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VIABI-LISA - Estudo de Viabilidade de Software
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VIABI-LISA - Estudo de Viabilidade de Software

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Estudo de viabilidade de Software.

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Transcript

  • 1. Rodrigo Busato, Washington Luiz Peroni Balsevicius. Smartomatica VIABI-LISA – Viability, Learning Intensive Software Approach Versão 1.0
  • 2. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 2 de 18 Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor 04/abr./14 1.0 Elaboração do estudo de viabilidade seguindo os critérios estipulados pelos patrocinadores do projeto Washington Luiz Peroni
  • 3. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 3 de 18 Índice Analítico 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 Finalidade 4 1.2 Definições, Acrônimos e Abreviações 4 1.3 Visão Geral 5 2. OBJETIVO 5 3. ESCOPO 5 4. DIAGNÓSTICO ATUAL 6 5. REQUISITOS 7 6. ALTERNATIVAS PROPOSTAS 16 6.1 Tomada Inteligente Alemã - Parse 16 6.2 Tomada Inteligente – Brasileira – SP001 16 7. ALTERNATIVA RECOMENDADA 17 7.1 Benefícios 17 7.2 Custos 17 7.3 Riscos 17 8. CRONOGRAMA 17 9. CONCLUSÕES 17 10. ITEM DE CRIATIVIDADE 18 11. RESPONSABILIDADES 18
  • 4. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 4 de 18 Estudo de Viabilidade 1. INTRODUÇÃO Este documento tem a finalidade de avaliar a viabilidade de implantação do projeto Smartomática, de modo organizado e objetivo. 1.1 Finalidade O Estudo de viabilidade tem a finalidade de informar de forma objetiva a viabilidade de implementação do projeto Smartomática, ele é destinado ao patrocinador e ao cliente. Este documento traz as informações essenciais sobre quais os esforços devem ser aplicados para que o projeto obtenha êxito, seus riscos e custos, sendo assim, ferramenta indispensável na tomada de decisão e de seleção de projetos. 1.2 Definições, Acrônimos e Abreviações.  ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.  ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica.  Biometria – Sistema que se utiliza das medidas únicas do corpo humano para geração de senhas, as mais utilizadas são as de reconhecimento de íris e de reconhecimento de impressão digitais dos dedos das mãos.  Domótica – Automação residencial através da interação de dispositivos inteligentes conectados a internet.  Iot – Termo inglês “Internet of things”, em livre tradução, seria Internet dos Objetos, parte da premissa que no futuro, qualquer eletrodoméstico, ou objeto poderá se comunicar com outros via internet.  Market Share – Refere-se à fatia de mercado de um determinado nicho.  Plug – Convencionalmente chamado do tomada de energia pode ser chamado de macho com hastes metálicas, ou pode ser chamado de fêmea com orifícios que recebem estas hastes em acoplamento hermético protegido conforme padrão ABNT.  POC – Termo inglês “proof of concept”, em português, refere-se à prova de conceito.  Potência Instantânea – É o produto da Tensão pela corrente de um aparelho eletrônico, medido em um limite de tempo tendendo a zero.  Potência Média – É o somatório das potencias instantâneas em um intervalo de tempo definido  PRODIST- Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional.  Sessão de medição - Intervalo de tempo de medição do consumo, definido pela ANEEL.  SGDB – Sistema Gerenciador de Banco de dados, refere-se ao software geralmente chamado apenas de banco de dados.  Smart Grid – Termo que se refere à rede elétrica inteligente é um ramo de pesquisa e um mercado muito acirrado entre as grandes empresas do ramo de distribuição e comercialização de energia elétrica industrial e que agora começa a chegar ao ramo de distribuição de energia elétrica residencial.  Smartomática – Nome comercial provisório para o produto, junção de Smart, tomada e automática.  SP-001 – Acrônimo para “Smart-Plug” versão 001, nome do protótipo objeto do Projeto.  SQL ANSI – Linguagem Estruturada de Consulta padrão dos melhores Sistemas de Gerenciamento de bancos de dados do mercado.  Startup – Termo usado para designar empresas do ramo de tecnologia que possuem uma ideia bem definida, um nicho de mercado, mas precisam de apoio financeiro e de gestão para se estabelecer no mercado.  Volere - Modelo para Especificações de Requisitos pretende ser utilizado como base para suas especificações de requisitos. Ele fornece seções para cada um dos tipos de requisitos, adequados aos atuais sistemas aplicativos de computadores. Você pode adaptar este Modelo ao seu processo, como uma ferramenta de coleta de requisitos. Ele pode ser usado como qualquer outra ferramenta popular aplicativa da Engenharia de Requisitos.
