio. Re- gras especiais/alerta. Regras especiais/anexo, em anexo. Re- gras especiais/mesmo, próprio. Regras especiais/incluso, lesa. Regras especiais/obrigado, obrigada. Figuras de linguagem ligadas ao aspecto semântico O literal e o figurado/denotação e conotação. A é confrontado com B/a comparação. A comparação implícita/a metáfora. A 19 25 49 e 50 sucessão de metáforas/a alegoria. A metáfora desgastada/cata- crese. Dar vida a seres inanimados/a prosopopeia. A relação por implicação/a metonímia. O atributo no lugar do nome/a perífrase. A oposição de sentidos/a antítese. A contradição/o paradoxo. 11
  • 11. Continuação – Português Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Coesão Os que retomam/anafóricos. Os que projetam/catafóricos. Co- nectivos oracionais/conjunções e relativos. Conectivos preposi- 20 26 51 e 52 cionais/regente e regido. Elipse. Sinonímia. A coesão entre as estruturas/o paralelismo sintático. A coesão entre os textos/a intertextualidade. Concordância verbal O coloquial e o culto/emprego da concordância. O verbo concor- 21 27 e 28 53 a 56 da com o sujeito/regra geral, sujeito simples e composto. Outras regras/casos particulares. O verbo “ser”/regras de concordância. Variantes linguísticas Fala e escrita/as relações com o culto e o coloquial. Língua fala- da/marcas de oralidade. Vocabulário mais simples. Anacoluto. Simplicidade sintática (orações e períodos curtos, predomínio da coordenação). Repetição de termos e de ideias (pleonasmos). 22 29 57 e 58 Mudança de pronúncia. Elipses. As variantes/tipos de variante. Geográfica. Histórica. Social. Situacional. Outras variantes. As- pectos gramaticais/as variantes e os níveis gramaticais. Sintáti- co. Morfológico. Fonético. Lexical. Semântico. Neologismo/em- 4 prego de neologismos. Gíria/emprego da gíria. Jargão/emprego de jargões. Estrangeirismo/uso do estrangeirismo. Coerência Coesão e coerência/significado dos termos. Tipos de coerência. 23 30 59 e 60 Externa. Interna. Temporal. Narrativa. Argumentativa. Na lingua- gem. Verbo-visual. Quebra do paralelismo semântico. Colocação pronominal Próclise, mesóclise e ênclise/possibilidades de colocação dos 24 31 61 e 62 oblíquos átonos. Colocando antes do verbo/próclise. Colocando no meio do verbo/mesóclise. Colocando depois do verbo/ênclise. Locuções verbais/colocação pronominal em locução verbal. Figuras ligadas ao aspecto semântico O deboche/ironia. A polidez/eufemismo, lítotes. O crescente e o decrescente/gradação. O exagero/hipérbole. A personificação, a 25 32 62 e 64 animalização/prosopopeia, antropomorfização, zoomorfização. A mistura de sensações/sinestesia. O concreto com valor abstrato/o símbolo. Finge não afirmar o que afirma/preterição. A referência a um fato/alusão.12
  • 12. Português – Frente BBanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite Trovadorismo 1 6 Contexto histórico-cultural. Qual a língua falada em Portugal naquela época? Literatura de viagens. Literatura jesuítica ou catequética. Anchieta, o homem de múlti-1º 2 3 15 24 plas faces. Teatro para índio ver? Os árcades épicos brasileiros: Basílio da Gama e Frei Santa Rita Durão. 4 32 Um romance extemporâneo: Memórias de um sargento de milícias. 1 7 A prosa naturalista brasileira: Aluísio Azevedo. Pré-modernismo Contexto histórico-cultural do Pré-modernismo brasileiro. Que tipo de literatura é essa? 2 15 Os temas, os autores e suas obras. Os Sertões é uma lição de Geografia e História do2º 3 24 Brasil. Principais autores da primeira fase. Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Manuel Bandeira. Duas poetas contemporâneas. Adélia Prado, Hilda Hilst. Dois poetas. Manuel de Bar- 4 32 ros. Mário Quintana. 13
  • 13. Continuação – Português Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Teoria literária: a literatura é a arte da palavra Arte entre artes. Os níveis de leitura no texto literário. Emoção estética – mas o que é isso? Texto 1 – Informativo. Texto 2 – Mul- 1e2 1e2 1a4 tissignificativo ou literário. A poesia e a prosa, dois instrumentos da literatura Matéria-prima da literatura. Como distinguir poesia e prosa? Os gêneros literários: épico (narrativo), lírico e dramático São três os gêneros literários. O gênero que louva os feitos do 3 3e4 5a8 herói – as características do épico. As características do gênero lírico. As características do gênero dramático. Interpretação dos textos literários: principais figuras es- tilísticas, versificação 4 5 9 e 10 Figuras estilísticas. Noções de versificação e classificação de versos e estrofes. Trovadorismo 5 6 11 e 12 Contexto histórico-cultural. Qual a língua falada em Portugal naquela época? Poesia trovadoresca: tipologia de cantigas. Mas, quem era o 5 7e8 13 a 16 trovador? A primeira cantiga de que se tem notícia. Os tipos de cantigas. Prosa trovadoresca. Humanismo 6 9 17 e 18 1 6 10 Contexto histórico-cultural. Fernão Lopes e a crônica histórica. 19 e 20 A poesia palaciana. O teatro popular de Gil Vicente. Classicismo (1527-1580) 7 11 21 e 22 Contexto histórico-cultural – Medida velha e medida nova. 7 12 23 e 24 Camões, o maior poeta do Classicismo português. O lírico e o épico em Camões. A poesia lírica. A poesia épica, 7 13 25 e 26 Os Lusíadas. O tema e a estrutura de Os Lusíadas. Quinhentismo no Brasil Contexto histórico-cultural – Três vertentes da produção do sécu- 8 14 27 e 28 lo XVI no Brasil. Literatura informativa. Caminha era um escritor ou um escrivão? Um cronista quase desconhecido pela história. A Carta é bem mais que um documento. Carta de Caminha. Literatura de viagens. Literatura jesuítica ou catequética. An- 8 15 29 e 30 chieta, o homem de múltiplas faces. Teatro para índio ver? Barroco Contexto histórico-cultural. Arte da Contrarreforma, por quê? As 9 16 31 e 32 características gerais. Autores portugueses do Barroco. Sóror Mariana Alcoforado. Padre Antônio Vieira, o sermonista. A obra de Vieira. Barroco no Brasil. Contexto histórico-cultural. Gregório de Matos, 9 17 e 18 33 a 36 o “Boca do Inferno”.14
  • 14. Continuação – Português Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Arcadismo Arcadismo em Portugal. Contexto histórico-cultural. Característi- 10 19 e 20 37 a 40 cas da escola. Os lemas do Arcadismo. Bocage, o maior sone- tista português do século XVIII. Um poeta de má fama. A divisão da obra do autor. Obras do poeta. Arcadismo no Brasil. Contexto histórico-cultural. As característi- 10 21 41 e 42 cas brasileiras do Arcadismo. 10 22 43 e 44 Poesia lírica, satírica, épica e pré-romântica. Árcades líricos brasileiros. Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, Alvarenga Peixoto e Silva Alvarenga. As li- 10 23 45 e 46 ras de Marília de Dirceu. A obra satírica de Gonzaga: as cartas chilenas. Os árcades épicos brasileiros: Basílio da Gama e Frei Santa Rita 2 10 24 47 e 48 Durão. Romantismo, um espírito de época 11 25 49 e 50 Contexto histórico-cultural – Características do romantismo. O Romantismo em Portugal – as gerações portuguesas na pro- sa e na poesia. O início do Romantismo em Portugal. Garrett, 11 26 51 e 52 Herculano, Camilo Castelo Branco e Júlio Dinis. Primeira fase do romantismo em Portugal. Segunda fase do Romantismo em Por- tugal. Terceira fase do Romantismo em Portugal. O Romantismo no Brasil – contexto histórico-cultural. “Tudo pelo 11 27 e 28 53 a 56 Brasil e para o Brasil”. Advertência ao Leitor (Lede). As gerações românticas na poesia. Prosa: as vertentes do romance romântico no Brasil. Autores 11 29 a 31 57 a 62 românticos brasileiros. Um romance extemporâneo: Memórias de um sargento de 11 32 63 e 64 milícias. Realismo, uma estética do século XIX Como era o mundo daquela época? Quais as correntes científi- 1 1 1e2 co-filosóficas que influenciaram o Realismo? As características da literatura realista. Diferenças entre Realismo, Naturalismo e Impressionismo. Realismo em Portugal: Eça de Queirós e o Realismo-Natura- 1 2 3e4 lismo – As Conferências Democráticas do Cassino Lisbonense. 3 1 3 5e6 Autores portugueses na poesia. Eça de Queirós, um crítico feroz da burguesia. 1 4 7e8 O Realismo e o Naturalismo no Brasil: contexto histórico-cultural. 1 5 9 e 10 A prosa realista de Machado de Assis. Um homem e seu estilo. Os romances machadianos: Memórias póstumas de Brás Cu- 1 6 11 e 12 bas, Quincas Borba e Dom Casmurro. 1 7 13 e 14 A prosa naturalista brasileira: Aluísio Azevedo. 15
  • 15. Continuação – Português Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada O Impressionismo de Raul Pompeia e as lições de O Ateneu. O 1 8 15 e 16 Ateneu, uma vingança do autor? Parnasianismo Contexto histórico-cultural e características gerais. De onde vem 2 9 17 e 18 o nome Parnasianismo? A poesia como joia ou escultura. As ca- racterísticas do Parnasianismo. A tríade parnasiana: Olavo Bilac, Alberto de Oliveira e Raimundo 2 10 19 e 20 Correia. Simbolismo Contexto histórico-cultural. Características simbolistas. Simbo- 3 11 a 13 21 a 26 lismo em Portugal. Autores simbolistas portugueses. Simbolis- mo no Brasil. Autores simbolistas brasileiros. Pré-modernismo Contexto histórico-cultural do Pré-modernismo brasileiro. Que 4 14 e 15 27 a 30 3 tipo de literatura é essa? Os temas, os autores e suas obras. Os Sertões é uma lição de Geografia e História do Brasil. Lima Barreto (1881-1922). Triste fim de Policarpo Quaresma, uma obra-prima. Graça Aranha (1868-1931). , a obra- 4 16 31 e 32 -prima. Monteiro Lobato (1882-1948). E aparece o Jeca Tatu, o “piolho da terra”. Augusto dos Anjos (1884-1914). Vanguardas europeias e o Modernismo em Portugal 5 17 33 e 34 Um pouco das vanguardas europeias. Modernismo em Portugal (1915 até os nossos dias). Contexto histórico-cultural. A revista Orpheu e as fases do Modernismo em Portugal. 1915 a 1927 – Geração Orpheu. 1927 a 1940 – Geração Presença. O Neorrealismo. Fernando Pessoa. Um só poeta e muitos outros 5 18 35 e 36 “eus”. Fernando Pessoa, ele mesmo. Os heterônimos de Fer- nando Pessoa: os muitos “outros eus” do poeta. Na prosa, existe um tal de Bernardo Soares. Os “outros eus” na poesia. Mário de Sá-Carneiro, poeta, dramaturgo e prosador. Modernismo no Brasil 6 19 e 20 37 a 40 (1922 até os nossos dias) – Contexto histórico-cultural. Paranoia ou Mistificação?, Monteiro Lobato versus Anita Malfatti. A Semana de Arte Moderna de 1922. Os participantes da SAM. 6 21 41 e 42 E aparece Klaxon, o mensário da Arte Moderna. Primeira fase modernista (1922-1930). As subcorrentes aparecidas 6 22 43 e 44 entre 1922 e 1930. 4 6 23 e 24 45 a 48 Principais autores da primeira fase. Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Manuel Bandeira. Segunda fase modernista (1930-1945). Os poetas modernistas da segunda fase. Carlos Drummond de Andrade (1902-1987). 6 25 49 e 50 Cecília Meireles (1901-1964). Vinicius de Moraes (1913-1980). Murilo Mendes (1902-1975). Jorge de Lima (1893-1953). Os prosadores modernistas da segunda fase: Graciliano Ra- 6 26 e 27 51 a 54 mos. Rachel de Queirós. Jorge Amado. José Lins do Rego. Erico Verissimo.16
  • 16. Continuação – Português Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Terceira fase modernista (de 1945 em diante) A prosa da terceira 6 28 e 29 55 a 58 geração, autores e suas obras. Tendências contemporâneas e vanguardas modernistas. Poesia 4 6 30 59 e 60 concreta. Poesia neoconcretista. Poesia Práxis. O poema-pro- cesso. E, em meio aos “marginais”, o tropicalismo. Poetas e prosadores contemporâneos. Dalton Trevisan, João 6 31 61 a 62 Ubaldo Ribeiro. Moacyr Scliar, Rubem Fonseca. Antônio Calado. Duas poetas contemporâneas. Adélia Prado, Hilda Hilst. Dois 6 32 63 a 64 poetas. Manuel de Barros. Mário Quintana. 17
  • 17. Redação Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Para que escrever? Escrever é reinventar o mundo... 1 1 1e2 Transmitindo para o papel as observações do mundo. O que é preciso fazer para escrever bem? Observamos bem o mundo que está ao redor de nós? Para es- 2 2 3e4 crever bem, é preciso ler muito. Para escrever bem, é preciso escrever sempre. Imaginar é preciso 3 3 5e6 Para escrever, é preciso imaginação e sensibilidade. Continuando um tema proposto 4 4 7e8 O que é propriamente um tema? Resumir um texto 5 5 9 e 10 Para que resumir um texto? As modalidades do texto 6 6 11 e 12 Modalidades redacionais: narrar, descrever e dissertar. A narração 7 7 13 e 14 O que é narrar? Sucessão de conflitos. Verossimilhança. Descrever Exercício para os cinco sentidos. Do genérico para o particular. 8 8 15 e 16 A imaginação e a “alma das coisas”. Imagine um escritor sem o recurso da descrição. 1 9 9 Dissertar 17 e 18 O que é dissertação? As três partes da dissertação. Os tipos dis- sertativos. Convencer o leitor. Conclusão. Descrever com o auxílio dos cinco sentidos 10 10 19 e 20 Organizar-se para descrever. Descrever psicologicamente um ser 11 11 21 e 22 O lado de dentro das criaturas. Autorretrato: descrever-se fisicamente 12 12 23 e 24 Eu sou assim, assim e... assim! Autorretrato psicológico 13 13 25 e 26 Uma fotografia interior. Descrever um amigo ou familiar 14 14 27 e 28 Descrever o outro a partir de seu olhar. Descrever uma paisagem 15 15 29 e 30 Quantas paisagens guardamos dentro de nós? Descrever pessoas na paisagem 16 16 31 e 32 Somos colecionadores de fatos, ações, paisagens, sentimentos. Descrever um ambiente fechado 17 17 33 e 34 O detalhamento do espaço interior.18
  • 18. Continuação – Redação Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada A narrativa se apresenta de inúmeras maneiras 18 18 35 e 36 Muitas maneiras de narrar. O narrador é a “voz” que conta a história 19 19 37 e 38 Foco narrativo ou ponto de vista. Narrador em 1ª ou 3ª pessoa. Narrador observador ou onisciente. Personagens: classificação 20 20 39 e 40 Redondas, planas. Protagonistas, antagonistas, coadjuvantes. Discurso, fala das personagens 21 21 41 e 42 Os discursos narrativos. Espaço real e psicológico 22 22 43 e 44 Espaço e história. Tipologia de espaços. O tempo narrativo 23 23 45 e 46 O tempo nas narrativas. Enredo linear e alinear 24 24 47 e 48 Tipos de Enredo. Exemplo de enredo linear. Exemplo de enredo alinear. Um título para as narrativas 1 25 25 49 e 50 Quanto vale um bom título? Para que serve o título? Sugerir, não desvendar. Narrar e criticar 26 26 51 e 52 Uma aventura intelectual. Narrar e criticar socialmente 27 27 53 e 54 Narrar para criticar os fatos. O que guarda uma simples fábula? Narrativa com várias personagens e ambiências 28 28 55 e 56 Muitas personagens, muitas vidas. Não aja como o mau piadista... Narrar com auxílio de figuras estilísticas 29 29 57 e 58 Um caminho novo para narrar. Narração com uso de arquétipos 1 30 30 59 e 60 Modelos antigos. O mito de Narciso e Eco. Para que serve o mito? Narração com uso de arquétipos 2 31 31 61 e 62 Os sentimentos e os mitos. Comparação dos mitos de Minotauro e Quíron. Narração com uso de arquétipos 3 32 32 63 e 64 O voo de Ícaro. O que é dissertar? 1 1 1e2 A dissertação como texto opinativo. 2 2 2 3e4 De que é composto o universo dissertativo? O que compõe o texto dissertativo. A adequação da linguagem na dissertação 3 3 5e6 Como adequar a linguagem à situação do texto dissertativo. 19
  • 19. Continuação – Redação Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada O tema, o que é? 4 4 7e8 Os assuntos a serem abordados. A delimitação do tema é uma necessidade 5 5 9 e 10 Delimitação do tema. Tema da redação. O papel da coletânea de textos na dissertação 6 6 11 e 12 O que faço com a coletânea? Preparando uma redação dissertativa passo a passo 7 7 13 e 14 Passos para uma dissertação. Mas é só isso, então? O ponto de vista dissertativo 8 8 15 e 16 Como expressar a opinião corretamente. Redação reflexiva, subjetiva 9 9 17 e 18 Dissertação subjetiva. Os temas bilaterais 10 10 19 e 20 Tratamento dos temas de abordagem dupla. O tema é apenas uma consequência 11 11 21 e 22 O tema como consequência. Dissertar a partir de textos 12 12 23 e 24 Julgar os fatos e compreender o mundo. Dissertar a partir de imagens 13 13 25 e 26 O uso de imagens nos textos. 2 14 14 27 e 28 Dissertar a partir de charges, cartuns e tirinhas Compreendendo os temas de charges, cartuns e tirinhas. Dissertar a partir de textos mistos 15 15 29 e 30 Uma coletânea com textos mistos. Os tipos de tese 16 16 31 e 32 O parágrafo. Os tipos de parágrafos introdutórios (tese). Os pecados mortais da dissertação 17 17 33 e 34 Erros comuns que devem ser evitados. Os tipos de argumentação 18 18 35 e 36 Expor ideias, contextualizar fatos. A contra-argumentação 19 19 37 e 38 Demonstrando opiniões contrárias. Exemplificação, como se deve proceder? 20 20 39 e 40 Cuidar dos parágrafos intermediários. Textos expositivos e argu- mentativos. Exemplificação. A sequência lógica dos parágrafos 21 21 41 e 42 Unidade dissertativa. A clareza textual 22 22 43 e 44 Equilíbrio do texto. Mas como se obtém clareza? A coesão e a coerência 23 23 45 e 46 Nexo frasal.20
  • 20. Continuação – Redação Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Paralelismo 24 24 47 e 48 Paralelismo sintático. Paralelismo semântico. Concisão 25 25 49 e 50 Concisão e precisão. 26 26 51 e 52 Adequação temática e estrutural na dissertação Os processos de raciocínio 27 27 53 e 54 Raciocínios dedutivo e indutivo. Exemplo de texto dedutivo (geral para particular). Exemplo de texto indutivo (particular para geral). 2 28 28 55 e 56 A carta é uma dissertação em primeira pessoa Estrutura básica da carta. A interlocução 29 29 57 e 58 A importância da interlocução para o desenvolvimento da carta. Contrariando um ponto de vista exposto na mídia 30 30 59 e 60 Declaração contestada. 31 31 61 e 62 A carta e o uso dos pronomes de tratamento 32 32 63 e 64 O emprego da linguagem na modalidade carta 21
  • 21. Matemática – Frente ABanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite Sucessões proporcionais e inversamente proporcionais. Regra de três simples e 1 7 composta. Função do primeiro grau 2 15 Tipos – constante, linear, identidade e afim. 1º 3 24 Gráfico e coeficiente angular. Sinal da função do primeiro grau. Logaritmos – problemas, recursos de cálculo, restrições e consequências da definição. Progressão geométrica – termo geral da PG. Analogia. Propriedades da PG. Soma dos 4 32 termos de uma PG. 1 7 Expressão geral dos arcos. Arcos múltiplos – fórmulas de arco triplo. 2 15 2º 3 24 Arco metade. Arranjos simples. Permutações simples. 4 32 Conceito de probabilidade. Probabilidade condicional. Eventos independentes.22
  • 22. Continuação – Matemática Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Produtos notáveis Introdução – fator, propriedade distributiva, desenvolver e fa- 1 1 1a3 torar. Casos – quadrado de binômio e de trinômio, expressões conjugadas, cubo da soma e Produto de Stevin. Fatoração 2 2 4a6 Casos – fator comum, agrupamento, quadrado perfeito, diferença de quadrados e Produto de Stevin. Casos – cubo da soma, soma de cubos e diferença de cubos. 2 3 7a9 Aplicações da fatoração. Teoria dos conjuntos 3 4 10 a 12 Introdução – elemento e representação de um conjunto. Tipos de conjunto. Operações entre conjuntos. Razões e proporções 4 5 13 a 15 Grandezas simples e compostas. Propriedades das razões. Proporção contínua. Propriedade fundamental das proporções. Média aritmética simples. Média aritmética ponderada. Média 4 6 16 a 18 geométrica. Média harmônica. Sucessões proporcionais e inversamente proporcionais. Regra 4 7 19 a 21 de três simples e composta. 4 8 22 a 24 Porcentagem. Fatores de aumento e de redução. Equação do primeiro grau Origem da Álgebra. Fazer e desfazer operações. Princípios da 1 5 9 25 a 27 igualdade. Regra da transposição. Equação do primeiro grau. Problemas de primeiro grau. Equação do segundo grau 6 10 28 a 30 A equação do segundo grau. Raiz da equação. Conjunto ver- dade. Resolução de equações nos reais e nos imaginários. Relações entre coeficientes e raízes (estudo do discriminante). 6 11 31 a 33 Relações de Girard. Equação resolvente (que reduz ao segundo grau). Equação 6 12 34 a 36 irracional. Equações fracionárias. Funções 7 13 37 a 39 Conceito e notação de função. Domínio e imagem. Funções reais. Estudo de gráficos. 7 14 40 a 42 Tipos de funções – injetora, sobrejetora, bijetora, par, ímpar e inversas. Função do primeiro grau 8 15 43 a 45 Tipos – constante, linear, identidade e afim. Gráfico e coeficiente angular. Sinal da função do primeiro grau. Função do segundo grau 9 16 46 a 48 Introdução – problema prático e definição. Gráficos. Eixo de simetria. O vértice. 9 17 49 a 51 Três abscissas notáveis. As raízes. Interpretação de gráficos. 9 18 52 a 54 Inequações. 23
