Marion novas transpar ncias

9,060 views

Published on

2 Comments
5 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total views
9,060
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
8
Actions
Shares
0
Downloads
429
Comments
2
Likes
5
Embeds 0
No embeds

No notes for slide
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • CONTABILIDADE E CUSTOS UNIDA - ESAMC Professor: Roberto Name Ribeiro
  • Marion novas transpar ncias

    1. 1. Fonte: Contabilidade Básica – José Carlos MarionProf. José Carlos Marion 1
    2. 2. Cap I - A ContabilidadeCap II - PatrimônioCap III - Demonstrações FinanceirasCap IV - Balanço Patrimonial - IntroduçãoCap V - Balanço Patrimonial – Grupo de ContasCap VI - Apuração do ResultadoCap VII - Demonstração do Resultado do ExercícioCap VIII - Plano de Contas Prof. José Carlos Marion 2
    3. 3. Cap IX - Fluxo de CaixaCap X - Movimentação de EstoquesCap XI - Contabilidade por Balanços SucessivosCap XII - Contabilização das Contas de BalançoCap XIII - Balancete de VerificaçãoCap XIV - Contabilização das Contas de ResultadoCap XV - Ativo Permanente e Depreciação Prof. José Carlos Marion 3
    4. 4. Cap. I – A CONTABILIDADE  A Origem da Contabilidade  Conceito, Objeto e Finalidade  Aplicação da Contabilidade  Usuários da Contabilidade  Para quem é mantida a Contabilidade  O Profissional Contábil  Pilares da ContabilidadeProf. José Carlos Marion 4
    5. 5. Cap. I – A CONTABILIDADE A ORIGEM DA CONTABILIDADE- Origem em temos remotos;- Começou a tomar corpo no século XIII na Itália;- Século XV – Obra de Frei Luca Pacciolo; “Summa de Arithmetica, Geometria, Proportioni e Proporcionalita”Tratado de matemática, com uma seção sobre registroscontábeis segundo o método das partilhas dobradas. Prof. José Carlos Marion 5
    6. 6. Cap. I – A CONTABILIDADE A ORIGEM DA CONTABILIDADE- Nos séculos XVI e XVII, vários autores publicaram trabalhos em que descreviam o método de maneira similar ao apresentado por Luca Pacciolo;- Ascensão da escola inglesa, fato que ocorreu a partir da revolução industrial sucedida na Inglaterra. No século XVIII.- Os problemas ocorridos nos Estados Unidos durante acrise econômica de 1929 a 1932 influíram de maneirasignificativa no fortalecimento da contabilidade comosistema de informações de negócios, provocando a as-censão da escola norte-americana. Prof. José Carlos Marion 6
    7. 7. Cap. I – A CONTABILIDADE A ORIGEM DA CONTABILIDADE Diferenças entre a contabilidade atual e a da época de Luca Pacciolo:- O sistema contábil anterior visava informar apenas o proprietário;- No Séc. XVI, os ativos e passivos do proprietário e do negócio se confundiam;- Não existia a idéia de período contábil nem a de conti- nuidade;- Inexistia um denominador comum monetário. Prof. José Carlos Marion 7
    8. 8. Cap. I – A CONTABILIDADE A ORIGEM DA CONTABILIDADEEnvolvendo-se com a Contabilidade:. O Primeiro Encontro com a Contabilidade. O Leigo e a Contabilidade. O Envolvimento com a Contabilidade. Homens de negócio - Tomada de Decisões. Linguagem Financeira de Negócios Prof. José Carlos Marion 8
    9. 9. Cap. I – A CONTABILIDADE CONCEITO- “É a ciência que estuda a formação e variação do Patrimônio”;- “É a ciência que estuda, registra e controla o Patri- mônio das Entidades com fins lucrativos ou não”;- “Instrumento de informações para a tomada de decisões dentro e fora da empresa”.Obs: O Governo utiliza-se dela para arrecadar im-postos e torná-la obrigatória para a maioria das empresas. Prof. José Carlos Marion 9
    10. 10. Cap. I – A CONTABILIDADE CONCEITO Todas as movimentações possíveis de mensuração monetária são registradas pela contabilidade, que, em seguida, resume os dados registrados em forma de relatórios (contábeis).Uma empresa sem boa contabilidade é como um barco, em alto-mar, sem bússola. Prof. José Carlos Marion 10
    11. 11. Cap. I – A CONTABILIDADE OBJETO E FINALIDADE O objeto da Contabilidade é o Patrimônio.A finalidade da Contabilidade é a de controlar oPatrimônio com o objetivo de fornecer informaçõessobre a sua composição e suas variações. Prof. José Carlos Marion 11
    12. 12. Cap. I – A CONTABILIDADE APLICAÇÃO DA CONTABILIDADE Contabilidade Geral Contabilidade FinanceiraDiversos ramos de atividade: Comercial Contabilidade Comercial Industrial Contabilidade Industrial Pública Contabilidade Pública Bancária Contabilidade Bancária Hospitalar Contabilidade Hospitalar Agropecuária Contabilidade Agropecuária de Seguros Contabilidade Securitária. etc. Prof. José Carlos Marion 12
    13. 13. Cap. I – A CONTABILIDADE Uma Empresa NÃO É um CORPO ISOLADO Conquistar Mercado Ganhar Dinheiro AMBIENTE Sociedade Cultura Fornecedores EMPRESA Clientes Concorrentes GovernoExercer seu papel social Integração entre as funções ÚNICO DIRECIONAMENTO Prof. José Carlos Marion 13
    14. 14. Cap. I – A CONTABILIDADE USUÁRIOS DA CONTABILIDADE Fornecedores Investidores BancosFuncionários Sindicato EMPRESA Concorrentes Órgãos de Classe Governo Outros Prof. José Carlos Marion 14
    15. 15. Cap. I – A CONTABILIDADE USUÁRIOS DA CONTABILIDADE“CONSUMIDORES” de Relatórios ContábeisOs usuários são as pessoas que se utilizamda Contabilidade, que se interessam pelasituação da empresa e buscam na Contabi-lidade as suas respostas. Prof. José Carlos Marion 15
    16. 16. Cap. I – A CONTABILIDADE PARA QUEM É MANTIDA A CONTABILIDADE A Contabilidade pode ser feita para Pessoa Física ou Pessoa Jurídica. Considera-se pessoa, juridicamente falando, todo ser capaz de direitos e obrigações. PESSOA FÍSICA é a pessoa natural, é todo ser humano,é todo indivíduo (sem qualquer exceção). Prof. José Carlos Marion 16
    17. 17. Cap. I – A CONTABILIDADE PARA QUEM É MANTIDA A CONTABILIDADE PESSOA JURÍDICA é a união de indivíduos que, através deum contrato reconhecido por lei, formam uma nova pessoa,com personalidade distinta da de seus membros. As pessoasjurídicas pode ter fins lucrativos (empresas industriais, co-merciais etc.) ou não (cooperativas, associações culturais,religiosas etc.). Normalmente, as pessoas jurídicas deno-minam-se empresas.Entidade Contábil – Pessoa para quem é mantida a conta-bilidade, podendo ser pessoa jurídica ou física. Prof. José Carlos Marion 17
    18. 18. Cap. I – A CONTABILIDADE A Contabilidade Conselho de nas Empresas Administração Presidente Comercial Manufatura Adm. / Finanças Administração Tesoureiro ControllerGerência de Orçamento Contas a Contab. Contab. Depto. Crédito e de Capital Pagar de Custos Financeira Fiscal Cobrança Prof. José Carlos Marion 18
    19. 19. Cap. I – A CONTABILIDADE O PROFISSIONAL CONTÁBIL Técnico de Contabilidade – Curso Contabilidade em nível 2º grau Contador ou Bacharel em Ciências Contábeis – Curso Superior (3º grau) de Contabilidade. Denominados : CONTABILISTASResponsáveis pela contabilidade das empresas, analistasde balanços, pesquisadores contábeis, etc. Prof. José Carlos Marion 19
