gestão de estoques

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  • 1. ADM Materiais e LogísticaADM Materiais e Logística 3 Bibliografia Recomendada Capítulo 3 e 4 Pags 49 a 68 Pags. 88 a 122
  • 2. “quaisquer quantidades de bens físicos que sejam conservados, de forma improdutiva, por algum intervalo de tempo.” ESTOQUE
  • 3. ESTOQUES - CONCEITO Fase 1 Fase 2 suprimento de água consumo de água da cidade t t taxataxa necessidade de acomodar taxas diferentes Pag50.
  • 4. ESTOQUES - CONCEITO t taxa t taxa Fase 1 Fase 2 suprimento de água consumo de água da cidade Estoque represa Pag50.
  • 5. Estoques: acúmulo de recursos materiais em um sistema de transformação Estoques: acúmulo de recursos materiais em um sistema de transformação Fase 1 Fase 2estoque •represa •estoque em processo •estoque de m.p. •estoque de p.f. •consumo contínuo •processo seguinte não interrompido •processo estável •demanda instável / sazonal •chuvas sazonais •máquina que quebra •fornecedor incerto •processo estável O grau de independência entre as fases de um processo é proporcional à quantidade de estoque entre elas DEFINIÇÃO DE ESTOQUES
  • 6. TIPOS DE ESTOQUES Matérias-primas (MP) Materiais complementares Materiais em processo (WIP – work in process) Produto acabado Itens de manutenção, reparo e operações - MRO Produtos para revenda
  • 7. •Impossível ou inviável coordenar suprimento e demanda: ?? •Preencher o “pipeline” - canais de distribuição: Por que surgem os estoques? •capacidade •informação •custo de obtenção •restrições tecnológicas •ramp up de produto •escassez •oportunidade •Incerteza de previsões de suprimento e/ou demanda: •estoques de segurança Pag.52
  • 8. FUNÇÕES DA GESTÃO DE ESTOQUES • Determinar “o que” manter em estoque • Determinar “quando” reabastecer • Determinar “quanto” requisitar • Acionar o processo de reabastecimento • Receber, estocar e suprir os materiais conforme requerido pelos usuários • Manter a acuracidade dos saldos • Realizar saneamento do estoque
  • 9. IMPACTOS DE UMA MÁ GESTÃO DE ESTOQUES • periódicas e grandes dilatações dos prazos de entregas dos produtos acabados e do tempo de reposição da matéria prima; • quantidades maiores de estoque, enquanto a produção permanece constante; • elevação do número de cancelamento de pedidos; • variação excessiva da quantidade a ser produzida; • parada de produção por falta de material; • falta de espaço para armazenamento; • baixa rotação dos estoques
  • 10. RAZÕES PARA MANTER • Melhorar o nível de serviço prestado; • Incentivar economias na produção; • Permitir economias de escala nas compras e no transporte; • Agir como proteção no aumento de preços; • Proteger as empresas de incertezas na demanda e no tempo de ressuprimento; • servir como segurança contra contingências.
  • 11. POR OUTRO LADO, ESTOQUES IMPLICAM: • Alto custo de capital de giro investido • Necessidade de espaço físico • Maiores custos operacionais • Perdas • Custos dos seguros • Maiores despesas administrativas • Falta de liquidez financeira
  • 12. VARIÁVEIS QUE AUMENTAM OS CUSTOS DE ARMAZENAGEM • Quantidade em estoque • Tempo de permanência em estoque O C.A. é proporcional à quantidade e ao tempo que uma peça permanece em estoque
  • 13. CUSTO DO PEDIDO Despesas que compõem o custo do pedido: a) Mão de Obra (salários e encargos) b) Material (papel, caneta, tinta de impressora, etc.) c) Custos Indiretos (telefone, luz, correios, cópias, etc.) CP = Custo unitário do pedido x Consumo médio Lote
  • 14. CUSTO TOTAL CT = Custo Total de Armazenagem + Custo Total de Pedido
  • 15. Relação das áreas da empresa com Administração de Estoques ADMINISTRAÇÃO DOS ESTOQUES COMPRAS PRODUÇÃO VENDASFINANCEIRO
  • 16. CONFLITOS NA GESTÃO DE ESTOQUES MATERIAL ESTOQUE ADM. MAT. COMPRAS PRODUÇÃO VENDAS FINANÇAS Matérias- primas Materiais em Processo Produto Acabado Produtos Auxiliares ALTO Espaço de armazém Perdas, danos e obsolescência Movimentação desnecessária Desconto por quantidade Materiais disponíveis Fabricação de grandes lotes Entrega imediata Melhores vendas Perdas financeiras Custo de armazenagem Materiais auxiliares disponíveis
  • 17. Objetivos Comuns entre a Logística e a Administração Financeira • Utilização adequada dos recursos da empresa, tanto materiais quanto financeiros • Alocação racional dos recursos de forma a maximizar e acelerar o retorno obtido sobre estes; • Preocupação constante com a redução de custos e pela eliminação daqueles que são desnecessários; • Implementação de decisões que se destinem a aumentar a riqueza dos acionistas.