  • 23. Continuação – Matemática Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Função composta e função módulo 10 19 55 a 57 Função composta. 10 20 58 a 60 Módulo de um número real. Função módulo. 10 21 61 a 63 Gráficos de função modular. Funções exponenciais e logaritmos 11 22 64 a 66 Função exponencial – crescente e decrescente. 11 23 67 a 69 Logaritmos – história e equações logarítmicas. Logaritmos – problemas, recursos de cálculo, restrições e 11 24 70 a 72 consequências da definição. 11 25 73 a 75 Logaritmos – mudança de base e propriedades. 2 11 26 76 a 78 Logaritmos – logaritmos naturais, logaritmos decimais, antiloga- ritmo e cologaritmo. Função logaritmo 12 27 79 a 81 Função logarítmica – crescente e decrescente. 12 28 82 a 84 Propriedades das funções logarítmicas. 12 29 85 a 87 Equações e inequações logarítmicas. Sequências/PA e PG 13 30 88 a 90 Sequência – representação, termo geral e classificação. Séries – definição e propriedades. Progressão aritmética – termo geral da PA. Propriedades da PA. 13 31 91 a 93 Soma dos termos de uma PA. Progressão geométrica – termo geral da PG. Analogia. Propriedades 13 32 94 a 96 da PG. Soma dos termos de uma PG. Trigonometria nos triângulos Triângulos semelhantes. 1 1 1a3 Triângulo retângulo – definição, seno cosseno, tangente e valores notáveis. 1 2 4a6 Triângulo qualquer – teorema dos cossenos. 1 3 7a9 Triângulo qualquer – teorema dos senos. Arcos geométricos 2 4 10 a 12 Arco da circunferência. Medidas de arcos geométricos. 3 3 5 Círculo trigonométrico 13 a 15 Arcos trigonométricos. Circunferência orientada. Arco orientado. Circunferência trigonométrica. Consequências. 3 6 16 a 18 Medidas lineares. Medidas angulares. Extremos simétricos. 3 7 19 a 21 Expressão geral dos arcos. Seno e cosseno no círculo trigonométrico 4 8 22 a 24 Extensão da definição de seno. Extensão da definição de cosseno. Relação fundamental.24
  • 24. Continuação – Matemática Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada 4 9 25 a 27 Extensão da definição de Tangente. Cossecante e cotangente. 4 10 28 a 30 Relação entre linhas trigonométricas. 4 11 31 a 33 Equações em R. 4 12 34 a 36 Inequações em R. Adição de arcos 3 5 13 37 a 39 Seno e cosseno da soma. 5 14 40 a 42 Arcos múltiplos – fórmulas de arco duplo. Arcos múltiplos – fórmulas de arco triplo. 5 15 43 a 45 Arco metade. Fatoração 6 16 a 18 46 a 54 Fatoração trigonométrica. Funções trigonométricas 7 19 55 a 57 Funções seno, cosseno e tangente. 7 20 58 a 60 Funções arc cos x, arc sen x e arc tg x. Fatoriais e binomiais 8 21 61 a 63 Fatoriais – história, conceito e propriedades. Binomiais. Binomiais – propriedades dos binomiais, relação de Stifel e soma 8 22 64 a 66 de binomiais. Princípio fundamental da contagem 9 23 67 a 69 Contar. Evento. Princípios aditivo e multiplicativo de contagem. Sistematização de estratégias. Arranjos com repetição. 9 24 70 a 72 Arranjos simples. Permutações simples. 9 25 73 a 75 Fórmula das combinações simples. Fórmula das permutações. 4 10 26 76 a 78 Binômio de Newton e triângulo de Pascal O triângulo de Pascal e o binômio. Outra apresentação. 10 27 79 a 81 Binômio de Newton. 10 28 82 a 84 Propriedades do triângulo de Pascal. Probabilidade 11 29 85 a 87 Experimentos. Espaço amostral. Dendrograma. Tabela de dupla entrada. Gráficos. Eventos – evento certo e evento impossível, evento composto e 11 30 88 a 90 eventos complementares ou contrários. Propriedades. 11 31 91 a 93 Espaço amostral laplaciano. Conceito de probabilidade. Probabilidade condicional. Eventos 11 32 94 a 96 independentes. 25
  • 25. Continuação – Matemática Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Números complexos Números imaginários puros. Equações do terceiro grau. Fatora- 1 1a3 1a3 ção. Fórmula resolutiva. Origem dos imaginários. Argand-Wessel. Operações com imaginários. Origem. Forma algébrica. Igualdade. Adição e multiplicação. 1 4a6 4a6 Subtração. Ordenação. Introdução à divisão. A operação di- visão. Potenciação. Radiciação. Imagens dos números complexos Imagens de números reais e números complexos. Imagens 2 7a9 7a9 de complexos conjugados e opostos. Imagens da soma e da subtração. Imagem do módulo. Afixos notáveis. Propriedades do módulo. Módulo da diferença. Imagem do argu- 2 10 e 11 10 e 11 mento. Forma argumental. Forma trigonométrica. Operações na forma trigonométrica – multiplicação. Divisão. 2 12 a 14 12 a 14 Potenciação. Fórmula de Moivre. Radiciação. Movimentos no plano Grandezas vetoriais – informações numéricas. Convenções 3 15 e 16 15 e 16 geométricas. Conveções algébricas. Vetores e números com- plexos. Rotações no plano de Gauss. 5 3 17 e 18 17 e 18 Forma exponencial. 3 19 e 20 19 e 20 Equações binômias. Equações trinômias. Teoria analítica – pares ordenados, definição, elementos notáveis 3 21 21 e operações. Polinômios 4 22 22 Monômios. grau de monômios. Função polinomial. Gráficos. Indicação sintética. Polinômios – grau, raiz e igualdade de polinômios, polinômio 4 23 e 24 23 e 24 identicamente nulo (PIN) e polinômios idênticos entre si (PIS). 4 25 25 Método de Descartes. Operações com polinômios. Divisores do primeiro grau. Teorema de DAlembert. Teorema de 4 26 a 28 26 a 28 Descartes. Relações de Ruffini. Algoritmo de Ruffini. Divisor por produto. Equações 5 29 e 30 29 e 30 Valor numérico. Igualdades – identidades e identidades clássicas. Equações. Raízes estranhas. Fórmulas resolutivas, resolução 5 31 e 32 31 e 32 algébrica, resolução transcendente e resolução numérica.26
  • 26. Matemática – Frente BBanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite Triângulos 1 7 Introdução – definição. Elementos. Tipos de triângulo.1º 2 15 Consequências – base média do triângulo, base média do trapézio e baricentro do triângulo. 3 24 Triângulo retângulo – teorema de Pitágoras. 4 32 Área do círculo – setor circular. Ângulos poliédricos – elementos, tipos e propriedades. 1 7 Poliedro – definição, elementos, classificação e superfície poliédrica aberta. Cone reto – elementos, medidas, área lateral, área total e volume.2º 2 3 15 24 Cone equilátero. Teorema de Laplace. Teorema da decomposição de filas. 4 32 Sistema linear homogêneo. Soluções próprias e impróprias. 27
  • 27. Continuação – Matemática Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Introdução à Geometria 1 1 1e2 Forma, tamanho e posição. Definir e justificar. Entes primitivos. Intuição. Postulados. Entes definidos. Teoremas. Ângulo geométrico 2 2 3e4 Introdução – posição, definição e região angular. Medidas. Tipos de ângulo. Posições relativas. Bissetriz. Perpendiculares. Mediatriz. Distância de ponto a reta. 2 3 5e6 Posições relativas de retas coplanares. Postulado de Euclides. Paralelas e transversal. Teorema angular 2 4 7e8 de Tales. Ângulo externo do triângulo. Triângulo isósceles. Polígonos 3 5 9 e 10 Introdução – definição, região poligonol, elementos do polígono, tipos de polígonos e nomenclatura dos polígonos. Relações – diagonais, soma dos ângulos internos e externos de 3 6 11 e 12 um polígono. Triângulos 4 7 13 e 14 Introdução – definição. Elementos. Tipos de triângulo. Igualdades nos triângulos – casos de congruência. 4 8 15 e 16 Aplicações dos casos de congruência. Desigualdades nos triângulos – teoremas 1, 2 e 3. 4 9 17 e 18 Relações – teorema angular de Tales, ângulos externos e triân- 1 gulo retângulo. Circunferência Introdução – definição. Elementos. 5 10 19 e 20 Posições relativas – o ponto e a circunferência. A reta e a circun- ferência. A circunferência e a circunferência. A circunferência e os ângulos – ângulo central, ângulo inscrito e segmento capaz. 5 11 21 e 22 Novas relações – ângulo de segmento, ângulo excêntrico inter- no e ângulo excêntrico externo. A circunferência e os triângulos – inscrição e circunscrição. 5 12 23 e 24 O quadrilátero e a circunferência – posição e medidas de elementos opostos. Quadriláteros 6 13 25 e 26 Introdução – definição. Classificação. 6 14 27 e 28 Propriedades. Consequências – base média do triângulo, base média do tra- 6 15 29 e 30 pézio e baricentro do triângulo. Segmentos proporcionais 7 16 31 e 32 Razão de dois segmentos. Teorema linear de Tales. Consequências – reta paralela a um lado e teorema da bissetriz 7 17 33 e 34 interna. 7 18 35 e 36 Consequências – teorema da bissetriz externa.28
  • 28. Continuação – Matemática Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Semelhança e potência de ponto 8 19 37 e 38 Mesma forma. Razão de semelhança. Pantógrafo. 8 20 39 e 40 Triângulos semelhantes. Teorema. Casos de semelhança. Potência de um ponto – nomenclatura, propriedade, generaliza- 8 21 41 e 42 ção e caso da tangente. Triângulos 9 22 43 e 44 Triângulo retângulo – projeção ortogonal, triângulo retângulo e propriedades. 9 23 45 e 46 Triângulo retângulo – relações métricas. 9 24 47 e 48 Triângulo retângulo – teorema de Pitágoras. 2 9 9 25 26 49 e 50 Triângulo qualquer – teorema dos cossenos. 51 e 52 Triângulo qualquer – teorema dos senos. Áreas 10 27 53 e 54 Superfícies equivalentes. Postulados da área. Área do paralelo- gramo. Área do triângulo. 10 28 55 e 56 Fórmulas auxiliares. Fórmula de Herão. 10 29 57 e 58 Área do trapézio. Área de polígonos. Polígono circunscrito. 10 30 59 e 60 Figuras semelhantes. 10 31 61 e 62 Círculo. Área do círculo. 10 32 63 e 64 Área do círculo – setor circular. Determinação 1 1 1e2 Geometria de posição. Forma, tamanho e posição. Postulados e Teoremas. Determinação de plano. Duplas de reta. Projeção. Posições relativas 2 2 3e4 Retas no espaço. reta e plano. Consequências. Plano e plano. Perpendicularismo – reta perpendicular a um plano e reta oblíqua 2 3 5e6 a um plano. Suficiência. Consequências. Teorema das três perpendiculares. 2 4 7e8 Plano perpendicular a um plano. Plano mediador. Distâncias. Diedros, triedros e poliedros 3 3 3 5 6 9 e 10 Diedros – postulados, definição, conceitos e propriedades. 11 e 12 Triedros – definição, conceitos, propriedades e congruência. Ângulos poliédricos – elementos, tipos e propriedades. 3 7 13 e 14 Poliedro – definição, elementos, classificação e superfície polié- drica aberta. Poliedro – relações de Euler, superfície poliédrica fechada, soma 3 8 15 e 16 dos ângulos das faces, poliedros de mesma espécie. Poliedro de Platão, poliedros regulares, poliedros conjugados. Prismas 4 9 17 e 18 Conceito de prisma – elementos e tipos. Nomenclatura. Outros elementos e volume do prisma. 29
  • 29. Continuação – Matemática Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada 4 10 19 e 20 Paralelepípedo e Cubo – diagonais e áreas. Pirâmide 5 11 21 e 22 Introdução – definição. Elementos. Medidas. Nomenclatura. Classificação. Propriedades. Cilindros 6 12 23 e 24 Introdução – definição. Elementos. Cilindro reto – definição, medidas, área lateral e área total. 6 13 25 e 26 Cilindro equilátero. 3 7 14 27 e 28 Cone Cone circular – definição, tipos e elementos. Cone reto – elementos, medidas, área lateral, área total e volume. 7 15 29 e 30 Cone equilátero. Esfera 8 16 31 e 32 Superfície esférica e esfera. Elementos da esfera. Posições relativas. 8 17 33 e 34 Área e volume. A questão do volume. Inscrição e circunscrição – poliedros duais. 8 18 35 e 36 Semelhança. Matrizes 9 19 37 e 38 Tabelas. Matrizes. Tipos de matriz. Relações entre matrizes – igualdade e adição. 9 20 39 e 40 Multiplicação por um número real. Produto de matrizes – conceito, consequência da definição e 9 21 41 e 42 equações. Regra prática. Determinantes 10 22 43 e 44 Considerações iniciais – a equação px = q e sistemas do primeiro grau. Determinantes – representação. Cálculo. Lei de Formação. 10 23 45 e 46 Propriedades dos determinantes. 10 24 47 e 48 Teorema de Laplace. Teorema da decomposição de filas. 4 10 25 49 e 50 Teorema de Jacobi. Matrizes especiais. Determinante de soma e produto. 10 26 51 e 52 Matrizes inversas. Cálculo da matriz inversa, propriedades da matriz inversa e 10 27 53 e 54 regra de Chió. Sistemas de equações Conjunto solução. Resolução de sistemas. 11 28 55 e 56 Classificação de sistemas. Sistema com mais equações que in- cógnitas. 11 29 57 e 58 Sistema escalonado. 11 30 59 e 60 Sistemas equivalentes. Discussão de um sistema. Sistema normal. 11 31 61 e 62 Teorema de Cramer. Regra de Cramer. 11 32 63 e 64 Sistema linear homogêneo. Soluções próprias e impróprias.30
  • 30. Continuação – Matemática Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada O ponto 1 1 1 O ponto na reta – uma prática de localização. A localização, na teoria. Dois pontos na reta – segmento orientado. Relação de Chasles. 1 2 2 Medida algébrica. Distância entre dois pontos. Três pontos no- táveis. Equações paramétricas. O ponto no plano – uma prática de localização. Uma teoria de 1 3e4 3e4 localização. Conversão. Três pontos notáveis. Distância entre dois pontos. Condição de alinhamento. Retas verticais e horizontais Conjunto de pontos – quadrantes. No eixo OX. No eixo OY. Na 2 5e6 5e6 bissetriz dos quadrantes pares. Em retas verticais e horizontais. Limitados por retas verticais e horizontais. Em retas horizontais. Entre retas. 2 7 7 Retas não verticais. Inclinação da reta. 2 8 8 Declividade em escadas. Declividade em rampas. Cálculo da declividade. Significado do 2 9 e 10 9 e 10 coeficiente angular. Condições de alinhamento. Equação fundamental da reta. Formas da equação da reta – forma reduzida. Coeficiente 2 11 a 13 11 a 13 linear. Equação geral. Equação segmentária. Equação normal. Equações paramétricas. 5 3 14 e 15 Retas quaisquer 14 e 15 Posições relativas de retas – retas r e s paralelas. Retas r e s concorrentes. Gráficos. Retas r e s perpendiculares. 3 16 16 Ângulo agudo entre r e s. 3 17 e 18 17 e 18 Distância de ponto a reta. 3 19 19 Feixe de paralelas. 3 20 20 Feixe de perpendiculares. 3 21 e 22 21 e 22 Feixe de concorrentes. 3 23 e 24 23 e 24 Área de polígonos. Circunferência 4 25 e 26 25 e 26 Equação reduzida. Equação normal. O ponto e a circunferência. A reta e a circunferência. A circunferência e a circunferência. Elipse – introdução, elementos, condição de existência, conse- quências da definição, excentricidade, achatamento, tangente 4 27 e 28 27 e 28 em um ponto, teorema de Pitágoras, estudo analítico e desigual- dades. Hipérbole – uma experiência, propriedade fundamental, ele- 4 29 e 30 29 e 30 mentos da hipérbole, condição de existência, consequência da definição, medidas, excentricidade e estudo analítico. Parábola – uma construção, uma propriedade. Elementos da 4 31 e 32 31 e 32 parábola, estudo analítico e resumo. 31
  • 31. Biologia – Frente ABanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite Cadeia e teia alimentar 1 6 Produtores. Consumidores. Decompositores. Fluxo de matéria e energia em um ecos- sistema. Pirâmides ecológicas: de números, de biomassa e de energia. Definições, tipos e exemplos de interações ecológicas: harmônicas e desarmônicas 2 14 intraespecíficas; harmônicas e desarmônicas interespecíficas. Introdução à Genética/Análise de heredogramas 1º 3 22 A hereditariedade, a Genética e os experimentos de Mendel com ervilhas. Primeira Lei de Mendel. Conceitos fundamentais da Genética. Monoibridismo. Os cruzamentos- ‑teste. Alterações nas proporções da Primeira Lei de Mendel: herança intermediária e genes letais. Genética moderna 4 32 Avanços tecnológicos e os progressos da biologia. Conceitos e discussões que en- volvem os procedimentos de clonagem, células-tronco e transgênicos. A classificação biológica A classificação biológica (o sistema natural de Lineu). A classificação atual segundo a 1 7 organização celular, número de células, tecidos e nutrição. Os reinos atuais e o grupo dos vírus. Regras da nomenclatura binomial. Classificação biológica e os Domínios. Ciclos reprodutivos sexuados, fungos e algas 2 15 Ciclos reprodutivos sexuados (diplobionte, haplobionte e haplodiplobionte) e polêmicas sobre a classificação dos ciclos. Angiospermas: características gerais; hábitat, exemplos. Aspectos e ciclo da 3 24 reprodução: estrutura da flor, polinização, fecundação e semente. 2º Morfofisiologia vegetal e movimentos vegetais Organologia vegetal. Raiz – morfologia interna e externa e funções secundárias. Caule – morfologia interna e externa e tipos de caule. Folhas – anatomia interna e externa e tipos de folha. Transpiração e trocas gasosas: estrutura e funcionamento dos estômatos; fatores do vegetal e ambientais que interferem na transpiração. 4 32 Transporte de seiva: condução de seiva bruta (pressão de raiz, macro e micronutri- entes, capilaridade e sucção foliar); condução de seiva elaborada (modelo do arras- tamento molecular e o anel de Malpighi). Hormônios vegetais: auxinas, giberilinas, citocininas, etileno e ácido abscísico. Movimentos vegetais: tropismos, nastismos e tactismos. Fotoperiodismo. Fotoblastismo.32
  • 32. Continuação – Biologia Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Metodologia científica A ciência como resultado do raciocínio humano. Etapas envolvi- 1 1 1e2 das no desenvolvimento do raciocínio científico: o medo, o mis- ticismo, a ciência, o empirismo, o método dedutivo e o método indutivo. Ecologia: conceitos fundamentais Definição de Ecologia. Conceitos de população, comunidade, 2 2e3 3a6 ecossistema, biosfera, habitat, nicho ecológico, biomas, ecótone e biociclos. Cadeia e teia alimentar Produtores. Consumidores. Decompositores. Fluxo de matéria e 3 4a6 7 a 12 energia em um ecossistema. Pirâmides ecológicas: de números, de biomassa e de energia. Ciclos biogeoquímicos e sucessão ecológica 4 7a9 13 a 18 Ciclo da água. Ciclo do carbono. Ciclo do nitrogênio. 19 e 20 Sucessão ecológica: tipos e estágios da sucessão. 1 4 10 Dinâmica de populações/Interações ecológicas Definição de dinâmica de populações. Conceito e determinantes 5 11 e 12 21 a 24 da densidade populacional. Gráficos e fases do crescimento populacional. Definições, tipos e exemplos de interações ecológicas: harmôni- 5 13 e 14 25 a 28 cas e desarmônicas intraespecíficas; harmônicas e desarmôni- cas interespecíficas. Alterações ambientais Conceitos de desenvolvimento sustentável. Definição e tipos 6 15 e 16 29 a 32 de alterações ambientais: poluição do ar, da água e do solo, desmatamento, queimadas, introdução de espécies exóticas e captura predatória de fauna. Biogeografia Definição de biogeografia e grandes divisões da biosfera: talas- 7 17 e 18 33 a 36 sociclo, limnociclo e epinociclo (ecossistemas terrestres). Bio- mas do mundo e do Brasil. Noções de probabilidade 8 19 37 e 38 Noções de probalilidade. A regra do E e do OU. Introdução à Genética/Análise de heredogramas A hereditariedade, a Genética e os experimentos de Mendel com ervilhas. Primeira Lei de Mendel. Conceitos fundamentais 9 20 a 22 39 a 44 da Genética. Monoibridismo. Os cruzamentos-teste. Alterações nas proporções da Primeira Lei de Mendel: herança inter- 2 9 23 a 25 mediária e genes letais. 45 a 50 Análise de heredogramas e resolução de problemas. Alelos múltiplos Definição de alelos múltiplos. Exemplo da cor de pelagem em 10 26 e 27 51 a 54 coelhos. Sistema ABO: trasfusões de sangue e herança dos gru- pos sanguíneos. O sistema Rh: herança do sistema e a eritro- blastose fetal. Sistema MN. 33