    20. 20. Cap. I – A CONTABILIDADE O PROFISSIONAL CONTÁBILAtividades exclusivas do Contador:Auditoria: Exame e verificação da exatidão dos proce-dimentos contábeis.Perícia contábil: investigação contábil de empresa mo-tivada por uma questão judicial (solicitada pela justiça).Professor de Contabilidade: o contador pode ser profes-sor de curso técnico. Para ser professor de curso superiorexige-se pós-graduação. Prof. José Carlos Marion 20
    21. 21. Cap. I – A CONTABILIDADE PILARES DA CONTABILIDADE Regras básicas da Contabilidade - postulados, princípios e convenções contábeis.Entidade contábil – Uma pessoa para quem é mantida a contabilidade. Sócios e Empresa são pessoas distintas.Não se deve confundir o dinheiro da empresa com o dinheiro dos sócios. Prof. José Carlos Marion 21
    22. 22. Cap. I – A CONTABILIDADE PILARES DA CONTABILIDADE Regras básicas da Contabilidade - postulados, princípios e convenções contábeis.Continuidade – Refere-se a entidade que está funcionandocom prazo indeterminado; algo em andamento; não estáem fase de extinção ou liquidação. Prof. José Carlos Marion 22
    23. 23. Cap. I – A CONTABILIDADE1 – Recomendações: - Exercícios referentes ao cap. 1 do caderno de exercícios - Exercício Grupo: Tarefa 1.1 pg. 28 do livro texto - Leitura: Livro Texto - Cap. 22 – Avaliação da AulaProf. José Carlos Marion 23
    24. 24. Cap. II – PATRIMÔNIO  Conceito  Bens  Direitos  Obrigações  Patrimônio LíquidoProf. José Carlos Marion 24
    25. 25. Cap. II – PATRIMÔNIO CONCEITOPatrimônio (riqueza)• Conjunto de bens pertencentes a uma pessoa ou a uma empresa  Bens.• Valores a receber, Direitos a Receber Direitos• Contas a pagar, dívidas  ObrigaçõesPatrimônio de uma Empresa ou de uma Pessoa Bens e Direitos Obrigações ( a Receber ) ( a serem pagas ) Prof. José Carlos Marion 25
    26. 26. Cap. II – PATRIMÔNIO BENSSão as coisas úteis, capazes de satisfazer às necessidadesdas pessoas e das empresas.Bens Tangíveis = Têm forma física, são palpáveis.Ex.: Veículos, imóveis, estoques de mercadorias, dinheiro, móveis e utensílios, ferramentas, etc.)Bens Intangíveis = Não são palpáveis, não constituídosde matéria. Ex.: Marcas (Arisco, Coca-cola), patentesde invenção (direito exclusivo de explorar uma invenção). Prof. José Carlos Marion 26
    27. 27. Cap. II – PATRIMÔNIO BENSPelo Código Civil:Bens Imóveis = Vinculados ao solo. Não podem serretirados sem destruição ou dano: edifício, árvores,etc.Bens móveis = Podem ser removidos por si própriosou por outras pessoas: animais (semoventes), máqui-nas, equipamentos, estoques de mercadorias. Prof. José Carlos Marion 27
    28. 28. Cap. II – PATRIMÔNIO BENS Fonte: Marion, 1998:31Ex.: A Cia. Goiana têm os seguintes bens: Em R$ mil BENS Tangíveis Intangíveis Móveis ImóveisEdifícios 180 180Móveis e utensílios 90 90Veículos 110 110Máquinas 400 400Terrenos 900 900Patentes 150 150 TOTAL 1.680 150 750 1.080 TOTAL GERAL 1.830 1.830 Prof. José Carlos Marion 28
    29. 29. Cap. II – PATRIMÔNIO DIREITOSPoder de exigir alguma coisa. Ex.: valores a receber,títulos receber, contas a receber, salários a receber. Em R$ mil ITENS Valores Bancos conta Movimento (depósito) 680 Duplicatas a Receber (vendas à prazo) 1.320 Títulos a Receber (notas promissórias) 500 Aluguéis a Receber 300 TOTAL 2.800 Fonte: Marion, 1998:32 Prof. José Carlos Marion 29
    30. 30. Cap. II – PATRIMÔNIO OBRIGAÇÕES Dívidas com outras pessoas.Em Contabilidade  Obrigações Exigíveis Exemplo: • Empréstimos a pagar • Contas a pagar • Impostos a pagar • Salários a pagar • Duplicatas a pagar (compras a prazo) ou fornecedoresProf. José Carlos Marion 30
    31. 31. Cap. II – PATRIMÔNIO OBRIGAÇÕES Fonte: Marion, 1998:31Ex.: Obrigações exigíveis da Cia. Goiana Em R$ milOBRIGAÇÕES ValoresFornecedores (dívidas c/ fornec. de mercadorias) 800Empréstimos bancários (a pagar) 400Salários a pagar 350Encargos Sociais a pagar (FGTS, INSS) 450Impostos a Pagar (ou a recolher) 900Financiamentos (empréstimos a pagar a L.P.) 1.100Contas a Pagar (Diversos) 500TOTAL 4.500 Prof. José Carlos Marion 31
    32. 32. Cap. II – PATRIMÔNIO Representação gráfica do patrimônio BENS + DIREITOS OBRIGAÇÕES EXIGÍVEIS Bens Obrigações Dinheiro Empréstimos a Pagar Mercadoria em Estoques Salários a Pagar Veículos Fornecedores (Duplicatas a pagar) Imóveis Financiamentos Máquinas Impostos a Pagar Ferramentas Encargos Sociais a Pagar Móveis e Utensílios Aluguéis a Pagar Marcas e Patentes Títulos a Pagar Direitos Promissórias a Pagar Depósitos em Bancos Contas a Pagar Duplicatas a Receber Títulos a Receber Aluguéis a Receber AçõesProf. José Carlos Marion 32
    33. 33. Cap. II – PATRIMÔNIO PATRIMÔNIO LÍQUIDOEx.: Patrimônio da Cia. Goiana Valores em $ mil BENS + DIREITOS OBRIGAÇÕES EXIGÍVEISBens 1.830 Obrigações 4.500Direitos 2.800 Bens + Direitos – Obrigações Exigíveis = Patrimônio LíquidoPatrimônio Líquido = $ ???? O P.L. pode ser negativo ??? Prof. José Carlos Marion 33
    34. 34. Cap. II – PATRIMÔNIO PATRIMÔNIO LÍQUIDOEx.: Patrimônio da Cia. Goiana Valores em $ mil BENS + DIREITOS OBRIGAÇÕES EXIGÍVEISBens 1.830 Obrigações 4.500Direitos 2.800 Bens + Direitos – Obrigações Exigíveis = Patrimônio LíquidoPatrimônio Líquido = $ 130 O P.L. pode ser negativo Prof. José Carlos Marion 34
    35. 35. Cap. II – PATRIMÔNIO PATRIMÔNIO LÍQUIDOPara se conhecer a riqueza líquida da empresa (ou pessoa):somam-se os bens e os direitos e, desse total, subtraem-seas obrigações; os resultado é a riqueza líquida, ou seja, aparte que sobra do patrimônio para a pessoa ou empresa.Ela é denominada patrimônio líquido ou situação líquida. Prof. José Carlos Marion 35
    36. 36. Cap. II – PATRIMÔNIO 1 – Recomendações: - Exercícios referentes ao cap. 2 do caderno de exercícios - Fazer o Levantamento do Patri- mônio Pessoal (Tarefa 2.1) -Exercício Grupo: Tarefa 2.3 pg. 36 do livro texto - Leitura: Livro Texto - Cap. 3 2 – Avaliação da AulaProf. José Carlos Marion 36
    37. 37. Cap. III – Demonstrações Financeiras  Conceito  Principais Demonstrações Financeiras  Períodos de Apresentação  Requisitos para PublicaçãoProf. José Carlos Marion 37
    38. 38. Cap. III – Demonstrações Financeiras Demonstrações Financeiras (Contábeis) Dados (Obrigatórios pela legislação brasileira)Dados ColetadosColetados Dados Coletados Usuários Relatórios Relatórios Relatórios Contabilizados Contábeis Prof. José Carlos Marion 38
    39. 39. Cap. III – Demonstrações Financeiras PRINCIPAIS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Balanço Patrimonial (BP) Demonstração de Resultado do Exercício (DRE) Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPAc) Notas explicativas Complementos das (Notas de rodapé) demonstrações Prof. José Carlos Marion 39
