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Psicopatologia   Linguagem E Pensamento
 

Psicopatologia Linguagem E Pensamento

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    Psicopatologia   Linguagem E Pensamento Psicopatologia Linguagem E Pensamento Presentation Transcript

    • GRUPO: CAROL, DÉBORA, OLIVIA, RUTE, SARA Psicopatologia Linguagem e Pensamento Mulher lendo - Picasso Montagem dos slides: Washington M. Costa – wmcpsico@gmail.com.br
    • LINGUAGEM
    • Definição de Linguagem
      • A LINGUAGEM é a “expressão do pensamento por meio de palavras” . A palavra pode ser falada ou escrita. Estas duas formas de manifestação do pensamento constituem o último elo da cadeia de processos psíquicos que, iniciando-se a percepção, terminam com a expressão da palavra falada ou escrita.
    • Definição de Linguagem
      • A linguagem é considerada como um processo mental de caráter essencialmente consciente, significativo e orientado para o social. Entretanto, não se pode afirmar categoricamente que em todo seu curso a linguagem seja inteiramente consciente.
    • Definição de Linguagem
      • A linguagem “permite não somente a transmissão dos conhecimentos adquiridos ao longo do processo histórico pelo qual o homem se torna progressivamente o senhor da natureza, mas dá-lhe também um meio de conhecimento, a possibilidade de abstrair dos primeiros sinais da realidade seu aspecto profundo e as leis que regem os objetos e fenômenos da natureza”.
    • Definição de Linguagem
      • A linguagem possui as seguintes finalidades:
      • Comunicação social.
      • Expressão de vivências externas (pensamentos, sentimentos.
      • Organização da experiência sensorial e dos processos mentais.
      • Tradução dos estímulos externos.
      • indicação e descrição das coisas.
      • transmissão de conhecimentos.
      • Regulação da conduta.
    • Alterações quantitativas AFASIAS:
      • Conceito: As afasias são distúrbios de linguagem causados por lesão das áreas corticais de associação responsáveis pelo processamento lingüístico.
      • Definições: PERDA DA FALA EM CONSEQÜÊNCIA DE UMA DESORDEM CEREBRAL. PERDA TOTAL OU PARCIAL DA LINGUAGEM FALADA COMO CONSEQÜÊNCIA DE UMA LESÃO CEREBRAL.
      • SÃO TRANSTORNOS DA LINGUAGEM ASSOCIADOS A UM ATRASO NA AQUISIÇÃO DA MESMA, À COMPREENSÃO E A EXPRESSÃO DEVIDO A UMA LESÃO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL. A AFASIA PODE SER CONGÊNITA OU ADQUIRIDA POR ALGUMA LESÃO CEREBRAL.
    • Alterações quantitativas AFASIAS:
      • Afasia Motora (expressiva ou de Broca): constitui uma apraxia verbal. Os pacientes conseguem utilizar os músculos fonadores para outros fins que não a fala. Trata-se de uma afasia não fluente. O discurso emitido com grande dificuldade, caracteriza-se por frases curtas ou simplesmente fragmentos de palavras e pela perda da estrutura gramatical. A afasia motora está relacionada a lesões na região póstero-inferior do lobo frontal esquerdo (Área de Broca).
    • Alterações quantitativas AFASIAS:
      • Afasia Sensorial (receptiva, ou de Wernicke): Esta afasia corresponde a uma agnosia verbal. Há perda da capacidade de compreender a linguagem, e a audição, por definição não está prejudicada. É uma afasia fluente, mas o paciente tem dificuldade em compreender a própria fala, as palavras são pronunciadas de forma defeituosa. As capacidades de repetição e de nomeação estão comprometidas. A sintaxe também pode estar alterada
    • Alterações quantitativas AFASIAS:
    • Alterações quantitativas AFASIAS:
      • Felizmente, depois de uma dezena de conversas absolutamente nós passamos definitivamente nunca mais de nós “ lente dupla” único olho desse verme de olho fraco, incapaz de escrever o 13” / com o 23”/. Como você tínhamos impossível de nos escrever o 1/10” de nosso olho “ lente dupla” impossível.
    • Alterações quantitativas AFASIAS:
      • Afasia de condução: Na afasia de condução, há fluência, a compreensão é normal, mas a capacidade de repetição e a de nomeação estão comprometidas. Esse tipo de afasia está relacionado a lesões no fascículo arqueado que conecta a área de Wernicke com a de Broca.