  • 18. A Influência da Gestão de Estoques nos Índices Financeiros LIQUIDEZ SECA (mostra a capacidade da empresa em atender suas obrigações no curto prazo em suas datas de vencimento) Melhora a composição do Ativo Circulante • Aceleração da conversão dos estoques em vendas • Gestão econômica dos estoques Reduz o Passivo • Requisição dos recursos nas quantidades e nos momentos certos (duplicatas com valores menores) • Evita necessidade de empréstimos Influência da LogísticaÍndice Financeiro Ativo Circulante - Estoques Passivo Circulante
  • 19. A Influência da Gestão de Estoques nos Índices Financeiros ATIVIDADE (mostra a rapidez com que certas contas são convertidas em vendas ou em caixa) Aumento do Giro de Estoque • Giro Estoque = Custo das Mercadorias Vendidas Aumento do Giro do Ativo Total • Diminuição dos estoques • Troca dos estoques por informações • Redução das áreas de armazenagem Influência da LogísticaÍndice Financeiro Valor do estoque
  • 20. A Influência da Gestão de Estoques nos Índices Financeiros ENDIVIDAMENTO GERAL (mostra o montante de terceiros usados para gerar lucros) • A gestão eficiente da logística diminui o endividamento da empresa e ajuda facilitando o pagamento de suas dívidas Influência da LogísticaÍndice Financeiro = Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo Patrimônio Líquido
  • 21. A Influência da Gestão de Estoques nos Índices Financeiros Influência da LogísticaÍndice Financeiro ROI = Lucro Líquido Capital investido em estoques ROI (RETURN ON INVENTORY INVESTMENTS/RETORNO SOBRE INVESTIMENTOS EM ESTOQUE): É o indicador de desempenho que mede o resultado em relação a investimentos em estoque. O denominador mais utilizado no cálculo desse indicador é o estoque médio para o período (normalmente anual), por ser mais representativo em termos de níveis de estoque ao longo do ano em comparação ao balanço do último dia do ano. RENTABILIDADE (quanto maiores as vendas e menores os custos, maiores os lucros)
  • 22. Capital de Giro Nível de Serviço 10 3 1 0,5 99 98 95 90 75 “Trade-off”Meta: reduzir custo Meta: melhorar atendimento (milhões em R$) (%) DILEMA DA GESTÃO DE ESTOQUES
  • 23. Modelo do Ponto de Reposição (gráfico Dente de Serra) Como desenhar um sistema de gestão de estoques? ou seja... Lead time (LT) ou tempo de ressuprimento Quando comprar? Taxa de dem anda (d) Ponto de reposição PR Níveldeestoque tempo PR = C . TR Conceito de Lead time: tempo decorrido desde a colocação de um pedido de ressuprimento até que o material esteja disponível para utilização.
  • 24. MODELO DO PONTO DE PEDIDO Quanto comprar? Tamanho de lote L? Como determinar o tamanho de lote? Variáveis: Custo de armazenagem Ca Custo de fazer pedidos Cp Número de pedidos feitos N Demanda D Pedir lotes altos pode ter alto custo de armazenagem... Mas pedir lotes muito baixos pode ter alto custo (pedidos, fretes, etc.) t Estoquemédio lote Poucos pedidos tMuitos pedidos Lote
  • 25. CURVA DENTE DE SERRA Pressupostos:  Não existir alterações de consumo durante o tempo T  Não existirem falhas administrativas que provoquem um esquecimento ao solicitar a comprar  O fornecedor do item nunca atrasar a entrega, e  Nenhuma entrega do fornecedor for rejeitada pelo controle da qualidade.
