Grupos de palavras silábas complexas

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  • 1. O MISTÉRIO DA LUA Sônia Junqueira Um dia, a Lua apareceu no céu, magrinha e fininha. As crianças da cidade começaram a perguntar: - O que foi que aconteceu? Disse o Raul: - Foi o vento que arrancou um pedaço dela. Pedro falou: - Nada disso. Ela cresceu ao contrário! Todo mundo tinha um palpite para dar! O Zé Rodolfo dizia: - Eu acho que isso é feitiço de bruxa com sua vassoura ou do mago com sua tesoura! A Cristina perguntou: - Será que a Lua está triste? Ela está tão cheinha, gorducha, redonda mesmo! Será que pobre coitada emagreceu de tristeza? 1º GRUPO DE PALAVRAS ( R intercalado ) craque equilibrista desempregado agricultura inscrição desabrochar vidraceiro engrossar microfone brócolis madrugada assoprar crocodilo trânsito pedregulho frio refrescar termômetro Cristina trêmulo apresentar autódromo velódromo livreiro vitrola Pedro O MISTÉRIO DA LUA Sônia Junqueira Um dia, a Lua apareceu no céu, magrinha e fininha. As crianças da cidade começaram a perguntar: - O que foi que aconteceu? Disse o Raul: - Foi o vento que arrancou um pedaço dela. Pedro falou: - Nada disso. Ela cresceu ao contrário! Todo mundo tinha um palpite para dar! O Zé Rodolfo dizia: - Eu acho que isso é feitiço de bruxa com sua vassoura ou do mago com sua tesoura! A Cristina perguntou: - Será que a Lua está triste? Ela está tão cheinha, gorducha, redonda mesmo! Será que pobre coitada emagreceu de tristeza? 1º GRUPO DE PALAVRAS ( R intercalado ) craque equilibrista desempregado agricultura inscrição desabrochar vidraceiro engrossar microfone brócolis madrugada assoprar crocodilo trânsito pedregulho frio refrescar termômetro Cristina trêmulo apresentar autódromo velódromo livreiro vitrola Pedro Maravilhosas glicínias Flores de toda espécie E até pequenas plantas Começam a dançar, Com a ajuda da brisa Que não pára de soprar! Que reunião animada! Todo mundo canta e dança, Alegrando a madrugada.
  • 2. DOIS REPÓRTERES SEM IGUAL Lizette Geny Rando Milonga é uma ágil e esperta andorinha. Dá vôos rasantes, faz piruetas, escreve com rapidez, até de ponta- cabeça. O caracol Bernal é um fotógrafo audaz! Com sua máquina automática último tipo, tira fotos sensacionais: arrojadas, engraçadas, até aeroespaciais. Um dia, Milonga e Bernal se encontram e resolvem trabalhar juntos, como repórteres, na Folha da Bicharada, o jornal da capital. Logo conseguem o impossível: entrevistar o famoso Pardal, um autor tão malcriado! Não queria ser entrevistado. E ainda saem de lá com um autógrafo na mão, um furo pra edição. A partir de então, fazem reportagens com monstros perigosos, tiram fotos fenomenais, entrevistam até fantasmas em casas mal-assombradas, não é demais? “Se alguma coisa é difícil ou é incrível, tenha certeza: lá estarão Milonga e Bernal, repórteres de fama internacional.” 2º GRUPO DE PALAVRAS (al- el – il – ol - ul - ) calçada Walter bimestral calmo álcool folgado painel Salvador escultor sol algazarra Sinval alcateia malvado calção aldeia pastel almoço Vilmar automóvel alfabeto mundial último alfaiate útil pincel futebol selva Brasil soldado DOIS REPÓRTERES SEM IGUAL Lizette Geny Rando Milonga é uma ágil e esperta andorinha. Dá vôos rasantes, faz piruetas, escreve com rapidez, até de ponta- cabeça. O caracol Bernal é um fotógrafo audaz! Com sua máquina automática último tipo, tira fotos sensacionais: arrojadas, engraçadas, até aeroespaciais. Um dia, Milonga e Bernal se encontram e resolvem trabalhar juntos, como repórteres, na Folha da Bicharada, o jornal da capital. Logo conseguem o impossível: entrevistar o famoso Pardal, um autor tão malcriado! Não queria ser entrevistado. E ainda saem de lá com um autógrafo na mão, um furo pra edição. A partir de então, fazem reportagens com monstros perigosos, tiram fotos fenomenais, entrevistam até fantasmas em casas mal-assombradas, não é demais? “Se alguma coisa é difícil ou é incrível, tenha certeza: lá estarão Milonga e Bernal, repórteres de fama internacional.” 2º GRUPO DE PALAVRAS (al- el – il – ol - ul - ) calçada Walter bimestral calmo álcool folgado painel Salvador escultor sol algazarra Sinval alcateia malvado calção aldeia pastel almoço Vilmar automóvel alfabeto mundial último alfaiate útil pincel futebol selva Brasil soldado
  • 3. Festa na mata Lizette Geny Rando A lua alumia a reunião da bicharada, Tigroso toca clarinete Zebrilda toca corneta, Flamingo toca trombone, Preguiça toca trombeta. Os grilos vão cricrilando, Beija-flores seguem cantando E no meio de tanta harmonia Só se encontra alegria. 3º GRUPO DE PALAVRAS (consoante + l ) chiclete planalto pluvial floricultura clinica plantação nublado inflamação inclinado aplaudido blindado ciclovia contemplar público caboclo complicado globo atlas multiplicação Claudia Gláucia diploma flecha biblioteca florir Flávia iglu Festa na mata Lizette Geny Rando A lua alumia a reunião da bicharada, Tigroso toca clarinete Zebrilda toca corneta, Flamingo toca trombone, Preguiça toca trombeta. Os grilos vão cricrilando, Beija-flores seguem cantando E no meio de tanta harmonia Só se encontra alegria. 3º GRUPO DE PALAVRAS (consoante + l ) chiclete planalto pluvial floricultura clinica plantação nublado inflamação inclinado aplaudido blindado ciclovia contemplar público caboclo complicado globo atlas multiplicação Claudia Gláucia diploma flecha biblioteca florir Flávia iglu Maravilhosas glicínias Flores de toda espécie E até pequenas plantas Começam a dançar, Com a ajuda da brisa Que não pára de soprar! Que reunião animada! Todo mundo canta e dança, Alegrando a madrugada. Maravilhosas glicínias Flores de toda espécie E até pequenas plantas Começam a dançar, Com a ajuda da brisa Que não pára de soprar! Que reunião animada! Todo mundo canta e dança, Alegrando a madrugada.