      • Afasia Global: na afasia global – relacionada a lesões das áreas de Broca e Wernicke -, a expressão, a compreensão e a repetição são normais.
      • Afasia Transcortical: sua principal característica é a preservação da capacidade de repetição. Trata-se de uma afasia não-fluente, podendo estar a capacidade de compreensão comprometida ou não.
      • Afasia Anômica: na afasia anômica, há dificuldade em nomear objetos. A expressão, a compreensão e a repetição são normais.
    • MODELOS DE INTERVENÇÃO NA AFASIA
    • MODELOS DE INTERVENÇÃO NA AFASIA
      • “ Diferentes Modelos poderão ser usados adequadamente em diferentes contextos. A melhor prática, em qualquer situação particular, depende dos valores e objectivos do terapeuta, da organização em que são prestados os serviços e do cliente”
      • (Worral, L.E., Hickson, L.M., 2003)
    • Alterações quantitativas
      • Agrafia: caracteriza-se pela incapacidade isolada para escrever. Também pode estar associada às afasias.
      • Alexia: na alexia, perde-se a capacidade para a leitura. Pode ocorrer isoladamente ou associada às afasias e agrafias.
      • Aprosódia (hipoprosódia): ocorre respectivamente, perda ou diminuição da modulação afetiva da fala, que se torna monocórdica, monótona. Pode haver também perda ou diminuição da capacidade de compreender a prosódia da fala das outras pessoas. Esse distúrbio está relacionado a lesões do hemisfério direito.
      • Hiperprosódia: caracteriza-se por uma acentuação da inflexão verbal; uma fala enfática. Ocorre na mania.
      • Mutismo: significa ausência da fala. Pode expressar negativismo (silêncio deliberado) ou inibição psíquica (no esturpor esquizofrênico, depressivo, histérico ou do delirium ).
    • Alterações quantitativas
      • Logorréia: a logorréia (ou verborréia, ou verborragia) refere-se à uma expressão verbal aumentada. O paciente fala o tempo todo e é difícil interrompê-lo. Ela é observadatipicamente nos estados maníacos.
      • Oligolalia: a oligolalia (laconismo) refere-se a uma expressão verbal diminuída, mas não abolida. Consiste no oposto da logorréia. É observada nas mesmas situações em que o mutismo pode ocorrer.
      • Hiperfonia: representa uma elevação do volume da voz, isto é, falar excessivamente alto.
      • Hipofonia: é uma redução do volume da voz, ou seja, falar muito baixo, o que pode tornar impossível entender o que é dito.
      • Taquilalia ou Bradilalia: referem-se respectivamente, a um aumento e a uma diminuição da velocidade da expressão verbal.
      • Latência da Resposta: refere-se ao tempo que o paciente demora para responder às perguntas do examinador, podendo estar aumentada ou diminuída.
    • Alterações qualitativas
      • Ecolalia: consiste na repetição, como um eco, da última ou últimas palavras faladas pelo entrevistador (ou pessoa no ambiente), dirigidas ou não ao paciente. Ocorre na esquisofrenia catatônica, no autismo e na demência.
      • Palilalia: consiste na repetição involuntária da última ou últimas palavras que o próprio paciente falou. Ocorre na demência.
      • Logoclonia: é semelhante a palilalia, só que a repetição é apenas das últimas sílabas. Também é tipicamente encontrada na demência.
      • Estereotipia verbal: consiste numa repetição monótona, inadequada e sem sentido comunicativo de palavras ou frases. Ocorre na esquisofrenia catatônica e na demência.
      • Mussitação: o paciente fala com uma voz sussurrada, em volume muito baixo e monótono, quase sem mover os lábios; fala para si próprio, e de forma incompreensível. Ocorre na esquisofrenia.
      • Solilóquio: refere-se ao comportamento de falar sozinho. É um indicador de alucinações auditivas.
    • Alterações qualitativas
      • Neologismos: consistem em palavras novas, criadas pelos pacientes, ou palavras já existentes às quais é atribuído um novo significado. São encontrados principalmente na esquisofrenia.
      • Jargonofasia: representa uma completa desorganização da linguagem, cuja sintaxe se torna inteiramente incoerente. Palavras reconhecíveis, em geral articuladas corretamente, são emitidas de forma caótica e ilógica, podendo ainda ser misturadas à neologismos. Este distúrbio ocorre na esquisofrenia e na afasia sensorial.