  • 33. Continuação – Biologia Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Segunda Lei de Mendel Conceitos da Segunda Lei de Mendel (lei da segregação inde- 11 28 e 29 55 a 58 pendente: os cruzamentos-teste e as proporções observadas na prole. Resolução de problemas. Herança sexual e alterações numéricas nos cromossomos Sistemas de determinação do sexo e os cromossomos sexuais. 12 30 59 e 60 Sistema XY: cromatina sexual; tipos de herança (ligada, restrita, 2 parcialmente ligada e influenciada pelo sexo). Sistema ZW. Mutações numéricas nos cromossomos: aneuploidias (nulis- 12 31 61 e 62 somias, monossomiase e polissomias), e euploidias (haploidias e poliploidias). Genética moderna Avanços tecnológicos e os progressos da biologia. Conceitos e 13 32 63 e 64 discussões que envolvem os procedimentos de clonagem, célu- las-tronco e transgênicos. Evolução biológica Conceito de evolução biológica. Evidências da evolução. A origem da vida: abiogênese e biogênese (Redi, Spallanzani e Pasteur); 1 1a5 1 a 10 hipóteses heterotrófica e autotrófica (Oparin e Miller). Teorias de evolução: lamarckismo; darwinismo e neodarwinismo. Mecanis- mos de especiação. Irradiação e convergência adaptativas. A classificação biológica A classificação biológica (o sistema natural de Lineu). A clas- sificação atual segundo a organização celular, número de cé- 2 6a7 11 a 14 lulas, tecidos e nutrição. Os reinos atuais e o grupo dos vírus. Regras da nomenclatura binomial. Classificação biológica e os Domínios. Reino Monera e grupo dos vírus Bactérias: características; estrutura da célula bacteriana; classificação quanto à forma; tipos de nutrição; reprodução; 3 8e9 15 a 18 importância do grupo (ecológica, biotecnológica e patogênica). 3 Cianobactérias. Micoplasmas e rickettsias. Considerações so- bre os Domínios Bacteria e Archaea. Vírus: estrutura; classificação; ciclo reprodutivo; importância pa- 3 10 e 11 19 a 22 togênica; Aids. Protozoários Protozoários: características; hábitat; classificação; fisiologia 4 12 e 13 23 a 26 geral; reprodução; protozooses (amebíase, malária, Chagas, leishmaniose e toxoplasmose). Ciclos reprodutivos sexuados, fungos e algas 5 14 e 15 27 a 29 Ciclos reprodutivos sexuados (diplobionte, haplobionte e haplo- diplobionte) e polêmicas sobre a classificação dos ciclos. Fungos: características; hábitat; estrutura corporal; reprodução; 5 15 a 17 30 a 33 importância do grupo (ecológica, biotecnológica e patogênica); classificação. Algas: hábitat; tipos de reprodução; importância do grupo 5 17 e 18 34 a 36 (ecológica e biotecnológica).34
  • 34. Continuação – Biologia Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Reino Metaphyta – Classificação vegetal 6 19 37 e 38 Introdução e apresentação dos grupos: Briófitas e traqueófitas (Pteridófitas, Gimnospermas e Angiospermas). Briófitas e Traqueófitas 7 20 39 e 40 Briófitas: características gerais; hábitat, exemplos; aspectos e ciclo da reprodução. Pteridófitas: características gerais; hábitat, exemplos; aspectos 7 21 41 e 42 e ciclo da reprodução. Gimnospermas: características gerais; hábitat, exemplos; 7 22 43 e 44 aspectos e ciclo da reprodução (polinização, fecundação e se- mente). Angiospermas: características gerais; hábitat, exemplos. As- pectos e ciclo da reprodução: estrutura da flor, polinização, fe- 7 23 a 25 45 a 50 cundação, semente e estrutura e classificação dos frutos. Clas- sificação das angiospermas: mono e dicotiledôneas. Dispersão de sementes. 4 Histologia vegetal Conceito de histologia vegetal e tipos de tecidos. Tecidos meris- 8 26 e 27 51 a 54 temáticos (primários e secundários); tecidos permanentes (de revestimento, de transporte, de sustentação, de preenchimento). Morfofisiologia vegetal e movimentos vegetais Organologia vegetal. Raiz – morfologia interna e externa e fun- ções secundárias. Caule – morfologia interna e externa e tipos de caule. Folhas – anatomia interna e externa e tipos de folha. Transpiração e trocas gasosas: estrutura e funcionamento dos estômatos; fatores do vegetal e ambientais que interferem na 9 28 a 32 55 a 64 transpiração. Transporte de seiva: condução de seiva bruta (pressão de raiz, macro e micronutrientes, capilaridade e sucção foliar); condução de seiva elaborada (modelo do arrastamento molecular e o anel de Malpighi). Hormônios vegetais: auxinas, giberilinas, citocini- nas, etileno e ácido abscísico. Movimentos vegetais: tropismos, nastismos e tactismos. Fotoperiodismo. Fotoblastismo. 35
  • 35. Biologia – Frente BBanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite Proteínas, ácidos nucleicos e vitaminas 1 7 Proteínas: características gerais e aminoácidos. Funções biológicas das proteínas. Organização estrutural das proteínas e desnaturação proteica. Núcleo e ciclo celular eucariótico 2 15 Importância do núcleo celular. Estrutura do núcleo eucarionte: carioteca, cromatina, cromossomos (classificações). Biologia celular – Envoltórios 1º 3 22 Envoltórios celulares: parede celular (estrutura e funções) e membrana plasmática (estrutura, modelos e glicocálix). Permeabilidade da membrana plasmática: difusão simples e facilitada, osmose (célula animal e vegetal) e transporte ativo. Transporte vesicular (endocitoses e exocitoses). Especializações da membrana plasmática. Histologia animal Conceito de histologia animal. Tecidos epiteliais: classificações e funções. Tecidos con- 4 32 juntivos (propriamente dito, cartilaginoso e ósseo): classificações e funções. Tecidos musculares: esquelético, liso e cardíaco. Sistema endócrino e reprodução Sistema endócrino: conceitos e definições. Glândulas do controle endócrino (hormônios 1 6 e funções): hipófise, pineal, tireoide, paratireoides, pâncreas (controle da glicemia e o diabetes), adrenais, timo e gônadas. Circulação Conceitos gerais sobre o sistema circulatório. Tipos de vasos sanguíneos. Circulação 2 15 humana e a estrutura do coração. Sangue: plasma, hemácias (função no transporte de gases), leucócitos (tipos e funções), plaquetas (atuação na coagulação). Permeabili- dade do capilar. Definições sobre a circulação linfática. 2º Filo Platyhelminthes e Filo Nemathelminthes Filo Platyhelminthes: características gerais; hábitat; classificação; revestimento cor- 3 24 póreo; sustentação e locomoção; sistemas digestório, de trocas gasosas, circulatório, excretor e nervoso; órgãos sensoriais; reprodução. Verminoses causadas por platel- mintos: esquistossomose, teníase e cisticercose. Filo Chordata Filo Chordata: definições e características gerais; Protocordados e vertebrados (peixes, 4 32 anfíbios, répteis, aves e mamíferos): características gerais, características específicas, classificações fisiologia comparada e exemplos de cada grupo.36
  • 36. Continuação – Biologia Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Conceito de Biologia 1 1 1e2 Conceito de Biologia. Características gerais dos seres vivos. Níveis de organização dos seres vivos e suas áreas de estudo. Água, sais minerais, carboidratos e lipídeos Moléculas orgânicas e inorgânicas. Água. Sais minerais: 2 2a4 3a8 insolúveis e solúveis. Carboidratos: monossacarídeos, dis- sacarídeos e polissacarídeos. Lipídeos: simples e complexos. Proteínas, ácidos nucleicos e vitaminas Proteínas: características gerais e aminoácidos. Funções 3 5a8 9 a 16 biológicas das proteínas. Organização estrutural das proteínas e desnaturação proteica. Enzimas e ações enzimáticas. Anticor- pos: tipos de imunização. 1 Ácidos nucleicos: características gerais. Nucleotídeos. Estrutura 3 9 17 e 18 do DNA. Estrutura do RNA. Vitaminas: funções, tipos (hidrossolúveis e hipossolúveis) e fun- 3 10 19 e 20 ções no metabolismo. Biologia celular – Microscopia 4 11 e 12 21 a 24 Conceitos de microscopia. Histórico da Biologia Celular. Modelo celular (procariontes e eucariontes). Núcleo e ciclo celular eucariótico Importância do núcleo celular. Estrutura do núcleo eucarionte: 5 13 a 16 25 a 32 carioteca, cromatina, cromossomos (classificações). Ciclo celu- lar: mitose, meiose. Gametogênese. Biologia celular – Citoplasma 6 17 e 18 33 a 36 Conceitos de citoplasma. Organóides celulares: tipos, estruturas e funções. Biologia celular – Envoltórios Envoltórios celulares: parede celular (estrutura e funções) e membrana plasmática (estrutura, modelos e glicocálix). Permea- 7 19 a 22 37 a 44 bilidade da membrana plasmática: difusão simples e facilitada, osmose (célula animal e vegetal) e transporte ativo. Transporte vesicular (endocitoses e exocitoses). Especializações da mem- brana plasmática. Ácidos nucleicos e síntese proteica Tipos de ácidos nucleicos. Bases nitrogenadas. Estrutura do 2 DNA e relação das bases nitrogenadas. Replicação do DNA. 8 23 a 25 45 a 50 Estrutura do RNA. Os ácidos nucleicos e a síntese proteica: transcrição e tradução. Síntese de proteínas. Características do código genético. Etapas de formação de um polipeptídeo. Muta- ções gênicas. PGH. Organelas e metabolismo energético da célula Plastos: tipos e estrutura. Mitocôndrias: estrutura e funções. Conceitos sobre metabolismo energético. Papel do ATP. Etapas 9 26 a 30 51 a 60 e reações da respiração aeróbia e da anaeróbia (fermentação). Fotossíntese: etapas, reações e fatores que a influenciam. Fo- tossíntese. Quimiossíntese: conceito e esquema. Teoria da en- dossimbiose. 37
  • 37. Continuação – Biologia Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Histologia animal Conceito de histologia animal. Tecidos epiteliais: classificações 2 10 31 e 32 61 a 64 e funções. Tecidos conjuntivos (propriamente dito, cartilaginoso e ósseo): classificações e funções. Tecidos musculares: es- quelético, liso e cardíaco. Sistema nervoso Conceitos de fisiologia humana. Neurônios: estrutura, tipos e funções. Condução do impulso nervoso. Sinapse nervosa. Siste- 1 1a4 1a8 ma nervoso humano (central e periférico – somático e autôno- mo): estruturas, divisões e suas funções. Funcionamento do ato reflexo. Glia (neuróglia): tipos e funções. Órgãos sensoriais. Sistema endócrino e reprodução Sistema endócrino: conceitos e definições. Glândulas do con- 2 5e6 9 a 12 trole endócrino (hormônios e funções): hipófise, pineal, tireoide, paratireoides, pâncreas (controle da glicemia e o diabetes), adrenais, timo e gônadas. Reprodução humana. Sistemas reprodutores masculino e 2 7e8 13 a 16 feminino: órgãos e suas funções. Regulação hormonal da re- produção. Ciclo menstrual. Métodos contraceptivos. Digestão Nutrição animal: conceitos e tipos de alimentos. Definição 3 9 e 10 17 a 20 de digestão. Etapas da digestão, alterações dos alimentos e atuação de enzimas: na boca, no estômago, no duodeno. Absor- 3 ção intestinal. Trocas gasosas Trocas gasosas: equações e funcionamento. O sistema respira- 4 11 e 12 21 a 24 tório humano: estruturas e suas funções. A mecânica do movi- mento respiratório e o controle do ritmo. Circulação Conceitos gerais sobre o sistema circulatório. Tipos de vasos san- guíneos. Circulação humana e a estrutura do coração. Sangue: 5 13 a 15 25 a 30 plasma, hemácias (função no transporte de gases), leucócitos (tipos e funções), plaquetas (atuação na coagulação). Permeabili- dade do capilar. Definições sobre a circulação linfática. Excreção 6 16 e 17 31 a 34 Conceito de excreção. Tipos de excretas. A excreção humana: estruturas e suas funções. Homeostasia Conceito de homeostase. Controle da concentração de CO2 de 7 18 35 e 36 glicose. Regulação do sistema excretor. Controle da pressão arterial. Regulação térmica. Biologia animal 8 19 37 e 38 Conceito de zoologia, principais funções vitais dos animais e Filos do Reino Animal. História evolutiva dos animais. 4 9 20 e 21 Noções de embriologia Conceito de embriologia. Fecundação. Etapas de segmentação, 39 a 42 gastrulação e organogênese. Anexos embrionários. Anexos em- brionários dos mamíferos. Critérios embrionários aplicados à classificação animal.38
  • 38. Continuação – Biologia Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Filo Porifera e Filo Cnidaria Filo Porifera: características gerais; hábitat; organização corpo- 10 22 43 e 44 ral; sustentação; trocas gasosas; nutrição; reprodução; classifi- cação. Filo Cnidaria: características gerais; hábitat; organização corpo- 10 23 45 e 46 ral; sistemas digestório, nervoso e excretor; reprodução. Filo Platyhelminthes e Filo Nemathelminthes Filo Platyhelminthes: características gerais; hábitat; classifica- ção; revestimento corpóreo; sustentação e locomoção; sistemas 11 24 47 e 48 digestório, de trocas gasosas, circulatório, excretor e nervoso; órgãos sensoriais; reprodução. Verminoses causadas por platel- mintos: esquistossomose, teníase e cisticercose. Filo Nemathelminthes: características gerais; hábitat; revesti- mento corpóreo; sustentação e locomoção; sistemas digestório, 11 25 49 e 50 de trocas gasosas, circulatório, excretor e nervoso; reprodução. Verminoses causadas por nematelmintos: ascaridíase, ancilos- tomíase, filaríase e oxiurose. Filo Annelida e Filo Arthropoda Filo Annelida: características gerais; hábitat; classificação; re- 12 26 51 e 52 vestimento corpóreo; sustentação e locomoção; sistemas di- gestório, circulatório, de trocas gasosas, excretor e nervoso; 4 órgãos sensoriais; reprodução. Filo Arthropoda: características gerais; classificação: crustá- ceos, insetos, aracnídeos, diplópodes, quilópodes; sustentação 12 27 e 28 53 a 56 e locomoção; sistemas digestório, de trocas gasosas, circu- latório, excretor e nervoso; órgãos sensoriais. Relações com os humanos. Filo Mollusca Filo Mollusca: características gerais; hábitat; organização corpo- ral; classificação: gastrópodes, biválves, cefalópodes, anfineu- 13 29 57 e 58 ras e scafófodes; revestimento corpóreo; sistemas digestório, de trocas gasosas, circulatório, excretor e nervoso; órgãos senso- riais; reprodução. Filo Echinodermata Filo Echinodermata: características gerais; hábitat; organização 14 30 59 e 60 corporal; sistemas digestório, de trocas gasosas, circulatório, excretor e nervoso; sustentação e locomoção; reprodução. Equi- nodermos e aspectos evolutivos. Filo Chordata Filo Chordata: definições e características gerais; Protocorda- 15 31 e 32 61 a 64 dos e vertebrados (peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos): características gerais, características específicas, classificações fisiologia comparada e exemplos de cada grupo. 39
  • 39. Química – Frente ABanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite Análise imediata. Separação de substâncias em misturas heterogêneas e em sistemas 1 7 homogêneos. 2 15 A equação geral dos gases. Cálculo estequiométrico 1º 3 24 Lei de Lavoisier: O princípio de conservação da matéria. A Lei das proporções definidas (Proust). Cálculos estequiométricos com apoio das equações químicas. O significado do cálculo estequiométrico e os passos iniciais. Interpretação dos coeficientes. Resolução de cálculos estequiométricos com equações químicas. O rendimento da reação. As impurezas dos reagentes. Cálculos de excesso de reagentes. 4 32 Siderurgia e aluminotermia. 1 7 Titulação: conceito e aplicações. O volume lido na bureta e os cálculos. O equilíbrio químico. A constante de equilíbrio. Considerações importantes sobre a constante Kc. Dedução da constante de equilíbrio a partir de reações não elementares. 2 14 Interpretação para a constante de equilíbrio. Interpretação microscópica do equilíbrio e gráficos relativos ao estado de equilíbrio. Equilíbrio iônico 2º 3 22 A chuva é naturalmente ácida. Força dos ácidos e das bases (grau de ionização). Constante de ionização de ácidos e bases. Equilíbrio iônico da água. Soluções neutras, ácidas e básicas. pH e pOH. Propriedades coligativas Definição: Aprender o que é, e não por osmose. Pressão máxima de vapor. Tonoscopia 4 32 ou tonometria. Ebulioscopia ou ebuliometria. Crioscopia ou criometria. Osmoscopia ou osmometria (pressão osmótica). Fator de Van’t Hoff.40
  • 40. Continuação – Química Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Substância O conceito de átomo. As fórmulas químicas. Um tipo de material 1 1 1e2 cuja composição não varia. As substâncias puras e compostas. A natureza e os produtos industrializados. Fenômenos químicos e físicos. Alotropia. 1 2 3e4 Propriedades gerais da matéria. Mudanças de estado físico. 1 3 5e6 Misturas azeotrópicas e eutéticas e diagramas de fase. 1 4 7e8 Misturas homogêneas e heterogêneas e diagramas de fase. Análise imediata. Separação de substâncias em misturas he- 1 5a7 9 a 14 terogêneas e em sistemas homogêneos. Mol Linguagem da Química. As massas dos átomos, das molécu- 2 8 15 e 16 las e as fórmulas químicas. A sistematização atual para massas atômicas e operações com as mesmas. As massas moleculares. A unidade de massa atômica e o preço de um grão de arroz. 2 9 17 e 18 Uma quantidade especial: a constante de Avogadro. Massa molar. Representação das transformações químicas e 2 10 19 e 20 equações químicas. Os coeficientes das substâncias nas equa- ções químicas. O volume molar. 1 2 11 21 e 22 Fórmula molecular. Fórmula mínima ou empírica, percentual ou centesimal. Hipótese de Avogadro: volumes iguais de gases e mesmo 2 12 23 e 24 número de moléculas. Gases Noções iniciais. As propriedades importantes do estado gasoso 3 13 25 e 26 (temperatura, pressão, quantidade de mols e volume). Experiên- cia de Torricelli. As transformações que envolvem gases. A equação que reúne as quatro variáveis. As leis das transformações: gráficos e trans- 3 14 27 e 28 formações. Transformação isotérmica (Lei de Boyle e Mariotte). Transformação isobárica (Lei de Charles e Gay-Lussac). Trans- formação isocórica ou isovolumétrica (lei de Charles). 3 15 29 e 30 A equação geral dos gases. A equação do gás ideal e as quatro variáveis. Uso da equação 3 16 31 e 32 do gás ideal. As misturas de gases e a pressão parcial de cada componente (pressão parcial). A pressão parcial em relação à pressão to- 3 17 33 e 34 tal da mistura. Volume molar. Lei dos volumes parciais (lei de Amagat). Densidade dos gases. 3 18 35 e 36 Difusão e efusão dos gases. 41