  • 4. Pinguinho Lyzette Geny Rando Pinguinho pingou algumas tintas no papel. Pingou: marrom cor de bombom, vermelho cor de batom, alaranjado, acinzentado, tudo, tudo misturado. Pinguinho pingou colorindo: um pinguim tocando tamborim, desembestado em cima de um patim; um pernilongo emperiquitado, dançando lambada com um fantasma; uma anta com um skate no pé, namorando um chimpanzé. Pingou colorindo: o sol encasacado, navegando num barco à vela, todo afobado; a lua de maiô estampado, surfando sorridente com uma estrela cadente; um cometa reluzente com um olho e um dente. Pinguinho subiu no cometa, pôs-se a voar. Foi pintar noutro lugar! 4º GRUPO DE PALAVRAS ( uso do m e n ) rocambole empoeirar fantasia ordem assombração impaciente indeciso mirim bumbo imperfeito fantasia capim tambor tempo anta patim ombro tempero gente jardim samba empada laranja jovem lombo ímpar banco álbum embrulho campo onda pudim sombra vampiro gente jasmim Pinguinho Lyzette Geny Rando Pinguinho pingou algumas tintas no papel. Pingou: marrom cor de bombom, vermelho cor de batom, alaranjado, acinzentado, tudo, tudo misturado. Pinguinho pingou colorindo: um pinguim tocando tamborim, desembestado em cima de um patim; um pernilongo emperiquitado, dançando lambada com um fantasma; uma anta com um skate no pé, namorando um chimpanzé. Pingou colorindo: o sol encasacado, navegando num barco à vela, todo afobado; a lua de maiô estampado, surfando sorridente com uma estrela cadente; um cometa reluzente com um olho e um dente. Pinguinho subiu no cometa, pôs-se a voar. Foi pintar noutro lugar! 4º GRUPO DE PALAVRAS ( uso do m e n ) rocambole empoeirar fantasia ordem assombração impaciente indeciso mirim bumbo imperfeito fantasia capim tambor tempo anta patim ombro tempero gente jardim samba empada laranja jovem lombo ímpar banco álbum embrulho campo onda pudim sombra vampiro gente jasmim
  • 5. Caíque Caíque é um menino educado e muito quieto que entrou para o meu colégio no inicio desse ano. Todos riam dele e o chamavam de esquisito e maluco! Na hora do recreio, ele costumava ficar sentado no banco de concreto do pátio, desenhando tranquilamente cardumes e conchas, enquanto os outros garotos corriam feito loucos. Um dia, o professor Joaquim resolveu dividir a classe em equipes para uma conversa sobre a natureza. Foi aí que aconteceu a grande surpresa... Caíque começou a falar sobre focas e pinguins; sobre a organização dos formigueiros; sobre o arco-íris e outras maravilhas. Nesse momento, todos nós percebemos que Caíque tinha coisas lindas guardadas dentro dele. A partir daí ninguém mais “pegou no pé” dele e todos passaram a gostar de Caíque do jeitinho que ele é. 5º GRUPO DE PALAVRAS ( palavras com q e g ) aquário esquecimento pesquisa esquerdo esquadrilha quiosque quando orquestra quinhentos choque aquarela quarteirão guaraná qualidade quatrocentos guardanapo quadrinho aquático igualdade língua régua água égua quarto Caíque Caíque é um menino educado e muito quieto que entrou para o meu colégio no inicio desse ano. Todos riam dele e o chamavam de esquisito e maluco! Na hora do recreio, ele costumava ficar sentado no banco de concreto do pátio, desenhando tranquilamente cardumes e conchas, enquanto os outros garotos corriam feito loucos. Um dia, o professor Joaquim resolveu dividir a classe em equipes para uma conversa sobre a natureza. Foi aí que aconteceu a grande surpresa... Caíque começou a falar sobre focas e pinguins; sobre a organização dos formigueiros; sobre o arco-íris e outras maravilhas. Nesse momento, todos nós percebemos que Caíque tinha coisas lindas guardadas dentro dele. A partir daí ninguém mais “pegou no pé” dele e todos passaram a gostar de Caíque do jeitinho que ele é. 5º GRUPO DE PALAVRAS ( palavras com q e g ) aquário esquecimento pesquisa esquerdo esquadrilha quiosque quando orquestra quinhentos choque aquarela quarteirão guaraná qualidade quatrocentos guardanapo quadrinho aquático igualdade língua régua água égua quarto
  • 6. DOCE DESPERTAR Lizette Geny Rando A terra macia é o berço que embala e abraça as pequenas sementes, que aos poucos vão se rompendo, deixando aparecer vários caules crescendo. Lentamente os caules se encompridam, enfeitando a natureza num espetáculo de excepcional beleza. Um botão maior começa a se abrir devagarzinho, enquanto seus irmãos menores, e até mesmo o caçulinha, ainda continuam dormindo. E a flor vai abrindo, pétala por pétala, cheia de graça, no jardim da praça. Até que nasce, finalmente, o primeiro girassol, que agora gira, docemente, acompanhando a luz do sol. 6º GRUPO DE PALAVRAS (palavras com ce- ci – ç) ÇA ÇO ÇU ALCANÇAR CALÇADO EMBARAÇADO MUDANÇA PIRRAÇA ALMOÇO CADARÇO ENDEREÇO REFORÇO TRAÇO AÇUCAREIRO AÇUCENA AÇUCARAR AÇUDE DOÇURA ÇÃO CE CI ANIMAÇÃO DESCRIÇÃO DIREÇÃO PRESTAÇÃO TRANSFORMAÇÃO CERTEZA ALCANCE NECESSÁRIO OCEANO RECEIO CORRESPONDÊNCIA DICIONÁRIO INICIAL NACIONAL PACIENTE DOCE DESPERTAR Lizette Geny Rando