    40. 40. Cap. III – Demonstrações Financeiras EMPRESAS  CARACTERÍSTICAS Tipos de Sociedades Sociedades Empresa Anônimas (S.A) Limitadas (Ltda.) Donos Sócios ou Quotistas Acionistas Pequeno número Capital Ações Quotas Relatórios Publicação: Publicação Contábeis D.O. e Jornal de grande não necessáriaObrigatórios Circulação local Imposto de Renda Imposto de Renda Prof. José Carlos Marion 40
    41. 41. Cap. III – Demonstrações Financeiras PERÍODO DE APRESENTAÇÃO• Lei das S.A.s  ao fim do período de 12 meses• Período  Chamado “Exercício Social ou Período Contábil”• Exercício Social X Ano Civil  Imposto de Renda (31.12)• Exercício Social  Definido pelos proprietários• S.A.s de Capital Aberto e Fechado• S.A.s de Capital Aberto (Ações em bolsa)  Publicação semestral• Fins Gerenciais  relatórios (semanais, quinzenais, mensais...) Prof. José Carlos Marion 41
    42. 42. Cap. III – Demonstrações FinanceirasDADOS FUNDAMENTAIS PARA PUBLICAÇÃO • Denominação da Empresa • Título da demonstração (BP, DRE,....) • Data do exercício social • Valores do exercício referência e anterior • Moeda e representação (Mil, Milhões...) Prof. José Carlos Marion 42
    43. 43. Cap. III – Demonstrações Financeiras Relatórios Contábeis Obrigatórios DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Em $ milharesBalanço Patrimonial Demonstrativo do Result. do Exercício Data ___/___/___ Data ___/___/___ lunas oluna sEm d uas co uas c Em d Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados Data ___/___/___ n as s colu E m dua Notas Explicativas: (notas de rodapé) Prof. José Carlos Marion 43
    44. 44. Cap. III – Demonstrações Financeiras Entregar na próxima aulaTarefa 3.1.Recortar de qualquer jornal demonstraçõesfinanceiras de uma sociedade anônima quecontenham as três demonstrações citadas enotas explicativasIndicar com um círculo ou sublinhar os títulosdas demonstrações financeiras, as datas(observar se foram publicadas em duas colunas)e, se há no cabeçalho, a expressão“em $ milhares” ou “em $ milhões”Prof. José Carlos Marion 44
    45. 45. Cap. III – Demonstrações Financeiras 1 – Recomendações: - Exercícios referentes ao cap. 3 do caderno de exercícios - Exercício Grupo: Tarefa 3.1 pg. 44 do livro (slide anterior) - Leitura: Livro Texto - Cap. 4 2 – Avaliação da AulaProf. José Carlos Marion 45
    46. 46. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução Identificação Ativo Passivo Patrimônio Líquido O Termo “CAPITAL” em Contabilidade Origens X Aplicações Principal Origem de Recursos A expressão “Balanço Patrimonial” Prof. José Carlos Marion 46
    47. 47. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução IDENTIFICAÇÃO - O mais importante relatório contábil. - Identifica-se com ele, a saúde financeira e econômica (no fim do ano ou qualquer data prefixada) Balanço Patrimonial Ativo Passivo e Patrimônio LíquidoObs.: A Lei das Sociedades por Ações apresenta apenas o termo passivo. Prof. José Carlos Marion 47
    48. 48. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução IDENTIFICAÇÃO – Representação Gráfica Balanço Patrimonial Ativo Passivo e PLBens Obrigações• Máquinas • Fornecedores• Veículos • Salários a Pagar• Estoque • Empréstimos Bancários• Dinheiro • Impostos a PagarDireitos• Títulos a receber Patrimônio Líquido• Depósitos em Bancos • Capital • Subscrito • Integralizado Lado Esquerdo Lado direito Prof. José Carlos Marion 48
    49. 49. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução ATIVO• Conjunto de bens e direitos de propriedade da empresa. São itens positivos do patrimônio. (Proporcionam ganho para a empresa)  Contas a Receber  Estoque de Produtos Acabados  Máquinas e Equipamentos  Prédios próprios• Como considerar outros ativos?  Prédios alugados  Arrendamento de veículos, equipamentos etc. Prof. José Carlos Marion 49
    50. 50. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução PASSIVO• Conjunto de obrigações exigíveis da empresa. Dívidas que serão reclamadas a partir da data do seu vencimento PASSIVO EXIGÍVEL (CAPITAL DE TERCEIROS)  Recursos de Terceiros (dinheiro)  Capital de Terceiros Evidencia o  Fornecedores (de mercadorias) Endividamento  Funcionários (salários) da empresa.  Governo (impostos)  Bancos (empréstimos) etc. Prof. José Carlos Marion 50
    51. 51. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução PATRIMÔNIO LÍQUIDO • Total de aplicações dos proprietários na empresa Os proprietários (sócios, acionistas) fornecem meios para o início do negócio. A quantia inicial  Capital  PASSIVO NÃO EXIGÍVEL Social  Recurso próprio ou Capital próprio  Risco do capitalista  Em caso de falência da empresa, o sócio perde o dinheiro investido (Investimento de risco)Patrimônio Líquido = Ativo (bens + direitos) – Passivo Exigível (obrigações exigíveis) Prof. José Carlos Marion 51
    52. 52. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução O Termo “CAPITAL” em Contabilidade Capital = Recursos Capital de Terceiros = = Passivo = Capital Alheio Obrigações +Capital próprio = Recursos (financeiros ou materiais) Patrimônio =dos proprietários (sócios Líquidoou acionistas).= Capital Total Prof. José Carlos Marion 52
    53. 53. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução O Termo “CAPITAL” em Contabilidade Balanço Patrimonial Ativo Passivo e PLBens Obrigações• Máquinas Capital• Veículos (Capital de Terceiros)• Estoque Total• DinheiroDireitos Patrimônio Líquido• Títulos a receber• Depósitos em Bancos (Capital Próprio) Prof. José Carlos Marion 53
    54. 54. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução O Termo “CAPITAL” em Contabilidade Capital = Capital Nominal = Capital Social = Capital Registrado = Capital Subscrito (comprometido) Capital a Realizar (a Integralizar) – A aportar – (Ainda não colocado a disposição da empresa).Capital Social Capital Realizado (Integralizado) – Aportado – (Colocado a disposição da empresa). Prof. José Carlos Marion 54
    55. 55. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução O Termo “CAPITAL” em ContabilidadeEx.: Subscrição e Integralização do CAPITAL em dinheiro no valor de R$ 200.000 Balanço Patrimonial Ativo Passivo Caixa 200.000 PL Capital Social 200.000 Total 200.000 Total 200.000 Prof. José Carlos Marion 55
    56. 56. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução O Termo “CAPITAL” em ContabilidadeEx.: Subscrição do CAPITAL no valor de R$ 200.000 Balanço Patrimonial Ativo Passivo PL Capital Social 200.000 (-) Capital a integralizar (-) 200.000 Total 0 Total 0 Prof. José Carlos Marion 56
    57. 57. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução O Termo “CAPITAL” em ContabilidadeEx.: Integralização do CAPITAL em dinheiro no valor de R$ 200.000 Balanço Patrimonial Ativo Passivo Caixa 200.000 PL Capital Social 200.000 Total 200.000 Total 200.000 Prof. José Carlos Marion 57