  • 41. Continuação – Química Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Cálculo estequiométrico Lei de Lavoisier: O princípio de conservação da matéria. A Lei das proporções definidas (Proust). Cálculos estequiométricos com apoio das equações químicas. O significado do cálculo estequiométrico e os passos iniciais. Interpretação dos coefi- 4 19 a 25 37 a 50 cientes. Resolução de cálculos estequiométricos com equações químicas. O rendimento da reação. As impurezas dos reagen- tes. Cálculos de excesso de reagente. Técnicas para exercícios com reações em sequência, nas quais o produto de uma reação 2 é consumido em outra reação subsequente. Oxirredução 5 26 51 e 52 Regras de NOX de substâncias inorgânicas. 5 27 53 e 54 Oxidação e redução: definição e variação do número de NOX. Balanceamento de reações por oxirredução. Casos gerais e ca- 5 28 a 30 55 a 60 sos especiais. 5 31 e 32 61 a 64 Siderurgia e aluminotermia. Soluções Tipos de dispersões. Soluto e solvente. A dissolução de uma 1 1 1e2 substância iônica em água. As soluções e a capacidade de con- duzir corrente elétrica (soluções eletrolíticas). Coeficiente de solubilidade. Classificação das soluções. Soluções insaturadas, saturadas e supersaturadas. Os efeitos 1 2 3e4 da temperatura e da pressão sobre a solubilidade das substân- cias para os gases e os sólidos. Curvas de solubilidade: gráficos. As concentrações das soluções. Concentração comum (C). Con- centração em mol por litro ou molaridade. Título ou porcentagem 1 3e4 5a8 em massa. Solução diluída. Fração em massa, mol e volume. Molalidade. 1 5 9 e 10 Diluição das soluções: conceito e equação. Mistura de soluções. Mistura de soluções com solutos que rea- 1 6 11 e 12 gem entre si. 3 1 7 13 e 14 Titulação: conceito e aplicações. O volume lido na bureta e os cálculos. Cinética das reações químicas 2 8 15 e 16 O que é a velocidade de uma reação. As velocidades de forma- ção dos diversos produtos. Velocidade total de uma reação. Teoria das interações entre os reagentes. A energia de ativação representada em diagramas. Importantes aspectos relacionados 2 9 e 10 17 a 20 à energia de ativação. Fatores que influem na velocidade das reações. Temperatura. Concentração dos reagentes. Pressão. Superfície de contato. Os catalisadores e as reações da catálise. 2 11 21 e 22 Velocidade de reação e a concentração dos reagentes. 2 12 23 e 24 Mecanismos de reações químicas. Equilíbrios químicos 3 13 25 e 26 Reações químicas reversíveis. Reversibilidade e o equilíbrio químico: esquema de dissolução e precipitação do CaCO3.42
  • 42. Continuação – Química Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada O equilíbrio químico. A constante de equilíbrio. Considerações importantes sobre a constante Kc. Dedução da constante de 3 14 27 e 28 equilíbrio a partir de reações não elementares. Interpretação para a constante de equilíbrio. Interpretação microscópica do equilíbrio e gráficos relativos ao estado de equilíbrio. As constantes de equilíbrio: cálculo das constantes de equilíbrio 3 15 e 16 29 a 32 (KC) e do grau de equilíbrio (α). 3 Efeitos externos sobre os equilíbrios químicos ou o princípio de Chatelier. Efeito da variação de concentração sobre o sistema 3 17 33 e 34 em equilíbrio. Efeito da variação de pressão sobre os gases em equilíbrio e da variação de temperatura sobre o sistema em equilíbrio. O efeito da adição de catalisadores e gases inertes sobre o 3 18 35 e 36 equilíbrio químico. Equilíbrio iônico A chuva é naturalmente ácida. Força dos ácidos e das bases 4 19 a 22 37 a 44 (grau de ionização). Constante de ionização de ácidos e bases. Equilíbrio iônico da água. Soluções neutras, ácidas e básicas. pH e pOH. Hidrólise de sais. Constante de hidrólise de sais. Teorias mo- 4 23 a 25 45 a 50 dernas de ácidos e bases (Arrhenius, Brönsted-Lowry e Lewis). 4 5 26 e 27 51 a 54 Equilíbrio heterogêneo Definição. Constante do produto de solubilidade (Kps). Produto de solubilidade é diferente de solubilidade. Produto de solubili- dade e reações de precipitação. Propriedades coligativas Definição: Aprender o que é, e não por osmose. Pressão máxi- 6 28 a 32 55 a 64 ma de vapor. Tonoscopia ou tonometria. Ebulioscopia ou ebu- liometria. Crioscopia ou criometria. Osmoscopia ou osmometria (pressão osmótica). Fator de Van’t Hoff. 43
  • 43. Química – Frente BBanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite 1 6 A divisão em blocos: bloco s, bloco p, bloco d e bloco f. 2 15 Polaridade das moléculas: momento dipolo, molécula polar e apolar. 1º 3 24 Sais: nomenclatura e classificação. 4 32 Estações de tratamento de água. Termoquímica 1 5 A Primeira Lei da Termodinâmica. A variação de entalpia de reação. Eletroquímica: a pilha de Daniell. Força eletromotriz e potencial de redução e de oxida- 2 13 ção. Pilhas no cotidiano. Corrosão e eletrodos de sacrifício. Nomenclatura Numeração da cadeia principal. Nomenclatura de cadeias ramificadas. Dimetilcetona; 2º 3 23 propanona-2; 2-propanona; propan-2-ona; propanona ou acetona. Carbonos em fila!/ Nomenclatura de compostos com cadeia normal. Começo de qual lado! Para que os números?/Indicando as posições. O que ficou de fora?/Ramificações. Construindo o nome dos compostos de cadeia ramificada. Isomeria 4 32 Isomeria plana ou constitucional. Isomeria espacial ou estereoisomeria. Isomeria óptica.44
  • 44. Continuação – Química Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Atomística 1 1 1e2 Modelos atômicos. Modelo atômico de Dalton, de Thomson e de Rutherford. Número atômico e número de massa. Números importantes. 1 2 3e4 Isótopos, Isóbaros, Isótonos e Isoeletrônicos. Configuração eletrônica e o modelo atômico de Rutherford-Bohr. 1 3e4 5a8 Eletrosfera do átomo. Diagrama de Linus Pauling. Distribuição eletrônica de íons. Orbital. A dualidade partícula-onda do elétron. A classificação periódica dos elementos A tabela periódica, segundo Mendeleev. A descoberta do núme- 2 5 9 e 10 ro atômico. Tabela periódica atual: As últimas modificações, va- mos montar a tabela atual. Metais. Ametais. Hidrogênio. Gases nobres. Elementos naturais e artificiais. Períodos e grupos. 2 6 11 e 12 A divisão em blocos: bloco s, bloco p, bloco d e bloco f. Propriedades periódicas e aperiódicas. Raio atômico e raio iôni- 2 7e8 13 a 16 co. Energia de ionização. Eletronegatividade. Eletroafinidade. Caráter metálico. Densidade. Temperaturas de fusão e ebulição. Ligações químicas 3 9 17 e 18 Regra do octeto. Camada de valência. Classificação das liga- ções. Ligação iônica. 1 3 10 19 e 20 Ligação covalente ou molecular: formação e características. Ligação metálica: popriedades e características dos compostos 3 11 21 e 22 metálicos. Montagem de fórmulas estruturais e resoluções de exemplos 3 12 23 e 24 envolvendo ligações químicas. Aplicações e consequência de algumas moléculas. Química e am- 3 13 25 e 26 biente: efeito estufa pode causar mudanças climáticas repentinas. Propriedades das substâncias Geometria molecular. Teoria da repulsão dos pares eletrônicos 4 14 27 e 28 na camada de valência (TRPEV). Outra forma de estudar a geo- metria das moléculas. Polaridade das moléculas: momento dipolo, molécula polar e 4 15 29 e 30 apolar. Forças intermoleculares. Forças dipolo induzido-dipolo indu- 4 16 31 e 32 zido e dipolo permanente-dipolo permanente. Ligações de hi- drogênio. 4 17 33 e 34 Solubilidade: definição e aplicações. Resolução de problemas e relações entre a polaridade mo- 4 18 35 e 36 lecular, as interações intermoleculares e as propriedades das substâncias. Funções inorgânicas 2 5 19 e 20 37 a 40 Teoria de Arrhenius: eletrólitos e não eletrólitos. Funções quími- cas. Ácidos: classificação e nomenclatura. 45
  • 45. Continuação – Química Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada 5 21 e 22 41 a 44 Bases: classificação e nomenclatura. Indicadores ácido-base. 5 23 e 24 45 a 48 Sais: nomenclatura e classificação. Sais: reações de neutralização, reações de neutralização par- 5 25 49 e 50 cial, sais duplos ou mistos e solubilidade dos sais. Óxidos: nomenclatura e classificação (óxidos ácidos, básicos, 5 26 51 e 52 anfóteros e neutros). 2 Reações inorgânicas Reações de síntese (formação ou adição). Reações de decom- 6 27 e 28 53 a 56 posição (ou análise). Reações de combustão (queima). Rea- ções de simples troca (ou deslocamento ou substituição). 6 29 e 30 57 a 60 Reações de dupla-troca (ou dupla substituição). 6 31 61 e 62 Chuva ácida: formação e consequências. 6 32 63 e 64 Estações de tratamento de água. Radioatividade A história da radioatividade. Tipos de radioatividade. Emissão 1 1 1e2 de partículas e a natureza das emissões radioativas. Velocidade das emissões. A usina nuclear. Questões de Segurança. Vantagens e desvan- 1 2a4 3a8 tagens. Lixo radioativo. Fusão nuclear. Termoquímica 2 5 9 e 10 A Primeira Lei da Termodinâmica. A variação de entalpia de reação. Métodos para calcular o ΔH da reação. Lei de Hess. Espontanei- 3 2 6 a 10 11 a 20 dade das reações. Eletroquímica 3 11 e 12 21 a 24 Eletricidade a partir de reações químicas. Processos de oxida- ção e redução. Processos de oxidorredução em meio aquoso. Eletroquímica: a pilha de Daniell. Força eletromotriz e potencial 3 13 25 e 26 de redução e de oxidação. Pilhas no cotidiano. Corrosão e ele- trodos de sacrifício. Eletrólise ígnea. Eletrólise aquosa. Eletrólise quantitativa (Leis 3 14 a 18 27 a 36 de Faraday). Células ou celas de combustível. A química orgânica 4 19 37 e 38 Existem vegetais inorgânicos? A origem. Quem é quem na química orgânica? Conceito moderno da química orgânica. Fórmulas e representações Tenho que desenhar todos os hidrogênios? Qual fórmula usar 4 5 20 39 e 40 em química orgânica? Classificação do carbono e das cadeias carbônicas. Outras representações. Características do carbono. Classificações em química orgânica 6 21 41 e 42 Como lidar com 26 milhões de compostos orgânicos? Classifica- ção do carbono e das cadeias carbônicas.46
  • 46. Continuação – Química Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Nomenclatura Numeração da cadeia principal. Nomenclatura de cadeias rami- ficadas. Dimetilcetona; propanona-2; 2-propanona; propan-2-ona; 7 22 e 23 43 a 46 propanona ou acetona. Carbonos em fila!/Nomenclatura de com- postos com cadeia normal. Começo de qual lado! Para que os números?/Indicando as posições. O que ficou de fora?/ Ramifica- ções. Construindo o nome dos compostos de cadeia ramificada. Hidrocarbonetos Só vale carbono e hidrogênio! Conceito e divisão. Alcanos. Uma dupla/Alcenos. Duas duplas/Alcadienos. Cadeia fechada/Cicla- 8 24 e 25 47 a 50 nos. O núcleo benzênico/Hidrocarbonetos aromáticos. Sabia que o inseticida “DDT” deu origem ao verbo “dedetizar”?/Haletos 4 orgânicos. Compostos oxigenados Tem oxigênio na função! Função álcool. Função fenol. Função 9 26 e 27 51 a 54 éter. Compostos carbonílicos/Função aldeído e cetona. Função ácidos carboxílicos. Função éster de ácido carboxílico. Compostos nitrogenados 10 28 55 e 56 Tem nitrogênio na função! Função amina. Função amida. Fun- ção nitrila. Função nitrocompostos. Isomeria 11 29 a 32 57 a 64 Isomeria plana ou constitucional. Isomeria espacial ou estereo- isomeria. Isomeria óptica. 47
  • 47. Física – Frente ABanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite 1 7 Movimento de rotação. MCU – Relações entre as grandezas angulares e lineares. 2 14 Energia potencial. 1º 3 24 Dinâmica dos fluidos. Equação da continuidade. 4 32 Máquinas simples. Alavanca. Engrenagens. Teorema de Papus-Guldin. Condutores em equilíbrio eletrostático. Condições de equilíbrio eletrostático do condu- tor. Blindagem eletrostática. Densidade superficial de cargas. Campo elétrico e poten- 1 7 cial elétrico de condutores. Campo e potencial elétrico no condutor esférico. Capacidade de um condutor. 2º 2 15 Lei de Pouillet – Associação de geradores. Potência máxima de um gerador. Eletromagnetismo I 3 24 Magnetostática. Magnetismo natural. 4 32 Ondas eletromagnéticas. Campo elétrico induzindo campo magnético.48
  • 48. Continuação – Física Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Cinemática escalar 1 1 1e2 O que é a Física? As grandezas físicas. Sistema Internacional de Unidades (SI). 1 2 3 Descrição dos movimentos. Conceitos básicos. Velocidade média e instantânea. Espaço (s). Função horária 1 2e3 4a6 s(t). Deslocamento escalar (Δs). Classificação dos movimentos e aceleração. Classificação dos 1 4e5 7a9 movimentos. Variedades de movimento 2 5e6 10 e 11 Movimento uniforme. 2 6 12 Problemas de encontro e ultrapassagem. Movimento de rotação. MCU – Relações entre as grandezas an- 1 2 7 13 e 14 gulares e lineares. 15 e 16 Transmissão de rotação – polias e engrenagens. 1 2 2 8 9 17 Movimento variado. Variado uniformemente – função da veloci- dade – queda livre. 2 9 e 10 18 e 19 Função horária do espaço – Lançamento vertical. 2 10 20 Relação entre v e s (Torricelli). Trabalho e energia 3 11 e 12 21 a 23 Definição de trabalho. Trabalho de uma força e de várias. 3 12 e 13 24 a 26 Energia cinética e potencial. Teorema da energia cinética. 3 14 27 e 28 Energia potencial. 3 15 a 17 29 a 33 Conservação da energia mecânica. Sistemas conservativos. 3 17 e 18 34 a 36 Sistemas não conservativos. Estática dos fluidos 4 19 37 Mecânica dos fluidos. Densidade e pressão. 4 19 e 20 38 e 39 Lei de Stevin. 4 20 e 21 40 e 41 Aplicações da fluidostática. Vasos comunicantes. 4 21 e 22 42 e 43 Prensa hidráulica. 4 22 44 Empuxo. 2 4 23 45 e 46 Flutuação. 4 24 47 e 48 Dinâmica dos fluidos. Equação da continuidade. 4 25 49 e 50 Princípio de Bernoulli. O efeito Magnus. Gravitação universal Leis de Kepler. Lei das órbitas: primeira lei de Kepler. Lei das 5 26 51 e 52 áreas: segunda lei de Kepler. Lei dos períodos: terceira lei de Kepler. 49
  • 49. Continuação – Física Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada 5 27 53 e 54 Força gravitacional. Campo gravitacional. 5 28 55 e 56 Órbitas. Energia potencial gravitacional. Relação entre a velocidade e a órbita. Estática 5e6 29 57 e 58 Equilíbrio do ponto material. Método da linha poligonal. Método das componentes vetoriais. Versores. Polias. Polias móveis. 2 6 30 Plano inclinado. 59 e 60 Centro de massa. Corpos rígidos. Centro de gravidade. Equilíbrio do corpo rígido. Momento de uma força. Teorema das 6 31 61 e 62 três forças. Máquinas simples. Alavanca. Engrenagens. Teorema de 6 32 63 e 64 Papus-Guldin. Eletrostática Conceitos básicos. Processos de eletrização e lei de Coulomb. 1 1e2 1a3 Condutores e isolantes. Interação elétrica. Eletroscópio de folhas. Lei de Coulomb. Vetor campo elétrico. Campo elétrico gerado por carga punti- 1 2e3 4a6 forme. Campo elétrico de várias cargas puntiformes. Linhas de campo. 1 4 7e8 Energia eletrostática. Energia potencial elétrica. Potencial eletrostático. Superfícies equipotenciais. Campo elé- 1 5e6 9 a 12 trico uniforme. Condutores em equilíbrio eletrostático. Condições de equilíbrio eletrostático do condutor. Blindagem eletrostática. Densidade 1 7 13 e 14 superficial de cargas. Campo elétrico e potencial elétrico de con- dutores. Campo e potencial elétrico no condutor esférico. Capaci- dade de um condutor. Energia potencial elétrica em um condutor. Equilíbrio eletros- 3 1e2 8 15 e 16 tático entre dois condutores. Poder das pontas. Eletrodinâmica I Fluxo dos portadores de carga. Corrente elétrica. Tipos de cor- rente elétrica. Sentido convencional da corrente. Potência elé- trica. Primeira lei de Ohm. Resistência de um condutor. Enunciado da 2 9 17 e 18 primeira lei de Ohm. 2 10 19 e 20 Potência dissipada em um resistor. Segunda lei de Ohm. Eletricidade 3 11 21 e 22 Associação de resistores. Curto-circuito. Lei dos nós. Associação em série. 3 12 23 Associação em paralelo. 3 12 e 13 24 a 26 Associação mista. Explorando a lei dos nós. Geradores e receptores. Geradores: equação e curva 3 14 27 e 28 característica.50
  • 50. Continuação – Física Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Lei de Pouillet – Associação de geradores. Potência máxima de 3 15 29 e 30 um gerador. Receptores e lei de Pouillet generalizada. Potências. Equação do 3 16 31 e 32 receptor. Curva característica. Rendimento (η). Lei de Pouillet. 3 3 17 33 Medidas em eletricidade. Amperímetro e voltímetro ideais. Construção dos aparelhos reais – galvanômetro. Amperímetro 3 17 e 18 34 a 36 real. Voltímetro real. Eletrodinâmica II 4 19 37 e 38 Ponte de Wheatstone. Leis de Kirchhoff. Percurso de uma malha – Perfil dos potenciais. 4 20 e 21 39 a 41 Malhas múltiplas. Capacitores. Capacitância de um capacitor. Energia potencial 4 21 e 22 42 e 43 elétrica no capacitor. Associação de capacitores – Circuitos com capacitores. Associa- 4 22 44 ção de capacitores em série. Associação de capacitores em paralelo. Associação mista de 4 23 45 e 46 capacitores. Eletromagnetismo I 5 24 47 e 48 Magnetostática. Magnetismo natural. 4 5 25 49 e 50 Campo magnético. Linhas de campo. Magnetismo terrestre. Eletromagnetismo II 6 26 51 e 52 Experiência de Oersted. 6 27 53 e 54 Espira circular. Bobina chata. Solenoide. Força sobre uma carga em movimento. Trajetórias 6 28 e 29 55 a 58 de uma carga sob ação exclusiva de um campo magnético uniforme. 6 30 59 e 60 Força sobre fio percorrido por corrente elétrica. Fluxo – Lei de Faraday – fem. Fluxo de um campo vetorial. Lei 6 31 61 e 62 de Faraday. Lei de Lenz. A lei de Lenz e a conservação da ener- gia. Indução mútua. Autoindução. Ondas eletromagnéticas. Campo elétrico induzindo campo 6 32 63 e 64 magnético. 51
  • 51. Física – Frente BBanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite Inércia. Equilíbrio estático. Primeira parte do princípio da inércia. Segunda parte do 1 7 princípio da inércia. 2 15 Corpos interligados por um fio ideal. 1º 3 24 Dinâmica dos movimentos curvilíneos Movimentos curvilíneos em plano horizontal. Resultante centrípeta. Movimento curvilí- neo qualquer. 4 32 Conservação do momento angular. Energia cinética de rotação. 1 7 Transformações fundamentais. Misturas dos Gases. 2 15 Determinação analítica da imagem. 2º 3 24 Funções da velocidade e da aceleração. 4 32 Efeito Doppler.52
  • 52. Continuação – Física Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Vetores 1 1e2 1a3 Grandezas físicas. Grandezas escalares. Grandezas vetoriais. Operações vetoriais. Vetor soma. Vetor diferença. Intervalo para 1 2e3 4e5 o módulo de uma soma vetorial. Componentes de um vetor. Produto de um vetor por um escalar. Versores. 1 3e4 6e7 Cinemática vetorial. Vetor velocidade. 1 4e5 8e9 Aceleração centrípeta. 1 5e6 10 e 11 Aceleração total. Classificação dos movimentos. Leis de Newton Força. Resultante das forças. Equilíbrio. Interações à distância. 2 6e7 12 e 13 Unidade de força. Força elástica. Força de tração. Força de con- tato. Inércia. Equilíbrio estático. Primeira parte do princípio da inércia. 2 7 14 Segunda parte do princípio da inércia. 2 8 15 Primeira lei. 1 2 8e9 16 e 17 Segunda lei. Terceira lei. Princípio da ação e reação. Força peso. Força de 2 9 e 10 18 a 20 contato. Força normal. Força de atrito. Força de tração. Dinamô- metro. Força elástica. Dinâmica do movimento retilíneo 3 11 21 e 22 Elevadores. 3 12 23 e 24 Plano inclinado. 3 13 e 14 25 a 27 Força de atrito. Gráficos. Dinâmica de um sistema de corpos 4 14 28 Sistema de blocos. Blocos em contato. 4 15 29 Corpos interligados por um fio ideal. Polias. Máquina de Fletcher, de Atwood e polias. Talha expo- 4 15 a 17 30 a 33 nencial. 4 17 e 18 34 a 36 Plano inclinado com atrito. Plano inclinado com polia. Movimento relativo 5 19 37 e 38 Composição de movimentos. Arrastamento. 5 20 39 e 40 Rolamento. 5 21 41 e 42 Lançamentos sob a ação da gravidade. Lançamento horizontal. 43 e 44 Lançamento oblíquo. 2 5 5 22 23 45 Estudo do alcance. Dinâmica dos movimentos curvilíneos 6 23 e 24 46 a 48 Movimentos curvilíneos em plano horizontal. Resultante centrí- peta. Movimento curvilíneo qualquer. 6 25 49 e 50 Movimentos curvilíneos em plano vertical. 53