A terra macia é o berço que embala e abraça as pequenas sementes, que aos poucos vão se rompendo, deixando aparecer vários caules crescendo. Lentamente os caules se encompridam, enfeitando a natureza num espetáculo de excepcional beleza. Um botão maior começa a se abrir devagarzinho, enquanto seus irmãos menores, e até mesmo o caçulinha, ainda continuam dormindo. E a flor vai abrindo, pétala por pétala, cheia de graça, no jardim da praça. Até que nasce, finalmente, o primeiro girassol, que agora gira, docemente, acompanhando a luz do sol. 6º GRUPO DE PALAVRAS (palavras com ce- ci – ç) ÇA ÇO ÇU ALCANÇAR CALÇADO EMBARAÇADO MUDANÇA PIRRAÇA ALMOÇO CADARÇO ENDEREÇO REFORÇO TRAÇO AÇUCAREIRO AÇUCENA AÇUCARAR AÇUDE DOÇURA ÇÃO CE CI ANIMAÇÃO DESCRIÇÃO DIREÇÃO PRESTAÇÃO TRANSFORMAÇÃO CERTEZA ALCANCE NECESSÁRIO OCEANO RECEIO CORRESPONDÊNCIA DICIONÁRIO INICIAL NACIONAL PACIENTE
  • 7. FIQUEI PENSANDO.... Lizette Geny Rando Fiquei pensando nas coisas lindas que existem: as flores desabrochando, a formosura de um roseiral, um crisântemo viçoso balançando ao vento no meu quintal, as estrelinhas piscando sem parar, o sol, a lua, os pássaros, os peixes no mar. Fiquei pensando nas coisas que eu gosto de ver: um riacho correndo numa grande viagem, uma cachoeira enfeitando a paisagem. Fiquei pensando nas coisas que eu gosto de fazer: brincar de barquinho no mar, desembrulhar presente, jogar bola, correr. Fiquei pensando nas coisas que eu gostaria que existissem: um gênio invisível, um esconderijo com maravilhosos tesouros, um castelo misterioso, uma fonte encantada num lugar montanhoso. Ah! Tem mais coisas em que eu não paro de pensar: no cheiro bom de um docinho, no sabor de um chocolate, no friozinho de um sorvete bem gelado, no aroma de um bolo quentinho. Há tantas coisas deliciosas que eu adoro comer! Será que você pensou que dessas gostosuras eu fosse me esquecer? 7º GRUPO DE PALAVRAS ( s entre vogais- som de z) desajeitada sobremesa esquisito fantasia espaçosa parafuso análise paraíso estudiosa ausente visita resolver ousadia lapiseira casulo atencioso pesadelo depósito curioso pesquisa intruso divisão japonesa formoso miséria silencioso vaidoso delicioso FIQUEI PENSANDO.... Lizette Geny Rando Fiquei pensando nas coisas lindas que existem: as flores desabrochando, a formosura de um roseiral, um crisântemo viçoso balançando ao vento no meu quintal, as estrelinhas piscando sem parar, o sol, a lua, os pássaros, os peixes no mar. Fiquei pensando nas coisas que eu gosto de ver: um riacho correndo numa grande viagem, uma cachoeira enfeitando a paisagem. Fiquei pensando nas coisas que eu gosto de fazer: brincar de barquinho no mar, desembrulhar presente, jogar bola, correr. Fiquei pensando nas coisas que eu gostaria que existissem: um gênio invisível, um esconderijo com maravilhosos tesouros, um castelo misterioso, uma fonte encantada num lugar montanhoso. Ah! Tem mais coisas em que eu não paro de pensar: no cheiro bom de um docinho, no sabor de um chocolate, no friozinho de um sorvete bem gelado, no aroma de um bolo quentinho. Há tantas coisas deliciosas que eu adoro comer! Será que você pensou que dessas gostosuras eu fosse me esquecer? 7º GRUPO DE PALAVRAS ( s entre vogais- som de z) desajeitada sobremesa esquisito fantasia espaçosa parafuso análise paraíso estudiosa ausente visita resolver ousadia lapiseira casulo atencioso pesadelo depósito curioso pesquisa intruso divisão japonesa formoso miséria silencioso vaidoso delicioso
  • 8. AH! QUE LINDA MANHÃ! Luis Otávio D. Rando Bom dia, sol dourado! Desça a colina para nos aquecer e iluminar. Bom dia, nascente cristalina! Corra fresquinha para nossa sede matar. Olá, amigos canarinhos: vejo que seus filhotes já estão crescidinhos... Tanto cresceram esses danadinho, que mais um pouco não cabem no ninho. Castorzinho, desceu cedo para um mergulho no rio? Pois o marreco esperto já chegou na sua frente. Nada todo sorridente, a caminho da nascente. Ah! Como é fascinante amanhecer neste paraíso! Sentir a vida perfumada e colorida, poder dar sombra, frutos e abrigo a todos os filhos da natureza amiga 8º GRUPO DE PALAVRAS ( sc – sç) sc- antes de e-i sç- antes de a-o-u nascer piscina floresçam nascimento fascículo desçamos decrescente acrescentar desço crescente discípulo cresço seiscentos nascido nasço florescer indisciplina renasça consciência adolescente floresça AH! QUE LINDA MANHÃ! Luis Otávio D. Rando Bom dia, sol dourado! Desça a colina para nos aquecer e iluminar. Bom dia, nascente cristalina! Corra fresquinha para nossa sede matar. Olá, amigos canarinhos: vejo que seus filhotes já estão crescidinhos... Tanto cresceram esses danadinho, que mais um pouco não cabem no ninho. Castorzinho, desceu cedo para um mergulho no rio? Pois o marreco esperto já chegou na sua frente. Nada todo sorridente, a caminho da nascente. Ah! Como é fascinante amanhecer neste paraíso! Sentir a vida perfumada e colorida, poder dar sombra, frutos e abrigo a todos os filhos da natureza amiga 8º GRUPO DE PALAVRAS ( sc – sç) sc- antes de e-i sç- antes de a-o-u nascer piscina floresçam nascimento fascículo desçamos decrescente acrescentar desço crescente discípulo cresço seiscentos nascido nasço florescer indisciplina renasça consciência adolescente floresça