  • 5. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 5 de 18 1.3 Visão Geral A Seguir o estudo versará sobre: Objetivo, Escopo, Diagnóstico atual, Requisitos, Alternativas propostas, Alternativas Recomendas, Cronograma e Conclusões. 2. OBJETIVO O projeto Smartomatica, tem como objetivo a pesquisa e o desenvolvimento de uma tomada inteligente, capaz de auxiliar o consumidor de energia elétrica residencial, para que de modo ativo, este possa controlar o consumo de energia elétrica residencial através do acionamento remoto e programável da tomada via software distribuído. Trata-se de um projeto estratégico na área de Domótica, Iot e inovação, que poderá render uma patente ao cliente e aos desenvolvedores, e também um produto a ser lançado por uma Startup em fase embrionária. Não há hoje produto no mercado brasileiro que atenda essa demanda, sendo que o desenvolvimento de projeto com êxito trará uma vantagem competitiva do Market Share, saindo a frente da concorrência teremos uma espaço, para melhorar continuamente o produto em consolidar a liderança de mercado. 3. ESCOPO O Escopo do projeto será dividido em Hardware e Software Distribuído. Partindo da premissa que o “acessório acompanha o principal”, neste projeto é necessária uma breve descrição do escopo Hardware (principal), para então descrevermos o software distribuído (assessório). O Escopo de Hardware será: Construir um dispositivo eletrônico portátil, microcontrolado, gerenciável via software distribuído que deste ponto em diante será denominado SP-001. SP-001 deverá conter:  Circuito microcontrolado, com interface wireless de comunicação.  Uma entrada em forma de plug fêmea do padrão ABNT, daqui em diante denominada Entrada;  Uma saída em forma de plug macho do padrão ABNT, daqui em diante denominada Saída;  SP-001 deverá ser capaz:  Receber um plug macho padrão ABNT de um equipamento eletrônico diverso em sua entrada;  Ler a tensão do equipamento e sua corrente a partir da entrada para medir a potência média e calcular consumo via software embarcado e enviar via comunicação wireless para o software distribuído;  Acionar ou desligar o equipamento a ela ligado a partir da entrada, via software remoto. Escopo do Software Distribuído  Desenvolver um software distribuído capaz de gerenciar, manipular e armazenar as informações da SP- 001. O software distribuído da SP-001 deverá.  Ser integralmente, ou seja, em todos seus módulos, funcional nos sistemas operacionais Windows 7, 8, e Android Jeally Bean 4.2.1 em diante.  Ser integralmente, ou seja, em todos seus módulos em interface gráfica de acordo com as melhores ferramentas similares no mercado.  Ser capaz de manipular as informações coletadas pelo software embarcado.
  • 6. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 6 de 18  Ser capaz de apresentar as informações manipuladas, de modo simples, agradável, para que facilite a tomada de decisão do usuário quanto à gestão do consumo de energia elétrica.  Ser persistente, capaz de armazenar as informações coletadas pelo software embarcado, e também as informações manipuladas pelo usuário unicamente no Software distribuído.  Obedecer às leis vigentes, federais, estaduais, municipais, assim como decretos e normativos das agências reguladoras. O Escopo do Software Distribuído não conterá:  Funcionalidades de digitação ou execução de comandos por voz, não faz parte do escopo do software distribuído.  Conexão automática com a SP-001, não faz parte do escopo do software distribuído.  Backup automático, não faz parte do escopo do software distribuído.  Comunicação como mais de uma instância da SP-001, por sessão de medição, não faz parte do escopo do software distribuído.  Sistema de reconhecimento por biometria, não faz parte do escopo do software distribuído.  Interatividade com redes sociais, não faz parte do escopo do software distribuído. 4. DIAGNÓSTICO ATUAL O projeto nasce no Grupo de Smart Grid da PUC, sob orientação do professor MSc, Ivan Jorge Chueiri, para através de uma POC, que no futuro poderá ser feito o depósito de uma patente, e posteriormente uma produção do produto através de uma Startup que está em fase embrionária. Como se trata de um projeto de inovação e tecnologia, no mercado brasileiro não há empresas concorrentes que declaradamente estejam desenvolvendo tal produto. Há muito sigilo envolvido, é um nicho promissor que ninguém tem explorado significativamente. Em contrapartida, há um produto pronto, de uma empresa alemã chamada PARSE, que hoje nos parece ser o produto referência, embora nossa ideia seja autoral, há mais de um ano já discutíamos a realização deste, os alemães fizeram antes, e já conseguiram patrocínio para produzir em escala. Nossa equipe esta curiosa para testar esse concorrente. E hoje podemos afirmar que não há um produto no mercado nacional que atenda esse escopo, para resolver esse problema. Hoje o consumidor paga a conta que chega mensalmente, e não tem como controlar de modo satisfatório, quais equipamentos ele quer desligar durante um intervalo de tempo, ou ele desliga durante todo o período que fica fora, e somente religa quando retornar, ou não o faz. Com a implementação do nosso produto, ele poderá a distância no trabalho em viagem, desligar os equipamentos que estão ligados à rede, via SP-001. Em resumo temos um cenário favorável com potencial que temos que canalizar ações para realizar.