  • 53. Continuação – Física Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Referenciais acelerados 7 26 51 Forças de inércia. Referenciais girantes. 7 26 e 27 52 e 53 Princípio da equivalência. Impulso e quantidade de movimento 8 27 e 28 54 e 55 Teorema do impulso. Impulso de uma força variável. 8 28 56 Sistema isolado. 2 8 29 57 Centro de massa. 8 29 a 31 58 a 61 Colisões. Energia cinética do centro de massa. Torque e momento angular 9 31 62 Momento angular e momento de inércia. Torque de uma força e de várias forças. Teorema dos eixos paralelos. 9 32 63 e 64 Conservação do momento angular. Energia cinética de rotação. Termometria e dilatometria Termometria: introdução. Temperatura. Equilíbrio térmico. Lei 1 1 1e2 Zero da Termodinâmica. Calor. Construção de uma escala. Outras grandezas termométricas. Grandezas não termométri- cas. Comparação entre as escalas de temperatura. 1 2 3 Dilatometria. Dilatação dos sólidos. Dilatação linear. Dilatação superficial e volumétrica. Dilatação dos líquidos. Di- 1 2e3 4e5 latação real e aparente. Comportamento anômalo da água. Calorimetria 2 3e4 6e7 Calor. Calorimetria. Calor sensível e calor latente. Capacidade térmica. Calor específico. Mudança de estado. Calor latente. Fusão. Solidificação. Vapo- 2 4 8 rização. Liquefação e condensação. Sublimação. Diagrama de estado ou fases. 3 2 5 9 Equilíbrio térmico. Propagação de calor. Tipos de propagação. Condução. Bons e 2 5e6 10 e 11 maus condutores. Equação de Fourier. Convecção. Irradiação. Gases 3 6 12 Variáveis de Estado: pressão (P), volume (V) e temperatura (T). Gás ideal. 3 7 13 e 14 Transformações fundamentais. Misturas dos Gases. Termodinâmica Trabalho nas transformações gasosas. Transformação isobári- 4 8 15 ca. Cálculo do trabalho pelo diagrama P∙V. Transformação qual- quer. Transformação cíclica. Energia interna (U). Calor e a primeira lei da Termodinâmica. 4 8e9 16 e 17 Aplicações da primeira lei da Termodinâmica. Máquinas térmicas. Motor térmico. Bombas de calor. Máquinas 4 9 e 10 18 a 20 de Carnot. Segunda lei da Termodinâmica.54
  • 54. Continuação – Física Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Óptica geométrica 5 11 21 e 22 Conceitos básicos. Espectro eletromagnético. Luz. Princípios da Óptica geométrica. Aplicações diretas. 5 12 e 13 23 a 25 Reflexão da luz e espelho plano. Leis da reflexão. Espelho plano. Reflexão da luz em espelhos esféricos. Espelhos esféricos 3 5 13 e 14 26 e 27 gaussianos. Raios notáveis de luz. Determinação gráfica de imagens. 5 14 e 15 28 a 30 Determinação analítica da imagem. 5 16 e 17 31 a 34 Refração da luz e suas leis. Refração. Leis da refração. 5 18 35 e 36 Ângulo limite. Refração da luz Dioptros, lâminas de faces paralelas e prismas. Dioptros planos. Lâminas de faces paralelas. Imagem na lâmina de faces para- 6 19 37 e 38 lelas. Associação de lâminas de faces paralelas. Prismas. Tra- jetória de um raio de luz. Análise do desvio sofrido por um raio de luz ao encontrar um prisma. Prisma de reflexão total. Lentes esféricas delgadas. Classificação das lentes esféricas 6 20 39 e 40 delgadas. Raios notáveis. Construção de imagens em lentes es- féricas delgadas. Estudo analítico da formação de imagens em lentes esféricas 6 21 41 e 42 delgadas. Instrumentos ópticos e óptica da visão. Instrumentos de projeção. 6 22 43 e 44 Óptica da visão. Simplificação do olho humano. Anomalias da visão. MHS – Movimento Harmônico Simples 7 23 45 Cinemática do MHS. Função horária da posição. 7 23 e 24 46 e 47 Funções da velocidade e da aceleração. 4 7 24 e 25 48 e 49 Dinâmica do MHS. Sistema massa-mola. Associação de molas. 7 25 e 26 50 e 51 Pêndulo simples. Energia mecânica do MHS. Introdução à ondulatória e à acústica 8 26 e 27 52 e 53 Introdução à ondulatória. Propagação de energia. Ondas. Pulso. 8 27 e 28 54 e 55 Ondas periódicas. 8 28 56 Fenômenos ondulatórios. Princípio de Huyghens. Difração. 8 29 57 Interferência. 8 29 58 Onda estacionária. 8 30 59 Introdução à acústica. Ondas sonoras. 8 30 e 31 60 e 61 Cordas vibrantes. 8 31 e 32 62 e 63 Tubos sonoros. 8 32 64 Efeito Doppler. 55
  • 55. História – Frente ÚnicaBanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite A Antiguidade Clássica e as bases do mundo medieval 1 6 O mundo grego. As origens do pensamento ocidental. Período Pré-homérico e Homérico. Período Arcaico – Atenas e Esparta. Período Clássico. Cultura grega e Helenismo. A passagem para a Idade Moderna – A formação do Antigo Regime 1º 2 15 Portugal na Baixa Idade Média. A expansão comercial e marítima europeia. Expansão territorial brasileira. A ocupação do Nordeste e do Norte. A expansão 3 24 paulista: o bandeirismo. A conquista do Sul. Os tratados de limite. A crise do sistema colonial. Aspectos gerais. A Inconfidência Mineira (1789). A Conjura- 4 32 ção Baiana (1798). A Revolução Pernambucana de 1817. O Período Regencial no Brasil. Uma breve explanação. As Regências Trinas. A Regên- 1 7 cia de Feijó (1835-1837). A Regência de Pedro de Araújo Lima (1837-1840). O golpe da maioridade. Os Estados totalitários. O fascismo italiano. A Guerra Civil Espanhola (1936-1939). 2 15 O militarismo nipônico. O nazismo alemão. 2º 3 24 Revolução Cubana. A guerra do Vietnã. O Oriente Médio. Os conflitos entre árabes e israelenses. A questão palestina. A guerra no Líbano. A Revolução Iraniana. Brasil contemporâneo (1985-1998). Os governos José Sarney (1985-1990), Fernando 4 32 Collor de Mello (1990-1992), Itamar Franco (1992-1995) e Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).56
  • 56. Continuação – História Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Introdução ao estudo da História Abordagem prévia do estudo da História. A cultura como deter- 1 1 1a3 minante na visão histórica. Alguns elementos da periodização da História. Alguns conceitos básicos para o estudo da História. A Pré-história. O que entendemos por Pré-história. O Período 1 2 4a6 Paleolítico. O fim do Paleolítico. O Neolítico. A passagem para a História. A Antiguidade oriental 2 3e4 7 a 12 O antigo Egito. As civilizações mesopotâmicas. Os hebreus. Os fenícios. Os persas. A Antiguidade Clássica e as bases do mundo medieval O mundo grego. As origens do pensamento ocidental. Período 3 5e6 13 a 18 Pré-homérico e Homérico. Período Arcaico – Atenas e Esparta. Período Clássico. Cultura grega e Helenismo. O mundo romano. A origem da república. A República en- 3 7e8 19 a 24 caminha-se para o fim. A cultura romana. 3 9 25 a 27 O Império Bizantino. Os reinos bárbaros. Reino Franco. Os árabes e o Império 3 10 28 a 30 Islâmico. 1 4 11 31 a 33 Idade Média Introdução. O feudalismo. A Igreja e as monarquias feudais. O Sacro Império Romano-germânico. A Baixa Idade Média: as 4 12 34 a 36 origens da crise feudal. As Cruzadas. O Renascimento comercial e urbano. A formação 4 13 37 a 39 das monarquias nacionais. A monarquia francesa. A monarquia inglesa. O Sacro Império e a Igreja. As crises dos séculos XIV e XV. As transformações culturais. A crise do século XV. O Renascimento Cultural. Itália, 4 14 40 a 42 o berço do Renascimento. Características do Renascimento. As fases do Renascimento italiano. Renascimento fora da Itália. Renascimento científico. A passagem para a Idade Moderna – A formação do Antigo Regime 5 15 43 a 45 Portugal na Baixa Idade Média. A expansão comercial e maríti- ma europeia. 5 16 46 a 48 O período Pré-colonial. Reformas religiosas. 5 17 49 a 51 O mercantilismo. 5 18 52 a 54 O absolutismo. O perfil político do Estado absolutista. O absolutismo e a formação do Mundo Colonial 6 19 55 a 57 Formas específicas de absolutismo na Europa: a Inglaterra e a França. O absolutismo francês. O absolutismo inglês. 2 Povos pré-colombianos na América. As civilizações da América 6 20 58 a 60 Central. As civilizações dos Andes. 57
  • 57. Continuação – História Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Os impérios coloniais na Idade Moderna. A conquista espanhola. A América espanhola, inglesa, francesa e a holandesa. O antigo regime no Brasil – A montagem da estrutura colonial 6e7 21 61 a 63 Economia e sociedade no período da cana-de-açúcar no Brasil. Mecanismos básicos da colonização. A questão da mão de obra. A montagem da empresa açucareira. A sociedade gera- da pela economia açucareira. 7 22 64 a 66 Comércio e pecuária no Brasil colonial. O comércio colonial. Administração colonial no Brasil nos séculos XVI e XVII. As capi- 7 23 67 a 69 tanias hereditárias. A União Ibérica. A formação do poder local: as Câmaras Municipais. Expansão territorial brasileira. A ocupação do Nordeste e do 7 24 70 a 72 Norte. A expansão paulista: o bandeirismo. A conquista do Sul. Os tratados de limite. Ataques e invasões no Brasil colonial. Invasões francesas. 7 25 73 a 75 Invasões holandesas. A crise do Antigo Regime na Europa As revoluções inglesas do século XVII. A Revolução Puritana (1642-1649). A Revolução Gloriosa (1688-1689). O Iluminismo. 8 26 76 a 78 2 As origens do pensamento iluminista. Elementos básicos do pensamento iluminista. Os filósofos iluministas. Os economistas do Iluminismo. O despotismo esclarecido. A Revolução Industrial. Razões do pioneirismo inglês na indus- trialização no século XVIII. O avanço técnico. As transformações 8 27 79 a 81 sociais. A Independência dos Estados Unidos. Características particulares da colonização inglesa. O arrocho colonial inglês. A Guerra de Independência. A organização do Novo Estado. A Revolução Francesa. A França às vésperas da Revolução. Os antecedentes imediatos da Revolução. A Revolução popular. O 8 28 e 29 82 a 87 Período Napoleônico e o Congresso de Viena. O Consulado. O Império. O Congresso de Viena. Apogeu e crise do antigo regime no Brasil A economia mineradora. As primeiras descobertas. A tributa- ção e o comércio. A mineração de diamantes. O declínio da 9 30 e 31 88 a 93 mineração. Transformações a partir da segunda metade do sé- culo XVII. A crise portuguesa e o arrocho colonial. O período do marquês de Pombal. Consequências da mineração. A crise do sistema colonial. Aspectos gerais. A Inconfidência Mi- 9 32 94 a 96 neira (1789). A Conjuração Baiana (1798). A Revolução Pernam- bucana de 1817. O século XIX: a afirmação do capitalismo As ideias que marcaram o século XIX. O liberalismo. O socia- lismo utópico. O socialismo científico. O anarquismo. A doutrina 3 1 1 1a3 social da Igreja: o socialismo cristão. As revoluções de 1830 e 1848. A Revolução de 1830 na França. O alastramento da revolução pela Europa. A Revolução de 1848 na França e no restante da Europa. A França de Luís Bonaparte.58
  • 58. Continuação – História Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada O movimento operário. Os Estados Unidos no século XIX. A con- 1 2 4a6 quista do Oeste. A acentuação das diferenças entre o Norte e o Sul. A Guerra de Secessão. A consolidação do desenvolvimento. 1 3 7a9 As unificações italiana e alemã. A América Latina no século XIX A independência da América Espanhola. A crise geral do Antigo 2 4 10 a 12 Regime e seus efeitos na América Espanhola. O início da luta. A vitória. Os novos Estados. Brasil, sede da Monarquia. A transferência do governo portu- guês para o Brasil. A montagem do Estado. A política externa 2 5 13 a 15 de dom João. A Revolução do Porto (1820). O movimento de independência. O Primeiro Reinado no Brasil. As lutas pela independência. A Constituinte de 1823 e a Constituição de 1824. A Confedera- 2 6 16 a 18 ção do Equador. A política externa do Primeiro Reinado. O isola- mento de dom Pedro e a abdicação. O Período Regencial no Brasil. Uma breve explanação. As 2 7 19 a 21 Regências Trinas. A Regência de Feijó (1835-1837). A Regência de Pedro de Araújo Lima (1837-1840). O golpe da maioridade. O Segundo Reinado no Brasil. A Política interna. A economia do 3 2 2 8 9 22 a 24 Segundo Reinado. 25 a 27 A política externa do Segundo Reinado. O movimento republicano, o abolicionismo, o fim da escravidão 2 10 28 a 30 e a queda do Império. Apogeu e crise do capitalismo: a passagem para o século XX 3 11 31 a 33 A Segunda Revolução Industrial. O neocolonialismo. O impe- rialismo. A Primeira Guerra Mundial (1914-1918). A guerra torna-se mais 3 12 34 a 36 próxima. O estopim, as etapas e os efeitos da guerra. Os trata- dos de paz. A Rússia e a Revolução. A situação peculiar da Rússia czarista. A Revolução de 1905: o “ensaio geral”. A Primeira Guerra e a pri- 3 13 37 a 39 meira revolução. As primeiras realizações. A guerra civil (1918- 1921). A NEP (Nova Política Econômica). O período de Stalin (1924-1953). O Pós-Primeira Guerra, a crise de 1929 e a depressão da déca- da de 1930. A Europa na década de 1920. Os Estados Unidos 3 14 40 a 42 na década de 1920. A crise de 1929. A depressão da década de 1930. O New Deal. Os Estados totalitários. O fascismo italiano. A Guerra Civil Es- 3 15 43 a 45 panhola (1936-1939). O militarismo nipônico. O nazismo alemão. 59
  • 59. Continuação – História Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada A passagem para o século XX no Brasil: a República Velha 4 16 46 a 48 A República da Espada (1889-1894). A República das Oligar- quias. Mecanismos de sustentação política. 3 4 17 49 a 51 Evolução política e econômica na República Oligárquica. Movimentos sociais na República Velha. A Revolução de 1930. 4 18 52 a 54 O governo Washington Luís (1926-1930). A luta sucessória. A revolução. O mundo nos marcos da Segunda Guerra Mundial 5 19 55 a 57 A Segunda Guerra Mundial. A guerra na Europa. A guerra na Ásia. Os acordos de paz. O legado da guerra. A criação da ONU. A era Vargas (1930-1945). O Governo Provisório (1930-1934). O 5 20 e 21 58 a 63 Governo Constitucional (1934-1937). O Estado Novo (1937-1945). O mundo após a Segunda Guerra Mundial 6 22 64 a 66 A Guerra Fria. Os primeiros marcos da Guerra Fria. A descolonização afro-asiática. Índia (1947). Sudeste Asiático. Congo. A Revolução Chinesa. A implantação do comunismo na 6 23 67 a 69 China. A Revolução Cultural. A modernização da China após a morte de Mao. A guerra da Coreia. Revolução Cubana. A guerra do Vietnã. O Oriente Médio. Os 6 24 70 a 72 conflitos entre árabes e israelenses. A questão palestina. A guer- ra no Líbano. A Revolução Iraniana. 4 6 25 73 a 75 As relações internacionais a partir da década de 1960 e o fim da Guerra Fria. O Brasil após a Segunda Guerra Mundial A democratização (1945-1964). Aspectos gerais do período. O 7 26 a 28 76 a 84 governo Eurico Gaspar Dutra (1946-1951). O segundo governo Vargas (1951-1954). Os governos Juscelino Kubitschek (1956- 1961), Jânio Quadros (1961) e João Goulart (1961-1964). A ditadura militar (1964-1985). Os governos Castello Branco (1964-1967), Costa e Silva (1967-1969), Emílio Garrastazu 7 29 e 30 85 a 90 Médici (1969-1974), Ernesto Geisel (1974-1979) e João Figueire- do (1979-1985). Brasil contemporâneo (1985-1998). Os governos José Sarney 7 31 e 32 91 a 96 (1985-1990), Fernando Collor de Mello (1990-1992), Itamar Franco (1992-1995) e Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).60
  • 60. Geografia – Frente ABanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite O Capitalismo Capitalismo como modo de produção. Fundamentos do capitalismo – Propriedade 1 7 privada dos meios de produção e divisão em classes. Economia de mercado e busca do lucro. Contradições e crise no capitalismo. A economia-mundo 2 15 As diferenças econômicas no espaço. Teorias sobre as diferenças econômicas e suas causas. Teoria da economia-mundo. Nova Divisão Internacional do Trabalho.1º 3 23 A economia japonesa A era Meiji. A reconstrução pós-guerra. Economia latino-americana Formação econômica: da colonização à integração na antiga DIT. Da industrialização 4 32 por substituição de importações ao Neoliberalismo. A América Latina que não se indus- trializou. A agricultura de plantation. O turismo. Os paraísos fiscais. Integração latino- ‑americana: Mercosul versus Alca. 1 7 Estruturas do relevo. Crátons ou maciços antigos. Cinturões orogênicos. Climatologia Clima e tempo: modos de ver o comportamento da atmosfera. A atmosfera terrestre 2 15 e suas características. A energia solar na atmosfera: o efeito estufa. O tipo de tempo e seus parâmetros. A temperatura. A pressão atmosférica. A velocidade dos ventos.2º A umidade do ar. A precipitação. Fontes de energia 3 24 Fontes de energia: conceitos fundamentais. Fontes primárias e secundárias. Matrizes energéticas. Matrizes energéticas e a questão ambiental. Ecologismo e política internacional (acordos e desacordos internacionais). Principais 4 32 polêmicas da questão ambiental. 61
  • 61. Continuação – Geografia Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada A relação homem-natureza e o estudo da Geografia O estudo da Geografia. A produção do espaço. Homem e na- 1 1a4 1a8 tureza na produção do espaço. Os modos de produção entre o homem e a natureza. O Capitalismo Capitalismo como modo de produção. Fundamentos do capita- 2 5a7 9 a 14 lismo – Propriedade privada dos meios de produção e divisão em classes. Economia de mercado e busca do lucro. Contradições e crise no capitalismo. Modelos econômicos 1: o fordismo e o keynesianismo Os modelos econômicos no capitalismo. A crise do liberalismo. 3 8 a 10 15 a 20 O modelo fordista-keynesiano. O fordismo. O keynesianismo. A crise do modelo fordista-keynesiano. 1 Modelos econômicos 2: o neoliberalismo e a globalização O que há de novo no neoliberalismo? As mudanças no Estado: 4 11 a 13 21 a 26 a crise do Estado nacional e as reformas. Conglomerados trans- nacionais. Financeirização da economia. O meio técnico-cientí- fico-informacional. A economia-mundo As diferenças econômicas no espaço. Teorias sobre as diferen- 5 14 e 15 27 a 30 ças econômicas e suas causas. Teoria da economia-mundo. Nova Divisão Internacional do Trabalho. A economia dos Estados Unidos A formação dos Estados Unidos. A formação de uma economia voltada ao mercado interno. De potência regional a potência he- 6 16 a 18 31 a 36 gemônica. Crise e reafirmação da hegemonia norte-americana. A distribuição das atividades econômicas norte-americanas (os belts). A União Europeia Do berço do capitalismo à crise da hegemonia. A reconstrução 7 19 a 21 37 a 42 pós-guerra e o processo de integração. A CECA. A CEE e o MCE. A União Europeia. A expansão da União Europeia e os problemas atuais. A economia japonesa 8 22 e 23 43 a 46 A era Meiji. A reconstrução pós-guerra. O socialismo 9 24 a 26 47 a 52 O socialismo soviético. Formação e expansão do socialismo so- 2 viético. Crise e colapso do socialismo soviético. China Um império milenar. O período revolucionário. A guinada para a economia de mercado. A distribuição das atividades econômicas 10 27 e 28 53 a 56 no território chinês. Desafios atuais. Uma grande economia para uma população maior ainda. Relação com os países centrais e a entrada na OMC. Direitos humanos. Os Tigres Asiáticos 11 29 e 30 57 a 60 Formação dos tigres no contexto da economia mundial. A Coreia do Sul. Cingapura. Taiwan. Hong Kong.62