  • 9. CINDERELA DE NOSSOS DIAS Lizette Geny Rando Enquanto vai limpando o exaustor, muito enfezada, Cinderela reclama: - Puxa! Queria tanto ter ido ao baile daquele príncipe lindo! Só as horrorosas de minhas primas é que foram. Aquelas exibidas! Nesse momento lha aparece, de sopetão, uma “coroa” de calça azul desbotada, de tênis e mascando chicletes! - “Ô meu!” Quem é você? – diz Cinderela, assustada. - Calma! Sou a sua fada madrinha. Vim lhe ajudar e é pra já! Uma ratazana vira uma moto lindona e Cinderela apareceu vestida de minissaia, camiseta cinza e sapatilha. Fica chocante! - Vá, mas quando seu relógio digital tocar doze vezes, “se manda” que o encanto vai desaparecer. E preste muita atenção porque estamos no horário de verão. E lá foi Cinderela pilotando a sua moto incrementada. 9º GRUPO DE PALAVRAS ( palavras com z) azaleia bronzeador granizo azar gentileza juízo tornozelo zíper vizinhança proeza conduzir dezoito zurro franzino desprezo razão prazo azulão delicadeza vizinho dezesseis esperteza vozeirão ranzinza CINDERELA DE NOSSOS DIAS Lizette Geny Rando Enquanto vai limpando o exaustor, muito enfezada, Cinderela reclama: - Puxa! Queria tanto ter ido ao baile daquele príncipe lindo! Só as horrorosas de minhas primas é que foram. Aquelas exibidas! Nesse momento lha aparece, de sopetão, uma “coroa” de calça azul desbotada, de tênis e mascando chicletes! - “Ô meu!” Quem é você? – diz Cinderela, assustada. - Calma! Sou a sua fada madrinha. Vim lhe ajudar e é pra já! Uma ratazana vira uma moto lindona e Cinderela apareceu vestida de minissaia, camiseta cinza e sapatilha. Fica chocante! - Vá, mas quando seu relógio digital tocar doze vezes, “se manda” que o encanto vai desaparecer. E preste muita atenção porque estamos no horário de verão. E lá foi Cinderela pilotando a sua moto incrementada. 9º GRUPO DE PALAVRAS ( palavras com z) azaleia bronzeador granizo azar gentileza juízo tornozelo zíper vizinhança proeza conduzir dezoito zurro franzino desprezo razão prazo azulão delicadeza vizinho dezesseis esperteza vozeirão ranzinza
  • 10. O SONHO DA VACA Sônia Junqueira A vaca estava cansada e deitou pra descansar. Ela dormiu bem depressa e começou a sonhar. No sonho tinha uma linha comprida, solta no ar. A vaca subiu na linha. De repente ela teve uma vontade de dançar! (...) Aí o sonho mudou. A vaca rodopiava em cima de uma montanha branquinha que nem farinha. Depois ela tomou banho numa banheira bem grande, todinha cheia de vinho. A vaca ficou tontinha! E saiu cambaleando. (...) O sonho mudou de novo. A vaca dançava samba com um belo marinheiro. De repente o marinheiro diminuiu de tamanho. Ficou pequeno, encolheu, e foi sumindo...sumiu! E a vaca? Ficou sozinha! Dançando e rodopiando, dependurada na linha. (...) O sonho da vaca – Coleção Estrelinha 10º GRUPO DE PALAVRAS (nh) acanhado sonhador devagarinho punho vergonha engenho acompanhado nenhum amanhã focinho conhecimento arranhão desdenha pinheiro manhoso canhão estranha grunhido mansinho Maranhão senha canhoto senhorita pinhão O SONHO DA VACA Sônia Junqueira A vaca estava cansada e deitou pra descansar. Ela dormiu bem depressa e começou a sonhar. No sonho tinha uma linha comprida, solta no ar. A vaca subiu na linha. De repente ela teve uma vontade de dançar! (...) Aí o sonho mudou. A vaca rodopiava em cima de uma montanha branquinha que nem farinha. Depois ela tomou banho numa banheira bem grande, todinha cheia de vinho. A vaca ficou tontinha! E saiu cambaleando. (...) O sonho mudou de novo. A vaca dançava samba com um belo marinheiro. De repente o marinheiro diminuiu de tamanho. Ficou pequeno, encolheu, e foi sumindo...sumiu! E a vaca? Ficou sozinha! Dançando e rodopiando, dependurada na linha. (...) O sonho da vaca – Coleção Estrelinha 10º GRUPO DE PALAVRAS (nh) acanhado sonhador devagarinho punho vergonha engenho acompanhado nenhum amanhã focinho conhecimento arranhão desdenha pinheiro manhoso canhão estranha grunhido mansinho Maranhão senha canhoto senhorita pinhão