  • 7. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 7 de 18 5. REQUISITOS 5.1 Cartões Volere de Requisito
  • 8. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 8 de 18
  • 9. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 9 de 18
  • 10. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 10 de 18
  • 11. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 11 de 18
  • 12. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 12 de 18
  • 13. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 13 de 18
  • 14. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 14 de 18
  • 15. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 15 de 18
  • 16. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 16 de 18 5.2 Requisito de contexto exemplificando de modo simplificado o cenário 6. ALTERNATIVAS PROPOSTAS Tomada Inteligente Alemã PARCE Tomada Inteligente Brasileira Smartomática – SP - 001 6.1 Tomada Inteligente Alemã - Parce Tomada inteligente alemã, se propõe a atender o mesmo escopo que a SP-001, ou seja, permitir que o consumidor residencial, consiga gerir o consumo de energia elétrica, de modo ativo, e remoto por software. Trata-se de um projeto mais maduro, que conta com a ideia de financiamento colaborativo pelo site https://www.indiegogo.com/projects/the-parce-idea, contudo fabricam apenas padrão europeu, japonês e australiano, sendo assim, não atendem o mercado nacional sem a compra de um adaptador. Previsão de entrega Nov-2014 6.2 Tomada Inteligente – Brasileira Smartomática– SP-001 Smartomática SP-001, tomada inteligente para o padrão brasileiro desenvolvida na PUCPR. Tem a finalidade de permitir ao usuário controle ativo do consumo de energia através do desligamento remoto do aparelho a tomada ligado via software distribuído instalado e configurado em PC, ou Smartphone.
  • 17. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 17 de 18 7. ALTERNATIVA RECOMENDADA Smartomática SP-001 7.1 Benefícios Única alternativa para o mercado brasileiro. Produto desenvolvido por pesquisa em instituição de renome. Assistência técnica em território nacional. Produto em constante ciclo de melhoria continua. 7.2 Custos 7.3 Riscos 8. CRONOGRAMA Cronograma em anexo apos a ultima página 9. CONCLUSÕES Identificação Nome do risco Impacto Chance Severidade Ação Responsável R1 Greve dos programadores 3 1 3 Manter contrato com programadores contratação PJ para Contigências Sponsor R2 Falência fornecedor do compilador 3 2 6 Contato com mais forncedores Gerente de projeto R3 Descontinudade do SGBD 2 1 2 Avaliar a tecnologia a cada semestre Analista de Sistemas R4 Queda de Energia 3 3 9 Comprar Grupo Gerador Sponsor R5 Queda de Serviço de Internet 3 2 6 Contratar Empresa contigencia com SLA 24x7 missão Crítica Gerente de projeto R6 Mudança da legislação de Forneceimento de Energia 2 1 2 Reservar um percentual monetário para avaliar alternativa Sponsor R7 Mudança da legislação trabalhista 2 1 2 Reservar um percentual monetário para avaliar alternativa Sponsor R8 Subistituição de Mão de Obra Qualificada 3 3 9 Manter plano de carreira atualizado e competitivo Gerente de projeto R9 Mudança de Cliente 3 1 3 Reservar um percentual monetário para definição de novo escopo Gerente de projeto R10 Mudança de Sponsor 3 1 3 Reservar um percentual monetário para avaliar se projeto prossegue ou não Gerente de projeto
  • 18. Smartomatica Versão: 1.0 Estudo de Viabilidade Data: 04/04/14 Pág. 18 de 18 Após essa breve explanação do projeto passando por seu, objetivo, escopo, diagnóstico atual, requisitos, alternativas, benefícios, riscos, custos e seu cronograma. Concluímos que é um projeto viável, com cronograma realista, um investimento de aproximadamente R$70.000,00 que tem capacidade de retorno sobre o investimento em menos de 36 meses após o lançamento do produto no mercado. 10. ITEM DE CRIATIVIDADE Nome do Estudo – VIABI-LISA – “Viability-Learning Intensive Software Approach” Gerador de Volere Automatizado Planilha de Classificação de Riscos 11. RESPONSABILIDADES ___________________________________ Rodrigo Busato ___________________________________ Washington Luiz Peroni Balsevicius

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