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  • 1. INICIAR
  • 2. Menu
    • Introdução
    • História
    • Instalação
    • Interface
    • Performance
    • Portabilidade
    • Funcionalidade
    • Scrip-fu
    • Público alvo
    • Mascote
    • Conclusão
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  • 3. INTRODUÇÃO
      • O GIMP é um editor de imagem gratuito e open-source (significa que o código fonte é do domínio público e, portanto, pode ser modificado para se ajustar aos requisitos), disponível para 3 plataformas: Linux/UNIX, Windows e MacOS X. Quando foi criado, este programa veio preencher um grande buraco na plataforma Linux/UNIX, uma vez que o “grande” PhotoShop apenas funcionava em Windows. Hoje em dia, recorrendo a emuladores, tal como o Wine (grátis) podemos executar o Photoshop dentro do Linux mas antes não era assim. E mesmo dessa forma, o Photoshop não deixa de ser caro enquanto o GIMP é gratuito.
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  • 4. História
      • O nome GIMP origina da abreviatura de General Image Manipulation Program. O projecto foi iniciado em 1995 por dois estudantes da Universidade da Califórnia, Spencer Kimball e Peter Mattis e acabaram dando-lhe continuidade após se formarem. O programa foi lançado na internet sob a licença GNU. Assim sendo, programadores de todo o mundo - surpresos e interessados pela grande qualidade do Software e da sua programação - resolveram juntar-se ao projecto e começaram a enviar relatos de bugs, adicionar novos recursos e melhorar a performance. O GIMP tornou-se assim um movimento tão grande que continua firme e forte até hoje, mesmo com os autores originais já fora do projecto.
      • O GIMP foi criado como uma alternativa livre ao Photoshop, porém ainda tem uma fatia de mercado muito inferior a este, talvez porque ainda tem bastantes limitações a vários níveis relativamente ao Photoshop.
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  • 5. Instalação
      • A instalação do GIMP é algo de muito simples e directo e, dependendo do Sistema Operativo, pode até nem ser preciso instalá-lo, uma vez que é um pacote standard em muitas distribuições do Linux. No Windows, a plataforma de eleição da maior parte dos utilizadores, é necessário instalar as bibliotecas GTK+* e só depois poderemos instalar o GIMP. Tudo o que é necessário instalar está disponível no site http://www.gimp.org/ Depois de instalado, o programa ocupa muito pouco espaço, entre 30 a 40MB (sem contar com GTK+*, que também ocupa muito pouco).
      • * GTK+ é um toolkit multi-plataforma para a criação de interfaces gráficas, foi baptizado de GIMP toolkit, com abreviação GTK+
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  • 6. Interface
      • O interface é um dos pontos onde o GIMP peca em relação ao Photoshop. Para o utilizador típico dos programas típicos do Windows, o GIMP pode ser assustador, uma vez que quase todas as operações novas efectuadas abrem uma nova janela, e essas janelas ficam a “flutuar” no desktop em vez de estarem dentro de uma só janela “grande” tal como no Photoshop e outros programas do género. Além disso, o interface não tem uma janela principal, mas sim três (janela das ferramentas, janela dos layers e janela da imagem). Para quem usa Linux, este sistema de janelas funciona muito bem, uma vez que, apesar de cada janela ter uma entrada na taskbar ( barra de tarefas ), o user pode mover o GIMP para outro desktop, mas no Windows, obriga-nos a lidar com muitas janelas no mesmo desktop (muitos entendidos já consideram falha do Windows só um desktop). No entanto, em ambientes como Linux, o GIMP funciona às mil maravilhas, e com o recurso às bibliotecas GTK+, o programa apresenta um aspecto limpo e consistente.
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  • 7. Performance
      • O GIMP possui uma performance invejável. O tempo que demora a iniciar é algo de incrivelmente pequeno quando comparado a softwares como o Photoshop. Além disso, é bastante configurável, em termos de memória. O programa é bastante rápido e consegue ser uma boa opção para quem quer algo que não deixa o computador lento enquanto está a ser executado. Além disso, como já foi referido, o GIMP ocupa muito pouco espaço em disco, deixando espaço para o trabalho em vez de o consumir com ficheiros.
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  • 8. Portabilidade
      • Este programa está disponível para Linux, Windows e Mac. É por isso um programa com uma portabilidade grande, ao contrário do Photoshop e outros que tais. Além disso, existe ainda uma versão portátil do GIMP, que permite levá-lo num disco USB e executá-lo sem necessidade de instalação ( “portable gimp”). A portabilidade do programa permite ao utilizador aprender simplesmente a trabalhar com UM programa apenas, independentemente da plataforma que vai usar… isso é uma vantagem tremenda!
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  • 9. Funcionalidade
      • O GIMP, apesar de freeware e open-source, não deve ser subestimado pois ele possui um poder imenso; com ele, podemos editar fotografias, criar imagens para uso na internet, efectuar batch-processing (Manipular várias imagens ao mesmo tempo), entre muitas outras coisas. Tanto para um utilizador casual como para um utilizador regular e profissional, o GIMP apresenta uma grande variedade de ferramentas e filtros disponíveis logo após a instalação. Além disso, não são o tipo de ferramentas para “brincar” mas sim as ferramentas que se usariam para edição profissional de fotos. No global, ao instalar o GIMP, ficamos com um excelente pacote de ferramentas de pintura digital, manipulação fotográfica, edição de imagens para a Internet e até mesmo criação de GIFs animados (com adição de pacotes extra, podemos mesmo editar AVIs entre outras coisas).