  • 11. FELICIDADE Lupicínio Rodrigues Felicidade foi-se embora e a saudade no meu peito ainda mora. E é por isso que eu gosto lá de fora. Porque sei que a falsidade não vigora. A minha casa fica lá detrás do mundo onde eu vou em um segundo quando começo a pensar. O pensamento parece uma coisa à-toa mas como é que a gente voa quando começa a pensar? Felicidade foi-se embora e a saudade no meu peito ainda mora. 11º GRUPO DE PALAVRAS s inicial ss s depois de consoante sanduíche semelhante sensível sentimento simpático sistema sorteio sucesso suficiente sugestão depressa desnecessário asseio ganhasse belíssima avesso excesso progresso assumir impressão aniversário balsa pulseira consultório insípido descanso consumidor ensurdecer diversão observar FELICIDADE Lupicínio Rodrigues Felicidade foi-se embora e a saudade no meu peito ainda mora. E é por isso que eu gosto lá de fora. Porque sei que a falsidade não vigora. A minha casa fica lá detrás do mundo onde eu vou em um segundo quando começo a pensar. O pensamento parece uma coisa à-toa mas como é que a gente voa quando começa a pensar? Felicidade foi-se embora e a saudade no meu peito ainda mora. 11º GRUPO DE PALAVRAS s inicial ss s depois de consoante sanduíche semelhante sensível sentimento simpático sistema sorteio sucesso suficiente sugestão depressa desnecessário asseio ganhasse belíssima avesso excesso progresso assumir impressão aniversário balsa pulseira consultório insípido descanso consumidor ensurdecer diversão observar
  • 12. OS SONS DO X Lizette Geny Rando (Melodia de “ A barata diz que tem”) A letra x diz que tem quatro sons de arrepiar. É verdade? É mentira? Vamos ver e comprovar! Essa letra diz que tem som de s! Som de s! Que está em explica, em extenso e aproximar. Quem consegue adivinhar qual o som que o x tem em exame, exagerar – quem já sabe vai cantar: 12º GRUPO DE PALAVRAS OS SONS DO X Lizette Geny Rando (Melodia de “ A barata diz que tem”) A letra x diz que tem quatro sons de arrepiar. É verdade? É mentira? Vamos ver e comprovar! Essa letra diz que tem som de s! Som de s! Que está em explica, em extenso e aproximar. Quem consegue adivinhar qual o som que o x tem em exame, exagerar – quem já sabe vai cantar: 12º GRUPO DE PALAVRAS X SOM S X SOM CH X SOM CS X SOM Z máximo trouxe auxiliar aproximar texto extintor extinção extrato Alexandre desleixada xará encaixe remexer xodó apaixonado encaixotar anexar tórax Rex boxe intoxicar oxigênio táxi tóxico exaltado exagerado exaustão exaustor exatidão executar exercitar exigir Quando tem som de cs o x é mesmo engraçado! Leia fixo, maxilar mas não vá se atrapalhar! Uma letra tão versátil como o x não há igual! Pois em roxo e abaixar tem som de ch! O x é mesmo danado, é dando pra valer! Variando os seus sons tenta enganar você! Quando tem som de cs o x é mesmo engraçado! Leia fixo, maxilar mas não vá se atrapalhar! Uma letra tão versátil como o x não há igual! Pois em roxo e abaixar tem som de ch! O x é mesmo danado, é dando pra valer! Variando os seus sons tenta enganar você!
  • 13. MEU AMIGO MEXICANO Yanê Carvalho Meu amigo Pancho é mexicano. Outro dia, convidou- me para tomar um lanche em sua casa. Como ele mora em uma chácara longe da cidade, tivemos que tomar um táxi pra chegar até lá. Dona Conchita, sua mãe, baixinha e de bochechas rosadas, nos recebeu sorridente, esfregando as mãos em um avental xadrez. Por causa do frio que fazia, ele me fez vestir um poncho colorido. Nunca tomei um lanche assim! Tinha ovos mexidos, croquetes de peixe, pastéis com recheio de mexilhão e um chá bem quente e cheiroso. À tarde, quando o sol já ia baixando, papai veio me buscar. Foi uma experiência maravilhosa conhecer um pouco dos costumes do México. Agora quero ver se encontro um amigo chinês! 13º GRUPO DE PALAVRAS (ch) esculachado boliche cachorrada encharcada chimarrão chocante arrochar chifre lanchonete desabrochar chinesinho desfecho charme caprichoso chocalhar piche chiadeira churrasco enchente superchique chuveiro MEU AMIGO MEXICANO Yanê Carvalho Meu amigo Pancho é mexicano. Outro dia, convidou- me para tomar um lanche em sua casa. Como ele mora em uma chácara longe da cidade, tivemos que tomar um táxi pra chegar até lá. Dona Conchita, sua mãe, baixinha e de bochechas rosadas, nos recebeu sorridente, esfregando as mãos em um avental xadrez. Por causa do frio que fazia, ele me fez vestir um poncho colorido. Nunca tomei um lanche assim! Tinha ovos mexidos, croquetes de peixe, pastéis com recheio de mexilhão e um chá bem quente e cheiroso. À tarde, quando o sol já ia baixando, papai veio me buscar. Foi uma experiência maravilhosa conhecer um pouco dos costumes do México. Agora quero ver se encontro um amigo chinês! 13º GRUPO DE PALAVRAS (ch) esculachado boliche cachorrada encharcada chimarrão chocante arrochar chifre lanchonete desabrochar chinesinho desfecho charme caprichoso chocalhar piche chiadeira churrasco enchente superchique chuveiro X SOM S X SOM CH X SOM CS X SOM Z máximo trouxe auxiliar aproximar texto extintor extinção extrato Alexandre desleixada xará encaixe remexer xodó apaixonado encaixotar anexar tórax Rex boxe intoxicar oxigênio táxi tóxico exaltado exagerado exaustão exaustor exatidão executar exercitar exigir
