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1960 1970 200019901980
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ROANE et al., 1985; PETERS et al., ...
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Conclusões:
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THOMPSON, 2000; GLUSKIN et al., 200...
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GT: 13 mm Quantec: ...
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TIPTAPER
MEMO DISK
RaCe
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Área de Esc...
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Área de Escape
(canal helicoidal)
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ÂNGULO DE ATAQUE NEGATIVO
Secção Tr...
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ÂNGULO DE ATAQUE NEUTRO
Aresta Late...
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ÂNGULO DE ATAQUE POSITIVO
Aresta La...
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ÂNGULO DE
ATAQUE
POSITIVO
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CONCLUSÕES:
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Guia Radial
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DIFERENTE
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POR QUE O INSTRUMENTO ROTATÓRIO FRA...
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QUAIS SÃO OS INSTRUMENTOS QUE FAZEM...
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COMPARE OS SISTEMAS ABAIXO COM RELA...
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Secção Transversal
Ângulo de Ataque...
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DOIS INSTRUMENTOS IDÊNTICOS EM TERM...
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Secção Transversal
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TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃOTÉ...
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TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO
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PREPARO BIOMECÂNICO:
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PREPARO BIOMECÂNICOPREPARO BIOMECÂN...
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  1. 1. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória CURSO DE ESPECIALIZACÃO EM ENDODONTIACURSO DE ESPECIALIZACÃO EM ENDODONTIA
  2. 2. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória LIMPEZA MODELAGEM LIMPEZA MODELAGEM QUAIS OS OBJETIVOS DO PREPARO BIOMECÂNICO ? QUAIS OS OBJETIVOS DO PREPARO BIOMECÂNICO ? . Ação química (soluções irrigantes). Ação química (soluções irrigantes) Abertura Odontometria Obturação Restauração . Ação mecânica (instrumentos). Ação mecânica (instrumentos) Diagnóstico Prova do Cone SIQUEIRA JR., 2005
  3. 3. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória 1960 1970 200019901980 INSTRUMENTOS MANUAIS: AÇO INÓXINSTRUMENTOS MANUAIS: AÇO INÓX
  4. 4. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória PROGNÓSTICO ?PROGNÓSTICO ? PETERS et al., 2004; SCHAEFFER et al., 2005
  5. 5. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória PETERS, 2004 TRANSPORTE CONCEITOS Transporte (PETERS, 2004) CONCEITOS Transporte (PETERS, 2004)
  6. 6. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória SCHAEFFER et al., 2005 TRANSPORTE PROGNÓSTICO ?PROGNÓSTICO ? PAQUÉ et al., 2005b
  7. 7. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória ROANE et al., 1985; PETERS et al., 2001a; MUSIKANT et al., 2004; BAUMANN, 2005
  8. 8. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória WILLIAM F. BUEHLER - Criação da liga de NiTi para uso no Laboratório da Artilharia Naval - fabricação de peças e instrumentos com propriedades anti-magnéticas e com resistência à corrosão na água salgada. NASA - construção de antenas espaciais “São ligas contendo percentuais de níquel e titânio praticamente iguais.” 1963 199219881971 1975 NITINOL - NÍQUEL TITÂNIO NAVAL ORDENANCE LABORATORY HISTÓRICO
  9. 9. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória 1963 199219881971 1975 ANDREASEN & HILLEMAN - 1.º uso na odontologia ⇒ confecção de fios ortodônticos HISTÓRICO
  10. 10. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória Superelasticidade Memória de Forma Superelasticidade Memória de Forma HISTÓRICO
  11. 11. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória FORMA AUSTENÍTICA FORMA AUSTENÍTICAFORMA MARTENSÍTICA CARGA
  12. 12. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória Conclusões: . 2 a 3 vezes mais flexibilidade . > R fratura HISTÓRICO
  13. 13. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória 1963 1971 1975 1988 1992 Comercialização HISTÓRICO
  14. 14. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória THOMPSON, 2000; GLUSKIN et al., 2001; MESGOUEZ et al., 2003; BAUGH; WALLACE, 2005; HÜLSMANN et al., 2005 Ângulo helicoidal Área de escape Superfície radial Tip Taper Linhas de medidas Secção transversal Novo paradigma
  15. 15. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS OS PRINCIPAIS SISTEMAS ROTATÓRIOS DISPONÍVEIS ATUALMENTE ?