    58. 58. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução O Termo “CAPITAL” em ContabilidadeEx.: Subscrição do CAPITAL no valor de R$ 200.000, sendo integralizado no ato 20% em dinheiro Balanço Patrimonial Ativo Passivo Caixa 40.000 PL Capital Social 200.000 (-) Capital a integralizar (-) 160.000 Total 40.000 Total 40.000 Prof. José Carlos Marion 58
    59. 59. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução ORIGENS X APLICAÇÕESAplicações dos Recursos que Todos os Recursos entram teve origem (Passivo e PL) = pelo Passivo e PL. Balanço PatrimonialAplicações Origens Ativo Passivo e PL Bens Obrigações • Máquinas • Fornecedores • Veículos • Salários a Pagar • Estoque • Empréstimos Bancários • Dinheiro • Impostos a Pagar Direitos • Títulos a receber Patrimônio Líquido • Depósitos em Bancos • Capital • Subscrito • Integralizado Prof. José Carlos Marion 59
    60. 60. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução ORIGENS X APLICAÇÕES Proprietários (PL)Caixa FornecedoresEstoque GovernoMáquinas BancosImóveis etc. Financeiras etc. Balanço Patrimonial Ativo P e PL (origens) $$$$$$$$ $$$ $ De terceiros Aplicações $$$$$$$$ $$$$$$$$$ e próprio Prof. José Carlos Marion 60
    61. 61. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução ATIVO PASSIVO Circulante CirculanteDisponível (Caixa e Bancos) 600 Fornecedores 600Duplicatas a Receber (Clientes) 1.700 Empréstimos a pagar 1200Estoques 700 Contas a Pagar 800 Total 3.000 Total 2.600Realiz. L.P. Exig. L.P.Títulos a Receber 1.000 Empréstimos a Pagar 1.000 Total 1.000 Total 1.000Permanente Patrim. LíquidoInvestimentos 600 Capital Social 2.000Imobilizado 1.000 Reservas 100Diferido 400 Lucro do Exercício 300 Total 2.000 Total 2.400TOTAL DO ATIVO 6.000 TOTAL DO PASSIVO 6.000 Prof. José Carlos Marion 61
    62. 62. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução Aplicações: Fontes: . Giro $ 4.000 . Terceiros $ 3.600 ATIVO PASSIVO . Permanente $ 2.000 . Próprias $ 2.400 Circulante CirculanteDisponível (Caixa e Bancos) 600 Fornecedores 600Duplicatas a Receber (Clientes) 1.700 Empréstimos a pagar 1200Estoques 700 Contas a Pagar 800 Total 3.000 Total 2.600Realiz. L.P. Exig. L.P.Títulos a Receber 1.000 Empréstimos a Pagar 1.000 Total 1.000 Total 1.000Permanente Patrim. LíquidoInvestimentos 600 Capital Social 2.000Imobilizado 1.000 Reservas 100Diferido 400 Lucro do Exercício 300 Total 2.000 Total 2.400TOTAL DO ATIVO 6.000 TOTAL DO PASSIVO 6.000 Prof. José Carlos Marion 62
    63. 63. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma IntroduçãoPRINCIPAL ORIGEM DE RECURSOS A quem pertence o Lucro? Lucro é a remuneração ao capital investido na empresa pelos proprietários. Logo, pertence aos proprietários !Prof. José Carlos Marion 63
    64. 64. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma IntroduçãoExplicação da Expressão “Balança Comercial” Equilíbrio: ATIVO = PASSIVO + PL Ativo Passivo e PL ORIGENS = APLICAÇÕESProf. José Carlos Marion 64
    65. 65. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução Entregar na próxima aula Tarefa 4.1. Recortar um Balanço Patrimonial de um bancoe indicar com um círculo (ou sublinhar) os grupos Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido desse balanço. Prof. José Carlos Marion 65
    66. 66. Cap. IV – BALANÇO PATRIMONIAL Uma Introdução 1 – Recomendações: - Exercícios referentes ao cap. 4 do caderno de exercícios - Exercício Grupo: Tarefa 4.1 pg. 53 do livro (slide anterior) - Leitura: Livro Texto - Cap. 5 2 – Avaliação da AulaProf. José Carlos Marion 66
    67. 67. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de Contas  Conceito e Objetivo  Conceito de Prazos na Contabilidade  Ativos  Passivos  Deduções do Ativo e PLProf. José Carlos Marion 67
    68. 68. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de Contas ATIVO PASSIVOCirculante Circulante Valores disponíveis e Obrigações com terceiros conversíveis dentro do período que vencem no período. Exigível obrigatórioRealiz. L.P. Exig. L.P. Obrigações com terceiros Valores conversíveis além do que se vencem além do período período. Exigível obrigatórioPermanente Patrim. Líquido Investimentos de caracter Recursos dos Proprietários permanente ou que beneficiam ou Sócios da Empresa Exigível NÃO obrigatório exercícios futuros Prof. José Carlos Marion 68
    69. 69. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de Contas CONCEITO DE CURTO E LONGO PRAZOS • Curto Prazo  até um ano (conceito geral) • Longo Prazo  Período acima de um ano 31.12.X0 31.12.X1 X1 X2 Curto Prazo Longo Prazo Término doExercício social Prof. José Carlos Marion 69
    70. 70. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de Contas CONCEITO DE CURTO E LONGO PRAZOS • Curto Prazo  até um ano (conceito geral) • Longo Prazo  Período acima de um ano31.12.X0 31.12.X1 X1 X2 Curto Prazo Longo Prazo Prof. José Carlos Marion 70
    71. 71. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de Contas CONCEITO DE CURTO E LONGO PRAZOS • Curto Prazo  até um ano (conceito geral) • Longo Prazo  Período acima de um ano31.12.X0 31.12.X1 X1 X2 X3 Curto Prazo Longo Prazo Curto Prazo Ciclo Operacional Longo Prazo Prof. José Carlos Marion 71
    72. 72. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de Contas ATIVOATIVO CIRCULANTEGrupo que gera dinheiro para a empresa pagar suascontas a curto prazo.ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZOCompreende itens que serão realizados em dinheiro alongo prazo (período superior a um ano), ou de acordocom o ciclo operacional da atividade predominante.Os empréstimos que a empresa faz a diretores e a coli-gadas também são classificados neste grupo. Prof. José Carlos Marion 72
    73. 73. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de Contas ATIVOATIVO PERMANENTE- Itens que dificilmente se transformarão em dinheiro  Investimentos: não ligados à atividade-fim da empresa. Ex: Ações Outras Cias., Terrenos  Imobilizado: totalmente correlacionado com a atividade-fim. Ex: Prédios, Veículos, Máquinas.  Diferido: Gastos pré-operacionais. Ex. Abertura da Firma, reestruturação da empresa etc. Prof. José Carlos Marion 73
    74. 74. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de Contas PASSIVOPASSIVO CIRCULANTE• Obrigações com terceiros a serem pagas no Curto PrazoEXIGÍVEL A LONGO PRAZO• Obrigações com terceiros a serem pagas no Longo PrazoPATRIMÔNIO LÍQUIDO• Total de recursos investido pelos proprietários. Normal-mente compostos de capital e lucros retidos (parte do lucronão distribuído aos donos mas reinvestido na empresa. Prof. José Carlos Marion 74