  • 62. Continuação – Geografia Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Economia latino-americana Formação econômica: da colonização à integração na antiga DIT. Da industrialização por substituição de importações ao Neo- 2 12 31 e 32 61 a 64 liberalismo. A América Latina que não se industrializou. A agri- cultura de plantation. O turismo. Os paraísos fiscais. Integração latino-americana: Mercosul versus Alca. Astronomia e cartografia Os geossistemas. Noções de astronomia. O Universo, a Via 1 1e2 1a4 Láctea e o Sistema Solar. A Terra em movimento. A cartografia. A cartografia sistemática. 1 3 5e6 Cartografia temática. Geomorfologia A formação da Terra na escala do tempo geológico. Estruturação 2 4 7e8 do relevo terrestre: as forças endógenas. A teoria da deriva con- tinental. Teoria da tectônica global. Minerais e rochas. Esculturação do relevo terrestre: as forças exógenas. Intem- 2 5 9 e 10 perismo químico e físico. Estruturas do relevo. Crátons ou maciços antigos. Cinturões 2 6a8 11 a 16 orogênicos. Bacias sedimentares. O relevo brasileiro. Formação e uso dos solos 3 9 17 e 18 O que são solos? Formação dos solos. A rocha original. O clima. A biosfera. O relevo. O tempo. 3 10 19 e 20 Uso do solo. Erosão. Desertificação. Recursos hídricos A água na natureza. A água como recurso. Os usos da água. 3 4 11 21 e 22 Impactos do uso da água. A desigual disponibilidade de água. Fundamentos de hidrografia e destaques mundiais. Regiões hidrográficas do Brasil. Região hidrográfica amazônica. Região hidrográfica do Tocantins. Região hidrográfica do Para- 4 12 23 e 24 guai. Região hidrográfica do Paraná. Região hidrográfica do São Francisco. Climatologia Clima e tempo: modos de ver o comportamento da atmosfera. A atmosfera terrestre e suas características. A energia solar na atmosfera: o efeito estufa. O tipo de tempo e seus parâmetros. A 5 13 a 16 25 a 32 temperatura. A pressão atmosférica. A velocidade dos ventos. A umidade do ar. A precipitação. O clima e seus fatores – latitude, altitude, maritimidade e correntes marítimas. Circulação geral da atmosfera. Biogeografia e bioma das florestas pluviais Biogeografia. Fatores abióticos. Fatores bióticos: relações ecológi- 6 17 33 e 34 cas. Dispersão e isolamento. Domínio equatorial: características naturais. Biomas: a distribuição da vegetação no mundo. Bioma das florestas pluviais. Climas quentes e superúmidos: 6 18 35 e 36 equatorial e tropical oceânico. Florestas pluviais. 63
  • 63. Continuação – Geografia Frente A Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Biogeografia 2 7 19 37 e 38 Biomas tropicais. O clima tropical. A savana africana. O cerrado. 7 20 39 e 40 A caatinga. O Pantanal. O bioma maditerrâneo. Os desertos. 7 21 41 e 42 Os biomas temperados. A mata de Araucárias. A taiga. A tundra. Mudanças climáticas O clima muda? O aquecimento global. El Niño e La Niña. O bu- 8 22 e 23 43 a 46 raco na camada de ozônio. O clima nas grandes cidades. As ilhas de calor. A inversão térmica. As chuvas ácidas. Fontes de energia Fontes de energia: conceitos fundamentais. Fontes primárias 9 24 47 e 48 e secundárias. Matrizes energéticas. Matrizes energéticas e a questão ambiental. 4 9 25 49 e 50 Os combustíveis fósseis. Petróleo. Geopolítica e geoeconomia do petróleo. O petróleo no Brasil. Carvão. Gás natural. 9 26 51 e 52 Biocombustíveis. Energia hidráulica. 9 27 53 e 54 Energia nuclear. 9 28 55 e 56 Fontes alternativas de energia. Solar. Eólica. Biomassa. A questão ambiental Natureza e contexto social da questão ambiental. O meio: de 10 29 e 30 57 a 60 obstáculo a recurso. As correntes do ecologismo. Principais problemas ambientais. Escassez de recursos naturais. Poluição ambiental. Ecologismo e política internacional (acordos e desacordos inter- 10 31 e 32 61 a 64 nacionais). Principais polêmicas da questão ambiental.64
  • 64. Geografia – Frente BBanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite Geografia agrária 1 7 A agricultura e suas relações de produção. A modernização e a propriedade privada da terra. Urbanização1º 2 14 O que é urbanização? Urbanização nos países centrais. Urbanização nos países peri- féricos. Redes Urbanas: metropolização e desmetropolização. A cidade nas sociedades capitalistas. Problemas sociais urbanos. 3 24 Desmonte do Estado desenvolvimentista. A mudança do paradigma. 4 32 Amazônia. Amazônia: Brasil do futuro. Amazônia: grande reserva. A antiga ordem mundial multipolar. Crise dos antigos impérios e ascensão do imperia‑ 1 6 lismo. Estruturação e crise da antiga ordem multipolar. O desmonte do bloco soviético A formação do bloco soviético. Formação e contradições da União Soviética. Incorpo- 2 14 ração do Leste Europeu ao bloco soviético. O fim da União Soviética e a fragmentação2º de seu império. Os fragmentos do império soviético na nova ordem mundial. Reorga- nização do Leste Europeu. Os conflitos na ex-União Soviética. 3 24 Golfo Pérsico: invasão norte-americana do Iraque. América Latina no período da Guerra Fria. A questão cubana. México: a fronteira com 4 32 o Império. Colômbia: o centro de um antigo. 65
  • 65. Continuação – Geografia Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Formação da economia brasileira 1 1a4 1a4 Em busca das origens do Brasil. Inserção do Brasil na antiga Divisão Internacional do Trabalho. A modernização periférica. Geografia agrária A agricultura e suas relações de produção. A modernização e a 2 5a9 5a9 propriedade privada da terra. As relações de trabalho no campo. A agropecuária no Brasil urbano-industrial. 1 3 10 a 14 Urbanização O que é urbanização? Urbanização nos países centrais. Urba- 10 a 14 nização nos países periféricos. Redes Urbanas: metropoliza- ção e desmetropolização. A cidade nas sociedades capitalistas. Problemas sociais urbanos. O crescimento demográfico Crescimento vegetativo. Transição demográfica. Estrutura etária. 4 15 a 18 15 a 18 Densidade demográfica. Teorias sobre a dinâmica demográfica. Estrutura econômica da população. PEA e distribuição de renda. Qualidade de vida da população: IDH e outros indicadores. Migrações 5 19 e 20 19 e 20 Migrações no mundo. Áreas de repulsão populacional. Áreas de atração populacional. Barreiras à imigração. A vida dos refugiados. Migrações no Brasil. A distribuição espacial da população. Imi- 5 21 e 22 21 e 22 gração no Brasil. Da imigração à emigração. Migrações internas. Economia brasileira no neoliberalismo 6 23 23 Década de 1990: globalização e adaptação. Crise do desen- volvimentismo. Desmonte do Estado desenvolvimentista. A mudança do para- 6 24 24 digma. 2 6 25 25 Abertura do mercado. Abertura para as importações. Abertura comercial e flexibilização das relações de trabalho. Abertura para o capital financeiro. Desigualdade no território nacional 7 26 26 A desigualdade se espacializa. 7 27 27 A divisão territorial do trabalho no Brasil. 7 28 28 O Centro-Sul. 7 29 e 30 29 e 30 Nordeste. A integração do território e a formação do Nordeste. 7 31 e 32 31 e 32 Amazônia. Amazônia: Brasil do futuro. Amazônia: grande reserva. Espaço e poder 1 1a3 1a3 Geopolítica e geografia política. O poder e o espaço. O espaço, o poder e o Estado-nação. O Estado moderno. A nação. O território. O sistema interestatal As escalas espaciais de poder e os sistemas interestatais. As 3 2 4 4 origens do moderno sistema interestatal. Soberania e direito in- ternacional: fundamentos do moderno sistema interestatal. Fron- teiras e limites. Ordens mundiais e hegemonias internacionais. A antiga ordem mundial multipolar. Crise dos antigos impérios e 2 5e6 5e6 ascensão do imperialismo. Estruturação e crise da antiga ordem multipolar.66
  • 66. Continuação – Geografia Frente B Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada A ordem mundial bipolar da Guerra Fria Formação da ordem bipolar. Ascensão das potências da ordem 3 7a9 7a9 bipolar. Formação dos blocos de poder. As novas formas de dis- puta de poder. Fim da ordem bipolar. Nova ordem Mundial Visões sobre a nova ordem. Novos polos de poder. Estados Uni- dos: a potência mantém-se, mas em novas condições. União Europeia: recuperação e limites do poder. O polo asiático: no- 4 10 e 11 10 e 11 vas tendências. Rússia: o gigante que não pode ser esquecido. Novos conflitos. Nacionalismos e radicalismo religioso. Conflito Norte-Sul. Tese do choque de civilizações. Novos movimentos sociais. 3 O desmonte do bloco soviético A formação do bloco soviético. Formação e contradições da União Soviética. Incorporação do Leste Europeu ao bloco sovié- 5 12 a 14 12 a 14 tico. O fim da União Soviética e a fragmentação de seu império. Os fragmentos do império soviético na nova ordem mundial. Reorganização do Leste Europeu. Os conflitos na ex-União So- viética. Conflitos na África Caracterização geral do continente africano. Origens dos pro- blemas africanos. A diversidade étnico-religiosa. Colonização 6 15 a 18 15 a 18 da África. A descolonização no contexto da Guerra Fria. Os interesses econômicos sobre a África atualmente. Norte da Áfri- ca. O Grande Magreb. África Subsaariana. O Sudão. Ruanda e Burundi. República Democrática do Congo. A Guerra da Palestina 7 19 19 Oriente Médio: uma região de conflitos. A Guerra da Palestina. O sionismo. O sionismo e a Palestina. 7 20 20 Os conflitos entre árabes e israelenses pelo controle da Palestina. 7 21 21 A Questão Palestina. Acordos de Oslo. 7 22 22 Do declínio do processo de Oslo até nossos dias. Os conflitos no Golfo Pérsico 8 23 23 Golfo Pérsico: Da guerra Irã-Iraque à Guerra do Golfo. 8 24 24 Golfo Pérsico: invasão norte-americana do Iraque. 4 9 25 25 Os conflitos no subcontinente indiano O subcontinente indiano. A natureza do subcontinente indiano. História e diversidade no subcontinente indiano. Da descolonização do subcontinente indiano aos conflitos da 9 26 e 27 26 e 27 atualidade. Os conflitos pós-independência. O Afeganistão. Os conflitos na América Latina As colonizações das Américas e suas diferentes relações com 10 28 e 29 28 e 29 os povos nativos do continente. Descolonização latino-ameri- cana e relação com os Estados Unidos. América Latina no período da Guerra Fria. A questão cubana. 10 30 a 32 30 a 32 México: a fronteira com o Império. Colômbia: o centro de um antigo. 67
  • 67. Inglês – Frente ÚnicaBanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite* limite Simple present tense 1 6 Formação. Verbos auxiliares do simple present. Usos. O acréscimo de s. O acréscimo de ing. Past continuous 2 14 1º 3 23 Formação. Usos. Contraste entre ações curtas e ações longas. Genitive Case Introdução. Regra geral. Casos especiais. Passive Voice 4 32 Formação. Uso. Casos especiais. Present perfect versus simple past 1 6 Quadro geral. Como definir o tempo no passado. Question tags 2 14 Formação. Usos. 2º 3 23 Conditional Orações condicionais com o verbo wish. O uso de would. O uso de as if ou as though. Agreement/Disagreement 4 32 Primeiro caso: Afirm. Neg. ou Neg. Afirm. Segundo caso: Afirm. Afirm. Terceiro caso: Neg. Neg.* As provas de Língua Estrangeira são prioritariamente compostas por questões de leitura e interpretação de textos. Osconteúdos apontados devem ser levados em consideração apenas nas questões de gramática.68
  • 68. Continuação – Inglês Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Verbs Formas e funções dos verbos. Uso dos auxiliares e principais. 1 1e2 1a4 Verbos regulares e irregulares. Lista dos verbos irregulares mais usados. Formação dos tempos verbais. Quadro geral dos tempos verbais. Present continuous tense 2 3e4 5a8 Formação dos tempos “continuous”. Nonprogressive verbs (estado existente). Progressive verbs (atividade em progresso). Simple present tense 3 5e6 9 a 12 Formação. Verbos auxiliares do simple present. Usos. O acréscimo de s. O acréscimo de ing. Personal pronouns 4 7e8 13 a 16 Quadro geral. Casos especiais. Possessive determiners and possessive pronouns 5 9 17 e 18 Possessive determiners. Quadro geral. Possessive Pronouns 5 10 19 e 20 Quadro geral. Simple Past 6 11 e 12 21 a 24 Formação. Usos. Contraste Simple Past e Present Perfect. Past continuous 7 13 e 14 25 a 28 Formação. Usos. Contraste entre ações curtas e ações longas. 1 8 15 a 17 29 a 34 Indefinite pronouns Formação. Quadro geral. Formas puras. Formas compostas. Many/much/few/little 9 18 35 e 36 Definições básicas. Substantivos contáveis e incontáveis. Expressões de quantidade. Simple future/Future continuous 10 19 e 20 37 a 40 Simple future. Expressando uma previsão, um plano anterior e disposição. 10 21 41 e 42 Future continuous. Formação. Usos. Genitive Case 11 22 e 23 43 a 46 Introdução. Regra geral. Casos especiais. Plural of nouns 12 24 e 25 47 a 50 Regra geral. Usos. Casos especiais. Plural de substantivos irregulares. Relative pronouns Noções preliminares. Relative clause. Defining relative clauses. 13 26 a 28 51 a 56 Non-defining relative clauses. Uso de relative pronouns com pessoas, coisas/animais ou posse. Wh-words 14 29 e 30 57 a 60 What. Which. Who. Whom. When. Where. Whose. Why. How. Passive Voice 15 31 e 32 61 a 64 Formação. Uso. Casos especiais. 69
  • 69. Continuação – Inglês Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Present perfect tense 1 1e2 1a4 Formação. Usos. Key words. Present perfect continuous 2 3e4 5a8 Formação. Usos. Present perfect versus simple past 3 5e6 9 a 12 Quadro geral. Como definir o tempo no passado. Adjectives 4 7e8 13 a 16 Forma. Tipos de adjetivos. Casos especiais. A ordem dos adjetivos. Adverbs 5 9 e 10 17 a 20 Posição na frase. Alguns dos principais advérbios. Degrees of comparison Comparativos. Superlativos. Os tipos de comparações. Comparativos 6 11 a 13 21 a 26 e superlativos de superioridade. Formações irregulares. Casos especiais. Question tags 7 14 27 e 28 Formação. Usos. Can/May/Must 29 a 32 Formação. Características principais. Usos dos principais 2 8 15 e 16 modais. Quadro comparativo. Should/Ought to 9 17 e 18 33 a 36 Usos. Quadro comparativo. Past perfect 10 19 37 e 38 Past perfect tense. Formação. Uso. 10 20 39 e 40 Past perfect continuous. Formação. Uso. Conditional 11 21 a 23 41 a 46 Orações condicionais com o verbo wish. O uso de would. O uso de as if ou as though. If clauses 12 24 e 25 47 a 50 Frases condicionais. If clauses. Casos especiais. Infinitive versus gerund 13 26 a 28 51 a 56 Definições básicas. Sequência de verbos. Infinitive versus gerund part II 14 29 e 30 57 a 60 Usos. Casos especiais. Agreement/Disagreement 15 31 e 32 61 a 64 Primeiro caso: Afirm. Neg. ou Neg. Afirm. Segundo caso: Afirm. Afirm. Terceiro caso: Neg. Neg.70
  • 70. Espanhol – Frente ÚnicaBanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite* limite ¿Puedo tutearlo? Comunicacionales Diálogos variados. 1 7 Gramaticales Tú y usted. Socioculturales y lexicales Estilo formal e informal. ¿Dónde está? Comunicacionales Pedir informaciones. 2 15 Gramaticales Imperativo I. Advérbio de lugar. Socioculturales y lexicales El GPS.1º Yo hablo castellano, ¿y vos? Comunicacionales Diálogos variados. 3 24 Gramaticales Apócope. Socioculturales y lexicales Tango, lunfardo y la variante vos rioplatense. Es bueno viajar Comunicacionales Viajar y conocer. 4 32 Gramaticales Perífrasis verbales: futuro, obligación y simultaneidad. Socioculturales y lexicales Bariloche y los Andes, Mar del Plata, la Perla del Atlántico. En aquélla época Comunicacionales Charla entre padre e hijo. Demostrar interés en el discurso. 1 7 Gramaticales Contraste de los Pretéritos. Socioculturales y lexicales Las momias incas. Nuestras diferencias Comunicacionales Diálogos variados.2º 2 15 Gramaticales El sustantivo: despectivo, colectivos. Socioculturales y lexicales Los diferentes acentos del español. Piropeando Comunicacionales El piropo. 3 24 Gramaticales Verbos unipersonales haber y tener – contrastes. Socioculturales y lexicales Milonga, candombe y tango en Montevideo. 71
  • 71. Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite* Simulado limite Ciclo La empresa es chica, pero el corazón es grande Comunicacionales Expresiones de alegria y de tristeza. Puntos de vista. 2º 4 32 Gramaticales Revisión de las conjunciones adversativas explicativas. Socioculturales y lexicales Pequeñas y micro empresas.* As provas de Língua Estrangeira são prioritariamente compostas por questões de leitura e interpretação de textos. Osconteúdos apontados devem ser levados em consideração apenas nas questões de gramática.72
  • 72. Continuação – Espanhol Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada ¡Hola! ¿Qué tal? Comunicacionales Saludos y presentaciones. Presentación personal. Presentar a terceros. 1 1 1e2 Gramaticales Pronombres personales. Los interrogativos. Socioculturales y lexicales La importancia del idioma español. Nombre y apellido. ¿Qué haces? Comunicacionales Preguntar y decir datos personales. Gramaticales 2 2 3e4 Verbos regulares en Presente de Indicativo. Diferencia entre ser y estar. Socioculturales y lexicales Oficios, profesiones y cargos públicos. Numerales cardinales de 0 a 10. El alfabeto. Llega la primavera Comunicacionales Diálogos variados. Gramaticales 3 3 5e6 Verbos regulares e irregulares en Presente de Indicativo. Los heterotónicos. Socioculturales y lexicales 1 La primavera en Argentina. Los colores. Meses del año. Las estaciones. ¿Cuándo quedamos? Comunicacionales Hacer una invitación. Decir y preguntar las horas. 4 4 7e8 Gramaticales Verbos en Presente de Indicativo que diptongan. Socioculturales y lexicales Los días de la semana. Las horas. ¡Aprendiendo a cocinar! Comunicacionales Hablar de comidas y recetas. 5 5 9 e 10 Gramaticales Los artículos definidos, indefinidos y neutro. Socioculturales y lexicales Frutas y verduras. La sopa paraguaya. Utensilios de la cocina. Mi equipo es lo mejor del mundo Comunicacionales Diálogos variados. 6 6 11 e 12 Gramaticales Apócope. Socioculturales y lexicales Los numerales ordinales. La variante vos argentina. 73
  • 73. Continuação – Espanhol Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Simulado Dada Ciclo ¿Puedo tutearlo? Comunicacionales Diálogos variados. 7 7 13 e 14 Gramaticales Tú y usted. Socioculturales y lexicales Estilo formal e informal. En la escuela Comunicacionales Hablar de los útiles escolares. 8 8 15 e 16 Gramaticales Pronombres demostrativos. Socioculturales y lexicales Útiles escolares. Los números de 100 a 1.000.000. Voy a estudiar Comunicacionales Hablar del futuro. 9 9 17 e 18 Gramaticales Ir + a. Muy/mucho. Socioculturales y lexicales El sonido de la r y de la ch. Las rebajas. De compras Comunicacionales Hablar de compras y ropas. 1 10 10 19 e 20 Gramaticales Preposiciones y contracciones. Socioculturales y lexicales Las ropas. Conociendo a la familia Comunicacionales Hablar de la familia. 11 11 21 e 22 Gramaticales Los pronombres posesivos. Socioculturales y lexicales La familia. Las características físicas. ¿Qué te pasa? Comunicacionales Diálogos variados. 12 12 23 e 24 Gramaticales Verbo doler. Socioculturales y lexicales Enfermedades. Pronunciación de la "g". Me gusta Comunicacionales Gustos y preferencias. Impresiones. 13 13 25 e 26 Gramaticales Presente de los verbos gustar, apetecer, parecer. El sustantivo. Socioculturales y lexicales La miel.74
  • 74. Continuação – Espanhol Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada La opinión Comunicacionales Dar opiniones y saber oírlas. 14 14 27 e 28 Gramaticales Formación de los gêneros del sustantivo. Socioculturales y lexicales Hablar de la ecologia y el médio ambiente. Dar la opinión. ¿Dónde está? Comunicacionales Pedir informaciones. 15 15 29 e 30 Gramaticales Imperativo I. Advérbio de lugar. Socioculturales y lexicales El GPS. ¿Cómo funciona? Comunicacionales Aprender a solicitar reparos. Gramaticales 16 16 31 e 32 Imperativo II (imperativo + pronombres). Pronombres de objeto directo. Socioculturales y lexicales La Internet. 1 No puedo más Comunicacionales Quejas y pesadumbres. 17 17 33 e 34 Gramaticales Imperativos irregulares. Socioculturales y lexicales El día de los muertos. El intercambio Comunicacionales Expresar obligación y necesidad. 18 18 35 e 36 Gramaticales Hay que X tiene que. Socioculturales y lexicales El intercambio. Muy estudiosos Comunicacionales Negocios y tiendas. De compras. Gramaticales 19 19 37 e 38 Presente de indicativo de los verbos conocer, traducir, salir. El sustantivo, el número. Usos de muy y de mucho/muchos. Socioculturales y lexicales Las mentiras “light”. ¿Qué hay en una tienda de departamentos? 75