  16. 16. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória SISTEMAS ROTATÓRIOS: QUAIS AS PRINCIPAIS VANTAGENS E DESVANTAGENS ? . Tempo (Aprendizagem x Biológico x Mecânico) . Ergonomia . Canais Curvos (↓ acidentes iatrogênicos) . ↓ Debris (raspas)
  17. 17. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória POR QUE APROFUNDAR O CONHECIMENTO EM RELAÇÃO AOS SISTEMAS ROTATÓRIOS ? . Lançamento Comercial X Avaliação Científica . Mudança no paradigma de instrumentação . Como ? ---------------------------------------------- Por quê ? . Técnica = “Receita de bolo” - Todos casos são iguais . ↓ acidentes operatórios (fratura) Marketing . Instrução X Entendimento . Promoção do Produto X Objetivo . Simplicidade X Complexidade . Apresentação Artística X Ciência
  18. 18. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória EXISTE UM SISTEMA ROTATÓRIO COM CARACTERÍSTICAS DE DESIGN QUE SIRVA PARA O PREPARO DE TODOS OS TIPOS DE CANAL ? “Melhorar uma característica no design do instrumento pode comprometer outra” John T. McSpadden
  19. 19. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória OBJETIVOS DA AULA 1.Compreender as relações entre o design e o uso dos instrumentos rotatórios; 2.Desenvolver a habilidade de racionalizar a técnica de emprego destes instrumentos em relação à anatomia endodôntica.
  20. 20. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória COMO É FABRICADO UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? Haste piramidal de aço inóx
  21. 21. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória COMO É FABRICADO UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? Haste piramidal de NiTi
  22. 22. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? Haste de Fixação Lâmina ou Parte Ativa Intermediário
  23. 23. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória Padrão: 15,5 mm GT: 13 mm Quantec: 11,5 mm QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? Haste de Fixação Linhas de Medida Intermediário
  24. 24. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória TIPTAPER MEMO DISK RaCe QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ?
  25. 25. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória Aresta Lateral de Corte Área de Escape (canal helicoidal) Ângulo Helicoidal QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? Haste Helicoidal
  26. 26. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória Área de Escape (canal helicoidal) Superfície ou Guia Radial Ângulo Helicoidal QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? Haste Helicoidal
  27. 27. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? Ângulo Helicoidal Aresta Lateral de Corte Canal Helicoidal Superfície ou Guia Radial Alívio da Guia Radial Haste Helicoidal
  28. 28. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? Race ProFile, GT Hero 642 K3 Endo ProTaper, FlexMaster Secção Transversal Haste Helicoidal Passo da Hélice
  29. 29. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? TIPOS: NEGATIVO: ↓↓ corte (quantidade e velocidade) NEUTRO: ↓corte POSITIVO: ↑ corte Aresta Lateral de Corte: é formada pela interseção das superfícies do canal helicoidal. Função: permitir o corte da dentina, remoção dos resíduos em direção ao canal helicoidal. Ação: quando em movimento de rotação. 1. ARESTA LATERAL DE CORTE
  30. 30. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória ÂNGULO DE ATAQUE NEGATIVO Secção Triangular ou Cordiforme QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? Aresta Lateral de Corte: é formada pela interseção das superfícies do canal helicoidal. 1. ARESTA LATERAL DE CORTE
  31. 31. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória ÂNGULO DE ATAQUE NEUTRO Aresta Lateral de Corte: é formada pela interseção da superfície do canal helicoidal e da superfície radial. 1. ARESTA LATERAL DE CORTE QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ?
  32. 32. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória ÂNGULO DE ATAQUE POSITIVO Aresta Lateral de Corte: é formada pela interseção da superfície do canal helicoidal e da superfície radial. 1. ARESTA LATERAL DE CORTE QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ?
  33. 33. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória 1. ARESTA LATERAL DE CORTE QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ?
  34. 34. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória ÂNGULO DE ATAQUE POSITIVO CONCLUSÕES: 1. ARESTA LATERAL DE CORTE QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? ÂNGULO DE ATAQUE NEUTRO OU NEGATIVO Travamento Pressão de corte Torque Velocidade Tempo de Trabalho Fratura menor maior maior maior maior menor maior menor menor menor menor maior
  35. 35. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? Canal Helicoidal: é o canal da haste helicoidal do instrumento formado pelas superfícies ou faces adjacentes às arestas laterais de corte. Função: Transportar (armazenar) resíduos. Ação: quando em movimento de rotação. 2. CANAL HELICOIDAL
  36. 36. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? 2. CANAL HELICOIDAL 15.04 25.04 Canais helicoidais com mesma profundidade Qual dos instrumento apresenta maior chance de fratura ? 15.04 POR QUÊ ?