    75. 75. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de Contas ATIVO PASSIVO Circulante CirculanteDisponível (Caixa e Bancos) 600 Fornecedores 600Duplicatas a Receber (Clientes) 1.700 Empréstimos a pagar 1200Estoques 700 Contas a Pagar 800 Total 3.000 Total 2.600Realiz. L.P. Exig. L.P.Títulos a Receber 500Empréstimos a Coligada 500 Empréstimos a Pagar 1.000 Total 1.000 Total 1.000Permanente Patrim. LíquidoInvestimentos 600 Capital Social 2.000Imobilizado 1.000 Reservas 100Diferido 400 Lucro do Exercício 300 Total 2.000 Total 2.400TOTAL DO ATIVO 6.000 TOTAL DO PASSIVO 6.000 Prof. José Carlos Marion 75
    76. 76. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de ContasPRINCIPAIS DEDUÇÕESDO ATIVO E PATR. LÍQUIDO ATIVO CIRCULANTE Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) Parcela estimada pela empresa que não será recebida, em decorrência de maus pagadores. Deverá ser subtraída de Duplicatas a receber (%  Aceito pelo Imposto de Renda.). Duplicatas Descontadas - Parte das duplicatas a receber negociadas com as inst. financeiras (realização antecipada). Deverá ser subtraída de Duplicatas a Receber. Prof. José Carlos Marion 76
    77. 77. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de ContasPRINCIPAIS DEDUÇÕESDO ATIVO E PATR. LÍQUIDO ATIVO PERMANENTE Depreciação Acumulada - Perda da capacidade do imobilizado de produzir eficientemente. Obtém-se o valor líquido (bruto – depreciação acumulada) que deverá aproximar-se do seu valor em termos potenciais. Amortização Acumulada -É calculada sobre os bens intangíveis que representam retorno sobre seu valor de aquisição. Exaustão Acumulada – É calculada sobre a exploração de recursos minerais e florestais. Prof. José Carlos Marion 77
    78. 78. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de ContasPRINCIPAIS DEDUÇÕESDO ATIVO E PATR. LÍQUIDO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Prejuízo Da mesma forma que a conta Lucros é acrescida ao PL, a conta prejuízos reduz o PL. Prof. José Carlos Marion 78
    79. 79. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de Contas Ativo Passivo e Patrimônio Líquido 31/12/x7 31/12/x6 31/12/x7 31/12/x6Circulante Circulante Disponível ______ ______ _______________ ______ ______ Duplicatas a Receber ______ ______ _______________ ______ ______ (-) Prov. Dev. Duvud. (-) (-) _______________ ______ ______ (-) Dupl. Descontadas (-) (-) _______________ ______ ______ Estoque ______ ______ _______________ ______ ______Realizável L. P. ______ ______ Exigível L. P. ______ ______Permanente ______ ______ P. Líquido Investimentos ______ ______ Capital ______ ______ Imobilizado Lucros Acumul. ______ ______ -Prédios ______ ______ (-) Prejuízo Exerc. (-) (-) -Veículos ______ ______ _________________ ______ ______ -Móveis Utens. ______ ______ _________________ ______ ______ -Maqs. Equip. ______ ______ _________________ ______ ______ (-) Deprec. Ac. (-) (-) _________________ ______ ______ Diferido ______ ______ _________________ ______ ______Prof. José Carlos Marion 79
    80. 80. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de Contas Ativo Passivo e Patrimônio LíquidoCirculante CirculanteCompreende contas que estão constantemente em giro - Compreende obrigações exigíveis que serão liquidadas noem movimento, sua conversão em dinheiro ocorrerá, no próximo exercício social: nos próximos 365 dias após omáximo, até o próximo exercício social. levantamento do balanço.Realizável a Longo Prazo Exigível a Longo PrazoIncluem-se nessa conta bens e direitos que se Relacionam-se nessa conta obrigações exigíveis que serãotransformarão em dinheiro após o exercício seguinte. liquidadas com prazo superior a um ano - dívidas a longo prazo.PermanenteSão bens e direitos que não se destinam a venda e têm Patrimônio Líquidovida útil longa, no caso de bens. São recursos dos proprietários aplicados na empresa. Os Investimento recursos significam o capital mais o seu rendimento - lucros São as aplicações de caráter permanente que geram e reservas. Se houver prejuízo, o total dos investimentos rendimentos não necessários à manutenção da proprietários será reduzido. atividade principal da empresa. Imobilizado Observação: há outras contas pertencentes ao balanço Abarca itens de natureza permanente que serão patrimonial que serão tratadas em momento oportuno. utilizados para a manutenção da atividade básica da empresa. Diferido São aplicações que beneficiarão resultados de exercícios futuros. Prof. José Carlos Marion 80
    81. 81. Cap. V – BALANÇO PATRIMONIAL Grupo de Contas 1 – Recomendações: - Exercícios referentes ao cap. 5 do caderno de exercícios - Exercício Grupo: Tarefa 5.1 pg. 66 do livro texto - Leitura: Livro Texto - Cap. 6 2 – Avaliação da AulaProf. José Carlos Marion 81
    82. 82. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade  Apuração do Resultado  Conceito de Receita e Despesa  Regime de Competência  Regime de Caixa  Balanço Patrimonial X DRE e Regime de Competência  Diferença entre Despesa e CustoProf. José Carlos Marion 82
    83. 83. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade APURAÇÃO DO RESULTADOCaracterísticas:• Apuração realizada à cada exercício social• Resumo ordenado das Receitas e Despesas do período, i.e, Confronto entre Receitas e Despesas  Receitas > Despesas  Lucro  Receitas < Despesas  PrejuízoA apuração é realizada de forma destacada na DRE. Prof. José Carlos Marion 83
    84. 84. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade RECEITAS E DESPESAS ConceitoReceitas:• Vendas de Produtos, Mercadorias ou Serviços  A vista  entrada de dinheiro em Caixa  A prazo  entrada de direitos a receber• Aumentam o Ativo• Nem todo aumento de Ativo significa Receita  Empréstimos  Financiamentos  Compras a prazo  .... Prof. José Carlos Marion 84
    85. 85. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade RECEITAS E DESPESAS ConceitoDespesas:• Todo sacrifício, esforço para obter Receita  Matéria Prima; Mão de Obra;  Consumo de bens (Depreciação);  Serviços• Podem ocorrer à vista ou a prazo  A vista  saída de dinheiro do Caixa  A prazo  aumento das Obrigações Prof. José Carlos Marion 85
    86. 86. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade RECEITAS E DESPESAS ConceitoOutras considerações:• Caixa  Entrada de dinheiro  Encaixe  Saída de dinheiro  Desencaixe• Perdas  Variações anormais, inesperadas ou involuntárias no ativo  Incêndio, roubo, inundações ...... Prof. José Carlos Marion 86
    87. 87. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade RECEITAS E DESPESAS OPERAÇÕES A PRAZO À VISTA + Dupl. A Receber + Caixa (Encaixe)Receita  Ativo Ativo + Contas a Pagar (-) Caixa (desembolso)Despesa  Passivo AtivoD.R.E. BALANÇO PATRIMONIAL Prof. José Carlos Marion 87
    88. 88. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de ContabilidadeREGIMES DE APURAÇÃO DO RESULTADO • COMPETÊNCIA • CAIXA Prof. José Carlos Marion 88
