Bio impedancia
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    Bio impedancia Bio impedancia Presentation Transcript

    • Bioimpedância Fabiano Salgueirosa Kelly C. Polli Luis Mascarenhas
    • Composição Corporal
      • Composição corporal pode se entendida como a quantificação dos principais componentes estruturais do corpo humano. O tamanho e a forma corporais são determinados basicamente pela carga genética e formam a base sobre a qual são dispostos, em proporções variadas, os três maiores componentes estruturais do corpo humano: osso, músculo e gordura. Estes componentes são também as maiores causas da variação na massa corporal.
      (Malina,1969)
    • Modelos (Ellis,2000)
    • Métodos de Avaliação da Composição Corporal (Petroski, 2003)
    • Histórico
      • As primeiras pesquisas com o propósito científicos da utilização da biopedância para a analise da composição corporal aconteceu no inicio dos anos 80 p Nyboer (1991).
      Por volta da década de 60, desenvolveu-se o medidor portátil de bioimpedância, útil na estimativa da composição corporal (Carvalho & Pires-Neto, 1999). Fricke (1925) relata a natureza de condutibilidade e de capacitância dos tecidos biológicos.
    • Pressupostos A bioimpedância baseia-se na analise da estimativa da composição corporal através da condutibilidade e da resistência promovida pelos diversos tecidos corporais a variação da freqüência da corrente elétrica. (Baumgartner, 1996) 1. O formato do corpo humano assemelha-se a um cilindro com comprimento e área de secção transversal uniformes.
      • Tecidos que contenha mais água e eletrólitos como o fluido cérebro-espinhal, sangue, músculos, são altos condutores elétricos, contudo gordura, ossos, e o ar que preenche alguns espaços do corpo (pulmão) são de alta resistência a corrente elétrica.
      2. Partindo do pressupostos que o corpo seja um cilindro perfeito, o fluxo de corrente através do corpo é diretamente proporcional ao comprimento do condutor e inversamente proporcional a sua secção transversal. (Heyward & Stolarczyk, 2000)
    • Conceitos A corrente elétrica sempre flui pelo caminho de menor resistência . Impedância (Z): e´a freqüência que dependente da oposição de condução do fluxo de alternância da corrente eletricidade que é composta de dois fatores a Resistência e a Reatância. Matematicamente : Z = (R 2 + Xc 2 ) 1/2
      • Resistência (R): é a oposição pura do fluxo da corrente elétrica.
      • Reatância (Xc): é uma oposição “imaginária” adicionada que é definida como a recíproca da capacitância ou processo de polarização. (membrana da célula)
      Matematicamente : Z = (R 2 + Xc 2 ) 1/2
    •  
    • Lei de Ohm’s e´a resistência entre dois pontos em um condutor.
    • A condutibilidade dos tecidos biológicos é praticamente iônica ou seja as cargas elétricas são transferidas pela ionização dos sais, bases, ácidos dissolvidos no fluido corporal. Portanto a condutibilidade biológica é diretamente proporcional a quantidade do volume de fluido corporal. (Kushner ,1992).
    • Impedância e MLG no Tronco e Segmentos Bracco et al. (1996)
    • Tipos de Aparelhos Bipolar Bipolar Tetrapolar
    • Equações de Estimativa
      • Crianças – Kushner (1992), Lohman (1992).
      • Adultos - Tanaka et al. (1992), Segal et al. (1988).
      • Idosos – Lohman (1992), Gray et al. (1989).
      • Obesos – Gray et al. (1989).
      • Atletas – Lukaski (1987), Oppliger et al. (1991).
    • Equações de Estimativa
      • Crianças – Yonamine & Pires-Neto (2000).
      • Universitários – Carvalho & Pires-Neto (1999).
      • Marques (2000) validou em amostra brasileira as equações de Stolarczyk et al. (1987) e Lohman (1992) para mulheres adultas.