  • 14. QUE MEDO! Renata Buonocorso ( 9 anos) Hoje à noite, meus pais foram ao cinema assistir o filme Jeremias, o brejeiro. Acho que vão divertir muito, pois é um filme de grande projeção. Um sucessão! Estou sozinha em casa. A noite está gelada. Tiro a jaqueta e a blusa de jérsei coloco meu pijama e vou me ajeitando no sofá para ver televisão. Alguém grita! Gelo! O que foi isso? E é aí que vejo os gêmeos brigando na novela. Ufa! Vou à cozinha pegar uma tangerina. Não tem. Pego então bolacha com geléia e canjica. Ouço um barulhão. Jogo tudo pra cima e faço aquela sujeirada. Congelo por dentro e por fora. Vou tremendo até a sala e vejo que é apenas o gato que derrubou o vaso. Limpo a sujeira e subo para ler o livro O pajé. De repente ouço passos na sala. Uns não... vários! Desço tentando ter coragem. A luz acende sozinha e quase caio para trás. Meus pais e meus amigos cantam “Parabéns a você.” É aí que me lembro que faço aniversário no dia seguinte. Que surpresa! Afinal, eu tenho ou não tenho que aproveitar a festa? 14º GRUPO DE PALAVRAS ( g/j ) QUE MEDO! Renata Buonocorso ( 9 anos) Hoje à noite, meus pais foram ao cinema assistir o filme Jeremias, o brejeiro. Acho que vão divertir muito, pois é um filme de grande projeção. Um sucessão! Estou sozinha em casa. A noite está gelada. Tiro a jaqueta e a blusa de jérsei coloco meu pijama e vou me ajeitando no sofá para ver televisão. Alguém grita! Gelo! O que foi isso? E é aí que vejo os gêmeos brigando na novela. Ufa! Vou à cozinha pegar uma tangerina. Não tem. Pego então bolacha com geléia e canjica. Ouço um barulhão. Jogo tudo pra cima e faço aquela sujeirada. Congelo por dentro e por fora. Vou tremendo até a sala e vejo que é apenas o gato que derrubou o vaso. Limpo a sujeira e subo para ler o livro O pajé. De repente ouço passos na sala. Uns não... vários! Desço tentando ter coragem. A luz acende sozinha e quase caio para trás. Meus pais e meus amigos cantam “Parabéns a você.” É aí que me lembro que faço aniversário no dia seguinte. Que surpresa! Afinal, eu tenho ou não tenho que aproveitar a festa? 14º GRUPO DE PALAVRAS ( g/j ) PALAVRAS COM G PALAVRAS COM J estrangeiro agir exagero contágio Geraldo elogio gesto pedágio inteligência surgir personagem Gilmar sugestão vestígio jeitoso objeto jegue Janaína jejum projetor granjeiro trajeto Jeremias Jessica majestade projétil manjericão sujinho
  • 15. DISCO VOADOR? AHHHH Lizette Geny Rando - Socooooorro!! Eu vi! Eu vi uns discos voadores! – grita desvairada, a iguana. - Eu vi! Não estou pirado! São seres de outras galáxias! – berra o guaxinim. – Ai de mim! Os discos piscam que piscam e voam rapidamente, em ziquezague, pra tudo o que é lado. E todos vão acordando, assustados. O canguru foge pulando e quase esmaga a lagartixa, que está correndo pra se esconder numa nogueira e quase acaba atropelada, novamente, por um sagui que corre pra uma mangueira. O jegue dá uma trombada no jaguar e os dois caem desmaiados: um pra cá e outro pra lá. E os discos, mais que voadores, começam a se aproximar da Terra. Até que alguém começa a falar: - Gostaram da exibição? Não eram discos voadores, nem extraterrestres, nem nada! Eram os inventores vaga-lumes, contentes e suados, estreando, nessa noite, seu skates voadores motorizados. 15º grupo de palavras (gu) aguaceiro enxáguo guisado ensanguentado paraguai meiguice aguéi mantegueira desigual ninguém aguentar enguiçado águo pingue averiguar desmilinguido nogueira alguém jegue iguana jaguar guaxinim sagui ziguezague PALAVRAS COM G PALAVRAS COM J estrangeiro agir exagero contágio Geraldo elogio gesto pedágio inteligência surgir personagem Gilmar sugestão vestígio jeitoso objeto jegue Janaína jejum projetor granjeiro trajeto Jeremias Jessica majestade projétil manjericão sujinho
  • 16. DISCO VOADOR? AHHHH Lizette Geny Rando - Socooooorro!! Eu vi! Eu vi uns discos voadores! – grita desvairada, a iguana. - Eu vi! Não estou pirado! São seres de outras galáxias! – berra o guaxinim. – Ai de mim! Os discos piscam que piscam e voam rapidamente, em ziquezague, pra tudo o que é lado. E todos vão acordando, assustados. O canguru foge pulando e quase esmaga a lagartixa, que está correndo pra se esconder numa nogueira e quase acaba atropelada, novamente, por um sagui que corre pra uma mangueira. O jegue dá uma trombada no jaguar e os dois caem desmaiados: um pra cá e outro pra lá. E os discos, mais que voadores, começam a se aproximar da Terra. Até que alguém começa a falar: - Gostaram da exibição? Não eram discos voadores, nem extraterrestres, nem nada! Eram os inventores vaga-lumes, contentes e suados, estreando, nessa noite, seu skates voadores motorizados. 15º grupo de palavras (gu) aguaceiro enxáguo guisado ensanguentado paraguai meiguice aguéi mantegueira desigual ninguém aguentar enguiçado águo pingue averiguar desmilinguido nogueira alguém jegue iguana jaguar guaxinim sagui ziguezague O BURACO DO TATU Sérgio Caparelli O tatu cava um buraco com as garras muito fortes. Quando quer se refrescar, já está no Pólo Norte. O tatu cava um buraco, um buraco muito fundo Quando sai pra descansar, já está no fim do mundo. O tatu cava um buraco e some dentro do chão. Quando sai pra respirar, já está lá no Japão. O tatu cava um buraco, perde o fôlego, geme e sua. Quando quer voltar atrás, leva um susto, está na lua. 16º GRUPO DE PALAVRAS ( vogal + s) áspero despensa ananás Cássia arrastar dispensa atlas retrós castor arisco freguês costas Astolfo encostado chinês duzentos costa descabelado francês trezentos músculo quatrocentos justiça seiscentos três deslumbrado descanso Sebastião