      • Parafasias: referem-se à deformação ou troca de palavras, podendo ser literais ou verbais. A parafasia literal caracteriza-se pela substituição de uma palavra por outra de som semelhante, como faca por vaca . A parafasia verbal é caracterizada pela substituição de uma palavra por outra semanticamente relacionada, como faca por garfo .
      • Coprolalia: este distúrbio é caracterizado pela presença de palavras obscenas, vulgares ou relativas a excrementos. Quando se constitui num tique verbal, é típica da síndrome de Tourrette.
    • Alterações qualitativas
      • Glossolalia: é como se o indivíduo estivesse falando outra língua. Ele produz sons incompreenssíveis.
      • Maneirismos: no maneirismo verbal, a fala torna-se pouco natural, afetada, seja quanto à escolha das palavras (rebuscamentos, uso de palavras “difíceis”, formalismo exagerado, assim como uso excessivo de diminutivos, gírias, etc.), e à pronúncia e ao sotaque.
      • Pedolalia: na pedolalia, o paciente fala com voz infantilizada.
      • Para-respostas: são respostas disparatadas em relação às perguntas . Por exemplo: “Qual é o seu nome?” – resposta: “acho que vai chover hoje!”. Este distúrbio ocorre na esquizofrenia e na demência.
    • A Linguagem nos principais transtornos mentais
      • Na Mania: o paciente em geral fala alto, está logorreico e apresenta taquilalia, hiperprosódia, e diminuição da latência da resposta, podendo apresentar ainda coprolalia, em função da perda da autocensura.
      • Na Depressão: tipicamente, na depressão há oligolalia ou mutismo, bradilalia, hipofonia e aumento da latência de resposta, podendo apresentar hipoprosódia ou aprosódia.
      • Na Esquizofrenia: podem ocorrer mussitação, solilóquio, jargonofasia, neologismos, maneirismos, para-respostas, aprosódia. Particularmente no subtipo catatônico, podem ser observados mutismo, ecolalia, e estereotipia verbal.
      • Na Demência: pode haver afasias (com parafasias), ecolalia, palilalia, logoclonia, jargonofasia, para-respostas e aprosódia.
      • Nos Transtornos conversivos/dissociativos: pode haver mutismo, pedolalia (na puerilidade histérica) e glossolalia (em estados de transe psicogênicos).
    •  
    • A ssociação M ineira de A fásicos R eintegrar-te
      • A AMAR tem como objetivo:
      • – Acolher;
      • – Instruir o indivíduo afásico;
      • – Auxiliar quanto aos aspectos emocionais e sócio-interacionais;
      • – Proporcionar melhor qualidade de vida.
      • – É um espaço de interação para os afásicos e não afásicos (familiares, professores, terapeutas, alunos).
    • A ssociação M ineira de A fásicos R eintegrar-te
      • Educar a população para que saibam o que é afasia.
      • Auxiliam as pessoas com afasia, suas famílias, sistemas de apoio, e profissionais de saúde a terem consciência dos recursos para recuperar as competências na medida do possível, e para minimizar o impacto social.
      NOSSA MISSÃO
    • A ssociação M ineira de A fásicos R eintegrar-te CARTEIRA DO AFÁSICO
    •  
    •  
    • A AMAR AGRADECE! www.reintegrarte.com Andréa Andrade - Psicóloga
    • Pensamento A palavra pensar vem do verbo latino pendere , que significa ficar em suspenso, examinar, pesar, ponderar . O pensar está relacionado à antecipação de acontecimentos, à construção de modelos da realidade e simulação do seu funcionamento.
    • Atividades fundamentais do pensamento
      • O conceito: é o elemento estrutural do pensamento. Em lógica, considera-se o conceito como uma forma de pensamento mediante a qual se exprimem os caracteres essenciais do objeto. Por intermédio dos conceitos apreendemos o significado das coisas.
      • O juízo: o processo que faculta o estabelecimento dessas relações significativas denomina-se juízo. Das relações entre idéias, ou conceitos, surgem os juízos que permitem afirmar ou negar algo e com que se pode avalizar se alguma coisa é verdadeira ou falsa.
      • O raciocínio: a função que concentra os juízos recebe o nome de raciocínio. É o encadeamento de juízos, uns aos outros, de maneira tal que o último elo da cadeia se imponha como conclusão necessária, e inevitável, dos anteriores.