  37. 37. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? Núcleo 2. CANAL HELICOIDAL Conceito: parte central do instrumento compreendida entre o fundo do canal helicoidal. QUANTO MAIOR O NÚCLEO.... Risco de fratura Flexibilidade Menor Menor
  38. 38. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? 2. CANAL HELICOIDAL MENOS PROFUNDO MAIS PROFUNDO Núcleo K3 Endo Profile, GT
  39. 39. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória CONCLUSÕES: QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? QUANTO MAIS PROFUNDO O CANAL HELICOIDAL..... ...maior pode ser o tempo que o instrumento permanecesse girando dentro do canal. 2. CANAL HELICOIDAL
  40. 40. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? CONCEITO: superfície cônica em forma helicoidal. Função: Manter o instrumento centralizado. 3. SUPERFÍCIE RADIAL (GUIA RADIAL)
  41. 41. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? QUANTO MAIOR A GUIA RADIAL... 3. SUPERFÍCIE RADIAL (GUIA RADIAL) Atrito Corte Tempo de trabalho Transporte Travamento Efeito de parafusamento Fratura maior menor maior menor menor menor menor
  42. 42. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória Superfície ou Guia Radial Alívio da Guia Radial Haste Helicoidal QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? 3. SUPERFÍCIE RADIAL (GUIA RADIAL) ↓ ATRITO ↑ CANAL HELICOIDAL
  43. 43. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? 4. ÂNGULO HELICOIDAL Conceito: é o ângulo agudo formado pela hélice e o plano contendo o eixo do instrumento. QUANTO MAIOR O ÂNGULO.... Ação de alargamento Ação de limagem Comprimento da hélice Fratura em rotação menor maior menor maior
  44. 44. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? 4. ÂNGULO HELICOIDAL HERO 642 K3 ENDO QUANTEC = ≠ ≠
  45. 45. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória ÂNGULO HELICOIDAL DIFERENTE EFEITO DE “PARAFUSAMENTO” ÂNGULO HELICOIDAL IGUAL maior QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? 4. ÂNGULO HELICOIDAL menor
  46. 46. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? 5. PASSO DA HÉLICE PASSO DA HÉLICE Conceito: é a distância entre vértices consecutivos da aresta lateral de corte ao longo do sentido axial do instrumento.
  47. 47. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? 5. PASSO DA HÉLICE PASSO DA HÉLICE Quanto maior o número de passos da hélice.... Espirais Ângulo Helicoidal Flexibilidade Resistência à Torção maior maior maior menor
  48. 48. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? 6. PONTA (TIP) Quais a função da ponta de um instrumento rotatório ? Qual único sistema que possui tip ativo (com corte) ?
  49. 49. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS RISCOS NO USO DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? 1. FRATURA
  50. 50. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória POR QUE O INSTRUMENTO ROTATÓRIO FRATURA ? Fadiga Cíclica Fadiga Torsional
  51. 51. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória POR QUE O INSTRUMENTO ROTATÓRIO FRATURA ?
  52. 52. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória O QUE É TORQUE E QUAL SUA RELAÇÃO COM A FRATURA ? Torque = Força x Distância T = F x d (N.cm)
  53. 53. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória O QUE É TORQUE E QUAL SUA RELAÇÃO COM A FRATURA ? Torque = Força x Distância T = F x d (N.cm) Torque ≈ Força Assim... Quanto maior o torque... Maior a Força ! Se a Rtorção < Torque... FRATURA !
  54. 54. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória COMO FUNCIONAM OS MOTORES QUE ACIONAM OS INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS ? • MOTORES DE 1.ª GERAÇÃO (alto torque) • MOTORES DE 2.ª GERAÇÃO (limitador de torque)
  55. 55. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória • MOTORES DE 3.ª GERAÇÃO (controle de torque) COMO FUNCIONAM OS MOTORES QUE ACIONAM OS INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS ?
  56. 56. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória USANDO MOTORES DE ÚLTIMA GERAÇÃO, AINDA HÁ RISCO DE FRATURA ?
  57. 57. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUANTO MENOR A VELOCIDADE DE ROTAÇÃO DO MOTOR, MENOR O RISCO DE FRATURA ? EM QUE A ÁREA TOTAL DE CONTATO DO INSTRUMENTO AFETA A VELOCIDADE ?