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  • 10. No global, ao instalar o GIMP, ficamos com um excelente pacote de ferramentas de pintura digital, manipulação fotográfica, edição de imagens para a Internet e até mesmo criação de GIFs animados (com adição de pacotes extra, podemos mesmo editar AVIs entre outras coisas). A versão 2.0 ainda não possuía um bom suporte ao padrão CMYK ( abreviatura do sistema de cores formado por Ciano, Magenta, Amarelo e Preto). O Photoshop possui licenças para o padrão Pantone Inc. (empresa multi-milionária conhecida pelos seus sistemas de cores, utilizado na indústria gráfica) embora o GIMP tenha boas paletas podendo contornar esse problema. O número de plugins é talvez o maior problema do GIMP embora haja um conjunto de scripts que aumentam esse efeito mas não ao ponto do Photoshop. Apesar disso o GIMP possui suporte para layers ( utilização de camadas) , paths, curvas, níveis, brushes personalizados (tipos diferentes de pincéis), padrões personalizados… tudo o que se possa imaginar. A única ferramenta que precisa de alguma revisão é a ferramenta de texto, ainda um pouco flexível e primitiva. Voltar ao inicio
  • 11. Além de tudo o que é normal ver no Photoshop (excepto alguns pormenores como o caso do padrão CMYK), o GIMP possui ainda uma extensão chamada Script-Fu, da qual falarei de seguida. Em relação aos tipos de ficheiro suportados, o GIMP suporta open/save de imensos formatos, entre os quais devemos destacar o XCF (formato nativo, aberto), PSD (Photoshop), PSP (Paint Shop Pro), PNG, JPG, GIF (incluindo os animados, cada frame fica num layer) e SVG (o futuro dos gráficos Web). Estes são apenas alguns dos formatos, visto que o GIMP suporta muitos mais. Resumindo: o GIMP possui tudo o que é preciso para fazer tudo o que se faz com o Photoshop e outros programas comerciais. O único senão é que pode não ser tão fácil fazer essas coisas… mas com um pouco de paciência e criatividade, chega-se lá! Voltar ao inicio
  • 12.
      • Como disse no ponto anterior, o GIMP apresenta uma extensão chamada Script-Fu. O Script-Fu é uma extensão que interpreta scripts (daí o nome) e permite automatizar certas tarefas do programa. Uma grande utilidade para isto manifestar-se-ia, por exemplo, se tivéssemos que executar para várias imagens, um determinado número de passos para conseguir um determinado efeito. Recorrendo ao Script-Fu, podemos escrever um script que faça tudo isso para nós. O script ficará então disponível no menu Script-Fu, como se fosse um Filtro ou algo do género. Esta é uma funcionalidade de extremo valor no GIMP; certamente algo que o torna extremamente flexível. Para demonstrar aos utilizadores o seu poder, foram já incluídos vários scripts que funcionam como exemplos mas também como verdadeiras ferramentas.
    Script-Fu Voltar ao inicio
  • 13. Público-alvo
      • Iniciar-se no GIMP não é de longe fácil. O GIMP foi projectado para conseguir fazer as coisas, não para conseguir fazê-las de forma fácil para o utilizador. Por esta razão, qualquer um que vá para o GIMP e pense que vai encontrar a maravilha das maravilhas em termos de facilidade de uso, engana-se redondamente. O GIMP não foi feito para noobs (iniciantes na área). Foi feito para ter qualidade e colocá-la ao alcance das pessoas de forma gratuita. Por isso mesmo, dizer que o GIMP é difícil de usar não é argumento para dizer que não é um bom programa; não foi feito para ser fácil de usar. No entanto, nas últimas versões tem sido feito um esforço para melhorar o sistema de forma a torná-lo mais amigável para toda a gente.
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  • 14. Mascote
      • Wilber é a mascote oficial do projecto GIMP. Wilber foi criado em 25 de Setembro de 1997 por Tuomas Kuosmanen, conhecido como “Tigert”. Tuomas recebeu ajuda de outros desenvolvedores do GIMP para desenvolver o designe gráfico da mascote. Como é natural, o Wilber foi feito no GIMP.
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  • 15. CONCLUSÂO
      • O GIMP é o programa de manipulação de imagens distribuído livremente e projectado para tarefas como retoque de fotos, composição e geração de imagens. É extremamente capaz e com muitas potencialidades. Pode ser utilizado para desenhos simples ou em refinamentos de fotos e imagens profissionais. Possui renderizador,  conversor de formatos de imagem e uma infinidade de recursos que até superam características dos actuais programas comercias (pagos) do género. Extremamente modular e extensível, foi concebido para ser conectado a plug-ins e extensões que possibilitam um campo grande de potencialidades. O seu script moderno permite programar rotinas  de tratamento de imagens simples e complexas. Funciona perfeitamente em Windows, UNIX/Linux e MacOS.
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  • 16. WebGrafia F:PROGRAMAS LIVRES » Gimp.mht F:GIMP - Wikipédia, a enciclopédia livre.mht Voltar ao inicio