  • 17. O BURACO DO TATU Sérgio Caparelli O tatu cava um buraco com as garras muito fortes. Quando quer se refrescar, já está no Pólo Norte. O tatu cava um buraco, um buraco muito fundo Quando sai pra descansar, já está no fim do mundo. O tatu cava um buraco e some dentro do chão. Quando sai pra respirar, já está lá no Japão. O tatu cava um buraco, perde o fôlego, geme e sua. Quando quer voltar atrás, leva um susto, está na lua. 16º GRUPO DE PALAVRAS ( vogal + s) áspero despensa ananás Cássia arrastar dispensa atlas retrós castor arisco freguês costas Astolfo encostado chinês duzentos costa descabelado francês trezentos músculo quatrocentos justiça seiscentos três deslumbrado descanso Sebastião INVENÇÕES DE HELENA Lizette Geny Rando Ainda está chovendo! Helena pega o guarda-chuva para ir ao hipermercado com sua mãe, comprar pão e hambúrguer. Quando ela vai saindo, Hamilton e dona Hilda olham para a menina espantados. - Que horror! Seu guarda-chuva está todo esburacado! – dizem os dois ao mesmo tempo. - Não estão vendo o meu invento? – retruca Helena, bem-humorada. – Já vim que nenhum dos dois adivinhou. Este é o meu guarda-chupa de ver quando a chuva acabou! 17º GRUPO DE PALAVRAS ( h ) habitante Hércules holandês humorista horticultor Heitor hábil história harpa heroína Hugo heroísmo helicóptero higiene hospital humor habitável hidroavião homem hipódromo hábito herdeiro herói hera hidratação hortênsia horror hospício
  • 18. INVENÇÕES DE HELENA Lizette Geny Rando Ainda está chovendo! Helena pega o guarda-chuva para ir ao hipermercado com sua mãe, comprar pão e hambúrguer. Quando ela vai saindo, Hamilton e dona Hilda olham para a menina espantados. - Que horror! Seu guarda-chuva está todo esburacado! – dizem os dois ao mesmo tempo. - Não estão vendo o meu invento? – retruca Helena, bem-humorada. – Já vim que nenhum dos dois adivinhou. Este é o meu guarda-chupa de ver quando a chuva acabou! 17º GRUPO DE PALAVRAS ( h ) habitante Hércules holandês humorista horticultor Heitor hábil história harpa heroína Hugo heroísmo helicóptero higiene hospital humor habitável hidroavião homem hipódromo hábito herdeiro herói hera hidratação hortênsia horror hospício A GULODICE DE TIÃO SONIA A. SILVA Tião, o jacaré comilão, vivia fazendo armações para roubar as tortas de maçã de dona Conceição. Um belo dia, Tião estava na maior aflição. Seu estômago doía de fome e ele precisava de um plano de ação para roubar uma torta. Ele pensou, pensou e tomou uma decisão. Foi devagarinho, se arrastando pela vegetação, pulou a janela, se aproximou do fogão e... que maravilhosa visão! Aquela torta ali, quentinha! Mais que depressa, com medo de ser apanhado, enfiou a torta inteirinha na boca. Mas... que decepção! Que gosto horrível! Pois não é que dona Conceição, que não era boba nada, prevendo sua “visita”, tinha trocado o recheio de maçã por pasta de sabão? Tião, que já tinha engolido a torta, começou a tossir, tossir... até cair no chão. Sabem o que ele cuspiu? Bolinhas de sabão! 18º GRUPO DE PALAVRAS ( ão - ã ) admiração constelação grão anã atenção permissão divisão campeã canção educação poluição cidadã coleção erosão questão ímã combinação estação reação rolimã composição explicação sensação união comunicação expressão maracanã rã
  • 19. A GULODICE DE TIÃO SONIA A. SILVA Tião, o jacaré comilão, vivia fazendo armações para roubar as tortas de maçã de dona Conceição. Um belo dia, Tião estava na maior aflição. Seu estômago doía de fome e ele precisava de um plano de ação para roubar uma torta. Ele pensou, pensou e tomou uma decisão. Foi devagarinho, se arrastando pela vegetação, pulou a janela, se aproximou do fogão e... que maravilhosa visão! Aquela torta ali, quentinha! Mais que depressa, com medo de ser apanhado, enfiou a torta inteirinha na boca. Mas... que decepção! Que gosto horrível! Pois não é que dona Conceição, que não era boba nada, prevendo sua “visita”, tinha trocado o recheio de maçã por pasta de sabão? Tião, que já tinha engolido a torta, começou a tossir, tossir... até cair no chão. Sabem o que ele cuspiu? Bolinhas de sabão! 