  • 26. 140 120 100 80 60 40 20 TEMPO QTD 1 2 3 TR PP EM CURVA DENTE DE SERRA
  • 27. “É a quantidade mínima que deve existir em estoque, que se destina a cobrir eventuais atrasos no suprimento, objetivando a garantia do funcionamento ininterrupto e eficiente do processo produtivo, sem riscos de falta.” ESTOQUE DE SEGURANÇA (definição)
  • 28. ESTOQUE DE SEGURANÇA Causas que ocasionam faltas no processo produtivo: • Oscilação no consumo • Oscilação nas épocas de aquisição (atrasos) • Variação na qualidade (rejeição) • Remessas por parte do fornecedor, divergentes do solicitado • Diferenças de inventário
  • 29. Grau de Serviço e Estoque de Segurança Pag.117
  • 30. Comportamento do Estoque e Principais Parâmetros Pag.113
  • 31. Demanda Constante Tempo de Reposição Constante Demanda Constante Tempo de Reposição Variável Demanda Variável Tempo de Reposição Constante Demanda Variável Tempo de Reposição Variável Matriz de Possibilidades Demanda x Tempo de Reposição Pag.114
  • 32. Dimensionamento dos Estoques de Segurança 1. Método da Percentagem ES = (Dmax – Dmédio) x TR Considera que o estoque adicional a ser utilizado como estoque de segurança é resultado da aplicação de um certo percentual que varia entre 25% a 45% sobre a demanda média. Demanda Variável Tempo de Reposição Constante Demanda Variável Tempo de Reposição Constante
  • 33. Pag.120 Consumo Número de mês de ocorrência % acumulado do consumo 350 6 0,0150 325 14 0,0474 300 48 0,1500 275 110 0,3656 250 201 0,7237 225 105 0,8920 200 60 0,9776 175 18 1,0000 Quadro 4.1. Estatística da Demanda do item Dimensionamento dos Estoques de Segurança 2. Utilizando a Estatística de Consumo ES = (Dmax – Dmédio) x TR Demanda Variável Tempo de Reposição Constante Demanda Variável Tempo de Reposição Constante
  • 34. Dimensionamento dos Estoques de Segurança 3. Com base nos erros de previsão da demanda Pag.122 ES = K x MEA Demanda Variável Tempo de Reposição Constante Demanda Variável Tempo de Reposição Constante
  • 35. Dimensionamento dos Estoques de Segurança 4. Distribuição normal Pag.124 ES = K x δTR Demanda Variável Tempo de Reposição Constante Demanda Variável Tempo de Reposição Constante
  • 36. Dimensionamento dos Estoques de Segurança 5. Demanda Constante Tempo de Reposição Variável Demanda Constante Tempo de Reposição Variável ES = k x D x (δTR) Exemplo: • Demanda = 500 un/semana • TR médio = 3 semanas • Desvio padrão do TR = 2 semanas Se desejarmos um nível de serviço de 90%, o estoque de segurança será: ES = 1,28 x 500 x 2 = 1.280 unidades
  • 37. Dimensionamento dos Estoques de Segurança 66. Demanda Variável Tempo de Reposição Variável Demanda Variável Tempo de Reposição Variável ES = k x δD x TR δD x TR = ( TR2 x δ2 D + D2 x δ2 TR + δ2 D x δ2 TR) Exemplo: • Demanda = 100 und/dia • Desvio padrão da demanda = 10 und • TR médio = 6 dias • Desvio padrão do TR = 2 dias Se desejarmos um nível de serviço de 90%, o estoque de segurança será:
  • 38. δD x TR = ( TR2 x δ2 D + D2 x δ2 TR + δ2 D x δ2 TR) δD x TR = ( 62 x 102 + 1002 x 22 + 102 x 22 ) δD x TR = 210 unidades ES = k x δ D x TR ES = 1,28 x 210 = 267 unidades
  • 39. 7. Grau de Atendimento definido E.Mn. = K . δ K = fator de serviço δ = desvio padrão δ = Σ (Xi – X)2 n - 1 δ = desvio padrão Xi = consumo-período X = consumo mensal n = número de períodos Dimensionamento dos Estoques de Segurança