  58. 58. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória COMPLEXIDADE ANATÔMICA: curvaturaCOMPLEXIDADE ANATÔMICA: curvatura (THOMPSON; DUMMER, 1997c, 1997d; BRYANT et al., 1999; GRIFFITHS et al., 2000; THOMPSON; DUMMER, 2000a, 2000b; GRIFFITHS et al., 2001) QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS RISCOS NO USO DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? 2. TRANSPORTE
  59. 59. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS RISCOS NO USO DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? COMPLEXIDADE ANATÔMICA: curvaturaCOMPLEXIDADE ANATÔMICA: curvatura
  60. 60. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS RISCOS NO USO DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? COMPLEXIDADE ANATÔMICA: curvaturaCOMPLEXIDADE ANATÔMICA: curvatura Tempo de fratura ≈ 1 / diâmetro do instrumento Tempo de fratura ≈ número de rotações na curvatura
  61. 61. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS RISCOS NO USO DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO ? 2. TRANSPORTE QUANDO É MAIOR O RISCO ?QUANDO É MAIOR O RISCO ? 1. Manter o instrumento girando em um mesmo local, por algum tempo; 1. Manter o instrumento girando em um mesmo local, por algum tempo; 2. Instrumentos sem guia radial;2. Instrumentos sem guia radial; 3. Instrumentos pouco flexíveis (.04, .06);3. Instrumentos pouco flexíveis (.04, .06);
  62. 62. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS INSTRUMENTOS QUE FAZEM PARTE DO SISTEMA PROTAPER ? PROTAPER Shaping X (SX)Shaping X (SX) Shaping 1 (S1) Shaping 2 (S2) Shaping 1 (S1) Shaping 2 (S2) Finishing Files (F1 F2 F3)Finishing Files (F1 F2 F3)
  63. 63. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória QUAIS SÃO OS INSTRUMENTOS QUE FAZEM PARTE DO SISTEMA PROFILE ? PROFILE
  64. 64. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória COMPARE OS SISTEMAS ABAIXO COM RELAÇÃO ÀS SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE DESIGN PROTAPER PROFILE Secção Transversal Ângulo de Ataque Guia Radial Alívio na Guia Radial Núcleo Canal Helicoidal Ângulo Helicoidal Espirais Comprimento da Lâmina Negativo Nulo ou levemente negativo Ausente Presente Ausente Ausente Maior Menor Menor Maior Variado Igual Menos Mais Menor Maior
  65. 65. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória Secção Transversal Ângulo de Ataque Guia Radial Alívio na Guia Radial Núcleo Canal Helicoidal Ângulo Helicoidal Espirais Comprimento da Lâmina COMPARE OS SISTEMAS ABAIXO COM RELAÇÃO ÀS SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE DESIGN PROTAPER PROFILE Negativo Nulo ou levemente negativo Ausente Presente Ausente Ausente Maior Menor Menor Maior Variado Igual QUAL DOS SISTEMAS PRECISARÁ DE MAIOR TORQUE E MAIOR VELOCIDADE ? POR QUÊ ? CONSIDERE UMA MESMA SITUAÇÃO.... Menos Mais Menor Maior
  66. 66. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória Secção Transversal Ângulo de Ataque Guia Radial Alívio na Guia Radial Núcleo Canal Helicoidal Ângulo Helicoidal Espirais Comprimento da Lâmina COMPARE OS SISTEMAS ABAIXO COM RELAÇÃO ÀS SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE DESIGN PROTAPER PROFILE Negativo Nulo ou levemente negativo Ausente Presente Ausente Ausente Maior Menor Menor Maior Variado Igual QUAL DOS SISTEMAS APRESENTA MAIOR FLEXIBILIDADE ? POR QUÊ ? CONSIDERE UMA MESMA SITUAÇÃO.... Menos Mais Menor Maior
  67. 67. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória Secção Transversal Ângulo de Ataque Guia Radial Alívio na Guia Radial Núcleo Canal Helicoidal Ângulo Helicoidal Espirais Comprimento da Lâmina COMPARE OS SISTEMAS ABAIXO COM RELAÇÃO ÀS SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE DESIGN PROTAPER PROFILE Negativo Nulo ou levemente negativo Ausente Presente Ausente Ausente Maior Menor Menor Maior Variado Igual SE O ÂNGULO DE ATAQUE É NEGATIVO, CITE AS CARACTERÍSTICAS QUE FAZEM QUE O MESMO PAREÇA SER EFETIVO NO CORTE DA DENTINA ? CONSIDERE O SISTEMA PROTAPER.... Menos Mais Menor Maior + conicidade
  68. 68. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória Secção Transversal Ângulo de Ataque Guia Radial Alívio na Guia Radial Núcleo Canal Helicoidal Ângulo Helicoidal Espirais Comprimento da Lâmina COMPARE OS SISTEMAS ABAIXO COM RELAÇÃO ÀS SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE DESIGN PROTAPER PROFILE Negativo Nulo ou levemente negativo Ausente Presente Ausente Ausente Maior Menor Menor Maior Variado Igual COMO OS INSTRUMENTOS CONSEGUEM TER ALGUMA AÇÃO DE CORTE CONSIDERE O SISTEMA PROFILE E AS CARACTERÍSTICAS APONTADAS.... Menos Mais Menor Maior ↑ velocidade ↑ torque ↑ tempo de permanência no canal
  69. 69. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória DOIS INSTRUMENTOS IDÊNTICOS EM TERMOS DE TIP / TAPER E SECÇÃO TRANSVERSAL, DE SISTEMAS DIFERENTES, PODEM TER COMPORTAMENTO DIFERENTE ? Qual sistema possui maior número de espirais ? Quanto maior o número de espirais... > Flexibilidade < Rtorção Em que região o sistema GT apresenta maior quantidade de espirais ? Como compensar a fratura ? > Superfície radial < Ângulo helicoidal
  70. 70. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória Secção Transversal Ângulo de Ataque Guia Radial Alívio na Guia Radial Núcleo Canal Helicoidal Ângulo Helicoidal Espirais Comprimento da Lâmina Seqüência Técnica QUAIS AS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO QUE INFLUENCIAM SUA EFICIÊNCIA DE CORTE ? POR QUÊ ?