  • 75. Continuação – Espanhol Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Simulado Dada Ciclo Mi grupo favorito Comunicacionales Gustos y preferencias. Gramaticales 20 20 39 e 40 Fonética: pronunciación de la “g” y la “j”. Verbos irregulares con cambios e>i en Presente de Indicativo. Las preposiciones. Socioculturales y lexicales La ropa y el lujo. Cuéntame de ti Comunicacionales Diálogos variados. Gramaticales 21 21 41 e 42 Verbos gustar, apetecer y parecer en Presente de Indicativo. Los heterotónicos. Socioculturales y lexicales Descripción de rasgos físicos. Los colores. ¿Qué opinas? Comunicacionales Impresiones personales y descripciones. 22 22 43 e 44 Gramaticales Verbos en Presente de Indicativo que diptongan. Socioculturales y lexicales Los oficios y profesiones del futuro. ¡Este videojuego es fantástico! Comunicacionales 1 23 23 Hablar de juegos y diversiones. 45 e 46 Gramaticales Las preposiciones + artículos definidos. Socioculturales y lexicales Los juegos con las nuevas tecnologías. Yo hablo castellano, ¿y vos? Comunicacionales Diálogos variados. 24 24 47 e 48 Gramaticales Apócope. Socioculturales y lexicales Tango, lunfardo y la variante vos rioplatense. El siglo XXI Comunicacionales La ciencia del siglo XXI. 25 25 49 e 50 Gramaticales Un poco más sobre Tú y Usted. Socioculturales y lexicales Estilos, formalidades e informalidades. ¿Qué has hecho? Comunicacionales Hablar sobre hechos del pasado. 26 26 51 e 52 Gramaticales Pretérito perfecto. Socioculturales y lexicales Historia, memoria e identidad.76
  • 76. Continuação – Espanhol Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada ¿Qué pensar del futuro? Comunicacionales Hablar del miedo al futuro. 27 27 53 e 54 Gramaticales Ir + a X Futuro imperfecto. Socioculturales y lexicales Lo bueno, lo malo y lo peor del cine. Las tradiciones Comunicacionales Hablar de tradición y folclore. 28 28 55 e 56 Gramaticales Identificadores. Socioculturales y lexicales Las ropas típicas de Brasil y de América. Igual al padre Comunicacionales Hablar de hijos, padres y abuelos. 29 29 57 e 58 Gramaticales Los adjetivos y pronombres posesivos. Socioculturales y lexicales La familia española y la familia argentina. 1 Me siento mal Comunicacionales Salud y prevenciones. 30 30 59 e 60 Gramaticales Pretérito perfecto x Pretérito indefinido: sus usos. Socioculturales y lexicales Enfermedades y curas. ¡He pescado el mayor! Comunicacionales Caza y pesca. 31 31 61 e 62 Gramaticales Las conjunciones copulativas y disyuntivas. Socioculturales y lexicales El salmón y la trucha. Es bueno viajar Comunicacionales Viajar y conocer. 32 32 63 e 64 Gramaticales Perífrasis verbales: futuro, obligación y simultaneidad. Socioculturales y lexicales Bariloche y los Andes, Mar del Plata, la Perla del Atlántico. Medios de transporte Comunicacionales Conversaciones informales. 2 1 1 1e2 Gramaticales Preposiciones. El voseo. Socioculturales y lexicales Medios de transporte. Técnica de transporte. 77
  • 77. Continuação – Espanhol Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Simulado Dada Ciclo Formal e informal Comunicacionales Hablar por teléfono. Diálogos variados. 2 2 3e4 Gramaticales Usos de “el” y “lo”. Contraste “tú” y “usted”. Socioculturales y lexicales Las podereosas sutilezas entre tú y usted. Las máscaras Comunicacionales Diálogo entre amigas. Gramaticales 3 3 5e6 Verbos en Presente de Indicativo: ser, estar, estudiar, pedir, saber, ir, tener, cerrar, hacer, gustar y soler. Socioculturales y lexicales Los disfraces. Entre dos generaciones Comunicacionales Diálogos entre generaciones. Gramaticales 4 4 7e8 El Pretérito perfecto. Participios irregulares. Repaso de muy y mucho. Socioculturales y lexicales Entrevista con un cantante. El primer día de clase Comunicacionales 2 5 5 9 e 10 Entre amigos. Clase nueva. Diálogos variados. Gramaticales El Pretérito Indefinido. Acentuación ortográfica. Socioculturales y lexicales La isla de Pascua. Nuestra familia Comunicacionales Diálogo entre nieto y abuela. 6 6 11 e 12 Gramaticales El Pretérito imperfecto. Socioculturales y lexicales La familia. En aquélla época Comunicacionales Charla entre padre e hijo. Demostrar interés en el discurso. 7 7 13 e 14 Gramaticales Contraste de los Pretéritos. Socioculturales y lexicales Las momias incas. ¿Qué debo hacer? Comunicacionales Hablar de obligaciones. 8 8 15 e 16 Gramaticales Perífrasis verbales de futuro y obligación. Socioculturales y lexicales El proceso de evaluación.78
  • 78. Continuação – Espanhol Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada ¿Qué será de mi vida? Comunicacionales Hablar de signos del zodíaco. 9 9 17 e 18 Gramaticales Futuro imperfecto: verbos regulares. Adjetivos de carácter. Socioculturales y lexicales Los signos del zodíaco. ¿Cómo será la Tierra? Comunicacionales En una estación de radio. En una parada de autobús. Entre amigos. En casa. 10 10 19 e 20 Gramaticales Futuro imperfecto: verbos irregulares. Socioculturales y lexicales Menos ozono, más problemas. Accidentes geográficos. En un consultorio médico Comunicacionales En un consultorio médico. En la farmacia. 11 11 21 e 22 Gramaticales Verbos doler, apetecer, parecer. Socioculturales y lexicales El ejercicio. El deporte es salud Comunicacionales Sobre Barcelona’92. Ratos libres. 2 12 12 23 e 24 Gramaticales Verbos reflexivos. Usos de: bueno/malo – bien/mal. Socioculturales y lexicales Algunos deportes. El lenguaje de los jóvenes Comunicacionales Diálogos variados. 13 13 25 e 26 Gramaticales Frases interjectivas. Socioculturales y lexicales El lenguaje de los adolescentes. Los emoticones. ¡A estudiar! Comunicacionales Diálogos variados. 14 14 27 e 28 Gramaticales El sustantivo: aumentativo, diminutivo, sustantivo verbal. Socioculturales y lexicales Los estudios. Nuestras diferencias Comunicacionales Diálogos variados. 15 15 29 e 30 Gramaticales El sustantivo: despectivo, colectivos. Socioculturales y lexicales Los diferentes acentos del español. 79
  • 79. Continuação – Espanhol Frente Única Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Simulado Matéria Ciclo Dada ¡Qué carácter! Comunicacionales En la oficina. 16 16 31 e 32 Gramaticales Adjetivos de carácter. Socioculturales y lexicales Los colores. Descripciones de carácter. ¡Qué guapo! Comunicacionales Diálogos variados. Gramaticales 17 17 33 e 34 Usos de ser, llevar, tener + características físicas. Adjetivos (descripciones físicas). Socioculturales y lexicales El maquillaje. Envejeciendo felices Comunicacionales Diálogos variados. 18 18 35 e 36 Gramaticales Los comparativos. Socioculturales y lexicales La tercera edad. Los platos típicos Comunicacionales Comidas típicas. Recetas. 2 19 19 37 e 38 Gramaticales Adverbios y locuciones adverbiales de modo y de cantidad. Usos de "muy" y de "mucho/muchos". Socioculturales y lexicales Las comidas típicas de España y de América. Soy alérgico Comunicacionales Gustos y divergencias sobre plantas y animales. Gramaticales 20 20 39 e 40 Verbos regulares e irregulares del Pluscuamperfecto de Indicativo. Socioculturales y lexicales La alergia a plantas y gatos. ¿Con quién quiere hablar? Comunicacionales Diálogos variados. 21 21 41 e 42 Gramaticales El Presente de Subjuntivo. Los heterosemánticos. Socioculturales y lexicales Llamadas a cobro revertido y a distancia. Hasta el fin del mundo Comunicacionales Un viaje al fin del mundo. 22 22 43 e 44 Gramaticales Verbo haber para uso impersonal. Socioculturales y lexicales La variante chilena del castellano.80
  • 80. Continuação – Espanhol Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Estará en un embotellamiento Comunicacionales Hablar del tráfico de vehículos de la ciudad. 23 23 45 e 46 Gramaticales Interjecciones. Socioculturales y lexicales El vocabulario del coche y de los transportes. Piropeando Comunicacionales El piropo. 24 24 47 e 48 Gramaticales Verbos unipersonales haber y tener – contrastes. Socioculturales y lexicales Milonga, candombe y tango en Montevideo. Los avances del siglo XX Comunicacionales Los avances del siglo XX. 25 25 49 e 50 Gramaticales Tiempos Pretéritos y Futuros. Socioculturales y lexicales Estilos de vida en el fin de siglo. Mis experiencias Comunicacionales Hablar del trabajo. 2 26 26 51 e 52 Gramaticales Repaso del Pretérito perfecto. Socioculturales y lexicales Obligaciones y disciplina. Cuerpo y mente Comunicacionales Sicología y salud. 27 27 53 e 54 Gramaticales El tiempo potencial. Yo que vos/tú. Socioculturales y lexicales Cuerpo sana con mente saludable. ¿Qué van a tomar? Comunicacionales En un restaurante. 28 28 55 e 56 Gramaticales Revisión de "el" y "lo". Socioculturales y lexicales Las elecciones en la vida de cada uno. Quizás Comunicacionales Entre amigos. 29 29 57 e 58 Gramaticales Adverbios de afirmación, nagación y duda. Socioculturales y lexicales Las costumbres familiares en Bolivia y en Perú. 81
  • 81. Continuação – Espanhol Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Un libro interesante Comunicacionales Las novelas de la TV y las de los libros. 30 30 59 e 60 Gramaticales Repaso del Pretérito perfecto x Pretérito indefinido. Socioculturales y lexicales Hablando de Mario Vargas Llosa. Cuidemos a nuestro planeta Comunicacionales Preservando el medio ambiente. 2 31 31 61 e 62 Gramaticales Más locuciones adverbiales de modo y de cantidad. El sustantivo, el género. Socioculturales y lexicales Los emprendimientos internacionales ecológicos. La empresa es chica, pero el corazón es grande Comunicacionales Expresiones de alegria y de tristeza. Puntos de vista. 32 32 63 e 64 Gramaticales Revisión de las conjunciones adversativas explicativas. Socioculturales y lexicales Pequeñas y micro empresas.82
  • 82. Artes Frente A – MúsicaBanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite Iniciação à teoria musical 1 7 Introdução. Propriedades do som. Altura. Intensidade (volume). Timbre. Aspectos estru‑ turais da música. Ritmo. Melodia. Harmonia. Textura. Notação – Altura. Notação – Ritmo.1º 2 3 13 23 Música e matemática. Instrumentos do período. Gêneros da música medieval. Moleto. Conductus. 4 31 Acordes. Cifras. Pequeno glossário de acordes. Teclado. Violão e guitarra. 1 6 O período clássico. O estilo galante. O estilo clássico. Gêneros. Compositores do Romantismo. Compositores românticos brasileiros. Instru- 2 14 mentação. O Expressionismo Alemão e a Segunda Escola de Viena. Compositores associados2º 3 24 ao Expressionismo. Serialismo (Dodecafonismo). Compositores associados ao dode- cafonismo/serialismo. O Serialismo Integral. Compositores associados ao Serialismo Integral. O blues. O jazz. O rock. A música pop. A música popular no Brasil. O choro e o samba. 4 32 A bossa nova. A Tropicália e a MPB. Música de massas e cultura de massas brasileira. Caos na indústria fonográfica: o MP3. 83
  • 83. Continuação – Artes Frente A – Música Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Iniciação à teoria musical Introdução. Propriedades do som. Altura. Intensidade (volume). 1 1, 3, 5 e 7 1a4 Timbre. Aspectos estruturais da música. Ritmo. Melodia. Harmo- nia. Textura. Notação – Altura. Notação – Ritmo. Pré-história e Antiguidade 2 9 5 Práticas musicais na Pré-história. Período Paleolítico. Período Neolítico. Registros das primeiras tradições musicais. 2 11 6 O mundo grego. Pitágoras. 2 13 7 Música e matemática. Instrumentos do período. Reminiscências da teoria antiga. O Grande Sistema Perfeito. 2 15 e 17 8e9 Origem da escala natural. A série harmônica. Idade Média 3 19 10 O Cristianismo e a reforma na teoria musical. Notação. A poli- 1 3 21 11 fonia. Ars Nova. 3 23 12 Gêneros da música medieval. Moleto. Conductus. Canções de trovadores. Compositores do período medieval. In- 3 25 13 tervalos. Renascença 4 27 14 Exposição histórica e estética. Gêneros de música renascentista. Música sacra e profana. Com- positores do período renascentista. Palestrina: a manutenção do 4 29 15 pensamento polifônico. Gesualdo. Instrumentos do período re- nascentista. Acordes. Cifras. Pequeno glossário de acordes. Teclado. Violão 4 31 16 e guitarra. O período Barroco e o período Clássico 1 2 1 O período Barroco. Gêneros. Música vocal. Música instrumental. Compositores do 1 4 2 período Barroco. 1 6 3 O período clássico. O estilo galante. O estilo clássico. Gêneros. Música vocal. Música instrumental. Compositores do 1 8 4 período clássico. Os períodos Barroco e Clássico no Brasil. Instrumentação. Ins- 2 1 10 5 trumentos do período Barroco. Instrumentos do período Clás- sico. Formas musicais. Contextualização histórica. Beethoven: a transição entre o Classicismo e o Romantismo Introdução. Romantismo. Relações entre música e Literatura. 2 12 6 Wagner. Brahms, Mahler e o Romantismo tardio. A herança romântica no século XXI. Gêneros. Compositores do Romantismo. Compositores românti- 2 14 7 cos brasileiros. Instrumentação. 2 16 e 18 8e9 Dinâmicas.84
  • 84. Continuação – Artes Frente A – Música Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada A música do século XX 3 20 10 A decadência romântica. As correntes do século XX. O Impressionismo. Compositores 3 22 11 associados ao Impressionismo. O Nacionalismo. Compositores associados ao Nacionalismo. O Expressionismo Alemão e a Segunda Escola de Viena. Com- positores associados ao Expressionismo. Serialismo (Dodeca- 3 24 12 fonismo). Compositores associados ao dodecafonismo/seria- lismo. O Serialismo Integral. Compositores associados ao Serialismo Integral. Música Concreta. Compositor associado à música concreta. Música Eletrônica e Eletroacústica. Compositores associados à Música Eletrônica e Eletroacústica. O Neoclassicismo. Com- 2 3 26 13 positores associados ao Neoclassicismo. A Música Aleatória. Compositores associados à Música Aleatória. O Minimalismo. Compositores associados ao Minimalismo. A Decategorização. Música brasileira do século XX. Compositores brasileiros con- 3 28 14 temporâneos. Notação da música do século XX. Música popular e cultura de massa Música e entretenimento. Música popular nas Américas: estilos 4 30 15 e vertentes nos Estados Unidos e no Brasil. A música indus- trializada. O blues. O jazz. O rock. A música pop. A música popular no Brasil. O choro e o samba. A bossa nova. A Tropicália e a MPB. 4 32 16 Música de massas e cultura de massas brasileira. Caos na in- dústria fonográfica: o MP3. 85
  • 85. Artes Frente B – Artes PlásticasBanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite A origem do “gosto”: o Egito e a raiz da arte ocidental 1 6 A arte egípcia. A função da imagem. Arquitetura. A complexidade da arte egípcia. Esti- los da arte egípcia. Roma e o mundo romano 2 14 A pintura parietal. Escultura. Contribuições romanas. Registro de feitos – arquitetura de 1º vitória e de narração. Os caminhos do Oriente, o olhar dos viajantes Marco Polo e Jean de Mandeville 3 24 A China e suas influências. Barroco, suas raízes e problemas 4 32 O Barroco e a Igreja. Os artistas do Barroco. O Neoclassicismo e as revisões do mundo antigo: o mundo em torno da Revolução Francesa 1 7 A retomada do Classicismo. A expressão do Neoclassicismo. O Neoclassicismo no Brasil. Impressionismo Os impressionistas. Monet. Manet. Degas. Auguste Rodin. Renoir. Os pós-impressionis- 2 15 tas. Paul Cézanne. Mary Cassat.Vincent van Gogh. Paul Gauguin. Seurat. Henry de 2º Toulouse-Lautrec. Influências do Impressionismo na arte brasileira. Abstracionismo e design Kandinsky, o Abstracionismo e o Suprematismo. Piet Mondrian. As vertentes do Abstra- 3 23 cionismo. Optical Art. Tachismo. Action Painting. O lirismo na abstração. Minimalismo. A transição das linguagens. Os coletivos de arte e a reformulação dos conceitos de autoria 4 31 Arte Contemporânea: resgate da significação. Arte Marginal. Dogma 95. Dogma e a rede de criação.86
  • 86. Continuação – Artes Frente B – Artes plásticas Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Elementos básicos para compreensão da história e da esté- tica das artes visuais 1 2 1 As diversas histórias da arte. A noção de belo e o contexto das histórias. Arte na Pré-história ou “senso de primitividade” 2 4 2 Os princípios da arte. Arte pré-histórica europeia e norte-afri- cana. Arte pré-histórica no Brasil. A origem do “gosto”: o Egito e a raiz da arte ocidental 3 6 3 A arte egípcia. A função da imagem. Arquitetura. A complexidade da arte egípcia. Estilos da arte egípcia. Mesopotâmia 4 8 4 A arte mesopotâmica. Divisões da arte mesopotâmica. A ascendência mesopotâmica nas culturas atuais. Grécia e mundo grego 5 10 e 12 5e6 Cultura grega. Etapas da arte grega. O gosto grego e o conceito do clássico. Roma e o mundo romano 6 14 7 A pintura parietal. Escultura. Contribuições romanas. Registro de feitos – arquitetura de vitória e de narração. Bizâncio 7 16 8 A incorporação do cristianismo. A invasão da arte oriental. A arte islâmica como modelo de uma nova crença. 1 A arte islâmica: o modelo de beleza de uma nova crença As diversas manifestações da arte islâmica. A questão das ima- 8 18 9 gens no Islamismo. A forma escrita. A arte da tecelagem. O uso da cerâmica e do azulejo. As iluminuras. Arte medieval saxã, carolíngia-otoniana e românica 9 20 10 Arte medieval saxã. Arte carolíngia-otoniana. O estilo românico. Arte medieval: gótico 10 22 11 Gótico. Neogótico. Os caminhos do Oriente, o olhar dos viajantes Marco Polo e 11 24 12 Jean de Mandeville A China e suas influências. O Renascimento, suas origens e seu desenvolvimento 12 26 13 O Trecento e o início do Quattrocento – Giotto e a Pré-renascen- ça. Renascimento. O século XVI: Maneirismo, o Renascimento internacional 13 28 14 Origem do Maneirismo. A imagem do novo mundo: Civilizações americanas ao 14 30 15 olhar europeu. Os astecas e os incas. Barroco, suas raízes e problemas 15 32 16 O Barroco e a Igreja. Os artistas do Barroco. 87
  • 87. Continuação – Artes Frente B – Artes plásticas Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada A América sob o projeto barroco 1 1 1 O Barroco. O Barroco no Brasil. Barroco na América Latina. O modelo holandês. O desenvolvimento das ideias do Barroco durante o século 2 3 2 XVIII na Europa O Barroco Galante. A técnica e os artistas do Barroco Galante. O rococó na Europa e no Brasil: a rocalha em substituição 3 5 3 à voluta O nascimento do rococó. O desenvolvimento do rococó. O Neoclassicismo e as revisões do mundo antigo: o mundo em torno da Revolução Francesa 4 7 4 A retomada do Classicismo. A expressão do Neoclassicismo. O Neoclassicismo no Brasil. Romantismo, o sublime na arte A oposição ao clássico. Algumas facetas do Romantismo: o res- 5 9 e 11 5e6 gate da identidade nacional e a ideia do sublime. A inspiração pastoril. A luz nas pinturas românticas. O ideário romântico no Brasil. Em torno do Impressionismo: Pré-impressionismo e Sim- bolismo Pré-impressionismo. As diferentes escolas. O Naturalismo e o 6 13 7 Realismo. Pré-rafaelismo. O Simbolismo e alguns de seus pin- tores: Gustave Moreau, Charles Meryon, Whistler e o Japonis- mo, Bresdin e Redon, Honoré Daumier. 2 Impressionismo Os impressionistas. Monet. Manet. Degas. Auguste Rodin. 7 15 8 Renoir. Os pós-impressionistas. Paul Cézanne. Mary Cassat. Vincent van Gogh. Paul Gauguin. Seurat. Henry de Toulouse- -Lautrec. Influências do Impressionismo na arte brasileira. Fauvismo e Expressionismo Fauvismo. Expressionismo. Pintores expressionistas. Munch. 8 17 9 Ensor. Os vienenses Gustav Klimt, Egon Schiele e Oskar Kokoschka. O Expressionismo alemão. A vertente francesa. Expressionismo no Brasil. Cubismo, Dadaísmo e Futurismo Cézanne e a base para o surgimento do Cubismo. Cubismo e 9 19 10 as fases posteriores. Picasso. Matisse. Lygia Clark. Dadaísmo. Kurt Schwitters. Futurismo. Futurismo no Brasil: a Semana de Arte Moderna. Pintura metafísica, Novecento e Surrealismo 10 21 11 A pintura metafísica. O Novecento. Surrealismo. Abstracionismo e design Kandinsky, o Abstracionismo e o Suprematismo. Piet Mondrian. 11 23 12 As vertentes do Abstracionismo. Optical Art. Tachismo. Action Painting. O lirismo na abstração. Minimalismo. A transição das linguagens. Arte Conceitual e Arte Pop 12 25 13 Duchamp e a Arte Conceitual. A influência de Duchamp: se- guidores e contextadores. Arte Pop.88