  • 40. 7. Grau de Atendimento Definido Exemplo: Vamos supor uma peça com o seguinte consumo mensal durante um período de 8 meses. Calcular o estoque mínimo para um fator de serviço de 90%. 1° mês - 400 - 74 5.476 2º mês - 350 -124 15.376 3º mês - 620 +146 21.316 4º mês - 380 -94 8.836 5º mês - 490 +16 256 6º mês - 530 +56 3.136 7º mês - 582 +108 11.664 8° mês - 440 -34 1.156 3.792 67.216 C = 3.792 / 8 = 474 un (C1 – C) C2 δ = 8 - 1 67.216 = 98 E.Mn. = 1,282 x 98 = 126 un Dimensionamento dos Estoques de Segurança
  • 41. Custo das Encomendas Quantidade (por encomendas) = Q Custo Total do Pedido
  • 42. Tamanho do Lote = Q Custo ( $ ) Custo de Posse
  • 43. 0 500 1000 1500 2000 2500 3000 3500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Custo Total Custo Posse Custo Pedido Tamanho do Lote Custo Gráfico dos Custos Totais de Estoque
  • 44. LEC = 2 x B x C I LEC = lote econômico de compra (quantidade) C = consumo do item B = custo do pedido I = custo unitário anual de estocagem FÓRMULA DO LEC
  • 45. CUSTO TOTAL ASSOCIADO AO LEC CT = P.C + B . C + I . Q Q 2 CT = custo total P = preço unitário de compra C = consumo do item B = custo do pedido Q = lote de compra I = custo de posse / armazenagem
  • 46. Exemplo de Aplicação da Fórmula O consumo de determinada peça é de 20.000 uns por ano. O custo de armazenagem por peça e por ano é de 1,90 e o custo de pedido é de 500,00. Sabendo que o preço unitário de compras é de 2,00. Determine: a) o LEC b) o CT anual. a) Cálculo do LEC LEC = 2 x B x C I 2 x 500 x 20.000 1,90 = = 10.526.315 = 3.245 pcs b) Cálculo do Custo Total Anual CT = P.C + B. C + I . Q Q 2 = 2 x 20.000 + 500 x 20.000 + 1,90 x 3.245 3.245 2 CT = 40.000 + 3.082 +3.082 = $ 46.164,00 por ano
  • 47. SKU – Stock Keeping Unit • Tipo de embalagem (primária, secundária) • Cores • Dimensões • Sabores SKU - Stock Keeping Unit ou Unidade de Manutenção de Estoque. Designa os diferentes itens de um estoque.
  • 48. CLASSIFICAÇÃO DE CRITICIDADE Ordinário: item de baixa criticidade, cuja falta naturalmente compromete o atendimento de usuários internos ou externos, mas não implica em maiores consequências Crítico: sua falta representa razoável transtorno e custo, sem ser vital. Vital: sua falta acarreta consequências desastrosas, tais como interrupção dos processos da empresa.
  • 49. CLASSIFICAÇÃO DE AQUISIÇÃO Complexa: itens de obtenção muito difícil, pois envolvem diversos fatores complicadores e riscos quanto a pontualidade, qualidade, fontes alternativas e sazonalidade. Difícil: envolve alguns poucos fatores complicadores relacionados como complexo, tornando o processo de obtenção relativamente difícil. Fácil: fornecimentos ágeis, rápidos e pontuais, o item é um commodity, com amplas alternativas a disposição no mercado fornecedor.
  • 50. CLASSIFICAÇÃO DE POPULARIDADE Muito Popular: tratam-se das SKU que apresentam elevada frequência de movimentação. Popularidade Média: envolvem SKU que apresentam uma frequência intermediária de movimentações. Baixa Popularidade: são as SKU de baixa movimentação (slow moving e no moving)
  • 51. CLASSIFICAÇÃO ABC Vilfredo Pareto (1842 – 1923) economista italiano que estudou a distribuição de renda entre as populações. Verificou a existência de uma lei geral de “má distribuição” de renda em que uma pequena parcela da população absorvia uma grande percentagem da renda, restando uma pequena porcentagem da renda que era compartilhada pela maior parte da população.