18º GRUPO DE PALAVRAS ( ão - ã ) admiração constelação grão anã atenção permissão divisão campeã canção educação poluição cidadã coleção erosão questão ímã combinação estação reação rolimã composição explicação sensação união comunicação expressão maracanã rã UMA CASINHA DIFERENTE Lizette Geny Rando Magda vivia observando o arco-íris do alto de um eucalipto. Andar naquelas cores era o seu maior desejo. - Preciso consultar um psicólogo, isso é um absurdo. Está virando obsessão! – falava seu tio Edmundo. Mas não adiantava. Magda não parava de pensar: “Quando alcançarei meu objetivo?” Um dia, seus amigos resolveram ajudar. Confeccionaram uma cestinha de palha para ela poder viajar, pendurada no bico de um sabiá. E Magda, com convicção, saiu atrás de seu sonho... cheia de emoção. Não encontrando nenhum obstáculo pelo caminho, logo chegou no arco-íris. Seu coração batia forte. Ela foi subindo, devagarinho, na cor violeta e não percebeu que um pedaço dessa cor ficou preso em seu rabinho. Magda ficou muito tempo subindo e descendo, descendo e subindo em todas as cores. Até que resolveu terminar sua viagem. Quando virou para dar uma última olhada, ficou admirada: não é que as cores do arco-íris estavam grudadas em suas costas? Elas foram se enrolando, com o tempo endurecendo, com o tempo desbotando. É por isso que, hoje, a aventureira lesminha carrega em suas costas uma linda casinha. 19º GRUPO DE PALAVRAS (consoante muda ) adjetivo confecção intelectual optar adquirir excepcional obséquio pacto apto indignação obstruir rapto cápsula impacto tecnologia óbvio eucalipto psicólogo Magda ficção objeto cacto pneu advogado
  • 20. UMA CASINHA DIFERENTE Lizette Geny Rando Magda vivia observando o arco-íris do alto de um eucalipto. Andar naquelas cores era o seu maior desejo. - Preciso consultar um psicólogo, isso é um absurdo. Está virando obsessão! – falava seu tio Edmundo. Mas não adiantava. Magda não parava de pensar: “Quando alcançarei meu objetivo?” Um dia, seus amigos resolveram ajudar. Confeccionaram uma cestinha de palha para ela poder viajar, pendurada no bico de um sabiá. E Magda, com convicção, saiu atrás de seu sonho... cheia de emoção. Não encontrando nenhum obstáculo pelo caminho, logo chegou no arco-íris. Seu coração batia forte. Ela foi subindo, devagarinho, na cor violeta e não percebeu que um pedaço dessa cor ficou preso em seu rabinho. Magda ficou muito tempo subindo e descendo, descendo e subindo em todas as cores. Até que resolveu terminar sua viagem. Quando virou para dar uma última olhada, ficou admirada: não é que as cores do arco-íris estavam grudadas em suas costas? Elas foram se enrolando, com o tempo endurecendo, com o tempo desbotando. É por isso que, hoje, a aventureira lesminha carrega em suas costas uma linda casinha. 19º GRUPO DE PALAVRAS (consoante muda ) adjetivo confecção intelectual optar adquirir excepcional obséquio pacto apto indignação obstruir rapto cápsula impacto tecnologia óbvio eucalipto psicólogo Magda ficção objeto cacto pneu advogado BOLA VELHA TAMBÉM DÁ BOM JOGO Lizette Geny Rando Uma velha bola encostada, muito suja, abandonada, lembrava seus dias de glória nos jogos da meninada: “Ah! Como esses moleques já precisaram de mim... Quanto me jogaram no campo, me arremessaram pro céu... Lembro-me daquela tarde de sol, quando me chutaram forte e eu entrei lá no gol. A galera explodiu e eu fui agarrada com alegria. Que folia! Agora estou aqui, largada. Será que ainda virão me buscar? Sairão comigo nos braços? Me colocarão de novo em seus pés? E Rolilda se lamentava, rolava de um lado a outro, ás vezes pulava alto para ver se via o seu dono. Até que um dia começou a ouvir vozes. Quem poderia ser? Não dava direito pra ver. Aparecem uns meninos e, junto deles... Carlinhos! Com a camiseta do sei timão, chuteira e calção. - Aqui está ela! O jogo está salvo! Joguem fora a bola furada e vamos voltar à pelada! Rolilda pula contente, dá até um salto mortal: “Será como nos velhos tempos. Uau!!!” 20 º GRUPO DE PALAVRAS (tempos verbais ) estudam estudaram estudarão trabalham trabalharam trabalharão caminham caminharam caminharão observam observaram observarão pesquisam pesquisaram pesquisarão comem comeram comerão acabam acabaram acabarão
  • 21. BOLA VELHA TAMBÉM DÁ BOM JOGO Lizette Geny Rando Uma velha bola encostada, muito suja, abandonada, lembrava seus dias de glória nos jogos da meninada: “Ah! Como esses moleques já precisaram de mim... Quanto me jogaram no campo, me arremessaram pro céu... Lembro-me daquela tarde de sol, quando me chutaram forte e eu entrei lá no gol. A galera explodiu e eu fui agarrada com alegria. Que folia! Agora estou aqui, largada. Será que ainda virão me buscar? Sairão comigo nos braços? Me colocarão de novo em seus pés? E Rolilda se lamentava, rolava de um lado a outro, ás vezes pulava alto para ver se via o seu dono. Até que um dia começou a ouvir vozes. Quem poderia ser? Não dava direito pra ver. Aparecem uns meninos e, junto deles... Carlinhos! Com a camiseta do sei timão, chuteira e calção. - Aqui está ela! O jogo está salvo! Joguem fora a bola furada e vamos voltar à pelada! Rolilda pula contente, dá até um salto mortal: “Será como nos velhos tempos. Uau!!!” 20 º GRUPO DE PALAVRAS (tempos verbais ) estudam estudaram estudarão trabalham trabalharam trabalharão caminham caminharam caminharão observam observaram observarão pesquisam pesquisaram pesquisarão comem comeram comerão acabam acabaram acabarão