  • 88. Continuação – Artes Frente B – Artes plásticas Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Instalação, Performance, Land Art e Intervenção urbana A ocupação do espaço expositivo: Instalação. As diferentes 13 27 14 instalações. Videoarte e videoinstalações. Arte Relacional. Per- formance. Land Art. Situacionistas. Site specific. Os rumos da arte: a fotografia, o neorrealismo, o neoexpres- 2 14 29 15 sionismo e outros paradigmas contemporâneos Fotografia. Fotografia e pintura. Web Art. Os coletivos de arte e a reformulação dos conceitos de autoria 15 31 16 Arte Contemporânea: resgate da significação. Arte Marginal. Dogma 95. Dogma e a rede de criação. 89
  • 89. Educação FísicaBanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite Saúde e beleza corporal 1 7 Beleza corporal. Como perder ou ganhar peso? Medidas e avaliação da composição corporal. Atletismo cotidiano 1º 2 14 Corridas de velocidade e de fundo. Práticas amadoras associadas ao cotidiano. Modalidades esportivas menos conhecidas 3 22 Modalidades pouco conhecidas e desenvolvimento de inteligências. 4 32 Esporte é saúde? 1 6 Diferenças e preconceitos nas práticas corporais Dança 2 14 A dança e os jovens. 2º 3 22 Danças Dança e cultura internacional. Lazer 4 32 Políticas públicas de lazer.90
  • 90. Continuação – Educação Física Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Esportes coletivos 1 1a4 1a4 Esportes coletivos: pensamento estratégico e solução de proble- mas. Sistema de jogo. Saúde e beleza corporal 2 5a7 5a7 Beleza corporal. Como perder ou ganhar peso? Medidas e avali- ação da composição corporal. 1 3 8e9 8e9 Inclusão Inclusão. Para todo mundo fazer aula! Atletismo cotidiano 4 10 a 14 10 a 14 Corridas de velocidade e de fundo. Práticas amadoras associa- das ao cotidiano. Padrões de beleza reais ou padrões de beleza impostos? 5 15 a 18 15 a 18 Padrões de beleza e interesses mercadológicos. Influenciando mudanças corporais. Modalidades esportivas menos conhecidas 6 19 a 22 19 a 22 Modalidades pouco conhecidas e desenvolvimento de in- teligências. 2 7 8 23 a 25 26 a 28 23 a 25 26 a 28 Ginástica de academia Oficina de jogos Inventar jogos. 9 29 a 32 29 a 32 Esporte é saúde? Lutas 1 1a3 1a3 Lutas e suas filosofias. 2 4a6 4a6 Diferenças e preconceitos nas práticas corporais Lazer 3 7 a 10 7 a 10 Lazer para melhorar a vida. 3 4 11 a 14 11 a 14 Dança A dança e os jovens. Saúde e trabalho 5 15 e 16 15 e 16 Atividade física e sua relação com o trabalho. Atividades de aventura e/ou esportes radicais e a cultura 6 17 e 18 17 e 18 do movimento humano Atividades de aventura e/ou esportes radicais. Lutas 7 19 e 20 19 e 20 Princípios condicionais de lutas. Danças 8 21 e 22 21 e 22 Dança e cultura internacional. Intervenção na comunidade escolar 9 23 a 25 23 a 25 Estilo de vida ativo e saúde. 4 10 26 a 28 26 a 28 Festival de cultura corporal do movimento Festival pedagógico. Jogos virtuais: a virtualização do corpo? 11 29 e 30 29 e 30 Jogos virtuais. Lazer 12 31 e 32 31 e 32 Políticas públicas de lazer. 91
  • 91. Laboratório de Física Matéria Livro Atividade Semana Aulas Assunto Proposto Dada 1 2 1 Algarismos significativos 2 4 2 Grandezas físicas e suas medidas 3 6 3 Movimento retilíneo e uniforme (MRU) 4 8 4 Velocidade média e velocidade instantânea 5 10 5 Movimento retilíneo uniformemente variado (MRUV) 6 12 6 Estática – equilíbrio estático e soma de vetores 7 14 7 Força resultante em um plano inclinado 1 8 9 16 18 8 9 Movimento circular uniforme (MCU) Lançamento horizontal 10 20 10 Atrito 11 22 11 Polias 12 24 12 Hidrostática 13 26 13 Alavancas 14 28 14 Equilíbrio e centro de gravidade 15 30 15 Colisões 1 1 1 Termometria 2 3 2 Eletrostática 3 5 3 Dilatação linear 4 7 4 Calorimetria 5 9 5 Formas de propagação de calor 6 11 6 1ª Lei de Ohm 7 13 7 Circuito não ôhmico 2 8 9 15 17 8 9 2ª Lei de Ohm Espelhos 10 19 10 Lei de Snell 11 21 11 Lentes 12 23 12 Campo magnético 13 25 13 Gerador elétrico 14 27 14 Movimento harmônico simples (MHS) 15 29 15 Ondas92
  • 92. Laboratório de Química MatériaLivro Atividade Semana Aulas Assunto Proposto Dada Instruções para o trabalho no laboratório Primeiros socorros. Apresentação dos materiais de vidro, por- 1 1 1 celana, ferro e plástico. Como verificar o funcionamento e utilizar o bico de Bunsen Comparação entre equipamentos graduados e volumétricos 2e3 3 2 A determinação da densidade de sólidos e líquidos Determinação gráfica dos pontos de fusão e solidificação 4 5 3 de uma substância pura Separação de misturas 5 7 4 Filtração simples e a vácuo. Funil de decantação. Centrifugação. 5 9 5 Destilação simples e fracionada. 6 11 6 A fórmula de um hidrato 1 7 13 7 Determinação do teor de álcool na gasolina 8 15 8 Ponto de ebulição da água Cromatografia 9 17 9 Identificar e separar os componentes de uma mistura. 10 19 10 Condutividade elétrica de soluções aquosas 11 21 11 Gases: obtenção de gás carbônico e oxigênio 12 23 12 Indicadores de ácidos e bases 13 25 13 Reações químicas 14 27 14 Reações de deslocamento de metais por metais 15 29 15 Cálculo estequiométrico Instruções para o trabalho no laboratório Primeiros socorros. Apresentação dos materiais de vidro, por- 1 2 1 celana, ferro e plástico. Levantamento da curva de solubilidade de um sólido em um líquido Soluções 2 4 2 Preparo de soluções e diluição. Análise volumétrica do ácido acético em uma amostra de 3 6 3 vinagre 2 4 8 4 Termoquímica Transformações endotérmicas e exotérmicas. Determinação da concentração do íon hidrogênio por meio 5 10 5 de indicadores 6 12 6 Velocidade das reações Deslocamento de equilíbrio químico 7 14 7 Reações químicas reversíveis (equilíbrio químico). 8 16 8 Reações entre metais e ácidos diluídos 93
  • 93. Continuação – Laboratório de Química Matéria Livro Atividade Semana Aulas Assunto Proposto Dada Comportamento de cobre sólido imerso em solução aquosa 9 18 9 de nitrato de prata Eletroquímica 10 20 10 Reações de oxidorredução. 11 22 11 Eletrólise 2 12 24 12 Pilhas (pilha seca comum) 13 26 13 Cálculo estequiométrico 14 28 14 Espelhamento de vidro por via química Propriedades de compostos orgânicos e síntese de poliure- 15 30 15 tano94
  • 94. Filosofia – Frente ÚnicaBanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite Pré-socráticos – Heráclito de Éfeso 1 7 O Universo é um devir eterno. A luta dos contrários. O múltiplo, a unidade e o mundo. A verdadeira sabedoria. 2 13 O sofista. Dois sofistas: Protágoras e Górgias. Aristóteles – Conhecimento sistemático 1º 3 23 Aristóteles – vida e projeto filosófico. Crítica a Platão. Substância = Matéria + Forma: a visão aristotélica do mundo. O ser se diz de várias formas. A Filosofia como um grande sistema de conhecimento – Corpus Aristotelicum. Teoria do Conhecimento em Aristóteles. Montaigne e Pascal Michael de Montaigne. Ensaios. Experiência do pensar. Ceticismo. Blaise Pascal. A mi- 4 32 séria e a dignidade humana. O coração e a razão. A aposta de Pascal e a necessidade da mediação. Francis Bacon e John Locke 1 7 Inglaterra experimental. Francis Bacon – o método experimental. John Locke – a mente como livro em branco. Luzes na França 2 13 Iluminismo: a consolidação da razão. Enciclopédia. Voltaire – Pensador das Luzes. Rousseau – Iluminista peculiar. 2º 3 23 Karl Marx, filosofia e revolução Crítica a Hegel e materialismo histórico. Ideologia e alienação. Teoria marxista da re‑ volução. Rearticulação do filosofar: Filosofia contemporânea – André Comte-Sponville e 4 32 Luc Ferry Filosofar depois da crise. André Comte-Sponville – Filosofar sem ilusões. Sponville –Continuação – Filosofia O amor e o dever. Luc Ferry – Filosofia para o conhecimento, ética e sabedoria. 95
  • 95. Continuação – Filosofia Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Do mito à Filosofia História da Filosofia: o início. O Mito, a Filosofia e as questões: continuidade ou ruptura? Hegel e John Burnet – ruptura entre 1 1a3 1a3 mito e Filosofia. Werner Jaeger e F. M. Conford – continuidade entre mito e Filosofia. Filosofia nascente – características princi- pais. Condições históricas para o surgimento da Filosofia. Pré-socráticos: filósofos do cosmos Filosofia e Cosmologia. Tales de Mileto – tudo é água. Anaxi- 2 4e5 4e5 mandro de Mileto – o princípio de tudo é o ilimitado. Pitágoras – os pitagóricos. Os atomistas. Pré-socráticos – Heráclito de Éfeso 3 6e7 6e7 O Universo é um devir eterno. A luta dos contrários. O múltiplo, a unidade e o mundo. A verdadeira sabedoria. Pré-Socráticos – Parmênides de Eleia 4 8e9 8e9 Lógica, linguagem e o mundo. Democracia, Sofistas e Sócrates 5 10 e 11 10 e 11 Democracia: a invenção de Atenas. Características da demo- cracia ateniense. 5 12 e 13 12 e 13 O sofista. Dois sofistas: Protágoras e Górgias. Sócrates: santo, herói, sábio? Filósofo. Sócrates e as fontes que 5 14 a 16 14 a 16 o citam. Sócrates e a vida filosófica. Método socrático. Platão – Filosofia como libertação da alma As várias interpretações sobre Platão. Vida – as motivações 1 6 17 a 20 17 a 20 platônicas. Dialética, Platão e os sofistas. Platão e a teoria do conhecimento – Heráclito e Parmênides. Diálogo – Passagem do mundo sensível ao mundo das ideias. Carta Sétima – in- trodução aos graus de conhecimento. A República – o ser hu- mano e o objeto de conhecimento são uma coisa só. O mito da caverna – a jornada do filósofo. Política – o Filósofo-Rei. Aristóteles – Conhecimento sistemático Aristóteles – vida e projeto filosófico. Crítica a Platão. Substân- cia = Matéria + Forma: a visão aristotélica do mundo. O ser se 7 21 a 23 21 a 23 diz de várias formas. A Filosofia como um grande sistema de conhecimento – Corpus Aristotelicum. Teoria do Conhecimento em Aristóteles. 8 24 a 26 24 a 26 Helenismo: cinismo, ceticismo, epicurismo e estoicismo Filosofia Medieval – Santo Agostinho e São Tomás de Aquino Santo Agostinho – Platonismo Cristão. “Se não credes, não en- 9 27 e 28 27 e 28 tendereis” – Fé e razão em Santo Agostinho. A verdade interior – A teoria de iluminação. História: da Criação ao Juízo Final – um processo que faz sentido. São Tomás de Aquino. A filosofia de São Tomás de Aquino. 9 29 e 30 29 e 30 Existência de Deus – as cinco vias de prova. Montaigne e Pascal Michael de Montaigne. Ensaios. Experiência do pensar. Ceticis- 10 31 e 32 31 e 32 mo. Blaise Pascal. A miséria e a dignidade humana. O coração e a razão. A aposta de Pascal e a necessidade da mediação.96
  • 96. Continuação – Filosofia Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Renascimento: Galileu e Maquiavel 1 1e2 1e2 Renascimento é Humanismo. Galileu e a Revolução científica. Maquiavel e a Ciência política. Virtude do príncipe. Descartes – Filosofia racionalista Tempo de Descartes. Projeto filosófico. Cogito, ergo sum – Pen- 2 3a5 3a5 so, logo existo. Do cogito a Deus – a prova da existência de Deus para justificar a ciência. Descartes – uma reflexão. Francis Bacon e John Locke 3 6e7 6e7 Inglaterra experimental. Francis Bacon – o método experimen- tal. John Locke – a mente como livro em branco. 4 8 a 10 8 a 10 David Hume: Empirismo e Ceticismo Luzes na França 5 11 a 13 11 a 13 Iluminismo: a consolidação da razão. Enciclopédia. Voltaire – Pensador das Luzes. Rousseau – Iluminista peculiar. Kant e a Filosofia crítica O pensamento de Kant – Demarcação do pensamento moder- no. Revolução Copernicana de Kant. Crítica da razão pura – Os juízos. Crítica da razão pura – As duas faculdades do conheci- 6 14 a 16 14 a 16 mento: a sensibilidade e o entendimento. Estética transcenden- tal. Analítica transcendental. Crítica da razão pura – o fenômeno e o númeno. A filosofia crítica. Crítica da razão prática – filosofia moral. Crítica do juízo. Hegel – O espírito absoluto Crítica a Kant. A formação da consciência. Fenomenologia do 7 17 a 19 17 a 19 2 espírito: a dialética. Estágios da consciência. Dialética do senhor e do escravo. O papel da história. Romper com a modernidade: Romantismo, Schopenhauer 8 20 e 21 20 e 21 e Kierkegaard O pensamento romântico alemão. Shopenhauer. Kierkegaard. Karl Marx, filosofia e revolução 9 22 e 23 22 e 23 Crítica a Hegel e materialismo histórico. Ideologia e alienação. Teoria marxista da revolução. Crítica à Modernidade: Nietzsche 10 24 e 25 24 e 25 Apolo e Dionísio. Nietzsche – A filosofia do martelo. Escola de Frankfurt: da ditadura do Esclarecimento à teoria da ação comunicativa 11 26 e 27 26 e 27 Adorno e Horkheimer – Projeto filosófico e o Esclarecimento. A impossibilidade de libertação. Adorno – a Indústria Cultural. Habermas – a ação comunicativa. Filosofia e liberdade: Jean-Paul Sartre Jean-Paul Sartre – existência e liberdade: a fenomenologia. O 12 28 a 30 28 a 30 tempo de Sartre. O ser e o nada – “A existência precede a essên- cia”. Concepção radical de liberdade. Liberdade e situação. O ex- istencialismo e a ética – a escolha universal. Liberdade engajada. Rearticulação do filosofar: Filosofia contemporânea – André Comte-Sponville e Luc Ferry 13 31 e 32 31 e 32 Filosofar depois da crise. André Comte-Sponville – Filosofar sem ilusões. Sponville – O amor e o dever. Luc Ferry – Filosofia para o conhecimento, ética e sabedoria. 97
  • 97. Sociologia – Frente ÚnicaBanca Poliedro 2012 Semana- Ano Ciclo Conteúdo-limite limite A busca da verdade: atitude filosófica ou decepção Como saber? Formas de conhecimento. A razão humana adquire formas diferentes no 1 7 correr dos tempos. A consolidação do capitalismo. A Revolução Industrial transforma a sociedade. A necessidade da Sociologia e sua utilização. Os agrupamentos sociais 2 13 A vida em sociedade. Grupos sociais. Agregados sociais. O individualismo dos tempos 1º 3 23 atuais. Cultura, aculturação e contracultura A indústria cultural Indústria cultural: o que é? Os números da indústria cultural no Brasil. Tipos de cultura. 4 32 O uso da mídia como recurso de dominação social. As características da televisão brasileira. Durkheim: é social todo fato que é geral 1 7 Durkheim. Fato social: exterior aos indivíduos. Classificação dos fatos sociais. Durkheim e as solidariedades. Karl Marx: a crítica ao Estado capitalista 2 14 Os que pensaram o socialismo antes de Karl Marx. Marxismo: socialismo científico. Modo de produção. As classes sociais. A mais-valia. Percepção, luta e revolução. 2º 3 23 A ação humana sobre o meio ambiente: o subdesenvolvimento como princípio Indicadores do subdesenvolvimento. As condições naturais do Brasil. Poluição das águas. Poluição do ar. Outros fenômenos que afetam a vida. O mundo passou a discu- tir a questão ambiental. A sociologia brasileira 4 32 Nomes da sociologia brasileira. O Brasil em números. Análise dos números apresenta- dos. Brasil: tendências atuais e futuras.98
  • 98. Continuação – Sociologia Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Simulado Dada Ciclo Prólogo: da origem da Terra à criação do Estado Instrumento de conscientização. As ciências andam juntas. Con- 1 1a4 1a4 ceitos básicos para o estudo das Ciências Humanas. A história da espécie humana. A formação do Estado. A busca da verdade: atitude filosófica ou decepção Como saber? Formas de conhecimento. A razão humana 2 5a7 5a7 adquire formas diferentes no correr dos tempos. A consolidação do capitalismo. A Revolução Industrial transforma a sociedade. A necessidade da Sociologia e sua utilização. A convivência entre humanos: do contato ao isolamento 3 8 a 10 8 a 10 Socializar para conviver. O ser urbano: cercado por muitos, visto por poucos. Comunidades e sociedades. Os agrupamentos sociais 4 11 a 13 11 a 13 A vida em sociedade. Grupos sociais. Agregados sociais. O indi- vidualismo dos tempos atuais. Classes sociais e estratificação 5 14 a 16 14 a 16 Introdução. A sociedade de castas. A sociedade de estamentos. A sociedade de classes. 1 As instituições sociais Instituições sociais. A família como instituição social. O Estado. 6 17 a 20 17 a 20 A Constituição Cidadã. Um pouco da história política republicana brasileira. Igreja. 7 21 a 23 21 a 23 Cultura, aculturação e contracultura Culturas e ideologias: a influência da Igreja Católica no Brasil A sociedade e a cultura colonial brasileira. O ouro muda a 8 24 a 26 24 a 26 colônia. A colônia muda de vez. A influência dos pensamentos liberais no Brasil. O papel da Igreja na formação social e no pensamento brasileiro. O pensamento católico predomina. Um panorama da educação no Brasil 9 27 a 29 27 a 29 Educação brasileira: uma questão política. A escola cumpre o seu papel? Educação e cidadania. A indústria cultural Indústria cultural: o que é? Os números da indústria cultural no 10 30 a 32 30 a 32 Brasil. Tipos de cultura. O uso da mídia como recurso de domi- nação social. As características da televisão brasileira. Darwin e Comte: a formulação do pensamento social em bases científicas 1 1a3 1a3 Comte e seu tempo. Ordem e progresso. O organicismo de Spencer. O darwinismo social. 2 2 4a7 4a7 Durkheim: é social todo fato que é geral Durkheim. Fato social: exterior aos indivíduos. Classificação dos fatos sociais. Durkheim e as solidariedades. Max Weber: ação social, ação com sentido 3 8 a 10 8 a 10 Weber e o particularismo. Capitalismo x protestantismo. Weber e o conceito de ação social. O método compreensivo. 99
  • 99. Continuação – Sociologia Frente Única Matéria Livro Capítulo Semana Aulas Assunto Proposto Dada Karl Marx: a crítica ao Estado capitalista Os que pensaram o socialismo antes de Karl Marx. Marxismo: 4 11 a 14 11 a 14 socialismo científico. Modo de produção. As classes sociais. A mais-valia. Percepção, luta e revolução. A Antropologia como ciência da alteridade Antropologia e contexto histórico. O funcionalismo de Malinowski. 5 15 a 17 15 a 17 O estruturalismo amplia as visões da Antropologia. Os estudos de Lévi-Strauss sobre os índios brasileiros. A Antropologia em nossos dias. A expansão capitalista e globalização A globalização nem tão global assim. A questão do trabalho no 6 18 a 20 18 a 20 mundo contemporâneo. A evolução do trabalho no Brasil. Proje- tos econômicos: do neoliberalismo à democracia popular. A ação humana sobre o meio ambiente: o subdesenvol‑ 2 7 21 a 23 21 a 23 vimento como princípio Indicadores do subdesenvolvimento. As condições naturais do Brasil. Poluição das águas. Poluição do ar. Outros fenômenos que afetam a vida. O mundo passou a discutir a questão ambi- ental. Pobreza e exclusão 8 24 a 26 24 a 26 Pobreza e despossessão. Há culpados? Pobreza, violência e criminalidade. Movimentos sociais: da estruturação à prática Componentes de um movimento social. O movimento operário 9 27 a 29 27 a 29 brasileiro. A luta das mulheres. O movimento negro contra o racismo. Movimentos pela posse da terra. Outros movimentos sociais contemporâneos. A sociologia brasileira 10 30 a 32 30 a 32 Nomes da sociologia brasileira. O Brasil em números. Análise dos números apresentados. Brasil: tendências atuais e futuras.100

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