  • 52. Década de 50, engenheiros da General Eletric começaram a estudar o “efeito da má distribuição da renda” na adm de materiais para os milhares de itens existentes na organização. ESTUDO DE PARETO (aplicado às empresas) ADM Materiais e LogísticaADM Materiais e Logística 3
  • 53. OBJETIVO DA CLASSIFICAÇÃO ABC Identificar os itens de maior valor de demanda e sobre eles exercer uma gestão bem refinada, especialmente porque representam altos valores de investimentos.
  • 54. Consumo Preço de Aquisição CURVA ABC OU 20/80 Requisitos Básicos
  • 55. CURVA ABC OU 20/80 Requisitos Básicos Consumo Preço de Aquisição VALOR DE CONSUMO $
  • 56. 1. Listar todos os itens de estoque, seus consumos e preços Material Preço Unitário Consumo (unidades) A B C D E F G H I J 1,00 12,00 3,00 6,00 10,00 1.200 0,60 2,80 4,00 60,00 10.000 10.200 90.000 4.500 7.000 20 42.000 8.000 1.800 130 ELABORAÇÃO DA CURVA ABC
  • 57. 2. Calcular o valor do consumo multiplicando o consumo pelo respectivo preço atualizado Valor do Consumo Material Preço Unitário Consumo (unidades) A B C D E F G H I J 1,00 12,00 3,00 6,00 10,00 1.200 0,60 2,80 4,00 60,00 10.000 10.200 90.000 4.500 7.000 20 42.000 8.000 1.800 130 x x x x x x x x x x 10.000 122.400 270.000 27.000 70.000 24.000 25.200 22.400 7.200 7.800 = = = = = = = = = = ELABORAÇÃO DA CURVA ABC
  • 58. 3. Reordenar a lista de itens em ordem decrescente de valor de consumo Material Preço Unitário Consumo (unidades) Valor do Consumo Grau A B C D E F G H I J 1,00 12,00 3,00 6,00 10,00 1.200,00 0,60 2,80 4,00 60,00 10.000 10.200 90.000 4.500 7.000 20 42.000 8.000 1.800 130 10.000 122.400 270.000 27.000 70.000 24.000 25.200 22.400 7.200 7.800 8º 2º 1º 4º 3º 6º 5º 7º 10º 9º ELABORAÇÃO DA CURVA ABC
  • 59. Material Preço Unitário Consumo anual (unidades) Valor do Consumo ($/ano) Grau C B E D G F H A J I 3,00 12,00 10,00 6,00 0,60 1.200,00 2,80 1,00 60,00 4,00 90.000 10.200 7.000 4.500 42.000 20 8.000 10.000 130 1.800 270.000 122.400 70.000 27.000 25.200 24.000 22.400 10.000 7.800 7.200 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 3. Reordenar a lista de itens em ordem decrescente de valor de consumo ELABORAÇÃO DA CURVA ABC
  • 60. 4. Inserir uma nova coluna de dados na qual serão incluídos os valores acumulados de consumo Material Valor do Consumo Grau 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º C B E D G F H A J I 270.000 122.400 70.000 27.000 25.200 24.000 22.400 10.000 7.800 7.200 270.000 392.400 462.400 489.400 514.600 538.600 561.000 571.000 578.800 586.000 Valor do Consumo Acumulado 270.000 270.000 + 122.400 392.400 + 70.000 462.400 + 27.000 489.400 + 25.200 514.600 + 24.000 538.600 + 22.400 561.000 + 10.000 571.000 + 7.800 578.800 + 7.200 ELABORAÇÃO DA CURVA ABC
  • 61. 46% 67% 79% 83% 88% 92% 95% 97% 98% 100% ( % ) sobre O Valor do Consumo Total Material Valor do Consumo Grau 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º C B E D G F H A J I 270.000 122.400 70.000 27.000 25.200 24.000 22.400 10.000 7.800 7.200 270.000 392.400 462.400 489.400 514.600 538.600 561.000 571.000 578.800 586.000 Valor do Consumo Acumulado 5. Calcular os percentuais de valores acumulados da demanda ELABORAÇÃO DA CURVA ABC
  • 62. 6. Estabelecer a divisão entre as classes ABC Em linhas gerais, podemos separar as classes dentro do seguinte critério: Classe A – até 75% do valor acumulado de consumo Classe B – entre 75% e 90% do valor acumulado de consumo Classe C – de 90% a 100% do valor acumulado de consumo ELABORAÇÃO DA CURVA ABC