  71. 71. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória Secção Transversal Ângulo de Ataque Guia Radial Alívio na Guia Radial Núcleo Canal Helicoidal Ângulo Helicoidal Espirais Comprimento da Lâmina Seqüência Técnica QUAIS AS CARACTERÍSTICAS DE UM INSTRUMENTO ROTATÓRIO QUE INFLUENCIAM NO TRANSPORTE ? POR QUÊ ?
  72. 72. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória
  73. 73. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃOTÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO
  74. 74. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃOTÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO
  75. 75. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO PREPARO CERVICAL TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO PREPARO CERVICAL
  76. 76. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO PREPARO CERVICAL TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO PREPARO CERVICAL
  77. 77. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO PREPARO DO CANAL TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO PREPARO DO CANAL
  78. 78. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO PREPARO DO CANAL TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO PREPARO DO CANAL
  79. 79. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃOTÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO
  80. 80. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO ESCOLHA DO CONE PRINCIPAL TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO ESCOLHA DO CONE PRINCIPAL
  81. 81. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO POSIÇÃO DA CURVATURA TÉCNICA HÍBRIDA DE INSTRUMENTAÇÃO POSIÇÃO DA CURVATURA
  82. 82. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória PREPARO BIOMECÂNICO: INSTRUMENTOS DE AÇO INÓX DIÂMETRO CIRÚRGICO (premissas) PREPARO BIOMECÂNICO: INSTRUMENTOS DE AÇO INÓX DIÂMETRO CIRÚRGICO (premissas) WEINE, 1972 BADAN (1949) 150 a 200 µm 1 2 WEINE, 1972 PREPARO BIOMECÂNICO: CONCEITOSPREPARO BIOMECÂNICO: CONCEITOS
  83. 83. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória PREPARO BIOMECÂNICO: INSTRUMENTOS DE AÇO INÓX PREPARO BIOMECÂNICO: INSTRUMENTOS DE AÇO INÓX WEINE, 1972 BADAN (1949) 150 a 200 µm 1 (WU et al., 2002; VANNI et al., 2005) PREPARO BIOMECÂNICO: CONCEITOSPREPARO BIOMECÂNICO: CONCEITOS
  84. 84. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória PREPARO BIOMECÂNICOPREPARO BIOMECÂNICO 2 WEINE, 1972 Diâmetro cirúrgico: 0,40 mm (SHORT et al., 1997; WEIGER et al., 2003) Diâmetro cirúrgico: 0,45 mm (GLOSSON et al., 1995; SHADID et al., 1998; KOSA et al., 1999; VERSÜMER et al., 2002; HÜBSCHER et al., 2003; HÜLSMANN et al., 2003) Diâmetro cirúrgico: 0,50 mm (DEPLAZES et al., 2001; ZUCKERMAN et al., 2003) (HARLAN et al., 1996; SHORT et al., 1997; BERTRAND et al., 2001; SZEP et al., 2001) PREPARO BIOMECÂNICO: CONCEITOSPREPARO BIOMECÂNICO: CONCEITOS
  85. 85. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória PARADIGMA DO PREPARO BIOMECÂNICOPARADIGMA DO PREPARO BIOMECÂNICO PÉCORA; CAPELLI., 2006
  86. 86. Prof. Marco A. Versiani, D.D.S., M.Sc. Conceitos Avançados em Instrumentação Rotatória

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