    • Aspectos do pensamento
      • Curso: O curso se refere à velocidade e ritmo do pensamento, e também à quantidade de idéias ao longo do tempo.
      • Forma: A forma esta relacionada com estrutura do pensamento e também com a relação entre as idéias.
      • Conteúdo: O conteúdo diz respeito à temática do pensamento, e às qualidades ou características do pensamento.
      • Alentecimento do Curso do Pensamento – (Bradipsiquismo): A inibição do Pensamento é um sintoma que manifesta geralmente unido à lentificação de todos os processos psíquicos. O essencial nesse tipo de transtorno reside na diminuição do número de representações evocáveis na unidade do tempo, e a lentificação no curso associativo. O Pensamento é tão lento que diminui o conteúdo do pensamento. A voz é monotemática. Aparenta uma dificuldade de “começar a pensar”, manifestada pela grande demora em responder questões simples. No início dos processos esquizofrênicos pode-se encontrar a inibição do pensamento percebido conscientemente pelo indivíduo, que se queixa de dificuldade no curso mental.
      Alterações quantitativas do Pensamento
    • Alterações quantitativas do Pensamento
      • Aceleração do Curso do Pensamento – (Taquipsiquismo): Caracteriza-se pela rapidez do pensamento e pela fuga de idéias. Esta fuga de idéias: É consequência da aceleração do pensamento. O pensamento é tão acelerado que a linguagem não acompanha o que ele pensa. A diminuição do tempo psíquico, que caracteriza os estados de excitação maníaca, acompanha-se frequentemente da chamada Fuga de Idéias , variam continuamente o tema do discurso, que perde a coerência e a ordem do pensamento normal.
    • Alterações quantitativas do Pensamento
      • Interrupção do curso do Pensamento – (Bloqueio do pensamento): consiste numa abrupta parada do curso associativo, de tal modo que o pensamento se interrompe, ou muda abruptamente de direção. O Paciente queixa que não pensa com continuidade, ou acusa uma sensação subjetiva na seqüência das suas idéias. É freqüente na esquizofrenia. Por vezes, o paciente interpreta como sendo conseqüência da ação de alguém que interferir “roubou seu pensamento”. ( é uma atribuição do paciente pois o Roubo do Pensamento e o Pensamento Imposto é uma alteração da atividade do eu psíquico e não um distúrbio do pensamento). É considerada quase que exclusivamente da esquizofrenia.
    • Alterações qualitativas do Pensamento
      • Desagregação do pensamento: Ocorre uma quebra dos laços associativos. O pensamento se mostra despedaçado e desagregado, perdendo assim toda a coerência lógica.
      • Prolixidade : Caracteriza-se como um discurso cheio de detalhes irrelevantes. Decorre de uma incapacidade de sintetizar o discurso. É típica da epilepsia e da debilidade mental.
      • Fuga de idéias: Caracteriza-se pela variação rápida e incessante de tema, com preservação da coerência do relato e da lógica na associação de idéias. A tendência dominante do pensamento está enfraquecida e, consequentemente acontece um afastamento da idéia-alvo.
      • Perseveração : É uma recorrência exagerada e inadequada no discurso de um mesmo tema. Ocorre uma fixação persistente numa única idéia-alvo e um empobrecimento dos processos associativos.
      • Minuciosidade: Caracteriza-se por um discurso com um numero exagerado de detalhes relevantes. Estes detalhes são introduzidos para enriquecer a comunicação e, ansiosamente para evitar possíveis omissões.
    • Alterações qualitativas do Pensamento
      • Idéias Delirantes: As idéias delirantes (ou delírios), assim como as idéias deliróides e as sobrevaloradas, são consideradas pela maioria dos autores como alterações do conteúdo do pensamento. Mas, devido à grande importância e amplitude do tema, a elas foi reservado um capítulo à parte.
    • “ A boa prática em saúde mental implica uma combinação hábil e equilibrada de uma abordagem descritiva, diagnóstica e objetiva e uma abordagem dinâmica, pessoal e subjetiva do doente e sua doença.” (Dalgalarrondo)
    • Bibliográfia: Paulo Dalgalrondo. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais . Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. Elie Cheniaux Jr. Manual de Psicopatologia. Editora Guanabara Koogan, 2002.