  • 63. C C C C C B B B A A 6. Estabelecer a divisão entre as classes ABC 46% 67% 79% 83% 88% 92% 95% 97% 98% 100% 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º C B E D G F H A J I 270.000 122.400 70.000 27.000 25.200 24.000 22.400 10.000 7.800 7.200 270.000 392.400 462.400 489.400 514.600 538.600 561.000 571.000 578.800 586.000 ( % ) sobre O Valor do Consumo Total Material Valor do Consumo Grau Valor do Consumo Acumulado Classificação ABC ELABORAÇÃO DA CURVA ABC
  • 64. Conceito de Curva ABC Poucos Itens importantes Importância média Muitos itens menos importantes %acumuladadevalordeuso itens (%) Região A Região B Região C 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 1005025 75 Curva de Pareto ou curva ABC ou curva 80-20
  • 65. Nº de itens Valor Forte C on cen tração M édia C on cen tração Fraca Concentração Nenhum a Concentração Curva ABC Diferenciação do Comportamento
  • 66. CONSIDERAÇÕES SOBRE A CLASSIFICAÇÃO ABC MATERIAIS “A” São os mais caros e em menor número, portanto devem permanecer em estoque por pouco tempo, no máximo 15 dias MATERIAIS “B” São os materiais de quantidade e valores intermediários, e podem ficar estocados de 30 a 60 dias MATERIAIS “C” São os materiais de pouco valor e de grandes quantidades, portanto podem ficar estocados de 120 a 180 dias
  • 67. ONDE USAR A CURVA ABC? • Gestão de Estoques: política de estoques, lote de compras, definição do estoque mínimo. • Compras/Transportes: desenvolvimento de fornecedores, estratégias e negociação. • Armazenagem: planejamento do inventário, localização e recebimento. • Serviço ao cliente: disponibilidade, diferenciação e redução de custos
  • 68. ITENS CLASSE “A” • Aumentar a frequência da análise do comportamento da demanda e do TR. • Rigor no cálculo do estoque de segurança, com estudo sobre o custo da falta. • Elevar o giro do estoque • Elevar a frequência de ressuprimentos • Sistematizar a pesquisa de novas fontes de suprimento com acompanhamento rigoroso da evolução dos preços • Implementar compras programadas
  • 69. EXCEÇÕES À REGRA • Materiais Perecíveis e de Custo Pequeno • Tempo de fornecimento • Volume do material
  • 70. CLASSIFICAÇÕES ADICIONAIS Volume ocupado Peso Consumo Tipo de demanda Valor imobilizado Natureza química Classe de risco Importância estratégica Cuidados especiais de movimentação, armazenagem e controle
  • 71. MRP – Planejamento da Necessidade de Materiais  Estoques são NECESSÁRIOS  Estoques implicam em CUSTOS  Estoques impactam no RESULTADO FINANCEIRO  Estoques precisam ser BEM PLANEJADOS
  • 72. • 1960 – Início do sistema MRP (Material Requeriment Plannig) • Objetivo: auxiliar no cálculo das necessidades de materiais para produção • Foco: otimização de VOLUME e TEMPO
  • 73. BACALHAU IMAGINÁRIO (Serve 5 pessoas) Ingredientes 1 Kg de bacalhau da Noruega 12 batatas grandes 6 cebolas grades 4 ovos cozidos 2 colheres de vinagre 1 brócolis 1 pitada de páprica 18 azeitonas portuguesas Modo de Fazer Numa tigela, coloque o bacalhau e cubra com água fria. Deixe de molho por 24 horas. Cozinhe o bacalhau por 10 minutos. Descasque as batatas e cozinhe-as na água fervendo por cerca de 20 minutos. Prepare outra panela com cebolas em pedaços e frite-as no azeite. Junte o bacalhau às cebolas e quando tudo tiver adquirido uma cor levemente dourada, adicione uma colher de vinagre e uma pitada de páprica. Monte um refratário com as batatas e o bacalhau em camadas alternadas. Deixe descansar por 12 horas. Leve o refratário montado ao forno baixo por 2 horas. Cozinhe o brócolis e os ovos em recipientes separados. Quando retirar o refratário do forno decore o prato com os ovos cozidos, as azeitonas e o brócolis. Sirva imediatamente.