    89. 89. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade REGIMES DE APURAÇÃO DO RESULTADO COMPETÊNCIA• Regime universalmente adotado• Critério aceito e recomendado pelo Imposto de Renda• Receitas  Contabilizada no período em foi gerada (à vista ou a prazo)• Despesas  Contabilizada no período em que foi consumida, independente do pagamento ter sido, ou não, realizado Prof. José Carlos Marion 89
    90. 90. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade REGIMES DE APURAÇÃO DO RESULTADO COMPETÊNCIAD.R.E  Lucro apurado observando-se as incorrências do período Toda despesa gerada no período (mesmo que ainda não tenha sido paga) será subtraída do total da receita, tam- bém gerada no mesmo período (mesmo que ainda não tenha sido recebida). Prof. José Carlos Marion 90
    91. 91. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade REGIMES DE APURAÇÃO DO RESULTADO COMPETÊNCIAD.R.E  Lucro apurado observando-se as incorrências do período Apuração do Regime de competência: resultado em Toda a receita ganha em 20X1 20X1 Toda a despesa incorrida em 20X1 Prof. José Carlos Marion 91
    92. 92. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade REGIMES DE APURAÇÃO DO RESULTADO CAIXA• Aplicação restrita (entidades sem fins lucrativos)• Receitas  Contabilizada no momento do recebimento do dinheiro;• Despesas  Contabilizada no momento do pagamento;• D.R.E  Lucro apurado = Receitas Recebidas X Despesas Pagas Prof. José Carlos Marion Fonte: Marion 92
    93. 93. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade REGIMES DE APURAÇÃO DO RESULTADO Exemplo de Regime de Caixa e Competência (Comparativo)A Cia. Goiana vendeu em X1 $ 20.000 e só recebeu$ 12.000 (o restante receberá no futuro); teve comodespesa incorrida $ 16.000 e pagou até o último diado ano $ 10.000. Prof. José Carlos Marion Fonte: Marion 93
    94. 94. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade REGIMES DE APURAÇÃO DO RESULTADO Exemplo de Regime de Caixa e Competência D.R.E. COMPETÊNCIA CAIXAReceitas 20.000 12.000Despesas (16.000) (13.000)Resultado 4.000 (1.000) Prof. José Carlos Marion 94
    95. 95. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade BALANÇO PATRIMONIAL X D.R.E e Regime de Competência Contas Patrimoniais-Valores contábeis (Contas)  ou BP ou DRE Contas de-BP: Ativo Resultado  Itens que trazem benefícios para a empresa  Quando gastos transformam-se em despesas  Material de escritório  Seguros a vencer Prof. José Carlos Marion 95
    96. 96. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade BALANÇO PATRIMONIAL X D.R.E e Regime de Competência Material de escritório * - Lançados no Ativo. - São bens que trarão benefícios no futuro. - A medida que consumidos, serão baixados do Ativo e contabilizados como despesa. - O restante (não consumido) ficaria no Ativo Circulante como Despesa do Exercício Seguinte.* Dependendo do volume, a empresa considera como gasto imediato Prof. José Carlos Marion 96
    97. 97. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade BALANÇO PATRIMONIAL X D.R.E e Regime de Competência Seguros a vencer- Em geral, é feito por um ano.- Se o seu período fosse de 01/01 a 31/12 (coincidisse como exer. social), todo gasto com seguro seria contabilizadocomo despesa, pois nada se aproveitaria para o ano seguinte.- Na pratica, se o período for (Ex.) 01-07-X1 a 30-06-X2,dessa quantia será considerada como despesa em 31-12-X1apenas o referente a 6 meses, o restante será consideradoAtivo Circulante, pois é um pagamento que beneficiará oano seguinte (Despesa do Exercício Seguinte). Prof. José Carlos Marion 97
    98. 98. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade BALANÇO PATRIMONIAL X D.R.E e Regime de Competência Seguros a vencer Balanço Patrimonial Ativo PassivoCirculante Disponível Duplicatas a Receber Estoques Despesas do Exerc. Seguintecompreendem itens que trarãobenefícios à empresa, mas serãoutilizados (consumidos) no pró-ximo ano, tornando-se despesas. Prof. José Carlos Marion 98
    99. 99. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade BALANÇO PATRIMONIAL X D.R.E e Regime de Competência Exemplo:Admita-se que a Cia. Desconfiada faça um seguro por umano, em 30-9-X1, pagando $ 18.000 (prêmio de seguro) e,nesta data, adquira $ 10.000 de material de escritório. Em31-12-X1 constata-se que havia em estoques apenas $ 2.000de material de escritório. Como fica o Balanço Patrimonial em 31-12-X1 ? Prof. José Carlos Marion 99
    100. 100. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade BALANÇO PATRIMONIAL X D.R.E e Regime de Competência Exemplo: (Solução) Companhia Desconfiada em $ mil Balanço Patrimonial 31-12-X1 Ativo PassivoCirculante .__________ xxxxx .__________ xxxxx * Poderia ser . Desp. Exer. Seg. classificado - Seguros 13.500 como estoque - Mat. de escr.* 2.000 de consumo. Prof. José Carlos Marion 100
    101. 101. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade BALANÇO PATRIMONIAL X D.R.E e Regime de CompetênciaExemplo: (Solução) Companhia Desconfiada Em $ mil DRE X1 Receita ------- (-) Despesa ------- ________ ... ------- Seguros 4.500 Material Escritório 8.000 ________ ... ------- Lucro / Prejuizo ------- Prof. José Carlos Marion 101
    102. 102. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade OUTROS AJUSTES (com relação ao regime de competência)Ao final do exercício social – Para apurar o Lucro do Período • Devedores duvidosos: Perdas estimadas, referentes ao período em questão • Depreciação: Gastos relativos ao uso de bens do Ativo Imobilizado Taxas fixadas pelo Imposto de Renda Prof. José Carlos Marion 102
    103. 103. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade EFEITO DO LUCRO NO BALANÇOLucro apurado Pertence ao proprietário Prejuízo Deve assumi-lo Parte do Lucro pode ser reinvestido (lucros retidos/acumulados). Entra no Balanço via PL (origem) sendo aplicada no Ativo. A parte do lucro distribuída aos proprietários é denominada dividendos Prof. José Carlos Marion 103
    104. 104. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade EFEITO DO LUCRO NO BALANÇO Exemplo Uma Empresa tem $ 900 de capital aplicado no caixa. Durante o ano tem uma receita de $ 800 a vista, por prestação de serviços e uma despesa de $ 500. Apure-se o lucro e observe os efeitos no balanço, sabendo-se que não houve distribuição de dividendos.Balanço Patrimonial (após a apuração do Lucro) DRE (Apuração ATIVO PASSIVO E PL do Lucro)Circulante Início Final P. Líquido Início Final ReceitaCaixa 900 1.200 Capital 900 900 a vista $ 800- Lucros Ac. - 300 (-) Despesas $ 500Total 900 1.200 Total 900 1.200 Lucro $ 300 Prof. José Carlos Marion 104
    105. 105. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de ContabilidadeDIFERENÇA ENTRE DESPESA E CUSTO CUSTO DESPESAProf. José Carlos Marion 105