    • Procedimentos pré-teste: • Manter-se em jejum pelo menos nas 4 horas que antecedem o teste; • Não realizar atividades físicas extenuantes nas 24 horas anteriores ao teste; • Urinar pelo menos 30 minutos antes do teste; • Não ingerir bebidas alcoólicas nas 48 horas anteriores ao teste; • Não utilizar medicamentos diuréticos nos 7 dias que antecedem o teste. • Permanecer, pelo menos, 5 a 10 minutos deitado em decúbito dorsal, em total repouso antes da execução do teste. (Heyward & Stolarczyk, 2000; Costa, 2001)
    • Colocação dos Eletrodos
    • RESUMO DE FATORES QUE AFETAM A MEDIDA DA IMPEDÂNCIA BIOELÉTRICA SM = Sem mudanças a = Valhalla > RJL b = Folicular > pré – menstrual c =Menstrual > folicular d = 14 o C > 35 o C FATOR EFEITO NA RESISTÊNCIA EFEITO NA MLG (kg) REFERÊNCIA Tipo de analisador Valhalla vs. RJL  16 – 18 a  1,0 – 1,3 Graves et al. (1989) Comer ou beber nas últimas 4 h  13 - 17  1,5 Deurenberg et al (1988) Desidratação  40  5,0 Lukaski (1986) Exercício Aeróbico Baixa Intensidade SM SM Deurenberg et al (1988) Moderada a alta intensidade  50 - 70  12,0 Khaled et al (1988) Lukaski (1986) Ciclo menstrual Folicular vs. pré-menstrual  5,8 b SM Gleichauf & Rose (1989) Menstrual vs. folicular  7 c SM Colocação do Eletrodo  10  70 SM 11 Elsen Et al (1985) Lukaski (1986) Configuração do Eletrodo       Ipsilateral Vs. contralateral SM   SM   Lukaski (1986) Lado direito vs. esquerdo SM SM Graves et al. (1989) Temperatura do Ambiente 14 o C vs 35 o C  35 d  2,2 Caton et al (1988)
    • Vantagens • Não requer um alto grau de habilidade do avaliador. • É confortável e não-invasiva. • Pode ser utilizada na avaliação da composição corporal de indivíduos obesos. • Possui equações específicas a diferentes grupos populacionais. Desvantagens • Depende de grande colaboração por parte do avaliado. • Apresenta custo mais elevado que a outras técnicas duplamente indiretas. • É altamente influenciado pelo estado de hidratação do avaliado. • Nem sempre os equipamentos dispõem das equações adequadas aos indivíduos que pretendemos avaliar. (Heyward & Stolarczyk, 2000; Costa, 2001)
    • BAUMGARTNER, J. A. Electrical Impedance and Total Body Electrical Conductivity. In: ROCHE, A. F. ; HEYMSFIELG, S. B. & LOHMAN, T. G. Human Body Composition. Human Kinetics Books. Champaign, Illinois, 1996. BRACCO, D. et al. Segmental Body Composition Assessed by Bioeletrical Impedance Analisis and DEXA in Humans. J. Appl. Physiol. 81 (6): 2580-2587, 1996. CARVALHO, A. B. R.; PIRES-NETO, C. S. Composição Corporal Através dos Métodos de Pesagem Hidrostática e Impedância Bioelétrica em Universitários. v.1. n.1. p.18-23., 1999. COSTA, R. F. A Impedância Bioelétrica e Suas Aplicações Para a Educação Física e Áreas Afins. Revista de Educação Física da Cidade de São Paulo . v.1. n. 1. p.43-50, 2000. ELLIS, K. J. Human Body Composition: In Vivo Methods. Physiological Reviews . V.80 n.2, 2000 HEYWARD, V. H.; STOLARCZYK, L. M. Avaliação da Composição Corporal Aplicada. 1. ed. São Paulo: Manole, 2000. KUSHNER, R. F. Bioeléctrical Impedance Analysis: A Review of Principles and Applications. J. Am. Coll. Nutr. 1992, 11 (2), p. 199 - 209. LUKASKI, H. C. Use of the Tetrapolar Bioelectrical Impedance Method to Assess Human Body Composition. in Ed. by Norgan, N. G. Euro-nut report 8, A Concerned action Project on Nutrition in the European Community. Human Body Composition and Fat Distribution. 1985. REFERÊNCIAS
    • MALINA, R. M. Quantification of fat, muscle and bone. Clinical Orthopaedic and Related Research, v65, p. 9-38, 1969. MARQUES, M. B.; HEYWARD, V.; PAIVA, C. E. Validação Cruzada de Equações de Bio-Impedância em Mulheres Brasileiras por Meio de Absotometria Radiológica de Dupla Energia (DXA). Revista Brasileira de Ciência e Movimento . v.8. n.4. p.14-20, 2000. PETROSKI, É. L. Antropometria: Técnicas e Padronizações. 2 ed. Porto Alegre: Pallotti, 2003. YONAMINE, R. S. Desenvolvimento e validação de modelos matemáticos para estimar a massa corporal magra de meninos, de 12 a 14 anos, por densimetria e impedância bioelétrica. (Tese de Doutorado), UFSM, RS, 2000.