  • 74. CONVIDADOS Lista de Compras Receita (lista de Ingredientes) Ingredientes na Dispensa Quantidade de Parentes Quantidade de Agregados Lista de Ações Planejamento da Bacalhoada
  • 75. Plano Mestre de Produção Ordens de Compra Lista de Materiais Situação dos Estoques Pedidos em carteira Previsão de Vendas Ordens de Fabricação Sistema MRP MRP
  • 76. Corpo externo 207 Plástico ABS Corante azul Presilha de bolso Miolo 207 Corpo da ponteira Guia da ponteira Tampa Tira .1 mm Borracha Capa da borracha Grafite 0.7 mm Miolo interno 207 Tira .1 mm Mola GarrasCorpo do miolo Suporte da garra Capa da garra Plástico ABS Corante preto Fio de borracha 10g 7g .01g .05g 4x 3x2 cm 2g 2g
  • 77. item tempo de obtenção comprado/produ Lapiseira P207 1 semana Produzido Corpo externo 207 2 semana Produzido Presilha de bolso 1 semanas Comprado Miolo 207 1 semana Produzido Corpo da ponteira 2 semanas Comprado Guia da ponteira 1 semana Comprado Tampa 1 semana Produzido Plástico ABS 1 semana Comprado Corante azul 2 semanas Comprado Tira 0,1 mm 1 semana Comprado Borracha 1 semana Produzido Capa da borracha 1 semana Produzido Miolo interno 207 3 semanas Produzido Grafite 0,7 mm 2 semanas Comprado Fio de borracha 1 semana Comprado Tira 0,1 mm 1 semana Comprado Mola 1 semana Comprado Corpo do miolo 2 semanas Produzido Suporte da garra 2 semanas Comprado Capa da garra 3 semanas Comprado Garras 1 semana Comprado Plástico ABS 1 semana Comprado item quantidade comprado/produzido Lapiseira P207 1000 produzido Corpo externo 207 1000 produzido Presilha de bolso 1000 comprado Miolo 207 1000 produzido Corpo da ponteira 1000 comprado Guia da ponteira 1000 comprado Tampa 1000 produzido Plástico ABS 10 kg comprado Corante azul 10 g comprado Tira 0,1 mm 2 kg comprado Borracha 1000 produzido Capa da borracha 1000 produzido Miolo interno 207 1000 produzido Grafite 0,7 mm 4000 comprado Fio de borracha 20 m comprado Tira 0,1 mm 2 kg comprado Mola 1000 comprado Corpo do miolo 1000 produzido Suporte da garra 1000 comprado Capa da garra 1000 comprado Garras 3000 comprado Plástico ABS 7 kg Comprado
  • 78. Semana Ação gerencial referente a pedido de 1000 lapiseiras p/ semana 21 Semana 10 Nenhuma Semana 11 Nenhuma Semana 12 liberar ordem de compra de 50 g corante preto Semana 13 liberar ordem de compra de 1000 capas da garra liberar ordem de compra de 7 kg de plástico ABS Semana 14 liberar ordem de produção de 1000 corpos do miolo liberar ordem de compra de 1000 suportes da garra Semana 15 liberar ordem de compra de 1000 molas liberar ordem de compra de 3000 garras Semana 16 liberar ordem de produção de 1000 miolos internos liberar ordem de produção de 10 g de corante azul Semana 17 liberar ordem de compra de 20 m de fio de borracha liberar ordem de compra de 2 kg de tira de 0,1 mm liberar ordem de compra de 4000 grafites liberar ordem de compra de 10 kg de plástico ABS Semana 18 liberar ordem de produção de 1000 borrachas liberar ordem de produção de 1000 capas da borracha liberar ordem de produção de 1000 corpos externos liberar ordem de compra de 2 kg de tira de 0,1 mm Semana 19 liberar ordem de compra de 1000 presilhas de bolso liberar ordem de produção de 1000 miolos liberar ordem de produção de 1000 tampas liberar ordem de compra de 1000 guias da ponteira Semana 20 liberar ordem de produção de 1000 lapiseiras P207 Semana 21 entregar as 1000 lapiseiras P207 conforme pedido Ações a serem disparadas