    106. 106. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade DIFERENÇA ENTRE DESPESA E CUSTO•Atividades empresariais: Indústria Ex.: Custo = Gastos na fábrica, Despesa = Gastos no Escritório Comércio Ex.: Custo = Mercadoria a ser revendida Despesa = Gastos na Indústria Serviços Ex.: Custo = Mão-de-obra aplicada Despesa = Gastos na Administração  Áreas dentro da Empresa: Comercial Industrial Administrativa Prof. José Carlos Marion 106
    107. 107. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade DIFERENÇA ENTRE DESPESA E CUSTOCustos• Indústria: Gastos de industrialização do produto• Comércio: Gastos relativos às mercadorias p/ revenda• Serviços: Gastos na execução dos serviçosDespesas• Despesas: Gastos no escritório Prof. José Carlos Marion 107
    108. 108. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de ContabilidadeDIFERENÇA ENTRE DESPESA E CUSTO Custos Despesas Produção Comercial e Conta Administração  Pessoal X X  Matéria Prima X  Mercadoria X  Embalagem X  Manutenção X X  Aluguel X X  Marketing X  Comissão de Vendas X  Fretes de entrega X  Limpeza X X  ....Prof. José Carlos Marion 108
    109. 109. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de ContabilidadeTarefa 6:Montar tabelas (planilhas) relacionando os tipos de gastos (custose despesas) apropriáveis as atividades empresariais abaixo: Atividades empresariais:  Indústria: Automóvel  Comércio: Supermercado  Serviços: Escola Prof. José Carlos Marion 109
    110. 110. Cap. VI – Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade1 – Recomendações: - Exercícios referentes ao cap. 6 do caderno de exercícios - Exercício Grupo: slide anterior - Leitura: Livro Texto - Cap. 72 – Avaliação da AulaProf. José Carlos Marion 110
    111. 111. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.)  Demonstração Dedutiva  A Receita Bruta e suas Deduções  Apuração do Lucro Bruto  Custos das Vendas  Lucro Operacional  O Lucro e o Imposto de Renda  O Lucro Líquido e sua destinaçãoProf. José Carlos Marion 111
    112. 112. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.) ATIVO PASSIVO Circulante CirculanteDisponível (Caixa e Bancos) 600 Fornecedores 600Duplicatas a Receber (Clientes) 1.700 Empréstimos a pagar 1200Estoques 700 Contas a Pagar 800 Total 3.000 Total 2.600Realiz. L.P. Exig. L.P.Títulos a Receber 500Empréstimos a Coligada 500 Empréstimos a Pagar 1.000 Total 1.000 Total 1.000Permanente Patrim. LíquidoInvestimentos 600 Capital Social 2.000Imobilizado 1.000 Reservas 100Diferido 400 Lucro do Exercício 300 Total 2.000 Total 2.400TOTAL DO ATIVO 6.000 TOTAL DO PASSIVO 6.000 Prof. José Carlos Marion 112
    113. 113. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.) DEMONSTRAÇÃO DEDUTIVA Receitas(-) Despesas Sentido Vertical ------------------- (dedutivo) Lucro ou Prejuízo Prof. José Carlos Marion 113
    114. 114. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.) Empresas Micros e Pequenas Médias e Grandes DRE (simples) DRE (completa) Receitas Receitas V V (-) Deduções(-) Despesas . E E Lucro ou Prejuízo R R (-) Custos T T (-) Despesas I I C C (-) ................. A A .......................... L L Lucro ou Prejuízo Prof. José Carlos Marion 114
    115. 115. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.)D.R.E. e suas Contas Receitas Bruta (-) Deduções da Receita = Receita Líquida (-) Custos das Vendas = Lucro Bruto (-) Despesas Operacionais = Lucro Operacional (-) Despesas não Operacionais + Receitas não Operacionais = Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) (-) Provisão para Imposto de Renda = Lucro Depois do Imposto de Renda Prof. José Carlos Marion 115
    116. 116. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.)D.R.E. e suas Contas Receitas Bruta (-) Deduções da Receita = Receita Líquida (-) Custos das Vendas = Lucro Bruto A Receita Bruta representa a somatória dos valores (-) Despesas Operacionais = Lucro Operacional Notas Fiscais emitidas das (-) Despesas não Operacionais + Receitas não Operacionais = Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) (-) Provisão para Imposto de Renda = Lucro Depois do Imposto de Renda Prof. José Carlos Marion 116
    117. 117. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.)D.R.E. e suas Contas Receitas Bruta (-) Deduções da Receita Impostos e Taxas s/ Vendas = Receita Líquida . IPI (-) Custos das Vendas ICMS . O fato gerador é . ISS = Lucro Bruto . PIS a Receita (-) Despesas Operacionais . COFINS = Lucro OperacionalDevoluções (vendas canceladas) Abatimentos (descontos) (-) Despesas não Operacionais + Receitas não Operacionais = Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) (-) Provisão para Imposto de Renda = Lucro Depois do Imposto de Renda Prof. José Carlos Marion 117
    118. 118. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.) D.R.E. e suas Contas Admita-se que a Cia. Balanceada, indústria, tenha emitido umanota fiscal de venda cujo preço do produto seja de $ 10.000 mais30% de IPI. O ICMS está incluso no preço do produto: Nota Fiscal___ ______ Cia. Balanceada DRE - Cia. Balanceada ____________ ______ R....................... ____________ _____ S/P - São Paulo Receita Bruta $ 13.000 (-) Deduções IPI  $ (3.000) Preço do Produto 10.000 + IPI (30%) 3.000 ICMS  $ (1.800) Preço Total 13.000 Receita Líquida $ 8.200 ICMS incluso no Preço 18% x $ 10.000 = $ 1.800 ____________ _____________ Prof. José Carlos Marion 118
    119. 119. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.) D.R.E. e suas Contas Receitas Bruta Despesas Operacionais Custos(-) Deduçõesrepresentam os gastos de das Vendas da Receita “produção”VendasReceitaaos produtos ou serviços vendidos. . apropriados Líquida = . Administrativasdas Vendas (-) Custos = Lucro Bruto . FinanceirasDespesas Financeiras Operacionais Financeiras (-) Despesas Receitas = Lucro Operacional. Juros incorridos (pagos ou não) . Aplicações financeiras Despesas Operacionais sãoJurosgastos incorridos. Juros de mora pagos os de mora recebido (-) Despesas não .Operacionais. Descontos para: vender, Receitas não e .financiar as operações. concedidos + administrar Operacionais Descontos obtidos. Comissões bancárias = Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) . ........ Correção monetária sobre empréstimos foremImposto de Renda Se as Receitas (-) Provisão para maiores que as Despesas Financeiras Financeiras, o saldo Lucro Depois do de DespesasRenda. CPMF = reduzirá a conta Imposto de Operacionais. ....... Prof. José Carlos Marion 119
    120. 120. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.)D.R.E. e suas Contas Receitas Bruta (-) Deduções da Receita = Receita Líquida (-) Custos das Vendas Despesas e= Lucro Bruto Receitas não Operacionais são variações registradas (-) Despesasque não fazem parte do objeto na D.R.E., Operacionais = Lucro Operacional Social da Empresa (-) Despesas não Operacionais + Receitas não Operacionais Ganhos ou Perdas ocorridos com Imposto de Renda (LAIR) = Lucro Antes do venda de Permanentes: (-) Provisão para Imposto de Renda • venda de ações (com lucro ou prejuízo); = Lucro Depois do Imposto de Renda • venda de imobilizados (com lucro ou prejuízo Prof. José Carlos Marion 120