  • 79. • Itens pais e itens filhos • Estrutura do produto • Lista de materiais “indentada” • Explosão de necessidades bruta de materiais • A importância das previsões de vendas para o bom funcionamento do MRP • Cálculo ou “explosão”de necessidades líquidas de materiais MRP - Tópicos Relevantes
  • 80. MRP – REGISTRO BÁSICO Lote=1 LT = 3 ES 200 Períodos Necessidades brutas Recebimentos program Estoque projetado Recebimento ordens plan liberação ordens planej 1 2 3 4 5 6 7 8 380 100 230 400 380 600 280 380 380 200 0 250 380 Miolo interno (mínimo) HOJE 0 0 0 600 250 380 600 100Lote 1 LT 3 ES 200 Períodos Necessidades brutas Recebimento programado Estoque projetado Recebimento ordens plan Liberação ordens planej 1 2 3 4 5 6 7 8 380 100 230 400 380 600 280 380 380 200 200 Miolo interno (mínimo) HOJE 400 380 600 100 50 400 380 60050 200 200 200 Est = E ant – NB + RP NB – Est + ES
  • 81. Lapiseira P207 Miolo Grafite Miolo interno Garras Suporte da garra 4x 3x LAPISEIRA Liber. de Ordens 300 200 500 500 1000 MIOLO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Nec. Brutas 300 200 500 500 1000 LOTE Rec. Progr. MÍNIMO 300 Estoque Disp. 350 350 50 50 150 150 150 0 0 0 0 LT = 1 Ordens Planejadas 300 350 500 1000 ES = 0 Liber. de Ordens 300 350 500 1000 GRAFITE 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Nec. Brutas 1200 1400 2000 4000 LOTE Rec. Progr. MÚLTIPLO 500 Estoque Disp. 250 250 250 550 550 550 650 650 650 650 650 LT = 2 Ordens Planejadas 1500 1500 2000 4000 ES = 250 Liber. de Ordens 1500 1500 2000 4000 MIOLO INTERNO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Nec. Brutas 300 350 500 1000 LOTE Rec. Progr. 300 LOTE A LOTE Estoque Disp. 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 LT = 3 Ordens Planejadas 350 500 1000 ES = 300 Liber. de Ordens 350 500 1000 SUPORTE GARRA 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Nec. Brutas 350 500 1000 LOTE Rec. Progr. MÍNIMO 500 Estoque Disp. 120 120 120 270 270 270 100 100 100 100 100 LT = 2 Ordens Planejadas 500 500 830 ES = 100 Liber. de Ordens 500 500 830 GARRA 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Nec. Brutas 1050 1500 3000 LOTE Rec. Progr. MÍNIMO 1500 Estoque Disp. 450 450 450 900 900 900 150 150 150 150 150 LT = 1 Ordens Planejadas 1500 1500 2250 ES = 150 Liber. de Ordens 1500 1500 2250 Relações pai-filho no MRP
  • 82. Os Parâmetros Fundamentais do MRP 1) Políticas e tamanho do lote: • política de lotes mínimos • política de lotes máximos • política de períodos fixos 2) Estoques de Segurança 3) Lead times
  • 83. A busca pela precisão das informações é uma necessidade vital para todos os envolvidos no processo e traz benefícios efetivos sob os mais variados pontos de vista. Empresarial Contábil Vendas Logística Operacional
  • 84. Efeito avalanche causado pela falta de acuracidade dos estoques Falta de acuracidade das informações Erros no custeio Saldos errados Decisões ineficazes Aquisições erradas Desbalanceamento dos estoques Nível de serviço comprometido Vendas perdidas Atrasos na produção
  • 85. Acuracidade = Qtd. de informações corretas Qtd. de informações verificadas x 100 Divergência = Qtd. Medida - Qtd. no sistema Qtd. no sistema x 100
  • 86. TIPOS DE INVENTÁRIOS • Inventário geral • Inventário permanente • Inventário rotativo • Inventário gratuito • Inventário por grupo de itens • Inventário por amostra • Inventário por posição física • Inventário por lote