    121. 121. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.)D.R.E. e suas Contas Receitas Bruta (-) Lucro Depois do I.R. Deduções da Receita (-) Doações e Contribuições = Receita Líquida (-) Participações (-) Custos das Vendas = Lucro BrutoLÍQUIDO = LUCRO  (-) Despesas Operacionais RETENÇÕES = Lucro Operacional DIVIDENDOS (-) Despesas não Operacionais + Receitas não Operacionais É a sobra líquida à disposição dos = Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) proprietários da empresa. (-) Provisão para Imposto de Renda = Lucro Depois do Imposto de Renda Prof. José Carlos Marion 121
    122. 122. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.) Como Apurar o Lucro Depois do IR.O exerc. social em que é gerado lucro (ano X) denomina-se“ano base”. O exercício em que se paga o IRPJ (ano X+1)denomina-se “exerc. financeiro”. Pelo regime de compe-tência considera-se o IRPJ no período em que foi gerado(ano base). Portanto calcula-se (provisão) o valor do IRPJa pagar e deduz-se tal quantia do “Lucro Antes do Impostode Renda”. Pela Legislação do IRPJ, a base de cálculo(lucro ajustado) é calculada em um livro extracontábildenominado “Livro de Apuração do Lucro Real” – LALUR. Prof. José Carlos Marion 122
    123. 123. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.) Como Apurar o Lucro Líquido Lucro Depois do Imposto de Renda (-) Doações e Contribuições (-) Participações Lucro LíquidoDebenturistasEmpregadosAdministradoresPartes BeneficiáriasFundos de Assistência aos Empregados Prof. José Carlos Marion 123
    124. 124. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.) D.R.E. Capital de Roteiro Contábil Receita Terceiros 1. Apuração do (-) Desp/Custo Lucro Lucro Líquido D.L.P.Ac Saldo de Ano(s) anterior(es) 2. Transferência p/ Lucros Acumulados + Lucro Líquido deste Exerc.Balanço Patrimonial ATIVO PASSIVO D i v i dAplicação e Patrimônio n de d Líquido o sRecursos 3. Canalização de lucro retido Investidores Fonte: Marion (Sócios ou Acionistas) Prof. José Carlos Marion 124
    125. 125. Cap. VII – Demonstração do Resultado do Exercício (D.R.E.)1 – Recomendações: - Exercícios referentes ao cap. 7 do caderno de exercícios - Exercício Grupo: Tarefa 7.1 pag. 91 – Livro texto - Leitura: Livro Texto - Cap. 82 – Avaliação da AulaProf. José Carlos Marion 125
    126. 126. Cap. VIII – Plano de ContasARRUMANDO A CASA OU O APTO OU ..... CÔMODOS • Sala • Cozinha • Quarto • Banheiro Mobiliário: • Hall • Cama • Garagem Roupa • Guarda • Cômoda • ....... • Criado-Mudo • Abatjour • ............ Prof. José Carlos Marion 126
    127. 127. Cap. VIII – Plano de Contas ORGANIZANDO A EMPRESA AMBIENTE Sociedade Cultura Fornecedores EMPRESA Clientes Concorrentes GovernoConquistar Mercado Ganhar Dinheiro Prof. José Carlos Marion 127
    128. 128. Cap. VIII – Plano de ContasORGANIZANDO A EMPRESA ATIVIDADES • Comercial Gastos: • Logística• Pessoal • Produção• Aluguel • Administração• Manutenção • Matéria Prima • Contabilidade• Gastos Diversos • ............ • ............ Prof. José Carlos Marion 128
    129. 129. Cap. VIII – Plano de Contas Conceito Plano de Contas “Importado” Importância do Plano de Contas Plano de Contas e o Usuário da Contabilidade Plano de Contas Simplificado Adequação do Plano de Contas à Outras Atividades Prof. José Carlos Marion 129
    130. 130. Cap. VIII – Plano de ContasCONCEITO“Agrupamento ordenado de todas as contas que sãoutilizadas pela Contabilidade dentro de determinadaempresa. Portanto, o elenco de contas considerado éindispensável para os registros de todos os fatoscontábeis”. (MARION, 1998:93) Prof. José Carlos Marion 130
    131. 131. Cap. VIII – Plano de ContasCONCEITO• Cada empresa deve ter um Plano de Contas apropriado• Um Plano de Contas deve conter somente as contas queserão movimentadas (no presente ou no futuro)• Exemplos:  Estoques (empresa Industrial / Comercial) – Conta: ICMS a Recolher  IPI (empresa Industrial) - Conta: IPI a Recolher  ISS (empresa de Serviços) - Conta : ISS a Recolher Prof. José Carlos Marion 131
    132. 132. Cap. VIII – Plano de ContasPLANO DE CONTAS IMPORTADO • Não é um Plano de Contas que veio do estrangeiro ! • É uma cópia de um Plano de Contas de uma outra empresa • Escritórios de Contabilidade e os planos comuns • Convenientes • Inconvenientes Prof. José Carlos Marion 132
    133. 133. Cap. VIII – Plano de ContasIMPORTANCIA DO PLANO DE CONTAS • Empresas:  Tamanho diferentes  Ramo de atividade diferentes  Sistemas de pagamento / recebimento específicos  Linguagens e Terminologias não necessariamente iguais • Empresas distintas  Planos de Contas distintos  Diversas pessoas trabalhando  Objetivo  uma mesma cartilha, um mesmo idioma  Padronização dos Registros Contábeis  Uniformidade  (Processamento: Manual, Mecânico ou Eletrônico • Característica geral:  Numerado  Codificado de forma racional (código falante) Prof. José Carlos Marion 133
    134. 134. Cap. VIII – Plano de ContasPLANO DE CONTAS E O USUÁRIO DA CONTABILIDADE• O que deve conter:  Elenco de Contas e grau de detalhes  volume e natureza do negócio  Deve atender o interesse dos usuários (acionistas, gerentes, ....) • Exemplo:  Indústria metalúrgica  Estoques (Acabados, Elaboração, M.Prima) Gastos com pessoal detalhados por depto.  Pequena Loja  Estoques (mercadorias) Gastos com pessoal apresentados pelo total Prof. José Carlos Marion 134
    135. 135. Cap. VIII – Plano de ContasPLANO DE CONTAS SIMPLIFICADOEstrutura Básica• Conta (Ativo, Passivo, PL, Resultados...) • Grupo de Contas (Circulante, L.P. Permanente, ....) • Conta do Grupo (Caixa, Fornecedores, Reservas...) Prof. José Carlos Marion 135
    136. 136. Cap. VIII – Plano de Contas Contas PLANO DE CONTAS SIMPLIFICADO Exemplos: 1.1.1.15 4.1.4.2 1o. Passo: 5.2.3.32 1. CONTAS CÓDIGO • Ativo 1 • Passivo 2 • Patrimônio Líquido 3 • Receitas e Deduções 4 • Contas Dedutivas 5 Prof. José Carlos Marion 136
    137. 137. Cap. VIII – Plano de ContasPLANO DE CONTAS SIMPLIFICADO 2. GRUPOS DE CONTA CÓDIGO • Ativo Circulante 1.1 • Realizável a Longo Prazo 1.2 • Ativo Permanente 1.3 • Passivo Circulante 2.1 • Exigível a Longo Prazo 2.2 Prof. José Carlos Marion 137
    138. 138. Cap. VIII – Plano de ContasPLANO DE CONTAS SIMPLIFICADO 3. CONTAS DOS GRUPOS 1 Ativo 1.1 Ativo Circulante 1.1.1 Ativo Circulante – Caixa 1.1.2 Ativo Circulante – Bancos 1.1.3 Ativo Circulante - Duplicatas a Receber 7 Passivo 2.1 Passivo Circulante 2.1.1 Fornecedores 2.1.2 Impostos a Recolher ......... Prof. José Carlos Marion 138

    ×